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Posts na categoria "Segurança"

Agora é lei: depoimento de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência tem de ser protegido

04 de abril de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

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Crianças e adolescentes, vítimas ou testemunhas de violência, têm o direito à proteção especial em depoimentos. A lei, de autoria da deputado Maria do Rosário, foi sancionada hoje pelo presidente Michel Temer, na abertura do 9º Global Child Forum on South America, em São Paulo.

O texto prevê que não haverá contado algum, nem mesmo visual, com o acusado. As vítimas passam a ser acompanhados por profissionais especializados em saúde, assistência social e segurança pública. Será criado um serviço de atendimento para denúncias de abuso e de exploração sexual.

Quem violar a lei está sujeito a pena que varia de um a quatro anos de prisão.

Apesar de a lei ter sido sancionada hoje, não entra em vigor imediatamente. O governo deverá normatizar o texto em 60 dias. Depois, Estados e Municípios têm  mais 180 dias para adequação.

A lei entra em vigor mesmo, um ano após a publicação.

Escola de modelos é interditada por enganar crianças e adolescentes em Porto Alegre

02 de março de 2017 5

Por Elisandra Borba

Divulgação

Reprodução Facebook

Uma instituição que atuava como escola de modelos, em Porto Alegre, foi interditada pelo Procon nesta quinta-feira (02) por praticar publicidade enganosa reiteradamente a crianças e adolescentes. A MFV da Fonseca, que também usava o nome Superstar, atuava na Capital como escola de modelos Grupo Live.

Segundo o Procon Porto Alegre, as propagandas eram direcionadas a crianças e adolescentes de baixa renda e criava a perspectiva de que poderiam ingressar no mercado da moda, atuando como modelos. “Gerava a expectativa de que seriam produzidos para book fotográfico, mas eram fotografados com a roupa do corpo”, destaca a diretora executiva do Procon Porto Alegre, Sophia Martini Vial. A MFV também incorreu no ato de descumprimento da oferta e na utilização indevida da marca, produzindo confusão entre os consumidores, ao fazer-se passar pela empresa Live Model, que atua no mercado de moda na Capital, completa o comunicado do órgão.

De acordo com a diretora do Procon, A MFV ficará interditada até que solucione as demandas que chegaram ao Procon Porto Alegre, devolvendo cerca de R$ 30 mil pela cobrança de serviços não prestados. A empresa também infringiu o Estatuto da Criança e do Adolescente, que dispõe que não se pode violar a integridade física, psíquica e moral dos jovens.

O blog Fralda Cheia entrou em contato com a empresa que garantiu que a Superstar não foi fechada e que ainda hoje será apresentada a documentação necessária para provar a regularidade do serviço. Além disso, vai realizar o pagamento dos R$ 30 mil ao Procon para que a empresa continue atuando na Capital Gaúcha.

Cômoda cai em cima de menino, que é salvo por irmão gêmeo

03 de janeiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Imagens foram vistas milhões de vezes - Reprodução Facebook

Imagens foram vistas milhões de vezes – Reprodução Facebook

Quem nunca pegou o filho fazendo uma traquinagem perigosa? É só piscar e pah! O perigo está em coisas que nem imaginamos. Nos Estados Unidos, os irmão gêmeos de dois anos,  Bowdy e Brock,  estavam se aventurando na cômoda e a brincadeira por pouco não terminou em tragédia. Os pais acabaram postando a imagem nas redes sociais para alertar sobre o perigo. Ricky e Kayli Shoff estavam em outro cômodo e não ouviram o barulho do móvel caindo, nem de choro. Quando foram ao quarto e viram a cômoda caída, foram conferir a câmera de segurança. E se depararam com isso:

“Fiquei um pouco hesitante em postar isso, mas acho que não é apenas para despertar a atenção, mas também é incrível”, disse Shoff no post do Facebook. “Nós somos tão gratos pelo laço que esses irmãos gêmeos compartilham. Nós sabemos que Bowdy não estava sozinho tirando a cômoda de Brock e nos sentimos abençoados por ele estar bem”.

Após o incidente,  eles parafusaram a cômoda na parede.

"Bebês da virada" ganharão plano de previdência

27 de dezembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Divulgação

Divulgação

Os bebês que nascerem na virada do ano em todo o Brasil poderão contar com um plano de previdência com investimento inicial de R$ 2.017. A promoção vale para as crianças nascidas de parto normal, em todo o território nacional, entre entre 0h e 2h do dia 1 de janeiro de 2017 (no horário de Brasília).

A ação é promovida pelo terceiro ano consecutivo pela Icatu Seguros e, nesta edição, também oferece a um dos pais do bebê um seguro de acidentes pessoais com cobertura de morte, invalidez e despesas médico-hospitalares por um ano.

A iniciativa prevê um aporte inicial no plano de previdência da criança. Depois, caberá aos pais fazer os investimentos mensais. Na página da promoção, há uma simulação dos valores que podem ser resgatados quando a criança completar 18 anos de idade, dependendo do valor aplicado mensalmente. Por exemplo: se os pais fizerem uma contribuição de R$ 50 por mês, ao final dos 18 anos, o filho terá à disposição R$ 24.805,17.

Para saber como participar e ler o regulamento da promoção, acesse este link.

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Banho no chuveiro com as crianças: pode ou não pode?

16 de dezembro de 2016 7

Por Marcela Panke

Foto: Reprodução / Instagram

Foto: Reprodução / Instagram

Um ato tão natural quanto tomar banho pode ser bem controverso. Eu sempre achei que não houvesse problema algum em tomar banho com os filhos no chuveiro, até que vi a avaliação de uma psicóloga a partir da foto postada em setembro pela apresentadora Bela Gil no Instagram, mostrando o banho dela com o filho Nino, então com 4 meses.

A especialista, no caso, indicava a prática somente até os 4 anos de idade, a partir de quando a criança pode maliciar e fantasiar a situação. Confesso que fiquei em choque! Procurei a opinião de outros especialistas sobre o ato de tomar banho com bebês e crianças maiores. Confira:

“Erotização desnecessária”

A presidente da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul, Sonia Martins Sebenelo, concordou com a avaliação e destacou que o banho com adultos a partir dos 4 anos pode representar um estímulo além do natural.

“Mesmo que de modo leigo, todos sabem que a sexualidade é inerente ao desenvolvimento humano, desde que a criança nasce. A recomendação da psicóloga tem fundamento, no conhecimento do processo do desenvolvimento infantil que se desdobra em etapas. Ao redor de 4 anos, a criança está em plena fase genital, isto é, instintivamente os estímulos sexuais estão presentes no desenvolvimento. Sendo assim, tomar banho com adultos pode estimular de modo exacerbado essa genitalidade que faz parte deste momento, erotizando a criança desnecessariamente, pois seu processo deve seguir seu próprio ritmo. Todo o processo da sexualidade infantil vem da natureza biológica e psíquica, universo onde se constituem as fantasias da criança, e o mais saudável é que siga seu curso natural, sem estímulos de fora, desnecessários ou até prejudiciais”.

“Bom senso”

Pedimos também a opinião do médico Flavio Melo, do blog Pediatra do Futuro, que disse que os pais podem tomar banho no chuveiro com o bebê, desde que tenham cuidados para prevenir acidentes e quedas. Destacou a importância de utilizar um tapete emborrachado no chão e contar com uma pessoa para auxiliar na saída do banho. Para ele, é interessante esperar o bebê segurar a cabeça para tentar, ao redor dos 4 meses.

E com relação às crianças mais velhas?

“Alguns psicólogos acham que caso a criança comece a demonstrar algum interesse nos genitais, é melhor evitar. Eu recomendo bom senso. Depende de cada criança e de cada família. Provavelmente, em torno dos 5/6 anos, na chamada fase fálica, a criança pode começar esse interesse e aí talvez seja melhor que o pai e a mãe auxiliem no banho dela, mas não mais tomem banho juntos”.

“Ambiente pode ficar erotizado e criança não está pronta”

O pediatra Renato Santos Coelho, que é integrante do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, destaca inicialmente o risco de acidente durante o banho no chuveiro com um bebê pequeno, que pode escorregar do colo. O pediatra afirma que os pesquisadores da pediatria e da psicologia recomendam de uma maneira geral que os pais não iniciem e nem mantenham essa prática.

“No consultório, primeiro tento entender o porque dos pais tomarem essa iniciativa, depois alerto para o risco de acidentes e por final tento explicar o contexto cultural e do desenvolvimento emocional de uma criança. No contexto cultural, é importante nos localizarmos culturalmente, não estamos vivendo numa tribo de índios numa região remota, onde essa prática é secular ou mais. No contexto psicológico, a criança se encontra numa fase ainda imatura, e em um ambiente de intimidade como esse os efeitos podem ser algo que nem os pais nem os profissionais querem, mas podem estar negligenciando. Mesmo que conscientemente não se quer, o ambiente pode ficar erotizado e a criança não está pronta para lidar com isto. Com relação a idade mencionada, de 4 anos, creio ser porque nesta idade a fase do desenvolvimento emocional é do ponto de vista teórico, mais sensível e potencialmente crítica. Recomendo não se fixar numa idade e sim numa postura como um todo”.

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Que riscos tomadas e aparelhos eletrônicos oferecem às crianças?

Suspensa exigência do uso de cadeirinha em vans de transporte escolar

01 de dezembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Pena Filho / Agencia RBS

Foto: Pena Filho / Agencia RBS

O Conselho Nacional do Trânsito (Contran) decidiu suspender a exigência de dispositivo de segurança para o transporte de crianças com até 7 anos e meio em veículos que fazem transporte escolar. A decisão foi publicada hoje (1º) no Diário Oficial da União.

Pelo texto, a exigência ficará suspensa até que “os referidos veículos sejam fabricados com cintos de três pontos e sistemas de ancoragem do tipo isofix”.

O Contran levou em conta diversos aspectos, como as dificuldades técnicas, econômicas e sociais para a adaptação dos veículos em circulação ao uso da cadeirinha e também a baixa oferta no mercado de dispositivos de retenção apropriados para veículos escolares com cintos de segurança do tipo sub-abdominal (cinto de dois pontos).

O órgão sinalizou ainda a necessidade de realização de estudos complementares para avaliar a efetividade da adaptação dos sistemas de retenção nos veículos de transporte escolar já em circulação.

Decisão inicial é de 2015

A resolução inicial do Contran, que exigia o uso das cadeirinhas nas vans de transporte escolar, foi publicada em julho de 2015. O texto previa a obrigatoriedade das cadeirinhas para crianças de até 7 anos e meio a partir de fevereiro de 2016. Após reclamações, o início da fiscalização havia sido adiado para janeiro de 2017.

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Que riscos tomadas e aparelhos eletrônicos oferecem às crianças?

15 de novembro de 2016 1

Por Marcela Panke

Imagem: Reprodução / YouTube

Imagem: Reprodução / YouTube

Hoje em dia, é normal as crianças das mais diversas idades utilizarem habitualmente celulares, Ipads e tablets, inclusive quando os aparelhos estão carregando a bateria. Será que isso é seguro?

E os carregadores de celular, que às vezes deixamos conectados na tomada, será que oferecem algum perigo? Afinal, as tomadas descobertas podem levar a criança a tomar um choque elétrico?

Para responder a essas questões, recorremos ao pediatra Renato Santos Coelho, do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul.

FRALDA CHEIA: Qual o risco que a criança corre caso encoste os dedos em uma tomada descoberta? E se encostar algum objeto na tomada?

DR. RENATO: As tomadas elétricas atualmente oferecem um menor risco quando comparadas àquelas do passado, onde os contatos metálicos ficavam bem mais expostos, mas mesmo assim elas devem estar protegidas com os protetores especiais para evitar que uma criança coloque algum objeto pontiagudo no interior da mesma, e que possa conduzir a energia elétrica e causar um choque elétrico.

As tomadas atuais estão construídas de tal forma que uma criança não consegue levar uma descarga elétrica semente por encostar seus dedos no orifício de entrada, mas ainda existem casas construídas há muito tempo com tomadas no formato antigo, portanto, como regra geral, todas devem estar com protetores.

A descarga elétrica de uma tomada pode causar danos letais, caso ela seja capaz de causar uma arritmia cardíaca e a criança não seja socorrida a tempo, e pode causar queimaduras no local, que usualmente são de 2º e 3º grau de lesão.

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FRALDA CHEIA: Qual é o risco da criança colocar na boca a extremidade de um carregador de bateria de celular, estando o carregador ligado na tomada?

DR. RENATO: Este tipo de aparelho transforma a corrente alternada em corrente contínua, com baixa voltagem e amperagem, portanto o risco de causar um choque com consequências graves é quase nulo, mas pode ser sentida a descarga elétrica caso seja colocado na boca, pois neste ambiente a corrente é mais conduzida facilmente, mesmo sendo de baixa intensidade e causar um susto.

Portanto, não deve ser permitido e nem deixado este tipo de carregador conectado na tomada elétrica sem estar sendo usado para a finalidade dele.

FRALDA CHEIA: Existe algum risco da criança jogar um jogo no celular que estiver carregando a bateria na tomada?

DR. RENATO: O risco é muito baixo, mas se recomenda que enquanto o aparelho estiver sendo carregado não se utilize o mesmo, pois se a bateria estiver com algum problema, e muito superaquecida, pode ocorrer uma explosão da mesma e isso pode causar danos para quem estiver usando o aparelho.

Estatísticas

Apesar do baixo risco dos equipamentos modernos, a ONG Criança Segura alerta: segundo dados do Ministério da Saúde, em 2014, houve 116 mortes e 332 internações por choques elétricos em crianças e adolescentes de até 14 anos.

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Prevenção de Acidentes na Infância: dicas e orientações

Carrinho de bebê e garrafa térmica barram mãe em porta de banco em Porto Alegre

24 de outubro de 2016 7

Por Elisandra Borba

Foto: Rafaela Martins / Agência RBS

Foto: Rafaela Martins / Agência RBS

A estudante Lauryn Gomes passou por uma situação inusitada na última sexta-feira (21), em Porto Alegre: ela precisou deixar o carrinho que carregava a filha, de seis meses, do lado de fora para entrar no banco.

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O caso aconteceu na agência do Banrisul localizada na avenida Borges de Medeiros. O fato foi registrado em vídeo pela estudante.

 

Ao blog Fralda Cheia, Lauryn contou que pediu aos seguranças para passar com o carrinho, mas que eles informaram que não poderiam abrir a porta da agência por motivos de segurança e por se tratar de um procedimento interno.

“Pedi para o guarda falar com o gerente, para que ele repensasse as ordens internas, pois estava com uma bebê pequena, inclusive ela estava dormindo. Teria que tirar ela do carrinho e acordá-la”.

O profissional saiu do local, segundo a estudante, e voltou com a informação de que não poderia, de fato, abrir a porta.

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Depois de estar convencida de que o carrinho precisava ficar do lado de fora, Lauryn passou por um novo constrangimento – a garrafa térmica onde carrega água quente para fazer a mamadeira da filha também não passou na porta.

Como o objeto era grande demais para passar pelo espaço destinado a aparelhos eletrônicos e outros metais, a mãe teve que preparar a mamadeira do bebê no chão da agência e deixar a térmica também do lado de fora.

“Pedi pra ele olhar a bolsa então, pra poder liberar a porta. E ele disse que não podia, me indicou colocar a bolsa em um armário, me deu a chave. Expliquei pra ele que precisava levar a bolsa, iria demorar no banco e tinham coisas importantes ali. Já estava com a bebê no colo, celular, cheia de contas, etc…”, desabafou Lauryn. Mais uma vez, ela registrou tudo em vídeo.

 

O Banrisul informa que os procedimentos de acesso à agência seguem as normas de segurança: disparando o sensor que detecta metais, não é permitida a entrada na agência.

O banco afirmou que foi oferecida à cliente toda a assistência necessária para o atendimento, como um armário para guardar seus pertences e um local seguro para deixar o carrinho de bebê. Também em relação ao serviço bancário solicitado pela cliente, informa que foi prestado o atendimento para a realização do serviço.

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Veja 5 dicas para evitar acidentes com brinquedos

11 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Diego Vara / Agencia RBS

Foto: Diego Vara / Agencia RBS

Na véspera do Dia das Crianças, a organização Criança Segura elaborou 5 dicas para evirar acidentes com brinquedos e nós compartilhamos com os papais e mamães leitores do blog! Confira:

1) Participe da brincadeira junto com as crianças

A supervisão de um adulto é fundamental para garantir a segurança das crianças enquanto brincam. Mas a Criança Segura sugere aos pais que também brinquem junto com seus filhos: assim, além de ficar de olho em possíveis riscos, também se passa um tempo de qualidade com a criança, conhecendo mais sobre ela e compartilhando lições e carinho.

2) Confira se o brinquedo possui o selo do Inmetro

O selo do Inmetro significa que o brinquedo foi fabricado seguindo as normas de segurança necessárias para evitar acidentes. Antes de comprar um brinquedo, é imprescindível verificar se ele foi avaliado pelo órgão. Isso evita que as crianças se machuquem ao brincarem.

3) Considere a idade, o interesse e o nível de habilidade da criança ao escolher um brinquedo

Essa simples atitude pode evitar que muitos acidentes graves aconteçam. Se você prestar atenção à faixa etária indicada, ao interesse e nível de habilidade da criança que receberá o brinquedo, fará escolhas mais seguras e que agradem mais aos pequenos.

4) Inspecione regularmente os brinquedos das crianças

A verificação regular dos brinquedos é importante para ver se eles possuem algum dano que possa causar acidentes durante a brincadeira, como partes pequenas que estejam se soltando ou pedaços quebrados pontiagudos.

5) Ensine as crianças a guardarem os brinquedos depois de usarem

Ensine as crianças desde pequenas a guardarem seus brinquedos, assim é possível evitar quedas e outros acidentes. Caso em sua casa tenha crianças de idades diferentes, é importante guardar os brinquedos das crianças maiores separados dos das crianças menores.

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10 dicas de segurança na hora de comprar brinquedos

06 de outubro de 2016 0

Por Milena Schoeller

Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

O Dia das Crianças está chegando e o comércio está cheio de promoções de brinquedos. Mas pais devem ficar atentos a algumas dicas de segurança na hora da compra, e também depois da compra, para que não ocorram acidentes. Por isso, o blog elaborou uma lista com 10 dicas, a partir de orientações do Inmetro, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia.

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Cuidados antes de comprar o presente

1. No ato da compra, exija o selo do Inmetro. O selo deve estar sempre visível, impresso na embalagem, gravado ou numa etiqueta  afixada  no  produto.  O mesmo  deve  conter  a  marca  do  Inmetro. Ele demonstra que o produto atende a requisitos mínimos de segurança estabelecidos em normas e regulamentos.

2. Não compre produtos no comércio informal. Geralmente, os brinquedos são mais baratos, mas, na grande maioria, são irregulares, falsificados, e podem conter substâncias tóxicas na composição.

3. Exija sempre a nota fiscal do estabelecimento onde comprou, e guarde para troca posterior, se necessário.

4. Antes de entregar o brinquedo à criança, leia atentamente as instruções de uso, que orientam quanto ao uso seguro do produto.

5. Cuidados especiais devem ser observados na retirada das embalagens, que podem ter grampos metálicos, papéis com tintas inadequadas, etc. A embalagem não é brinquedo (apesar das crianças adorarem).

6. Pais devem ficar atentos à faixa etária recomendada para o brinquedo. Esta informação é obrigatória na embalagem. Peças pequenas, em especial, são muito perigosas se usadas por crianças com idades inadequadas. Já selecione o brinquedo considerando a idade, o interesse e o nível de habilidade da criança.

7. Verifique se há na embalagem informações sobre o conteúdo, instruções de uso, de montagem, e eventuais riscos associados à criança, além do CNPJ e endereço do  fabricante. As  informações  obrigatórias  na  embalagem  demonstram  a responsabilidade do fabricante ou importador.

Cuidados após a compra

8. Pais com mais de uma criança em casa, com idades diferentes, devem ficar atentos pois os brinquedos acabam se misturando. E por mais seguro que o produto seja, ele não dispensa a supervisão de um adulto quando os pequenos estão brincando.

9. Verifique se o brinquedo possui pontas ou extremidades cortantes, e partes ou peças pequenas que possam se desprender com facilidade e provocar acidentes. Eles também não podem ser fabricados ou pintados com material tóxico, uma vez que as crianças costumam desmontá-los, e por vezes, colocam na boca.

10. Se encontrar algum problema, denuncie. A ouvidoria do Inmetro funciona no telefone 0800 285 1818.

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