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Posts na categoria "Dicas"

Fique atento aos sintomas de parasitoses e formas de prevenção

24 de abril de 2017 0
Foto: Caio Marcelo / Agencia RBS

Foto: Caio Marcelo / Agencia RBS

Mais de 50% das crianças brasileiras tiveram ou terão algum tipo de parasitose. As doenças que elas provocam podem produzir sérios danos físicos, cognitivos e socioeconômicos em crianças e adolescentes.

A gastroenterologista pediatra e presidente da Sociedade de Pediatria do RS, Cristina Targa Ferreira, explica que o os sintomas são dores abdominais, diarreia, gases, falta de apetite, perda de peso, náuseas e vômitos, tosse, febre, falta de ar, anemia, coceira no ânus e vontade de comer coisas diferentes, como terra, areia e tijolo… A criança pode ter apenas um sintoma ou mais e já possuir alguma parasitose.

É importante que os pais prestem atenção nas mudanças de padrão e procurar ajuda médica sempre que desconfiar que algo está errado.

Prevenção

Saneamento Básico:
- Tratamento e fornecimento de água potável
- Eliminação dos focos de contaminação (lixo e esgoto a céu aberto)
- Coleta de lixo
- Implantação de sistemas de tratamento de esgoto
- Educação da população sobre a prevenção

Higiene Pessoal:
- Lavar bem as mãos, com água e sabão, antes das refeições e após usar o banheiro
- Manter as unhas aparadas, evitando colocar a mão na boca
- Tomar banho diariamente
- Lavar bem as roupas íntimas e de cama, se possível com água fervida
- Andar sempre calçado, principalmente nas áreas onde não há esgoto encanado.
- Evitae brejos e água parada

Higiene Doméstica:
- Manter a casa e o terreno em volta sempre limpos, evitando a presença de moscas e outros insetos
- Manter os cestos de lixo e a caixa d’água sempre bem fechados
- Não deixar as crianças brincarem em terrenos baldios, com lixo ou água poluída
- Evitar animais dentro de casa. Quando tiver, cuidar da higiene deles, dos locais onde costumam ficar e não esquecer de levá-los periodicamente ao veterinário

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Quando furar a orelha do bebê e quais cuidados tomar

17 de abril de 2017 1

Por Elisandra Borba

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal – Sara furou a orelha com 15 dias de vida e direto com o brinco. Na foto ela está com três meses.

Grande parte dos pais de meninas optam por furar a orelhinha para colocar brincos. Mas não basta escolher a melhor joia, é importante tomar alguns cuidados. A pediatra associada da Sociedade de Pediatria do RS (SPRS), Liane Netto, explica que estas preocupações evitam irritações, contaminações e alergias.

- É recomendável que o furo seja feito com um brinco de ouro ou com aço inoxidável, para que a criança não tenha alergia. Os materiais também evitam qualquer tipo de contaminação;

- Após o furo, fazer a higienização diária até a completa cicatrização;

- É possível, também, passar uma pomada antibiótica no local, caso seja recomendado por um especialista;

- Cuidar para que não tenha inchaço ou vermelhidão. Nesses casos, buscar auxílio médico para saber como tratar;

- Atentar para a troca de roupas e do banho para não enroscar ou prender as roupas no brinco;

- O local ideal deve ser ambulatórios e serviços oferecidos por enfermeiros fora de ambientes hospitalares e farmácias para evitar risco de eventual contaminação.

Qual o momento ideal para furar a orelha do bebê?

A pediatra Liane Netto explica que não há idade ideal para colocação do primeiro brinco. Pode ser colocado com cerca de uma semana, quinze dias de vida. É importante atentar para o tamanho do brinco, compatível ao tamanho da orelha da criança. Além de tomar todos os cuidados referentes a higiene e também para evitar a dor da criança.

A páscoa pode ser uma delícia com menos açúcar

13 de abril de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Pequeno Gourmet

Foto: Pequeno Gourmet

É tanta opção de doces que os pais ficam até tontos na páscoa. Os preferidos das crianças costumam ser aqueles com os personagens de desenhos favoritos. E por mais que os pais não tenham costume de dar doces para os filhos, muitas vezes eles ganham de presente. A gente não precisa promover uma luta contra os presentes ganhados, mas pode, quando for o desejo dos pais, criar situações mais atrativas para manter a crianças dentro do planejamento alimentar de quem preza por uma alimentação mais saudável.

Recebemos algumas dicas do site Pequeno Gourmet com ideia para, pelo menos, diminuir a ingestão de doces durante esta época. A primeira dica é transformar tudo em brincadeira. Brincar com temas relativos à páscoa: Para os bebês, coelhinhos de pelúcia são ótimos presentes. Para os maiores, livros temáticos, fantoches de dedinhos, adesivos, kit para fazer orelhinhas, entre outras opções.

Outra opção é envolver as crianças na criação de opções mais saudáveis, como a preparação de um delicioso bolo de cenoura. Confira a receita enviada pelo Pequeno Gourmet:

Bolo de Cenoura da Páscoa

Dica #1 – Uma pitadinha de canela e uma de cravo da índia em pó dão um sabor de especial ao bolo

Dica #2 – Acrescentar coco ralado fresco à massa também é uma boa pedida e depois de pronto regar com suco de laranja.

Dica #3 – Mas se preferir, derreta uma barra de chocolate 70% em banho-maria e cubra o bolo.

Preparo: 40 minutos

Rendimento: 1 bolo ou 20 bolinhos

Ingredientes

2 cenouras médias

4 ovos

1 xíc. de azeite ou óleo

1 1/2 xíc. de farinha de trigo

1/2 xíc. de farinha de trigo integral

1 xíc. de açúcar mascavo

1 col. de sopa de fermento em pó

Modo de preparo

No liquidificador, bata as cenouras, os ovos e o azeite/óleo até a mistura ficar homogênea. Em uma tigela, coloque as farinhas, o açúcar e o fermento em pó. Incorpore a mistura do liquidificador à seca. Coloque a massa em uma assadeira para bolo untada ou em forminhas para cupcakes. Leve ao forno médio por trinta minutos e pronto. Agora é só servir!

Ovos de chocolate

Pra quem  não abre mão de oferecer ovos de chocolate, o mercado tem cada vez mais opções saudáveis. Confira algumas dicas que já publicamos no site, clicando aqui!

 

Cinco dicas para seu filho comer o lanche na escola

14 de março de 2017 0

Por Milena Schoeller

Foto: Maicon Damasceno / Agencia RBS

Foto: Maicon Damasceno / Agencia RBS

Muitas vezes recebemos dúvidas e angústias dos nossos ouvintes e leitores através do e-mail do blog e das redes sociais. E uma delas diz respeito ao lanche da criança na escola. Desde o começo das aulas tenho recebido relatos de algumas mães pedindo dicas para os filhos, pois eles não comem o lanche que elas enviam. Eu confesso que já tive problemas neste sentido com meu filho maior. E adotei algumas estratégias que têm dado certo até o momento, para que ele coma todo o lanche que eu envio. E divido agora com vocês! Espero poder ajudar as mamães e papais com dúvidas. Claro que estas são dicas baseadas na minha experiência como mãe, e pode ser que não funcionem com todas as crianças.

1) Combine com a criança o que será levado de lanche
Independente do que a criança vai levar, é bacana que ela saiba com antecedência o que estará na lancheira. Eu sempre procuro enviar: um suco, iogurte ou térmica com leite + fruta (inteira ou picada) + sanduíche, bolo ou bolacha, entre outros. Preparo no dia anterior, já que ele sai cedo. E mostro para ele o que eu preparei, para que ele não seja pego de surpresa.

2) Dê opções para a criança
Gosto de deixá-lo escolher o que levar de lanche, dentro de algumas possibilidades. Para decidir a fruta por exemplo, costumo mostrar pra ele as que tem em casa, para que ele decida qual delas quer.

3) Deixe que a criança ajude a preparar
Quando faço sanduíche, por exemplo, peço pra que ele me ajude a preparar, ou ao menos deixo ele me observar para aprender. Ele se sente estimulado a comer desta maneira.

4) Compre potinhos divertidos
Existem potes de diversos personagens e as crianças adoram. E comprei também gelinhos artificiais coloridos. Ele acha divertido, e são necessários para conservar o alimento até a hora do lanche, quando não há oportunidade de colocar na geladeira.

5) Estipule regras
Lá em casa nós temos algumas combinações caso ele não coma o lanche. Às vezes ele deixa de olhar TV naquele dia, ou fica menos tempo no videogame. Como normalmente o que é “lanche de geladeira” vai fora se ele não come, procuro também explicar sobre desperdício.

E você? Como faz em casa? Mande pra gente. :)

Transformando o alimento preferido da criança em refeição completa

30 de janeiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

Divulgação

Divulgação

Não é fácil fazer uma criança seletiva comer. Só quem passa por isso sabe. Não me venham com teorias de como mudar isto que a gente está careca de pesquisar como melhorar o apetite dos filhos. No caso da minha filha, o problema foi o refluxo que transformou o momento de comer em hora de dor, em vez de prazer e por isso eu a entendo. Como não posso deixá-la sem comer, aproveito os gostos para esconder os desgostos.

Atualmente ela quer comer só carne, então, faço um hambúrguer completo para ela. Escolho uma carne de boa qualidade e misturo nela legumes ralados - tento usar pelo menos três diferentes para variar as vitaminas e vou mudando as opções conforme vou fazendo mais. Para dar liga, coloco um ovo e cereais. Costumo bater aveia, chia e linhaça para fazer farinha. Também uso outras coisas, como trigo cozido, farinha integral, farinha de banana e tudo que você julgar importante para alimentação. Até feijão ou lentilha cozidos eu misturo no hambúrguer. Também é importante colocar temperos e sal. Eu uso alho, cebola, tempero verde, ervas… Pode ser da preferência da família. Depois de tudo misturado, molda os hambúrgueres e congela. Vai tirando e grelhando com um óleo de milho, canola ou outro de boa qualidade.

Foto: arquivo pessoal

Foto: arquivo pessoal

Também funciona com a gente omelete. O princípio é o mesmo do hambúrguer. Eu bato os ovos e ralo dentro os legumes. Também acrescento alguma farinha/cereal e feijão ou lentilha e sal. Coloca numa frigideira antiaderente com um pouquinho de óleo e pronto.

Torta de legumes é  uma ótima opção também. Basta bater legumes, ovo, água e farinha no liquidificador. Também pode colocar os cereais. Coloca um pouco de fermento químico e asse no forno.

A ideia é aproveitar o que a criança mais gosta e turbinar com vitaminas. Aproveite as ideias e encaminhe pra gente as suas sugestões que também vamos testar. :)

As mais acessadas da semana!

27 de janeiro de 2017 0

Todas as sextas, nós postamos pra você um resumo dos assuntos que geraram maior interesse dos nossos leitores e ouvintes na semana. Fique bem informado acompanhando o Top5 do blog Fralda Cheia.

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1º Mãe de primeira viagem tem bebê de 6kg por parto normal

Brian virou sensação nas redes sociais

Brian virou sensação nas redes sociais

 2º Bela Gil ingeriu a placenta do último parto, em maio deste ano

Foto: Reprodução Instagram

Foto: Reprodução Instagram

3º 9 fatos que ninguém conta sobre o parto

Foto: Jornal Zero Hora

Foto: Jornal Zero Hora

4º O que levar na mala da maternidade? Confira dicas!

Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

5º Bebê nasce na Free Way

Reprodução Facebook

Reprodução Facebook

Acompanhe as reportagens mais acessadas da semana passada!

Veja como reaproveitar material escolar de forma criativa

24 de janeiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Diogo Sallaberry

Foto: Diogo Sallaberry

O início do ano é complicado para os pais. Tem que pagar impostos, como IPTU e IPVA; matrícula/rematrícula na escola; comprar material escolar, uniforme… Não há bolso que aguente. Já falamos nesta semana sobre como conscientizar as crianças na hora de comprar material novo. Hoje vamos falar sobre reaproveitamento.

Reaproveitar materiais não é apenas economia para o bolso. Gera responsabilidade social e ambiental para as crianças. Podemos aproveitar este momento também para exercitar a criatividade e proporcionar uma renovação dos objetos de maneira criativa. Veja as dicas da Mercur, empresa que produz material escolar.

1) Personalize cadernos de capa lisa, que são mais baratos

Os cadernos com capas de cores lisas custam menos do que cadernos de marcas ou personagens. A dica é personalizar os cadernos com fotos, recortes de revista e desenhos (colados na capa), ou, ainda, encapando-os com tecido e cola. Serão modelos únicos na sala de aula.

2) Limpe canetas, lápis de cor e demais materiais de desenho e/ou escrita

Tudo o que restou no estojo do ano passado pode ser testado, limpo e reaproveitado no ano seguinte. Esta limpeza pode ser realizada com álcool e uma flanela. Você pode lavar seus estojos e completá-los com o que estiver faltando. Utilizar os materiais até o final da vida útil é uma excelente forma de ser sustentável.

3) Aquarela feita com canetas hidrográficas secas

Você pode desmontar a caneta, retirar o refil/carga de dentro e deixar de molho na água, separando cada cor em um pote diferente. Se quiser guardar a tinta, escolha um pote com tampa e a deixe de molho por algumas horas. Você terá uma tinta muito semelhante a aquarela. Utilize com pincel.

4) Pastas renovadas

Pastas já utilizadas que estão com um aspecto mais gasto, podem ser revigoradas com a colagem de adesivos de sua preferência e serem utilizadas por mais tempo.

5) Faça apliques em mochilas e estojos

Você pode comprar desenhos e bordados e aplicá-los em sua mochila ou estojo. Existem muitas opções para aplicar em diferentes tipos de superfície. Essa é uma forma interessante de dar uma cara nova a antigos materiais. O mesmo pode ser feito utilizando botons para agregar o sentido que você desejar a seu estojo ou mochila.

6) Novo caderno

Folhas limpas de cadernos do ano que passou, podem ser unidas às de outros cadernos e transformadas em uma nova encadernação.

7) Agendas antigas viram blocos de rascunho

As agendas podem ser reutilizadas como blocos de rascunho, pois sempre ficam páginas em branco que podem, dessa forma, ser reaproveitadas.

8) Giz de cera com cara de novo

Existem muitas técnicas que ensinam a reaproveitar pedaços muito pequenos de giz de cera. Basta separá-los por cores, colocar os pedaços de giz em formas de silicone ou de metal e levar ao forno. O tempo de derretimento depende muito do tamanho dos pedaços de giz. Geralmente, entre 3 e 7 minutos é suficiente. Quando o giz estiver totalmente derretido, retire do forno e aguarde esfriar. Pronto, você terá novos giz de cera com formatos inusitados e feitos por você.

Aproveite as dicas e use a criatividade. Convide as crianças para participar da confecção dos materiais e crie um momento especial com elas. Você estará estreitando laços e gerando um cidadão mais consciente.

Leia também:

Não deixe as crianças em casa na hora de comprar o material escolar

Diferença de preços do material escolar em Porto Alegre chega a 1500%

Lista de Material Escolar: saiba o que pode e o que não pode ser pedido

Não deixe as crianças em casa na hora de comprar o material escolar

23 de janeiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Diorgenes Pandini

Foto: Diorgenes Pandini

Você leu certo: Não deixe seu filho em casa para comprar o material escolar. Até hoje, sempre ouvimos que os filhos devem ficar em casa no dia das compras, mas esta orientação está mudando. Em um contexto de crise financeira, é importante que as crianças estejam conscientes da situação em que vivem. A dica é da assessora pedagógica do Sindicato do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (SINEPE/RS), Naime Pigatto.

A especialista destaca que o papel da família é mostrar às crianças a necessidade de economizar: “É preciso ensinar que nem sempre o material mais brilhoso ou chamativo é o melhor, fazer com que as crianças comparem os produtos e escolham de forma mais consciente. A educação financeira começa em casa”, explica Naime.

Uma dica da assessora pedagógica é organizar com antecedência a lista do que precisa ser comprado, com um limite de valor para cada item. Aproveitar os materiais do ano anterior também podem ajudar na economia. Materiais mais duradouros, como estojos, réguas, canetas, lápis de cor e borrachas, por exemplo, não precisam ser substituídos todos os anos. Até mesmo cadernos usados, com folhas em branco, podem ser reutilizados (as folhas em branco de vários cadernos podem ser retiradas da espiral e agrupadas num novo). Encapar cadernos e livros garantem uma boa conservação e a possibilidade de reaproveitamento no ano seguinte, orienta o Sinepe.

O Sindicato destaca ainda que os pais podem buscar informações nas escolas ou com associações de pais, que costumam saber sobre feiras de materiais e uniformes. Brechós de uniformes costumam ser uma boa opção aos pais. Livros didáticos usados também podem ser adquiridos de alunos que não necessitam mais das publicações.

A assessora do SINEPE/RS lembra que materiais de uso coletivo são de competência da escola, e não devem ser pedidos em listas escolares. A respeito dos livros didáticos, Naime alerta que devem estar de acordo com o novo acordo ortográfico. “E se a edição não for atual, que seja a mais próxima possível daquela solicitada pela escola.”

Divulgamos há alguns dias que a diferença de preços do material escolar em Porto Alegre chega a 1500%. Por isso, a regra é sempre pesquisar.

Filtro solar em menores de seis meses não pode

09 de janeiro de 2017 2

Por Elisandra Borba

Foto: Reprodução Facebook

Foto: Reprodução Facebook

Há alguns dias vimos viralizando na internet um posto sobre um bebê que teve uma reação alérgica ao utilizar um filtro solar da Peppa Pig. De novo culparam a porquinha pelo problema provocado. Nenhum bebê deve utilizar protetor solar antes dos seis meses de idade. O bebê em questão, tinha apenas três.

O médico pediatra e vice-presidente da sociedade de pediatria do RS, Marcelo Porto, explica que a pele do bebê ainda está em desenvolvimento e absorve muito mais o produto e as químicas que ele traz, além disso, o sistema imunológico do bebê não está totalmente formado e ele tem mais risco de toxicidade.

O médico é taxativo ao dizer que lugar de bebê não é na beira da praia e nem no sol. Ele estende, inclusive, esta idade até um ano. “O que um bebê faz na beira da praia?” Segundo o especialista, não há motivos para expor um bebê tão pequeno a riscos. Mesmo que sob o guarda-sol, os raios ultravioletas não são filtrados e atingem a pela do seu filho. Além disso, os raios são refletidos pela areia. Mesmo na sombra, a criança terá queimaduras. “É um risco desnecessário. O Melhor é adiar a ida para a praia para o próximo verão”, enfatiza o médico.

A exposição ao sol é importante para o sistema imunológico das crianças, porém, jamais entre 10h e 17h. A explicação para a absorção do filtro e as possibilidades de alergia também valem para o repelente. Estes produtos também não podem ser usados em lactentes até os seis meses de idade.

Veja a postagem da mão no Facebook.

HPS atende 35 casos de acidente com crianças por dia em Porto Alegre

03 de janeiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Marina Pagno

Foto: Marina Pagno

O Hospital de Pronto Socorro, referência para atender situações de trauma em Porto Alegre, recebeu somente no ano passado 12739 crianças de zero a dez anos, vítimas de algum tipo de acidente. De acordo com a enfermeira da área de políticas públicas pra crianças e adolescentes da Secretaria da Saúde, Tais Soares Felden, os casos mais comuns envolvem afogamentos e sufocamentos, eletricidade, queimaduras, acidentes de trânsito e quedas.

A especialista destaca que os pais precisam estar atentos para mudanças simples em casa que podem evitar os acidentes. Grades ou telas nas janelas são fundamentais, mesmo que em locais térreos. Não colocar móveis próximo a janelas também ajuda a evitar que as crianças tenham acesso aos locais perigosos. As quedas são as principais responsáveis por lesões, inclusive irreversíveis.

As tomadas precisam estar com proteção. Capas plásticas são facilmente encontradas em ferragens a um custo bem baixo. Cerca de R$ 030 por peça. As panelas devem estar com os cabos para dentro. Garfos e facas também são perigosos. Remédios e produtos de limpeza devem ficar fora do alcance das crianças.

Outro tipo de acidente são os afogamentos que podem acontecer até mesmo em baldes ou bacias de água. Objetos colocados dentro do nariz ou ouvido também são comuns na infância.

Além de manter o local seguro, a enfermeira acredita que os pais precisar alertar as crianças sobre os perigos iminentes desde cedo: “os pais precisam conversar com as crianças”, conclui Tais.

Ouça a entrevista completa durante o programa Gaúcha Repórter: