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Posts com a tag "Leite materno"

As mais acessadas da semana!

17 de fevereiro de 2017 0

Todas as sextas, nós postamos pra você um resumo dos assuntos que geraram maior interesse dos nossos leitores e ouvintes na semana. Fique bem informado acompanhando o Top5 do blog Fralda Cheia.

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1° Justiça determina que prazo de licença-maternidade comece a contar a partir da saída do bebê da UTI

Foto: Prematuridade.com / Divulgação

Foto: Prematuridade.com / Divulgação

2º Como aumentar a produção de leite materno

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Fonte: Reprodução Internet

3° Saiba se o seu filho precisa fazer a vacina contra a Febre Amarela

Foto: Jefferson Botega / Agência RBS

Foto: Jefferson Botega / Agência RBS

4° Homem adota 22 crianças portadoras de HIV abandonadas pelos pais

Imagem: Reprodução Youtube

Imagem: Reprodução Youtube

5° Mãe de primeira viagem tem bebê de 6kg por parto normal

Fonte: Reprodução/Facebook

Fonte: Reprodução/Facebook

Acompanhe as reportagens mais acessadas da semana passada!

As mais acessadas da semana!

10 de fevereiro de 2017 0

As mais acessadas da semana!

23 de dezembro de 2016 0

Hospital Presidente Vargas precisa de doações de leite; estoque é suficiente para apenas dois dias

08 de novembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Cristine Rochol / prefeitura de Porto Alegre

Foto: Cristine Rochol / prefeitura de Porto Alegre

O Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, que atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS), está com baixo estoque de leite materno e precisa de doações.

A unidade possui leite suficiente para apenas dois dias de consumo. O local tem capacidade para processar a demanda de 100 litros de leite humano por mês, quantidade que seria suficiente para suprir as necessidades dos bebês internados na neonatologia.

Para doar, as mães devem entrar em contato com Banco de Leite Humano, que fica na avenida Independência, 661, esquina com rua Garibaldi, telefone 3289-3334.

O hospital vai confirmar os critérios de doação e repassar orientações iniciais para esgotar as mamas manualmente e armazenar o leite com segurança, até que a doadora possa se dirigir ao Banco de Leite para a primeira doação. Depois, a equipe começa a buscar o leite direto na residência.

Quem pode doar?

Toda mãe que estiver amamentando, com excesso diário de leite (no mínimo em torno de 50ml), desde que esteja clinicamente saudável.

Como doar?

Primeiro, a mãe deve entrar em contato com o hospital, que vai confirmar os critérios de doação e repassar orientações de como retirar e armazenar o leite, até que a doadora possa ir até o banco de leite. Depois da primeira doação, o hospital começa a buscar o leite na casa da doadora.

Onde fica o hospital?

Banco de Leite do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas:
Avenida Independência, 661, esquina com rua Garibaldi, 6º andar
Telefone: 3289-3334

Por que doar?

O leite materno aumenta a imunidade, diminui o risco de doenças infecciosas e diarreias, além de atuar no sistema cognitivo. Para os bebês prematuros, o leite materno é fundamental na luta pela sobrevivência. Nesses casos, as mães, sob estresse, muitas vezes não conseguem produzir a quantidade suficiente para alimentar os filhos internados.

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Banco de Leite do Hospital Presidente Vargas pede doações

20 de julho de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Cristine Rochol / prefeitura de Porto Alegre

Foto: Cristine Rochol / prefeitura de Porto Alegre

O Banco de Leite do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, em Porto Alegre, precisa de doações, pois está com o estoque de leite materno baixo. A instituição tem capacidade para processar 100 litros de leite humano por mês, que seria suficiente para atender os bebês internados no local.

Quem pode doar?

Toda mãe que estiver amamentando, com excesso diário de leite (no mínimo em torno de 50ml), desde que esteja clinicamente saudável.

Como doar?

Primeiro, a mãe deve entrar em contato com o hospital, que vai confirmar os critérios de doação e repassar orientações de como retirar e armazenar o leite, até que a doadora possa ir até o banco de leite. Depois da primeira doação, o hospital começa a buscar o leite na casa da doadora.

Onde fica o hospital?

Banco de Leite do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas:
Avenida Independência, 661, esquina com rua Garibaldi, 6º andar
Telefone: 3289-3334

Por que doar?

O leite materno tem diversos benefícios para os bebês, como o aumento da imunidade. Para os prematuros, é fundamental na luta pela sobrevivência. Nesses casos, as mães, sob estresse, muitas vezes não conseguem produzir a quantidade suficiente para alimentar os filhos internados.

A coordenadora do Banco de Leite do Hospital, Maria Inês Voigt, estimula a doação:

“Este leite supre a necessidade do bebê e tranquiliza a mãe. É um ato de solidariedade, amor, doação e altruísmo, gerando sentimento de bem-estar à doadora”.

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Mãe é obrigada a jogar 15 litros de leite materno fora em aeroporto

23 de abril de 2016 3

Por Marcela Panke

leite materno

Uma mulher foi obrigada a jogar 14,8 litros de leite materno fora no aeroporto de Heathrow, em Londres. Jessica Coakley Martinez viajava a trabalho e, durante duas semanas, tirou leite para alimentar o filho mais novo, de oito meses.

O governo do Reino Unido limita o transporte de líquidos por segurança. Exceções são feitas no caso de alimentação para bebês, desde que a criança esteja com o passageiro.

Jessica desabafou no Facebook sobre o tratamento recebido no terminal inglês. Ela justificou que conhecia as regras, mas que entendeu que o seu leite não se enquadrava nelas, já que estava congelado e, portanto, era sólido. Em carta aberta na rede social, ela falou diretamente ao funcionário do aeroporto que proibiu que ela levasse o leite ao filho:

“Apesar de ter pedido, implorado e até mesmo chorado por puro choque e desespero por uma solução, você me tratou como se eu estivesse tentando contrabandear litros de peróxido de hidrogênio para o avião.”

Na mensagem no Facebook, a mãe explicou que não tem problema em oferecer fórmula ao filho, o que ela faz quando precisa viajar a trabalho, mas que a sua prioridade é a amamentação com o leite materno. Jessica contou que amamentou o primeiro filho até um ano de idade e queria fazer o mesmo com o segundo.

A mulher disse que, durante a viagem, retirou seu leite em “cada momento possível” entre reuniões, em banheiros, nos táxis, voos e esperas em aeroportos.

“Ser uma mãe que trabalha e que tem que se dividir entre o trabalho e o filho, para oferecer o que eles precisam, é a coisa mais difícil que eu já fiz, mas você conseguiu tornar isso quase impossível em uma única tarde! A segurança é a prioridade, mas não é e não deve ser sua única meta, e certamente não deve punir aqueles que você pretende proteger. Além de, literalmente, tirar comida da boca do meu filho, você me humilhou e me fez sentir completamente derrotada como uma profissional e uma mãe”.

As regras que restringem a quantidade de líquidos que podem ser transportados como bagagem de mão no Reino Unido foram estabelecidas após a descoberta de um plano terrorista para detonar explosivos líquidos a bordo de sete aviões transatlânticos em 2006.

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Brasil é referência mundial no aleitamento materno

Cientistas encontram vírus ebola no leite materno

03 de março de 2016 0

Por Milena Schoeller

Foto: Reprodução Internet

Foto: Reprodução Internet

A mais recente epidemia de ebola, na África, matou mais de 11 mil pessoas. Outras 17 mil tiveram a doença, mas sobreviveram. Estudos divulgados pelo portal G1 mostram que a maioria dos sobreviventes, porém, ainda sofre sequelas da doença. Os sintomas podem surgir até seis meses após a alta hospitalar: fraqueza, perda de memória e depressão.

Pois agora mais uma preocupação. A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta semana uma outra consequência do vírus: ele permanece no leite materno da mãe contaminada mesmo antes de engravidar. Segundo informações do jornal O Globo, o vírus do ebola foi detectado no leite materno de sobreviventes até 16 meses após o início dos sintomas.

A pesquisa ainda é recente e os estudos continuam. Segundo a OMS, são necessárias mais evidências para conhecer o real risco de transmissão. Entretanto, a organização alerta que se o vírus for encontrado no leite, a mãe deve suspender a amamentação.

Em outubro, a OMS já tinha divulgado que o vírus poderia continuar no olho, sêmen, placenta, leite materno e sistema nervoso central dos sobreviventes da doença por cerca de nove meses e meio. Mas agora descobriram no leite 16 meses depois da infecção.

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Brasil é referência mundial em aleitamento materno

03 de março de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Genaro Joner / Agencia RBS

Foto: Genaro Joner / Agencia RBS

A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e a revista científica britânica The Lancet reconheceram o Brasil como referência mundial em aleitamento materno.

O reconhecimento ocorre por três motivos:
- o Brasil tem o maior número de doadoras de leite do mundo;
- as brasileiras são líderes no aleitamento de bebês de até seis meses e de até 12 meses;
- o Brasil possui um conjunto de políticas que incentivam o aleitamento materno, como a licença-maternidade de seis meses e a criação de salas de apoio à amamentação dentro do ambiente de trabalho.

Um estudo publicado na revista britânica e divulgado nesta quarta-feira (2) em evento em Brasília demonstrou que, em 30 anos, o Brasil aumentou em cerca de 20 vezes o número de bebês de até seis meses que são amamentados exclusivamente, conforme orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

No levantamento, foram analisados dados sobre aleitamento materno em 153 países. Conforme a publicação, as brasileiras amamentam mais que as britânicas, as americanas e as chinesas.

Apesar do dado positivo, 61% os bebês de até seis meses ainda não são alimentados exclusivamente com o leite da mãe.

Rede de doação de leite

O reconhecimento ao Brasil também levou em consideração o fato do país ter o maior número de doadoras de leite humano do mundo!

Entre 2008 e 2014, as brasileiras foram responsáveis por 89,2% da coleta dos 1,1 milhão de litros de leite doados e beneficiaram 79,1% de todos os recém-nascidos atendidos nesses espaços.

Além disso, dos 292 bancos existentes no mundo (instalados em 21 países), 72,9% estão no Brasil.

Benefícios da amamentação

É sempre bom lembrar que a amamentação traz muitos benefícios para o bebê. Estudos demonstram que as crianças que são amamentadas por mais tempo têm melhor desenvolvimento intelectual.

Com o leite materno, o bebê fica protegido de infecções, diarreias e alergias. O aleitamento materno também diminuiu o risco de doenças como hipertensão, colesterol alto, diabetes, obesidade e colesterol.

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Qual a diferença entre fórmula infantil e composto lácteo?

02 de outubro de 2015 0

Por Elisandra Borba

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

–Antes de qualquer coisa, quero destacar que nós do Blog Fralda Cheia apoiamos demais a amamentação, mas sabemos que por diversos motivos muitas mães não amamentam. Não se trata de apoiar ou não a inclusão de produtos industrializados na alimentação dos pequenos, mas sim prestar um esclarecimento para quem precisar de ajuda com o assunto. –

Existem várias marcas e tipos de fórmulas e compostos que dão um nó na cabeça das mães. Composto lácteo  fórmula infantil, leite… Qual será o mais indicado para cada criança? A Médica Pediatra da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Lucia Diehl, explica que isso depende da fase e das características de cada criança. O mais importante, destaca a profissional, é jamais dar leite de vaca para crianças antes dos cinco anos de idade. O leite de vaca é pobre em ferro, o que causa anemia e rico em gordura, que provoca a obesidade infantil. 40% dos bebês brasileiros são anêmicos, segundo Lucia, devido a ingestão de leite de vaca em vez de fórmulas infantis. Além disso contribui para o desenvolvimento da alergia ao leite de vaca (APLV). A orientação é que o aleitamento seja exclusivo até os seis meses de idade. A partir daí é feita a introdução alimentar.

Fórmulas infantis

As fórmulas infantis são as mais indicadas no primeiro ano de vida. Elas imitam a composição do leite materno e seguem regras do Codex Alimentarius, que é um programa conjunto da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e Organização Mundial de Saúde. Foi criado em 1963 para desenvolver padrões, manuais e normas alimentares internacionais para proteger a saúde dos consumidores e garantir práticas leais de comércio de alimentos. O Codex estabelece os requisitos mínimos de identidade, composição, qualidade e segurança que devem obedecer às fórmulas infantis para lactentes e as fórmulas infantis de seguimento para lactentes e
crianças de primeira infância.

As fórmulas infantis são baseadas nos macro e micronutrientes que compõem o leite materno. A partir daí, o pediatra indica a marca que contenha as características que cada bebê necessita. Para os tem problemas gastrointestinais – dor de barriga, diarreia - são indicadas as fórmulas ricas em prebióticos. Quando o cuidado maior é para o desenvolvimento cognitivo e acuidade visual, o valor maior deve ser para ARA-DHA. Também há fórmula que oferece o produto rico em proteína. Também é levado em conta na hora da escolha a alimentação da criança e se ainda é amamentada.

Composto lácteo

Após um ano, as necessidades mudam e as crianças precisam introduzir outras vitaminas e sais minerais no organismo. Os compostos lácteos são desenvolvidos a partir dos micro e macronutrientes necessários para a nova fase. Eles contém suplementos alimentares adequados para a idade. Estes compostos também são escolhidos de acordo com cada caso, levando em conta fator econômico, aceitação e características. A pediatra assegura que as marcas mais conhecidas no mercado e que informam na embalagem conter DHA e prebióticos estão de acordo com as necessidades das crianças e são confiáveis. As fórmulas mais baratas e não tão ricas em nutrientes acabam sendo indicadas quando a família não tem uma boa condição econômica, pois mesmo sem ser a mais indicada, não traz tantos malefícios quando o leite de vaca.

Posso trocar de fórmula ou composto por conta própria?

Não é indicado, pois o pediatra que acompanha seu filho é a pessoa mais qualificada para traduzir todos e benefícios e necessidades de cada produto. O ideal é conversar com ele antes da troca para receber as devidas orientações e tirar as dúvidas.

É hora de voltar ao trabalho. Você pretende continuar amamentando?

23 de julho de 2015 10

Por Elisandra Borba

Foto: Andressa Gallo

Foto: Andressa Gallo

De 1º a 07 de agosto é celebrada a Semana Mundial de Aleitamento materno. Este tema me detém muito, pois me preparei bastante para amamentar. Sempre ouvi que amamentar é super difícil e acredito que seja mesmo para a maioria das mulheres. Primeiro porque tem muito pitaco. Muita gente opinando sobre o que pouco sabem. Depois porque pode doer no início em muitos casos. Eu me considero uma pessoa privilegiada. Minha filha sempre teve uma “boa pega” e nunca tive problemas para amamentar. Agora com dez meses, ela continua preferindo o peito a qualquer outra refeição.

Muita gente acaba deixando de amamentar porque precisa voltar ao trabalho. Eu tenho o privilégio de trabalhar em uma empresa que concede os seis meses de licença maternidade. Por isso, voltei a trabalhar quando a Sara já tinha começado a introdução alimentar. Mas essa fase não foi um mar de rosas. Como ela gosta muuuito de mamar, nunca havia experimentado mamadeiras e também não aceitou tomar leite no copo. Os primeiros dias foram bem difíceis.

Optei por tirar meu leite para enviar à creche no início. Comprei uma bomba elétrica simples, custou cerca de R$ 150. As primeiras tentativas foram um desastre. Não conseguia tirar nem 30 ml. Achei que jamais conseguiria. Então, passei a trazer a bomba para empresa e no período que estava longe dela tirava o leite. Assim dava tempo do peito encher. Agora ela toma uma mamadeira de fórmula quando estou no trabalho e tem ainda o peito em livre demanda quando estou em casa.

Para quem quer manter o leite materno depois da volta ao trabalho, vou contar como fazia, pois pode ajudar. Giane e Karol, que também fazem parte deste blog, me deram várias dicas de como fazer. Agora eu repasso as minhas.

Eu comprei potes de vidro com tampa plástica. Aqui em Porto Alegre tem uma empresa que vende estes potes por um preço muito baixo. Menos de R$ 2 cada. Quem quiser a dica, me pede, que envio por e-mail. Então, eu esterilizava com água fervente os potes em casa e trazia para o trabalho. Quando via que o peito estava cheio, ia para o vestiário da empresa e fazia a ordenha. Enchia o vidro e colocava no congelador de uma geladeira que tem aqui. Para que ninguém ficasse com “nojinho”, enrolava num saco plástico. Na hora de ir embora, colocava em uma sacola térmica. Chegando em casa ia direto pro freezer. No dia seguinte enviava para creche.

O leite materno pode ser conservado sem estragar na geladeira, por 24h, e no congelador ou freezer, por 15 dias. Em temperatura ambiente são apenas duas horas.