Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "gravidez"

Padre terá de pagar indenização por impedir aborto autorizado pela Justiça

24 de outubro de 2016 1

Por Sibeli Fagundes

Imagem ilustrativa Foto: Ronald Mendes - Agencia RBS

Imagem ilustrativa Foto: Ronald Mendes – Agencia RBS

O Superior Tribunal de Justiça condenou um padre do interior de Goiás a pagar R$ 60 mil de indenização por ter impedido um aborto autorizado pela Justiça. O caso ocorreu em 2005, em Morrinhos. Luiz Carlos Lodi da Cruz soube que a mulher iria interromper a gravidez de um feto diagnosticado com síndrome de Body Stalk – malformações que inviabilizam a vida fora do útero. No habeas corpus impetrado, o padre afirmou que os pais iriam praticar um homicídio.

Durante a internação hospitalar, a gestante, já tomando medicação para induzir o parto, foi surpreendida com a decisão do Tribunal de Justiça de Goiás. Já com dilatação iniciada, ela voltou para casa e passou os oitos dias seguintes com dor, assistida só pelo marido. O feto morreu logo após o nascimento. O casal ajuizou uma ação por danos morais contra o padre, que preside a Associação Pró-Vida de Anápolis e o caso foi parar no STJ.

A relatora da ação, ministra Nancy Andrighi, classificou de “aterrorizante” a sequência de eventos sofridos pelo casal. Ela também avaliou que o padre agiu “temerariamente” quando pediu a suspensão do procedimento médico de interrupção da gravidez, que já estava em curso, e impôs aos pais, “notadamente à mãe”, sofrimento inócuo, “pois como se viu, os prognósticos de inviabilidade de vida extrauterina se confirmaram”.

De acordo com a ministra, o padre “buscou a tutela estatal para defender suas particulares ideias sobre a interrupção da gestação” e, com sua atitude, “agrediu os direitos inatos da mãe e do pai”, que contavam com a garantia legal de interromper a gestação.

O valor de R$ 60 mil reais será corrigido desde 2005. A Associação Pró-Vida não quis comentar o assunto.

Juiz decide que compressa deixada dentro de mulher após parto não é erro médico

24 de outubro de 2016 1

Por Sibeli Fagundes

Foto: Juan Barbosa / Agencia RBS

Imagem ilustrativa Foto: Juan Barbosa / Agencia RBS

O esquecimento de uma compressa cirúrgica dentro do abdômen de uma mulher após uma cesariana não se configura erro médico. Para o juiz Joel Birello Mandelli, da 6ª Vara Cível de Santos, isso deve ser considerado “infortúnio” da paciente, que não pode ser atribuído à má técnica ou ao procedimento do cirurgião. Foi assim que ele negou indenização por dano moral.

A autora da ação só não teve de pagar as custas e despesas processuais e os honorários do ginecologista porque havia sido beneficiada com assistência jurídica gratuita.

Em 4 de agosto de 2011 ela foi fazer o parto do primeiro filho na Santa Casa de Santos. Após ir para casa com o garoto, começou a sentir desconforto e dores abdominais. Ao retornar ao médico cerca de um mês depois para a consulta de rotina, relatou o problema e foi encaminhada para exame, que detectou o que parecia ser um tumor. Quando fizeram a cirurgia, perceberam que se tratava de uma compressa esquecida.

A advogada Ana Carolina Pinto Figueiredo Perino relatou ao site Consultor Jurídico que a nova operação fez com que a cliente dela ficasse mais oito dias internada com um dreno e sem poder amamentar o filho recém-nascido.

O juiz negou a indenização embasado no laudo pericial, que afirmou que o esquecimento da compressa “é um evento raro esperado na vida laboral médica (…) que pode ocorre com renomados cirurgiões. (…) Entre os cirurgiões existe a tendência de não se considerar o fato como grave…”

Ainda cabe recurso da decisão.

Leia também:

Justiça nega indenização para mulher que engravidou após laqueadura

Justiça condena Furg a pagar pensão vitalícia a criança que teve sequelas após parto

 

As mais acessadas da semana!

21 de outubro de 2016 0

Mulher perde salário-maternidade por não conseguir provar trabalho rural

06 de outubro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Ela apresentou apenas testemunhas ao pedir o benefício Foto: imagem de ilustração / TRF4

Ela apresentou apenas testemunhas ao pedir o benefício
Foto: imagem de ilustração / TRF4

Uma mulher que mora no Sul do País não conseguiu obter o salário-maternidade por falta de provas de que exercia trabalho rural. O INSS negou o benefício à gestante e ela sentou na justiça, que mandou pagá-la. No entanto, o instituto recorreu e, agora, o Tribunal Regional Federal decidiu que ela não tem direito ao salário maternidade.

 
O INSS alegou que o marido da gestante trabalha como mecânico agrícola e recebe mais de R$ 2 mil. Além disso, ela apresentou como prova apenas a certidão de nascimento do filho, onde figura como sendo “do lar”.

 

Conforme a relatora do processo, desembargadora federal Vânia Hack de Almeida, a mulher trouxe apenas testemunhas e a orientação do Superior Tribunal de Justiça é de que isso não basta para a comprovação da atividade rural.

 
No caso de agricultoras, o salário-maternidade é devido à trabalhadora que comprove o exercício da atividade rural pelo período de 10 meses anteriores ao início do benefício.

Leia também:

Justiça manda pagar salário-maternidade a pai que ficou com o filho

INSS deve pagar salário-maternidade para mulher demitida durante a gestação

Salário-maternidade: quem tem direito

Justiça nega indenização para mulher que engravidou após laqueadura

Servidores de Porto Alegre ganham direito à licença-paternidade de 20 dias

Banco terá de pagar danos morais por reter auxílio-maternidade

Conheça as mulheres com maior probabilidade de engravidar em 2017

15 de agosto de 2016 6

Por Milena Schoeller

Imagem: Ricardo Chaves / Agência RBS

Imagem: Ricardo Chaves / Agência RBS

Uma lista um tanto curiosa foi divulgada pela revista europeia Closer, os 20 nomes de mulheres com maior probabilidade de se tornarem mãe, pela primeira vez, em 2017.

Mas como?

A lista é uma brincadeira estatística. No Reino Unido, a idade média que uma mulher dá à luz ao primeiro filho é de 29,8 anos de idade. Então, quem completará esta idade em 2017, nasceu entre 1987 e 1988. Logo, foi então pesquisado os nomes femininos mais populares nascidos nestes anos.

Seguindo o mesmo raciocínio, o blog então buscou os dados do IBGE para entrar na brincadeira. No Brasil, a mulher dá a luz, em média, ao primeiro filho, com 26,8 anos.  Terá esta idade em 2017 quem nasceu nos anos de 1989 e 1990. Um levantamento também do IBGE, denominado Nomes no Brasil, revelou os nomes mais populares na década de 90 (infelizmente não há a divisão por ano). Veja como ficou a lista das mulheres com maior probabilidade de engravidar pela primeira vez em 2017. Mas atenção, obviamente, o levantamento não é científico,  é uma brincadeira para divertir as nossas leitoras e leitores. Você está na lista? ;)

1) Maria

2) Ana

3) Jessica

4) Bruna

5) Aline

6) Amanda

7) Camila

8) Juliana

9) Fernanda

10) Luana

11) Larissa

12) Letícia

13) Natália

14) Gabriela

15) Vanessa

16) Mariana

17) Patrícia

18) Daiane

19) Rafaela

20) Jaqueline

Veja a lista com os nomes europeus:

1)Jessica

2)Amy

3)Jade

4)Rebecca

5)Charlotte

6)Hannah

7)Lauren

8)Sophie

9)Emily

10)Sarah

11)Ashley

12)Hayley

13)Megan

14)Urze

15)Samantha

16)Katie

17)Melissa

18)Danielle

19)Rachel

20)Chelsea

CURTA NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

SIGA O FRALDA CHEIA NO TWITTER

SIGA DICAS DE MÃE NO INSTAGRAM

Leia Também

Nomes de bebês definem o sucesso no futuro. Você acredita nisso?

9 fatos que ninguém conta sobre o parto

15 Nomes proibidos para bebês!

Hospital suspende partos humanizados por causa de gritos das pacientes

Bebês ganham nomes de filtros do Instagram nos EUA

Tendências de nomes de bebês para 2016

Pai é “convidado a se retirar” de fraldário em shopping no Rio de Janeiro

Mãe desabafa após ser criticada por ter ficado com barriga e estrias depois da gravidez

11 de agosto de 2016 6

Por Milena Schoeller

Foto: Reprodução Facebook

Foto: Reprodução Facebook

Uma jovem americana, de Kansas City, ganhou o apoio geral nas redes sociais após um desabafo. Ela tem um bebê de 4 meses, e levou o pequeno para a piscina. Lexi Sinclair, em sua página no Facebook, contou que uma senhora puxou assunto perguntando a idade e peso do bebê, e afirmou que os homens na piscina se sentiriam “mais confortáveis” se ela estivesse usando um maiô, porque um biquíni não seria apropriado para uma mãe, especialmente aquela que ainda está “em recuperação”.

A jovem se indignou e postou o desabafo no Facebook, junto a uma foto dela de biquíni com o filho. Lexi Sinclair relata que as estrias e a barriga podem não ser sexy, mas são a prova de que fez algo incrível, um lindo milagre, e que o corpo dela alimenta o filho. O desabafo já teve mais de 25 mil compartilhamentos.

Imagem: Reprodução Facebook

Imagem: Reprodução Facebook (clique para ampliar)

CURTA NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

SIGA O FRALDA CHEIA NO TWITTER

SIGA DICAS DE MÃE NO INSTAGRAM

Recentemente, a atriz Anne Hathaway também escreveu sobre isso em sua conta no Instagram, afirmando que não há vergonha no fato da mulher ganhar peso durante a gravidez.

Imagem: Reprodução Instagram

Imagem: Reprodução Instagram (clique para ampliar)

Leia Também

9 fatos que ninguém conta sobre o parto

“Médico Bonzinho” surpreende família com bilhete carinhoso para menina durante atendimento

Você pensa antes de publicar uma foto de seu filho (a) na internet?

Criador do Facebook diz que troca fralda da filha em 20 segundos

As cinco crianças mais lindas do mundo são loiras, de olhos claros e até usam peitos falsos

Menino perde o brinquedo preferido e internautas se unem para ajudar a dar um desfecho incrível para a história

INSS terá de indenizar gestante por negar auxílio-doença

07 de junho de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Foto: Lucas Correia / Agência RBS

Foto ilustrativa: Lucas Correia / Agência RBS

O INSS vai ter que indenizar em R$ 80 mil uma empregada doméstica de Carazinho, no Planalto gaúcho, por ter negado concessão de auxílio-doença quando ela estava grávida e necessitava ficar de repouso absoluto. O instituto indeferiu o pedido feito em abril de 2014, mesmo ela tendo apresentado diversos atestados médicos e tivesse histórico de risco. Ela havia sofrido dois abortos. Ela entrou com ação mas, antes de ter obter o auxílio via judicial, teve um bebê prematuro, com 30 semanas de gestação. A criança morreu dias depois.

No primeiro julgamento, a indenização foi fixada em R$ 50 mil. Tanto ela, como o INSS recorreram. A empregada doméstica pediu que o valor fosse elevado para R$ 100 mil. O instituto alegou que ela estava apta para o trabalho. O relator do processo na 4ª Turma, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Junior, aceitou apenas o apelo da mulher e aumentou a indenização para R$ 80 mil.

Ainda cabe recurso da decisão do Tribunal Regional Federal.

Brasil tem 944 casos de bebês com microcefalia ou alteração no sistema nervoso

29 de março de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Divulgação/TV Brasil

Divulgação/TV Brasil

Chegou a 944 o número de bebês com microcefalia ou alterações do sistema nervoso no País. O boletim foi divulgado nesta terça-feira (29) pelo Ministério da Saúde. Há ainda 4.291 casos suspeitos em investigação. O Brasil enfrenta um surto de crianças nascendo com lesões neurológicas associadas à epidemia do zika vírus.

Seguindo as diretrizes da Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde passou a recomendar às grávidas que usem camisinha com parceiros que estiveram em regiões endêmicas para o vírus. O alerta acontece após Estados Unidos, França e Itália apontarem casos de suspeita de transmissão sexual do zika.

Estados Unidos estipula prazo para engravidar após zika vírus

25 de março de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Foto: Lucas Correia / Agência RBS

Foto: Lucas Correia / Agência RBS

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos lançaram novas diretrizes, nesta sexta-feira, sobre o tempo que as mulheres e homens expostos ao zika devem aguardar antes de começar uma gestação. As mulheres diagnosticadas com o vírus devem esperar ao menos oito semanas depois do início dos sintomas, enquanto os homens devem esperar ao menos seis meses.

As diretrizes destacam ainda que tanto homens quanto mulheres que, mesmo não tendo um diagnóstico confirmado da doença, tiveram uma possível exposição ao vírus devem esperar ao menos oitos semanas. O órgão observou que as recomendações são baseadas em dados ainda limitados sobre a permanência do vírus no sangue e no sêmen. O vírus da zika tem sido relacionado ao aumento de casos de bebês nascidos com microcefalia no Brasil.

Como aliviar os enjoos durante a gravidez

22 de março de 2016 0

Por Elisandra Borba

Foto: divulgação

Foto: divulgação

A descoberta da gravidez era para ser regada somente de bons sentimentos e alegrias, mas quis a natureza que algumas mulheres recebessem a notícia acompanhadas de enjoos. Não existe uma explicação oficial para o motivo desse incômodo, mas a explicação mais aceita é que a náusea seja causada pelo hormônio HCG. Quando este hormônio atinge o pico, os enjoos tendem a ser piores. Quando diminuem, a náusea passa.

A nutricionista Renata Moura destaca que neste período, o ideal é realizar pequenas refeições, a cada três horas. Assim, o estômago nunca fica vazio. Evitar a ingestão de líquidos durante a refeição também ajuda.

Confira outras dicas da nutricionista:

-Evite alimentos gordurosos, condimentados ou picantes e/ou ingredientes cujo cheiro incomode a mãe.

-Consuma alimentos mais frios ou em temperatura ambiente, pois são mais toleradas pelo estômago.

-Tomar um chá, por exemplo, pode aliviar um pouco a sensação. Existem pesquisas recentes que comprovam que o gengibre pode ajudar nos sintomas de enjoos e náuseas e não há risco de aborto ou problemas para o bebê.

-Comer um biscoito seco, do tipo água e sal

-Experimente também ingerir alimentos de grande teor proteico e de carboidratos, como amendoim, nozes, barras de cereais. Estes alimentos ajudam a absorver o excesso de ácido estomacal e o açúcar no sangue, que pode levar ao enjoo.

É importante lembrar que cada gestante é diferente e nem todas têm enjoo. Em uma enquete com as blogueiras do Fralda Cheia, apenas e Milena Schoeller, mãe do Antônio (06) e do Pedro (01) sofreu com as náuseas. Confira o depoimento dela:

“Eu tive muito enjoo as duas gestações. Com o Antônio, começaram a passar a partir da 12ª semana. Com o Pedro, eles começaram a passar na 15ª semana, e sumiram totalmente com 20 semanas. Eu tomava diariamente remédio para enjoo. Mas o remédio apenas não me deixava vomitar, o mal-estar seguia. Nas duas gestações, eu só não estava enjoada quando dormia ou quando comia. Tentei seguir várias dicas e receitas pra diminuir, mas no meu caso, nenhum foi eficaz”.

No caso da Milena, nenhuma dica para aliviar funcionou, portanto, o importante é saber que logo passa e a recompensa certamente vem!