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Posts com a tag "maternidade"

Vereadores da Capital rejeitam proposta que permitia presença de doulas em partos

22 de dezembro de 2016 0

Por Marina Pagno

Foto: Marcelo Min / Agência RBS

Foto: Marcelo Min / Agência RBS

O projeto de lei que garantia a presença de doulas durante o trabalho de parto em maternidades e instituições hospitalares de Porto Alegre foi rejeitado pelos vereadores da Capital na tarde desta quinta-feira (22). A proposta recebeu 23 votos contra e teve quatro abstenções. O projeto tramitava há 2 anos.

Ninguém votou a favor, pois a própria autora, vereadora Jussara Cony (PC do B), subiu na tribuna e pediu aos demais parlamentares para rejeitarem a proposta, alegando que as emendas acabaram descaracterizando o projeto. Uma delas, por exemplo, suprimia as instituições da rede pública de saúde da possibilidade de oferecer doulas às gestantes. No total, 18 emendas e uma subemenda foram anexadas à proposta.

As doulas são mulheres contratadas para orientar, tranquilizar e acompanhar a grávida durante toda a gestação até o período pós-parto, tranquilizando os pais e indicando quais as melhores posições e formas de respiração para diminuir o desconforto na hora do parto. O projeto que estava em tramitação na Câmara de Vereadores não traria ônus para os hospitais públicos e privados, pois o contrato seria feito pela gestante.

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Agora é lei: advogadas que têm filhos podem pedir suspensão de prazos processuais

28 de novembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

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Fóruns terão de ter local para amamentação Foto: Felipe Carneiro Agência RBS

O presidente Michel Temer sancionou a lei que garante a suspensão de prazos processuais por 30 dias para advogadas que tiverem filhos. O texto, que altera o Código de Processo Civil, abrange também casos de adoção e traz ainda outras garantias para advogadas grávidas.
Elas serão dispensadas de passar em aparelhos de raio X e terão prioridade nas sustentações orais. Além disso, terão vagas reservadas nas garagens dos fóruns dos tribunais e acesso a creches ou a local adequado para atendimento das necessidades dos bebês.
E, no caso de um advogado se tornar pai e for o único responsável pela criança, pode também pedir a suspensão dos prazos oito dias. Tanto no caso de advogada, como de advogados, o benefício só é garantido se não houver nenhum outro colega responsável pela ação.

A Lei 13.363 foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (28) e já entrou em vigor.

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Bebê nasce na Free Way

04 de novembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Reprodução Facebook

Reprodução Facebook

Não adiantou Paula Cardoso Lucena e Alencar Massulo de Oliveira, de Santo Antônio da Patrulha, planejarem o nascimento da segunda filha do casal. Eles moram em Santo Antônio da Patrulha e escolheram o hospital Divina Providência para o parto. Nina resolveu se apressar e nasceu na Free Way nesta sexta-feira (4).

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De acordo com o relato no Facebook da concessionária Triunfo Concepa, Paula, com 40 semanas de gestação, começou a sentir as primeiras contrações cedo da manhã e a família pegou a estrada rumo ao hospital Divina Providência, na zona Sul de Porto Alegre. Com receio de que não houvesse tempo, ligaram para o SOS Free Way e pediram ajuda. Em Gravataí, Paula foi atendida pela UTI móvel. A mãe dela foi junto no veículo e o restante da família seguiu de carro.

Como o trabalho de parto estava evoluindo depressa, a equipe médica decidiu ir para o Hospital Padre Jeremias. Mas, Nina resolveu nascer ainda na Free Way. Com 45 cm e pouco mais de três quilos, a menina e a mãe estão bem. O casal tem outra filha, Helena, de três anos.

Reprodução Facebook

Reprodução Facebook

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Secretaria de Saúde restringe vacinação da Hepatite B na Capital

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Secretaria de Saúde restringe vacinação da Hepatite B na Capital

31 de outubro de 2016 0

Foto: Rafaela Martins/Agência RBS

Os postos de saúde de Porto Alegre estão restringindo a vacinação de Hepatite B, em razão do baixo estoque.  Apenas hospitais e maternidades estão disponibilizando as doses.

Conforme a Secretaria Estadual de Saúde, que repassa as vacinas para o Município, o Ministério da Saúde repassou um número menor de doses neste mês. Não há previsão de normalização do serviço.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que a distribuição da vacina para hepatite B está regularizada em todo o País. Afirmou ainda que, em outubro, foram enviadas 96 mil doses para o Rio Grande do Sul, o que corresponde a 100% da média mensal enviada  ao Estado.

A vacina contra o vírus da hepatite B está indicada para todas as pessoas, em um esquema de três doses. A primeira dada nas primeiras horas de vida, a segunda, entre um e dois meses após a primeira dose, e a terceira,  seis meses após a primeira.

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Padre terá de pagar indenização por impedir aborto autorizado pela Justiça

24 de outubro de 2016 1

Por Sibeli Fagundes

Imagem ilustrativa Foto: Ronald Mendes - Agencia RBS

Imagem ilustrativa Foto: Ronald Mendes – Agencia RBS

O Superior Tribunal de Justiça condenou um padre do interior de Goiás a pagar R$ 60 mil de indenização por ter impedido um aborto autorizado pela Justiça. O caso ocorreu em 2005, em Morrinhos. Luiz Carlos Lodi da Cruz soube que a mulher iria interromper a gravidez de um feto diagnosticado com síndrome de Body Stalk – malformações que inviabilizam a vida fora do útero. No habeas corpus impetrado, o padre afirmou que os pais iriam praticar um homicídio.

Durante a internação hospitalar, a gestante, já tomando medicação para induzir o parto, foi surpreendida com a decisão do Tribunal de Justiça de Goiás. Já com dilatação iniciada, ela voltou para casa e passou os oitos dias seguintes com dor, assistida só pelo marido. O feto morreu logo após o nascimento. O casal ajuizou uma ação por danos morais contra o padre, que preside a Associação Pró-Vida de Anápolis e o caso foi parar no STJ.

A relatora da ação, ministra Nancy Andrighi, classificou de “aterrorizante” a sequência de eventos sofridos pelo casal. Ela também avaliou que o padre agiu “temerariamente” quando pediu a suspensão do procedimento médico de interrupção da gravidez, que já estava em curso, e impôs aos pais, “notadamente à mãe”, sofrimento inócuo, “pois como se viu, os prognósticos de inviabilidade de vida extrauterina se confirmaram”.

De acordo com a ministra, o padre “buscou a tutela estatal para defender suas particulares ideias sobre a interrupção da gestação” e, com sua atitude, “agrediu os direitos inatos da mãe e do pai”, que contavam com a garantia legal de interromper a gestação.

O valor de R$ 60 mil reais será corrigido desde 2005. A Associação Pró-Vida não quis comentar o assunto.

Juiz decide que compressa deixada dentro de mulher após parto não é erro médico

24 de outubro de 2016 1

Por Sibeli Fagundes

Foto: Juan Barbosa / Agencia RBS

Imagem ilustrativa Foto: Juan Barbosa / Agencia RBS

O esquecimento de uma compressa cirúrgica dentro do abdômen de uma mulher após uma cesariana não se configura erro médico. Para o juiz Joel Birello Mandelli, da 6ª Vara Cível de Santos, isso deve ser considerado “infortúnio” da paciente, que não pode ser atribuído à má técnica ou ao procedimento do cirurgião. Foi assim que ele negou indenização por dano moral.

A autora da ação só não teve de pagar as custas e despesas processuais e os honorários do ginecologista porque havia sido beneficiada com assistência jurídica gratuita.

Em 4 de agosto de 2011 ela foi fazer o parto do primeiro filho na Santa Casa de Santos. Após ir para casa com o garoto, começou a sentir desconforto e dores abdominais. Ao retornar ao médico cerca de um mês depois para a consulta de rotina, relatou o problema e foi encaminhada para exame, que detectou o que parecia ser um tumor. Quando fizeram a cirurgia, perceberam que se tratava de uma compressa esquecida.

A advogada Ana Carolina Pinto Figueiredo Perino relatou ao site Consultor Jurídico que a nova operação fez com que a cliente dela ficasse mais oito dias internada com um dreno e sem poder amamentar o filho recém-nascido.

O juiz negou a indenização embasado no laudo pericial, que afirmou que o esquecimento da compressa “é um evento raro esperado na vida laboral médica (…) que pode ocorre com renomados cirurgiões. (…) Entre os cirurgiões existe a tendência de não se considerar o fato como grave…”

Ainda cabe recurso da decisão.

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21 de outubro de 2016 0

"Não é necessário ter um bebê para ter um filho", diz mãe que ampliou perfil de adoção

14 de outubro de 2016 0

Por Maria Eduarda Fortuna

Amor é incondicional Foto: Maria Eduarda Fortuna/Rádio Gaúcha

Amor é incondicional Foto: Maria Eduarda Fortuna/Rádio Gaúcha

Depois de dois anos tentando engravidar, Viviane e o marido, Flávio Lencine decidiram adotar uma criança. Após estudarem sobre o tema e frequentarem encontros de grupos que ajudam pais que querem adotaram, eles resolveram ampliar o perfil da criança pretendida. Queriam duas irmã, de qualquer etnia, de zero a dez anos. A indicação desse perfil específico tornou o processo mais rápido.

Eles ingressaram no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) em 22 de junho de 2015 e uma semana depois foram chamados para conhecer Mariana, de nove anos.

“É claro que inicialmente o perfil era de bebê, só que com tanta informação que a gente foi buscando, vimos que não era necessário ter um bebê para ser pai e mãe”, destaca.

Mariana não esconde no rosto o sorriso de ter ganhado uma nova família “Eu sei que meus pais tem muito amor pra me dar”, diz. A família agora pretende adotar outra menina, com idade acima de dez anos.

O perfil de Mariana é um dos chamados de difícil colocação e que é o tema da Campanha Deixa o Amor te Surpreender do Tribunal de Justiça, lançado nesta sexta-feira. O objetivo é informar e incentivar a adoção de crianças com idade mais avançada, doenças e deficiências ou que integrem grupos de irmão.

“Queremos mostrar essa realidade e chamar os pretendentes à reflexão sobre esse assunto, para flexibilizar o perfil”, explica a titular da Coordenadoria da Infância e Juventude do Rio Grande do Sul, Juíza-corregedora Andréa Rezende Russo.

Ela destaca que os servidores do judiciário também estão fazendo encontros com os pretendentes para esclarecer dúvidas e trocar experiências sobre o tema. Eles ainda fazem buscas de perfis aproximados e tentam fazer o elo entre as famílias e as crianças disponíveis.

Atualmente, segundo o TJ, cerca de 600 crianças e adolescentes estão aptos para serem adotados no Estado e mais de 5,2 mil pretendentes já habilitados pela Justiça. Do total de candidatos, menos de 2% aceitam crianças com mais de 10 anos.

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Mulher perde salário-maternidade por não conseguir provar trabalho rural

06 de outubro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Ela apresentou apenas testemunhas ao pedir o benefício Foto: imagem de ilustração / TRF4

Ela apresentou apenas testemunhas ao pedir o benefício
Foto: imagem de ilustração / TRF4

Uma mulher que mora no Sul do País não conseguiu obter o salário-maternidade por falta de provas de que exercia trabalho rural. O INSS negou o benefício à gestante e ela sentou na justiça, que mandou pagá-la. No entanto, o instituto recorreu e, agora, o Tribunal Regional Federal decidiu que ela não tem direito ao salário maternidade.

 
O INSS alegou que o marido da gestante trabalha como mecânico agrícola e recebe mais de R$ 2 mil. Além disso, ela apresentou como prova apenas a certidão de nascimento do filho, onde figura como sendo “do lar”.

 

Conforme a relatora do processo, desembargadora federal Vânia Hack de Almeida, a mulher trouxe apenas testemunhas e a orientação do Superior Tribunal de Justiça é de que isso não basta para a comprovação da atividade rural.

 
No caso de agricultoras, o salário-maternidade é devido à trabalhadora que comprove o exercício da atividade rural pelo período de 10 meses anteriores ao início do benefício.

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Pesquisa mostra que homens sentem saudades da vida sexual antes dos filhos

14 de setembro de 2016 1

Por Milena Schoeller

Foto: Genaro Joner / Agencia RBS

Uma pesquisa feita pela internet mostra que 70% dos homens revelam que sentem saudades do sexo como era antes dos filhos. É um levantamento inédito feito pelo projeto Mães que pensam naquilo.

Foram entrevistados 108 homens, entre os meses de julho e agosto.

A pesquisa revela ainda outros dados que chamam a atenção:

62,4% dos entrevistados relatam que a parceira reclama de dor durante a relação no pós-parto.
61,5% relatam que a companheira teve queda no desejo sexual.
40,9% dos homens relataram que a retomada da vida sexual ocorreu após um período de 40 dias, a chamada quarentena.
22,6% disseram que o sexo aconteceu antes dos 40 dias.

O levantamento também mostra questões relativas aos sentimentos dos pais:

80% responderam que compreendem quando a mulher se recusa a fazer sexo. Eles alegaram que entendem que elas se sentem cansadas, e que isso é uma fase.
Mas, por outro lado, 34,8% dos homens acham que não são mais amados, que a mulher ama mais o bebê do que eles, e chegam a cogitar que estão sendo traídos.

E como eles enxergam o corpo da companheira após o parto?

93,5% dos homens acham que as mudanças são parte da maternidade e que a mulher está linda com sempre foi!
Somente 6,5% consideram que a parceira poderia se cuidar mais.

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A pesquisa avaliou ainda a frequência sexual depois dos filhos:

58,1% dos entrevistados responderam que ocorre pelo menos uma vez por semana.
22,5% afirmaram que a frequência é de uma vez por mês ou mais.

A partir do estudo, o projeto Mães que Pensam Naquilo começa agora a planejar eventos voltados para casais, com especialistas no assunto. Para Carol Martins, Cofundadora do Mães que Pensam Naquilo, a pesquisa ajudou a entender melhor o universo da sexualidade após a maternidade:

- Somos mulheres falando de uma problemática que envolve também o homem. A pesquisa foi fundamental para compreender a visão masculina sobre o sexo após a maternidade. Nossa autoestima é um fator determinante no desejo sexual, por isso, saber que para eles somos lindas, e que eles percebem as mudanças da maternidade como parte do processo, é fundamental para retomar a vida sexual.

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