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Gestante tem surpresa ao ter gêmeo em ambulância do Samu em Passo Fundo

13 de março de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

A mãe não sabia que estava grávida de gêmeos   Divulgação/Samu

A mãe não sabia que estava grávida de gêmeos Divulgação/Samu

A segunda-feria começou diferente para o pessoal do Samu de Passo Fundo. Pouco depois do amanhecer a equipe foi chamada para atender uma mulher de 31 anos que estava em trabalho de parto. Quando chegaram ao endereço, os socorristas a encontraram já com um bebê.

Os dois receberam os primeiros socorros e foram levados pelo Samu para o Hospital da Cidade. No caminho, ela começou a ter novas contrações. A técnica em enfermagem, Luci Santos, perguntou se ela estava grávida de gêmeos, mas a mulher não sabia. Ela não havia realizado pré-natal.

Quando os socorristas pararam a ambulância na porta do hospital, nasceu o segundo menino. Os enfermeiros da emergência e a médica pediátrica auxiliaram no parto dentro do veículo.

Devido o peso das crianças e o tempo gestacional, os dois bebês foram encaminhados para o CTI Neonatal. A mãe e os meninos estão bem.

Quem nos trouxe a história foi o repórter Lucas Cidade, da Rádio Uirapuru, da rede Gaúcha Sat.

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Médico pode cobrar taxa extra para realizar partos?

06 de março de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Félix Zucco

Foto: Félix Zucco

Nesta segunda-feira (06), médicos gaúchos foram presos por cobrar taxas para realizar partos pelo SUS. A investigação da Polícia Federal mostrou que os médicos incentivavam as gestantes a realizar cesáreas e cobravam por este procedimento, recebendo duplamente – uma pelo SUS e outra pela paciente. As pacientes sem condições financeiras aguardavam o parto natural, mesmo depois das 42 semanas de gestação, o que provocou a morte de um bebê e o nascimento de outro com sequelas.

As famílias devem ficar alertas para este tipo de pedido e sempre denunciarem quando houver a extorsão. Para estes casos, está bem claro que há crime, no entanto, na rede privada, muitos médicos cobram pelo que chamam de taxa de disponibilidade para parto normal. O valor gira em torno de R$ 5 mil, de acordo com mães que já realizaram este tipo de pagamento. Neste caso, ainda há muita polêmica, porém, a justiça tem se manifestado sobre o assunto, tal como a Agência Nacional de Saúde Suplementar.

A juíza federal Diana Brunstein, da 7ª Vara Federal Cível de São Paulo, decidiu em janeiro deste ano que os obstetras não podem cobrar para garantir parto de quem tem plano de saúde. Quem precisa cobrir todos os custos são os planos de saúde, segundo a decisão.

Para a ANS, a prática é crime: “Uma consumidora de plano hospitalar com obstetrícia tem o direito garantido de que o parto, normal ou por cesárea, está no seu plano e os honorários médicos serão em sua totalidade cobertos pela operadora. Qualquer taxa cobrada pelo obstetra à gestante é ilegal e deve ser denunciada à ANS”.

O que fazer em casos de cobrança

Para as cobranças de quem tem plano de saúde, o consumidor deverá relatar o fato à sua operadora e esta tomará as devidas providências. É importante também solicitar à operadora o protocolo desse atendimento. De posse do protocolo, o consumidor poderá fazer uma reclamação na ANS e a operadora será notificada e poderá inclusive ser multada, caso constatada a infração.

Para as pacientes do Sus, é necessário procurar a polícia e formalizar uma denúncia. Não é necessário se identificar, mas a identificação ajuda na apuração dos fatos.

Não há perigo em comer durante o trabalho de parto

13 de fevereiro de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

Não é preciso passar fome quando está dando à luz Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Não é preciso passar fome quando está dando à luz
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Quem já teve filho ou está perto de ter um deve ter ouvido a recomendação para ir ao hospital em jejum, se possível, na hora do parto. Isso pode virar passado. Um novo estudo está mostrando que a proibição de mulheres em trabalho de parto se alimentarem ou beberem pode ser abandonada. Mas nada de ‘comer um boi’ antes de ir para o hospital, viu?

De acordo com um dos autores da revisão publicada na revista “Obstetrics and Gynecology”, Vincenzo Berghella, da Universidade Thomas Jefferson, na Filadélfia, Estados Unidos, a análise mostrou que mulheres que puderam comer antes de dar à luz tiveram um trabalho de parto mais curto (em média 16 minutos) do que aquelas que ficaram restritas a gelo e água. O estudo, porém, não pode provar que a comida fez com que a mulher desse à luz antes.

De acordo com reportagem da agência de notícias Reuters, a preocupação com o assunto surgiu na década de 1940, quando um estudo concluiu que mulheres que davam à luz sob anestesia geral tinham risco de inalar alimentos no estômago e se engasgar.

 “Se estamos bem hidratados e temos quantidade adequada de carboidrato em nosso corpo, nossos músculos funcionam melhor”, disse Berghella. O útero de uma mulher é em grande parte feito de músculo.

Hoje, o uso de anestesia geral durante o parto é muito menos comum, mas as diretrizes ainda recomendam evitar alimentos sólidos durante o parto, segundo os pesquisadores.

Além de observar  a reação de mulheres que puderam comer durante o parto e aquelas que não ingeriram alimentos, foram analisados 10 estudos que, juntos, observaram 3.982 gestantes dando à luz, nenhuma delas com risco de cesariana.

As mulheres com dietas menos restritivas não tiveram maior risco de outras complicações, incluindo vômitos ou asfixia, durante o uso da anestesia geral.

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Vereadores da Capital rejeitam proposta que permitia presença de doulas em partos

22 de dezembro de 2016 0

Por Marina Pagno

Foto: Marcelo Min / Agência RBS

Foto: Marcelo Min / Agência RBS

O projeto de lei que garantia a presença de doulas durante o trabalho de parto em maternidades e instituições hospitalares de Porto Alegre foi rejeitado pelos vereadores da Capital na tarde desta quinta-feira (22). A proposta recebeu 23 votos contra e teve quatro abstenções. O projeto tramitava há 2 anos.

Ninguém votou a favor, pois a própria autora, vereadora Jussara Cony (PC do B), subiu na tribuna e pediu aos demais parlamentares para rejeitarem a proposta, alegando que as emendas acabaram descaracterizando o projeto. Uma delas, por exemplo, suprimia as instituições da rede pública de saúde da possibilidade de oferecer doulas às gestantes. No total, 18 emendas e uma subemenda foram anexadas à proposta.

As doulas são mulheres contratadas para orientar, tranquilizar e acompanhar a grávida durante toda a gestação até o período pós-parto, tranquilizando os pais e indicando quais as melhores posições e formas de respiração para diminuir o desconforto na hora do parto. O projeto que estava em tramitação na Câmara de Vereadores não traria ônus para os hospitais públicos e privados, pois o contrato seria feito pela gestante.

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Agora é lei: advogadas que têm filhos podem pedir suspensão de prazos processuais

28 de novembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

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Fóruns terão de ter local para amamentação Foto: Felipe Carneiro Agência RBS

O presidente Michel Temer sancionou a lei que garante a suspensão de prazos processuais por 30 dias para advogadas que tiverem filhos. O texto, que altera o Código de Processo Civil, abrange também casos de adoção e traz ainda outras garantias para advogadas grávidas.
Elas serão dispensadas de passar em aparelhos de raio X e terão prioridade nas sustentações orais. Além disso, terão vagas reservadas nas garagens dos fóruns dos tribunais e acesso a creches ou a local adequado para atendimento das necessidades dos bebês.
E, no caso de um advogado se tornar pai e for o único responsável pela criança, pode também pedir a suspensão dos prazos oito dias. Tanto no caso de advogada, como de advogados, o benefício só é garantido se não houver nenhum outro colega responsável pela ação.

A Lei 13.363 foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (28) e já entrou em vigor.

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Entra em vigor lei que cria Semana de Conscientização sobre Direitos das Gestantes

11 de novembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Entrou em vigor a lei que cria a “Semana Estadual de Conscientização sobre os Direitos das Gestantes” no Rio Grande do Sul. A lei foi publicada no Diário Oficial do Estado dessa quinta-feira (10).

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A autora do projeto é a deputada Manuela D’Ávila (PCdoB). O objetivo é divulgar os direitos relacionados à saúde das gestantes e dos bebês, como assistência humanizada à mulher durante a gestação, pré-parto, parto e puerpério, além dos direitos trabalhistas e sociais.

A celebração será na semana do dia 15 de agosto.

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Bebê nasce na Free Way

04 de novembro de 2016 0

Por Sibeli Fagundes

Reprodução Facebook

Reprodução Facebook

Não adiantou Paula Cardoso Lucena e Alencar Massulo de Oliveira, de Santo Antônio da Patrulha, planejarem o nascimento da segunda filha do casal. Eles moram em Santo Antônio da Patrulha e escolheram o hospital Divina Providência para o parto. Nina resolveu se apressar e nasceu na Free Way nesta sexta-feira (4).

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De acordo com o relato no Facebook da concessionária Triunfo Concepa, Paula, com 40 semanas de gestação, começou a sentir as primeiras contrações cedo da manhã e a família pegou a estrada rumo ao hospital Divina Providência, na zona Sul de Porto Alegre. Com receio de que não houvesse tempo, ligaram para o SOS Free Way e pediram ajuda. Em Gravataí, Paula foi atendida pela UTI móvel. A mãe dela foi junto no veículo e o restante da família seguiu de carro.

Como o trabalho de parto estava evoluindo depressa, a equipe médica decidiu ir para o Hospital Padre Jeremias. Mas, Nina resolveu nascer ainda na Free Way. Com 45 cm e pouco mais de três quilos, a menina e a mãe estão bem. O casal tem outra filha, Helena, de três anos.

Reprodução Facebook

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Hospital cobra por contato entre mãe e filho após o parto

26 de outubro de 2016 1

O caso ocorreu nos EUA e viralizou após o pai divulgar o recibo da cobrança

Por Milena Schoeller

Imagem: divulgação internet

Imagem: divulgação internet (clique para ampliar)

Uma polêmica nos Estados Unidos tomou conta das redes sociais nas últimas semanas. Um pai divulgou um recibo da cobrança pelo atendimento da esposa, que fez uma cesárea no Hospital de Utah Valley, na cidade de Provo. E na fatura, há a cobrança pelo contato pele a pele da mãe e o bebê, logo após o procedimento. O assunto foi divulgado pelo portal britânico indy100.

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O homem conta que, durante o atendimento médico, a enfermeira perguntou se a esposa gostaria de ter um contato pele a pele com o bebê, logo que ele nascesse. Naturalmente, ela respondeu que sim. Mas quando veio a fatura, não imaginavam a cobrança.  O hospital se posicionou dizendo que a instituição defende a prática de contato direto entre mãe e filho após o parto, pois traz vários benefícios. Em nota enviada ao portal BuzzFeed, o hospital afirmou que o valor cobrado não se refere à permissão para o contato, mas sim, para o pagamento de um profissional a mais, necessário no parto, para que este contato possa ser feito com segurança.

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Padre terá de pagar indenização por impedir aborto autorizado pela Justiça

24 de outubro de 2016 1

Por Sibeli Fagundes

Imagem ilustrativa Foto: Ronald Mendes - Agencia RBS

Imagem ilustrativa Foto: Ronald Mendes – Agencia RBS

O Superior Tribunal de Justiça condenou um padre do interior de Goiás a pagar R$ 60 mil de indenização por ter impedido um aborto autorizado pela Justiça. O caso ocorreu em 2005, em Morrinhos. Luiz Carlos Lodi da Cruz soube que a mulher iria interromper a gravidez de um feto diagnosticado com síndrome de Body Stalk – malformações que inviabilizam a vida fora do útero. No habeas corpus impetrado, o padre afirmou que os pais iriam praticar um homicídio.

Durante a internação hospitalar, a gestante, já tomando medicação para induzir o parto, foi surpreendida com a decisão do Tribunal de Justiça de Goiás. Já com dilatação iniciada, ela voltou para casa e passou os oitos dias seguintes com dor, assistida só pelo marido. O feto morreu logo após o nascimento. O casal ajuizou uma ação por danos morais contra o padre, que preside a Associação Pró-Vida de Anápolis e o caso foi parar no STJ.

A relatora da ação, ministra Nancy Andrighi, classificou de “aterrorizante” a sequência de eventos sofridos pelo casal. Ela também avaliou que o padre agiu “temerariamente” quando pediu a suspensão do procedimento médico de interrupção da gravidez, que já estava em curso, e impôs aos pais, “notadamente à mãe”, sofrimento inócuo, “pois como se viu, os prognósticos de inviabilidade de vida extrauterina se confirmaram”.

De acordo com a ministra, o padre “buscou a tutela estatal para defender suas particulares ideias sobre a interrupção da gestação” e, com sua atitude, “agrediu os direitos inatos da mãe e do pai”, que contavam com a garantia legal de interromper a gestação.

O valor de R$ 60 mil reais será corrigido desde 2005. A Associação Pró-Vida não quis comentar o assunto.

Quais são as dúvidas mais comuns sobre parto normal? Confira e esclareça aqui!

18 de outubro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS

Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS

Quando a “boa hora” se aproxima, o coração da mamãe gestante acelera. Não sei vocês, gravidinhas leitoras do blog, mas a partir das 35 semanas eu já não dormia direito, de tanta ansiedade (ainda bem que o Nícolas nasceu com 36 semanas e 5 dias!).

Para tentar ajudar um pouco as mamães que estão prestes a conhecer os rostinhos dos seus bebês, trouxemos aqui algumas das principais dúvidas das gestantes que estão próximas do parto, respondidas pelo Ministério da Saúde. Confira:

1- Quais são os sinais do trabalho de parto?

Dias antes do parto, a mulher poderá expelir um muco amarelado pela vagina, como uma clara de ovo, com riscos de sangue: é o tampão mucoso, um sinal de que o parto está próximo. Caso venha um sangramento vermelho vivo, em grande quantidade, a orientação é seguir imediatamente para o hospital.

Perto da data do parto, a mulher poderá sentir a barriga endurecer, com contrações que não duram muito tempo. Antes de pensar em sair para o hospital, tome um banho, repouse e veja se essas contrações continuam fortes e regulares. Pode ser que ainda não seja o trabalho de parto, mas só um treino.

2 - O que fazer se a bolsa romper?

Se o rompimento da bolsa estiver acompanhado de contrações regulares, normalmente o parto evolui mais rápido, mas a bolsa também pode romper sem contrações.

Caso a bolsa rompa e o liquido for claro, a gestante pode se organizar, tomar um banho e ir ao local onde planejou ter o bebê com calma. No entanto, se a bolsa rompeu e o líquido for meio esverdeado ou amarelado, ela terá que ir imediatamente à maternidade.

Se o líquido não estiver transparente, essa pode ser uma indicação de uma emergência.

3 – Se a bolsa não romper naturalmente, o médico vai precisar rompê-la?

Essa interferência não necessariamente será feita pelo médico. A própria evolução do parto pode levar ao rompimento e em casos bem raros, pode ser necessário um pique na bolsa pra ela romper.

O bebê pode, inclusive, vir dentro da bolsa, o que é chamado de parto empelicado. A criança sai do ventre da mãe ainda dentro da bolsa gestacional.

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4- Até quando deixar evoluir o parto normal? 

O tempo que dura o trabalho de parto pode variar para cada mulher. Considera-se parto ativo quando a grávida já está com quatro centímetros de dilatação, com contrações frequentes e regulares. No mínimo três contrações, de 30 a 35 segundos cada uma, em dez minutos. Logo, se a mulher estiver com quatro centímetros e uma contração apenas, esporádica, ela ainda não está em trabalho de parto.

Se a mulher já deu entrada no serviço de saúde, está com quatro centímetros com contrações regulares e frequentes, é normal que evolua, mais ou menos, um centímetro por hora. Com o período expulsivo, que é finalmente quando a cabeça do bebê está bem perto de sair, daria um total de 10h às 12h. Mas esse tempo é muito variável conforme o caso.

É importante verificar o coração do bebê a cada meia hora, juntamente com os sinais maternos. Também há outro detalhe: se parou a dilatação e a gestante está há três ou quatro horas sem evolução nenhuma, precisa entender que pode haver a necessidade de intervenção, de uma cesariana por algum motivo. Há mulheres que podem passar por todas as etapas do parto normal em duas horas. Não é tão comum, mas pode acontecer.

5 - Quando é necessário fazer a episiotomia?

A episiotomia é um corte feito na região do períneo (área muscular entre a vagina e o ânus) para abrir o canal de parto. Alguns estudos mais recentes sobre o assunto avaliaram que não há indicação que o procedimento seja benéfico para a mulher, salvo os casos, excepcionais, onde seja preciso fazer alguma manobra para auxiliar a saída do bebê. Por exemplo,  quando nasce a cabeça e o ombro fica preso, nesse caso é necessário ampliar o espaço para ajudar a fazer a manobra que irá virar o bebê.  Não é nem pra tirar o ombro porque a pele do canal vaginal não prende o bebê.

6 - Qual a diferença entre uma contração verdadeira e uma falsa?

Essa contração de treino, chamada de Braxton Hicks, são contrações normalmente indolores chamadas de falsas. A barriga endurece toda, mas a mulher não sente dor ou ela pode sentir um pequeno incomodo, depende da sensibilidade da mulher. A contração esta presente durante toda a gestação, mas são esporádicas, indolores, curtas, irregulares e sem direção.

As outras contrações que estão já estimulando o parto são dolorosas, intensas e regulares. A intensidade da dor depende. Pode ser bem leve, como uma cólica, ou com dores mais intensas.

7 - Quando o fórceps é usado no parto?

O fórceps não é uma prática usual no Sistema Único de Saúde (SUS). A ferramenta pode causar lesões neurológicas graves no bebê.

8 - Como é o parto induzido e quando ele é necessário?

O parto pode ser induzido quando se utilizar de fármacos que estimulem a dilatação e a contração. Podem ser usados medicamentos diretamente na vagina ou intravenosos, combinados ou não. Há indicação quando a mulher chegou a 41 semanas de gestação e ainda não entrou em trabalho de parto. Ou a bolsa rompeu, mas ela não está com contrações eficazes, fortes e aguardou 12 horas, 18 horas e não entrou em trabalho de parto ativo.

9 –  É preciso ficar em jejum para o parto normal?

Não precisa ficar de jejum e nem deve ficar para que não faça a hipoglicemia (que é quando o nível de açúcar no sangue encontra-se muito baixo, levando a mulher a fraqueza, tonturas, enjoos, vômitos e até desmaios). Se ela quiser, pode comer um chocolate ou rapadura, um doce para elevar a glicemia. É importante que ela se alimente, mesmo que esteja com náuseas.

Se a gestante estiver com a pressão alta ou tenha problemas de pressão alta, aí é necessário mais cuidados com a alimentação e ela deva evitar alimentos gordurosos e frituras.

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