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Posts com a tag "vacina"

Vacina da gripe para menores de 3 anos chega a partir da semana que vem em Clínicas de POA

06 de abril de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Jefferson Botega

Foto: Jefferson Botega

As clínicas particulares de Porto Alegre já estão vacinando contra a gripe, porém, como já vem acontecendo nos últimos anos, ainda não há doses da vacina quadrivalente para menores de três anos. O laboratório Sanofi é o único licenciado no Brasil para fornecer a vacina que protege contra quatro tipos de vírus para bebês acima de seis meses de idade. Como a Cepa da vacina é definida no último trimestre do ano e o laboratório precisa de seis meses para produzir as doses, acabam chegando somente a partir do final da semana que vem. O outro laboratório que fornece as doses quadrivalentes é o GSK, mas apenas para crianças com mais de três anos de idade.

Em resposta ao Blog Fralda Cheia, a Sanofi informou que as vacinas serão entregues no final da primeira quinzena de abril. Segundo o laboratório, todos os anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) publica recomendações sobre quais as cepas que deverão circular na próxima temporada de gripe. Após a indicação, as empresas iniciam o processo de fabricação das vacinas com as cepas recomendadas para a temporada.

Diferença da vacina da rede pública e privada

Ambas são vacinas seguras e protegem contra a gripe. A diferença está na vacina quadrivalente, que é oferecida apenas pela rede privada. Ela protege contra um tipo de vírus a mais que a da rede pública – subtipos H1N1 e H3N2 e duas cepas B (Victoria e Yamagata).

Composição

Todos os anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) publica recomendações sobre quais as cepas que deverão circular na próxima temporada de gripe. Após a indicação, as empresas iniciam o processo de fabricação das vacinas com as cepas recomendadas para a temporada.

Cepas recomendadas para a temporada do Hemisfério Sul 2017

Cepa A Michigan/45/2015/H1N1 pdn09-like Nova variação do vírus
Cepa A Hong Kong/4801/2014/H3N2-like
Cepa B Brisbane/60/2008/Victoria-like

Cepa adicional para as vacinas quadrivalentes
Cepa B Yamagata: B/Phuket/3073/2013-Like (Yamagata)

Eficácia

A efetividade da vacina contra a gripe pode variar de uma temporada para outra. Também pode mudar dependendo da pessoa que recebe a vacina, de acordo com sua idade e estado de saúde e conforme a semelhança ou “compatibilidade” entre os vírus incluídos na vacina e aqueles disseminados na comunidade. Apesar destas variações, estudos demonstram que, caso indivíduos vacinados contraiam a enfermidade, os sintomas são mais leves, além de diminuir o risco de hospitalização, especialmente no caso de crianças, idosos e grávidas, entre os quais ocorrem quadros mais graves e maiores índices de mortalidade. Fonte: Sanofi

Clínicas particulares já têm vacina contra a gripe em Porto Alegre

23 de março de 2017 0

Secretaria Estadual de Saúde divulga na sexta-feira campanha de vacinação no Rio Grande do Sul

Foto: Roberto Witte

Foto: Roberto Witte

Por Francine Silva

Custando entre R$ 80 a R$ 120, as doses de vacina contra a gripe já estão disponíveis na rede privada da Capital. As opções mais baratas são da trivalente. Já as mais caras, chamadas de tetravalente, protegem contra mais cepas da doença.

Os lotes da vacina chegaram quarta-feira (22) nas clínicas particulares. E conforme levantamento da Rádio Gaúcha, a procura pela imunização está intensa.

Já na rede pública, o secretário estadual de Saúde, João Gabbardo dos Reis, vai detalhar nesta sexta-feira (24) a campanha de vacinação contra a gripe no Rio Grande do Sul. A expectativa é conhecer o calendário de vacinação e os grupos beneficiados.

Os locais

Imune
Avenida João Walling, 1800, bairro Passo d’Areia, no Shopping Center Iguatemi
(51) 3328-5322

Imunoclin
Avenisda Dr. Nilo Peçanha, 3228, no Viva Open Mall
(51) 3517-5755

MDC Vacinas
Avenida Soledade, 569, bairro Petrópolis
(51) 3378-9802

MultiVacinas
Avenida Assis Brasil, 3940, bairro São Sebastião
(51) 3028-2538

Prophylaxis
Avenida Cristóvão Colombo, 545, bairro Floresta, no Shopping Total
(51) 3018-8236

Vacine
Rua Oscar Bittencourt, 324, bairro Menino Deus
(51) 3233-9090

Núcloe de Vacinas Hospital Moinhos de Vento
Avenida João Walling, 1800, bairro Passo d’Areia, no Shopping Center Iguatemi
(51) 3537-8400

Pais e professores receberão cartas do Ministério da Saúde incentivando a vacinação contra o HPV

15 de março de 2017 0

Por Elisandra Borba

Fonte: Gabriel Lain

Fonte: Gabriel Lain

Os ministérios da Saúde e Comunicação vão lançar uma campanha nacional para incentivar a vacinação de adolescentes nas escolas. O objetivo é imunizar os adolescentes contra a meningite do Tipo C e o HPV. Os pais e professores receberão cartas do Ministério da Saúde, explicando a importância da vacinação e consequências dos vírus para o futuro dos jovens. Serão distribuídos materiais para o trabalho de incentivo em sala de aula.

A campanha será realizada em duas etapas, já que a vacina deve ser tomada em duas doses, sendo a segunda seis meses após a primeira aplicação. Também será lançado um jogo chamado “Detona Vírus”, que é considerado pelos idealizadores um dos principais atrativos da campanha. O download do aplicativo pode ser baixado gratuitamente.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem 5,5 milhões de meninas de 9 a 14 anos com o esquema vacinal contra o HPV ainda incompleto. No Brasil, são estimados 16 mil casos de câncer de colo do útero por ano e 5 mil óbitos de mulheres devido à doença. É o terceiro tipo de câncer mais comum em mulheres e a quarta causa de óbito por câncer no país.

Neste ano, os meninos também foram incluídos no calendário. Expectativa é imunizar mais de 3,6 mi de meninos em 2017. A vacina em meninos previne cânceres de pênis, ânus, garganta e verrugas genitais.

Os adolescentes de 12 a 13 anos, de ambos os sexos, também devem se imunizar contra a Meningite C. A meta da vacinação de meningite C é atingir 80% do público-alvo, formado por 7,2 milhões de adolescentes, em 2017.

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Grávidas podem tomar vacina contra a febre amarela?

07 de março de 2017 0

Por Sibeli Fagundes

 

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS

A recomendação de especialistas é de evitar a vacina e também ir a regiões endêmicas. No entanto, se a viagem a esses lugares for inevitável, a gestante deve tomar a vacina, devido ao risco significante de a febre amarela levar à morte.

A vacina é preparada a partir de um vírus vivo, atenuado. A febre amarela é uma doença infecciosa severa com alta morbidade e mortalidade. O risco da vacina para a saúde embrio-fetal é desconhecido. Por isso, o American College of Obstetricians and Gynecologists classifica a imunização como contra-indicada na gestação, exceto se a exposição da gestante em áreas endêmicas é inevitável.

Um estudo realizado no Brasil em 2007, avaliando 304 recém-nascidos de mães que receberam a vacina da febre amarela na gravidez, concluiu que a imunização com a vacina para febre amarela não aumenta o risco de malformações maiores.

As informações são do site gravidez-segura.org , mantido pelo Sistema Nacional de Informação sobre Agentes Teratogênicos,  projeto de extensão do Departamento de Genética e do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Antes de tomar uma decisão, discuta os prós e contras com seu obstetra.

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Seis vacinas têm público-alvo ampliado no calendário nacional de 2017

03 de março de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Fernando Gomes

Foto: Fernando Gomes

O ministério da Saúde alterou o calendário de vacinação para 2017, ampliando o público-alvo para seis vacinas: tríplice viral, tetra viral, dTpa adulto, HPV, Meningocócica C e hepatite A.

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A partir de agora, adultos entre 20 e 29 anos receberão uma dose da vacina tríplice viral. A meta é manter a eliminação do sarampo e da rubéola e diminuir casos de caxumba e coqueluche. Para as crianças, as mudanças no calendário vacinal têm o objetivo de aumentar a proteção e ampliar a imunidade dos adolescentes.

Confira as alterações:

- Hepatite A: passa a ser disponibilizada para crianças até 5 anos. Antes, a idade máxima era 2 anos. A vacina, segundo o ministério, é considerada altamente eficaz, com taxas de soroconversão de 94% a 100%.

- tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela): este ano, para crianças, há ampliação da oferta da dose, que passa a ser administrada de 15 meses até 4 anos. Antes, a aplicação era feita entre 15 meses e menores de 2 anos. A recomendação é uma primeira dose da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) aos 12 meses e uma segunda dose a tetra viral aos 15 meses.

- HPV: a partir de 2017, será ofertada também para meninos. Desde 2014, a dose é oferecida a meninas de 9 a 13 anos. No próximo ano, público alvo vai incluir ainda meninas de 14 anos. Este ano, além dos meninos, a vacina será oferecida a homens que vivem com HIV e aids entre 9 e 26 anos e para imunodeprimidos, como transplantados e pacientes oncológicos.

- meningocócica C: passa a ser disponibilizada para adolescentes de 12 e 13 anos. A faixa etária será ampliada gradativamente até 2020, quando serão incluídos crianças e adolescentes de 9 a 13 anos. O esquema vacinal será de um reforço ou uma dose única, conforme situação vacinal.

- dTpa adulto (difteria, tétano e coqueluche): passa a ser recomendada para as gestantes a partir da 20ª semana. As mulheres que perderam a oportunidade de se vacinar durante a gravidez devem receber a dose durante o puerpério (até 40 dias após o parto). A medida busca garantir que os bebês já nasçam protegidos contra a coqueluche por conta de anticorpos transferidos pela mãe ao feto frente a gestação.

- tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola): este ano, será introduzida a segunda dose da vacina para a população de 20 a 29 anos. Anteriormente, a segunda dose era aplicada apenas em pessoas com até 19 anos. A mudança leva em consideração surtos de caxumba registrados nos últimos anos no país, sobretudo entre adolescentes e adultos jovens. As duas doses passam a ser indicadas para pessoas de 12 meses a 29 anos. Para adultos de 30 a 49 anos, permanece a indicação de apenas uma dose.

Fonte: Agência Brasil/Ministério da Saúde

Saiba se o seu filho precisa fazer a vacina contra a Febre Amarela

09 de fevereiro de 2017 0

Por Milena Schoeller

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS

215 casos de Febre Amarela estão confirmados no Brasil. Os números foram atualizados nesta quarta-feira (08) pelo Ministério da Saúde. 70 mortes pela doença também estão confirmadas. Os estados com casos confirmados ou em investigação são: Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Bahia e Tocantins.

Fonte: Ministério da Saúde (clique para ampliar)

Fonte: Ministério da Saúde (clique para ampliar)

Mas atenção pais! Não são todas as crianças que precisam da vacina contra a febre amarela. A família deve morar na área de recomendação, ou viajar para estas áreas. A vacinação de rotina é ofertada em 19 estados. Parte do Rio Grande do Sul está incluída. Todas as pessoas que vivem nesses locais devem tomar duas doses da vacina ao longo da vida. Também precisam se vacinar, neste momento, pessoas que vão viajar ou vivem nas regiões que estão registrando casos da doença: leste de Minas Gerais, oeste do Espírito Santo, noroeste do Rio de Janeiro e oeste da Bahia.

Clique no mapa abaixo para ampliar e saber se sua região está incluída como área com necessidade de vacina:

Fonte: Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Lista dos Municípios

Neste link você vai encontrar a lista com os municípios onde há recomendação da vacina. Se sua cidade tem recomendação, procure um posto de saúde para receber a orientação e aplicação, se for o caso.

Tire suas dúvidas sobre a febre amarela e saiba a idade ideal para a vacinação

Desde o início do ano, o Ministério da Saúde tem enviado doses extras da vacina contra a febre amarela aos estados que estão registrando casos suspeitos da doença, além de outros localizados próximos a áreas que tenham casos notificados. No total, 9,9 milhões de doses extras foram enviadas para cinco estados: Minas Gerais (4,5 milhões), Espírito Santo (2,5 milhões), São Paulo (1,2 milhão), Bahia (900 mil) e Rio de Janeiro (850 mil).

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18 de janeiro de 2017 2

Por Elisandra Borba

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Desde o início do ano os meninos já podem se vacinar contra o HPV. A campanha foi estendida para os jovens de sexo masculino neste ano. Para mostrar a importância de aplicar as doses nos adolescentes e tirar as dúvidas dos pais, o ministério da saúde elaborou um guia com as principais informações sobre o assunto:

1. Qual é o público-alvo de vacinação contra HPV definido pelo Ministério da Saúde?

Meninos: Em 2017, a vacina HPV será disponibilizada para a faixa etária de 12 a 13 anos *, considerando o intervalo de seis meses entre as doses. Mas, até 2020, a faixa etária masculina será ampliada gradativamente para meninos a partir de nove anos de idade.
Meninos e homens vivendo com HIV/Aids: Em 2017, todos os homens vivendo com HIV/Aids, entre nove e 26 anos, deverão receber a vacina, sendo o esquema de 3 doses (0, 2 e 6 meses). Nesses casos, é necessária a prescrição médica.
*a vacina para os meninos de 13 anos está disponível até um pouco antes de completarem 14 anos, ou seja: 13 anos, 11 meses e 29 dias.

2. Qual é o número de doses que os meninos terão de tomar?

Para os meninos, está disponível a vacina HPV quadrivalente, em 2 doses. A primeira dose deve ser tomada entre 12 a 13 anos e, a segunda, 6 meses depois. Para a segunda dose, é importante entender que se a criança foi vacinada dentro do limite da faixa etária, estipulada até 13 anos, ela terá de tomar a segunda dose ainda que já tenha completado os 14 anos.

Já para os meninos e homens vivendo com HIV/Aids é diferente. Estão disponíveis 3 doses, com intervalo de 2 e 6 meses.

3. A vacina é por via oral ou é injeção?
O procedimento é realizado via intramuscular, ou seja, injeção de apenas 0,5 ml em cada dose.

4. Quem já teve diagnóstico de HPV pode vacinar?
Pode! Desde que esteja na faixa etária estipulada. Existem estudos com evidências promissoras de que a vacina previne a reinfecção ou a reativação da doença.

5. Por que a vacina HPV não é introduzida para todas as faixas etárias no País?
A vacina é potencialmente mais eficaz para adolescentes vacinados antes do seu primeiro contato sexual, uma vez que a contaminação por HPV ocorre juntamente ao início da atividade sexual.

6. A proteção dura a vida toda?
Até o momento, sabe-se com convicção que a vacina pode proteger por 9 anos, mas a imunidade relacionada à vacina ainda não foi determinada, principalmente pelo pouco tempo em que é comercializada no mundo, que é desde 2007.

Embora se trate da mais importante novidade que surgiu na prevenção à infecção pelo HPV, ainda é preciso aguardar o resultado de estudos em andamento para fornecer mais dados sobre a duração da proteção e necessidade de doses de reforço.

7. A vacina HPV pode ser administrada concomitantemente com outra vacina?

A vacina HPV quadrivalente pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação (PNI), sem interferências na resposta de anticorpos a qualquer uma das vacinas. Quando a vacinação simultânea for necessária, devem ser utilizadas agulhas, seringas e regiões anatômicas distintas.

8. A vacina HPV provoca algum efeito colateral?
A vacina contra o HPV é uma vacina segura e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Já é utilizada como estratégia de saúde pública em quase 100 países que realizaram a aplicação de mais de 175 milhões de doses desde 2006, sem registros de evidências que pudessem pôr em dúvida a segurança dessa imunização.

Os eventos adversos mais comuns relacionados à vacina HPV são os mesmos relacionados às outras vacinas, como reações locais (dor, inchaço, e vermelhidão), dor de cabeça e febre, em menor incidência. Eventualmente, podem ocorrer desmaios, formigamento nas pernas, fatos que podem ser observados ao se aplicar medicações injetáveis em adolescentes e não relacionado especificamente à vacina HPV, mas ao medo de tomar injeção.

9. O que fazer se sentir alguns desses sintomas após ser vacinado?

Recomenda-se que a pessoa permaneça sentada por 15 a 20 minutos, imediatamente após receber a vacina sem fazer esforços para prevenir possíveis reações.

No caso da aparição de sintomas, durante os dias posteriores ao da vacinação, recomenda-se procurar uma unidade de saúde mais próxima relatando o que sentiu ou o que está sentindo.

10. Em quais situações a vacina contra o HPV não deve ser administrada em meninos/homens?
A vacina HPV é contraindicada e, portanto, não deve ser administrada em meninos/homens com:

hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer um dos excipientes da vacina;
história de hipersensibilidade imediata grave à levedura; ou que desenvolveram sintomas indicativos de hipersensibilidade grave após receber uma dose da vacina HPV;

Vanguarda

O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações. A faixa-etária será ampliada gradativamente, até 2020, quando serão incluídos os meninos com 9 anos até 13 anos*.

Meninos já podem se vacinar contra o HPV

03 de janeiro de 2017 0

Por Elisandra Borba

Foto: Jefferson Botega

Foto: Jefferson Botega

Começou a aplicação da vacina contra o HPV em meninos em todo o Brasil. Os postos de saúde de Porto Alegre começaram a imunização nesta segunda-feira (02). O público alvo são garotos de 12 e 13 anos.

Até o ano passado, apenas as meninas recebiam doses da vacina. A extensão da política de imunização para meninos tem objetivo de proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. A faixa-etária foi definida para proteger as crianças antes do início da vida sexual e, portanto, antes do contato com o vírus. Até 2020 serão incluídos gradativamente crianças de nove a 13 anos de idade.

Para meninas, a faixa etária foi ampliada em 2017. As que chegaram aos 14 anos sem tomar a vacina ou que não completaram as duas doses indicadas devem se vacinar. Até o ano passado, a faixa etária para o público feminino era de 9 a 13 anos.

Quase cem mil crianças e jovens de 9 a 26 anos que vivem com HIV/aids, também serão imunizados.

As vacinas são gratuitas e estão disponíveis nos postos de saúde. As doses disponibilizadas para os meninos é a quadrivalente, que já é oferecida desde 2014 pelo SUS para as meninas. Ela protege contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal.

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Anvisa suspende fabricação da vacina BCG, obrigatória para bebês

22 de dezembro de 2016 0

Por Marcela Panke

Foto: Mauro Vieira / Agencia RBS

Foto: Mauro Vieira / Agencia RBS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a fabricação da vacina BCG produzida pela Fundação Ataulpho de Paiva, do Rio de Janeiro, única fabricante do país. A vacina BCG é obrigatória para menores de um ano e imuniza contra a tuberculose. A aplicação deve ser feita o mais cedo possível, de preferência logo após o nascimento.

A suspensão na fabricação se deve ao “descumprimento de requisitos de Boas Práticas de Fabricação para a fabricação de produtos injetáveis”. A Anvisa não detalhou as falhas na atenção à norma. A agência informou ainda que verificou que os processos utilizados pela empresa na identificação de desvios de qualidade e suas causas não são eficientes.

Postos continuarão vacinando

A Anvisa esclareceu que as doses da vacina BCG que já estão no mercado, seja em postos de saúde, seja em clínicas particulares, podem continuar sendo utilizadas. Segundo a agência, os lotes são submetidos a testes de controle de qualidade pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) antes de serem liberados para o consumo.

O Ministério da Saúde informou que os postos de saúde de todo o país continuarão disponibilizando a vacina BCG, pois há estoques suficientes;

A vacina BCG é feita em dose única obrigatoriamente no primeiro ano de vida do bebê ou no máximo até quatro anos.

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04 de novembro de 2016 0

Todas as sextas, nós postamos pra você um resumo dos assuntos que geraram maior interesse dos nossos leitores e ouvintes na semana. Fiquem bem informado acompanhando o Top5 do blog Fralda Cheia.

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