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Pais e professores receberão cartas do Ministério da Saúde incentivando a vacinação contra o HPV

15 de março de 2017 0

Por Elisandra Borba

Fonte: Gabriel Lain

Fonte: Gabriel Lain

Os ministérios da Saúde e Comunicação vão lançar uma campanha nacional para incentivar a vacinação de adolescentes nas escolas. O objetivo é imunizar os adolescentes contra a meningite do Tipo C e o HPV. Os pais e professores receberão cartas do Ministério da Saúde, explicando a importância da vacinação e consequências dos vírus para o futuro dos jovens. Serão distribuídos materiais para o trabalho de incentivo em sala de aula.

A campanha será realizada em duas etapas, já que a vacina deve ser tomada em duas doses, sendo a segunda seis meses após a primeira aplicação. Também será lançado um jogo chamado “Detona Vírus”, que é considerado pelos idealizadores um dos principais atrativos da campanha. O download do aplicativo pode ser baixado gratuitamente.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem 5,5 milhões de meninas de 9 a 14 anos com o esquema vacinal contra o HPV ainda incompleto. No Brasil, são estimados 16 mil casos de câncer de colo do útero por ano e 5 mil óbitos de mulheres devido à doença. É o terceiro tipo de câncer mais comum em mulheres e a quarta causa de óbito por câncer no país.

Neste ano, os meninos também foram incluídos no calendário. Expectativa é imunizar mais de 3,6 mi de meninos em 2017. A vacina em meninos previne cânceres de pênis, ânus, garganta e verrugas genitais.

Os adolescentes de 12 a 13 anos, de ambos os sexos, também devem se imunizar contra a Meningite C. A meta da vacinação de meningite C é atingir 80% do público-alvo, formado por 7,2 milhões de adolescentes, em 2017.

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18 de janeiro de 2017 2

Por Elisandra Borba

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Desde o início do ano os meninos já podem se vacinar contra o HPV. A campanha foi estendida para os jovens de sexo masculino neste ano. Para mostrar a importância de aplicar as doses nos adolescentes e tirar as dúvidas dos pais, o ministério da saúde elaborou um guia com as principais informações sobre o assunto:

1. Qual é o público-alvo de vacinação contra HPV definido pelo Ministério da Saúde?

Meninos: Em 2017, a vacina HPV será disponibilizada para a faixa etária de 12 a 13 anos *, considerando o intervalo de seis meses entre as doses. Mas, até 2020, a faixa etária masculina será ampliada gradativamente para meninos a partir de nove anos de idade.
Meninos e homens vivendo com HIV/Aids: Em 2017, todos os homens vivendo com HIV/Aids, entre nove e 26 anos, deverão receber a vacina, sendo o esquema de 3 doses (0, 2 e 6 meses). Nesses casos, é necessária a prescrição médica.
*a vacina para os meninos de 13 anos está disponível até um pouco antes de completarem 14 anos, ou seja: 13 anos, 11 meses e 29 dias.

2. Qual é o número de doses que os meninos terão de tomar?

Para os meninos, está disponível a vacina HPV quadrivalente, em 2 doses. A primeira dose deve ser tomada entre 12 a 13 anos e, a segunda, 6 meses depois. Para a segunda dose, é importante entender que se a criança foi vacinada dentro do limite da faixa etária, estipulada até 13 anos, ela terá de tomar a segunda dose ainda que já tenha completado os 14 anos.

Já para os meninos e homens vivendo com HIV/Aids é diferente. Estão disponíveis 3 doses, com intervalo de 2 e 6 meses.

3. A vacina é por via oral ou é injeção?
O procedimento é realizado via intramuscular, ou seja, injeção de apenas 0,5 ml em cada dose.

4. Quem já teve diagnóstico de HPV pode vacinar?
Pode! Desde que esteja na faixa etária estipulada. Existem estudos com evidências promissoras de que a vacina previne a reinfecção ou a reativação da doença.

5. Por que a vacina HPV não é introduzida para todas as faixas etárias no País?
A vacina é potencialmente mais eficaz para adolescentes vacinados antes do seu primeiro contato sexual, uma vez que a contaminação por HPV ocorre juntamente ao início da atividade sexual.

6. A proteção dura a vida toda?
Até o momento, sabe-se com convicção que a vacina pode proteger por 9 anos, mas a imunidade relacionada à vacina ainda não foi determinada, principalmente pelo pouco tempo em que é comercializada no mundo, que é desde 2007.

Embora se trate da mais importante novidade que surgiu na prevenção à infecção pelo HPV, ainda é preciso aguardar o resultado de estudos em andamento para fornecer mais dados sobre a duração da proteção e necessidade de doses de reforço.

7. A vacina HPV pode ser administrada concomitantemente com outra vacina?

A vacina HPV quadrivalente pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação (PNI), sem interferências na resposta de anticorpos a qualquer uma das vacinas. Quando a vacinação simultânea for necessária, devem ser utilizadas agulhas, seringas e regiões anatômicas distintas.

8. A vacina HPV provoca algum efeito colateral?
A vacina contra o HPV é uma vacina segura e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Já é utilizada como estratégia de saúde pública em quase 100 países que realizaram a aplicação de mais de 175 milhões de doses desde 2006, sem registros de evidências que pudessem pôr em dúvida a segurança dessa imunização.

Os eventos adversos mais comuns relacionados à vacina HPV são os mesmos relacionados às outras vacinas, como reações locais (dor, inchaço, e vermelhidão), dor de cabeça e febre, em menor incidência. Eventualmente, podem ocorrer desmaios, formigamento nas pernas, fatos que podem ser observados ao se aplicar medicações injetáveis em adolescentes e não relacionado especificamente à vacina HPV, mas ao medo de tomar injeção.

9. O que fazer se sentir alguns desses sintomas após ser vacinado?

Recomenda-se que a pessoa permaneça sentada por 15 a 20 minutos, imediatamente após receber a vacina sem fazer esforços para prevenir possíveis reações.

No caso da aparição de sintomas, durante os dias posteriores ao da vacinação, recomenda-se procurar uma unidade de saúde mais próxima relatando o que sentiu ou o que está sentindo.

10. Em quais situações a vacina contra o HPV não deve ser administrada em meninos/homens?
A vacina HPV é contraindicada e, portanto, não deve ser administrada em meninos/homens com:

hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer um dos excipientes da vacina;
história de hipersensibilidade imediata grave à levedura; ou que desenvolveram sintomas indicativos de hipersensibilidade grave após receber uma dose da vacina HPV;

Vanguarda

O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações. A faixa-etária será ampliada gradativamente, até 2020, quando serão incluídos os meninos com 9 anos até 13 anos*.

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06 de janeiro de 2017 0

Meninos já podem se vacinar contra o HPV

03 de janeiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Jefferson Botega

Foto: Jefferson Botega

Começou a aplicação da vacina contra o HPV em meninos em todo o Brasil. Os postos de saúde de Porto Alegre começaram a imunização nesta segunda-feira (02). O público alvo são garotos de 12 e 13 anos.

Até o ano passado, apenas as meninas recebiam doses da vacina. A extensão da política de imunização para meninos tem objetivo de proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. A faixa-etária foi definida para proteger as crianças antes do início da vida sexual e, portanto, antes do contato com o vírus. Até 2020 serão incluídos gradativamente crianças de nove a 13 anos de idade.

Para meninas, a faixa etária foi ampliada em 2017. As que chegaram aos 14 anos sem tomar a vacina ou que não completaram as duas doses indicadas devem se vacinar. Até o ano passado, a faixa etária para o público feminino era de 9 a 13 anos.

Quase cem mil crianças e jovens de 9 a 26 anos que vivem com HIV/aids, também serão imunizados.

As vacinas são gratuitas e estão disponíveis nos postos de saúde. As doses disponibilizadas para os meninos é a quadrivalente, que já é oferecida desde 2014 pelo SUS para as meninas. Ela protege contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal.

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Meninos também serão vacinados contra o HPV

11 de outubro de 2016 0

Por Elisandra Borba 

Foto:  Roni Rigon

Foto: Roni Rigon

Agora os meninos também serão imunizados contra o Vírus do papiloma humano. O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (11) que os garotos de 12 e 13 anos serão imunizados a partir de janeiro de 2017. Até 2020, a faixa etária será ampliada gradualmente, atingindo crianças de nove anos até adolescentes de 13.

Já no ano que vem, a expectativa do governo é imunizar 3,6 mil adolescentes. Como o calendário foi revisto e as meninas tomarão uma dose a menos, passando de três para duas, o governo não gastará mais acrescentando os meninos na campanha. O valor gasto com as doses é de R$ 288,4 milhões.

A vacina contra o HPV foi incorporada no calendário brasileiro em 2014. Desde então, 5,7 mil meninas entre 9 e 13 anos foram imunizadas. A partir de 2017, serão incluídas as meninas que chegaram aos 14 anos sem tomar a vacina ou que não completaram as duas doses.

A definição da faixa-etária para vacinação leva em conta crianças antes do início da vida sexual e por isso a vacina se torna mais eficiente. Ela protege contra o HPV, que é o responsável por cânceres no pênis, garganta e ânus e outras doenças relacionadas ao HPV. A faixa etária para os portadores de HIV é dos nove aos 26 anos.

A vacinação em meninos é utilizada como estratégia de saúde pública em outros seis países – EUA, Austrália, Áustria, Israel, Porto Rico e Panamá.

O médico pediatra e membro do Comitê de Infectologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Juarez Cunha, explica a importância da vacinação.  Ouça a entrevista do especialista ao Gaúcha Repórter desta terça-feira (11).

Vacinação de meninas contra o vírus HPV começa dia 3

30 de março de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

hpv

Vamos falar do futuro das filhas com menos um risco? A vacina pode prevenir que as garotas tenham câncer de colo de útero devido ao HPV.

A vacinação de meninas de 9 a 13 anos contra o vírus HPV começa no dia três de abril em 36 mil postos no Brasil. O Ministério da Saúde planeja imunizar 80% do público alvo, de 1,7 milhão jovens até o dia 15 de abril. Também serão vacinadas garotas de 10 a 13 anos que ainda não receberam a dose ou estão com o esquema vacinal incompleto.

E não é hora de ter preconceito para falar com as filhas sobre esse vírus! O Brasil estima neste ano 16 mil novos casos de câncer de colo de útero e 5,5 mil mortes provocadas pela doença.

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A vacina contra o HPV é segura?

A vacina contra o HPV é segura?

22 de setembro de 2015 0

vacina HPV

Por Milena Schoeller

Assim que postamos no blog, há alguns dias, notícia sobre a vacinação contra o HPV, uma polêmica se formou nos comentários aqui no blog, e na nossa página no Facebook: a vacina contra o HPV é segura? Estes questionamentos têm sido levantados nas redes sociais desde o ano passado, quando as doses começaram a ser disponibilizadas nos postos de saúde. E a reposta é Sim, a vacina é segura. A garantia vem de especialistas de diversas entidades de todo o país.

Uma carta aberta à população foi divulgada pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). E a carta traz dados interessantes reafirmando a segurança e a importância da vacina. Segundo a SBIm, é capaz de prevenir até 70% dos casos de câncer do colo do útero, terceiro tumor maligno mais frequente em mulheres no Brasil, e responsável pela morte de 5 mil mulheres todos os anos.

Pais que ainda não levaram as filhas para a aplicação da vacina, podem procurar qualquer posto de saúde. A vacina é indicada para adolescentes de 9 a 13 anos, e é dividida em três doses. A segunda dose deve ser aplicada seis meses após a primeira. E a terceira é um reforço que deve ser feito cinco anos após a primeira. No Rio Grande do Sul, 239,7 mil meninas, de 11 a 13 anos, tomaram a primeira dose da vacina, ainda no ano passado. Porém, só 169,9 mil procuraram novamente uma unidade de saúde para tomar a segunda dose, o que representa 69,2%. A proteção só é garantida com a aplicação de duas doses.

Meninas devem fazer segunda dose de vacina contra HPV

13 de setembro de 2015 2

 

No Rio Grande do Sul, somente 69,2% das meninas já fizeram a segunda aplicação.

Foto: Germano Rorato / Agencia RBS

Foto: Germano Rorato / Agencia RBS

Por Milena Schoeller

O Ministério da Saúde está começando uma campanha para que meninas que já fizeram a primeira dose da Vacina contra o HPV procurem os postos de saúde para a segunda aplicação. As doses são gratuitas. A vacina é indicada para adolescentes de 9 a 13 anos, e é dividida em três doses. A segunda dose deve ser aplicada seis meses após a primeira. E a terceira é um reforço que deve ser feito cinco anos após a primeira. O HPV é um vírus que pode causar Câncer de Colo de Útero.

No Rio Grande do Sul, 239,7 mil meninas, de 11 a 13 anos, tomaram a primeira dose da vacina, ainda no ano passado. Porém, só 169,9 mil procuraram novamente uma unidade de saúde para tomar a segunda dose, o que representa 69,2%. O número preocupa o governo federal pois a proteção só é garantida com a aplicação de duas doses. Conforme o Ministro da Saúde Arthur Chioro, “neste ano os números ficaram abaixo do esperado. Por isso, o Ministério da Saúde convoca os pais, responsáveis, gestores locais, professores e toda a sociedade para divulgar a informação de que a vacina é segura e eficaz”.

O câncer do colo do útero é o terceiro tipo que mais mata mulheres no Brasil, atrás apenas do de mama, e o de brônquios e pulmões. Segundo dados do próprio ministério, o número de mortes por câncer do colo do útero no país aumentou 28,6% em 10 anos. Tomar a vacina na adolescência é o primeiro de uma série de cuidados que a mulher deve adotar para a prevenção do HPV e do câncer do colo do útero.

Meninas a partir de 9 anos que não tomaram a primeira dose também devem procurar os postos de saúde.