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28 de abril de 2017 0

Alimentos e bebidas terão alerta sobre presença de lactose

07 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Medida traz mais segurança Divulgação/Anvisa

Medida traz mais segurança Divulgação/Anvisa

Aos poucos, a legislação está se adaptando à restrição de certos tipos de alimentos que causam alergias ou intolerâncias a algumas pessoas. Agora, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária estipulou que a declaração da presença de lactose será obrigatória nos alimentos com mais de 100 mg de lactose para cada 100 gramas ou mililitros do produto. Ou seja, qualquer produto que contenha o ingrediente em quantidade acima de 0,1% deverá trazer a expressão “Contém lactose” em seu rótulo.

O limite de 100 mg foi definido com base na experiência de outros países que já adotam esta regulação há bastante tempo, como Alemanha e Hungria. De acordo com a Anvisa, esse limite tem se mostrado seguro para as pessoas com intolerância à lactose.

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Os fabricantes de alimentos poderão também empregar a expressão “baixo teor de lactose” nos casos em que a quantidade de lactose for reduzida para valores entre 100 mg e 1 g por 100 g ou mililitros do alimento pronto conforme instruções do fabricante.

Com a instituição dessas regras, o mercado brasileiro de alimentos terá três tipos de rotulagem para a lactose: “zero lactose” ou “baixo teor”, para os produtos cujo teor de lactose tenha sido reduzido e “contém lactose”, nos demais alimentos com presença desse açúcar.

Mas isso não é para já e não abrange todos locais. A indústria tem até 24 meses para se adaptar e esgotar os estoques já existentes. Estabelecimentos que preparam os alimentos, sejam eles sem embalagens ou embalados no próprio ponto de venda a pedido do consumidor, não estão obrigados a informarem sobre o conteúdo de lactose.

O que é lactose?
A lactose é o principal açúcar presente no leite de mamíferos. Quando alimentos contendo lactose são ingeridos, esse açúcar é processado pela enzima lactase e transformada em glicose e galactose. Na maioria das pessoas, a atividade da lactase diminui após o desmame e leva as pessoas a se tornarem menos tolerante à enzima com o passar dos anos.
Os principais sintomas da intolerância são abdominais, como dor e distensão, flatulência, diarreia, náusea, vômitos ou constipação. A intolerância é diferente das alergias. Nesse último caso as reações do organismo podem ser mais graves e o limite de ingestão não tem como ser definido.

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23 de dezembro de 2016 0

Como aumentar a produção de leite materno

20 de dezembro de 2016 0

Por Elisandra Borba

Foto: Felipe Carneiro

Foto: Felipe Carneiro

Uma das maiores preocupações das mães, logo que os bebês nascem, é a produção de leite. Será que vai descer depois da cesárea? Será que terei leite suficiente? Como aumentar a produção? Chá disso, chá daquilo, cerveja preta… Não faltam palpites para “ajudar” nesta hora. Por isso, conversamos com uma especialista no assunto. A Rosane Baldissera é Nutricionista, consultora Internacional em Amamentação Certificada pelo International Board Lactation Consultant Examiners e tem várias outras especializações que a capacitam para que a gente possa acreditar na ciência que ela nos traz. Veja as dicas e depois nos conte se funcionou.

Você produz pouco leite?

Antes de falar em aumentar a produção de leite, a nutriz precisa ter um diagnóstico correto de baixa produção de leite. Muitas mães acreditam não terem leite suficiente para seus bebês, porém, a maioria delas apresentam adequada produção de leite.
Um bebê que ganha de 15g a 30g de peso por dia, urina em torno de seis vezes em 24h, está se desenvolvendo bem, significa que está mamando bem e que sua mamãe tem leite suficiente para amamentar exclusivamente seu bebê. Muitas mães não sabem interpretar o choro do seu bebê e acreditam que o problema é falta de leite, o que muitas vezes não é. Bebês choram por vários motivos, e sempre que o bebê mostrar sinais de que deseja sugar, precisa ser colocado ao seio para mamar. Isso que mantém a produção de leite materno.

Como que se produz leite em quantidade suficiente para o bebê?

Amamentar em livre demanda (sempre que o bebê mostrar sinais que deseja mamar), com bastante frequência, é o que faz a mamãe ter leite suficiente para o bebê. Deixar o bebê mamar bastante tempo no primeiro seio, para depois passar ao outro seio se o bebê desejar ainda mamar, faz com que a mama produza mais leite, pois a maior parte do leite é produzido durante a mamada. Além disso, quando o bebê mama por bastante tempo no primeiro seio, até largar sozinho, o bebê mama leite com maior teor de gordura, que faz com que o bebê fique mais saciado e ganhe peso adequadamente.

Como deve ser a mamada?

A nutriz nunca deve interromper a mamada (a menos que o bebê já esteja dormindo no seio e a nutriz queira colocar ele para dormir fora do seio). Quem deve mostrar que está satisfeito é o bebê, largando o seio espontaneamente com sinais de satisfação. A pega e sucção do bebê ao seio devem estar corretas, pois faz com que o estímulo seja adequado para as glândulas produzirem bastante leite. Quando a pega e a sucção estiverem incorretas, o bebê não consegue ordenhar quantidade adequada de leite, assim não ganha peso adequado.

Como fazer para não machucar o mamilo?

A pega e sucção inadequadas podem ocasionar dor à nutriz durante a amamentação, ocasionando lesões mamilares. Sempre que houver dor durante a amamentação, é sinal que algo não está indo bem, a nutriz deve procurar ajuda. Outra dica é que a nutriz deve descansar bastante, manter-se longe de preocupações e estresse, alimentar-se bem e manter uma ingestão adequada de líquidos (em torno de 3 litros ao dia).

Como fazer para aumentar a produção de leite?

Se a pega ou sucção do bebê estiverem inadequadas, deve-se corrigir. Não tem como aumentar a produção de leite se a pega e sucção não estiverem corretas (bebê abocanha a maior parte da aréola, boca do bebê bem aberta, bochechas bem cheias e sem covinhas durante a sucção, lábio inferior virado para fora, língua bem para frente junto ao lábio inferior, canolada e com movimentos ondulatórios durante a sucção, sem barulhos ou estalos durante a mamada, bebê suga em movimentos profundos, ativos de sucção e intercala com pausas e movimentos curtos de sucção).

-Aumentar a frequência de mamadas durante as 24 horas, e amamentar à noite também (à noite produzimos maior quantidade de prolactina, hormônio da produção do leite).

-Amamentar sempre que o bebê desejar sugar, por qualquer que seja o motivo (fome, sede, desconforto, saudade da mãe, saudade do útero, necessidade de sucção não nutritiva).

-Deixar o bebê mamando por bastante tempo no primeiro seio, até ele largar sozinho, e assim passar para o outro seio se o bebê ainda quiser mamar.

-Caso o bebê não esteja sugando corretamente o seio, ordenhar as mamas com auxílio de bombas extratoras de leite materno ou com as mãos, a cada três horas ou com mais frequência, para simular um bebê sugando o seio.

-Fazer massagens em movimentos circulares nas mamas e compressas quentes antes das mamadas, para estimular o fluxo sanguíneo e assim a produção de leite.

-Evitar uso de bicos artificiais (bicos intermediários de silicone, chupetas, mamadeiras) pois alteram a dinâmica de sucção do bebê, fazem com que o bebê não ordenhe leite adequadamente, não estimulam as glândulas com eficiência, o bebê perde o interesse pelo seio e acaba desmamando do seio gradualmente.

É indicado tomar algum remédio? Por quê?

O uso de medicamentos Galactagogos (que possuem efeito colateral de aumento da produção de leite) deve somente ser indicado após realizadas as medidas não farmacológicas de aumento da produção de leite. Estes medicamentos devem ser prescritos pelo médico e com cautela, pois os medicamentos passam pelo leite materno e podem ser prejudiciais para a mãe e o bebê. Cabe salientar que algumas nutrizes não são beneficiadas desse efeito colateral dos medicamentos Galactagogos.

Existe algum chá ou liquido que ajude na produção?

Não existe.

Qualquer tipo de líquido ajuda na produção de leite. A nutriz deve manter uma ingestão mínima de 3 litros de líquidos por dia, sendo água, chás ou sucos.

“Meu bebê não está passando fome? Dou o peito, mas ele chora de irritado”

Se ele está com ganho de peso adequado (acima de 15g por dia), urinando em torno de 6 vezes em 24h, crescendo e se desenvolvendo bem, então esse comportamento não deve ser fome. É preciso descobrir a causa. Muitas vezes se deve à algum desconforto intestinal, como gases, ou ar engolido que precisa ser expelido (arroto). Pode ser doença do refluxo gastroesofágico. Pode ser irritação de sono, cansaço. Um profissional especializado em auxiliar mães/bebês com a amamentação pode identificar facilmente a causa desse comportamento. Caso seja diagnosticada baixa produção de leite, o bebê pode se mostrar irritado durante a mamada, nesse caso utilizamos uma técnica chamada translactação (técnica onde oferecemos complemento de leite materno ordenhado ou fórmula artificial através de uma sondinha conectada ao seio, o bebê suga o seio e recebe o complemento através da sondinha, assim o bebê fica tranquilo durante a mamada e estimula a produção de leite da nutriz).

Quanto tempo o leite demora pra descer depois do parto?

O leite pode demorar até 7 dias para descer completamente em maior quantidade. É importante que nesse período o bebê mame no seio com bastante frequência para estimular a descida do leite.

“Como eu sei que desceu? Sempre vou sentir?”

Na maioria das vezes a mulher sente as mamas mais volumosas e quentes, sinais de descida do leite (apojadura). Mas existem mães que não sentem a descida do leite e que as mamas não apresentam esses sinais, isso é normal também.

“Meu peito nunca fica cheio. Tenho leite suficiente?”

Peito cheio não significa produção de leite, mas sim estoque de leite. As mamas produzem em torno de 80% de leite durante a mamada. O restante é produzido nos intervalos das mamadas. Se um bebê mama com frequência, as mamas não terão estoque de leite, portanto não estarão cheias de leite. Isso porque a produção maior de leite se dá durante a mamada. Mamas foram feitas para produzir leite e não estocar. Se tem estoque de leite significa que o bebê não está mamando. Com o tempo os seios ficam mais murchos, pois a produção de leite se adapta à demanda do bebê, ou seja, as glândulas produzem leite somente na hora da mamada.

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Agora é lei: advogadas que têm filhos podem pedir suspensão de prazos processuais

28 de novembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

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Fóruns terão de ter local para amamentação Foto: Felipe Carneiro Agência RBS

O presidente Michel Temer sancionou a lei que garante a suspensão de prazos processuais por 30 dias para advogadas que tiverem filhos. O texto, que altera o Código de Processo Civil, abrange também casos de adoção e traz ainda outras garantias para advogadas grávidas.
Elas serão dispensadas de passar em aparelhos de raio X e terão prioridade nas sustentações orais. Além disso, terão vagas reservadas nas garagens dos fóruns dos tribunais e acesso a creches ou a local adequado para atendimento das necessidades dos bebês.
E, no caso de um advogado se tornar pai e for o único responsável pela criança, pode também pedir a suspensão dos prazos oito dias. Tanto no caso de advogada, como de advogados, o benefício só é garantido se não houver nenhum outro colega responsável pela ação.

A Lei 13.363 foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (28) e já entrou em vigor.

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Novo relatório médico "libera" chupeta e fórmula artificial para recém-nascidos

25 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Jonas Ramos / Agencia RBS

Foto: Jonas Ramos / Agencia RBS

Um relatório divulgado nesta terça-feira (25) descarta alguns conselhos que eram dados até hoje para as mães de recém-nascidos. A revisão de evidências científicas mostrou, por exemplo, que evitar a chupeta não tem nenhum efeito sobre a amamentação. Aliás, a chupeta é recomendada para reduzir o risco de síndrome da morte súbita infantil, a principal causa de morte de bebês nos Estados Unidos.

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Outro conselho que foi refutado no relatório é a amamentação exclusiva com leite materno nos primeiros dias de vida do bebê. O documento destaca que evitar fórmulas infantis pode aumentar o risco de desidratação e de reinternação de bebês durante a primeira semana de vida. O relatório assinala que o leite materno nem sempre é produzido imediatamente, podendo levar de quatro a sete dias.

Nos Estados Unidos, de 1% a 2% de todos os recém-nascidos precisam ser internados novamente na primeira semana de vida e o risco é de aproximadamente o dobro para aqueles que são alimentados exclusivamente com o leite materno.

O relatório foi divulgado pela Força-tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos (USPSTF), que é uma comissão independente de especialistas.

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Adolescentes com depressão pós-parto abandonam amamentação mais cedo

17 de agosto de 2016 0

Por Milena Schoeller

Foto: Jonas Ramos / Agencia RBS

Foto: Jonas Ramos / Agencia RBS

Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) revela que a depressão pós-parto é mais comum em mães adolescentes, e influencia diretamente no abandono precoce do aleitamento materno exclusivo. O estudo foi feito na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. A pesquisadora Juliana Regina Cafer afirma que o estudo também revelou que as mães adolescentes, com sintomas de depressão pós-parto, consideram a amamentação apenas como uma forma de alimentação, não associando essa prática com a criação ou fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê.

Depressão pós-parto: o que é e como ajudar

Os sintomas mais comuns da depressão pós-parto são instabilidade de humor, preocupação excessiva com o bebê, ansiedade grave, ataques de pânico, desinteresse, e medo de ficar só com a criança. Dados da literatura científica na área mostram que uma, a cada duas gestações que ocorrem na adolescência, apresenta depressão pós-parto, e que quanto mais precoce é a gestação, maior a chance de a mãe desenvolver sintomas depressivos.

- Isso acontece devido à tendência das mães adolescentes serem mais socialmente isoladas, presenciar níveis mais elevados de estresse familiar, e terem baixa autoestima e confiança – afirma a pesquisadora Juliana Regina Cafer.

E a alteração emocional causada pela depressão é o que influencia no fácil abandono do aleitamento materno diante das dificuldades iniciais da amamentação:

- As mães que apresentam sintomas de depressão pós-parto tendem a ter disponibilidade prejudicada para amamentar em livre demanda, e sentem-se aliviadas com a introdução da mamadeira – revela a pesquisadora.

No estudo da USP, foram acompanhadas 14 mulheres, com idade entre 12 e 19 anos. A maioria com autoestima baixa. Tanto, que chegam a duvidar da eficácia do leite materno, considerando-o fraco e insuficiente para sustentar o bebê. A partir deste cenário, o estudo comprovou que as mães acabam introduzindo fórmulas lácteas, leite de vaca, e alimentos sólidos antes dos seis meses de vida do bebê.

Mães usam a Internet para tirar dúvidas

A pesquisa também mostra que a maior parte dessas mães usa a internet para tirar dúvidas relacionadas à amamentação e à maternidade. E que, muitas vezes, não se sentem à vontade para tirar dúvidas com um profissional de saúde ou familiar. Mas os especialistas alertam que a internet não substitui o acompanhamento de um profissional de saúde no pós-parto:

- O acompanhamento se faz essencial neste período, ainda mais se for uma gravidez em meio a aspectos de vulnerabilidade, como gravidez indesejada na adolescência, pobreza, violência doméstica, e ausência do parceiro -  reforça Juliana Regina Cafer.

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Começa hoje a semana mundial do aleitamento. Confira algumas ações e participe!

01 de agosto de 2016 0

Por Elisandra Borba

Foto: Júlio Cordeiro

Foto: Júlio Cordeiro

Quem acompanha o blog sabe que uma das nossas bandeiras é o aleitamento materno. Os benefícios são inúmeros. Amamentar é bom para a mãe e para o bebê. E para destacar isto, o dia 1º de agosto é considerado o Dia Mundial da Amamentação. Durante toda a semana é também realizada a semana do aleitamento. São várias ações realizadas por diversos órgãos.

Em Porto Alegre, por exemplo, tem iluminação cênica do Monumento ao Expedicionário. No Ministério Público serão realizados três eventos:

-No dia 04 de agosto, das 8h30 às 17h, haverá o “Mini-Curso: Noções Básicas de Manejo Clínico em Amamentação e Alimentação Complementar Saudável na Atenção Básica” promovido em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, em comemoração ao Dia Municipal do Aleitamento Materno. As inscrições podem ser realizadas através do Link: http://bit.ly/SMAM2016-Minicurso

-No dia 05 de agosto, das 8h30 às 17h, estão programados o VIII Seminário Estadual da Semana Mundial da Amamentação e o III Seminário Estadual da Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil.

*A taxa de inscrição é isenta para todos os participantes. Em contrapartida, a organização solicita doação de roupas infantis e material de higiene infantil no momento do credenciamento. Informações aqui.

Durante toda a semana, a esquete teatral Falar de mãe é falar de amor será levada a serviços de saúde, para enfatizar à população e aos profissionais da saúde a importância da amamentação para o bem-estar do bebê e da mãe. A esquete apresenta uma jovem grávida que tem uma série de dúvidas e receios quanto a amamentar o filho, se o bico do seio vai rachar, se o seio pode ter algum prejuízo estético ou, caso a criança engasgue, o que fazer. As dúvidas vão sendo esclarecidas com humor pela sogra e pelo sogro, que tem bastante experiência, mas também pelo jovem marido que traz várias informações do posto de saúde.

No próximo sábado (06), às 10h da manhã, as mães vão se reunir no Parcão, em frente ao moinho, para o já tradicional Hora do Mamaço. A iniciativa é dos consultores internacionais em aleitamento materno Rosane Baldissera e Roberto Issler.

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Evento esclarece dúvidas sobre amamentação e introdução alimentar

22 de maio de 2016 0

Por Milena Schoeller

Foto: Valdecir Galor / divulgação Prefeitura de Curitiba

Na terça-feira (24), Porto Alegre recebe a primeira edição da Mostra Mommys and Babys. É um evento para promover encontros entre mães para troca de experiências e informações, e ainda promover brincadeiras entre mães e filhos. No local, haverá demonstração de produtos e novidades para bebês e crianças de até 3 anos.

A Mostra acontece das 10h às 19h, na casa de eventos Loft 313 – lugar de brincar (Rua Líbero Badaró, 313, Poa). Entre as atrações, um bate papo sobre amamentação e introdução alimentar com a Nutricionista e Consultora Internacional em Amamentação Rosane Baldissera, e as Nutricionistas Materno Infantil Ana Carolina Terrazzan e Mariana Lopes Brito, que acontece das 17h às 18h.

O evento é aberto ao público, bastando levar 1 kg de alimento não perecível ou um agasalho.

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Pai é "convidado a se retirar" de fraldário em shopping no Rio de Janeiro

05 de maio de 2016 18

Por Marcela Panke

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O pai dos gêmeos Diana e Danilo, de cinco meses, foi “convidado a se retirar” de um fraldário do BarraShopping do Rio de Janeiro. Diego Braga da Silva, de 30 anos, acalmava um dos bebês, que tem refluxo e chorava após a mamada, quando outra mulher chegou ao local para amamentar o seu filho. Uma funcionária do shopping disse para Diego: “O Senhor vai ter que se retirar”.

A mãe dos gêmeos, Agatha Cristina Barbosa, de 29 anos, fez um desabafo, indignada, no Facebook. No relato, Agatha disse que a mulher que chegou ao fraldário para amamentar o seu filho não demonstrou constrangimento pela presença de Diego.

“A outra mãe não se mostrou incomodada. Temos DUAS crianças, Diana estava chorando, Danilo ainda estava golfando, a abordagem foi constrangedora e imperativa, ao reclamarmos na saída a funcionária foi arrogante e citou sem puder uma suposta lei dizendo que as mães também não podem amamentar onde quiserem (achei que fosse ao contrário) e devo estar desatualizada…”

A Agatha não está desatualizada, não. Já esclarecemos aqui no blog que a amamentação em público é protegida por lei e que não há nenhuma norma no Brasil que limite a prática ou puna as mães que desejarem amamentar os filhos em espaços públicos.

Reprodução

Reprodução

O casal acabou se retirando do fraldário, mas antes de ir para casa, procurou a administração do espaço para registrar uma reclamação. No entanto, o funcionário que atendeu os dois não soube indicar quem poderia receber a queixa. Agatha e Diego estão pensando em entrar na justiça contra o shopping.

Em nota, o estabelecimento lamentou o ocorrido e prometeu orientar melhor os funcionários.

Confira a nota:

“A administração do BarraShopping lamenta o ocorrido. Após esclarecer alguns pontos do episódio, o shopping afirma que deveria ter sido mais flexível na situação desta família. Sendo assim, vai reorientar seus funcionários para que situações como esta não voltem a ocorrer.

A administração informa ainda que possui dois Espaços Família. Em um deles, localizado no nível Lagoa entre as portarias K e L, a área de amamentação é coletiva e destinada exclusivamente para mães e bebês. O outro Espaço Família, localizado na área da expansão, oferece duas salas de amamentação para mães que quiserem amamentar na presença de acompanhantes. Dessa forma, o BarraShopping oferece alternativas, tanto para as mães que querem amamentar de forma reservada, quanto para mães que preferem a participação dos pais ou de outras pessoas.”

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