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Sinopse do enredo da Beija-Flor para o Carnaval de 2015

01 de julho de 2014 0
Beija-Flor Carnaval 2014. Foto: Vinicius Brito

Beija-Flor Carnaval 2014. Foto: Vinicius Brito

Como diz o nosso mestre Cláudio Brito: Boa noite pra quem é da noite, bom dia pra quem é do dia e Saravá pra quem é de saravá.

A partir de hoje vamos começar a apresentação das sinopses dos enredos das escolas de samba para 2015. Neste primeiro momento vamos falar sobre os enredos cariocas.

E começamos pela Beija-Flor:

Enredo: “Um Griô Conta a História: Um Olhar Sobre a África e o Despontar da Guiné Equatorial. Caminhemos Sobre a Trilha de Nossa Felicidade”

INTRODUÇÃO

Para conseguirmos entender o que fomos e o que somos, é necessário que se conheça a herança da África no Brasil e a África que ficou do outro A história da África – ou melhor, das várias Áfricas, faz parte da história do Brasil. É importante para nós, brasileiros, porque ajuda a explicar e entender a nossa história. Mas é importante também, por seu valor próprio, e porque nos faz melhor compreender o grande continente de onde proveio quase metade de nossos antepassados.

A importância e a magnitude da África é algo tão impressionante, que por mais que se fale de África com frequência, o tema é tão rico, que parece não se esgotar nunca; permanece despertando a curiosidade e o interesse de pessoas comuns e estudiosos.

No passado, as tribos regionais, com suas tradições e costumes, despertaram o interesse de distintos povos europeus, que em busca de especiarias, terminaram por fomentar o tráfico de escravos.

Hoje, ao revisitar o sofrido continente africano, nossa proposta principal é mostrar que é possível sim ter esperança de que um povo massacrado, cansado e desiludido, seja capaz de renascer, aos poucos, com sonhos vigorosos, planos precisos e metas concretas; projetando uma nova África, ou uma nova perspectiva para a África, calcada no progresso propiciado pelo “ouro negro” e nos ideais de unidade, paz e justiça, reafirmados tal qual um mantra.

Caminhemos sobre a trilha de nossa felicidade, porque neste carnaval, os caminhos da África nos conduzem à Guiné Equatorial.

Laíla, Fran Sérgio, Ubiratan Silva, Victor Santos, André Cezari, Bianca Behrends e Claudio Russo – Departamento de Carnaval e Comissão de Carnaval

SINOPSE

A conversa que ora inicia, poderia muito bem versar sobre religião e a fé em nossos ancestrais ou, quem sabe, sobre liberdade e este verde sem fim; alguns poderiam dizer que é o passado que se revela do outro lado do Mar Tenebroso, ou por que não a África animista por natureza em sua história de exploração, luta e dor. Esta conversa é tudo isso e um pouco mais, diálogo entre um pequeno filho da Guiné Equatorial e um Griô, um ancião, senhor do passado, mais um daqueles sábios que guardam, de pai para filho, a história viva do continente africano, e mais precisamente, de A criança, olhos fixos no velho homem, não deixa passar um detalhe
sequer, e o contador de histórias, em um tom tranquilo, porém com a voz firme, devaneia… Declama… Recita… o livro aberto da memória:

Foi num tempo primitivo, no albor de toda raça, sob um verde inimaginável, que nossa gente surgiu. Foi muito antes deles chegarem, os brancos, em seus grandes barcos, guiados pela mais voraz ambição, sedentos de ouro e de gente, nossa gente!

Antes era tudo verde, toda vida, tambores e tribos…

A natureza pulsava em cada elemento; as raízes das árvores entrelaçavam-se com a nossa raiz, e crescíamos , vivíamos e cultuávamos a liberdade, cada um com sua fé. Os ritos refletiam a força e a ligação do povo com a natureza, e a Ceiba, árvore sagrada da vida, testemunhou cada momento do florescer de nossa história.

Mas um dia, esta paz sucumbiu… Eles chegaram rasgando o Mar Tenebroso, e com as marés trouxeram a cobiça, sua força e seus costumes tão diferentes das nossas tradições; eles sangraram os corações de nossos ancestrais!

Falavam outra língua, buscavam riquezas… Escravizaram homens, mulheres, crianças… Em nome do Rei de Portugal.

A jóia da Coroa era a Casa da Guiné…

E do litoral, nossas mães observaram, onda após onda, seus filhos vendidos… Quantos reis comerciados, escravos por um trocado, objetos da opressão, no mercado de gente, mercadoria humana.

Mas a grandeza de nossa terra atrai outras bandeiras da maldade, e a engenharia da ambição ergue a sua companhia, leva o continente negro, através de nossa cultura, por um oceano de mágoas. Os filhos da África constroem a evolução da humanidade; o sangue negro foi a argamassa do edifício da escravidão.

Papéis assinados, destinos trocados, nossa terra por um tratado:

“Habla Espanhol”!

A raça negra, que transpiramos em cada poro, resiste, enfrenta a dor, não se entrega jamais, e a cada grilhão, nos tornamos mais fortes; a cada opressão, a cultura se manifesta.

Nada é mais degradante do que a ausência da liberdade!

Nada é mais libertador do que a força de um povo!

Menino, nós temos sangue dos Bengas! Somos herança do reino

Bubi! Corremos nas terras Fang!

Temos influência de Oyó!

A África é a Mãe da Humanidade!

Filho, o suor negro construiu a civilização moderna. Enquanto a empresa da escravidão possibilitou o acúmulo de riquezas, nosso mar de gente sangrou os mares. Ah! Quantos Zumbis, quantos Mandelas surgiram aqui no Golfo da Guiné? Nossa gente ensinou ao mundo o perfeito significado da palavra liberdade…

Senhor! (Fala a criança): E agora que eles foram embora?

O Grió aponta para o Mar e diz:

O que você vê?

O Oceano!

E depois?

O horizonte!

A África hoje enxerga o horizonte da reconstrução, respeitando a história daqueles que resistiram, observando a luta de quem um dia venceu a dor; símbolos de um continente desapropriado de grande parte de sua gente, mas acima de tudo, um continente guerreiro.

A nova face da África se lança rumo ao progresso; respeita a natureza, mas se engrandece com as riquezas que afloram deste chão.

Nova face em meio a grande floresta e a imensidão do mar em que se encontra a Guiné Equatorial; o país que emerge da Costa da Guiné, terra intimamente ligada à história do Brasil, vivendo o presente, como nação amiga e ansiando um futuro de unidade, paz e justiça.

Meu filho, orgulhe-se desta raça, de sua dignidade e sua contribuição para a humanidade! Lute, pois lutar sempre foi nossa verdade, para que assim, “caminhemos sobre a trilha de nossa felicidade”.

JUSTIFICATIVA

África: a paisagem que mais parece uma miragem. Aquela imensidão verde, deslumbrante, intocada, hipnotizante. A força da selva e a importância de Ceiba, a Árvore da Vida.

As frondosas raízes das árvores se confundem, se misturam, se mesclam com as origens de nossos ancestrais, e com todo o legado por eles deixado.

Com a tez escura como o ébano, nativos e guerreiros de tribos primitivas, guardiões dos costumes e dos ritos tradicionais, preservam as informações, as práticas, as estórias e os costumes, que são registrados através da oralidade, na memória e nos corações dos homens. Totens, máscaras, carrancas, esculturas, peças de marfim e técnicas específicas, como a taiba, são alguns dos símbolos diversos que cruzaram o oceano a propagar uma cultura magnânima.

Diferentes povos demonstraram interesse em explorar, colonizar e extrair as riquezas da terra, destacando-se as investidas europeias, onde marcaram presença portugueses, holandeses, franceses, espanhóis e ingleses; sendo o Golfo da Guiné, o berço da herança cultural deixada pelos medievais reinos tribais dos Benga, dos Bubi e pelos clãs Fang.

Ao explorar o Golfo da Guiné, Portugal, na busca pelo caminho das Índias, coloca a Formosa Bioko nos mapas europeus. D. João II de Portugal, proclamado Senhor da Guiné, junto com os portugueses, inicia a colonização das ilhas de Bioko, Ano Bom e Corisco, convertendo-nas em postos destinados ao tráfico de escravos.

Na travessia do Mar Tenebroso, enjaulados em sombrios navios, e acorrentados à grilhões e às lembranças da terra natal, negros serviçais, humilhados, desacreditados e açoitados, terminam por se dispersar pelo mundo. São braços fortes, construtores, massacrados pelos opressores; pobres sofredores à mercê da sorte e da vontade de seus mercadores.

Um ode à liberdade anuncia o grito de independência: rompam-se as algemas! Abaixo a dominação! De braços dados, revela-se uma nação fraterna, ávida por união. Paralelamente à uma África antiga, primitiva, rústica, observa-se o despertar de uma nova face da África. Nascida na história recente, revela-se expoente a Guiné Equatorial.

Dotada de rica biodiversidade, com belezas naturais estonteantes e riquezas minerais abundantes, fauna e flora revelam as diferentes nuances da Guiné que saltam aos nossos olhos, refletidas em cores e estampas, tecidos e sabores, no ritmo, no gingado e nos penteados, que imprimem à essa gente uma negritude de traços tão marcantes.

Na iminência de completar meio século, a Guiné Equatorial é uma região de solo fértil. A terra, generosa, produz gêneros agrícolas diversos: cana-de-açúcar, café, cacau, banana, abacaxi, abóbora, milho, mandioca e algodão, são apenas alguns dos produtos que engrandecem a agricultura e brotam desse chão!

A extração de madeira, a existência de diamantes, e a descoberta do “ouro negro”, com o conseguinte fomento do petróleo, ocorrem com demonstrações de respeito ao meio ambiente.

Empenhados em promover o encontro das bandeiras de duas nações fraternas, num majestoso festejo popular, onde a língua portuguesa é apenas mais um elemento de afinidade, objetivamos consagrar o enlace cultural entre o Brasil e a Guiné Equatorial, brindando os ideais de unidade, paz e justiça.

Abordando as distintas influências, sem discriminação, cantemos liberdade! E “Caminhemos sobre a trilha de nossa imensa felicidade”.

SETORIZAÇÃO INICIAL – CARNAVAL 2015

SETOR 01 – ABERTURA
A Árvore da Vida e a Floresta Equatorial Africana

SETOR 02
África – O Berço Negro do Mundo – Tradições e Realeza

SETOR 03
Rota para as Índias – O Caminho das Especiarias – A Descoberta de um Novo Território

SETOR 04
As Investidas Européias em Terras da Guiné

SETOR 05
A Cultura de um Povo Atravessa o Mar Tenebroso – Navio Negreiro

SETOR 06
Guiné Equatorial – A Ascensão de uma Nação

SETOR 07
O Enlace Cultural Entre o Brasil e a Guiné Equatorial

Após 22 anos, Beija-Flor volta a ficar fora da noite das campeãs

05 de março de 2014 0
Boni foi o homenageado do desfile da Beija-Flor em 2014. Foto: Vinicius Brito

Boni foi o homenageado do desfile da Beija-Flor em 2014. Foto: Vinicius Brito

A apuração desta quarta-feira que coroou a Unidos da Tijuca como campeã também quebrou um tabu no Carnaval do Rio: A Beija-Flor voltou a ficar fora das campeãs após 22 anos. A última vez que isso aconteceu foi em 1992 quando a escola terminou em sétimo lugar, mesma colocação deste ano.

Curiosamente, em 1992 a Beija-Flor também trouxe um enredo sobre televisão: “Há um ponto de luz na imensidão” marcou a despedida de Joãosinho Trinta da escola. Em 2014, a agremiação de Nilópolis trouxe como enredo uma homenagem à comunicação através da vida de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. A Beija-Flor só fechou nota máxima no quesito bateria.

Beija-Flor encerra primeira noite homenageando Boni

03 de março de 2014 1

Opinião da Gaúcha

Não foi um desfile que manteve o histórico de boas apresentações da escola. A Beija-Flor fez um desfile com problemas em muitos quesitos. O samba não funcionou e o enredo não foi bem desenvolvido.

Beija-Flor Carnaval 2014. Foto: Vinicius Brito

Beija-Flor Carnaval 2014. Foto: Vinicius Brito

Galeria de Fotos:

RBS presente no desfile em homenagem a Boni

03 de março de 2014 0

beija-flor (10)Eduardo Sirotsky Melzer, presidente do Grupo RBS, e Pedro Sirotsky, do Conselho de Administração, se fizeram presentes no desfile da Beija-Flor de Nilópolis em homenagem a Boni.

Beija-Flor surge como candidata ao título, mas evolução pode prejudicar

12 de fevereiro de 2013 0

Opinião da Gaúcha

A Beija-Flor passou com pinta de campeã. O desfile era muito bem feito até a escola enfrentar um problema no final do desfile. O sétimo carro desacoplou e a escola abriu um imenso buraco na pista de desfile. Isto acarretá perda de pontos em evolução. que pode atrapalhar as pretensões da escola.

Portela e Beija-Flor anunciam prováveis enredos para 2014

11 de fevereiro de 2013 7

Em meio aos desfiles de 2013, surgem notícias sobre os prováveis enredos de duas escolas do Carnaval Carioca.  A Portela deverá entrar na avenida em 2014 contando a história do vinho. Já a Beija-Flor deverá ter como enredo a vida de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, que atuou anos como diretor de televisão.

Análise de Enredos - Beija-Flor de Nilópolis

25 de janeiro de 2013 5

Tentando recuperar o título, a grande campeã deste século terá como enredo em 2013 o cavalo. Alvaro Machado analisa. Confira:

“Falar de cavalos, para uma escola como a Beija-Flor, tem que ser interpretado de forma diferenciada, pois falamos da Escola que sabe como nenhuma outra ganhar carnaval com temas chatos e aparentemente enfadonhos. E essa é a primeira impressão que o enredo passa, mesmo para nós gaúchos, centauros do pampa, conhecedores da estreita relação que o homem pode estabelecer com o cavalo.

Porém, não é fácil dizer que a Beija-Flor escolheu um bom enredo para o carnaval 2013. O patrocínio para homenagear o cavalo Mangalarga, deverá partir do histórico da relação humana com esse amigo fiel, desde a fixação dos primeiros grupos humanos na terra, passando por sua utilidade como meio de transporte e como parceiro de batalhas.


E a proposta dessa homenagem não poderia ser mais tradicional, criando em um primeiro momento, a oportunidade de trazer personagens históricos para o desfile, afinal, quem não montou em um cavalo desde Alexandre, o Grande à Dom Pedro, dos cavaleiros do Rei Arthur à Caxias. E chegará, após, o Cavalo de Tróia, o misticismo e o sagrado de sua imagem, Pégasus, unicórnios, a exaltação à sua força, sua fidelidade, seu porte real.

E, claro, sua chegada ao novo mundo. Os cruzamentos genéticos que originaram o Mangalarga, os caminhos reais que percorreu carregando as riquezas do interior do Brasil, trazendo com ele as Minas Gerais do ouro, dos diamantes, de Xica da Silva. E tudo embalado por um samba que, como nos últimos anos, parece sempre o mesmo, porém, com um resultado sempre positivo na avenida.

E virão os personagens ligados ao cavalo, às exposições, aos rodeios, enfim, teremos uma verdadeira cavalgada atravessando a avenida. Já vi isso, quando a Vai-Vai apresentou o mesmo tema no carnaval de São Paulo em 2003, com a mesma percepção de enredo que hoje é apresentado pela Beija-Flor. Vi e não me agradou, pois achei cansativo, repetindo frequentemente a imagem do cavalo nos carros, nas fantasias, nos detalhes.


Não sei o que exatamente acontecerá agora. A Beija-Flor costuma dar rodeios imensos para trazer o seu estilo de desfile, independente do enredo. Cria imagens assombrosas, carros pesados e sombrios, alas coreografadas representando imagens fortes, teatrais. Espero, sinceramente, que o tom do desfile da grande campeã de Nilópolis esteja mudado, com uma nova proposta de carnaval pois me parece que esse modelo já cansou. Só não encontro no enredo do cavalo o caminho para tal mudança.

Que essa cavalgada nos conduza a um bom espetáculo e que a Beija-Flor possa nos brindar com algo que vá além do previsível, talvez mais para um cavalo selvagem do que para um pônei adestrado.”

Beija-Flor já tem enredo para o Carnaval 2013

25 de fevereiro de 2012 0

Por Juliano Vieira

A Beija-Flor de Nilópolis já tem enredo para o Carnaval do ano que vem. A escola contará a origem do cavalo mangalarga marchador, raça brasileira que surgiu há mais de 200 anos no transporte do ouro de Minas Gerais para a Corte, no Rio de Janeiro, e que hoje é exportada para vários países. O enredo terá patrocínio da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Mangalarga Marchador. Em São Paulo, a Vai-Vai já fez um enredo sobre cavalos, em 2003, ficando em 5º lugar.

Especial Porta-Bandeiras RJ: Selmynha Sorriso - Beija-Flor

15 de fevereiro de 2012 1

Por Juliano Vieira

Selmynha Sorriso já virou simbolo da Beija-Flor. Porta-bandeira consagrada, carrega o pavilhão da “Deusa da Passarela” desde 1995. Porém, não é com a Beija-Flor seu primeiro título. Não são muitos que lembram, mas Selmynha era a porta-bandeira do inesquecível desfile da Estácio de Sá de 1992. A “Paulicéia Desvairada” rendeu a escola do Morro de São Carlos seu único campeonato. O primeiro de Selmynha.

De lá pra cá foram 6 vitórias na Beija-Flor e inúmeras premiações como porta-bandeira. Selmynha, gentilmente, conversou com o Gaúcha no Carnaval e contou o que representa ser porta-bandeira na vida dela. Ainda falou de sua trajetória e do Carnaval de Porto Alegre e Uruguaiana, na qual é porta-bandeira de Os Rouxinóis. Revelou ainda qual sua escola do coração em Porto Alegre. Quer saber?

Então, veja o vídeo:

Rádio Gaúcha entrega troféu à Beija-Flor

13 de fevereiro de 2012 0

Por Juliano Vieira

Como já é habitual, a Rádio Gaúcha entrega troféus as campeãs, por onde a rádio se fez presente no Carnaval. No ensaio técnico da Beija-Flor de hoje, Cláudio Brito, coordenador da equipe de Carnaval, entregou o troféu à Beija-Flor de Nilópolis, campeã de 2011. Quem recebeu o troféu foi Laíla, diretor de carnaval e harmonia da escola. Veja na foto:

Quem projetou a Sapucaí foi Oscar Niemeyer que foi recebido pela Corte do Carnaval do RJ.

Foto: O’Reilly Miranda