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Cansaço constante pode ser resultado de má alimentação

21 de abril de 2017 0

Embora costumemos relacionar a má alimentação apenas ao sobrepeso ou à obesidade, a verdade é que uma pessoa pode estar magra e, mesmo assim, ter um corpo que sofre com as escolhas que faz nas refeições. O cansaço constante, por exemplo, pode ser um dos resultados. Como é comum termos um cotidiano corrido, muitas vezes, esse sinal passa despercebido. A nutricionista Joanna Carollo diz que existem outros sinais que mostram a necessidade de darmos mais atenção à comida que estamos colocando no prato.

“Além do cansaço físico, cãibras e dores musculares, o indivíduo pode apresentar unhas e cabelos quebradiços, pele seca, tremores, tontura, entre outros. Isso porque nutrientes essenciais como vitaminas e sais minerais podem estar em falta, comprometendo o bom funcionamento do organismo. Se o indivíduo se sente frequentemente esgotado, mesmo após uma boa noite de sono, por exemplo, é importante buscar ajuda médica para investigar o problema”, destaca.

De uma maneira geral, precisamos de uma alimentação com variedade para obtermos todos os nutrientes que mantêm o funcionamento correto do corpo. Quem já apresenta deficiências, é claro, tem de buscar orientação profissional.

A nutricionista também indica hábitos que podem colaborar para a perda de energia:

Escolher lanches ultraprocessados: fazer a troca constante de refeições por lanches ultraprocessados nunca é um bom negócio. Eles costumam ser pobres em nutrientes e são rapidamente absorvidos pelo organismo, o que provoca picos de glicose que favorecem a fome exagerada.

Foto: Divulgação, Pixabay

Foto: Divulgação, Pixabay

Consumir poucas fibras: quem sempre prefere os ultraprocessados acaba também consumindo poucas fibras. Isso faz mal para o corpo porque as fibras colaboram para a boa digestão. Como são absorvidas lentamente, controlam a liberação de glicose , o que evita picos e mantém a energia estável. Lembre-se de beber água para obter os benefícios.

Ficar muitas horas sem comer: esse hábito dificulta o controle da ingestão calórica. A fome em excesso faz com que aumente o risco de comermos além da conta e de fazermos escolhas pouco saudáveis. Conforme a nutricionista, o resultado é digestão “pesada”, sonolência e indisposição.

Abusar do café: a bebida pode ser uma alternativa para aumentar a energia eventualmente, mas se precisamos dele todos os dias, podemos estar “mascarando” um problema maior. Por isso, é bom investigar qual é o problema relacionado à falta de energia e de concentração.

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Pesquisa associa consumo moderado de café a proteção de doenças cardiovasculares

Pesquisa associa consumo moderado de café a proteção de doenças cardiovasculares

12 de abril de 2017 0

O consumo do café voltou a ser associado à saúde do coração. Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) aponta que a ingestão de uma a três xícaras da bebida por dia ajuda a proteger de contra doenças cardiovasculares. O efeito protetor parte dos compostos fenólicos.

No estudo, o consumo de café foi dividido em três grupos: quem bebia menos de uma xícara por dia; quem tomava de uma a três xícaras; e quem ingeria mais de três xícaras. O resultado aponta que aqueles que consumiram de uma a trÊs xícaras por dia reduziram em 55% a chance de ter pressão alta sistólica e 56% a pressão alta diastólica em relação a quem consumia menos de uma xícara.

Outro dado é que houve redução em 68% da chance deles terem níveis aumentados de homocisteína, um aminoácido presente no sangue que está relacionado a riscos de problemas cardiovasculares. Os resultados não foram verificados em quem consome acima de três xícaras por dia. A pesquisa aponta ainda que a forma de consumo (com leite, coado, expresso, etc) não modificou o quadro.

 

Foto: Artur Moser / Agência RBS

Foto: Artur Moser / Agência RBS

A pesquisa reuniu 550 pessoas. Além da dieta, o questionário aplicado aos entrevistados considerou informações como idade, sexo, raça, renda familiar per capita, atividade física e tabagismo. Sangue foi coletado para avaliar níveis de glicose, triglicérides, colesterol total, HDL e LDL, e a homocisteína. Foram avaliados ainda peso e altura, e realizada a aferição da pressão arterial.

Polifenóis

Os compostos fenólicos são encontrados em alimentos de origem vegetal, como verduras, legumes, frutas, cereais e leguminosas, nas bebidas alcoólicas, caso do vinho e da cerveja, e não alcoólicas, como chás, café, cacau, suco de frutas e de soja.

“Embora tenha teor semelhante de polifenóis ao das frutas e verduras, a bebida (café) acaba tendo maior contribuição nutricional porque o consumo diário dele é mais frequente. Cerca de 70% dos polifenóis ingeridos dos alimentos pelos paulistanos têm como fonte o café”, explica Andreia Miranda, autora da pesquisa.

Estudos apontam ação protetora dos polifernóis na prevenção de várias doenças crônicas, como alguns tipos de cânceres, osteoporose, doenças neurodegenerativas e diabetes mellitus, além das cardiovasculares.

Comportamento alimentar é tema de palestra em Caxias do Sul

10 de abril de 2017 0

Quem está em Caxias do Sul pode aproveitar a terça-feira para assistir a palestra “Comportamento Alimentar: o que estou fazendo que prejudica meu emagrecimento”. A nutricionista Nathália Ribeiro Hirata aborda o assunto a partir das 18h, na FSG – Centro Universitário da Serra Gaúcha (Rua Os 18 do Forte, 2369).

A palestra vai contemplar dicas e estratégias para alcançar objetivos com foco no comportamento alimentar. Nathália é pós-graduada em Nutrição Esportiva e Nutrição Clínica, com especialização em Nutrigenômica e Psicologia e Comportamento Alimentar,  Esse é o sexto encontro do projeto Nutrir com Saúde.

A comunidade pode se inscrever gratuitamente pelo e-mail daniela.ewald@fsg.br. A inscrição para acadêmicos e professores deve ser realizada via Portal da FSG.

Foto: Pixabay, Divulgação

Foto: Pixabay, Divulgação

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Municípios da Serra promovem atividades relacionadas ao Dia Mundial da Saúde

06 de abril de 2017 0

O Dia Mundial da Saúde é lembrado sempre em 7 de abril. Neste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) chama a atenção para os casos de depressão que aumentaram 18% entre 2005 e 2015. Segundo a OMS, a depressão aumenta o risco de transtornos de uso de substâncias e de doenças como diabetes e cardíacas. E o contrário também acontece: pessoas com outros problemas de saúde têm maior risco de depressão, que também é um fator de risco para o suicídio. O tratamento da doença envolve medicamentos ou terapia – pode ser necessário associar os dois métodos. Para marcar essa data, municípios da Serra realizam atividades relacionadas à saúde nesta sexta-feira.

Em Caxias do Sul, ocorre hoje à noite o Treino Solidário para incentivar a prática de exercícios físicos – que ajudam, inclusive, a combater a depressão. A corrida é restrita a pessoas com mais de 18 anos. A largada será no Shopping Iguatemi Caxias, a partir das 19h30. Os participantes poderão optar por dois trajetos: três ou seis quilômetros. Durante o percurso será disponibilizada uma área de hidratação para os corredores e, ao término, serão oferecidas frutas, água e isotônicos. A inscrição pode ser feita no estacionamento do shopping. É preciso doar um quilo de alimento não-perecível. A arrecadação será destinada a instituições de caridade.

Foto: Felipe Nyland / Agência RBS

Foto: Felipe Nyland / Agência RBS

Em Farroupilha, a programação alusiva ao Dia Mundial da Saúde se estendeu ao longo da semana e encerra nesta sexta-feira, com atividades entre 8h e 12h, na Praça da Matriz. Serão realizados exames de glicemia, verificação de pressão arterial, oficinas terapêuticas, oficinas de conservação de alimentos, ações na área de saúde bucal, entre outras atividades (confira a programação completa aqui). Quem quiser também pode colaborar com doação de materiais de consumo que serão revertidos para o Hospital São Carlos.

Cálculo do IMC é insuficiente para indicar se peso está adequado

05 de abril de 2017 0

O Índice de Massa Corporal (IMC) é muito usado para verificar se o nosso peso está ou não adequado. O cálculo utiliza a relação peso x altura. Ele pode indicar magreza excessiva, peso adequado, sobrepeso ou obesidade, considerando idade e sexo. O cálculo é simples: basta dividir o peso (em quilos) pela altura (em metros) elevada ao quadrado. Também tem  diversas calculadoras online para realizar o cálculo. Mas atenção: não o utilize como um indicador definitivo. O Ministério da Saúde alerta que essa conta não é capaz de apontar o estado nutricional e precisa ser analisado por um profissional de saúde, que avalia outras medidas e características individuais. Além disso, é bom lembrar que o IMC vale apenas para quem tem entre 20 e 59 anos.

Outras medidas:

Percentual de gordura: Para uma pessoa que faz exercícios físicos, avaliar o IMC pode ser ineficiente. Isso porque essa pessoa pode pesar mais que o indicado, mas ter principalmente massa magra na sua composição. Por isso, é importante levar em consideração o percentual de gordura, que pode ser medida por métodos como a bioimpedância ou pelas dobras cutâneas. Inclusive

Circunferência de cintura: outra medida que pode ser considerada para avaliar a saúde é a circunferência da cintura. A concentração de gordura na região do abdômen pode estar relacionada a riscos de saúde, como o aumento da pressão arterial, diabetes e colesterol. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a medida igual ou superior a 94 cm em homens e 80 cm em mulheres indica risco de doenças ligadas ao coração

Relação cintura x quadril: o cálculo divide a circunferência da cintura em centímetros pela circunferência do quadril também em centímetros. Segundo o Ministério da Saúde, o índice de corte para risco cardiovascular é igual ou maior que 0,85 para mulheres e 0,90 para homens. Número mais alto significa maior risco e quanto menor a relação, melhor.

Além das medidas:

Um corpo saudável não pode ser determinado apenas a partir de medidas. Exames laboratoriais, por exemplo, podem indicar níveis de glicose, triglicerídeos e colesterol. Mesmo com um peso adequado, uma pessoa pode apresentar alguma dessas doenças.

Importante lembrar que o conceito de saúde envolve ainda o bem-estar mental e social, conforme a OMS. Portanto, um corpo com medidas “perfeitas” como resultado de uma mente perturbada não significa saúde.

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Receita: vegetais refogados com cebola assada

03 de abril de 2017 0

Tem muita gente que diz não gostar de vegetais, mas nunca experimentou variar o preparo. Se você está nesse grupo e quer mudar de comportamento, uma ideia é começar por essa receita. Eu juntei vários vegetais que eu gosto. Dá para substituir por outros, caso você prefira.

Ingredientes:

- 3 tomates grape

- 1 cenoura média

- 1/2 berinjela

- 1 cebola média

- sal a gosto

- manjericão desidratado a gosto

- óleo

Modo de fazer:  Corte a cenoura, a berinjela, os tomates e a cebola no formato que preferir. Aqueça o forno a 180 graus. Em seguida, unte uma forma e disponha a cebola. Leve ao forno por cerca de 15 minutos. Enquanto isso, aqueça uma frigideira e unte com óleo. Jogue os demais vegetais na frigideira. Deixe por cerca de 10 minutos, mexendo a cada pouco. Adicione o sal e o manjericão.

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Associação de Nutrologia não recomenda óleo de coco no tratamento da obesidade

30 de março de 2017 0

A Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) divulgou um posicionamento oficial sobre a indicação de óleo de coco na prevenção ou tratamento de doenças. O alimento ganhou fama nos últimos tempos e uma das indicações mais comuns de usá-lo para perder peso. A entidade, no entanto, diz que o óleo de coco não deve ser prescrito na prevenção ou tratamento de obesidade, de doenças neuro-degenerativas, como nutriente antimicrobiano ou como imunomodulador.

Foto: Julio Cordeiro / Agencia RBS

Foto: Julio Cordeiro / Agencia RBS

Confira o posicionamento:

Obtido a partir da polpa do coco fresco maduro (espécie Cocos nucifera L.), o óleo de coco é composto por ácidos graxos saturados (mais de 80%) e ácidos graxos insaturados (oléico e linoléico). Os ácidos graxos saturados caprílico, láurico e mirístico possuem entre 6 e 12 átomos de carbono e por isso são chamados de ácidos graxos de cadeia média. Os demais ácidos graxos saturados são capróico, cáprico, palmítico e esteárico. As gorduras láuricas, como o óleo de coco, são resistentes à oxidação não enzimática e, ao contrário de outros óleos e gorduras, apresentam temperatura de fusão baixa e bem definida. Em virtude de suas propriedades físicas e resistência à oxidação, o óleo de coco é muito empregado no preparo de gorduras especiais para confeitaria, sorvetes, margarinas e substitutos de manteiga de cacau.

Considerando-se que o óleo de coco tem sido divulgado, especialmente na imprensa leiga, como integrante de uma dieta preventiva para doenças crônicas, como quadros neuro-degenerativos, obesidade e dislipidemia, bem como para outras funções tais como imunomodulação e tratamento antimicrobiano, a Associação Brasileira de Nutrologia considera que deve se posicionar sobre o assunto:

1 – Quando o óleo de coco é comparado a óleos vegetais menos ricos em ácido graxo saturado, recente revisão mostrou que ele aumenta o colesterol total (particularmente o LDL-colesterol) o que contribui para um maior risco cardiovascular.
2 – Tem sido reportado que o óleo de coco possui atividade antibacteriana, antifúngica, antiviral e imunomoduladora, porém tais estudos são predominantemente experimentais, notadamente in vitro, não havendo estudos clínicos demonstrando esse efeito. Assim, faltam ainda evidências suficientes para recomendar o óleo de coco como agente antimicrobiano ou imunomodulador.
3 – Até o momento, não existem estudos clínicos que tenham abordado o efeito de óleo de coco na função cerebral de indivíduos saudáveis ou portadores de alteração cognitiva. Enfatiza-se também que não existem evidências clínicas de que o óleo de coco possa proteger ou atenuar doenças neuro-degenerativas, como a doença de Alzheimer.
4 – Um número muito pequeno de estudos, com resultados controversos, tem relatado os efeitos do óleo de coco sobre o peso corporal em seres humanos. Estudo observacional de populações de ilhas do Pacífico consumindo grandes quantidades de cocos revelou que os Tokelauanos, que consumiam quantidades mais elevadas de coco (63% de energia derivada do coco versus 34% na dieta de Pukapukan), eram mais pesados e tinham pregas de pele subescapulares maiores. Em um ensaio controlado randomizado, 40 mulheres (20-40 anos) foram instruídas a consumir diariamente 30 mL de óleo de coco ou de soja (placebo) por 12 semanas. Os grupos também foram instruídos a caminhar por 50 minutos por dia e a seguir um padrão alimentar saudável, e ambos os grupos consumiram aproximadamente 10% menos calorias do que no início. Apenas o grupo de óleo de coco apresentou circunferência de cintura reduzida no final do estudo (redução de 1,4 cm) e uma tendência ao aumento de insulina circulante. Embora os autores tenham usado recordatório alimentar de 24 horas no início e no final do período de estudo, as quantidades exatas de óleo de coco consumido pelos indivíduos não foram precisadas. Examinando pequena amostra (13 mulheres e 7 homens) com 24-51 anos e índice de massa corporal médio de 32,5 kg/m2, prévio estudo (sem grupo controle) mostrou que o consumo de óleo de coco virgem (30 mL/dia/4 semanas) foi associado a redução da circunferência da cintura (2,61 ± 2,17 cm) em indivíduos do sexo masculino. Examinando o efeito na saciedade, pequeno estudo (n=18) mostrou que não existe efeito de uma refeição rica em ácidos graxos de óleo de coco sobre o apetite ou ingestão alimentar. No geral, não existem evidências suficientes para concluir que o consumo de óleo de coco leva à redução de adiposidade.

Sendo assim, considerando-se inclusive a robusta associação entre consumo de ácidos graxos saturados e o risco de doenças cardiovasculares e a ausência de grandes estudos bem controlados relativos ao óleo de coco em humanos,

A ABRAN recomenda que:

1 – o óleo de coco não deve ser prescrito na prevenção ou no tratamento da obesidade;
2 – o óleo de coco não deve ser prescrito na prevenção ou no tratamento de doenças neuro-degenerativas;
3 – o óleo de coco não deve ser prescrito como nutriente antimicrobiano;
4 – o óleo de coco não deve ser prescrito como imunomodulador.

Ovos, carnes, frutas e folhas verdes ajudam a melhorar a memória

29 de março de 2017 0

Uma alimentação equilibrada ajuda o corpo a funcionar da forma mais adequada. Quando o cardápio tem um pouco de tudo, de uma maneira geral, ingerimos todos os nutrientes que precisamos sem deixar de lado o prazer ao comer. Com isso, beneficiamos diversas funções do organismo, inclusive o cérebro. Variedade e a preferência por alimentos in natura ou minimamente processados ajudam também a melhorar a memória.

A nutricionista Sinara Menezes sugere a ingestão de alimentos ricos em ácido fólico e colina, que são vitaminas do complexo B: ovo, proteínas animais, folhas verdes em geral, aspargos, brócolis e abacate.

 

Foto: Alvarélio Kurossu / Agência RBS

Foto: Alvarélio Kurossu / Agência RBS

 

Além disso, destaca a importância dos sais minerais, como magnésio e o zinco. Eles podem ser encontrados também em carnes vermelhas, brancas e frutos do mar. “Peixes, especialmente os de águas frias, como o salmão e a sardinha, são uma ótima opção: além de serem fontes de zinco, possuem Ômega 3, outro antioxidante benéfico ao cérebro. Já para aumentar o aporte de magnésio é recomendado investir em grãos, sementes e frutas como a banana e o abacate”.

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Alimentos in natura e minimamente processados devem predominar no cardápio

Frutas, verduras e água são fundamentais para uma vida saudável

Redução do consumo de refrigerante e aumento da ingestão de vegetais são metas do Brasil

16 de março de 2017 0

O Ministério da Saúde divulgou, nesta semana, metas para frear o crescimento do excesso de peso e da obesidade no país. O anúncio foi durante o Encontro Regional para Enfrentamento da Obesidade Infantil.

São três metas para cumprimento até 2019: deter o crescimento da obesidade na população adulta; reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta; e ampliar ao menos em 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente.

Para saber mais sobre os motivos para restringir o consumo de refrigerantes, leia:

“Você ofereceria para o seu filho um copo de água com sete colheres de açúcar?”

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Água tônica é boa alternativa aos refrigerantes?

Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS

Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS

Para saber mais sobre a importância do consumo de frutas e hortaliças:

Alimentos in natura e minimamente processados devem predominar no cardápio

Frutas, verduras e água são fundamentais para uma vida saudável

Alimentação equilibrada beneficia também a aparência

Alimentação adequada pode auxiliar na prevenção e tratamento do câncer

 

Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS

Vitamina B pode ajudar a reduzir danos causados pela poluição

14 de março de 2017 0

Tomar vitaminas do complexo B pode ajudar a reduzir alguns dos efeitos nocivos da poluição do ar, mostra estudo divulgado nessa segunda-feira. A informação é da Agência Xinhua.

A pesquisa, coordenada por Jia Zhong, da Escola de Saúde Pública Mailman, da Universidade de Columbia, revelou que as vitaminas do complexo B, como o ácido fólico e as vitaminas B6 e B12, podem desempenhar papel fundamental na redução do impacto da poluição do ar sobre um tipo específico de modificação genética, que tem sido associada a doenças cardiovasculares e até mesmo ao câncer.

“O fundamento molecular mecanicista dos efeitos sobre a saúde da poluição do ar não são totalmente compreendidos, e a falta de opções preventivas individuais representa lacuna crítica de conhecimento,” escreveram Zhong e seus colegas em um artigo.

“Nosso estudo demonstrou os efeitos epigenéticos da poluição do ar e sugeriu que as vitaminas B poderiam ser usadas como prevenção para complementar as regulamentações e atenuar o impacto dessa poluição”.

O estudo, feito com pesquisadores da Escola de Saúde Pública TH Chan de Harvard, na Suécia, China, Cingapura, México e Canadá, foi publicado online na revista americana Proceedings of The National Academy of Sciences.

Os pesquisadores administraram um placebo ou suplemento de vitamina B (2,5 mg de ácido fólico, 50 mg de vitamina B6 e 1 mg de vitamina B12) diariamente a cada adulto recrutado para o estudo, que incluía dez pessoas.

Para participar da intervenção, os voluntários deveriam ser não fumantes, saudáveis, de 18 a 60 anos de idade, que não estivessem tomando quaisquer medicamentos ou suplementos vitamínicos.

Os resultados mostraram que a suplementação de quatro semanas com vitamina B pode reduzir de 28% a 76% o dano causado pela exposição às partículas PM2,5, com diâmetro aerodinâmico de 2,5 ou menos.

Zhong disse à Xinhua que o estudo ainda está em fase inicial e que atualmente não conseguiram recomendar a suplementação de vitaminas do complexo B.

Em vez disso, ela sugeriu manter uma dieta saudável e equilibrada, com fontes suficientes de vitaminas do complexo B.

Em geral, essa suplementação deve ser considerada com base na condição do indivíduo e em consulta com a recomendação de um médico, acrescentou.

“Embora o controle e a regulação de emissões sejam a espinha dorsal da prevenção, as altas exposições são, infelizmente, a regra ainda em muitas megacidades em todo o mundo,” disse Andrea Baccarelli, professora e catedrática do Departamento de Ciências da Saúde Ambiental da Escola Mailman.

“Como indivíduos, temos poucas opções para nos proteger contra a poluição do ar, especialmente em áreas fortemente poluídas, são urgentemente necessárias validar nossas descobertas e, finalmente, desenvolver intervenções preventivas usando vitamina B para conter os efeitos da poluição do ar na saúde,” acrescentou Andrea.

*Informações da Agência Brasil