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As mais acessadas da semana!

14 de abril de 2017 0

Tem uma criança esperando por você: adote!

11 de abril de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Divulgação/TJRS

Divulgação/TJRS

O Rio Grande do Sul tem 573 crianças, a partir dos seis anos de idade, e adolescentes esperando por adoção. A Coordenadoria da Infância e Juventude atualizou a tabela com os dados básicos, como idade, sexo, raça e a situação jurídica. No Estado, há 5.375 pessoas esperando para adotar uma criança.

A lista foi criada em dezembro do ano passado pelo Projeto Busca-Se (r)  para ampliar as possibilidades de adoções que são mais difíceis por tratarem-se de casos como grupos de irmãos, fora da faixa etária mais procurada, ou portadores de deficiências ou doenças.

Quem tiver interesse, deve entrar em contato com a Coordenadoria da Infância e Juventude pelo email cijrs@tjrs.jus.br.

As mais acessadas da semana!

24 de fevereiro de 2017 0

Homem adota 22 crianças portadoras de HIV abandonadas pelos pais

15 de fevereiro de 2017 0

Conheça a história emocionante que transborda amor e carinho

Por Milena Schoeller

Imagem: Reprodução Youtube

Imagem: Reprodução Youtube

Vejam que história bacana divulgada pelo portal britânico indy100 e nas redes sociais. Ocorreu na Índia. Rajib Thomas adotou 22 crianças que foram abandonadas pelos pais, depois de serem diagnosticadas com HIV. Todas estão morando com ele em Mumbai, uma das maiores cidades da Índia. Ele já tem dois filhos adolescentes biológicos. E agora, está responsável pela saúde e educação dos outros 22 adotados.

Ele contou sua história no Facebook, e ganhou admiradores de todo o mundo. Veja o relato emocionante:

O Início

Eu estava passando próximo ao hospital DY Patil quando eu vi uma garota dormindo do lado de fora. Tão fraca a ponto de ver seus ossos. Eu descobri que ela era HIV positivo e tinha perdido os dois pais. Eu perguntei o que ela gostaria de comer, e ela disse macarrão. Mas eu não poderia achar naquele momento. Então eu prometi a ela que eu iria voltar no dia seguinte. Ela faleceu naquela noite, e o incidente me assombrou. Então eu fui ao hospital, e pedi para que entrassem em contato comigo se houvesse outras crianças assim no futuro”.

As primeiras adoções

“Duas dessas crianças foram enviadas para mim. Então, em 2009, eu aluguei um apartamento para minha esposa, meus dois filhos, e as duas crianças HIV positivas. No início foi difícil. Nós providenciamos um colchão para que minhas quatro crianças dormissem. E as pessoas começaram a doar: camas, alimentos e dinheiro. Minha família de quatro pessoas, lentamente expandiu para 24, com mais e mais crianças portadoras de HIV sendo enviados a mim”.

O apoio da família

“Minha esposa tem sido um apoio sólido e não fazemos diferença entre os nossos filhos. Nós repreendemos a todos, amamos a todos, e damos os mesmos presentes. Minha esposa cozinha para todos os nossos 24 filhos, cuida da medicação deles, leva-os para o médico. Tentamos dar a todos uma boa educação e ter certeza de que eles têm uma vida que vale a pena ser vivida”.

“Com amor e carinho, tudo é possível”

“Um incidente que eu nunca vou esquecer é de um menino que foi abandonado por seus pais, e nos trouxeram na última fase da tuberculose e do HIV. Nós o pegamos, demos comida. Nós começamos a rir ao redor dele, fazendo com que brincasse conosco. Derramamos tanto amor que ele tinha que se recuperar! Ele não era capaz de se levantar. Dentro de duas semanas, ele estava correndo por toda parte! Essa é a parte mais gratificante sobre o que eu faço: posso orgulhosamente dizer que minha família de 24 pessoas está transbordando de amor! Ser HIV positivo não significa que eles têm que cortar a vida. Eles podem viver como qualquer pessoa normal. Eu estou aqui para salvá-los e dar-lhes uma vida longa. E com amor e carinho, tudo é possível. Essas crianças me chamam de ‘Papai Reji’ e é dever de um pai proteger. Eu não sou alguém especial, sou apenas um pai cuidando dos filhos “.

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Campanha para ampliar perfil procurado para adoção ganha reforço

29 de dezembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Reprodução / YouTube

Reprodução / YouTube

O Guri de Uruguaiana reforçou a campanha “Deixa o Amor Te Surpreender”, do Poder Judiciário. Em um vídeo divulgado nesta semana, ele apoia a iniciativa que quer ampliar as adoções de crianças e adolescentes que não se encaixam no perfil mais procurado pelos adotantes.

Segundo dados do Cadastro Nacional de adoção, 5,2 mil pessoas aguardam na fila em busca de um filho adotivo no Rio Grande do Sul. Esse número é quase nove vezes maior do que a quantidade de crianças e adolescentes aptos para ganhar um novo lar.

A maioria dos pretendentes busca crianças saudáveis, de 0 a 3 anos. No entanto, dos 600 jovens em condições para adoção no Estado, cerca de 80% têm mais de 10 anos, pertencem a grupos de irmãos ou possuem algum tipo de deficiência.

Assista ao vídeo aqui:

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16 de dezembro de 2016 0

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09 de dezembro de 2016 0

Justiça divulga informações de crianças e adolescentes disponíveis para adoção no Estado

06 de dezembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

A página da Infância e Juventude do Rio Grande do Sul disponibilizou, a partir desta semana, uma planilha com informações sobre crianças e adolescentes disponíveis para adoção no Estado (acesse neste link). A lista preserva a identidade das crianças, mas divulga a idade, sexo, raça/etnia, se há irmãos também aptos a adoção, qual a situação de saúde e qual é a situação jurídica.

A iniciativa é do projeto Busca-Se(R), que prende ampliar as possibilidades de adoções de difícil colocação. A intenção é promover a chamada “busca ativa”, em que os pretendentes habilitados podem identificar, entre as crianças disponíveis para adoção, os possíveis futuros filhos.

Caso isso ocorra, o pretendente deve entrar em contato com a Coordenadoria da Infância e Juventude pelo email cijrs@tjrs.jus.br, e manifestar interesse por uma das crianças ou adolescentes que aparecem na lista.

Estatísticas

O Rio Grande do Sul conta com 586 crianças e adolescentes aptos no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e em torno de 5.200 habilitados disponíveis.

De acordo com dados do mês de setembro, as crianças e adolescentes que permanecem disponíveis no Cadastro fazem parte de perfis específicos: grupos de irmãos (68,94%), crianças acima dos 10 anos (90,03%) e/ou com síndromes ou deficiências (26,91%).

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Agora é lei: advogadas que têm filhos podem pedir suspensão de prazos processuais

28 de novembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

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Fóruns terão de ter local para amamentação Foto: Felipe Carneiro Agência RBS

O presidente Michel Temer sancionou a lei que garante a suspensão de prazos processuais por 30 dias para advogadas que tiverem filhos. O texto, que altera o Código de Processo Civil, abrange também casos de adoção e traz ainda outras garantias para advogadas grávidas.
Elas serão dispensadas de passar em aparelhos de raio X e terão prioridade nas sustentações orais. Além disso, terão vagas reservadas nas garagens dos fóruns dos tribunais e acesso a creches ou a local adequado para atendimento das necessidades dos bebês.
E, no caso de um advogado se tornar pai e for o único responsável pela criança, pode também pedir a suspensão dos prazos oito dias. Tanto no caso de advogada, como de advogados, o benefício só é garantido se não houver nenhum outro colega responsável pela ação.

A Lei 13.363 foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (28) e já entrou em vigor.

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Advogadas podem pedir suspensão de prazos processuais após o parto

24 de novembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Suspensão de prazo é válido também para adoção Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Suspensão de prazo é válido também para adoção
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

O Senado aprovou um projeto que garante a suspensão de prazos processuais por 30 dias para advogadas que tiverem filhos. A proposta que altera o Código de Processo Civil abrange também casos de adoção. O texto traz ainda outras garantias para advogadas grávidas.
Elas serão dispensadas de passar em aparelhos de raio X e terão prioridade nas sustentações orais. Além disso, terão vagas reservadas nas garagens dos fóruns dos tribunais e acesso a creches ou a local adequado para atendimento das necessidades dos bebês.
O projeto prevê também outra hipótese para suspensão do processo. Quando o advogado se tornar pai e for o único responsável pela ação. Nesse caso, o período de suspensão será de oito dias.
A matéria segue para sanção presidencial. O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia manifestou entusiasmo com a aprovação: “a suspensão dos prazos garante que as advogadas e os advogados do país possam dedicar-se também às suas famílias, sem prejuízo às causas patrocinadas por eles”.

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