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Posts com a tag "gestação"

Gestante tem surpresa ao ter gêmeo em ambulância do Samu em Passo Fundo

13 de março de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

A mãe não sabia que estava grávida de gêmeos   Divulgação/Samu

A mãe não sabia que estava grávida de gêmeos Divulgação/Samu

A segunda-feria começou diferente para o pessoal do Samu de Passo Fundo. Pouco depois do amanhecer a equipe foi chamada para atender uma mulher de 31 anos que estava em trabalho de parto. Quando chegaram ao endereço, os socorristas a encontraram já com um bebê.

Os dois receberam os primeiros socorros e foram levados pelo Samu para o Hospital da Cidade. No caminho, ela começou a ter novas contrações. A técnica em enfermagem, Luci Santos, perguntou se ela estava grávida de gêmeos, mas a mulher não sabia. Ela não havia realizado pré-natal.

Quando os socorristas pararam a ambulância na porta do hospital, nasceu o segundo menino. Os enfermeiros da emergência e a médica pediátrica auxiliaram no parto dentro do veículo.

Devido o peso das crianças e o tempo gestacional, os dois bebês foram encaminhados para o CTI Neonatal. A mãe e os meninos estão bem.

Quem nos trouxe a história foi o repórter Lucas Cidade, da Rádio Uirapuru, da rede Gaúcha Sat.

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Grávidas podem tomar vacina contra a febre amarela?

07 de março de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

 

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS

A recomendação de especialistas é de evitar a vacina e também ir a regiões endêmicas. No entanto, se a viagem a esses lugares for inevitável, a gestante deve tomar a vacina, devido ao risco significante de a febre amarela levar à morte.

A vacina é preparada a partir de um vírus vivo, atenuado. A febre amarela é uma doença infecciosa severa com alta morbidade e mortalidade. O risco da vacina para a saúde embrio-fetal é desconhecido. Por isso, o American College of Obstetricians and Gynecologists classifica a imunização como contra-indicada na gestação, exceto se a exposição da gestante em áreas endêmicas é inevitável.

Um estudo realizado no Brasil em 2007, avaliando 304 recém-nascidos de mães que receberam a vacina da febre amarela na gravidez, concluiu que a imunização com a vacina para febre amarela não aumenta o risco de malformações maiores.

As informações são do site gravidez-segura.org , mantido pelo Sistema Nacional de Informação sobre Agentes Teratogênicos,  projeto de extensão do Departamento de Genética e do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Antes de tomar uma decisão, discuta os prós e contras com seu obstetra.

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Não há perigo em comer durante o trabalho de parto

13 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Não é preciso passar fome quando está dando à luz Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Não é preciso passar fome quando está dando à luz
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Quem já teve filho ou está perto de ter um deve ter ouvido a recomendação para ir ao hospital em jejum, se possível, na hora do parto. Isso pode virar passado. Um novo estudo está mostrando que a proibição de mulheres em trabalho de parto se alimentarem ou beberem pode ser abandonada. Mas nada de ‘comer um boi’ antes de ir para o hospital, viu?

De acordo com um dos autores da revisão publicada na revista “Obstetrics and Gynecology”, Vincenzo Berghella, da Universidade Thomas Jefferson, na Filadélfia, Estados Unidos, a análise mostrou que mulheres que puderam comer antes de dar à luz tiveram um trabalho de parto mais curto (em média 16 minutos) do que aquelas que ficaram restritas a gelo e água. O estudo, porém, não pode provar que a comida fez com que a mulher desse à luz antes.

De acordo com reportagem da agência de notícias Reuters, a preocupação com o assunto surgiu na década de 1940, quando um estudo concluiu que mulheres que davam à luz sob anestesia geral tinham risco de inalar alimentos no estômago e se engasgar.

 “Se estamos bem hidratados e temos quantidade adequada de carboidrato em nosso corpo, nossos músculos funcionam melhor”, disse Berghella. O útero de uma mulher é em grande parte feito de músculo.

Hoje, o uso de anestesia geral durante o parto é muito menos comum, mas as diretrizes ainda recomendam evitar alimentos sólidos durante o parto, segundo os pesquisadores.

Além de observar  a reação de mulheres que puderam comer durante o parto e aquelas que não ingeriram alimentos, foram analisados 10 estudos que, juntos, observaram 3.982 gestantes dando à luz, nenhuma delas com risco de cesariana.

As mulheres com dietas menos restritivas não tiveram maior risco de outras complicações, incluindo vômitos ou asfixia, durante o uso da anestesia geral.

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Belly Cast: a barriga da gestante eternizada em gesso

01 de fevereiro de 2017 1

Por Elisandra Borba

Divulgação

Divulgação

Ao término da gravidez, é muito comum ouvir as mães dizendo que sentirão falta da barriga. Pensando nisso, a nova moda entre as mães é eternizar este momento transformando a barriga em uma escultura de gesso. Vi alguns vídeos na internet de casos fora do Brasil. Por aqui ainda não vi, então, não sei se a moda já chegou.

Os moldes são feitos normalmente no fim do terceiro trimestre da gravidez, mas podem ser feitos em série ao longo da gestação. A pele é preparada com um revestimento de vaselina ou um lubrificante semelhante e são colocadas tiras de gaze de gesso molhadas sobre o abdômen para fazer o molde. Demora em média meia hora para secar (tem produtos mais rápidos que secam em até cinco minutos), então o molde é suavemente removido pela mãe. Em cerca de dois dias o molde seca completamente. Depois disso pode ser envernizado e decorado da forma que a mãe quiser. As decorações mais populares incluem pintura, decoupage e mosaicos.

Divulgação

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As mais acessadas da semana!

27 de janeiro de 2017 0

Todas as sextas, nós postamos pra você um resumo dos assuntos que geraram maior interesse dos nossos leitores e ouvintes na semana. Fique bem informado acompanhando o Top5 do blog Fralda Cheia.

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Foto: Reprodução Instagram

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Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

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5º Bebê nasce na Free Way

Reprodução Facebook

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Acompanhe as reportagens mais acessadas da semana passada!

Mãe de primeira viagem tem bebê de 6kg por parto normal

25 de janeiro de 2017 5

Por Sibeli Fagundes

Brian virou sensação nas redes sociais

Brian virou sensação nas redes sociais

Já imaginou dar à luz a um bebê de mais de 6kg? Nem Natashia Corrigan, de Preston, na Austrália imaginava isso quando Brian Jr nasceu nesta terça-feira (24) no Mercy Hospital, em Melbourne. O menino nasceu com 6,07kg e 57 centímetros.

 
Em uma entrevista ao 7 News , Natashia afirmou que estava esperando por um bebê pequeno e gordo, mas o tamanho dele a surpreendeu e ela postou as imagens nas mídias sociais para expressar a alegria.

 
Disse que ela e o parceiro, Brian Liddle, ficaram chocados com o tamanho do garoto, nascido com quase 41 semanas por parto normal. E é o primeiro filho do casal.

 
Natashia conta que a equipe do hospital e o marido a ajudaram. “… ele era tão grande, era um pouco difícil tirá-lo para fora, e eles tinham que conseguir alguns funcionários extras para entrar e ajudar”.

STF decide que aborto no primeiro trimestre não é crime

29 de novembro de 2016 0

Sibeli Fagundes

Outros tribunais podem seguir mesmo entendimento

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal  decidiu hoje (29) que o aborto no primeiro trimestre da gravidez não é crime. Seguindo voto do ministro Luís Roberto Barroso, o colegiado entendeu que são inconstitucionais os artigos do Código Penal que criminalizam a prática. O entendimento, no entanto, vale apenas para um caso concreto, com origem no Rio de Janeiro.

A decisão foi tomada com base no voto do ministro Luís Roberto Barroso. Para o ministro, a criminalização do aborto nos três primeiros meses da gestação viola os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, o direito à autonomia de fazer suas escolhas e o direito à integridade física e psíquica.

O caso julgado tratava da revogação de prisão de cinco pessoas em uma operação da polícia do Rio de Janeiro em uma clínica clandestina em Duque de Caxias, entre elas médicos e funcionários. Embora a decisão tenha sido tomada em um processo específico, outros tribunais poderão adotar o mesmo entendimento.

Agora é lei: advogadas que têm filhos podem pedir suspensão de prazos processuais

28 de novembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

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Fóruns terão de ter local para amamentação Foto: Felipe Carneiro Agência RBS

O presidente Michel Temer sancionou a lei que garante a suspensão de prazos processuais por 30 dias para advogadas que tiverem filhos. O texto, que altera o Código de Processo Civil, abrange também casos de adoção e traz ainda outras garantias para advogadas grávidas.
Elas serão dispensadas de passar em aparelhos de raio X e terão prioridade nas sustentações orais. Além disso, terão vagas reservadas nas garagens dos fóruns dos tribunais e acesso a creches ou a local adequado para atendimento das necessidades dos bebês.
E, no caso de um advogado se tornar pai e for o único responsável pela criança, pode também pedir a suspensão dos prazos oito dias. Tanto no caso de advogada, como de advogados, o benefício só é garantido se não houver nenhum outro colega responsável pela ação.

A Lei 13.363 foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (28) e já entrou em vigor.

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Advogadas podem pedir suspensão de prazos processuais após o parto

24 de novembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Suspensão de prazo é válido também para adoção Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Suspensão de prazo é válido também para adoção
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

O Senado aprovou um projeto que garante a suspensão de prazos processuais por 30 dias para advogadas que tiverem filhos. A proposta que altera o Código de Processo Civil abrange também casos de adoção. O texto traz ainda outras garantias para advogadas grávidas.
Elas serão dispensadas de passar em aparelhos de raio X e terão prioridade nas sustentações orais. Além disso, terão vagas reservadas nas garagens dos fóruns dos tribunais e acesso a creches ou a local adequado para atendimento das necessidades dos bebês.
O projeto prevê também outra hipótese para suspensão do processo. Quando o advogado se tornar pai e for o único responsável pela ação. Nesse caso, o período de suspensão será de oito dias.
A matéria segue para sanção presidencial. O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia manifestou entusiasmo com a aprovação: “a suspensão dos prazos garante que as advogadas e os advogados do país possam dedicar-se também às suas famílias, sem prejuízo às causas patrocinadas por eles”.

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Servidora em licença-maternidade tem direito a receber adicional de insalubridade

06 de novembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Remuneração deve ser mantida Foto: Daniel Conzi, Agência RBS

Remuneração deve ser mantida Foto: Daniel Conzi, Agência RBS

Servidoras públicas federais que ficam expostas a agentes nocivos à saúde têm o direito de receber o adicional de insalubridade durante a licença-maternidade. O entendimento é do Tribunal Regional Federal, que confirmou sentença que deu ganho de causa a uma funcionária pública do Departamento de Odontologia da Universidade Federal de Santa Maria.

A mulher deu a luz a um menino em janeiro, mas teve o salário reduzido e entrou em contato com a direção da instituição pedindo o restabelecimento do adicional. A UFSM não atendeu à solicitação. Em março, ingressou com o processo na 3ª Vara Federal da cidade. Sustentou a legalidade do pagamento, porque o adicional de insalubridade tem natureza remuneratória. A universidade argumentou que, ao ficar afastada das operações e locais de risco, não tinha porquê continuar recebendo o benefício.

Em primeira instância, a Justiça aceitou o pedido, e a UFSM recorreu ao tribunal. O relator do caso, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Junior, destacou que o Regime Jurídico Único dos Servidores da União diz que a “remuneração é o vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei, sendo irredutível”. Logo, “exercendo a mulher atividade sujeita ao percebimento de adicional de insalubridade, faz jus ao recebimento durante a licença-gestante”.

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