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Posts na categoria "Publicidade infantil"

Pais se assustam com brinquedo que parece dizer palavrão

02 de janeiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Um brinquedo muito popular entre as crianças no hemisfério norte e que também está à venda no Brasil, tem assustado pais, que juram que o brinquedo fala um palavrão. Trata-se de um ovo que eclode  durante a brincadeira. O brinquedo responde ao toque humano e emite sons. Alguns vídeos estão sendo compartilhados e os pais acreditar que o bicho fala “f ** k me, um xingamento em inglês.

Há quem ouça “hug me”, que significa “me abrace”. Outros acreditam que o brinquedo repete coisas que ouve, mas a empresa criadora do brinquedo nega e diz que ele tem seus sons próprios. Apesar do susto, muita gente tem brincado com a assunto e comparado os Hachimals com os personagens Gremlins, famoso filme dos anos 80, em que os animais se rebelavam quando entram em contato com água, luz forte ou se alimentados depois da meia-noite.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

A maior rede de televisão do Canadá tratou do assunto com uma ampla reportagem.

No Brasil o brinquedo está em fase de pré-venda e custa em torno de R$ 500.

Ministério Público entra com ação contra o Google por publicidade infantil no YouTube

20 de setembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

tube

Publicidade contraria o ECA Foto: Divulgação

O Ministério Público Federal ingressou com ação civil pública contra a Google Brasil por irregularidades relacionadas à publicidade infantil no YouTube. O canal tem diversos vídeos postados por particulares que são protagonizados por crianças de até 12 anos de idade. Em nota, o Ministério Público explica que, “quando atingem grande número de visualizações, os youtubers mirins tornam-se pequenas celebridades. Em decorrência dessa exposição, acabam atraindo a atenção do mercado, que as faz atuar como promotoras de vendas, protagonizando anúncios comerciais de produtos dirigidos ao público infantil”. Ao utilizarem crianças para promover produtos, os responsáveis pelos vídeos estariam infringindo a lei.
A publicidade na forma de merchandising protagonizada por crianças ou a elas destinada é proibida no Brasil por ser considerada potencialmente abusiva, por ser um público altamente suscetível a apelos emotivos e subliminares. Embora não exista uma lei específica, a ação se baseia em dispositivos legais presentes na Constituição e no Estatuto da Criança e do Adolescente. Com base no ECA, o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente editou em 2014 uma resolução considerando abusiva a publicidade direcionada ao público infantil com a intenção de persuadi-lo ao consumo.

A ação pede que o Google seja obrigado a disponibilizar um aviso na página inicial do canal YouTube ou em todos os vídeos postados nessa plataforma, que seja proibido de veicular merchandising ou propaganda de produtos ou serviços protagonizados por crianças ou a elas destinados. Também foi pedido à Justiça que determine a inclusão de uma ferramenta que permita aos usuários denunciar como impróprio os vídeos com propaganda de produtos destinados ao público infantil.

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Afinal, apesar dos boatos, a Peppa e outros desenhos deseducam as crianças?

12 de setembro de 2016 5

Por Elisandra Borba

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

E a vítima da vez é a Peppa Pig. Sensação entre as crianças, a porquinha ácida e por vezes mal-educada foi “vítima” de um boato que circulou pela internet na semana passada. O post, milhares de vezes compartilhado, dizia que um cientista de Havard estudou os efeitos do desenho em crianças e que ele seria responsável por problemas psicológicos graves. Um site, que desvenda boatos, foi atrás da informação e descobriu que é mais uma das brincadeiras da internet. O pesquisador citado nem mesmo existe.

A publicação gerou discussões ávidas em grupos de mães no Facebook. Desde as que tem um verdadeiro horror ao desenho e não permitem que s filhos assistam, até mães que defenderam que os desenhos de infâncias passadas eram ainda mais agressivos que os atuais.

Pra quem não conhece, a Peppa é uma porquinha que vive com os pais e um irmão em uma casa no alto de um morro. A principal diversão dela é pular em poças de lama. O pai da Peppa é o típico homem que acha que está tomando as melhores decisões, mas acaba se estrepando no final. Já vi um episódio em que a Peppa chama o pai dela de bobinho, o que causou o pavor de alguns pais. O irmão dela, George, odeia qualquer tipo de legume e salada e adora bolo de chocolate. A mãe da Peppa trabalha em casa, no computador – mesmo que pareça que ela está apenas jogando um game que caça ovos de galinha. A melhor amiga de Peppa é a Suzy, uma ovelha que gosta que tudo seja feito do jeito dela, ficando chateada quando isto não acontece. Os outros personagens podem ser qualquer coisa. A professora da escola pode virar a atendente de alguma loja ou o médico pode ser o motorista de um ônibus. Dependendo da vontade do autor do episódio.

De uns anos para cá, as discussões em torno do que é politicamente correto ganharam força. Desenhos que assistíamos nos anos 80/90, como Tom & Jerry ou Pica Pau, foram para a lista negra do que é indicado para crianças. Para comprovar a preocupação com essas questões, destaco aqui um trecho de uma das músicas infantis mais antigas que conheço que é a “Atirei o pau no gato”. Numa versão mais recente, foi acrescentada a versão “não atire o pau no gato, porque isso não se faz…”

Para a psicóloga Débora Fava, especialista em comportamento infantil, os desenhos animados podem servir como modelos para comportamentos sociais. O tempo de exposição, no entanto, é determinante, segundo a especialista: “A polêmica sobre a Peppa Pig levanta questões a respeito principalmente da característica da porquinha de tentar sempre ter a razão ou de ser contrária a diversas situações (teimosia). Em contrapartida, ensina palavras mágicas e otimismo por exemplo. À medida que o adulto perceber algo não assertivo na Pepa, pode aproveitar o momento para conversar de forma lúdica sobre o “certo” e o “errado” com os seus filhos ainda pequenos e assim ensinar estratégias de solucionar determinada situação mais assertivamente. Desenhos como os de super-heróis e diversos encontrados em canais infantis fechados, podem ser ainda mais instigantes de maus comportamentos e padrões de personalidade não saudáveis”, explica Débora. A psicóloga completa alertando que os pais devem reduzir ao máximo o tempo da criança à TV, além de serem modelos adequados para os filhos, “exercendo um excelente papel como educadores sociais”.

Acho importante que se discuta o que é certo e o que é errado, mas concordo com a especialista e gosto da ideia de explicar para a criança o que ela pode ou não fazer. Uma vez ouvi um pai dizer que não se importa quando o filho vê coisas erradas na televisão, pois ele tem ali a chance de explicar para o filho que ele não pode repetir determinadas atitudes. Penso que na minha família vai funcionar desta forma. Sem tabus, mas com muito diálogo. No entanto, respeito muito quem optou pela outra forma de educação, guardando o acesso a determinadas situações para trabalhar mais tarde, com mais maturidade por parte da criança. Ambas as decisões me parecem válidas. O que não é concebível é que os pais não pensem na educação dos filhos. A forma escolhida será a melhor para cada caso.

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Youtube lança aplicativo voltado para crianças

30 de junho de 2016 0

Por Elisandra Borba

Imagem: Divulgação Google

Imagem: Divulgação Google

O Youtube lançou no Brasil nesta quinta-feira (30) o YouTube Kids. Uma plataforma desenvolvida para crianças de 2 a 8 anos. O Brasil é o primeiro País de língua portuguesa a receber a plataforma, que foi lançada nos Estados Unidos há um ano e jé tem por lá mais de 10 milhões de downloads.

Segundo Antoine Torres, diretor do YouTube Kids para a América Latina, essa versão do YouTube Kids, coloca o conteúdo que os brasileiros mais gostam em destaque. “São vídeos de criadores como Turma da Mônica, Patati Patatá, Vila Sésamo, Galinha Pintadinha, Manual do Mundo, Bob Zoom, Show da Luna, Ticolicos e muitos outros”.

O aplicativo está disponível na loja do Google Play e App Store.

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Conheça alguns recursos do app divulgados pelo Google:

Design lúdico

Seu filho de 4 anos pode já ser um expert em telas sensíveis ao toque, mas o design do aplicativo torna ainda mais fácil a descoberta de um vídeo do Manual do Mundo que responda àquelas dúvidas fundamentais: Por que o céu é azul? Com imagens maiores e ícones reforçados, fica fácil para que os dedinhos dos pequenos naveguem. Também incluímos uma busca por voz, para que seu filho encontre o que procura mesmo que ainda não soletre ou escreva.

Conteúdo focado nas famílias

Desenvolvemos o YouTube Kids para ser a experiência ideal do YouTube para as famílias, permitindo que as crianças explorem sua imaginação e curiosidade. É possível navegar por conteúdo de canais e playlists em quatro categorias: Séries, Música, Aprender e Explorar. Pesquise conteúdos de interesse da família, seja um tutorial de como desenhar um dinossauro, aprender algo com a turma da Vila Sésamo ou ainda ver os vídeos favoritos da Turma da Mônica ou Caillou.

Controles dos pais

Aprenda como o app funciona: quando os pais abrem pela primeira vez o YouTube Kids, eles aprendem como nosso sistema recomenda conteúdo e também como podem denunciar um conteúdo impróprio. Sempre buscamos oferecer conteúdos adequados para as famílias, mas nenhum sistema é perfeito. Se você encontrar qualquer vídeo que considere inadequado, pedimos que o denuncie. Isso ajuda a tornar o YouTube Kids melhor para todos.
Configurações de busca: vamos pedir para você escolher o quão livremente seu filho poderá explorar o conteúdo. Ative a busca para acessar milhões de vídeos ideais para as famílias, ou então desative a busca para manter um ambiente mais limitado. Em todos os casos, os pais decidem qual a melhor forma de navegar.
Timer: deixe que o próprio aplicativo limite o tempo das crianças. O app avisa a criança que o tempo dela acabou e encerra a atividade.
Configurações de som: para te ajudar a ter tranquilidade, o app conta com a opção de desativar a música de fundo e os efeitos sonoros de clique e navegação.
Senha: os pais têm a opção de criar sua própria senha para o aplicativo, necessária para acessar as configurações do YouTube Kids.
Experiência sem login: o YouTube Kids funciona sem a necessidade de login e sem estar atrelado a uma conta. Também removemos as funcionalidades típicas de uma experiência autenticada, como upload de vídeos, compartilhamento etc.
Para a idade certa: quando os pais abrem o YouTube Kids pela primeira vez podem escolher entre três diferentes grupos de idade (pré-escolar, escolar ou todas as crianças), alterando a tela inicial com vídeos dentro dos interesses de cada fase das crianças.

Vídeos em 360°

Seja para explorar o oceano ou mesmo a superfície de Marte, as famílias podem aproveitar uma experiência imersiva. Basta mover o smartphone ou tablet para se transportar para um novo mundo. Para garantir que as famílias tenham uma experiência enriquecedora, também com vídeos que auxiliem no desenvolvimento dos filhos, o YouTube Kids terá playlists com curadoria de parceiros importantes, como a Fundação Lemann. E para deixar a experiência ainda mais completa, o YouTube Kids pode transmitir o conteúdo para uma TV usando Chromecast, Apple TV ou videogames compatíveis.

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Principais marcas de refrigerantes deixam de vender a escolas com alunos de até 12 anos

22 de junho de 2016 1

Por Elisandra Borba

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Os pais ganharam aliados no controle da saúde alimentar dos filhos. E esta ajuda veio de onde menos se esperava: as próprias empresas interessadas em vender produtos se uniram em uma ação contra obesidade infantil. A partir de agosto, Pepsico, Coca-Cola e Ambev não vão mais vender refrigerantes em escolas com alunos até 12 anos.

Serão oferecidos apenas água mineral, suco com 100% de frutas, água de coco e bebidas lácteas que estejam dentro dos critérios nutricionais específicos. Em março as empresas já haviam divulgado que não fariam mais publicidade de refrigerantes e sucos artificiais para crianças. As empresas divulgaram um comunicado conjunto:

“A obesidade é um problema complexo, causado por muitos fatores, e as empresas de bebidas reconhecem seu papel de ser parte da solução. A partir de agosto, a Coca-Cola Brasil, a Ambev e a PepsiCo Brasil vão ajustar o portfólio de bebidas vendidas diretamente às cantinas de escolas no país. A principal mudança é que as empresas venderão às escolas para crianças de até 12 anos (ou com maioria de crianças de até essa idade) apenas água mineral, suco com 100% de fruta, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos.

O novo portfólio tem como referência diretrizes de associações internacionais de bebidas. Novos produtos lançados pelas empresas poderão ser incluídos, no futuro, seguindo essas referências.

No momento do recreio, os alunos têm acesso às cantinas escolares sem a orientação e a companhia de pais e responsáveis, e crianças abaixo de 12 anos ainda não têm maturidade suficiente para tomar decisões de consumo. Coca-Cola Brasil, Ambev e PepsiCo Brasil entendem que devem auxiliar os pais ou responsáveis a moldar um ambiente em escolas que facilite escolhas mais adequadas para crianças em idade escolar, assim como estimular a hidratação e a nutrição, contribuindo para uma alimentação mais equilibrada.

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A escolha do portfólio no Brasil também foi baseada em conversas com especialistas em saúde pública, alimentação e nutrição, além de profissionais e instituições ligadas aos direitos das crianças. A política valerá para as cantinas que compram diretamente das fabricantes e de seus distribuidores. Em relação às demais, aquelas que se abastecem em outros pontos de venda (supermercados, redes de atacados e adegas, por exemplo), haverá uma ação de sensibilização desses comerciantes por meio da qual todos serão convidados a se unir à iniciativa.

As três companhias também estão trabalhando com a ABIR (Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas) para que essas diretrizes de venda de bebidas a escolas sejam um compromisso de todo o setor.”

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15 de junho de 2016 0

Por Elisandra Borba

Foto: divulgação

Foto: divulgação

A marca de alimentos infantil Papinha Faz Bem está proibida de fabricar, distribuir, comercializar e divulgar os produtos devido a uma determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que está vigorando desde esta terça-feira (14). A Anvisa determinou também que a empresa faça o recolhimento do estoque existente no mercado. O motivo é a falta de registro no órgão, o que é obrigatório para este tipo de produto.

Eram ofertados: Papinhas de Frutas, Papazinhos e Papinhas Orgânicas. O conceito da empresa é oferecer dietas livres de conservantes, sal e açúcar com ingredientes orgânicos e naturais. A empresa agora precisa se adequar às normas para voltar a comercializar os produtos.

O site da empresa está fora do ar, assim como as páginas em redes sociais.

Foto: reprodução

Foto: reprodução

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As cinco crianças mais lindas do mundo são loiras, de olhos claros e até usam peitos falsos

27 de maio de 2016 28

Por Elisandra Borba

Foto: Reprodução youtube

Foto: Reprodução youtube

“Passeando” pela minha timeline do Facebook me deparei com um vídeo chamando para conhecer as cinco crianças mais bonitas do mundo. Como uma boa mãe, obviamente acho que minha filha deveria estar nesta lista, mas não tenho problemas em reconhecer belezas alheias. Cliquei no vídeo para conhecer as fofuras e tomei um choque.

O vídeo mostra meninas belíssimas, mas que estão com um pé fora da infância saudável. A quarta da lista, por exemplo, é a Maddy Jackson. Veja a descrição: “De 4 anos de idade Maddy Jackson já está no caminho para a feminilidade. Com seios falsos e enchimento de bumbum, ela é a mais recente concorrente no Toddlers and Tiaras, o reality show revelando o mundo surreal de concursos de beleza. É apenas normal. Quando ela usa os seios postiços e bumbum falso, é apenas como bônus extra, disse a mãe: “eu a apoio quem não gostaria de ter uma filha como a minha?”.

Nenhuma das crianças mais lindas do mundo é negra ou tem olhos escuros ou puxados. A gente sabe que a ditadura da beleza é cruel, mas salvemos nossas crianças desse mundo surreal

Veja o polêmico vídeo:

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Anvisa proíbe venda de produtos de higiene pessoal infantil em aerossol e cria regras de rotulagem

20 de maio de 2016 0

Por Elisandra Borba

Foto: mehmet dinler / Shutterstock.com

Foto: mehmet dinler / Shutterstock.com

As empresas de produtos de higiene infantil têm até outubro para se adequarem às regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre rotulagem dos produtos. A partir desta data, as embalagens precisarão ser isentas de partes que possam ser facilmente destacadas das embalagens e engolidas, além disso não podem conter ingredientes tóxicos. Os produtos de higiene pessoal infantil com sistema aerossol também ficarão proibidos.

“Entre as demais exigências, a formulação deve constituir-se de ingredientes próprios e seguros para a finalidade de uso, levando-se em conta os possíveis casos de ingestão acidental, e a remoção do produto deve ocorrer de forma fácil, como, por exemplo, pela lavagem com água ou sabonete”, diz a resolução. Os produtos infantis fabricados anteriormente poderão ser comercializados até o final dos seus prazos de validade.

STJ considera abusiva publicidade infantil

11 de março de 2016 1

Por Marcela Panke

Foto: reprodução

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu por unanimidade, nesta quinta-feira (10), que uma propaganda da Bauducco foi abusiva e caracterizada como venda casada.

A ação judicial foi movida pelo Ministério Público de São Paulo devido a uma campanha publicitária que oferecia relógios do personagem Shrek caso o consumidor comprasse cinco pacotes de bolachas e pagasse mais R$ 5.

O relator do caso no STJ foi o ministro Humberto Martins, que considerou que a campanha publicitária se trata de uma venda casada que “aproveita da ingenuidade das crianças“.

Os ministros negaram o recurso da empresa e confirmaram o entendimento do Tribunal de Justiça paulista, que já havia determinado o pagamento de multa de R$ 300 mil.

Decisão pode orientar novos casos

Eu conversei com o nosso colega Cláudio Brito, que me explicou que a decisão desta quinta não impõe novas regras para a publicidade infantil no Brasil, mas que a tendência é que, daqui para frente, novas decisões judiciais sigam o entendimento dos ministros do STJ.

O ministro Herman Benjamin considerou o caso da Bauducco como uma “aberração” e um “caso paradigmático” no STJ. O ministro disse acreditar que a condenação vai “servir de referência para as campanhas publicitárias da indústria alimentícia”.

 

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