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Posts com a tag "gestante"

Gestante tem surpresa ao ter gêmeo em ambulância do Samu em Passo Fundo

13 de março de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

A mãe não sabia que estava grávida de gêmeos   Divulgação/Samu

A mãe não sabia que estava grávida de gêmeos Divulgação/Samu

A segunda-feria começou diferente para o pessoal do Samu de Passo Fundo. Pouco depois do amanhecer a equipe foi chamada para atender uma mulher de 31 anos que estava em trabalho de parto. Quando chegaram ao endereço, os socorristas a encontraram já com um bebê.

Os dois receberam os primeiros socorros e foram levados pelo Samu para o Hospital da Cidade. No caminho, ela começou a ter novas contrações. A técnica em enfermagem, Luci Santos, perguntou se ela estava grávida de gêmeos, mas a mulher não sabia. Ela não havia realizado pré-natal.

Quando os socorristas pararam a ambulância na porta do hospital, nasceu o segundo menino. Os enfermeiros da emergência e a médica pediátrica auxiliaram no parto dentro do veículo.

Devido o peso das crianças e o tempo gestacional, os dois bebês foram encaminhados para o CTI Neonatal. A mãe e os meninos estão bem.

Quem nos trouxe a história foi o repórter Lucas Cidade, da Rádio Uirapuru, da rede Gaúcha Sat.

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Um ano após epidemia de zika, governo decide distribuir repelente a gestantes

17 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

 Risco a partir do terceiro trimestre de gestação é considerado insignificante

Sem repelente, risco de contrair zika vírus é maior

Um ano (!!!!)  após a epidemia de zika e o crescimento expressivo dos casos de microcefalia em recém-nascido relacionada ao vírus , o governo federal decidiu distribuir repelentes para gestantes beneficiárias do Bolsa Família em todo o Brasil. As informações são da Agência Brasil.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, a partir de março (!!!!) , mais de 484 mil gestantes do programa receberão os repelentes. Ao todo, serão distribuídos 15,9 milhões de frascos. Serão sete lotes, sendo que o último será distribuído em dezembro.

“Na primeira etapa, serão entregues quase 1 milhão de unidades. As prefeituras ficarão responsáveis por escolher a melhor forma de distribuição – ou no Centro de Referência de Assistência Social [Cras] ou na unidade de saúde”, diz nota divulgada pelo ministério.

Em 2015 e 2016 foram notificados 10,2 mil casos de crianças nascidas com alterações no crescimento e desenvolvimento relacionadas à infecção pelo vírus zika no Brasil, sendo 2,2 mil confirmados. Neste período, foram concedidos 1,9 mil Benefícios de Prestação Continuada (BPC) para pessoas com microcefalia.

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Não há perigo em comer durante o trabalho de parto

13 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Não é preciso passar fome quando está dando à luz Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Não é preciso passar fome quando está dando à luz
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Quem já teve filho ou está perto de ter um deve ter ouvido a recomendação para ir ao hospital em jejum, se possível, na hora do parto. Isso pode virar passado. Um novo estudo está mostrando que a proibição de mulheres em trabalho de parto se alimentarem ou beberem pode ser abandonada. Mas nada de ‘comer um boi’ antes de ir para o hospital, viu?

De acordo com um dos autores da revisão publicada na revista “Obstetrics and Gynecology”, Vincenzo Berghella, da Universidade Thomas Jefferson, na Filadélfia, Estados Unidos, a análise mostrou que mulheres que puderam comer antes de dar à luz tiveram um trabalho de parto mais curto (em média 16 minutos) do que aquelas que ficaram restritas a gelo e água. O estudo, porém, não pode provar que a comida fez com que a mulher desse à luz antes.

De acordo com reportagem da agência de notícias Reuters, a preocupação com o assunto surgiu na década de 1940, quando um estudo concluiu que mulheres que davam à luz sob anestesia geral tinham risco de inalar alimentos no estômago e se engasgar.

 “Se estamos bem hidratados e temos quantidade adequada de carboidrato em nosso corpo, nossos músculos funcionam melhor”, disse Berghella. O útero de uma mulher é em grande parte feito de músculo.

Hoje, o uso de anestesia geral durante o parto é muito menos comum, mas as diretrizes ainda recomendam evitar alimentos sólidos durante o parto, segundo os pesquisadores.

Além de observar  a reação de mulheres que puderam comer durante o parto e aquelas que não ingeriram alimentos, foram analisados 10 estudos que, juntos, observaram 3.982 gestantes dando à luz, nenhuma delas com risco de cesariana.

As mulheres com dietas menos restritivas não tiveram maior risco de outras complicações, incluindo vômitos ou asfixia, durante o uso da anestesia geral.

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Belly Cast: a barriga da gestante eternizada em gesso

01 de fevereiro de 2017 1

Por Elisandra Borba

Divulgação

Divulgação

Ao término da gravidez, é muito comum ouvir as mães dizendo que sentirão falta da barriga. Pensando nisso, a nova moda entre as mães é eternizar este momento transformando a barriga em uma escultura de gesso. Vi alguns vídeos na internet de casos fora do Brasil. Por aqui ainda não vi, então, não sei se a moda já chegou.

Os moldes são feitos normalmente no fim do terceiro trimestre da gravidez, mas podem ser feitos em série ao longo da gestação. A pele é preparada com um revestimento de vaselina ou um lubrificante semelhante e são colocadas tiras de gaze de gesso molhadas sobre o abdômen para fazer o molde. Demora em média meia hora para secar (tem produtos mais rápidos que secam em até cinco minutos), então o molde é suavemente removido pela mãe. Em cerca de dois dias o molde seca completamente. Depois disso pode ser envernizado e decorado da forma que a mãe quiser. As decorações mais populares incluem pintura, decoupage e mosaicos.

Divulgação

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Assista ao vídeo:

O que achou da novidade? Faria também?

Entra em vigor lei que cria Semana de Conscientização sobre Direitos das Gestantes

11 de novembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Entrou em vigor a lei que cria a “Semana Estadual de Conscientização sobre os Direitos das Gestantes” no Rio Grande do Sul. A lei foi publicada no Diário Oficial do Estado dessa quinta-feira (10).

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A autora do projeto é a deputada Manuela D’Ávila (PCdoB). O objetivo é divulgar os direitos relacionados à saúde das gestantes e dos bebês, como assistência humanizada à mulher durante a gestação, pré-parto, parto e puerpério, além dos direitos trabalhistas e sociais.

A celebração será na semana do dia 15 de agosto.

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18 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS

Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS

Quando a “boa hora” se aproxima, o coração da mamãe gestante acelera. Não sei vocês, gravidinhas leitoras do blog, mas a partir das 35 semanas eu já não dormia direito, de tanta ansiedade (ainda bem que o Nícolas nasceu com 36 semanas e 5 dias!).

Para tentar ajudar um pouco as mamães que estão prestes a conhecer os rostinhos dos seus bebês, trouxemos aqui algumas das principais dúvidas das gestantes que estão próximas do parto, respondidas pelo Ministério da Saúde. Confira:

1- Quais são os sinais do trabalho de parto?

Dias antes do parto, a mulher poderá expelir um muco amarelado pela vagina, como uma clara de ovo, com riscos de sangue: é o tampão mucoso, um sinal de que o parto está próximo. Caso venha um sangramento vermelho vivo, em grande quantidade, a orientação é seguir imediatamente para o hospital.

Perto da data do parto, a mulher poderá sentir a barriga endurecer, com contrações que não duram muito tempo. Antes de pensar em sair para o hospital, tome um banho, repouse e veja se essas contrações continuam fortes e regulares. Pode ser que ainda não seja o trabalho de parto, mas só um treino.

2 - O que fazer se a bolsa romper?

Se o rompimento da bolsa estiver acompanhado de contrações regulares, normalmente o parto evolui mais rápido, mas a bolsa também pode romper sem contrações.

Caso a bolsa rompa e o liquido for claro, a gestante pode se organizar, tomar um banho e ir ao local onde planejou ter o bebê com calma. No entanto, se a bolsa rompeu e o líquido for meio esverdeado ou amarelado, ela terá que ir imediatamente à maternidade.

Se o líquido não estiver transparente, essa pode ser uma indicação de uma emergência.

3 – Se a bolsa não romper naturalmente, o médico vai precisar rompê-la?

Essa interferência não necessariamente será feita pelo médico. A própria evolução do parto pode levar ao rompimento e em casos bem raros, pode ser necessário um pique na bolsa pra ela romper.

O bebê pode, inclusive, vir dentro da bolsa, o que é chamado de parto empelicado. A criança sai do ventre da mãe ainda dentro da bolsa gestacional.

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4- Até quando deixar evoluir o parto normal? 

O tempo que dura o trabalho de parto pode variar para cada mulher. Considera-se parto ativo quando a grávida já está com quatro centímetros de dilatação, com contrações frequentes e regulares. No mínimo três contrações, de 30 a 35 segundos cada uma, em dez minutos. Logo, se a mulher estiver com quatro centímetros e uma contração apenas, esporádica, ela ainda não está em trabalho de parto.

Se a mulher já deu entrada no serviço de saúde, está com quatro centímetros com contrações regulares e frequentes, é normal que evolua, mais ou menos, um centímetro por hora. Com o período expulsivo, que é finalmente quando a cabeça do bebê está bem perto de sair, daria um total de 10h às 12h. Mas esse tempo é muito variável conforme o caso.

É importante verificar o coração do bebê a cada meia hora, juntamente com os sinais maternos. Também há outro detalhe: se parou a dilatação e a gestante está há três ou quatro horas sem evolução nenhuma, precisa entender que pode haver a necessidade de intervenção, de uma cesariana por algum motivo. Há mulheres que podem passar por todas as etapas do parto normal em duas horas. Não é tão comum, mas pode acontecer.

5 - Quando é necessário fazer a episiotomia?

A episiotomia é um corte feito na região do períneo (área muscular entre a vagina e o ânus) para abrir o canal de parto. Alguns estudos mais recentes sobre o assunto avaliaram que não há indicação que o procedimento seja benéfico para a mulher, salvo os casos, excepcionais, onde seja preciso fazer alguma manobra para auxiliar a saída do bebê. Por exemplo,  quando nasce a cabeça e o ombro fica preso, nesse caso é necessário ampliar o espaço para ajudar a fazer a manobra que irá virar o bebê.  Não é nem pra tirar o ombro porque a pele do canal vaginal não prende o bebê.

6 - Qual a diferença entre uma contração verdadeira e uma falsa?

Essa contração de treino, chamada de Braxton Hicks, são contrações normalmente indolores chamadas de falsas. A barriga endurece toda, mas a mulher não sente dor ou ela pode sentir um pequeno incomodo, depende da sensibilidade da mulher. A contração esta presente durante toda a gestação, mas são esporádicas, indolores, curtas, irregulares e sem direção.

As outras contrações que estão já estimulando o parto são dolorosas, intensas e regulares. A intensidade da dor depende. Pode ser bem leve, como uma cólica, ou com dores mais intensas.

7 - Quando o fórceps é usado no parto?

O fórceps não é uma prática usual no Sistema Único de Saúde (SUS). A ferramenta pode causar lesões neurológicas graves no bebê.

8 - Como é o parto induzido e quando ele é necessário?

O parto pode ser induzido quando se utilizar de fármacos que estimulem a dilatação e a contração. Podem ser usados medicamentos diretamente na vagina ou intravenosos, combinados ou não. Há indicação quando a mulher chegou a 41 semanas de gestação e ainda não entrou em trabalho de parto. Ou a bolsa rompeu, mas ela não está com contrações eficazes, fortes e aguardou 12 horas, 18 horas e não entrou em trabalho de parto ativo.

9 –  É preciso ficar em jejum para o parto normal?

Não precisa ficar de jejum e nem deve ficar para que não faça a hipoglicemia (que é quando o nível de açúcar no sangue encontra-se muito baixo, levando a mulher a fraqueza, tonturas, enjoos, vômitos e até desmaios). Se ela quiser, pode comer um chocolate ou rapadura, um doce para elevar a glicemia. É importante que ela se alimente, mesmo que esteja com náuseas.

Se a gestante estiver com a pressão alta ou tenha problemas de pressão alta, aí é necessário mais cuidados com a alimentação e ela deva evitar alimentos gordurosos e frituras.

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Superlotação restringe partos no Hospital de Clínicas de Porto Alegre

04 de maio de 2016 0

Por Elisandra Borba

Foto: Adriana Franciosi

Foto: Adriana Franciosi

A UTI neonatal do Hospital de Clínicas de Porto Alegre está superlotada. Por esta razão, a instituição orienta as gestantes a procurarem outro hospital para realização de partos.

Na UTI há na tarde desta quarta-feira (04) 23 pacientes para 20 leitos. O acesso de gestantes pela emergência obstétrica e central de leitos foi restringido até que a normalidade do atendimento seja restaurada.

Sobrepeso e obesidade fazem diabetes gestacional dobrar em Pelotas

15 de abril de 2016 0

Por Camila Faraco

Foto: ChameleonsEye

Foto: ChameleonsEye

Um levantamento realizado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), revela que o aumento de sobrepeso e obesidade entre as gestantes dobrou o número de mulheres diagnosticadas com diabetes gestacional em onze anos. A proporção de grávidas com a doença aumentou de 3% em 2004 para 7,5% em 2015.

Os pesquisadores acompanharam mais de 19 mil nascimentos ocorridos em Pelotas nos anos de 1982, 1993, 2004 e 2015 e coletaram dados sobre a saúde e as condições socioeconômicas de mães e recém-nascidos. O estudo aponta que os fatores de risco para a doença são idade materna, excesso de peso, herança genética e histórico pessoal, como diabetes gestacional em gravidez anterior.

De acordo com um dos coordenadores do levantamento, o pesquisador Marlos Domingues, da Escola Superior em Educação Física (Esef) da UFPel, a diabetes gestacional surge durante a gravidez e normalmente desaparece em até seis semanas após o parto. No entanto, mulheres que desenvolvem a doença estão mais propensas a apresentar hipertensão, pré-eclâmpsia e diabetes tipo 2 no futuro. O quadro aumenta ainda os riscos de aborto, parto de feto morto e complicações para a vida do recém-nascido, além de deixá-lo mais propenso à obesidade e ao diabetes.

O diagnóstico é simples e feito por meio de exames de rotina durante a gravidez, como glicemia de jejum, curva glicêmica e hemoglobina glicada. Já o tratamento inclui monitoramento dos níveis de glicemia, adoção de dieta saudável e prática regular de atividade física na gestação. Se a dieta e o exercício não forem suficientes, o médico irá prescrever injeções de insulina para manter o açúcar no sangue em níveis adequados.

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Homenagem: Mulher faz book de gestante com imagens do marido, que morreu há dois meses

08 de março de 2016 0

Por Elisandra Borba

Grávida do segundo filho, a americana Nicole Bennett decidiu que teria um book de gestante com a família. O problema é que o marido dela morreu em janeiro. Para homenagear o esposo, Deonta, Nicole decidiu fazer as fotos inserindo imagens do marido através do Photoshop. As fotos fizeram tanto sucesso que o Facebook desativou a publicação devido ao volume de tráfego recebido.

O fotógrafo Sidney Conley foi o responsável pela montagem. Ele analisou as fotos de Deonta e posicionou Nicole e o filho mais velho, de modo que o pai fizesse parte da imagem.

O resultado é emocionante:

SIDNEY FOTOGRAFIA CONLEY

SIDNEY FOTOGRAFIA CONLEY

SIDNEY FOTOGRAFIA CONLEY

SIDNEY FOTOGRAFIA CONLEY

SIDNEY FOTOGRAFIA CONLEY

SIDNEY FOTOGRAFIA CONLEY

SIDNEY FOTOGRAFIA CONLEY

SIDNEY FOTOGRAFIA CONLEY

SIDNEY FOTOGRAFIA CONLEY

SIDNEY FOTOGRAFIA CONLEY

SIDNEY FOTOGRAFIA CONLEY

SIDNEY FOTOGRAFIA CONLEY

A filha do casal deve nascer no fim de março.

 

Gestantes podem utilizar repelentes sem restrições, segundo Anvisa

07 de dezembro de 2015 0

Por Elisandra Borba

Reprodução

Reprodução

Diante do surto de microcefalia, provocado pelo vírus Zika, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um comunicado garantindo que as gestantes podem usar repelentes sem prejuízo aos fetos.

O vírus é transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti, o mesmo da dengue e febre chikungunya e por isso a orientação de utilizar sempre o repelente. A Agência, no entanto, pede que sejam utilizados aqueles que são certificados pelo órgão. “Estudos conduzidos em humanos durante o segundo e o terceiro trimestres de gestação, e em animais durante o primeiro trimestre, indicam que o uso tópico de repelentes à base de n,n-Dietil-meta-toluamida (DEET) por gestantes é seguro”, informou a Anvisa.

Repelentes ambientais e inseticidas também podem ser utilizados, desde que estejam devidamente registrados na Anvisa e que sejam seguidas as instruções de uso descritas no rótulo.

Uso de repelentes por crianças

Nas crianças de dois a 12 anos o cuidado deve ser maior, segundo a Anvisa. A concentração dever ser no máximo 10% e a aplicação deve se restringir a três vezes por dia. Os repelentes não devem ser usados em crianças menores de dois anos, segundo a Agência.