Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "educação"

Aluno deficiente agredido em escola será indenizado pelo Estado

22 de setembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Para a Justiça, Estado foi omisso Foto: meramente ilustrativa/Arquivo TJRS

Para a Justiça, Estado foi omisso
Foto: ilustrativa/Arquivo TJRS

Um estudante da Escola Estadual Irmã Branca, em Lajeado, conseguiu reparação na justiça por agressões físicas e psicológicas que sofreu dentro do colégio. O Estado terá de pagar R$ 1.695 por danos materiais e R$ 8 mil por danos morais. Os valores serão corrigidos.

Nos anos de 2011 e 2012, quando cursava o ensino fundamental, o garoto sofreu ações violentas por parte de colegas de classe sem a intervenção dos responsáveis pela escola. Ele usa uma prótese na perna direita e contou que foi empurrado por outros alunos em várias oportunidades. Em uma das vezes, durante o intervalo das aulas, foi agredido por três colegas. Além de ferimentos na cabeça e um dente quebrado, a prótese foi danificada. Segundo o depoimento, ele também foi chamado de diversos apelidos depreciativos sem que ninguém fizesse nada.

Após ser condenado no primeiro julgamento, o Estado recorreu, negando que tivesse sido omisso. O Tribunal de Justiça não aceitou o argumento.

Leia mais:

Estado terá de indenizar família de menino morto em acidente na escola

 

Você sabe por que o Príncipe William sempre se abaixa para falar com o filho?

31 de agosto de 2016 12

Conheça o método de educação utilizado na família real britânica

Por Milena Schoeller

Reprodução Youtube

Reprodução YouTube

Já tinha me chamado a atenção que na maior parte das fotos de momentos da família real britânica, o Príncipe William aparece agachado, ao falar com o filho, o fofo Príncipe George. Há, inclusive, um vídeo, assistido milhares de vezes e difundido pelas redes sociais, onde a Rainha Elizabeth chama a atenção do príncipe, que está agachado falando com o filho, nas comemorações dos 90 anos da monarca, em junho: “Stand up, William” (Fique de pé, William).

Nesta semana, uma reportagem do jornal europeu El País explica os motivos: se trata de um método de educação. É a Escuta Ativa. O blog conversou com especialistas para explicar aos nossos leitores do que se trata, quais as vantagens, e dar dicas para quem quer aplicar as técnicas.

A psicóloga Débora Fava, especialista em comportamento infantil, explica que a escuta ativa não é simplesmente uma técnica. É, na verdade, um conceito que envolve uma comunicação bidirecional com crianças:

- Na prática, implica em manter uma postura corporal condizente com a situação, adequar a altura do interlocutor à altura da criança, usar um tom de voz claro, e investir em conteúdos da fala relevantes, positivos e instrutivos. A Escuta Ativa promove o bom vínculo da criança com o adulto. Ela é capaz de se sentir entendida e merecedora de uma atenção positiva. Esses e outros aspectos ajudam a criança a desenvolver maior autoconfiança, disciplina e melhor autoestima.

O médico do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Renato Santos Coelho, reforça que o método faz com que pais e filhos fiquem mais conectados:

- Temos dois ouvidos para escutarmos, mais do que falarmos, para estar realmente conectado ao outro quando este fala. A nossa conduta é o modelo para eles, muito mais do que apenas o diálogo, mas é um bom começo iniciar pela escuta. Quando o Príncipe se agacha para falar com o filho é isto, termina a posição que o põe em condição inferiorizada, e valoriza o que o filho perguntou, valoriza o diálogo.

O pediatra também ressalta que o método ajuda para que a criança aprenda a ouvir. E é sempre importante explicar tudo aos pequenos, mesmo para os bebês:

- Eu falo, por exemplo, com os bebês durante o exame físico, dizendo a eles o que eu vou fazer, porque tenho a convicção que ele me entende, não na semântica, mas no significado.

A psicóloga Débora Fava explica que não é necessário que os pais estejam 100% do tempo disponíveis a ouvir a criança, mas que sejam capazes de informar isso a elas como por exemplo “eu quero muito conversar sobre isso que você precisa falar comigo, assim que eu terminar de responder esses e-mails de trabalho, eu poderei te ouvir”.

CURTA NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

SIGA O FRALDA CHEIA NO TWITTER

SIGA DICAS DE MÃE NO INSTAGRAM

Leia Também

Aos dois anos, príncipe George vira selo postal pela primeira vez

Princesa Charlotte completa um ano

Como dividir a atenção entre os filhos!

Castigo para criança pequena? Saiba quando é válido

Como lidar com as birras do seu filho

Meu filho não sabe dividir!

Supremo mantém lei que obriga escolas privadas a receberem deficientes

09 de junho de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

17679780

Escolas privadas vão ter de se adaptar, assim como as públicas já fizeram Foto: Betina Humeres / Agencia RBS

O Supremo Tribunal Federal negou o pedido da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino, que pretendia derrubar a obrigação de as escolas privadas se adaptarem para receber pessoas com deficiência no ensino regular. Com isso, as instituições não poderão cobrar mais nas mensalidades e matrículas desses alunos.

As regras foram aprovadas no ano passado pelo Congresso no Estatuto da Pessoa com Deficiência e virou lei, que entrou em vigor, na prática, em janeiro deste ano.

O primeiro dia na escola grande!

28 de março de 2016 0

Como ajudar os pequenos na adaptação no Ensino Fundamental.

Por Milena Schoeller

Foto: Omar Freitas / Agencia RBS

Foto: Omar Freitas / Agencia RBS

Meu filho mais velho está no Primeiro Ano do Ensino Fundamental. Em uma escola grande pela primeira vez. O Antônio é um guri super sociável, conversa com todos, faz amizade com facilidade, super disposto a brincar e conversar, mesmo com quem ele não conhece. Achei que tiraria de letra os primeiros dias na escola grande, com colegas diferentes, uma rotina desconhecida, professor diferente, e novas responsabilidades. Mas ele me surpreendeu ao contar, um mês após o início das aulas, que o primeiro dia na escola tinha sido o pior da vida dele. E que mesmo agora, ainda tinha dificuldades pra brincar na hora do recreio.
Especialistas reforçam que o primeiro ano do Ensino Fundamental representa uma mudança e uma marca no desenvolvimento infantil. O primeiro ano tem como característica uma rotina mais estruturada, com horários definidos, recreio com tempo reduzido, aulas especiais, e temas de casa sistemáticos. Além do cuidado com os próprios pertences, já que na educação infantil os educadores ainda ajudam a cuidar, e em muitas escolas, o material fica na própria sala de aula. No primeiro ano, esta responsabilidade é toda do estudante. Quase tudo é diferente para o aluno. E, por isso, maior autonomia  e comprometimento são necessários.

A Orientadora Educacional do Colégio Província de São Pedro, Márcia Dimer, e a Psicóloga da escola, Caroline Brandalise, reuniram uma série de dicas aos pais, a pedido do Blog Fralda Cheia. Acompanhe a seguir.

Dicas para uma adaptação bem sucedida:
- A adaptação começa já nos primeiros contatos com a escola: no momento da visita, da entrevista com a família, na compra do material escolar, e do uniforme.
- Conversar com a criança sobre os motivos da entrada ou da troca de escola: valorizar o papel da escola, dizendo que será um espaço de aquisição de conhecimentos, de desenvolvimento de habilidades e de socialização com novos amigos.
- No momento de deixar a criança na escola, é importante estimular que ela entre caminhando, para evitar que fique com a sensação de estar sendo tirada do colo dos pais. Nessa hora, os pais devem ficar atentos para que a despedida seja breve e tranquila.
- Uma boa dica para que as crianças não fiquem ansiosas é conversar sobre a rotina. Dizer que haverá atividades, aula especial, pátio, lanche, e que, depois de determinada atividade, os pais irão buscar. Dessa forma, as crianças ficam mais seguras, pois conseguem fazer uma previsão dos acontecimentos e ter a certeza de que irão buscá-las. Às vezes os pais dizem: “depois te busco”, “no fim da tarde venho te buscar”, o que fica muito subjetivo e pode aumentar a ansiedade das crianças.
- A rotina é um instrumento construtivo que estrutura a independência e autonomia. Por isso, é fundamental que a família leve a criança para a escola, mesmo que ela chore ou fique pouco tempo. Depois de finais de semana e feriados, é possível que ocorra resistência para permanecer na escola.
- Se houver momentos de ambivalência e resistência para entrar, os pais devem ser firmes sobre a escolha e estimular que a criança fique. Talvez sejam necessárias combinações para que os pais fiquem na escola aguardando. Não devem sair escondidos, pois é muito importante que ocorra a despedida.

Cada criança reage de uma maneira e são vários os sinais que podem indicar a dificuldade de adaptação escolar, entre eles:
- Dificuldade para sair de casa para ir para a escola. Choro e reclamações, desde o momento de vestir-se com o uniforme escolar e organizar a mochila, até a entrada na escola.
- Choro e resistência para entrar na sala de aula.
- Necessidade da permanência de um familiar por tempo maior que o previsto.
- Adoecimentos frequentes e relatos de dores no corpo (barriga, cabeça).
- Demonstração de irritação ou apatia na relação com colegas e professoras.
- Dificuldade para integrar-se com colegas.

Quando forem observadas dificuldades de adaptação, a família e a escola podem criar estratégias para possibilitar que a adaptação seja bem sucedida. Essas combinações são personalizadas, dependendo dos sinais que o aluno está apresentando. Sugestões como permanência da criança na escola por tempo reduzido, troca de turma, ou orientações sobre a entrada na sala de aula são comuns.

O blog também ouviu o Pediatra do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Renato Santos Coelho, que orienta os pais a ficarem atentos a sintomas de ansiedade, e descreve formas para ajudar os pequenos:

Quais sinais os pais devem ficar atentos nesta época de adaptação a uma escola grande, como identificar que a criança está com dificuldade?
Nas primeiras semanas é esperado que cheguem mais cansados, talvez necessitem deitar, e até dormir um pouco após a aula. É possível também terem alguns sintomas relacionados a um nível de estresse maior, como irritabilidade, cefaléia, dor abdominal, insônia, ou sono muito agitado, bem como apresentarem recusa em seguir indo pra escola. Os pais devem ficar atentos também para sintomas como sudorese excessiva, choros difíceis de aliviar, e taquicardia, o que denota uma ansiedade aguda. Os sintomas mais leves duram apenas duas semanas ou menos, o que seria um período de adaptação.
As crianças que saem de casa pela primeira vez podem estranhar um pouco mais em relação àquelas que já vêm de uma pré-escola, mas mesmo assim o “colégio dos grandes” sempre é um desafio novo para qualquer criança, tanto que é difícil um adulto não lembrar desta fase da vida.

E como agir se a criança está com dificuldade de adaptação?
Os pais devem conversar com a criança sobre isto, falando sobre o medo dela, apoiando o filho, e não criticando. Também não devem julgar condutas, ou comparar com outras crianças. Os pais devem colocar-se no lugar das crianças. Em casos mais intensos, deve ser procurado o auxilio de um pediatra.

Como ensinar a criança a lidar com a responsabilidade maior?
Tentar fazer uma rotina de forma que a criança consiga descansar e dormir, diminuindo as atividades extras em demasia. Auxiliá-la a ter um horário de estudo, com espaço apropriado, lembretes (uso de alarmes no celular ou num mural) e participar das tarefas (não fazer por eles). Fazer um checklist dos materiais escolares para auxiliá-la a não esquecer, tanto para ir, quanto para voltar da escola. Os pais devem tolerar os esquecimentos, não serem tão exigentes.

E o que os pais podem pedir aos professores neste período de adaptação?
Que fiquem atentos ao comportamento das crianças, para que possa informar como está indo esta fase de adaptação.

Leia Também

Lista de Material Escolar: saiba o que pode ser pedido pelas escolas

Confira o preço da mensalidade nas principais escolas particulares de Porto Alegre

Hora do Conto: momento fundamental para o desenvolvimento das crianças

Projeto quer punir pais que não participam de reuniões nas escolas

Sociedade de Pediatria do RS orienta que pais não proíbam acesso a tecnologias

Tire suas principais dúvidas sobre transporte escolar

26 de fevereiro de 2016 0
Foto: Pena Filho / Agencia RBS

Foto: Pena Filho / Agencia RBS

* por Lucas Abati

No início do ano letivo, o transporte escolar é uma das maiores preocupações dos pais. Saber se o transportador é capacitado e o veículo está em dia com a prefeitura pode tranquilizar neste momento. Também existe uma tabela estadual para cobrança do serviço.

Em Porto Alegre, são 619 veículos entre kombis, microonibus e ônibus que transportam mais de 15 mil estudantes. Do total, 123 contam com ar-condicionado.

O Blog Fralda Cheia consultou a EPTC e o Sindicato dos Transportadores para esclarecer as principais dúvidas.

Como funciona a cobrança?

O valor é cobrado de acordo com a distância entre a casa do aluno e a escola, somando ida e volta. De um a 20 quilômetros, são 12 parcelas de R$ 417,13. A cobrança também pode ser realizada em 10 parcelas. Veja a tabela completa.

Cinto é obrigatório?

O cinto de segurança é de uso obrigatório

Como está a questão das cadeirinhas e assentos de elevação?

A exigência dos equipamentos será obrigatória a partir de 1º de fevereiro de 2017. A partir da data, até um ano de idade, as crianças devem ser transportadas em bebê conforto. Do um aos quatro anos, em cadeirinha, e, dos quatro aos sete, usar assento de elevação.

A resolução do Contran que obriga o uso das cadeirinhas causou polêmica entre os transportadores, que foram resistentes ao uso dos equipamentos de segurança.

Como saber se o transportador e veículo estão credenciados?

Em Porto Alegre, a EPTC é o órgão responsável pelo credenciamento e fiscalização dos transportadores. Os pais podem entrar no site da EPTC e consultar através do prefixo do veículo. A pesquisa retorna o nome do responsável, bem como os telefones para contato.

Como denunciar irregularidades?

A denúncia deve ocorrer pelo número 118 da EPTC, em Porto Alegre. Nas outras regiões, a denúncia pode ocorrer através do próprio Sindicato: 51.3334 9063

Lei contra o bullying entra em vigor daqui a dez dias

29 de janeiro de 2016 0

Por Giane Guerra

Foto: Pena Filho / Agencia RBS.

Foto: Pena Filho / Agencia RBS.

Passando os 90 dias de publicação, entra em vigor no dia 9 de fevereiro a Lei de Combate ao Bullying. Oficialmente, foi chamado de Programa de Combate à Intimidação Sistemática.

O texto caracteriza as situações de agressão física, psicológica e moral que podem ser consideradas bullying. Também estabelece regras para definir casos de intimidação praticados por meio da internet, mais conhecido de cyberbullying.

A lei considera bullying todo o ato de violência física ou psicológica:

- intencional
- repetitivo
- sem motivação evidente
- praticado por indivíduo ou grupo
- contra uma ou mais pessoas
- para intimidar ou agredir
- que cause dor e angústia à vítima
- gere uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas

Que não se enganem, o Sindicato dos Professores do Ensino Privado alerta que o problema existe nas escolas privadas também – e bastante! O objetivo é responsabilizar e mudar o comportamento hostil, segundo a diretora do Sinpro/RS, Cecília Farias.

- A nova lei fixa que é dever do estabelecimento de ensino, dos clubes e das agremiações recreativas assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate ao bullying.

Para Alessandra Borelli, do Conselho de Educação Digital da FecomércioSP, com frequência, o bullying aparece mascarado de “brincadeira”. Fica mais difícil identificar.

- Contudo, agora, esse ponto já está contemplado pela nova lei. Essa ressalva da legislação auxilia principalmente a vítima, que não ficará constrangida ao contar a seus pais e educadores que não gostou da “brincadeira”, o que poderá romper com umas das grandes barreiras do bullying: o silêncio.

Cyberbullying

Neste caso, o bullying é feito pela internet. A rede é usada para depreciar, incitar a violência, adulterar fotos e dados pessoais com criar constrangimento. Apesar da segurança aparente do anonimato, o Marco Civil da Internet permite a identificação dos agressores da internet para que seja punidos.

Punição

A lei não determina expressamente a fiscalização das instituições de ensino e nem prevê sanções. Só que o Conselho de Educação Digital da FecomércioSP alerta que a omissão ou negligência em casos de bullying podem resultar em responsabilização civil.

- Apesar de a lei privilegiar o diálogo, não revoga qualquer outra norma vigente, tais como o Código Civil, que garante ao ofendido o direito de ingressar com ação indenizatória contra o agressor, e o Código Penal, que, a depender da situação, pode tipificar a intimidação sistemática, como crimes de ameaça, calúnia, injúria e difamação. – complementa Alessandra Borelli.

 

Leia mais posts de Giane Guerra:

Paladar infantil – Tudo começa ainda na gestação

Ursinho personalizado a partir de US$ 50

Leitora pergunta qual taxa média cobrada em planos de previdência

Dinheiro para os filhos – Como juntar R$ 85 mil em 20 anos

Mensalidade varia 89% nas melhores escolas de Porto Alegre pelo Enem

Chocalhaço: Mães organizam protesto por segurança em Porto Alegre

Bebê gordo não é sinônimo de saúde

Roubos de carro crescem – Dicas para proteger as crianças

Como reforçar a imunidade das crianças

Da desconfiança ao desmaio: como pais reagem à gravidez de gêmeos

Frase Fralda Cheia: “Coitadinho! Doces e guloseimas fazem parte da infância.”

Negada indenização por gravidez após vasectomia

Bendita diabete gestacional

Nova loja Amamãe já tem data de inauguração

Preço do material escolar sobe acima da inflação em Porto Alegre

Experiência pessoal: Volta ao trabalho, mantendo a amamentação e sem tirar leite

Pais perguntam: Esterilizador de ar funciona mesmo?

Frio provoca soluço sim

“Reação da mãe evitou que roubassem o bebê”. Consultor dá dicas para segurança de crianças.

10 temas para tratar na consulta com o pediatra ainda no pré-natal

Cresce venda de roupa com proteção solar. Saiba como funciona e como comprar.

 

 

Mensalidade varia 89% nas melhores escolas de Porto Alegre pelo Enem

25 de janeiro de 2016 0

Por Giane Guerra

Foto: Piero Ragazzi / Agencia RBS.

Foto: Piero Ragazzi / Agencia RBS.

A mensalidade para 2016 quase bate R$ 2 mil em uma das melhores escolas privadas de Porto Alegre pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2014). Blog Acerto de Conta$ e Rádio Gaúcha pesquisaram valores nas primeiras colocadas. Comparando a mensalidade mais baixa e a mais alta, a diferença chega a 89% no Ensino Médio.

Aproveitamos e pesquisamos também os valores para o Ensino Fundamental. Neste caso, a diferença é ainda maior: 95%.

Quer saber os valores das mensalidades? Confira o resultado completo da pesquisa no blog Acerto de Conta$:

Mensalidade varia 89% nas melhores escolas de Porto Alegre pelo Enem

Leia mais posts de Giane Guerra:

Dinheiro para os filhos – Como juntar R$ 85 mil em 20 anos

Chocalhaço: Mães organizam protesto por segurança em Porto Alegre

Bebê gordo não é sinônimo de saúde

Roubos de carro crescem – Dicas para proteger as crianças

Como reforçar a imunidade das crianças

Da desconfiança ao desmaio: como pais reagem à gravidez de gêmeos

Frase Fralda Cheia: “Coitadinho! Doces e guloseimas fazem parte da infância.”

Negada indenização por gravidez após vasectomia

Bendita diabete gestacional

Nova loja Amamãe já tem data de inauguração

Preço do material escolar sobe acima da inflação em Porto Alegre

Experiência pessoal: Volta ao trabalho, mantendo a amamentação e sem tirar leite

Pais perguntam: Esterilizador de ar funciona mesmo?

Frio provoca soluço sim

“Reação da mãe evitou que roubassem o bebê”. Consultor dá dicas para segurança de crianças.

10 temas para tratar na consulta com o pediatra ainda no pré-natal

Cresce venda de roupa com proteção solar. Saiba como funciona e como comprar.

 

 

Preço do material escolar sobe acima da inflação em Porto Alegre

11 de janeiro de 2016 0
Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS.

Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS.

Por Giane Guerra

Bolso preparado, pais? O material escolar ficou, em média, 13% mais caro neste ano. O Sindicato dos Lojistas de Porto Alegre fez a pesquisa e explica que muitos itens são importados. Ou seja, o dólar alto tem impacto nestes produtos.

Onde está o maior impacto: mochilas, estojos, papel branco e cadernos. A notícia com mais detalhes está publicada no meu blog, o Acerto de Conta$Preço do material escolar sobe acima da inflação em Porto Alegre

Dicas vapt-vupt:

- Pesquise na internet. Vá nos sites Zoom e Google Shopping, por exemplo. Ainda dá tempo de entregar.

- Dê um pulo nos atacados.

- Junte-se com outros pais e tentem comprar em maior quantidade. Mais fácil de barganhar um desconto.

===

Leia mais postagens da Giane Guerra:

Experiência pessoal: Volta ao trabalho, mantendo a amamentação e sem tirar leite

Pais perguntam: Esterilizador de ar funciona mesmo?

Frio provoca soluço sim

“Reação da mãe evitou que roubassem o bebê”. Consultor dá dicas para segurança de crianças.

10 temas para tratar na consulta com o pediatra ainda no pré-natal

Cresce venda de roupa com proteção solar. Saiba como funciona e como comprar.

Como reforçar a imunidade das crianças

 

 

 

Sociedade de Pediatria do RS orienta que pais não proíbam acesso a tecnologias

05 de novembro de 2015 1
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS

Foto: Lauro Alves / Agencia RBS

Por Milena Schoeller

Deixar ou não deixar os filhos utilizarem tablets, computadores e smartphones? Limitar o uso ou deixar livre? E com qual idade começa o uso? Estas são dúvidas que os pais normalmente levantam. A tecnologia já faz parte da nossa rotina, e não temos mais como deixar os pequenos de fora. Neste sentido, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) divulgou nesta quinta-feira (05) uma série de orientações aos pais. A entidade aconselha que os pais “eduquem os filhos ciberneticamente, e não fujam das novas tecnologias”.

Segundo as orientações, para que o uso da internet não vire dor de cabeça, o ideal é que os pais:

- Conheçam as tecnologias que os filhos utilizam.

- Demonstrem interesse nas atividades do filho na internet.

- Deem exemplo de bom uso na internet e nas redes sociais.

- Estimulem a convivência com a família.

- Estimulem que o horário de dormir seja respeitado.

A presidente da SPRS, Patrícia Lago, afirma que não existe idade para usar os dispositivos. Mas os pais devem ficar atentos: a tecnologia não pode substituir as brincadeiras normais, nem o contato com outras crianças e com a família. A criança precisa exercitar a imaginação para se desenvolver.

Em relação a quantidade de tempo de utilização, a presidente explica que “não há uma regra, mas não adianta os pais restringirem se eles passam todo tempo livre conectados. Crianças precisam de atenção para se desenvolverem adequadamente”.

Conforme a psicóloga terapeuta cognitiva e comportamental, Juliana Potter, a tentativa de afastar a internet dos filhos não é aconselhável. O ideal é ensinar aos pequenos como utilizar os dispositivos corretamente:

- A tecnologia não é boa ou ruim. A tecnologia é a tecnologia. O que diferencia se é algo positivo ou negativo é o uso que cada pessoa faz das novidades tecnológicas. Os filhos necessitam ser educados desde pequenos de como se comportar e agir na internet. Proibir é impossível e ineficaz, pois ninguém vive totalmente sem a tecnologia. -  explica a psicóloga.

Com o tempo, as crianças começam a ficar mais atentas aos jogos na internet. Pois neste sentido, a psicóloga desmistifica o medo dos adultos de que os filhos fiquem violentos, devido aos jogos:

- Meu filho vai ficar violento com os jogos? Não, não vai. Muitos estudos já mostraram que apenas o jogo não faz ninguém ficar bom ou ruim. A violência tem muito mais a ver com a educação. – ressalta Juliana Potter.

A diretora científica da Sociedade de Pediatria, Helena Müller, relata que os pais necessitam se aproximar dos filhos para saber o que fazem na internet. Não vigiar, mas entender como se dá o uso pelos pequenos:

- Os pais precisam se aproximar dos filhos. A tecnologia faz parte da vida de todo mundo. Os jovens têm que ter privacidade, mas os pais têm que saber e perguntar. – orienta a médica.

Leia Também:

Pesquisa mostra que mães passam pouco tempo com os filhos

Mães acham que filhos são discriminados por não terem produtos da moda

Meu filho não sabe dividir!

Meninos não batem em meninas

26 de agosto de 2015 0

Por Elisandra Borba

Foto: Rodrigo Philipps

Foto: Rodrigo Philipps

Trocar fraldas, ensinar a caminhar, alimentar, ficar acordado durante a noite socorrendo das cólicas. Nada é mais desafiador e difícil que educar. Confesso que tenho medo. Tenho medo de errar, de não me fazer entender, de não mostrar da forma certa o que é certo e errado. Tem tanta coisa ruim no mundo, tanta gente ruim. Será que todas elas tem em comum mães ou pais negligentes ou permissivos demais? Acredito muito na individualidade de cada ser. Claro que exemplo e carinho são fundamentais para ensinar um filho, mas quando eles querem seguir por um caminho errado, será que temos ingerência sobre isso? Só vivendo para saber.

Por hoje vamos acreditar no exemplo, orientação e carinho. Este vídeo me fez refletir sobre o assunto, pois as crianças são puras de essência. Em alguma etapa da vida a condição se transforma. Veja o que os meninos acham da violência contra as mulheres: