Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Notícias"

Agora é lei: depoimento de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência tem de ser protegido

04 de abril de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

17926878 criança

Crianças e adolescentes, vítimas ou testemunhas de violência, têm o direito à proteção especial em depoimentos. A lei, de autoria da deputado Maria do Rosário, foi sancionada hoje pelo presidente Michel Temer, na abertura do 9º Global Child Forum on South America, em São Paulo.

O texto prevê que não haverá contado algum, nem mesmo visual, com o acusado. As vítimas passam a ser acompanhados por profissionais especializados em saúde, assistência social e segurança pública. Será criado um serviço de atendimento para denúncias de abuso e de exploração sexual.

Quem violar a lei está sujeito a pena que varia de um a quatro anos de prisão.

Apesar de a lei ter sido sancionada hoje, não entra em vigor imediatamente. O governo deverá normatizar o texto em 60 dias. Depois, Estados e Municípios têm  mais 180 dias para adequação.

A lei entra em vigor mesmo, um ano após a publicação.

Teste rápido de zika é incluído na tabela de procedimentos do SUS

03 de abril de 2017 0

Por Elisandra Borba

Reprodução Youtube

Reprodução Youtube

A partir de agora os testes rápidos para detecção do zika vírus fazem parte da tabela de procedimentos do SUS. A determinação foi divulgada nesta segunda-feira (03) no Diário Oficial da União. O objetivo é otimizar o diagnóstico laboratorial para triagem inicial de amostras suspeitas zika e tratar o mais rapidamente possível.

De acordo com o Ministério da Saúde, a tecnologia confirma em 20 minutos se o paciente está ou já foi infectado pelo vírus zika em algum momento da vida. Será possível identificar o vírus no organismo, independente do tempo de infecção. Atualmente, o teste ofertado no Sistema Único de Saúde só detecta a doença quando o vírus está presente na corrente sanguínea.

O teste será realizado em pessoas que tiverem sintomas da doença e com indicação médica, sendo que as gestantes e crianças terão preferência.

O zika vírus é apontado como responsável pela epidemia de microcefalia que o país viveu em 2015.

Brasil fecha mais de 10 mil leitos pediátricos em seis anos

28 de março de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Foto: Rafaela Martins/Agência RBS

Foto: Rafaela Martins/Agência RBS

Mais de 10 mil leitos de internação em pediatria clínica foram desativados na rede pública de saúde desde 2010. O país tinha 48,3 mil vagas destinadas a crianças que precisam permanecer num hospital por mais de 24h horas. Em novembro do ano passado (último dado disponível), o SUS ofereciam 38,2 mil – como se a cada dia cinco leitos fossem fechados.

A análise é da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que também identificou que 40% dos municípios brasileiros não possuem nenhum leito de internação na especialidade.

As informações preocupam os especialistas, mas não surpreendem quem vive com os dilemas das limitações do SUS. “A redução do número de leitos tem um impacto direto no atendimento, provocando atrasos no diagnóstico e no início do tratamento de uma população que vem aumentando bastante”, critica a presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Luciana Rodrigues Silva.

De acordo com ela, as doenças que prevalecem em crianças são sazonais e nos primeiros semestres de cada ano, geralmente, acentuam-se as viroses gastrointestinais. Estas, em muitos casos, demandam internações. Além disso, a presidente destaca que casos mais sérios de dengue, que afetam crianças e adolescentes, bem como o aumento na recorrência dos casos de alergias, infecções respiratórias e pneumonia também contribuem para o crescimento da demanda por internações.

Das 5.570 cidades do Brasil, 2.169 não possuem nenhum leito. Entre as que possuem pelo menos uma unidade de terapia intensiva infantil, um terço tem menos de cinco leitos em todo o território municipal e 66 deles contam com apenas um leito.

Em números absolutos, os estados das regiões Nordeste e Sudeste foram os que mais sofreram redução no período. Na região  Sul, foram fechados 1.873 leitos. O Rio grande do Sul perdeu 521 vagas.

Apenas o Amapá criou vagas de internação pediátrica pelo SUS, passado de 180 leitos pediátricos para 230 no fim do ano passado.

Não é só o SUS

Quem conta com um plano de saúde ou procura atendimento em unidades privadas também viu cair em 1.036 o número de leitos no mesmo período. Ao todo, 20 estados perderam leitos pediátricos. As capitais foram as mais afetadas e perderam, ao todo, pouco mais de 400 leitos, metade deles apenas na capital paulista.

No Rio Grande do Sul, 114 leitos pediátricos privados foram fechados.

Veja a tabela:

tabela

Pais ficam furiosos por escola enviar bilhetes dizendo que filhos estão obesos

21 de março de 2017 5

Por Sibeli Fagundes

Reprodução/Mirror

Reprodução/Mirror

Você ficaria furiosa se a escola do seu filho enviasse um bilhete com um alerta sobre o sobrepeso ou obesidade dele? Os pais de estudantes de uma escola primária de Plymouth, na Inglaterra, ficaram. As crianças têm quatro anos de idade e foram avaliadas seguindo regras do serviço público de saúde do Reino Unido.

Na avaliação enviada aos pais, havia as medidas da criança a avaliação do IMC (índice de massa corporal). Também indicava o serviço de saúde para que pudessem procurar auxílio.

O pai de Roxanne, Martin John Tall, considerada com excesso de peso, desabafou. Disse que ficou chocado e questionou que a atitude da escola, que poderia desencadear um complexo em uma criança tão nova sobre o peso dela.

Reprodução/facebook

Reprodução/facebook

Kelly Franklin, mãe de Jake, também ficou indignada. Disse que o filho, além de ter passado recentemente por um cirurgia no cérebro (nasceu com Sagittal Craniosynostosis, que provoca o fechamento das placas ósseas do crânio mais cedo ) e tem outras doenças, que afetam o processamento sensorial, além de déficit de atenção.

Olhando as fotos das crianças, nenhuma parece obesa. No entanto, pela calculadora de IMC, estão realmente acima do peso, mas nada que não possa ser revertido facilmente. A escolas, inclusive, pede atenção à alimentação e à prática de atividade física.

Quando meu filho tinha 4 anos, o pediatra também alertou que estava acima do peso. Quem o via, enxergava um criança magra (o excesso era pequeno, mas havia). Eu dei atenção ao alerta e cuidei mais ainda da alimentação dele. Hoje, está dentro da normalidade.

Talvez tenha havido falta de sensibilidade da escola. Procurada pelo jornal Mirror, a direção não se pronunciou.

Leia também:

Brasil tenta frear obesidade infantil

Brasil tenta frear obesidade infantil

20 de março de 2017 0

Por Milena Schoeller

Foto: Porthus Junior / Agencia RBS

O Brasil está assumindo metas para frear a obesidade. E os números apresentados pelo Ministro da Saúde, Ricardo Barros, durante o Encontro Regional para Enfrentamento da Obesidade Infantil, em Brasília, chamam bastante a atenção:

- A ingestão de alimentos ultraprocessados começa já nos primeiros anos de vida. A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (2006) sinaliza que 40,5% das crianças menores de cinco anos consomem refrigerante com frequência.

- Dados da Pesquisa Nacional de Saúde (2013) apontam que 60,8% das crianças menores de 2 anos comem biscoitos ou bolachas recheadas.

- Uma em cada três crianças brasileiras apresentam excesso de peso (POF 2008/2009).

Neste link você acompanha os dados apresentados durante o encontro.

ministério da saúde

Durante o encontro, o Brasil assumiu três metas para a redução da obesidade:

- Deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, por meio de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional.

- Reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta, até 2019.

- Ampliar em no mínimo de 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até 2019.

E os cuidados para que a meta seja alcançada começam já na infância, com melhores hábitos alimentares. Recentemente foi lançada a “Década de Ação das Nações Unidas para a Nutrição”. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de 800 milhões de pessoas permanecem cronicamente subalimentadas e mais de 2 bilhões sofrem de deficiências de micronutrientes. Ao mesmo tempo, 1,9 bilhão de pessoas estão acima do peso, e 600 milhões são obesas.

- A década da nutrição é para todos. É um momento muito oportuno para construir formas para lutar contra a má nutrição. É hora de agir. -  Afirmou Francesco Branca, Diretor do Departamento de Nutrição para Saúde e Desenvolvimento da Organização Mundial de Saúde.

CURTA NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

SIGA O FRALDA CHEIA NO TWITTER

SIGA DICAS DE MÃE NO INSTAGRAM

Leia Também

Um terço das crianças entre 5 e 9 anos está acima do peso

O que meu filho precisa comer?

Pesquisa aponta benefício na inclusão de leite e ovos na alimentação do bebê

Transformando o alimento preferido da criança em refeição completa

Pesquisa da UFRGS aponta consequências do consumo de cafeína durante a gestação

Cinco dicas para seu filho comer o lanche na escola

Sono x obesidade infantil

Gestante tem surpresa ao ter gêmeo em ambulância do Samu em Passo Fundo

13 de março de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

A mãe não sabia que estava grávida de gêmeos   Divulgação/Samu

A mãe não sabia que estava grávida de gêmeos Divulgação/Samu

A segunda-feria começou diferente para o pessoal do Samu de Passo Fundo. Pouco depois do amanhecer a equipe foi chamada para atender uma mulher de 31 anos que estava em trabalho de parto. Quando chegaram ao endereço, os socorristas a encontraram já com um bebê.

Os dois receberam os primeiros socorros e foram levados pelo Samu para o Hospital da Cidade. No caminho, ela começou a ter novas contrações. A técnica em enfermagem, Luci Santos, perguntou se ela estava grávida de gêmeos, mas a mulher não sabia. Ela não havia realizado pré-natal.

Quando os socorristas pararam a ambulância na porta do hospital, nasceu o segundo menino. Os enfermeiros da emergência e a médica pediátrica auxiliaram no parto dentro do veículo.

Devido o peso das crianças e o tempo gestacional, os dois bebês foram encaminhados para o CTI Neonatal. A mãe e os meninos estão bem.

Quem nos trouxe a história foi o repórter Lucas Cidade, da Rádio Uirapuru, da rede Gaúcha Sat.

Leia também:

Como prevenir o parto prematuro

9 fatos que ninguém conta sobre o parto

Avó é a 'culpada' pela invasão de crianças em entrevista ao vivo na TV

11 de março de 2017 1

Por Sibeli Fagundes

Foto: reprodução youtube

Foto: reprodução youtube

O vídeo viral das duas crianças entrando no cômodo em que o pai dava uma entrevista ao vivo para a BBC tem uma explicação agora. A avó da dupla e mãe do entrevistado Robert Kelly, Ellen Kelly, contou o motivo ao jornal Daily Mail.

Morando em Cleveland, Ohio, ela e o marido Joseph usam o Skype para falar com o filho, a nora Jung-a Kim, e Marion, de quatro anos, e James, nove meses. Ellen acredita que as crianças ouviram o pai falando e acharam que ele estava conversando com os avós e, por isso, protagonizaram a cena hilariante.

Robert Kelly mora na Coreia do Sul, é especialista em política sul-coreana e estava dando entrevista sobre o impeachment da presidente Park Geun-hye.

A mulher que aparece no vídeo, chamada de “ninja” por vários internautas, e confundida com uma babá também, é a esposa dele, Jung-a Kim, ex-professora de ioga.

reprodução blog asiansecurityblog

Leia também:
Entrevistado é surpreendido por filhos durante transmissão ao vivo na TV

Termômetros de mercúrio serão proibidos a partir de 2019

10 de março de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Divulgação Anvisa

Foto: Divulgação Anvisa

Produtos médicos que utilizam mercúrio não poderão mais ser fabricados ou vendidos a partir de janeiro de 2019. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou as medidas para retirar do mercado produtos como termômetros, medidores de pressão corporal e liga de amálgama não encapsulado em odontologia, que utilizam mercúrio na composição. Também ficará proibida a utilização destes produtos em serviços de saúde.

Em junho do ano passado a Anvisa havia lançado uma consulta pública para pedir a ajuda da população sobre as formas para cumprir o compromisso do governo brasileiro firmado em convenção mundial para o controle do uso e redução de emissões e liberações do mercúrio para a natureza. Nesta semana, a diretoria Colegiada da Anvisa aprovou as mudanças.

Substitutos do mercúrio

Para os medidores de febre, o mais indicado é utilizar os termômetros digitais. Um levantamento realizado no ano passado mostrou que 63 produtos digitais foram registrados na Anvisa, enquanto apenas dois à base de mercúrio obtiveram registro.

Sobre os medidores de pressão, 42 registros foram concedidos para produtos que não utilizam a coluna de mercúrio, contra um medidor com mercúrio.

Como proceder em casa

Quem tem termômetro de mercúrio em casa não precisa descartar. Os termômetros digitais vêm substituindo os termômetros com mercúrio há alguns anos, no entanto, como é um produto sem prazo de validade é possível que algumas pessoas ainda tenham este tipo de artigo em casa. A quantidade de mercúrio presente em termômetros de uso caseiro não chega a ser comprometedora, segundo a Agência, mas em caso de acidentes é importante tomaralgumas precauções:

-Não permita que crianças brinquem com as bolinhas de mercúrio.

-Utilize luva e máscara e recolha com cuidado os restos de vidro em toalha de papel e coloque em recipiente resistente à ruptura, para evitar ferimento e feche hermeticamente.

-Localize as “bolinhas” de mercúrio e junte-as com cuidado utilizando um papel cartão ou similar. Recolha as gotas de mercúrio com uma seringa sem agulha. As gotas menores podem ser recolhidas com uma fita adesiva.

-Transfira o mercúrio recolhido para o recipiente de plástico duro e resistente, feche hermeticamente e cole um rótulo indicando o que há no recipiente.

-Recipientes que acondicionem mercúrio líquido ou seus resíduos contaminados devem estar armazenados com certa quantidade de água (selo hídrico) que cubra esses resíduos, para minimizar a formação de vapores de mercúrio.

-Identifique o recipiente, escrevendo na parte externa “Resíduos tóxicos contendo mercúrio”.

-Não use aspirador, pois isso vai acelerar a evaporação do mercúrio, assim como contaminar outros resíduos contidos no aspirador.

-Coloque o recipiente em uma sacola fechada.

-Entre em contato com o serviço de limpeza urbana do seu município ou órgão ambiental (Estadual ou Municipal) para saber como proceder a entrega do material recolhido.

A proposta de texto será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias e estará disponível para contribuições no Portal da Anvisa.

 

Um ano após epidemia de zika, governo decide distribuir repelente a gestantes

17 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

 Risco a partir do terceiro trimestre de gestação é considerado insignificante

Sem repelente, risco de contrair zika vírus é maior

Um ano (!!!!)  após a epidemia de zika e o crescimento expressivo dos casos de microcefalia em recém-nascido relacionada ao vírus , o governo federal decidiu distribuir repelentes para gestantes beneficiárias do Bolsa Família em todo o Brasil. As informações são da Agência Brasil.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, a partir de março (!!!!) , mais de 484 mil gestantes do programa receberão os repelentes. Ao todo, serão distribuídos 15,9 milhões de frascos. Serão sete lotes, sendo que o último será distribuído em dezembro.

“Na primeira etapa, serão entregues quase 1 milhão de unidades. As prefeituras ficarão responsáveis por escolher a melhor forma de distribuição – ou no Centro de Referência de Assistência Social [Cras] ou na unidade de saúde”, diz nota divulgada pelo ministério.

Em 2015 e 2016 foram notificados 10,2 mil casos de crianças nascidas com alterações no crescimento e desenvolvimento relacionadas à infecção pelo vírus zika no Brasil, sendo 2,2 mil confirmados. Neste período, foram concedidos 1,9 mil Benefícios de Prestação Continuada (BPC) para pessoas com microcefalia.

Leia também:

Como as grávidas podem se proteger do mosquito transmissor da zika

Estudo brasileiro relaciona zika vírus com surdez em bebês

Pesquisa mostra que efeitos do zika vírus vão além da microcefalia

Evitar a proliferação do Aedes aegypti é a melhor forma de prevenção

9 dicas para proteger seu filho das picadas de mosquito!

Meu filho foi picado por mosquitos: e agora? Que sintomas exigem atenção?

Não há perigo em comer durante o trabalho de parto

13 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Não é preciso passar fome quando está dando à luz Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Não é preciso passar fome quando está dando à luz
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Quem já teve filho ou está perto de ter um deve ter ouvido a recomendação para ir ao hospital em jejum, se possível, na hora do parto. Isso pode virar passado. Um novo estudo está mostrando que a proibição de mulheres em trabalho de parto se alimentarem ou beberem pode ser abandonada. Mas nada de ‘comer um boi’ antes de ir para o hospital, viu?

De acordo com um dos autores da revisão publicada na revista “Obstetrics and Gynecology”, Vincenzo Berghella, da Universidade Thomas Jefferson, na Filadélfia, Estados Unidos, a análise mostrou que mulheres que puderam comer antes de dar à luz tiveram um trabalho de parto mais curto (em média 16 minutos) do que aquelas que ficaram restritas a gelo e água. O estudo, porém, não pode provar que a comida fez com que a mulher desse à luz antes.

De acordo com reportagem da agência de notícias Reuters, a preocupação com o assunto surgiu na década de 1940, quando um estudo concluiu que mulheres que davam à luz sob anestesia geral tinham risco de inalar alimentos no estômago e se engasgar.

 “Se estamos bem hidratados e temos quantidade adequada de carboidrato em nosso corpo, nossos músculos funcionam melhor”, disse Berghella. O útero de uma mulher é em grande parte feito de músculo.

Hoje, o uso de anestesia geral durante o parto é muito menos comum, mas as diretrizes ainda recomendam evitar alimentos sólidos durante o parto, segundo os pesquisadores.

Além de observar  a reação de mulheres que puderam comer durante o parto e aquelas que não ingeriram alimentos, foram analisados 10 estudos que, juntos, observaram 3.982 gestantes dando à luz, nenhuma delas com risco de cesariana.

As mulheres com dietas menos restritivas não tiveram maior risco de outras complicações, incluindo vômitos ou asfixia, durante o uso da anestesia geral.

Leia também:

Mãe de primeira viagem tem bebê de 6kg por parto normal

Vereadores da Capital rejeitam proposta que permitia presença de doulas em partos

Como prevenir o parto prematuro

Quais são as dúvidas mais comuns sobre parto normal? Confira e esclareça aqui!