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29 de maio de 2013 0

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Gladiador é sombra

11 de abril de 2013 0

Kleber jogou por dois quando Grêmio tinha um a menosSe futebol é momento, Kleber começa a mostrar que merece uma vaga no time do Grêmio. Nem Barcos nem Vargas foram os mesmos depois que ele voltou a treinar e ficar à disposição de Vanderlei Luxemburgo. A estreia do Gladiador na Libertadores foi ótima, apesar do empate sem gols contra o Fluminense nesta quarta-feira. É possivel dizer o seguinte:  O Grêmio jogou o primeiro tempo com 9 e com 11 no segundo.  Explico. Vargas e Barcos não jogaram. Sem Cris expulso, Kleber jogou por dois. O Gladiador é sombra para os gringos.

O Fluminense travou Grêmio com cinco jogadores no meio e apenas Michael na frente. Nem Vargas nem Barcos apareceram no primeiro tempo. A única luz era Zé Roberto. Com domínio do meio-campo, o Fluminense chegou, mas também criou pouco. Werley de cabeça para o Grêmio e Carlinhos de peixinho foram as duas chances de gol de cada lado. Cris fez falta dura em Rafael Sobis e foi expulso.
Com um jogador a menos, o Grêmio voltou com Kléber no lugar de Vargas e Bressan na vaga de Marco Antônio. o Fluminense começou melhor e Rafael Sobis perdeu a melhor chance do jogo, após defesa de Dida. Rhayner recebeu a bola em posição legal e marcou. O juiz anulou com base na marcação do bandeirinha. Vanderlei Luxemburgo fechou o time com a saída de Barcos e  entrada de Adriano. Abel Braga preferiu mexer apenas no ataque. Michael por Samuel.
O Grêmio resistiu a pressão e até uma grande defesa de Dida no chute de Rhayner. Em grande bola de Kleber para Zé Roberto, Gum tirou e a torcida queria pênalti, mas não foi. Kleber jogou bem mais que Barcos e Vargas juntos. Sofreu falta cobrada por Fernando que por pouco não entrou. Souza ainda salvou um chance de Vagner, incrível. O volante parecia goleiro de futsal comemorando a jogada.
Sobis foi sustituído por Felipe. Fernando ainda teve uma última chance após chute de fora da área de Fernando. Nada definido. Grêmio e Fluminense na zona de classificação encaram Huachipato e Caracas respectivamente.  Grêmio no Chile e o Flu no Rio no interminável e imprevisível Grupo 8 da Libertadores.



Desperdício em Veranópolis

07 de abril de 2013 0


Sem contar com Leandro Damião que estava servindo à Seleção Brasileira, o Inter perdeu muitos gols e o jogo por 1 a 0 para o Veranópolis na Serra Gaúcha. De quebra, o Juventude assumiu a liderança do Grupo B com 14 pontos contra 13 do Inter. Méritos para o técnico Julinho Camargo que superou o time de Dunga que estava imbatível com os titulares no Gauchão.Chama atenção que o Inter não tem substituto para Damião, nem para D’alessandro.

No primeiro tempo, o Inter optou pela jogada trabalhada, acionando Forlan e Rafael Moura. Mesmo com maior posse de bola, acabou sofrendo o gol num escanteio que Jonas subiu sozinho para surpreender o goleiro Muriel. Julinho Camargo, técnico do Veranópolis armou o popular ferrolho, com forte marcação e só dificultou o Internacional. Dátolo em jogada individual chutou para boa defesa de João Ricardo. Escobar avançou em contra-ataque e perdeu uma grande chance para ampliar. Demorou demais quando Juninho estava livre.

No segundo tempo, Fred entrou no lugar de Dátolo. Mudou pouco e logo Dunga apostou na velocidade de Caio e Otávio com as saídas de Rafael Moura e Aírton com 12 minutos. Apático, o Inter chamou mais a atenção pelo nervosismo, principalmente do capitão D’alessandro que se safou de uma confusão maior porque o juiz Fabrício Neves Corrêa tirou ele do empurra-empurra. Itaqui já tinha amarelo, colocou  a mão na bola e acabou sendo expulso deixando o Veranópolis com um a menos nos 10 minutos finais. Muita pressão do Inter, uma soma total de 20 finalizações contra 8 do Veranópolis. Puro desperdício de quem criou e não aproveitou. Vitória da eficiência do Veranópolis.




Agora é o Flu

07 de abril de 2013 0

Uma vitória magra por 1 a 0 sobre o Cerâmica na Arena pelo Gauchão neste sábado sem muito brilho foi a prévia do Grêmio para o jogo contra o Fluminense pela Libertadores na próxima quarta-feira também em casa. Sem Elano, Marco Antônio foi o substituto. Mesmo sem o esquema de três atacantes, não houve muita evolução no time em relação aos últimos jogos.  Barcos sem receber muitas bolas, acabou sendo substituído por Kleber. O certo é que quarta-feira a Arena estará lotada e só o espírito já foi mudar muito porque Libertadores é a prioridade. Mas é bom lembrar que não será nem contra o Cerâmica tampouco contra o Cruzeiro de Porto Alegre que venceu o Grêmio na Arena. O adversário é o Fluminense que até pode vir a Porto Alegre sem Fred que sofreu uma lesão o joelho direito, mas é o Fluminense.

O Grêmio abriu o placar com Fernando após cobrança de falta que desviou no zagueiro Alexandre, que poderia ter sido marcado como contra. Mas até metade do primeiro tempo, o time de Luxemburgo dominava sem criar oportunidades e o Cerâmica conseguiu lançar a bola por duas vezes emdireção ao gol. Numa delas Dida e depois Souza se atrapalharam. As melhores jogadas do Grêmio saíram dos pés de Fernando, Zé Roberto e Vargas, mas sem ligação com Barcos. Depois do gol, surgiram outras chances de ampliar. Souza recebeu em condições e mandou longe, por cima. Marco Antônio que substituiu a Elano, teve uma participação tímida.

O segundo tempo foi quase igual ao primeiro. O Grêmio manteve o controle do jogo, porém a melhor jogada foi uma cobrança de falta de Fábio Aurélio que bateu na trave e na sobra o ataque não aproveitou. Luxemburgo trocou Barcos por Kleber. Depois, Guilherme Biteco por Marco Antônio e Welliton por Vargas. Em grande lançamento de Pará, Guilherme Biteco livre chutou para grande defesa de Villa. Fernando ainda acertou um lindo chute de primeira de fora da área e mais uma vez o goleiro do Cerâmica defendeu.

A lógica invertida

04 de abril de 2013 0

O craque foi expulso, o melhor time jogou mal, o pior time jogou pior ainda. E a solução saiu do banco para salvar a noite de um futebol muito abaixo do esperado. Quando tudo parecia perdido, surgiu a luz e veio a classificação antecipada. Assim foi a noite do Inter no Acre, onde Caio entrou para marcar um gol e sofrer o pênalti que Forlan bateu com precisão no canto. Estreia na Copa do Brasil com eliminação direta do modesto Rio Branco num 2 a 0 também salvo pela mudança de Dunga. Em resumo, deu a lógica invertida. Confirmação da classificação, apesar do acanhado desempenho do Inter.

No primeiro tempo, Testinha e Cabezon se desentenderam. O jogador do Rio Branco foi violento, mas D’alessandro também agrediu e já vinha num empurra-empurra. Dunga justificou que o capitão colorado apanhou demais, mas nem isso foi suficiente para entrar em confusão. Ele já havia se estranhado com jogadores do Esportivo no final de semana e depois de ver o vídeo do lance desta quarta-feira, assumiu que errou. Sem ele, o outro argentino Dátolo tentou organizar o time e não fugiu da responsabilidade. Errou lances, mas foi aquele que mais se movimentou até o final do primeiro tempo. A exposição comprometeu a atuação do meia que foi participativo, porém sem objetividade.

Forlan e Rafael Moura quase não apareciam e o Rio Branco chegou a ter uns 15 minutos de superioridade. A saída de Rafael Moura e a entrada de Caio no segundo tempo mudaram o panorama do jogo. Não houve organização, mas a velocidade de Caio deixou a defesa já cansada do Rio Branco sem saída de bola. E logo veio o primeiro gol de Caio, após cobrança de falta de Forlan. Dátolo saiu e o Otávio trouxe mais velocidade ao meio. Apesar de seguir desorganizado em campo, o time do Inter Ainda teve tempo para ampliar. Caio sofreu pênalti e Forlan confirmou. Méritos para Dunga que mexeu bem e colocou em campo o destaque da partida, o atacante Caio. Classificado, o Inter aguarda a definição entre Santa Cruz-PE e Guarani de Juazeiro-BA. O Santa largou na frente, 2 a 1, fora de casa. Inter não terá D’alessandro nem Damião, suspensos, no primeiro jogo da segunda fase daCopa do Brasil.



Os filhos de Francisco

03 de abril de 2013 0



Dilma disse ao Papa que Deus é brasileiro: tomara! Foto:Ricardo Stuckert Filho / Presidência da República/Divulgação


Não estou me referindo aos filhos de Francisco que se criaram em Pirenópolis no interior de Goiás e hoje são sucesso nacional: Zezé di Camargo e Luciano. Mas os niños de Francisco, o Papa argentino Bergoglio. Até porque a familia Scolari está longe do futebol apresentado recentemente pelo time comandado por Alejandro Sabella nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Uma seleção que abriu mão de Riquelme para formar um novo e reforçado time.

Diferente do Brasil, a Argentina tem uma base vencedora que se formou a partir da medalha de ouro de Pequim em 2008.  Além do goleiro Sérgio Romero, seguem no time Pablo Zabaleta e Ezequiel Garay, Javier Mascherano, Fernando Gago, Lionel Messi, Ángel Di Maria e Sérgio Aguero. Ou seja, além de contar Messi, o melhor jogador do mundo e um dos maiores da história do futebol, os argentinos entrosam a cada jogo e são hoje a maior força do futebol Sul-americano.

O Brasil tem a seu favor, a força de jogar em casa e algumas referências técnicas como Lucas no PSG e Oscar no Chelsea. Neymar é o grande craque, mas ainda muito novo, semelhante ao desempenho de Messi nas primeiras convocações sempre jogando mais no clube que na seleção. E ainda joga fora do padrão europeu  - pelo Santos tendo como adversários times paulistas no primeiro semestre e meia dúzia de fortes adversários nacionais. Fora da Libertadores, o time  Pelé é prejuízo para Neymar.

Há um ano da Copa, Brasil e Argentina não vão se enfrentar na Copa das Confederações porque o rival Sul-americano é o Uruguai que ganhou a Copa América contra a Argentina e ainda vinha de uma excelente participação na Copa da África, onde Diego Forlan brilhou a ponto de ser apontado como craque da Copa. Mas o Uruguai está longe de se classificar para a Copa no Brasil, o Equador está bem melhor.  Entre os europeus os demais concorrentes com força para 2014 são Holanda, Alemanha, Itália e a atual campeã Espanha. França e Inglaterra não estão na zona de classificação. Mas se na escolha do Papa a Argentina bateu o Brasil e os europeus, tomara que na Copa o Deus seja mesmo brasileiro. Até lá oremos. Afinal, Habemus  Felipam.


E a vitória escapou

31 de março de 2013 3

Guilherme Biteco, a melhor notícia em Passo Fundo. Foto: Fernando Gomes/agência RBS Com um time misto, o Grêmio podia ter se recuperado da derrota para o Cruzeiro no meio da semana na Arena, mas não conseguiu superar o Passo Fundo neste domingo pela quinta rodada da Taça Farroupilha e seguiu na segunda colocação do Grupo A, atrás do próprio Passo Fundo, líder da chave. Saiu na frente com um gol de pênalti de Vargas e cedeu o empate por 1 a 1 no final com um bonito chute de Diego Miranda de fora da área. Foi um jogo eletrizante com um grande público no Vermelhão da Serra, onde a nota triste foi a morte da mãe de Luxemburgo, Rosa Luxemburgo. A informação foi divulgada pouco antes da bola rolar com minuto de silêncio e o treinador do Grêmio decidiu permanecer comandando o time, apesar de estar muito abalado conforme publicou em seu blog: “Meu Avô,Manoel Correa da Silva,colocou em uma de suas filhas, o nome de Rosa Luxemburgo.Foi uma homenagem a Marxista,Rosa de Luxemburgo.Ali nascia uma grande guerreira que viria a ser minha querida Mãe.Carrego com muita honra esse nome.Sempre procurei encher de orgulho,meu Avô (Falecido) e minha Mãe,Rosa Luxemburgo da Silva,que veio a falecer hoje.Vai com Deus minha ROSA.Avida vai seguir muito mais dura sem você.Seu exemplo será seguido pela familia Luxemburgo para sempre.Até um dia.Te Amamos.”

Se o Grêmio não pode testar o time e o esquema para o jogo com o Fluminense do dia 10 de abril pela Libertadores na Arena, valeu para observar três destaques em campo: a dupla Kléber e Vargas no ataque e o garoto Guilherme Biteco no meio. O menino que jogou no lugar de Zé Roberto não sentiu a responsabilidade e se candidatou a uma vaga na próxima lista do Grêmio na Libertadores em caso de classificação à próxima fase. O gol do Grêmio surgiu numa penalidade sofrida por Kléber que Vargas confirmou ainda no primeiro tempo. O Passo Fundo até teve boas chances de gol no início do primeiro tempo com destaque para Chiquinho.

No segundo tempo, o Kléber que já havia perdido um gol no primeiro tempo, deixou escapar uma ótima chance depois de passe de Vargas. Luxemburgo ainda colocou Welliton, Matheus Biteco e Fábio Aurélio. Depois de  333 dias se recuperando de lesão, o lateral Fábio Aurélio finalmente estreou no Grêmio. A vitória parecia tranquila, até que o Passo Fundo acordou no jogo, quando Diego Miranda acertou um belo chute sem chances para Marcelo Grohe e empatou. “Frangueiro, frangueiro”, gritou a torcida do Passo Fundo. Na sequencia, Grohe espalmou uma bola de longe de Xaro de falta. Guto no rebote, ainda teve a chance de virar o placar após grande defesa de Grohe. O próximo compromisso do Grêmio antes de enfrentar o Fluminense é sábado na Arena contra o Cerâmica.

Caio e D'ale em alta

31 de março de 2013 2





Caio do Inter em jogada de velocidade. Foto: Alexandre Lops/Inter




O Internacional voltou a jogar no Gauchão com os titulares contra o Esportivo e venceu em Novo Hamburgo por 2 a 0 no sábado depois de passar dificuldades durante boa parte do primeiro tempo. Até os 40 minutos, o jogo era equilibrado. O Esportivo com Gilian, Léo e Paulo Josué na frente adiantou a marcação e dificultou a armação de jogadas do Inter, mesmo com a presença de D’alessandro e Dátolo na criação. Mas no final sem Ediglê expulso, o time de Bento não segurou o Inter que com gols de Caio e D’alessandro chegou a vitória. Os dois foram os destaques do Inter no jogo.

Até a metade do primeiro tempo, o Esportivo do técnico Luis Carlos Winck chegou com perigo e só não marcou porque os chutes de Léo e de Paulo Josué pararam na trave. A marcação do Esportivo provocou muitos erros de passe do time de Dunga. Até que Ediglê impediu Caio de avançar para o gol, sofreu o segundo amarelo e foi expulso. Logo em seguida, D’alessandro se envolveu num empurra-empurra para acelerar a cobrança de um escanteio e acabou recebendo o amarelo. Na sequencia, o escanteio foi cobrado e ficou para zaga. D’alessandro roubou a bola com um carrinho e cruzou para Caio fazer 1 a 0 de cabeça.

No segundo tempo, o Inter voltou bem melhor e pressionou muito o Esportivo. Caio retribuiu para D’alessandro que num belo chute sem pulo ampliou. O Inter perdeu Rodrigo Moledo por lesão para Romário, mas a zaga seguiu firme, principalmente pela presença de Juan cada vez melhor no time. Depois que Caio saiu para a entrada de Rafael Moura, o Inter perdeu velocidade e mesmo assim quase marcou o terceiro.  A melhor chance foi de Dátolo que recebeu na pequena área e parou no bom goleiro do Esportivo. Não fossem as defesas de Fabiano, o Esportivo poderia ter sido goleado. Josimar também teve duas boas chances e mandou longe.

Leandro Damião preferiu abastecer os companheiros e desta vez não marcou. O garoto Otávio entrou no final no lugar de Aírton e mostrou disposição com velocidade e habilidade quando chegava à frente. Sem Damião suspenso, o Inter estréia na Copa do Brasil contra o Rio Branco no Acre na próxima quarta-feira. Rafael Moura ou Gilberto são as opções. Caio deve ser confirmado, pois Forlan está se recuperando de lesão. Na zaga, se Moledo não jogar, Romário permanece ao lado de Juan.



E se fosse o Flu?

28 de março de 2013 0

O Grêmio precisa corrigir muita coisa até o dia 10 de abril quando enfrenta o Fluminense pela Libertadores da América na Arena. O time tinha dois objetivos no jogo contra o Cruzeiro na noite desta quinta-feira em casa pelo Gauchão: Provar que está disposto a vencer a Taça Farroupilha e preparar o time para o grande duelo contra o tricolor carioca. Fracassou nos dois  e pelo mesmo motivo. Sem Elano, que não poderá jogar contra o Fluminense, colocou três atacantes e perdeu no meio-campo apesar de contar com a volta de Fernando da Seleção. Resultado: uma vexatória derrota por 2a 1 para o Cruzeiro, que luta para não ser rebaixado no Gauchão. O torcedor deve ter perguntado:”e se fosse o Flu?”

No primeiro tempo, o Grêmio tomou a iniciativa do jogo sem conseguir traduzir o volume de jogo em chances de gol, apesar de ter três atacantes:  Welliton, Barcos e Kléber. Ao contrário, o Cruzeiro com 4 jogadores no meio contra 3 do Grêmio foi quem teve posse de bola por mais de uma vez em contra-ataques e criou boas situações. Tanto que a melhor chance de gol surgiu após rápida tabela que deixou Jô em ótima posição na pequena área para marcar. Só não levou perigo ao gol de Dida porque o atacante do Cruzeiro demorou para chutar e Cris salvou. Mérito para a boa movimentação de Faísca, Jô e Jean Paulo.

O Grêmio perdeu Dida que não voltou depois do intervalo, mas manteve o trio na frente. E logo no início da segunda etapa, Werley bateu na bola que estava com Marcelo Grohe e  Jô só aproveitou para fazer 1  a 0. Depois com o recurso do replay da TV, havia impedimento no lance. Aí seguiu uma intensa pressão do Grêmio até Welliton empatar de cabeça depois de cobrança de escanteio, quando o Cruzeiro tinha um jogador a menos em campo – o zagueiro Léo Carioca que depois saiu para a entrada de Rogério. Após o empate Vanderlei Luxemburgo seguiu com apenas três no meio com a troca de Souza por Marco Antônio. Quando ensaiava a entrada de um quarto atacante -Willian José – sofreu o segundo gol também num escanteio com Reinaldo de cabeça. Quando tentou reagir, era tarde demais. Mas ainda há tempo de rever o esquema contra o Flu.



Noite infeliz no Zequinha

28 de março de 2013 0


Dátolo sofreu forte marcação. Foto Alexandre Lops


O Inter não teve uma noite feliz nesta quarta-feira no Passo D’areia no gramado sintético e não passou de um empate sem gols com o São José pela Taça Farroupilha. Sem titulares principalmente pela ausência de D’alessandro, Inter deu mostras que poderá ter dificuldades sempre que ficar sem o principal jogador e capitão. Dátolo que poderia ter suprido a ausência do ídolo, teve atuação discreta e no ataque Damião foi prejudicado pela pífia companhia de Gilberto.

No primeiro tempo, o Internacional dominou o jogo, mas insistiu em controlar a bola no centro do campo. Sem jogadas mais abertas, teve dificuldades para chegar ao gol do São José. Já o time da casa, apesar de estar mais habituado ao piso sintético, não conseguiu ameaçar a defesa colorada. na segunda etapa, o Inter ganhou maior volume de jogo, mas perdeu muitas chances de gol. Gilberto muito mal foi substituído por Caio que cavou muitas faltas. Destaque positivo, o garoto Alan na zaga que mostrou precisão no desarme