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Bebê nasce na Free Way

04 de novembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Reprodução Facebook

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Não adiantou Paula Cardoso Lucena e Alencar Massulo de Oliveira, de Santo Antônio da Patrulha, planejarem o nascimento da segunda filha do casal. Eles moram em Santo Antônio da Patrulha e escolheram o hospital Divina Providência para o parto. Nina resolveu se apressar e nasceu na Free Way nesta sexta-feira (4).

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De acordo com o relato no Facebook da concessionária Triunfo Concepa, Paula, com 40 semanas de gestação, começou a sentir as primeiras contrações cedo da manhã e a família pegou a estrada rumo ao hospital Divina Providência, na zona Sul de Porto Alegre. Com receio de que não houvesse tempo, ligaram para o SOS Free Way e pediram ajuda. Em Gravataí, Paula foi atendida pela UTI móvel. A mãe dela foi junto no veículo e o restante da família seguiu de carro.

Como o trabalho de parto estava evoluindo depressa, a equipe médica decidiu ir para o Hospital Padre Jeremias. Mas, Nina resolveu nascer ainda na Free Way. Com 45 cm e pouco mais de três quilos, a menina e a mãe estão bem. O casal tem outra filha, Helena, de três anos.

Reprodução Facebook

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Mais de 1 milhão de CPF foram emitidos em certidões de nascimento no Estado

01 de novembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Diogo-Sallaberry / Agência RBS

Foto: Diogo-Sallaberry / Agência RBS

Mais de 1 milhão de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) foram emitidos junto com as certidões de nascimento no Rio Grande do Sul, desde que o serviço começou a ser oferecido no Estado. Essa possibilidade foi oferecida a partir de um convênio entre a Receita Federal e a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen), que começou a ser implantado em junho de 2016.

Em função dessa parceria, os dados do recém-nascido ou da pessoa a ser registrada são inseridos on-line e validados junto à base da Receita e, imediatamente, o número do CPF é gerado e impresso na certidão de nascimento.

O serviço é gratuito e reduz riscos de fraudes e de problemas causados por homônimos.

Para que o benefício seja universalizado, os cartórios devem aderir ao sistema, entrando em contato com o Sindicato dos Registradores Públicos do Rio Grande do Sul (Sindiregis).

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Padre terá de pagar indenização por impedir aborto autorizado pela Justiça

24 de outubro de 2016 1

Por Sibeli Fagundes

Imagem ilustrativa Foto: Ronald Mendes - Agencia RBS

Imagem ilustrativa Foto: Ronald Mendes – Agencia RBS

O Superior Tribunal de Justiça condenou um padre do interior de Goiás a pagar R$ 60 mil de indenização por ter impedido um aborto autorizado pela Justiça. O caso ocorreu em 2005, em Morrinhos. Luiz Carlos Lodi da Cruz soube que a mulher iria interromper a gravidez de um feto diagnosticado com síndrome de Body Stalk – malformações que inviabilizam a vida fora do útero. No habeas corpus impetrado, o padre afirmou que os pais iriam praticar um homicídio.

Durante a internação hospitalar, a gestante, já tomando medicação para induzir o parto, foi surpreendida com a decisão do Tribunal de Justiça de Goiás. Já com dilatação iniciada, ela voltou para casa e passou os oitos dias seguintes com dor, assistida só pelo marido. O feto morreu logo após o nascimento. O casal ajuizou uma ação por danos morais contra o padre, que preside a Associação Pró-Vida de Anápolis e o caso foi parar no STJ.

A relatora da ação, ministra Nancy Andrighi, classificou de “aterrorizante” a sequência de eventos sofridos pelo casal. Ela também avaliou que o padre agiu “temerariamente” quando pediu a suspensão do procedimento médico de interrupção da gravidez, que já estava em curso, e impôs aos pais, “notadamente à mãe”, sofrimento inócuo, “pois como se viu, os prognósticos de inviabilidade de vida extrauterina se confirmaram”.

De acordo com a ministra, o padre “buscou a tutela estatal para defender suas particulares ideias sobre a interrupção da gestação” e, com sua atitude, “agrediu os direitos inatos da mãe e do pai”, que contavam com a garantia legal de interromper a gestação.

O valor de R$ 60 mil reais será corrigido desde 2005. A Associação Pró-Vida não quis comentar o assunto.

Juiz decide que compressa deixada dentro de mulher após parto não é erro médico

24 de outubro de 2016 1

Por Sibeli Fagundes

Foto: Juan Barbosa / Agencia RBS

Imagem ilustrativa Foto: Juan Barbosa / Agencia RBS

O esquecimento de uma compressa cirúrgica dentro do abdômen de uma mulher após uma cesariana não se configura erro médico. Para o juiz Joel Birello Mandelli, da 6ª Vara Cível de Santos, isso deve ser considerado “infortúnio” da paciente, que não pode ser atribuído à má técnica ou ao procedimento do cirurgião. Foi assim que ele negou indenização por dano moral.

A autora da ação só não teve de pagar as custas e despesas processuais e os honorários do ginecologista porque havia sido beneficiada com assistência jurídica gratuita.

Em 4 de agosto de 2011 ela foi fazer o parto do primeiro filho na Santa Casa de Santos. Após ir para casa com o garoto, começou a sentir desconforto e dores abdominais. Ao retornar ao médico cerca de um mês depois para a consulta de rotina, relatou o problema e foi encaminhada para exame, que detectou o que parecia ser um tumor. Quando fizeram a cirurgia, perceberam que se tratava de uma compressa esquecida.

A advogada Ana Carolina Pinto Figueiredo Perino relatou ao site Consultor Jurídico que a nova operação fez com que a cliente dela ficasse mais oito dias internada com um dreno e sem poder amamentar o filho recém-nascido.

O juiz negou a indenização embasado no laudo pericial, que afirmou que o esquecimento da compressa “é um evento raro esperado na vida laboral médica (…) que pode ocorre com renomados cirurgiões. (…) Entre os cirurgiões existe a tendência de não se considerar o fato como grave…”

Ainda cabe recurso da decisão.

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Gestantes e parceiros serão incentivados a fazer exames de sífilis no início da gestação

20 de outubro de 2016 0

A ação é uma resposta a campanha lançada por entidades médicas.

Foto: Luiz Costa/SMCS

Foto: Luiz Costa/SMCS

Por Elisandra Borba

Em resposta a um manifesto pedindo ações no combate à sífilis no Brasil, lançado na semana passada pelas entidades médicas, o governo lançou nesta quinta-feira (20) uma ação nacional de combate à doença. O foco é detectar precocemente a doença no início do pré-natal e encaminhar para tratamento imediato. Segundo a diretora do Departamento de HIV, aids e hepatites virais do Ministério da Saúde, Adele Benzaken, o desafio é fazer com que as mulheres procurem pelo pré-natal no início da gestação, já que quanto mais cedo a detecção, mais chances de não transmitir para o bebê.

A detecção da sífilis é feita com testes rápidos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Para as gestantes, a indicação da realização é feita já na primeira consulta do pré-natal, que tem que acontecer ainda no primeiro trimestre de gestação.

Números da sífilis no Brasil

Todos os tipos de sífilis – adulto, em gestantes e congênitas (em bebês) são de notificação obrigatória no país há, pelo menos, cinco anos. Segundo dados do Boletim Epidemiológico de 2016, entre os anos de 2014 e 2015, a sífilis adquirida teve um aumento de 32,7%, a sífilis em gestantes 20,9% e congênita, de 19%.

Em 2015, o número total de casos notificados de sífilis adquirida no Brasil foi de 65.878. No mesmo período, a taxa de detecção foi de 42,7 casos por 100 mil hab e a maioria são em homens, 136.835 (60,1%). No período de 2010 a junho de 2016, foi registrado um total de 227.663 casos de sífilis adquirida.

Em gestantes, no ano de 2015, a taxa de detecção da sífilis foi de 11,2 casos de sífilis em gestantes a cada 1.000 nascidos vivos, considerando o total de 33.365 casos da doença. Já de janeiro de 2005 a junho de 2016, foram notificados 169.546 casos. Com relação à sífilis congênita, em bebês, em 2015, foi notificado 19.228 casos da doença, uma taxa de incidência de 6,5 por 1.000 nascidos vivos. De 1998 a junho de 2016, foram notificados 142.961 casos em menores de um ano. O incremento entre os anos de 2013 e 2014 foi de 26,77% e entre os anos de 2014 e 2015 foi de 20,91% no número absoluto de casos novos diagnosticados.

O que é a Sífilis?

É uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) causada pela bactéria Treponema pallidum.

Sífilis Congênita

É uma doença transmitida de mãe para criança durante a gestação. São complicações dessa forma da doença: aborto espontâneo, parto prematuro, má formação do feto, surdez, cegueira, deficiência mental e/ou morte ao nascer.

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Pais de menina que nasceu em estado vegetativo receberão R$ 300 mil

19 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Roni Rigon / Agencia RBS

Foto: Roni Rigon / Agencia RBS

Os pais de uma menina que nasceu em estado vegetativo vão receber uma indenização de R$ 300 mil por danos morais. O valor deverá ser pago em conjunto pela União, pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e pelo município de Agudo, na região central do Estado, considerados culpados por negligência no atendimento da gestante e da criança.

A menina morreu aos seis anos de idade, pelo estado de saúde precário. Os pais ingressaram na justiça pedindo indenização por danos morais antes do óbito da filha. A Justiça Federal de Santa Maria condenou os réus ao pagamento de R$ 200 mil. Eles recorreram ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que aumentou o valor para R$ 300 mil, pois considerou que ficou evidente o “excesso de tempo para a tomada de decisões para evitar o dano”.

Entenda o caso

A mãe da menina foi levada para a Associação Hospital Agudo às 11 horas da manhã do dia 21 de julho de 2003, em trabalho de parto. Ela ficou por cerca de 8 horas no local, até ser transferida para o Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM) devido à falta de pediatra na cidade.

Após dar entrada no HUSM, a gestante ficou mais 2 horas em observação antes de ser levada para a sala de parto. Quando a menina nasceu, foi imediatamente diagnosticada com paralisia cerebral crônica e irreversível devido á falta de oxigenação no cérebro. As sequelas neurológicas deixaram a criança em estado vegetativo. Ela morreu seis anos depois.

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"Não é necessário ter um bebê para ter um filho", diz mãe que ampliou perfil de adoção

14 de outubro de 2016 0

Por Maria Eduarda Fortuna

Amor é incondicional Foto: Maria Eduarda Fortuna/Rádio Gaúcha

Amor é incondicional Foto: Maria Eduarda Fortuna/Rádio Gaúcha

Depois de dois anos tentando engravidar, Viviane e o marido, Flávio Lencine decidiram adotar uma criança. Após estudarem sobre o tema e frequentarem encontros de grupos que ajudam pais que querem adotaram, eles resolveram ampliar o perfil da criança pretendida. Queriam duas irmã, de qualquer etnia, de zero a dez anos. A indicação desse perfil específico tornou o processo mais rápido.

Eles ingressaram no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) em 22 de junho de 2015 e uma semana depois foram chamados para conhecer Mariana, de nove anos.

“É claro que inicialmente o perfil era de bebê, só que com tanta informação que a gente foi buscando, vimos que não era necessário ter um bebê para ser pai e mãe”, destaca.

Mariana não esconde no rosto o sorriso de ter ganhado uma nova família “Eu sei que meus pais tem muito amor pra me dar”, diz. A família agora pretende adotar outra menina, com idade acima de dez anos.

O perfil de Mariana é um dos chamados de difícil colocação e que é o tema da Campanha Deixa o Amor te Surpreender do Tribunal de Justiça, lançado nesta sexta-feira. O objetivo é informar e incentivar a adoção de crianças com idade mais avançada, doenças e deficiências ou que integrem grupos de irmão.

“Queremos mostrar essa realidade e chamar os pretendentes à reflexão sobre esse assunto, para flexibilizar o perfil”, explica a titular da Coordenadoria da Infância e Juventude do Rio Grande do Sul, Juíza-corregedora Andréa Rezende Russo.

Ela destaca que os servidores do judiciário também estão fazendo encontros com os pretendentes para esclarecer dúvidas e trocar experiências sobre o tema. Eles ainda fazem buscas de perfis aproximados e tentam fazer o elo entre as famílias e as crianças disponíveis.

Atualmente, segundo o TJ, cerca de 600 crianças e adolescentes estão aptos para serem adotados no Estado e mais de 5,2 mil pretendentes já habilitados pela Justiça. Do total de candidatos, menos de 2% aceitam crianças com mais de 10 anos.

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Unicef aponta que menos de 20% das crianças até 2 anos recebe nutrientes suficientes

14 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Emerson Souza / Agência RBS

Foto: Emerson Souza / Agência RBS

Relatório divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), mostrou que somente uma em cada seis crianças com menos de 2 anos recebe alimentos em quantidade e diversidade suficientes para a idade. O número corresponde a pouco mais de 16% das crianças nessa faixa etária.

Segundo o Unicef, os bebês têm necessidade de nutrientes maior do que qualquer outra fase da vida, quando o cérebro, os ossos e o físico estão em desenvolvimento. Conforme o órgão, as crianças que não recebem quantidade e qualidade de alimentos indicados, correm risco de ter danos mentais e físicos irreversíveis.

Falta quantidade e falta variedade

Conforme o relatório, chamado “Desde a primeira hora de vida”, a introdução alimentar tardia, o número reduzido de refeições e a falta de variedade de alimentos são comuns no mundo. A recomendação é que os alimentos sólidos sejam introduzidos na alimentação do bebê a partir dos 6 meses de idade. Contudo, conforme o levantamento do Unicef, um terço de todas as crianças do planeta só começa a consumi-los mais tarde. Um em cada cinco bebês só recebe alimentos sólidos depois dos 11 meses de vida!

O relatório mostra ainda que apenas 52% das crianças entre 6 e 23 meses recebem o número mínimo de refeições diárias indicados para a sua idade. Além disso, menos de metade das crianças recebe diariamente alimentos de pelo menos quatro grupos diferentes.

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Quase metade das crianças sofre de anemia

O levantamento da Unicef revela que quase metade das crianças do mundo em idade pré-escolar sofre de anemia e metade das crianças entre os 6 e os 11 meses não recebe nenhum tipo de alimento de origem animal.

O Unicef projeta que melhora da nutrição as crianças menores de 2 anos poderia salvar 100 mil vidas por ano. A organização sugere investimentos dos governos e do setor privado para mudar esse quadro, com transferências em dinheiro ou alimentos para as famílias em situação de vulnerabilidade social, além de estímulo em programas de diversificação de colheitas e enriquecimento de alimentos básicos.

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Heróis fazem a alegria de crianças internadas no Hospital Santo Antônio

12 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Santa Casa / divulgação

Foto: Santa Casa / divulgação

Os pequenos pacientes internados no Hospital da Criança Santo Antônio, em Porto Alegre, tiveram uma surpresa especial no Dia das Crianças. Uma iniciativa muito bacana tentou alegrar um pouco o dia deles: alpinistas vestidos de super-heróis visitaram os quartos da instituição, do Complexo Santa Casa, e levaram presentes aos pacientes.

Depois, desceram as paredes do hospital, parando nas janelas dos quartos, para levar um pouco de alegria aos pequenos internados.

Foto: Santa Casa / divulgação

Foto: Santa Casa / divulgação

A ideia de fazer essa surpresa no Dia das Crianças foi da empresa Executar Alpinismo Industrial, com o apoio da Reart’s Fantasias.

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS

Um dos pacientes, o pequeno Wesley, de 3 anos, entrou no clima e pediu que a mãe o ajudasse a vestir sua fantasia de Homem Aranha. Olhem que amor:

Foto: Santa Casa / divulgação

Foto: Santa Casa / divulgação

Oito alpinistas fizeram a alegria dos pacientes do Hospital da Criança Santo Antônio, vestidos como os personagens Batman, Robin, Homem de Ferro, Tartarugas Ninjas, entre outros.

Foto: Santa Casa / divulgação

Foto: Santa Casa / divulgação

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Pesquisa identifica as 10 carreiras dos sonhos das crianças

12 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Mateus Bruxel / Agência RBS

Foto: Mateus Bruxel / Agência RBS

A empresa de recrutamento Michael Page fez uma pesquisa no Reino Unido para identificar as carreiras dos sonhos das crianças. Participaram do estudo 100 crianças, de 7 a 11 anos. Elas foram convidadas a desenhar a profissão que imaginam que vão exercer quando forem adultas.

Entre as meninas, a maioria deseja ser professora; o sonho da maior parte dos meninos é ser jogador de futebol.

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Veja aqui a lista das carreiras dos sonhos das meninas e dos meninos:

Meninas:
- Professora;
- Veterinária;
- Cientista;
- Designer;
- Dançarina;
- Enfermeira;
- Cabelereira;
- Ginasta;
- Padeira;
- Artista.

Meninos:
- Jogador de Futebol;
- Policial;
- Cientista;
- Designer;
- Explorador;
- Bombeiro;
- Paleontólogo;
- Piloto;
- Piloto de Rally;
- Jogador de Rugby.

O diretor executivo da Michael Page no Reino Unido, Oliver Watson, avaliou que as meninas mostraram preferência por profissões mais colaborativas, como professoras e enfermeiras, e também no entretenimento, como músicas e artistas. Já os meninos revelaram tendência a carreiras relacionadas ao esporte, como jogador de futebol e piloto de rally.

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