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Sarah Kallies: "Com licença, vou passar este creme tóxico no meu filho"

02 de agosto de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Melhor seguir a consciência Foto: Charles Guerra/Agencia RBS

Melhor seguir a consciência Foto: Charles Guerra/Agencia RBS

Ter conhecimento é uma benção. Mas ser bombardeada o tempo todo sobre novos métodos, descobertas, pesquisas, tendências, a última onde de saúde, comportamento ou educação pode enlouquecer qualquer mãe, de primeira ou de quinta viagem. E aquela culpa, que toda mãe carrega por não saber se está fazendo o melhor pelo filho, vai nos levar direto para o divã ou para uma clínica psiquiátrica (e nossos filhos vão junto). Uma amiga compartilhou um artigo no Facebook que me fez lembrar disso. Com licença, vou passar este creme tóxico no meu filho, foi escrito por Sarah Kallies e publicado no jornal Huffpost dos Estados Unido. Leiam, vale a pena.

É Memorial Day, feriado prolongado nos Estados Unidos, o começo da temporada de verão. Estamos na casa de campo com a família. Deveríamos estar descansando e relaxando. Uma época de gratidão. Uma época para lembrar daqueles que deram suas vidas pela nossa liberdade.

Meu marido vem trabalhando muito nos últimos tempos, fazendo vários freelas, então estamos esperando essa viagem há semanas. Compramos as primeiras varas de pescar para nossos gêmeos de dois anos e planejamos uma caça ao tesouro.

Um dos meus meninos olhou para mim e disse: “Mamãe está cansada”. Sim. Sim, Bennett. Mamãe está cansada. Mamãe está muuuuuuito cansada. Faço o que posso para que minhas questões emocionais não afetem meus filhos, mas eles estão ficando maiores e mais perceptivos.

Não dá para enganá-los para sempre. E estou percebendo que você não precisa ter uma doença mental como eu para que isso seja uma questão. Se você não for louco, o mundo vai te enlouquecer.

Estamos todos na mesma correria. Fazendo o melhor para criar nossos filhos. Para mantê-los seguros. Para protegê-los desse mundo difícil.

Mas o que acontece quando o mundo te diz que você é o problema?

Que você não toma cuidados suficientes. Não presta atenção o suficiente. Não é diligente o suficiente.

Esse era meu maior medo diante da maternidade. Na realidade, durante a maior parte da minha vida tive certeza de que não teria filhos.

Com minhas questões de infância e meus problemas de ansiedade e depressão, achava que não daria conta do recado. E acredito que o clima cultural de hoje não ajuda. Regras demais.

Sinceramente, com esses padrões, ninguém está à altura do desafio.

Na noite antes de partirmos, li um artigo sobre os piores tipos de protetor solar para crianças e adultos. Como não poderia deixar de ser, os que eu tinha comprado estavam no topo da lista. Claro. Jogo tudo fora e desperdiço 30 dólares, que não é pouco dinheiro para a gente?

Aí vou comprar os protetores bons, cremes feitos por minúsculas fadas, cheios de amor e vida e eterna, pelo preço de um ovário? E, a propósito, eles só são vendidos na Califórnia, onde vivem as fadinhas.

Ou uso esse creme tóxico nas minhas crianças porque obviamente, segundo este artigo, eu não cuido dos meus filhos?

Estou cansada, pessoa. E não é só porque meu marido está trabalhando demais. Ou porque tenho dois filhos que só funcionam a 0% ou a 120%.

Eles vivem no que gosto de chamar de Planeta Capitão Eu. A visibilidade é zero e eles estão voando o tempo todo a 200 km/h. Tudo bem. Sob controle.

Estou cansada de tantas regras. Regras sobre comida. Regras sobre higiene. Regras sobre roupas. Regras sobre escolas/educação. Regras sobre desenvolvimento. Regras sobre remédios. Regras sobre métodos para dormir.

Regras sobre horários de brincar. Regras sobre amigos. Regras sobre cadeirinhas de carro. Regras sobre amamentação. Regras sobre criação dos filhos. Regras sobre televisão. Regras sobre regras.

E você pode trocar “regras” por outras palavras. Opiniões. Lições. Estudos. Diretrizes. Programas. Crenças. Padrões. Políticas. Ad nauseam.

Deu para mim. Por favor, do fundo do meu coração exausto, pegue esse gráfico de pizza e enfie lá.

Em todos os meus anos de ansiedade e preocupação com filhos, nunca tinha me dado conta de que eu poderia não ser o problema.

Que amar e fazer o melhor para prover para meus filhos com os recursos disponíveis, sem enlouquecer ou quebrar a banca, era sinônimo de ser uma mãe responsável.

Que ser bipolar ou tomar remédios não seria o que me tiraria o sono. Em vez disso, me pergunto se lavei as roupas novas antes que os meninos as usassem, porque li uma reportagem sobre a presença de químicos tóxicos que podem fazer mal para a pele.

Vamos dizer de uma vez que tudo está tentando nos matar? O tempo todo? E pronto? Bola pra frente? Todos vamos morrer um dia. As coisas saíram do controle.

Eu quero servir uma refeição para os meus filhos. Só uma refeição sem ter uma voz na minha cabeça dizendo que eles podem estar ingerindo o banquete de Satã.

Ainda não sei, porque não achei tempo na minha agenda para pesquisar todos os ingredientes listados na embalagem.

Não estou dizendo que ser pró-ativa é errado. Não estou dizendo que se preocupar com essas questões é errado. Não estou dizendo que ter voz é errado.

Faça o possível. Quando der. Eu sei que faço. Para todas as mães campeãs nesse departamento, parabéns. Vocês têm todo o meu respeito. De verdade. Merecem comendas.

Eu estou cansada. Cansada de tudo. Olho para meus meninos quando os ponho para dormir e eles são as pessoas mais doces, felizes e saudáveis que já conheci. Eles são as melhores coisas que eu já fiz. Essa é a coisa da minha vida que sei que estou fazendo direito.

Concordem as últimas tendências ou não. Às vezes queria viver numa época em que eu não fosse inundada diariamente com esse tipo de artigo.

Meu pai e minha madrasta têm uma clínica para cuidar de crianças vítimas de tráfico humano na Tailândia. Duas semanas atrás eles acolheram uma criança de três anos. Repito, de três anos.

Ela nunca falou e está completamente desnutrida. Só Deus sabe o que ela viu e pelo que já passou. Enquanto isso, aqui no Ocidente, nos torturamos para saber se botamos nossos filhos na cama na hora certa.

Então é isso. Postem todos os artigos ferinos. Compartilhem as últimas revelações. Vou passar. A vida já é difícil demais. Vou viver e me jogar em cada momento com meus meninos.

Quando vir “10 coisas do ar que você não fazia ideia de que está respirando” ou “Você sabia que abrir os olhos pode ser fatal?”, vou desligar o computador e dormir. E sonhar com a próxima viagem de camping.

Ou nossa caminhada. Porque estou cansada. Muito, muito cansada. E estou mais interessada em viver cada dia com meus filhos em vez de morrer com eles.

Pais adotivos que devolveram três irmãs terão de pagar indenização

26 de julho de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

adoção

Imagem meramente ilustrativa/Cadastro Nacional de Adoção

Adoção é coisa séria. No Rio de Janeiro, um casal resolveu devolver três irmãs adotadas para um abrigo, ainda durante o estágio de convivência familiar. Eles alegaram que não se adaptaram às crianças. O Tribunal de Justiça, no entanto, entendeu que a devolução o correu de forma imotivada, pelo total despreparo dos adotantes, o que acarretou mais um abalo para as crianças. Heraldo Sanches Sales e Josete Helena de Lima Sales terão de pagar 1 3 de salário mínimo a cada menina, até que elas sejam adotadas. Cada uma das crianças também receberá R$ 10 mil.

O caso

O casal conheceu as crianças em fevereiro de 2012 no abrigo onde elas viviam. No mês seguinte, Heraldo e Josete obtiveram a guarda das meninas após avaliação da Vara da Infância, dando início ao período de convivência. Em setembro do mesmo ano, as crianças foram novamente encaminhadas para o abrigo após o processo mal sucedido de adoção.

Deixe o amor te surpreender - campanha incentiva adoção de crianças fora do perfil mais buscado

07 de julho de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Reprodução/Tribunal de Justiça do RS

Reprodução/Tribunal de Justiça do RS

O Poder Judiciário gaúcho lançou hoje uma campanha para incentivar a adoção de crianças e adolescente que estão fora do perfil mais procurado. “Deixe o amor te surpreender” busca pais para 625 crianças e adolescentes que estão em abrigos. Elas têm dez anos ou mais, algumas pertecem a grupos irmãos, tem HIV ou deficiência física ou mental.

Do outro lado, há 5.560 pretendentes habilitados para adotar. De acordo com a Coordenadoria da Infância e Juventude do Rio Grande do Sul, menos de 2% deles aceitam crianças com mais de dez anos. A maioria coloca três anos como idade limite.

Nessa primeira fase, a campanha é voltada ao público interno do judiciário. Na segunda fase, irá ganhar as ruas. A ideia é mostrar que nunca é tarde para amar, mostrando exemplos de famílias que adotaram grupos de irmãos, adolescentes e jovens com deficiência.

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Manifesto de uma mãe para que o tempo pare!

29 de junho de 2016 2

Por Milena Schoeller

Foto: Rodrigo Philipps / Agencia RBS

Foto: Rodrigo Philipps / Agencia RBS

O tempo é algo relativo na nossa vida. As noções vão se modificando ao longo da nossa existência. E isso muda ainda mais quando temos filho.

Quando tive o meu primeiro filho, me sentia muito impotente nas primeiras semanas. Eu tinha medo de não acalmá-lo, de não saber amamentar, de não saber dar banho, não saber trocar a fralda, de não saber educá-lo, enfim, tinha medo daquele novo mundo que a maternidade estava apresentando pra mim. E eu lembro claramente de rezar para que aquele período passasse logo. Alguns meses depois, ao levar meu pequeno pra escolinha (falo disso em um outro post, acesse clicando aqui), novos medos surgiram. Ele começou a ter contato com várias crianças, e, o que é normal, começou a ficar doente.  E eu rezava para que o tempo passasse logo, ele crescesse, e criasse mais defesas. Me angustiava vê-lo abatido, derrubado pela febre e pela dor.

Até que um dia, lendo uma daquelas tradicionais “Folhinha do Sagrado Coração de Jesus”, que costumava ver sempre na casa da minha vó, me caiu a ficha. O texto dizia mais ou menos assim: “aproveite cada minuto, teu filho só será pequeno uma vez”. Meu mundo caiu. A minha angústia e o meu medo não estavam me deixando aproveitar cada fase com o meu filho. Então, eu mudei meu pensamento! Parei de rezar para que o tempo passasse logo. E passei a rezar para o tempo parar! Logo veio o meu segundo filho. E apesar da angústia de vê-lo doente persistir, de alguns medos e inseguranças persistirem, eu peço todos os dias: Tempo, por favor, pare!

Quero sentir as boquinhas doces dos meus filhos beijando a minha bochecha por mais tempo!

Quero sentir por mais tempo o abraço forte e a corrida desesperada que eles fazem até mim quando apareço no portão da escola!

Quero andar de bicicleta com eles na cadeirinha, com um pequeno capacete, e eles cantando e brincando.

Quero empurrá-los no balanço, brincar na pracinha do condomínio, andar de mãos dadas com eles no parque.

Quero acordar no meio da madrugada com alguém me batendo e pedindo pra subir na minha cama.

Tempo, por favor, não passe!

Quero ouvir por mais tempo a gritaria dentro de casa e os gritos enlouquecedores de mããããeeeeeee!!!

Quero ter tempo para ensinar aos meus filhos como é a vida!

Sei que tudo passa, mas o importante, é que a gente aproveite cada minuto! Pois cada fase é mágica, e principalmente, cada fase é ÚNICA!!!! Curta cada fase do seu filho o máximo que você conseguir. E, quando o tempo passar, e eles crescerem, o que é inevitável, que possamos ter a consciência tranquila de que fizemos nosso melhor. :)

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O primeiro dia na escola grande!

INSS terá de indenizar gestante por negar auxílio-doença

07 de junho de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Foto: Lucas Correia / Agência RBS

Foto ilustrativa: Lucas Correia / Agência RBS

O INSS vai ter que indenizar em R$ 80 mil uma empregada doméstica de Carazinho, no Planalto gaúcho, por ter negado concessão de auxílio-doença quando ela estava grávida e necessitava ficar de repouso absoluto. O instituto indeferiu o pedido feito em abril de 2014, mesmo ela tendo apresentado diversos atestados médicos e tivesse histórico de risco. Ela havia sofrido dois abortos. Ela entrou com ação mas, antes de ter obter o auxílio via judicial, teve um bebê prematuro, com 30 semanas de gestação. A criança morreu dias depois.

No primeiro julgamento, a indenização foi fixada em R$ 50 mil. Tanto ela, como o INSS recorreram. A empregada doméstica pediu que o valor fosse elevado para R$ 100 mil. O instituto alegou que ela estava apta para o trabalho. O relator do processo na 4ª Turma, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Junior, aceitou apenas o apelo da mulher e aumentou a indenização para R$ 80 mil.

Ainda cabe recurso da decisão do Tribunal Regional Federal.

"Ser mãe é um plus": vídeo trata do mais emocionante emprego do mundo!

05 de junho de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Reprodução / YouTube

Foto: Reprodução / YouTube Um vídeo muito

O vídeo “Ser mãe é um plus” é uma oportunidade muito bacana de refletir sobre o que é ser mãe, o quão complexo e gratificante é esse papel para a mulher e importante para a sociedade. O vídeo mostra a dificuldade de reinserção no mercado de trabalho de uma mulher que optou por se dedicar aos filhos.

Após algumas entrevistas de emprego, ela é rejeitada pelo período em que não trabalhou. Quer dizer… Não trabalhou para nenhuma empresa, não é?

Com jogo de cintura e criatividade, a mulher consegue mostrar as suas qualidades para os entrevistadores, valorizando o seu currículo com as habilidades que adquiriu após assumir o mais importante e mais emocionante emprego do mundo: o de mãe!

 

O vídeo foi publicado em 2014 pela Federação Hirukide de Grandes Famílias do País Basco, mas ainda vale muito a pena assistir. Continua super atual e pertinente. Desde a publicação, teve mais de 1,8 milhão de visualizações na página da Hirukide.

A Federação foi criada em 1999 e trabalha com famílias que têm 3 ou mais crianças. Entre os objetivos da entidade, estão sensibilizar a opinião pública sobre o papel fundamental da família e lutar pelos direitos das famílias que têm mais filhos que, no entendimento da Hirukide, contribuem mais para a sociedade.

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19 de maio de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

bebezinho

Um bebê nasceu quatro meses antes do esperado e a luta dele pela sobrevivência foi filmada pelo pai. Mais do que isso, o vídeo mostra como o amor ajuda os pequenos. Mesmo com tantos fios e aparelhos, o contatado entre mãe e filho era incentivado.

O vídeo foi postado pelo blogueiro espanhol Salvador Raya e já foi visto mais de 9,5 milhões de vezes. Peguem os lencinhos e assistam!

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As 10 verdades sobre a maternidade

07 de maio de 2016 0
Imagem: Reprodução Internet

Imagem: Reprodução Internet

O Blog Fralda Cheia preparou uma matéria especial para homenagear todas as mamães neste domingo. Nós listamos as 10 Verdades sobre a Maternidade. Foi uma maneira que encontramos para dividir com todos os nossos ouvintes e leitores um pouco das nossas experiências, angústias, e alegrias.

1. Você vai sentir um amor por alguém como nunca sentiu antes.

Quando se fala em “amor de mãe” parece algo até meio clichê. Mas não é não. Realmente o amor de mãe é algo diferente, difícil de descrever. O amor que sentimos é algo que não se compara com nenhum tipo de amor que experimentamos até àquele momento. E além disso, você vai se sentir amado por alguém como nunca. Aquele ser tão pequeno, frágil e dependente vai te olhar como ninguém nunca te olhou, um olhar de puro amor.

2. Você vai ouvir centenas de palpites.

Isso é muuuuito verdade. Todas as pessoas (todas mesmo) vou ter alguma dica, alguma simpatia, ou alguma orientação pra te dar. Aliás, este é um dos motivos do nome do nosso blog, pois algumas vezes os palpites irritam as mamães. Mas o melhor, é lidar sempre com bom humor.
Confira alguns postos que já fizemos sobre isso:

33 palpites que irritam as mães

Muito bom humor para lidar com palpites

3. Você nunca mais vai dormir da mesma forma

Isso não é praga! Realmente o sono muda. Mesmo que o bebê durma a noite toda, a mãe sempre acorda para verificar se está tudo bem, se a coberta não caiu, se a posição do filho está confortável, enfim, dar uma conferida geral.

4. Você sempre vai ouvir alguém gritando: mãããeeeeee!!! Mesmo quando ninguém está chamando.
E se o filho ainda não fala, você vai ouví-lo chorando, mesmo que ele não esteja. Quem nunca passou por isso?? ;)

5. Sabe a tua rotina puxada, com trabalho, aula, academia, encontro com amigos??? Vai piorar.
A nossa rotina muda radicalmente. Tem mãe que segue fazendo tudo numa boa, tem mãe que não consegue. Cada um vai adaptar a sua rotina como melhor conseguir. Mas o certo é que ela fica bem mais puxada.

6. Você tem certeza que nunca mais estará sozinha. Até pra ir ao banheiro…
Seu filho estará para sempre na sua vida! E isso é muito reconfortante. Mas muitas vezes eles não nos deixam sozinhos nem para ir ao banheiro.

7. Sabe aquelas idas semanais ao salão de beleza, ou as horas que você passava no quarto arrumando o cabelo? Esquece…
O tempo em casa para cuidar de si fica mais escasso. Mas com o tempo vai melhorando…

8. Os sacrifícios se tornam mais fáceis se são para o bem dos filhos.
Três das mães do blog já tiveram que fazer dietas rigorosas pelos filhos. Confira algumas postagens sobre isso:

Alergia à proteína do leite de vaca tem cura

Dieta de Exclusão: dicas para quem tem filho alérgico

9. Você vai conversar com outras mães sobre assuntos que nunca imaginou
Já se imaginou analisando a fralda (cheia) do seu filho? Rsrsrs. E já se imaginou conversando com outras mães sobre isso? E sobre a cor ou consistência do vômito do seu bebê? Acredite, isso vai acontecer.

10. A vida é dividida em duas partes, antes e depois da maternidade.
Disso, temos certeza absoluta que nenhuma mãe tem dúvidas! Nossa vida realmente é dividida em duas partes.

OUÇA A REPORTAGEM COMPLETA:

 

Imagem: Blog Sara a Dias (clique na imagem para ampliar)

O Maior Amor do Mundo - Um filme sobre mães e filhas

29 de abril de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

filme

O maior amor do mundo, o de mãe (sem desmerecer os outros amores), agora dá título a um filme, que estreia no dia 5 de maio nos cinemas. A história, dirigida por Garry Marshall (“Uma Linda Mulher”, “Idas e Vindas do Amor”), tem no elenco Jennifer Aniston, Kate Hudson e Julia Roberts, além de Jason Sudeikis.

O Maior Amor do Mundo conta o que acontece quando três gerações de mães e filhas se reencontram nos dias que antecedem o Dia das Mães. É uma comédia romântica com direito a lágrimas, além de risadas. Confira uma palhinha do filme.

 

Amor de mãe faz cérebro de filho se desenvolver melhor

28 de abril de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

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A gente adora afofar nossos filhos, abraçar, beijar, dar um aconchego. Mas a gente nem imaginava que isso faz um bem danado ao cérebro. Um estudo norte-americano mostra que amor de mãe pode ajudar o cérebro da criança se desenvolver mais. De acordo com a notícia publicada na BBC, a autora que liderou a pesquisa, a psiquiatra infantil Joan Luby, da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, descobriu que uma importante área do cérebro cresce duas vezes mais rápido em filhos de mulheres que demonstravam afeto e apoio emocional, em comparação com as que eram mais distantes e frias. Mas isso tem que ser feito desde cedo.

Imagens do cérebro mostraram que esse tipo de criação era mais benéfica para crianças com menos de seis anos – e que mesmo que uma mãe se torne mais afetuosa quando a filha ou filho é um pouco mais velho, não é possível compensar os anos em que esse amor foi negligenciado. Segundo Joan, o estudo sugere isso ocorre porque há um período crucial em que o cérebro responde mais ativamente ao apoio materno, provavelmente por conta da maior plasticidade do cérebro quando as crianças são mais novas. Ou seja, esse amor materno é ainda mais importante nos primeiro anos de vida.

O estudo foi feito com 127 crianças, que faziam exames de ressonância no cérebro desde o início da escola até a adolescência. Para fazer a relação, as mães eram gravadas em uma situação em que ela tinha de fazer alguma tarefa estressante na presença dos filhos. Os pesquisadores pediam que elas concluíssem essas tarefas e, enquanto isso, davam aos filhos um presente em um pacote bem atrativo, que os filhos não podiam abrir imediatamente. A intenção era simular situações cotidianas em que as mães estão ocupadas e não podem dar atenção aos pequenos. A que conseguiam manter o autocontrole e completar a tarefa, enquanto ofereciam algum tipo de apoio emocional ao filho, foram classificadas como mais afetuosas e mais acolhedoras. Já as que desprezavam ou ignoravam as crianças ou as que agiam de maneira punitiva recebiam notas menores do quesito apoio emocional.

As ressonâncias mostraram o impacto dessa diferença de comportamento materno no hipocampo das crianças – uma área no cérebro localizada nos lobos temporais, que é responsável por habilidades como a memória, o aprendizado e o controle das emoções. A pesquisa mostrou ainda que a trajetória de crescimento do hipocampo estava associada com um desenvolvimento emocional mais saudável quando as crianças passavam para a adolescência.

De acordo com Joan, a pesquisa sugere que talvez seja possível ajudar as crianças a irem melhor na escola, a lidar melhor com a vida adulta e a se desenvolverem de maneira saudável ajudando os pais a aprenderem a oferecer mais apoio e afeto nos primeiros anos dos filhos.