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Quais são as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti?

05 de dezembro de 2016 0
Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

Como a informação é a maior arma na promoção da saúde e no combate às doenças, o blog Fralda Cheia foi buscar mais informações sobre as doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, que vem preocupando pais e mães já há alguns anos, especialmente no verão. Confira as informações:

1- Quais as doenças transmitidas pelo mosquito?

A diretora do Centro Estadual da Vigilância em Saúde, Marilina Bercini, explica que o mosquito transmite três doenças, causadas por vírus diferentes, porém com sintomas semelhantes.

Dengue: caracterizada por febre alta que começa de forma repentina, associada a dores no corpo e articulações, dor de cabeça, dor no fundo dos olhos, e – em 50% dos casos – manchas vermelhas no corpo;

Chikungunya: febre alta e abrupta, acompanhada de dores intensas e inchaço nas articulações e dificuldade em realizar atividades cotidianas (como escovar os dentes e tomar banho), e – em 50% dos casos – manchas vermelhas no corpo;

Zika: febre leve ou mesmo inexistente, olhos avermelhados (conjuntivite), presença das manchas avermelhadas em 100% dos casos (acompanhadas de coceira). No entanto, 80% dos casos são assintomáticos (não apresentam sintomas).

Clinicamente, é difícil de diferenciar uma doença da outra. A recomendação é consultar o médico para a avaliação clínica e realização de diagnóstico laboratorial.

 

2- O mosquito Aedes aegypti transmite também a Febre Mayaro? 

A diretora do Centro Estadual da Vigilância em Saúde, Marilina Bercini, explica que essa relação ainda não está comprovada:

“No Brasil, os casos detectados vêm ocorrendo em áreas de mata e rural, em pessoas que frequentam espaços onde vivem macacos e outros animais silvestres por motivo de trabalho ou lazer. O vírus é transmitido preferencialmente por mosquitos silvestres do gênero Haemagogus. Pesquisas estudam se há alguma adaptação do vírus ao mosquito vetor urbano (Aedes).
As manifestações clínicas são semelhantes à dengue e chikungunya. A doença inicia com quadro febril agudo, podendo apresentar cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dor muscular) e manchas avermelhadas. A artralgia (dor nas articulações), que pode ser acompanhada de edema, é o principal sintoma das formas severas e, ocasionalmente, pode ser incapacitante ou limitante, persistindo por meses”.

3- Quais as consequências das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti

Mais uma vez, a diretora do Centro Estadual da Vigilância em Saúde, Marilina Bercini, responde:

Dengue: a maioria dos casos apresenta recuperação completa em sete dias, mas podemos ter complicações como meningite, encefalite e miocardite e dengue grave com sinais de choque e alterações hemorrágicas, o que pode levar ao óbito;

Chikungunya: artrite crônica com dor, edema, limitação de movimento e deformidade das articulações;

Zika: alterações neurológicas como síndrome de Guillian-Barré e encefalites, microcefalia e/ou outras alterações do Sistema Nervoso Central em crianças nascidas de mães infectadas pelo zika vírus durante a gravidez.

4- Como está o desenvolvimento de vacinas para essas doenças?

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma vacina contra a dengue para uso no Brasil, produzida pela Sanofi Pasteur, liberada para indivíduos de 9 a 45 anos. Conforme Marilina Bercini, necessita aplicação de 3 doses para conferir proteção.

O Instituto Butantan, de São Paulo, está desenvolvendo uma outra vacina contra a dengue, em parceria com o National Institute of Health, dos Estados Unidos, que está em fase de testes com voluntários e necessitará de apenas uma dose para prevenir a doença.

Para Chikungunya e Zika vírus não há vacinas disponíveis.

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rodapé MatInset Blog NOVO

 

Secretaria de Saúde restringe vacinação da Hepatite B na Capital

31 de outubro de 2016 0

Foto: Rafaela Martins/Agência RBS

Os postos de saúde de Porto Alegre estão restringindo a vacinação de Hepatite B, em razão do baixo estoque.  Apenas hospitais e maternidades estão disponibilizando as doses.

Conforme a Secretaria Estadual de Saúde, que repassa as vacinas para o Município, o Ministério da Saúde repassou um número menor de doses neste mês. Não há previsão de normalização do serviço.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que a distribuição da vacina para hepatite B está regularizada em todo o País. Afirmou ainda que, em outubro, foram enviadas 96 mil doses para o Rio Grande do Sul, o que corresponde a 100% da média mensal enviada  ao Estado.

A vacina contra o vírus da hepatite B está indicada para todas as pessoas, em um esquema de três doses. A primeira dada nas primeiras horas de vida, a segunda, entre um e dois meses após a primeira dose, e a terceira,  seis meses após a primeira.

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Anvisa anuncia nova cepa do vírus H1N1 na vacina contra a gripe em 2017

31 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS

Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS

A vacina contra a gripe terá uma nova cepa do vírus Influenza A/H1N1 em 2017, porque foi constatado que o vírus sofreu alterações genéticas no último ano. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (31) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A composição da vacina é determinada pela Anvisa e a informação, usada pelos laboratórios que produzem as doses no Brasil. O processo de desenvolvimento é complexo e leva, em média, 6 meses.

Como vírus sofre mutações freqüentes, a Organização Mundial da Saúde (OMS) faz uma previsão de quais serão os vírus Influenza que devem circular no inverno do hemisfério norte e do hemisfério sul, baseada em amostras de pacientes, coletadas em todo o mundo.

Segundo a resolução da Anvisa publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, a vacina de Influenza trivalente de 2017 deverá conter os seguintes vírus:

- Influenza A (H1N1), subtipo Michigan/45/2015

- Influenza A (H3N2), subtipo Hong Kong/4801/2014

- Influenza B, subtipo Brisbane/60/2008

A vacina de Influenza tetravalente, disponível apenas nas clínicas particulares, deve conter, além dessas três cepas, o vírus Influenza B, subtipo Phuket/3073/2013.

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25 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Jefferson Botega / Agência RBS

Foto: Jefferson Botega / Agência RBS

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou o calendário de vacinação da entidade, com as recomendações dos departamentos científicos de Imunizações e de Infectologia. A principal novidade é a inclusão da vacina contra a dengue para crianças a partir de nove anos, que vivem em áreas de risco para a doença. Estudos apontam para proteção de 93% contra casos graves de dengue e redução de 80% nas internações.

Clique aqui para ler o calendário de vacinação da SBP

O esquema vacinal contra a dengue é composto de três doses, com intervalo de seis meses. A SBP não indica a aplicação em pessoas com imunodeficiências congênitas ou adquiridas. Também não deve ser aplicada em gestantes, lactantes e pessoas que vivem com HIV/Aids.

Fabricada pela empresa francesa Sanofi Pasteur, a Dengvaxia® é a primeira vacina contra a dengue no mundo e a única com registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), desde dezembro de 2015. A fabricante garante proteção contra os quatro tipos de vírus da dengue.

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Importância de vacinar

O coordenador do departamento de Infectologia da SBP, Marco Aurelio Palazzi Sáfadi, destaca a importância do pediatra no esclarecimento dos pais e responsáveis sobre a importância de manter a vacinação das crianças e adolescentes em dia.

“As vacinas são vítimas do seu próprio sucesso. Perdeu-se a noção da importância de se prevenir as doenças evitáveis e de como as vacinas são úteis neste processo. Ao se manter a população vacinada, evita-se o aparecimento de bolsões que podem contribuir para o recrudescimento de males que estão sob controle”.

A Sociedade Brasileira de Pediatria lembra que graças à vacinação, doenças como rubéola, sarampo, varíola, poliomielite e síndrome da rubéola congênita foram consideradas erradicadas no continente americano.

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12 de outubro de 2016 0

Por Elisandra Borba

Foto: Rogerio da Silva

Foto: Rogerio da Silva

Entre as alterações no plano de imunizações anunciado pelo Ministério da Saúde, está a ampliação da vacinação contra a meningite C para adolescentes de ambos os sexos. Atualmente as doses são aplicadas apenas em bebês aos 3, 5 e 12 meses. A justificativa é que com o passar dos anos, pode haver diminuição da proteção que acontece na infância.

A meta é vacinar 80% do público-alvo, que tem 7,2 milhões de adolescentes entre 12 e 13 anos. A cada ano uma faixa etária será adicionada, até que em 2020 a vacinação será realizada em crianças de nove anos até adolescentes de 13.

A meningite é um processo inflamatório das meninges – membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal – Segundo o Ministério da Saúde, é uma doença considerada endêmica no Brasil. Em 2015, foram registrados 15,6 mil casos de diferentes tipos em todo o país.  A meningite C é o subtipo mais frequente da doença, e representa cerca de 60% a 70% dos casos de meningite. A doença é considerada grave e de rápida evolução. A vacina é a principal forma de proteção.

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Meninos também serão vacinados contra o HPV

11 de outubro de 2016 0

Por Elisandra Borba 

Foto:  Roni Rigon

Foto: Roni Rigon

Agora os meninos também serão imunizados contra o Vírus do papiloma humano. O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (11) que os garotos de 12 e 13 anos serão imunizados a partir de janeiro de 2017. Até 2020, a faixa etária será ampliada gradualmente, atingindo crianças de nove anos até adolescentes de 13.

Já no ano que vem, a expectativa do governo é imunizar 3,6 mil adolescentes. Como o calendário foi revisto e as meninas tomarão uma dose a menos, passando de três para duas, o governo não gastará mais acrescentando os meninos na campanha. O valor gasto com as doses é de R$ 288,4 milhões.

A vacina contra o HPV foi incorporada no calendário brasileiro em 2014. Desde então, 5,7 mil meninas entre 9 e 13 anos foram imunizadas. A partir de 2017, serão incluídas as meninas que chegaram aos 14 anos sem tomar a vacina ou que não completaram as duas doses.

A definição da faixa-etária para vacinação leva em conta crianças antes do início da vida sexual e por isso a vacina se torna mais eficiente. Ela protege contra o HPV, que é o responsável por cânceres no pênis, garganta e ânus e outras doenças relacionadas ao HPV. A faixa etária para os portadores de HIV é dos nove aos 26 anos.

A vacinação em meninos é utilizada como estratégia de saúde pública em outros seis países – EUA, Austrália, Áustria, Israel, Porto Rico e Panamá.

O médico pediatra e membro do Comitê de Infectologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Juarez Cunha, explica a importância da vacinação.  Ouça a entrevista do especialista ao Gaúcha Repórter desta terça-feira (11).

Mais de 150 mil crianças foram vacinadas no Estado durante campanha

03 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

A Campanha Nacional de Multivacinação terminou com 154.558 crianças imunizadas no Rio Grande do Sul. De acordo com o Cento Estadual de Vigilância em Saúde, o número corresponde a pouco mais da metade das quase 300 mil crianças menores de cinco anos que foram aos postos de saúde durante a mobilização, que foi de 19 a 30 de setembro.

Conforme a Vigilância em Saúde, o público imunizado recebeu um ou mais doses de vacina, que estavam em atraso. As mais aplicadas foram a vacina contra a Poliomielite, contra a Febre Amarela e a Pentavalente.

O objetivo da Campanha de Multivacinação foi atualizar a carteira de vacinação de menores de cinco anos e de crianças e adolescentes de 9 a 15 anos. O balanço da imunização dos maiores de cinco anos ainda não foi divulgado.

No Rio Grande do Sul, mais de 1,6 milhão de crianças e jovens fazem parte dessas faixas etárias. O Ministério da Saúde enviou 1,2 milhão de doses para a campanha no Estado.

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Campanha de Multivacinação termina nesta sexta-feira

29 de setembro de 2016 0

Por Maria Eduarda Fortuna

Não esqueça de levar a caderneta de vacinação  Foto: TK Helena / Agencia RBS

Não esqueça de levar a caderneta de vacinação
Foto: TK Helena / Agencia RBS

Os pais tem até amanhã para colocar em dia a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes. A Campanha Nacional de Multivacinação que teve início no dia 19  termina nesta sexta (30).

O objetivo da campanha é atualizar a caderneta de crianças com até cinco anos incompletos e adolescentes de nove a 15 anos. Todas as vacinas disponíveis pelo SUS para esses públicos estão sendo oferecidas nos postos e unidades básicas de saúde dos Municípios. Os pais ou responsáveis devem levar a caderneta de vacinação para a conferência das doses em atraso.

As secretarias de saúde Estadual e da Capital ainda não divulgaram o balanço sobre a campanha. No Rio Grande do Sul, mais de 1,6 milhão de crianças e jovens fazem parte das faixas etárias. A multivacinação contempla 13 tipos de vacinas, que protegem contra 18 doenças.

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Sarampo está erradicado das Américas

28 de setembro de 2016 0

Declaração oficial foi feita pela Organização Mundial da Saúde

Por Milena Schoeller

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta terça-feira (27) que o sarampo foi erradicado das Américas. Com isso, a região torna-se a maior do mundo a eliminar a doença. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), a declaração ocorre após 22 anos de esforços para acabar com a doença. Em 2014, cerca de 115 mil pessoas morreram em todo o mundo vitimas do sarampo.

As provas sobre a erradicação nas Américas foram entregues ao Comitê Internacional de Especialistas para a Documentação e Verificação da Eliminação do Sarampo, da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita, entre agosto do ano passado e agosto deste ano. Em 2015, a OMS já tinha anunciado o fim da rubéola e da rubéola congênita no continente americano.

Vacina

Pais devem ficar atentos, pois mesmo com a erradicação, a vacinação continua normalmente.  Segundo dados da OMS, entre 2000 e 2014, a vacinação contra o sarampo ajudou a evitar mais de 17 milhões de mortes no planeta.

A vacina é gratuita e está disponível em qualquer posto de saúde.

Confira aqui todas as vacinas disponibilizadas nos postos de saúde gratuitamente

A doença

O Sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmissível e extremamente contagiosa, muito comum na infância. Causa manchas e feridas pelo corpo. Costuma ser mais grave em crianças desnutridas e menores de um ano de idade.

A transmissão ocorre diretamente, de pessoa a pessoa, geralmente por tosse, espirros, fala, ou respiração, por isso a facilidade de contágio da doença. Além de secreções respiratórias ou da boca, também é possível se contaminar através da dispersão de gotículas com partículas virais no ar, que podem perdurar por tempo relativamente longo no ambiente, especialmente em locais fechados, como escolas e clínicas. A doença é transmitida na fase em que a pessoa apresenta os sintomas: febre alta, mal-estar, coriza, irritação ocular, tosse, e falta de apetite. Eles duram até quatro dias após o aparecimento das manchas vermelhas.

Confira material completo da FioCruz sobre a doença.

Orientação para quem viaja

O Ministério da Saúde orienta quem vai viajar para países onde ainda há a doença:

Alguns países da Europa, África e Ásia, não apresentam uma cobertura vacinal muito ampla contra o sarampo. Neste sentido, recomenda-se que profissionais da área de turismo e viajantes residentes no Brasil, que tenham como destino países pertencentes a outros continentes que não as Américas, procurem um posto de saúde pelo menos quinze dias antes da viagem, para serem vacinados.

Grande parte da população nascida no final de década de 1980 foi vacinada, mas quem tem mais de 20 anos pode não ter recebido pelo menos uma dose da vacina e, assim, pode estar sujeito à infecção. Por isso é importante que, além dos viajantes que vão para outros países, todos os profissionais dos aeroportos, independentemente da idade, desde os aeroviários e taxistas, até quem trabalha dentro das lojas ou das lanchonetes, tomem a vacina, caso não comprovem vacinação prévia contra o sarampo.

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Postos de saúde abrem neste sábado para vacinação

23 de setembro de 2016 0

Por Maria Eduarda Fortuna

Foto: TK Helena / Agencia RBS

Postos abrem das 8h às 17h Foto: TK Helena / Agencia RBS

Os postos de saúde do Estado estarão abertos neste sábado no Dia D de Mobilização Nacional da Campanha de Multivacinação 2016. Em Porto Alegre, as 141 unidades de saúde do município vão realizar atendimento das 8h às 17h.

A campanha visa a colocar em dia a vacinação de crianças com até cinco anos incompletos, adolescentes de 09 a 15 anos. No Rio Grande do Sul, mais de 1,6 milhão de crianças e jovens fazem parte dessas faixas etárias.  Os pais ou responsáveis devem levar a caderneta de vacinação para conferência das doses em atraso.

O estado recebeu 1,2 milhão de doses para a campanha, que segue até o dia 30. Em Porto Alegre, é dia de passe livre nos ônibus.

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