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Posts na categoria "Carnaval 2014"

Paulo Barros deixa a Mocidade após 7º lugar no carnaval do Rio de Janeiro

24 de fevereiro de 2015 0
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O carnavalesco Paulo Barros deixou a Mocidade Independente de Padre Miguel, no último domingo (22). De acordo com a agremiação, ele e a escola não chegaram a um acordo para renovação de contrato. Paulo Barros ficou apenas um ano na Mocidade e não conseguiu levar a escola ao Desfile das Campeãs, conquistando apenas o 7º lugar.

Paulo Barros foi contratado pela Mocidade após vencer três carnavais pela Unidos da Tijuca, em 2010, 2012 e 2014.

Boatos diziam que o carnavalesco teria recebido uma proposta mais vantajosa da Grande Rio e, por isso, não teria aceitado os termos da Mocidade. No entanto, a Grande Rio negou a informação e afirmou que renovou contrato com o carnavalesco Fábio Ricardo.

Veja o comunicado oficial na íntegra:

A Mocidade Independente de Padre Miguel confirma a saída do carnavalesco Paulo Barros. A decisão foi tomada pelo profissional e comunicada no início da tarde desta terça-feira ao presidente de honra de nossa agremiação, Sr. Rogério Andrade. A Mocidade deseja sucesso ao carnavalesco, mas lamenta a postura adotada pelo profissional.

Na semana passada, logo após a apuração, Paulo Barros foi à quadra da Mocidade e, emocionado, discursou para milhares de pessoas. Revelou que se sentia muito bem na escola e que gostaria de retribuir a recepção da diretoria e comunidade com um título. Afirmou também que ficaria, inclusive em entrevistas concedidas durante o evento! O mesmo teor foi adotado durante as conversas mantidas com a diretoria da agremiação na última semana.

Desde a contratação do profissional até a realização do desfile, a Mocidade Independente de Padre Miguel investiu pesado, apoiou e ofereceu toda as condições possíveis para a realização de um grande trabalho. A agremiação acreditou em todas as ideias do artista, inclusive as que influenciavam diretamente em outros quesitos. Mesmo não vendo a imensa expectativa ser correspondida a altura em alguns pontos do desfile, pretendíamos apostar na continuidade e na maior adaptação do artista à Mocidade Independente de Padre Miguel.

Aos torcedores, deixamos claro que a nossa agremiação continuará trilhando o caminho da reestruturação e objetivando recolocar a Mocidade no lugar mais alto do pódio. Por nossa escola já passaram carnavalescos consagrados como Arlindo Rodrigues, Fernando Pinto e Renato Lage. Continuamos contando com o que temos de mais valioso: a força da nossa comunidade e a gloriosa história que carrega o nosso pavilhão!

Com informações do Globo

Morre o intérprete de sambas-enredo Gilson Dornelles

10 de setembro de 2014 1

 

Bambista, Gilson foi intérprete da escola do coração nas vitórias dos anos 2002, 2003 e 2004

Foto: Luiz Armando Vaz- Bambista, Gilson foi intérprete da escola do coração nas vitórias dos anos 2002, 2003 e 2004

por Roberta Schuler

Foi encontrado morto, nesta segunda-feira, em sua casa no Bairro Rio Branco, na Capital, o intérprete de sambas-enredo Gilson Dornelles Teixeira. Ele tinha 45 anos, era diabético e fazia hemodiálise. A causa da morte, no entanto, não foi divulgada. O sepultamento será na terça-feira, às 11h, no Cemitério São Miguel e Almas.

Bambista, Gilson foi intérprete da escola do coração nas vitórias dos anos 2002, 2003 e 2004, mas passou por várias outras escolas de samba do Carnaval de Porto Alegre. No Carnaval deste ano, foi intérprete da Samba Puro.

O presidente da azul-e-branco, Cleomar Rosa, destaca que Gilson era uma referência para a escola. Gilson chegou a participar do festival que recentemente definiu o samba para o Carnaval de 2015, no qual a Bambas da Orgia cantará a Bahia.

Claudia Leitte é coroada rainha da bateria na Mocidade

10 de setembro de 2014 0

Por Carnavalesco (Parceira do Gaúcha no Carnaval)

É definitivo o reencontro da Mocidade Independente de Padre Miguel com sua história e sua gente. Isso independe do resultado do próximo carnaval. O resgate da alma da escola que estava esquecida havia dez anos veio para ficar. Quem pode atestar isso foram as milhares de pessoas que estiveram presentes na quadra da verde e branco, na noite deste sábado, e presenciaram a coroação da cantora Claudia Leitte como rainha da bateria.  Em entrevista ao programa Bom dia Segunda-feira  apresentado por Cláudio Brito na Rádio Gaúcha, o jornalista carioca Fábio Fabato disse que foi a maior festa pré-carnaval que ele já viu. “Foi um grande evento. A Mocidade já vive o carnaval em pleno setembro. A escola conseguiu recuperar este prestígio e a chegada de Cláudia Leite vai fortalecer muito o desfile da escola”, contou Fabato.

Veja o vídeo com a chegada de Claudia Leitte na Mocidade:

Ela foi ovacionada ao surgir no palco principal e desfilar sambando por toda a quadra. Uma catarse de sentimentos que explodiu quando a cantora disparou do alto do camarote do patrono e presidente de honra da escola, Rogério de Andrade: – A partir de hoje na minha carteira de identidade vai constar Cláudia Leitte de Padre Miguel – disse a cantora.

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Claudia subiu ao palco da Mocidade cantando um dos mais emblemáticos sambas de exaltação da escola, “Carteira de Identidade”. Em sequência, o intérprete Bruno Ribas e a bateria “Não existe mais quente” atacaram enquanto a cantora, que tirou os sapatos para sambar melhor, se acabava de sambar. Rogério de Andrade recebeu a cantora no palco ao lado da família com um buquê de flores e não economizou nas palavras de impacto.

O carnavalesco Paulo Barros também definiu o sentimento que a chegada de Claudia Leitte causa para escola. – A Mocidade sempre foi muito grande. Criou o posto de rainha de bateria nos anos 80. Sempre teve alma transgressora e isso estava esquecido. Acho que o gigante acordo definitivamente – afirmou Paulo ao CARNAVALESCO.

O artista foi muito elogiado pela cantora na coletiva de sua apresentação. – Quando soube que o carnavalesco era o Paulo me senti muito mais motivada a topar este desafio. Ele é o maior artista atualmente do carnaval – declarou

Confira a sinopse do enredo da Unidos da Tijuca para 2015

18 de julho de 2014 0

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Enredo: “Um conto marcado no tempo – O olhar suíço de Clóvis Bornay”

Ainda me lembro, sentado aos pés do meu pai… entre as páginas dos livros, ouvindo suas histórias de uma terra mágica, viajava nos contos encantados que davam vida aos cavaleiros medievais montados em ginetes, cavalgando em direção aos montes gelados e brancos. Dragões alados sobrevoavam castelos e aldeias, o povo aterrorizado, fez um pacto até mesmo com o diabo para construir uma ponte e, assim, seguir seu caminho. Minha imaginação me embalava; ali eu estava, guardado pelas emoções o tempo não passava. Os ponteiros do relógio bailavam em prosa e verso, eu ali continuava, despertando personagens sem fronteiras nesse universo.

Fiquei admirado com um bravo caçador, de pontaria certa, salvou seu filho da tirania fatal. Homem de bem, respeitado por todos, lutou pela independência de sua terra e pela liberdade de seu povo. Subindo aqueles montes gélidos, forrados por nobres estrelas brancas que caiam do céu, vivia um lendário gigante soprando ventos frios, congelando plantações e lagos ao léu. Eis que surge para salvar os que estavam a precisar, o anjo dos Alpes sempre pronto a zelar.

A cada instante, minhas lembranças giravam como engrenagens de uma caixinha de música, dando vida a uma variedade de proezas e façanhas que jamais pude imaginar, onde em um instante tudo cabia no bolso, na palma da mão, tantas ferramentas em uma só. Em outra caixa, curioso fiquei, nelas senhas secretas que nem mesmo o tempo era capaz de apagar.

De repente, deparo-me com um novo tempo que se forma, ponteiros a girar em todas as direções. “Uma nova hora começou! Aproveite-a sabiamente” – assim o cuco falou. Livros, então, passaram a registrar pensamentos e teorias escritas por um homem de mente brilhante e coração puro, que, no girar dos ponteiros, viajou a um futuro, transformando o tempo em fórmulas, fórmulas em sonhos, e sonhos em realidades. O tempo voa, o tempo vai, o tempo me leva na brilhante história de um viajante a planar entre o céu e o mar na aeronave que tem o sol a te alimentar.

Assim, um novo tempo se anuncia. Pessoas que passam pessoas que vêm e que ficam. Bandeiras que voam, dançam e giram acompanhadas de trompas gigantes encantadas, soando uma melodia em perfeita harmonia. Mas vejam só: nessa história fascinante, um escultor transformou o movimento, alcançando todos seus desejos, fazendo com que sua arte fosse importante para aquela terra de cores. Cores que protegiam, em tempos distantes em que guardas fardados defendiam igrejas, vestindo ricos trajes. Cores que brincavam sobre folhas brancas, riscos e traços que conduziam a cadência pintavam o que eu não via. Atravesso, então, para um tempo futuro, nos filmes de máquinas e seres viajantes.

Gotas de chuva caem do céu, passeiam entre as nuvens, descem montanhas, alimentam pastos e fontes. Entro em uma página que uma fábrica se faz presente. Sinto o gosto de tudo que já comi, de tudo que já bebi. Litros e mais litros do mais puro leite, repleto de aromas e sabores, são transformados em passe de mágica em queijos empilhados. E lá do alto vejo uma coroa a reluzir, nossa… existe um rei ali! Percebo o giro dos ponteiros, como a colher do cozinheiro mexendo sem parar. Cachos de uvas enfeitam todos os cantos. São cascatas e rios dos mais deliciosos chocolates, levando meu paladar a percorrer minhas lembranças. E o cuco? Novamente alegre a cantar, anuncia “A fábrica não pode parar!”

As páginas do livro vão se acabando. Vejo que as histórias de ontem e de hoje misturam-se com as do amanhã. Percebo diante dos meus olhos uma avenida estendendo-se a mim, aqui e acolá, festas que duram o ano inteiro, até o sol brilhar. Foliões fantasiados fazem soar instrumentos, girando os ponteiros da engrenagem do tempo, bailando em versos despertando luzes acesas e o brilho das cores. Agora não mais uma criança e sim um folião a desfilar, ainda fascinado pelos contos daquele lugar. Encontro-me em meio à Sapucaí, de tantos carnavais, que sempre festejei. Escrevo mais um conto marcado no tempo, neste lugar de riquezas mil, laços Suíça-Tijuca-Brasil.

Clóvis Bornay

Departamento de Carnaval:
Mauro Quintaes
Annik Salmon
Hélcio Paim
Marcus Paulo
Carlos Carvalho

Sinopse do enredo do Salgueiro para o Carnaval de 2015

01 de julho de 2014 1
Salgueiro Carnaval 2014. Foto: Juliano Vieira

Salgueiro Carnaval 2014. Foto: Juliano Vieira

Agora é a vez do Salgueiro aqui no Gaúcha no Carnaval. Você lê, comenta e participa. Nós prometemos que no domingo o comandante Cláudio Brito analisa na Rádio Gaúcha dentro do Bom dia Segunda-feira. Ok? Pode nos cobrar pelo WhatsApp 9503.3848.  Bom: vamos ao que interessa:

Salgueiro:

Enredo: “Do fundo do quintal, saberes e sabores na Sapucaí”

Os primeiros habitantes

Afastada do litoral, a região do Serro do Frio, em Minas Gerais, antes da chegada dos colonizadores, era habitada pelos índios botocudos. Tratava-se de uma tribo conhecida pelas enormes argolas enfiadas nos lábios e nos lóbulos das orelhas. Da presença indígena, a cozinha mineira herdou muitos elementos, como o uso de raízes e brotos, os frutos encontrados no mato, a caça, a pesca, os utensílios, os modos de preparo e tempero dos alimentos, enfim, o aproveitamento dos recursos que a terra dava.

Conta certa crônica escrita por um viajante europeu que os índios desta região tinham como hábito degustar um verme que vivia no broto da taquara, uma espécie de bambu. Os nativos faziam com ele uma excelente iguaria parecida com um creme que ressaltava o sabor dos alimentos. Usado de outra forma, o “bicho-da-taquara”, como era também conhecido, uma vez seco e triturado em pó, servia como poderoso sonífero. Isto proporcionava longas noites de sono repletas de sonhos maravilhosos por terras desconhecidas e de exuberantes paisagens, paraíso de cores e sensações inesperadas. Aquele que o consumia, era transportado para um mundo imaginário fascinante!

A corrida do ouro

Os bandeirantes avançaram pelo território brasileiro em busca de riquezas. Levavam na bagagem, nos lombos dos burros, o modo de cozinhar dos tropeiros que produziam uma comida seca e fácil de ser transportada. Comida não perecível, de quem fica pouco tempo em um só lugar. As bandeiras tinham que se virar com o pouco que tinham à mão, daí recorrerem à caça e à pesca, aos talos e folhas e outras tantas ervas que encontravam pelos caminhos.

Por volta de 1693, foi descoberto ouro em Minas Gerais. Logo teve início uma corrida
desenfreada atrás de seus veios. Esmeraldas e diamantes atraíram gente de toda parte do Brasil e da Europa. Portugal teve que abrir o olho, mandou fiscais, militares e estabeleceu uma alfândega para evitar o contrabando dos metais e pedras preciosas.

Nesse período a população cresceu, os pequenos povoados viraram vilas com casas de alvenaria e sobrados de dois andares que ocuparam o lugar das palhoças de pau-a-pique. Modos e modas da metrópole se espelhavam no comportamento das sinhás e sinhazinhas, que trouxeram tecidos e rendas, louças e talheres, novos ingredientes para aprimorar ainda mais a cozinha mineira.

Alucinados pela febre do ouro muitos abandonaram a lavoura e se dedicaram à exploração das minas. Logo a escassez de alimentos se fez sentir. Havia ouro, mas faltava comida. Com o preço dos alimentos subindo sem parar, muita gente passou fome. E como a necessidade é mãe da invenção, o mineiro daqueles tempos foi buscar soluções até então impensadas. Exigia-se o aproveitamento de tudo. O que antes era rejeitado, agora era incorporado num novo prato, num novo modo de preparo. Daí vem o jeito mineiro, sempre cauteloso e prevenido. Ou seja, a abundante cozinha típica mineira surgiu da fome.

Os escravos das minas

A notícia da descoberta do ouro trouxe para Minas milhares de escravos vindos de outras regiões do Brasil, principalmente daquelas onde a cana-de-açúcar prosperava. Outros vieram diretamente do continente africano, o que causou um espantoso aumento da população negra em Minas. Esta migração forçada e sofrida deixou sua marca indelével na cultura mineira, seja na religiosidade, na música e na dança e, sobretudo, na cozinha, formando junto com o indígena e o branco colonizador a “Saborosíssima Trindade” da tão variada culinária de Minas.

“Depois do idioma, a comida é o mais importante elo entre o homem e a cultura”. – Raul Lody

A cozinha

“O cartāo de visitas de um local é a sua cozinha. Ela ensina, pelo sabor, seus saberes”.

Um prato típico é aquele que preserva e envolve muitos saberes no seu conteúdo, saberes que não se perderam no tempo. Cada utensílio de cozinha, como pilões, tachos, gamelas, colheres de pau, panelas de ferro ou de pedra sabão. Cada tempero como o imprescindível alho e sal, o urucum, a pimenta, cada folha vinda do mato ou da horta, como o “ora-pro-nobis” e a couve, cada ingrediente como a gordura de porco, a farinha ou a cachaça, tudo guarda em si um conhecimento ancestral, que atravessa as gerações e faz sentir no presente as lembranças e os afetos que nos remetem a outros tempos e lugares vividos.

As receitas culinárias de Minas são inumeráveis. Misturas de magia afro-indígena, da sofisticação luso-europeias, mas o princípio fundamental em todas elas, dito com propriedade, é: “O primeiro ingrediente que vai na panela é o amor”.

A comida e a fé, sustentáculos do homem da terra…

Era preciso ter disposição e força para encarar o trabalho duro. E haja angu e rapadura para vencer a lida! Mas mesmo quando a comida era pouca, havia a fé, havia a crença, que superava as dificuldades e enchia de esperança o futuro.

Em Minas, a devoção está para o homem como o sol está para a vida. Sob a luz de Nossa Senhora do Rosário o “ora-pro-nobis” toma gosto e ganha tom! Todos em uma só voz entoam as angústias e as glórias de um povo que sobreviveu à escravidão. Todos honram à padroeira da cidade do Serro, nas figuras de índios, reis, juízes e marujos. Aqui as três raças se consagram: índios, brancos e negros louvam em uníssono àquela que guarda e protege a todos sem fazer distinção. Homens e mulheres unem-se num ato de amor e gratidão por tudo o que a terra e a vida lhes deram sob a bênção de Nossa Senhora, cantando, seguindo em procissão, e, é claro, compartilhando os quitutes da boa mesa, da divina comida mineira, temperada com uma boa pitada de generosidade.

E eis o grande milagre:
Colher de pau, pilão, tacho de cobre.
Fogo de chão, gamela, fogão de lenha.
É com amor que o mineiro põe a mesa,
É atiçar o fogo e manter a chama acesa!

Renato Lage e Márcia Lage

Este enredo é baseado no livro “História da Arte da Cozinha Mineira”, de Dona Lucinha (Maria Lúcia Clementino Nunes). Folhear essa obra é fazer um aprendizado sobre os costumes de Minas Gerais, suas tradições, suas deliciosas receitas. É seguir os caminhos que levaram à descoberta do ouro e se aprofundar na história do Brasil. Nosso enredo para o carnaval de 2015 é uma viagem através dos sabores que Minas Gerais oferece e resguarda nos saberes que cada prato típico preserva através do tempo.

Ilha do Marduque confirma grande desfile e é candidata ao título

23 de março de 2014 3
Ilha do Marduque Carnaval 2014. Foto: Juliano Vieira

Ilha do Marduque Carnaval 2014. Foto: Juliano Vieira

Opinião da Gaúcha

Confirmando o desfile da noite de quinta-feira, a Ilha do Marduque fez um desfile luxuoso e vibrante. Desta vez, a escola conseguiu  trazer o tripé da comissão de frente que não veio no primeiro dia. A Ilha é favorita ao título.

Rouxinóis repete desfile empolgado na segunda noite

23 de março de 2014 0
Os Rouxinóis Carnaval 2014. Foto: Juliano Vieira

Os Rouxinóis Carnaval 2014. Foto: Juliano Vieira

Opinião da Gaúcha

A empolgação foi a grande marca da participação de Os Rouxinóis no Carnaval 2014. A escola cantou com força o seu bom samba-enredo e evoluiu com fluidez na pista. A bateria Galáctica fez belas bossas na avenida. A escola deve atingir uma boa colocação

Bambas da Alegria faz desfile animado e melhora em relação à primeira noite

23 de março de 2014 0
Bambas da Alegria Carnaval 2014. Foto: Juliano Vieira

Bambas da Alegria Carnaval 2014. Foto: Juliano Vieira

Opinião da Gaúcha

Corrigindo os erros da primeira noite, os Bambas da Alegria fizeram um desfile melhor que o da primeira noite. No fim, um pequeno problema para retirar a última alegoria. Bambas deve garantir uma boa colocação

São Miguel repete desfile com problemas e se complica

22 de março de 2014 0
São Miguel Carnaval 2014. Foto: Juliano Vieira

São Miguel Carnaval 2014. Foto: Juliano Vieira

Opinião da Gaúcha

A São Miguel é candidata ao rebaixamento. Apesar de ter melhorado seu desfile a escola apresentou inúmeros problemas em fantasias e alegorias. Além de pouco canto e não apresentar o número mínimo de componentes.

Cova da Onça faz belo desfile, mas tem prejuízo em evolução

22 de março de 2014 1
Cova da Onça Carnaval 2014. Foto: Juliano Vieira

Cova da Onça Carnaval 2014. Foto: Juliano Vieira

Opinião da Gaúcha

Não foi a Cova dos últimos anos. Com sérios problemas de evolução e muitos buracos a escola deverá ser penalizada pelo júri. O samba não funcionou e os componentes da escola não cantaram alguns trechos. As alegorias também não tiveram a riqueza dos últimos anos. A Cova terá que recuperar muitos pontos no próximo desfile para sonhar com o penta