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Posts na categoria "Pesquisa"

Não há perigo em comer durante o trabalho de parto

13 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Não é preciso passar fome quando está dando à luz Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Não é preciso passar fome quando está dando à luz
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Quem já teve filho ou está perto de ter um deve ter ouvido a recomendação para ir ao hospital em jejum, se possível, na hora do parto. Isso pode virar passado. Um novo estudo está mostrando que a proibição de mulheres em trabalho de parto se alimentarem ou beberem pode ser abandonada. Mas nada de ‘comer um boi’ antes de ir para o hospital, viu?

De acordo com um dos autores da revisão publicada na revista “Obstetrics and Gynecology”, Vincenzo Berghella, da Universidade Thomas Jefferson, na Filadélfia, Estados Unidos, a análise mostrou que mulheres que puderam comer antes de dar à luz tiveram um trabalho de parto mais curto (em média 16 minutos) do que aquelas que ficaram restritas a gelo e água. O estudo, porém, não pode provar que a comida fez com que a mulher desse à luz antes.

De acordo com reportagem da agência de notícias Reuters, a preocupação com o assunto surgiu na década de 1940, quando um estudo concluiu que mulheres que davam à luz sob anestesia geral tinham risco de inalar alimentos no estômago e se engasgar.

 “Se estamos bem hidratados e temos quantidade adequada de carboidrato em nosso corpo, nossos músculos funcionam melhor”, disse Berghella. O útero de uma mulher é em grande parte feito de músculo.

Hoje, o uso de anestesia geral durante o parto é muito menos comum, mas as diretrizes ainda recomendam evitar alimentos sólidos durante o parto, segundo os pesquisadores.

Além de observar  a reação de mulheres que puderam comer durante o parto e aquelas que não ingeriram alimentos, foram analisados 10 estudos que, juntos, observaram 3.982 gestantes dando à luz, nenhuma delas com risco de cesariana.

As mulheres com dietas menos restritivas não tiveram maior risco de outras complicações, incluindo vômitos ou asfixia, durante o uso da anestesia geral.

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Conheça os nomes de bebês mais populares na Europa

14 de janeiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Shutterstock

Foto: Shutterstock

A escolha do nome do filho é cheia de significados. Alguns fatores sazonais contribuem para a escolha. Já falamos aqui dos nomes mais registrados no Rio Grande do Sul no ano passado e agora a gente traz a lista dos nomes mais populares na Europa. A divisão é feita por países e a pesquisa é da especialista Laura Wattenberg, estudiosa do assunto.

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Pesquisa da UFRGS aponta consequências do consumo de cafeína durante a gestação

10 de janeiro de 2017 0

Por Milena Schoeller

Foto: Thomas Troian / Destemperados

Toda mulher grávida sabe que não pode exagerar no consumo de cafeína ao longo da gestação. Mas sempre surge aquela dúvida: será que um pouquinho pode? E qual a quantidade?

Em busca de respostas a nutricionista Thamíris Santos de Medeiros acompanhou, durante 4 anos, 272 duplas de mães e filhos. Foi a pesquisa de mestrado dela na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde avaliou os efeitos da cafeína consumida pelas mães no desenvolvimento dos bebês até os 6 meses de idade. A nutricionista afirma que níveis elevados de cafeína prejudicam o recebimento da quantidade necessária de nutrientes pelo feto: “A cafeína pode diminuir a perfusão sanguínea, fazendo que o feto receba menos sangue, menos nutrientes e consequentemente se desenvolva menos”, afirma.

Estudos demonstram que, a cada acréscimo de 100 mg de cafeína (uma xícara de café) no consumo diário, é associado um aumento de 3% no risco de baixo peso do filho ao nascer, principalmente quando associado ao tabagismo. Segundo a especialista, o uso de cigarros de tabaco faz com que a cafeína seja metabolizada mais rapidamente do que em um organismo de uma gestante não fumante, o que priva o feto de receber os nutrientes necessários, dificultando o desenvolvimento do bebê.

A partir do resultado da pesquisa, a nutricionista orienta:

- Primeiro Trimestre de Gestação: não consumir cafeína, de nenhuma fonte.

- Segundo e Terceiro trimestre: consumo diário deve ser moderado, no máximo 1 xícara de chá ou 4 quadradinhos de chocolate ou 1 cuia de chimarrão. Não consumir café preto.

A pesquisa fez parte do projeto Impacto das Variações do Ambiente Perinatal Sobre a Saúde do Recém-Nascido nos Primeiros Seis Meses de Vida (IVAPSA). Mães com diferentes históricos atendidas no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Hospital Nossa Senhora da Conceição, e Hospital Fêmina, foram convidadas a participar. Foram excluídas mulheres HIV positivas, com menos de 37 semanas de gravidez, além das mães de recém-nascidos com doenças congênitas ou que necessitassem de internação hospitalar. Foram coletadas informações logo após o nascimento, no período entre 24 a 48 horas após o parto, sobre o pré-natal das gestantes, altura e peso ao final dos três trimestres da gestação. Sete dias depois, a equipe entrevistou as mães em suas casas para obter dados sobre a alimentação durante a gravidez, principalmente sobre o consumo de cafeína no período. No terceiro mês de idade dos filhos, foi feito um novo contato para a medição de peso, comprimento e dobras cutâneas da criança. Aos seis meses, as mesmas medições foram realizadas novamente.

Números de mães participantes conforme as características:

  1. Diabéticas – 41
  2. Hipertensas – 26
  3. Fumantes – 68
  4. Mães de crianças nascidas pequenas para idade gestacional sem uma causa específica – 25
  5. Controle (mulheres que não apresentaram as características citadas anteriormente e seus filhos) – 112

O estudo mostra que no grupo controle foi comprovada interferência nas medidas do bebê a partir do consumo materno de cafeína. A pesquisadora observa que, do nascimento ao terceiro mês de vida, a velocidade de crescimento é superior à que ocorre entre o terceiro e o sexto mês, o que pode refletir nos resultados de acúmulo de gordura pela criança, visível apenas nos primeiros meses de idade. Ela destaca que os resultados desse trabalho fornecem subsídios para a investigação da hipótese do desenvolvimento do excesso de peso na infância em virtude do alto consumo de cafeína.

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Pesquisa identifica as 10 carreiras dos sonhos das crianças

12 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Mateus Bruxel / Agência RBS

Foto: Mateus Bruxel / Agência RBS

A empresa de recrutamento Michael Page fez uma pesquisa no Reino Unido para identificar as carreiras dos sonhos das crianças. Participaram do estudo 100 crianças, de 7 a 11 anos. Elas foram convidadas a desenhar a profissão que imaginam que vão exercer quando forem adultas.

Entre as meninas, a maioria deseja ser professora; o sonho da maior parte dos meninos é ser jogador de futebol.

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Veja aqui a lista das carreiras dos sonhos das meninas e dos meninos:

Meninas:
- Professora;
- Veterinária;
- Cientista;
- Designer;
- Dançarina;
- Enfermeira;
- Cabelereira;
- Ginasta;
- Padeira;
- Artista.

Meninos:
- Jogador de Futebol;
- Policial;
- Cientista;
- Designer;
- Explorador;
- Bombeiro;
- Paleontólogo;
- Piloto;
- Piloto de Rally;
- Jogador de Rugby.

O diretor executivo da Michael Page no Reino Unido, Oliver Watson, avaliou que as meninas mostraram preferência por profissões mais colaborativas, como professoras e enfermeiras, e também no entretenimento, como músicas e artistas. Já os meninos revelaram tendência a carreiras relacionadas ao esporte, como jogador de futebol e piloto de rally.

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Veja os 20 nomes mais registrados este ano no Rio Grande de Sul

06 de outubro de 2016 0

Por Elisandra Borba

Divulgação

Divulgação

Maria e João seguem sendo tendência no Rio Grande do Sul. Os nomes bíblicos foram os campeões de registro no Estado este ano até agora, segundo o Sindicato dos Registradores Públicos do Estado do RS. Os dados estão na Central de Buscas e Informações do Registro Civil de Pessoas Naturais do RS (CRC-RS). De janeiro a outubro de 2016 foram registradas 8335 Marias e 4592 Joãos. Na lista solicitada pelo Blog Fralda Cheia figuram nomes clássicos de anjos e santos e nomes simples, sem estrangeirismos.

Confira os 20 nomes mais registrados em 2016 no Rio Grade do Sul:

1. MARIA - 8335
2. JOÃO - 4592
3. PEDRO - 2978
4. ARTHUR - 2728
5. ANA - 2655
6. JOSÉ - 2645
7. DAVI - 2581
8. MIGUEL - 2280
9. BERNARDO - 1682
10. LUIZ - 1656
11. ALICE - 1604
12. LORENZO - 1602
13. LUCAS - 1575
14. GABRIEL - 1569
15. SOPHIA - 1554
16. ANTÔNIO - 1479
17. ENZO - 1431
18. VALENTINA - 1392
19. PAULO - 1341
20. LAURA - 1336

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Estudo mostra que quase 100% dos lanches das crianças do país contêm frutas

26 de setembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

Um estudo realizado em todas as regiões do Brasil mostrou que os lanches das crianças em idade pré-escolar quase sempre contêm frutas. A pesquisa levou em conta as respostas dos pais ou responsáveis de 1.391 crianças, com idade entre 4 e 6 anos. Conforme o levantamento, o lanche da tarde, no geral, foi mais frequente (96,69%) do que o lanche da manhã (71,17%).

A pesquisa revelou ainda que os lanches intermediários, que são aqueles feitos entre as principais refeições, são consumidos por 98,20% das crianças brasileiras, sendo compostos, em média, por três grupos de alimentos: frutas, biscoitos e iogurtes.

O consumo de frutas em geral esteve presente em 98,8% das composições de lanches estudados. O dado foi avaliada pelos pesquisadores como uma tendência de melhoria da educação nutricional no Brasil.

Segundo as respostas pais ou responsáveis, a ingestão de leite e bebidas à base de leite estiveram presentes em quase 10% dos lanches e o suco, em 8,3% deles. Além disso, a pesquisa mostra que 5% das crianças consomem refrigerante no lanche da tarde.

Consumo de açúcar

Se considerados os lanches da manhã e da tarde, o consumo do chamado açúcar de adição ficou próximo do limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a dieta de uma criança de 4 a 6 anos: 22,5 gramas por dia.

“O lanche da tarde mostrou-se mais calórico e com consumo mais frequente de alimentos variados com baixo valor nutricional e com alto teor de açúcares de adição, como balas, sorvetes e chocolates”, revela um dos coordenadores do estudo, o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg.

Na Região Centro-Oeste, por exemplo, os lanches intermediários atingiram sozinhos o limite recomendado pela OMS para a alimentação de todo o dia, apresentando um consumo de 29,6 gramas/dia.

Somente o lanche da tarde (21,4 g) contribuiu com quase toda a recomendação para o dia. Nessa região, o lanche da tarde é formado por alimentos como biscoitos doces com recheio, bananas e sucos de frutas industrializados.

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O estudo

A pesquisa sobre os hábitos alimentares das crianças nos lanches intermediários foi feita em conjunto por professores e pós-graduandos do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de Sao Paulo (EPM/Unifesp), da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP/USP), do Centro de Dificuldades Alimentares do Instituto Pensi (Hospital Infantil Sabará) e do curso de Nutrição da Universidade São Judas Tadeu, com o apoio da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

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Teste: Apenas um modelo de carrinho de bebê é considerado de boa qualidade

21 de setembro de 2016 3

Associação analisou seis carrinhos vendidos no Brasil

Por Milena Schoeller

Foto: Rafaela Martins / Agência RBS

Foto: Rafaela Martins / Agência RBS

Existem dezenas de modelos de carrinhos de bebê no Brasil. E esta infinidade de opções sempre deixa os pais em dúvida na hora da escolha. A Proteste, uma associação sem fins lucrativos de direito do consumidor, testou modelos e marcas comercializados no país. Eles selecionaram os seis modelos mais vendidos, para bebês com até 15 quilos:

Bebe Confort Elea
Burigotto Downtown
Peg Perego Pliko
Galzerano Pegasus
Kiddo-Lenox Zap 5212
Tutti Baby Magni

Foram testados os seguintes quesitos:

- segurança
- facilidade para manusear e manobrar
- transporte do carrinho
- tipos de tecidos utilizados (fáceis de limpar?)
- facilidade para ajuste do cinto de segurança
- profundidade do assento e apoio para os pés
- guidom e freio
- ergonomia

E foi feita ainda uma simulação do uso diário para verificar a durabilidade do equipamento.

O teste mostra que no quesito segurança cinco modelos são 5 estrelas. E um é 4 estrelas. Todos eles foram estáveis nos testes, e não soltam peças que possam sufocar as crianças.
Nos demais quesitos, alguns modelos deixam a desejar, como pode ser visto na tabela completa divulgada pela Proteste (clique na imagem abaixo para ampliar). Ao final da avaliação, os carrinhos foram classificados como de “Boa Qualidade”, “Média Qualidade”, e “Não Compre”.

carrinho de bebê

O Blog procurou as empresas cujos carrinhos foram classificados como “Média Qualidade” e “Não Compre”. Abaixo o posicionamento de cada uma:

GALZERANO
A Galzerano, com quase 60 anos no mercado, é a única empresa do segmento com certificação da ISO 9001:2008. Toda linha de carrinhos Galzerano é submetida a rigorosos testes para que nossos produtos atendam as expectativas de nossos consumidores. Gostaria de salientar que a Galzerano teve o primeiro carrinho certificado do Brasil, e que seus produtos atendem a todas as especificações e exigências da Norma Brasileira de Carrinhos de Bebê.

BURIGOTTO  e PEG PÉREGO

Qualidade e conforto são palavras que fazem parte da essência da Burigotto-PegPérego. Tradição de mais de 60 anos. Todos os nossos produtos são testados e aprovados e atendem a todas a exigências de segurança, além de proporcionar conforto ao bebê. Além disso, cada modelo é pensado e desenvolvido para contemplar as diferentes necessidades e fases da vida das crianças. O teste mostra essa variedade de estilo com comparações distintas. Os modelos, em questão, da Burigotto-PegPérego, diferente dos demais, tem a caraterística de fechamento “guarda-chuva”. São carrinhos de passeio, ou seja, com funcionalidades mais práticas e menos complexas. Vale reforçar que o ciclo (pesquisa, qualidade, tecnologia e conforto) só é completo quando estamos próximos do nosso consumidor. E assim temos procurado fazer sempre.

KIDDO

Em relação ao teste realizado pela Proteste, a Kiddo, empresa importadora e fabricante de produtos de puericultura pesada, esclarece que:
O modelo de carrinho Zap, citado no teste publicado na edição do mês de maio de 2016 da revista Proteste, é devidamente certificado pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) conforme a NBR ABNT 14389:2010.
O carrinho foi testado e certificado pelo laboratório SGS, com manutenção em 2015 pelo laboratório INTERTEK e, em 2016, pelo D&J. A norma brasileira foi baseada na norma europeia, e o rigor de testes para adequação à certificação atesta que todos os produtos Kiddo atendem perfeitamente as exigências tanto da norma brasileira como da europeia.
Com quase 50 anos de tradição no mercado de puericultura pesada, a Kiddo ressalta que é uma empresa comprometida em fornecer produtos de primeira infância com segurança e conforto. Em prol da qualidade de seus produtos e bem-estar das crianças, a Kiddo está sempre à disposição para os esclarecimentos que forem necessários para melhor entendimento dos consumidores.

TUTTI BABY

A Tutti Baby conta com mais de uma década de experiência no segmento de puericultura leve/pesada  e sempre prezou pela segurança de seus produtos – característica  totalmente aprovada no teste realizado pela Proteste.  Nossos carrinhos seguem rigorosamente a norma brasileira ABNT NBR 14389 e estão certificados pela Portaria n.º 351, de 06 de julho de 2012. Contam com itens indispensáveis para este requisito, como cinto de segurança de cinco pontos, sistema de freio e travas nas rodas. Cumprindo todos estes requisitos garantimos aos pais total tranquilidade e segurança  para o uso do produto. Além disso, nossos carrinhos passam por testes internos, que certificam a qualidade das peças. Prezamos também pela relação custo X benefício do produto, que conta com manual de instruções claro e detalhado para o consumidor. Informamos ainda que a equipe de desenvolvimento da companhia, apesar de não ter acesso à metodologia dos testes realizados, irá avaliar com atenção todos os itens descritos pela Proteste.

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Brasil é o país com mais relatos de maus-tratos a crianças, revela pesquisa

12 de setembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Counselling / pixabay.com

Foto: Counselling / pixabay.com

O Brasil é o país com a maior taxa de maus-tratos a crianças. O dado é de uma pesquisa que analisou respostas de adultos de 28 países a um questionário que tratou de traumas na infância. Entre as perguntas feitas aos entrevistados, estavam questões sobre abuso sexual, abuso físico e abuso emocional, além de negligência física e negligência emocional.

Confira a íntegra do estudo aqui.

Em entrevista ao Gaúcha Repórter nesta segunda-feira (12), o coordenador da pesquisa, professor do Programa de Pós-Graduação em Pediatria e Saúde da Criança e da Pós-Graduação em Psicologia da PUCRS, Rodrigo Grassi, disse que o levantamento fez uma comparação entre o Produto Interno Bruto (PIB) dos países e a negligência física, que se caracteriza pela privação da criança a alimentos, vestuário e cuidados com a saúde.

De acordo com a análise, quanto menor o PIB do país, maior é a exposição das crianças à negligência. A exceção é o Brasil que, embora não esteja entre os países com menor renda, tem uma taxa alta de negligência física.

Possíveis causas

O coordenador da pesquisa, professor Rodrigo Grassi, atribui os resultados do Brasil às falhas do sistema político de proteção à infância e prevenção desse tipo de trauma. Além disso, o professor aponta como causa a ausência de investimento público em programas de prevenção da violência contra a criança, além da cultura permissiva, que não acredita na gravidade das consequências geradas pela exposição de crianças a abuso e negligência.

“Se a gente analisar, no papel a gente tem o Estatudo de Criança e do Adolescente (ECA) e os conselhos tutelar, mas o que tem que se questionar é por que essas estruturas existem no nosso país, diferente do que ocorre na Índia, Irã e Togo, que tem PIB mais baixo, e a gente empata com eles. São países que dificilmente têm uma legislação de proteção à criança”.

O professor Rodrigo Grassi ainda acredita que são explicações para o elevado nível de maus-tratos de crianças o território extenso do Brasil, o que dificulta o controle de recursos financeiros voltados para o tratamento e prevenção de abuso e negligência. Grassi destaca também o número insuficiente de centros de atendimentos às vítimas de violência e a falta de formação adequada na área.

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Ouça a entrevista na íntegra:

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Número de mortes acidentais de crianças e adolescentes caiu 31% no Brasil

31 de agosto de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Salmo Duarte / Agencia RBS

Foto: Salmo Duarte / Agencia RBS

No Dia Nacional de Prevenção de Acidente (30), a ONG Criança Segura divulgou um levantamento que mostra a redução das mortes acidentais de crianças e adolescentes de até 14 anos no Brasil. A redução é de 31% entre 2001 e 2014. No primeiro ano, foram registradas 6.190 vítimas, contra 4.316 no último.

Tipos de acidentes com morte

Nesse período, as mortes por acidentes no trânsito (-34%) e afogamentos (-32%) tiveram redução em todo o Brasil. Também diminuíram significativamente os números de vítimas por quedas (-39%), queimaduras (-41%) e mortes por armas de fogo (-54%).

Já os óbitos por sufocamento e intoxicação cresceram 7% e 1%, respectivamente.

Internações de crianças e adolescentes

O levantamento da ONG Criança Segura também mostra que, no período entre 2008 e 2015, o número de internações de crianças e adolescentes em função de acidentais aumentou 8%, passando de 110.587 para 119.923.

Os casos por queimaduras aumentaram 37%, bem mais que a média de 8%, e por acidentes de trânsito, subiram 19%;

Já as hospitalizações por afogamentos diminuíram 47%. Internações por quedas, sufocação e intoxicação caíram 3%, 1% e 20%.

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Faixa etária

Os dados da ONG Criança Segura mostram também que, entre 2001 e 2014, houve crescumento de 2% nas mortes acidentais de crianças menores de um ano de idade.

Já na faixa de cinco a nove anos, houve redução nos óbitos de 43%. Na faixa etária de um a quatro anos e de 10 a 14 anos, foi registrada uma média de 31% no total de vítimas.

No caso das internações, as faixas etárias de menor de um ano e de um a quatro anos registraram aumentos de 22% e 23%, respectivamente. Já a faixa de cinco a nove anos apresentou quase nenhum aumento no intervalo de tempo analisado (1%), estando abaixo da média geral. A faixa etária de 10 a 14 anos teve aumento de 7% nas hospitalizações.

Saiba mais

Mais informações podem ser conferidas na publicação “15 anos de atuação da Criança Segura no Brasil: Análise de indicadores de mortes e internações por acidentes na infância e adolescência desde 2001″.

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Pesquisa mostra que efeitos do zika vírus vão além da microcefalia

27 de agosto de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Sumaia Villela / Agência Brasil

Foto: Sumaia Villela / Agência Brasil

Uma nova pesquisa realizada em parceria entre Brasil, Estados Unidos e Israel revelou que os efeitos do zika vírus em bebês vão além da microcefalia.

Foram analisados 45 cérebros de bebês brasileiros que foram infectados pelo vírus. Todos foram tratados no Instituto de Pesquisa de Campina Grande, na Paraíba, um dos estados com o maior número de casos de microcefalia.

A pesquisa aponta para danos ainda mais graves do que a malformação, já que o zika vírus é capaz de destruir áreas importantes do cérebro. A pesquisa comprovou que o vírus causa alterações no corpo caloso, responsável pela comunicação entre os lados esquerdo e direito do cérebro; no cerebelo, que estabelece o equilíbrio e tem influência na atividade motora; nos gânglios da base, também ligados ao controle motor, além do córtex cerebral, onde ficam as áreas que comandam a audição e a visão.

O estudo foi feita pelo Instituto D’or de Pesquisa e Ensino e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com participação da Universidade Federal de São Paulo, em parceria com a universidade de Tel-Aviv, em Israel, e com o Children´s Hospital de Boston, nos Estados Unidos.

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