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Posts na categoria "Produtos"

Filtro solar em menores de seis meses não pode

09 de janeiro de 2017 2

Por Elisandra Borba

Foto: Reprodução Facebook

Foto: Reprodução Facebook

Há alguns dias vimos viralizando na internet um posto sobre um bebê que teve uma reação alérgica ao utilizar um filtro solar da Peppa Pig. De novo culparam a porquinha pelo problema provocado. Nenhum bebê deve utilizar protetor solar antes dos seis meses de idade. O bebê em questão, tinha apenas três.

O médico pediatra e vice-presidente da sociedade de pediatria do RS, Marcelo Porto, explica que a pele do bebê ainda está em desenvolvimento e absorve muito mais o produto e as químicas que ele traz, além disso, o sistema imunológico do bebê não está totalmente formado e ele tem mais risco de toxicidade.

O médico é taxativo ao dizer que lugar de bebê não é na beira da praia e nem no sol. Ele estende, inclusive, esta idade até um ano. “O que um bebê faz na beira da praia?” Segundo o especialista, não há motivos para expor um bebê tão pequeno a riscos. Mesmo que sob o guarda-sol, os raios ultravioletas não são filtrados e atingem a pela do seu filho. Além disso, os raios são refletidos pela areia. Mesmo na sombra, a criança terá queimaduras. “É um risco desnecessário. O Melhor é adiar a ida para a praia para o próximo verão”, enfatiza o médico.

A exposição ao sol é importante para o sistema imunológico das crianças, porém, jamais entre 10h e 17h. A explicação para a absorção do filtro e as possibilidades de alergia também valem para o repelente. Estes produtos também não podem ser usados em lactentes até os seis meses de idade.

Veja a postagem da mão no Facebook.

"Bebês da virada" ganharão plano de previdência

27 de dezembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Divulgação

Divulgação

Os bebês que nascerem na virada do ano em todo o Brasil poderão contar com um plano de previdência com investimento inicial de R$ 2.017. A promoção vale para as crianças nascidas de parto normal, em todo o território nacional, entre entre 0h e 2h do dia 1 de janeiro de 2017 (no horário de Brasília).

A ação é promovida pelo terceiro ano consecutivo pela Icatu Seguros e, nesta edição, também oferece a um dos pais do bebê um seguro de acidentes pessoais com cobertura de morte, invalidez e despesas médico-hospitalares por um ano.

A iniciativa prevê um aporte inicial no plano de previdência da criança. Depois, caberá aos pais fazer os investimentos mensais. Na página da promoção, há uma simulação dos valores que podem ser resgatados quando a criança completar 18 anos de idade, dependendo do valor aplicado mensalmente. Por exemplo: se os pais fizerem uma contribuição de R$ 50 por mês, ao final dos 18 anos, o filho terá à disposição R$ 24.805,17.

Para saber como participar e ler o regulamento da promoção, acesse este link.

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Estão em vigor novas regras para rotulagem de cosméticos infantis

03 de novembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS

Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS

Já estão em vigor as regras estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a rotulagem de cosméticos infantis. A Anvisa deu seis meses para a indústria se adaptar. As embalagens dos produtos de higiene infantis devem mostrar, de forma mais clara possível aos pais, a idade indicada, por exemplo, e as precauções.

Um exemplo das novas regras é a necessidade do rótulo de condicionador sem enxágüe constar a seguinte informação: “Não usar em crianças menores de 3 anos; a partir de 3 anos, deve ser aplicado exclusivamente por adulto; para maiores de 5 anos: usar sob a supervisão de adulto. Não usar se o couro cabeludo estiver ferido ou irritado; em caso de irritação, suspender o uso e procurar um médico; evitar contato com os olhos; caso o produto entre em contato com os olhos, lavar com água corrente em abundância e procurar um médico”.

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Faixa etária indicada

Os rótulos dos produtos deverão conter, também, a faixa etária para o público infantil, que vai de 0 a 12 anos incompletos. As novas regras da Anvisa também determinam a faixa de idade indicada para alguns produtos, como o esmalte para unhas, por exemplo, que só pode ser utilizado por crianças a partir de 5 anos. Os sabonetes podem ser indicados para qualquer idade.

Os desodorantes poderão ser usados a partir dos 8 anos e desde que não possuam substâncias antiperspirantes. Meninas de 3 anos já poderão usar sombra, brilho labial e batom, desde que com a ajuda de um adulto. Depois dos 5 anos, ela mesma já poderá usar os produtos sozinha. Nenhum cosmético infantil pode ser apresentado em forma de aerossol.

Produtos de higiene infantis

São considerados produtos de higiene condicionadores, pasta de dente, desodorantes, enxaguatório bucal, óleo capilar ou corporal, talco, sabonete e xampu.

Como cosméticos, a Anvisa cita batom e brilho labial, blush, esmaltes, fixador de cabelo, hidratante, maquiagens, produtos para prevenção de assaduras e para inibir o hábito de roer as unhas, protetor labial, protetor solar, repelente e perfume.

Cartilha sobre os cosméticos infantis

A Anvisa disponibiliza online uma cartilha sobre cosméticos infantis (acesse aqui), com orientações de especificações que os produtos devem conter. É um bom guia aos pais.

Novas regras para rotulagem

Assista no vídeo abaixo a orientação da Anvisa sobre as informações necessárias nos rótulos de cosméticos infantis:


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10 dicas de segurança na hora de comprar brinquedos

06 de outubro de 2016 0

Por Milena Schoeller

Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

O Dia das Crianças está chegando e o comércio está cheio de promoções de brinquedos. Mas pais devem ficar atentos a algumas dicas de segurança na hora da compra, e também depois da compra, para que não ocorram acidentes. Por isso, o blog elaborou uma lista com 10 dicas, a partir de orientações do Inmetro, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia.

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Cuidados antes de comprar o presente

1. No ato da compra, exija o selo do Inmetro. O selo deve estar sempre visível, impresso na embalagem, gravado ou numa etiqueta  afixada  no  produto.  O mesmo  deve  conter  a  marca  do  Inmetro. Ele demonstra que o produto atende a requisitos mínimos de segurança estabelecidos em normas e regulamentos.

2. Não compre produtos no comércio informal. Geralmente, os brinquedos são mais baratos, mas, na grande maioria, são irregulares, falsificados, e podem conter substâncias tóxicas na composição.

3. Exija sempre a nota fiscal do estabelecimento onde comprou, e guarde para troca posterior, se necessário.

4. Antes de entregar o brinquedo à criança, leia atentamente as instruções de uso, que orientam quanto ao uso seguro do produto.

5. Cuidados especiais devem ser observados na retirada das embalagens, que podem ter grampos metálicos, papéis com tintas inadequadas, etc. A embalagem não é brinquedo (apesar das crianças adorarem).

6. Pais devem ficar atentos à faixa etária recomendada para o brinquedo. Esta informação é obrigatória na embalagem. Peças pequenas, em especial, são muito perigosas se usadas por crianças com idades inadequadas. Já selecione o brinquedo considerando a idade, o interesse e o nível de habilidade da criança.

7. Verifique se há na embalagem informações sobre o conteúdo, instruções de uso, de montagem, e eventuais riscos associados à criança, além do CNPJ e endereço do  fabricante. As  informações  obrigatórias  na  embalagem  demonstram  a responsabilidade do fabricante ou importador.

Cuidados após a compra

8. Pais com mais de uma criança em casa, com idades diferentes, devem ficar atentos pois os brinquedos acabam se misturando. E por mais seguro que o produto seja, ele não dispensa a supervisão de um adulto quando os pequenos estão brincando.

9. Verifique se o brinquedo possui pontas ou extremidades cortantes, e partes ou peças pequenas que possam se desprender com facilidade e provocar acidentes. Eles também não podem ser fabricados ou pintados com material tóxico, uma vez que as crianças costumam desmontá-los, e por vezes, colocam na boca.

10. Se encontrar algum problema, denuncie. A ouvidoria do Inmetro funciona no telefone 0800 285 1818.

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Proteste sugere recall de três modelos de cadeira de alimentação para bebês

30 de setembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Imagem de divulgação

Imagem de divulgação

A Proteste, uma associação sem fins lucrativos de direito do consumidor, avaliou cinco modelos de cadeiras altas para alimentação de crianças de seis meses a três anos de idade (ou até 15 quilos). A conclusão é preocupante: apenas uma delas foi considerada 100% segura e três devem ser retiradas do mercado, na avaliação da entidade. A Proteste também pediu ao Inmetro a revisão da certificação desses modelos.

Foram avaliados os seguintes modelos:

- Bon Apetit, da Burigotto;
- Pocket Lunch, da Chicco;
- Standard, da Galzerano;
- Recreio, da Lenox Kiddo;
- Teddy Alta, da Tramontina.

A justificativa para a análise é o risco que as cadeiras podem oferecer às crianças: 13% dos acidentes de consumo registrados no Brasil, entre 2006 e 2014, foram causados por itens específicos para crianças, perdendo apenas para utensílios domésticos.

Única aprovada

A única cadeira de alimentação aprovada no teste foi a Recreio, da Lenox Kiddo. Esse modelo foi eleito o melhor do teste por não apresentar nenhuma falha
de segurança, ser versátil e fácil de usar.

Avaliação média

O modelo Teddy Alta, da Tramontina, não foi bem avaliado com relação à versatilidade, por não ter apoio para os pés da criança e bandeja com porta copo.

Reprovadas

O modelo Bon Apetit, da Burigotto, foi reprovado porque possui fendas maiores do que 7 mm e menores do que 12 mm, suficientes para prender o dedo de uma criança de até 3 anos. Além disso, sua borda superior tem um raio menor do que 5 mm, o que também é considerado um perigo.

A fivela da cadeira Pocket Lunch, da Chicco, se abriu com um força menor do que 40 Newtons (medida de força), o que é um risco para uma criança de até 3 anos. Isso significa que, nessa faixa etária, a criança consegue abrir esse dispositivo e se levantar com facilidade, correndo o risco de cair.

O modelo Standard, da Galzerano, sofreu sérias avarias quando foi submetido a impactos semelhantes aos do dia a dia. A bandeja e o assento quebraram, demonstrando má qualidade do material. Além disso, sobraram pontas que podem ferir a criança.

Confira o resultado da avaliação da Proteste na tabela (clique em cima para ampliar):

Imagem de divulgação / Proteste

Imagem de divulgação / Proteste

A Proteste esclareceu que os produtos testados foram comprados anonimamente nas lojas e que os laboratórios que fazem as análises são independentes e não têm seus nomes divulgados.

Confira o que dizem as fabricantes das cadeiras de alimentação reprovadas e da cadeira que não foi bem avaliada em um dos quesitos:

BURIGOTTO

“Esclarecemos que o nosso produto Cadeira de Refeição Bon Apetit – Referência IXCR3045, atende a todas as exigências de segurança das normas e regulamentos existentes no Brasil, sendo testado e aprovado consecutivamente por vários anos de acordo com a norma brasileira ABNT NBR 15991 1-2.

Ressaltamos que o referido produto pode ser comercializado pelos lojistas e utilizado pelos consumidores com segurança.

Entraremos em contato com a Proteste para a devida comprovação de que o produto atende às normas acima citadas.”

GALZERANO

“A Galzerano informa que o modelo de cadeira alta Standard encontra-se certificado desde 31/07/14, tendo passado por ensaios de manutenção em 29/07/15 e 13/06/16, sendo que em todas as ocasiões foram realizados todos os ensaios prescritos nas normas e regulamentos previstos e em nenhum deles foi apresentada qualquer não-conformidade.

Tomamos conhecimento dos ensaios realizados pela Proteste, o qual aponta que este nosso produto apresentou ruptura na estrutura da bandeja quando ensaiado nos quesitos 6.2 (Ensaio de impacto) e 6.10 (Ensaio de carga estática vertical do assento) da NBR 15991:2011-2, fato que muito estranhamos, pois em nenhum desses 2 requisitos existem ensaios prescritos para a bandeja, item apontado como não-conforme.

Desta feita, sem desmerecer a iniciativa dessa organização, não temos como apurar os resultados apresentados, pois são falhos e não seguiram as prescrições da norma e do regulamento em tela.”

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CHICCO

“A ARTSANA BRASIL LDTA, detentora da marca CHICCO, confirma que todos os seus produtos, inclusive as cadeiras altas de alimentação, atendem a todas as exigências do INMETRO, inclusive a norma brasileira mencionada ABNT NBR 15991/2001 que asseguram total segurança dos produtos. O produto testado “Pocket Lunch” está certificado sob o registro Nº 006911/2014. Contudo, é importante mencionar que já existe uma versão mais moderna, com características diferentes do modelo testado.
A Chicco visa sempre antecipar as inovações e exigências do mercado e exceder os parâmetros de segurança e desta forma, o modelo atual (comercializado desde Abril de 2016) apresenta um novo fecho mais moderno de trava unificada diferente daquele testado pela Proteste.
A Artsana reitera seu compromisso com a qualidade e segurança dos seus produtos inclusive com o modelo “Pocket Lunch”, o qual foi submetido também a testes dinâmicos baseados nos mais rigorosos testes europeus e atenderam aos seus requisitos.
Com mais de 50 anos de atuação no mercado, a CHICCO sempre obteve excelentes desempenhos em todos os itens de segurança da norma referida.
Portanto gostaríamos de esclarecer a todos os consumidores que os produtos CHICCO adquiridos não apresentam nenhuma não conformidade e encontram-se dentro dos requerimentos exigidos por Lei.
Caso algum cliente necessite de mais informações, fora as descritas acima, por gentileza peçam que entrem em contato com o SAC através de e-mail sac.brasil@artsana.com ou telefone (11) 2246-2129.”

TRAMONTINA

“A cadeira de alimentação para crianças Teddy Alta, da Tramontina, é fabricada e comercializada atendendo aos requisitos estabelecidos nas portarias publicadas pelo Inmetro.”

Confira dicas de segurança divulgadas pela Proteste (clique em cima para ampliar):

Divulgação / Proteste

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Inmetro inicia fiscalização do Dia da Criança

25 de setembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Brinquedos devem respeitar normas de segurança  Foto: Jean Pimentel/Agencia RBS

Brinquedos devem respeitar normas de segurança
Foto: Jean Pimentel/Agencia RBS

O Inmetro inicia nesta segunda-feira a Operação Especial Dia da Criança, com foco em brinquedos, cadeirinhas para transporte em veículos, berços, carrinhos de bebê; e bicicletas. A operação prossegue até o dia 30.

Durante a operação, será verificado se os produtos comercializados oferecem o conjunto de informações obrigatórias, entre as quais dados do fabricante ou do importador, CNPJ da empresa fabricante, país de origem, faixa etária, além do selo de identificação da conformidade. As informações devem estar escritas no idioma em português.

Os estabelecimentos em que forem encontradas produtos com irregularidades terão até 10 dias para apresentar defesa ao Inmetro e estarão sujeitos à penalidades. As multas variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão. A operação pode ter outros desdobramento. No caso da Receita Federal, produtos importados que forem identificados como irregulares no mercado podem resultar em ações de fiscalização nos portos, com paralisação da carga dessas mesmas empresas.

Os consumidores podem apresentar denúncias à Ouvidoria do Inmetro pelo telefone 0800-285-1818 ou pelo e-mail. Acidentes podem também ser registrados no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo.

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Amido de milho para assadura de bebê funciona

14 de setembro de 2016 0

Por Elisandra Borba

Adriana Franciosi / Agencia RBS

Parece conversa de avó que viveu em uma época sem tanto acesso a opções farmacêuticas para combater assadura em crianças, mas é científico: amido de milho ajuda a evitar e a combater assaduras.

A dermatologista pediátrica Ana Elisa Kiszewski Bau explica que a assadura ou dermatite de fraldas se desencadeia pelo contato da pele do bebê com as fezes, urina ou a própria fralda. O tratamento é realizado com o intuito de secar a pele e fazer uma barreira entre a pele e a fralda, impedindo o contato direto com as fezes e a urina. Aí que entra o amido de milho. Ele pode ser utilizado como secante e também pode potencializar a “barreira” quando aplicada sobre a pomada para assadura (aquelas com óxido de zinco – que são chamadas pomadas de barreira).

A dermatologista lembra, no entanto, que talcos não devem ser utilizados. Por possuir partículas muito pequenas, o bebê pode aspirar o talco, e desenvolver doenças pulmonares.

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Anvisa libera lote de achocolatado que foi suspenso após morte de menino

02 de setembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Divulgação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou nesta sexta-feira (2) o lote M4 21:18 do achocolatado Itambezinho, da marca Itambé. A comercialização desse lote da bebida estava suspensa desde a segunda-feira (29).

A Anvisa destacou que a empresa Itambé não foi responsável pelo envenenamento e morte do menino de dois anos em Cuiabá. O laudo divulgado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública do Mato Grosso identificou um defensivo agrícola que foi injetado dentro das caixas de achocolatado. A mesma substância foi encontrada no estômago da criança.

A hipótese de contaminação no processo de fabricação foi descartada.

Entenda o caso

O menino Rhayron Christian da Silva Santos morreu no dia 25 de agosto, uma hora após consumir o achocolatado. Segundo a Polícia Civil, a bebida foi envenenada por Adônis José Negri, de 61 anos.

A intenção dele seria se vingar de Deuel de Rezende Soares, de 27 anos, que teria furtado a casa dele. Deuel revendeu cinco caixas de achocolatado levados da residência de Adônis ao pai do menino.

Os dois foram presos na quinta-feira (1º).

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01 de setembro de 2016 0

Por Elisandra Borba

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A polícia de Cuiabá prendeu na manhã desta quinta-feira (1º) dois homens suspeitos de envolvimento na morte de uma criança de dois anos. O caso repercutiu em todo país, pois a mãe contou no hospital que a criança passou mal após ingerir um achocolatado da marca Itambé. A polícia acredita que o produto foi envenenado por um vizinho da vítima.

O laudo com o resultado da análise ainda não foi divulgado, mas a família contou que a criança ganhou o achocolatado de um vizinho. A Polícia afirma que Adones José Negri, de 61 anos, é suspeito de ter colocado na caixa de achocolatado um veneno usado para matar ratos. O outro preso, Deuel de Rezende Soares, de 27 anos, foi quem furtou a bebida de um mercado.

Entenda o caso

O caso aconteceu em Cuiabá, no Mato Grosso, na sexta-feira (26). A Anvisa suspendeu a venda em todo território nacional do achocolatado Itambezinho após uma criança de dois anos morrer depois de ingerir a bebida. A mãe contou ao hospital que a criança consumiu o produto minutos antes dos sintomas. A polícia civil coletou amostras e encaminhou para análise.

Na segunda-feira (29) foi publicada no Diário Oficial da União uma resolução proibindo a comercialização do produto em todo país. Trata-se do lote 21:18 (val.: 21/11/2016), da Bebida Láctea UHT Chocolate, 200ml, marca Itambezinho, fabricado pela Itambé Alimentos.

Itambém emite nota contando o que aconteceu

Em nota, a Itambé afirma que a investigação apontou que Adones José Negri, de 61 anos, injetou em cinco caixas de achocolatado um defensivo agrícola, também usado para matar ratos. A intenção seria se vingar do outro preso, Deuel de Rezende Soares, de 27 anos, que constantemente furtava alimentos de casas e estabelecimentos comerciais da região.

Deuel teria furtado as caixas de achocolatado da casa de Adones e vendido à mãe do menino de dois anos, que morreu. Confira a íntegra da nota da empresa:

“Ação conjunta soluciona caso de envenenamento que matou criança em Cuiabá

Investigações conduzidas pela Polícia Judiciária Civil, em conjunto com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), apontaram que o menino R.C.S.S, 02 anos, que morreu após a ingestão de uma bebida achocolatada em Cuiabá na quinta-feira (25) foi vítima de envenenamento. Na manhã desta sexta-feira (01) foram presos dois homens suspeitos de participação no evento.

A apuração revelou que Deuel de Rezende Soares, 27 anos, usuário de drogas e que constantemente subtraía produtos alimentícios de casas e estabelecimentos comerciais da região do bairro Parque Cuiabá, realizou o furto de 05 caixas de bebidas achocolatadas de duas marcas na residência de Adônis José Negri, 61 anos.

Segundo as investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica), essa não seria a primeira vez que Deuel furtava o local, tanto que o proprietário da casa teria ameaçado o suspeito na semana anterior ao crime.

“Revoltado com os constantes arrombamentos à sua residência, Adônis arquitetou a vingança fazendo uso de uma seringa para injetar o veneno nas bebidas, para deixar como uma espécie de isca para Deuel. Ocorre que Deuel não fez uso do produto, mas vendeu o produto à mãe do menino envenenado, D.C.S, 28 anos, pelo valor de R$ 10”, explica o delegado titular da Deddica, Eduardo Botelho.

LAUDO

O laudo toxicológico da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, deu positivo para envenenamento nas amostras de achocolatado encaminhadas pela PJC e no material biológico da criança que morreu após ingerir a bebida.

O exame pericial detectou a presença da substância Carbofurano nas cinco caixas de achocolatados de duas marcas diferentes.

A substância é o princípio ativo encontrado em pesticidas utilizados para controle de pragas em lavouras, e comumente aplicado como veneno de rato. A técnica utilizada pelos peritos foi a Cromatografia Gasosa e Espectrometria de Massas.

Após pesquisa minuciosa, os peritos conseguiram descartar a hipótese de contaminação biológica por bactéria ou fungo, decorrente do processo de fabricação, e identificar a contaminação externa através de um furo compatível com agulha de seringa na parte lateral superior de cada embalagem.

“Unindo o histórico da morte da criança que veio a óbito muito rápido, e os sintomas apresentados, juntamente com o laudo da necropsia, tracei uma linha de pesquisa sobre a classe de venenos que poderiam trazer esses efeitos, antes de detectá-los no exame”, explicou o perito crimina Diego Viana de Andrade.

Ainda de acordo com o perito, o conteúdo gástrico coletado no estômago da vítima era visivelmente semelhante com o achocolatado enviado para análise.

“Primeiramente a substância foi encontrada no material biológico coletado no aparelho digestivo da criança e, em seguida, a mesma substância estava presente nas cinco embalagens encaminhadas à perícia. Os furos encontrados nas embalagens de achocolatados foram fundamentais para esclarecer que era um caso de contaminação criminal do produto alimentício e o laudo pericial foi definitivo para o desfecho da investigação’’, disse o perito.

PROVIDÊNCIAS

Após representação da Polícia Judiciária Civil, foram expedidos mandados de busca e apreensão e dois de prisão pela 14º Vara Criminal de Cuiabá.

As ordens judiciais foram cumpridas por policiais civis da Deddica na manhã desta sexta-feira (01), com acompanhamento de peritos da Politec que recolheram amostras na geladeira da casa de Adônis a fim de confirmar o veneno utilizado na ação criminosa.

Durante a ação conjunta, outros materiais foram apreendidos na casa de um dos suspeitos, sendo uma bandeja supostamente utilizada na manipulação do veneno, um vestígio de achocolatado dentro da geladeira e outras embalagens lacradas de achocolatado. Todos os materiais estão em análise. A seringa e a substância aplicada não foram localizadas na residência.

Adônis foi autuado por homicídio qualificado com emprego de veneno, além de homicídio tentado já que existe um amigo da família do menino que ainda está internado em unidade hospitalar após ingerir a bebida. Deuel vai responder por furto qualificado, e o procedimento investigativo será conduzido pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), de Cuiabá.

Após interrogatório, os dois suspeitos serão conduzidos ao Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), onde ficarão à disposição do Judiciário.”

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30 de agosto de 2016 0

Por Elisandra Borba

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Após a suspensão em todo território nacional do lote  21:18 (val.: 21/11/2016), da Bebida Láctea UHT Chocolate, 200ml, marca Itambezinho, a empresa Itambé realizou análises laboratoriais internas no lote e não encontrou problemas na composição. O produto está sendo investigado após uma criança de dois anos morrer depois da ingestão do achocolatado em Cuiabá, no Mato Grosso.

Os pais da criança informaram à polícia que a família ganhou o produto fechado de um vizinho e que a mãe e um tio da criança também passaram mal após ingerir a bebida. Outras análises estão sendo realizadas pelo Laboratório Nacional Agropecuário, do Ministério da Agricultura, a pedido da polícia. Os resultados devem ficar prontos ainda nesta semana.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu a comercialização em todo território nacional até que seja concluída a investigação. Os próprios estabelecimentos devem retirar os produtos das prateleiras.

Nota oficial da Itambé

Em relação ao caso do óbito da criança em Cuiabá e a suposta relação com o consumo do achocolatado, a Itambé esclarece que já realizou análises laboratoriais internas do lote de produção mencionado na notificação, não identificando qualquer problema em sua composição. Em paralelo, outras análises estão sendo feitas em laboratórios externos e no LANAGRO – Laboratório Nacional Agropecuário – do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, cujos laudos serão disponibilizados no decorrer desta semana.

Até o presente momento, diferentemente do divulgado nas redes sociais, não houve qualquer notificação de outros casos similares relativos ao produto em questão, além do mencionado acima em Cuiabá, Mato Grosso.
O achocolatado Itambezinho está no mercado há mais de uma década, e nunca apresentou qualquer problema correlato. A empresa reitera seu compromisso com a qualidade de seus produtos e continua trabalhando com os órgãos oficiais para que os fatos sejam esclarecidos o mais rapidamente possível.

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