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Posts de novembro 2013

A vitória é inadiável contra o Goiás

30 de novembro de 2013 11

A penúltima rodada do Brasileirão chegou. E temos a oportunidade, na Arena, de resolver a classificação para Libertadores. Oportunidade inadiável. Bater o Goiás reanima a torcida, acalma o elenco, assegura um 2014 com mais de recursos nos cofres. Preparem os corações.

Teremos um domingo tenso. Podemos terminar o fim de semana classificados – desde que o Grêmio vença o Goiás e o Botafogo pelo menos empate com o Coritiba – ou fora do G-4. Pelos confrontos das últimas rodadas, é mais do que perigoso deixar para resolver a vida no último jogo. Estamos em terceiro, com os mesmos 61 pontos do vice Atlético, a dois do Goiás e a três do Botafogo. Ou seja, tudo embolado. Só que na rodada 37 a tabela nos favorece, o oposto da rodada derradeira.

Do quarteto que postula G-3, apenas o Grêmio joga em casa neste domingo.  Se ganharmos do Goiás no confronto direto, os esmeraldinos deixam de ser problema. O empate não será tão ruim se Botafogo e Atlético-PR, que jogam fora, perderem. Voltaremos ao segundo lugar, mas pressionados. Derrota é sinônimo de tragédia, seremos ultrapassados, o G-3 vira miragem.

Domingo para carimbar o passaporte. FOTO: Ricardo Duarte

Domingo para carimbar o passaporte. FOTO: Ricardo Duarte

Já na última rodada, os mandos invertem. O Grêmio vai visitar a desesperada Portuguesa – que para o nosso bem precisa vencer a Ponte Preta neste domingo -, enquanto Atlético-PR recebe o Vasco, o Botafogo pega o Criciúma e o Goiás encara o Santos. Nossos rivais jogarão em casa.  Portanto, para cima do Goiás.

O domingo será de secação aos rivais e de sofrimento. É líquido e certo que teremos um jogo tenso, contra um adversário perigoso, que sabe fazer gols. Com certeza vamos sofrer. É típico do gremismo. Tirando a vitória sobre o Náutico, na abertura do returno, sofremos em todas as outras partidas. Dificilmente será diferente diante do Goiás.

A vitória é inadiável. Independente da formação, das substituições, dos resultados paralelos, o Grêmio precisa ganhar. De preferência com a Arena cheia, rugindo. Preparem os corações. Avante, Grêmio!

>> Guia da secação – Grêmio 61 pontos, terceiro colocado
Coritiba x Botafogo (58)  - domingo, 17h: vitória do Coxa, é a rodada para o Botafogo tropeçar. O jogo é dificílimo, já que vale a sobrevivência do Coritiba. Se for derrotado, estará virtualmente rebaixado. Batendo o Botafogo, segura os cariocas nos 58 pontos. Um empate do Grêmio tira o Fogão do nosso caminho. Na rodada final, o Bota recebe o Criciúma.

Vitória (55) x Flamengo – domingo, 17h: vale a secadinha, já que o Vitória, se vencer os dois jogos, iguala os 61 pontos do Grêmio. Um empate já resolve. O Vitória encerra a campanha contra o Atlético-MG, em Minas.

Santos x Atlético-PR (61) – domingo, 19h30: a vitória do Santos permitirá a retomada da vice-liderança, posto que concede vaga direta na Libertadores. O Furacão vem da ressaca da Copa do Brasil, espero que faça um jogo terrível e perca. Na rodada final, o Atlético recebe o Vasco.

Bater o Goiás virou nossa obsessão

29 de novembro de 2013 21

O jogo do ano se aproxima. Domingo, 19h30, Grêmio x Goiás na Arena. Entraremos em campo cientes da possibilidade de confirmar ou não a vaga no G-3 com uma rodada de antecipação. Basta que no jogo das 17h, o Botafogo não vença o Coritiba no Paraná.

O resultado ideal é a derrota do Fogão, que estacionaria nos 58 pontos, distante três do Grêmio. Com um empate contra o Goiás, asseguraríamos o quarto lugar. Como a Ponte Preta encara o Lanús na final da Sul-Americana, é mais seguro o G-3. Portanto, bater os esmeraldinos é a nossa obsessão.  É preciso lotar a Arena.

Maxi não tem vaga garantida no jogo. FOTO: Lucas Uebel

Maxi não tem vaga garantida no jogo. FOTO: Lucas Uebel

O Grêmio teve a semana para descansar e se preparar. Desejo que esteja usando bem o tempo precioso. As desculpas sobre falta de oportunidades para treinos já não colam, vide que nas últimas duas semanas só tivemos jogos no domingo. Gostaria muito de ver o Grêmio marcar três, quatro gols num jogo. Seria um presente ao torcedor que há quase três meses se contenta com vitórias magrinhas.

Persiste a dúvida sobre o gringo que sobrará. Vendo o naufrágio de Barcos, voto nele, devolvendo Riveros ao time. Contudo, é mais fácil chover para cim do que Renato tirar o argentino do time. A ausência ficará entre Riveros e Maxi Rodríguez.

Independente da escalação, do trio de gringos, se teremos trio de volantes ou de atacantes, o Grêmio precisa ganhar. É a despedida da Arena na temporada, é o jogo que pode encaminhar um 2014 menos duro. É jogo para colocar 40 mil,  45 mil pessoas no estádio. Para mostrar ao Goiás que esta terra – e a vaga na Libertadores – tem dono.

O Flamengo e o Maracanã deram bom exemplo na final da Copa do Brasil. Arquibancada e campo em sintonia. Vamos tomar a Arena, contagiar o time. Vencer o Goiás é a nossa atual obsessão.

 

 

Pelo bem das finanças, o G-3 virou obrigação

28 de novembro de 2013 40

O título do Flamengo  e a classificação da Ponte Preta na Sul-Americana obrigam o Grêmio, por segurança, encerrar o Brasileirão no G-3. Os dois jogos reforçaram o peso da decisão de domingo contra o Goiás, na Arena. Alcançar a Libertadores será fundamental para trazer receitas diante de uma temporada que se anuncia com os cofres raspados.

O Grêmio vai apertar o cinto em 2014 porque incinerou dinheiro em 2013. Em termos financeiros, o primeiro ano da nova gestão Koff é desastroso. Gastamos o que não tínhamos em uma folha estratosférica. Rasgamos dinheiro com Cris, André Santos, Adriano, Barcos e Vargas. Todos entregaram bem menos do que prometeram – Barcos e Vargas ainda podem se redimir.

É preocupante ver a situação financeira se agravar, ver o time voltar a fazer dívidas em escala industrial. Falhas de gestão. Koff anuncia corte oficial de R$ 50 milhões no orçamento. Quem sabe no aperto, o Grêmio seja eficiente. Sempre que teve dinheiro, gastou mal. Será desafiado a buscar soluções mais baratas. Hoje, os salários do futebol estão fora da realidade justamente pela falta de custo benefício.

Dal Pozzo na mira tricolor. FOTO: Sirli Freitas

Dal Pozzo na mira tricolor. FOTO: Sirli Freitas

O futebol é apaixonante porque vive driblando a lógica. O título do Flamengo na Copa do Brasil é um exemplo. O Fla é um time mediano, que se arrasta no Brasileiro, mas soube jogar o mata-mata. Após a saída de Mano Menezes, simplificou a vida. Um bom goleiro (Felipe), um zagueiro chegador (Wallace), um lateral que procura a linha de fundo (Leo Moura), um cão de guarda de volante (Amaral), seguido de outros dois volantes com apetite no ataque (Luiz Antonio e Elias). Na frente, um centroavante que gosta de fazer gols (Hernane) e um velocista (Paulinho).

O Flamengo marca forte e joga pelos lados. Sua principal arma é a velocidade de Paulinho, um galáctico que veio do glorioso XV de Piracicaba. Paulinho é agudo, abre a defesa com suas arrancadas, cria o espaço para a entrada de Elias na área, para as conclusões de Hernane.

Em 2013, o trio brasileiro que abocanhou os principais títulos (Atlético-MG, Cruzeiro e Flamengo) veio com times de zagas fortes e ataques rápidos. Talvez esteja aí o perfil de contratação e equipe do Grêmio. Defesa forte já temos, falta acelerar o ataque. Falta encontrar um treinador que vislumbre este equilíbrio.

As especulações sobre técnico já pipocam. O Fluminense teria interesse em Renato. Se for verdade, que sejam felizes juntos, assim como o Flu tentou ser com Luxemburgo. Seria o mundo dos sonhos: Grêmio classificado para Libertadores e sem o Renato, que deixou o clube porque recebeu proposta melhor. Ninguém fica chateado.

Não levo muita fé que o Flu vai apostar em mais um técnico que não gosta de treinar. Se apostar, virá outro nome para a Arena. Mais barato, com certeza. Fala-se em Gilmar Dal Pozzo, que subiu a Chapecoense, e em Enderson Moreira, do Goiás. Gosto dos dois nomes.

Dal Pozzo, pelas informações que chegam, já teria sido sondado pelo Grêmio. Recebe R$ 35 mil na Chapecoense. Se tiver o salário dobrado, garante uma economia brutal para o Grêmio. Parece ser um técnico sério, apegado ao treino. Vale o mesmo para Enderson. Podem ser a base do retorno do Grêmio bom, bonito e barato.

Quatro pontos para treinar

27 de novembro de 2013 22

Treinar, treinar, treinar. Repetir, repetir, repetir. Desejo que o Grêmio faça bom proveito da semana para corrigir os erros que estão nos atrapalhando na temporada. Separei quatro pontos que considero fundamental melhorarmos para garantir a vaga na Libertadores. Desejo sorte e competência ao Renato até o final da semana.

Treinar à exaustão, Grêmio! FOTO: Ricardo Duarte

Treinar à exaustão, Grêmio! FOTO: Ricardo Duarte

>> Finalizações: um problema crônico do time inteiro, mas que afeta em especial Barcos e Kleber. O Grêmio tem dificuldade para criar oportunidades e, nas raras criadas, a dupla de ataque tem se destacado pelo pé torto. Marcamos apenas 41 gols no Brasileirão, contra 75 do campeão Cruzeiro.

>> Cruzamentos: alguém lembra do último cruzamento preciso de Pará e Alex Telles? Foi em algum momento de um passado muito distante. Nossos laterais têm alergia de ir a linha de fundo. Quando vão, o cruzamento é ruim. Alex Telles faz todos rasteiros, devolve a bola para a defesa.

>> Ultrapassagens: um ponto que dificulta a ida na linha de fundo. O Grêmio insiste em valorizar a posse de bola de forma lenta e sem progredir, sempre recuando a bola para trás. Ficamos girando a bola até cansar, de preferência afunilando o jogo. Laterais, volantes e meias precisam avançar.

>> Escanteios e faltas: nossa bola parada foi uma vergonha na temporada. Independente do batedor (Telles, Zé Roberto, Pará ou Elano), a cobrança de escanteio tende a ser ruim, sem dar oportunidade de conclusão. Fizemos míseros nove gols de escanteio e quatro de falta na temporada.

Espero que Renato use bem a semana. Na primeira atividade após a representação houve trabalho de finalização. É bom que se repita a dose.

PS: a quarta-feira também é de torcida. Somos todos Atlético-PR na final da Copa do Brasil, contra o Flamengo. Se o Furacão vencer e erguer o caneco, nossa classificação para a Libertadores será consideravelmente facilitada. Também vale torcer pela Ponte Preta contra o São Paulo, na Sul-Americana. A Ponte tem mais chances de perder a final.

Bom senso é tirar Barcos e Kleber do time

26 de novembro de 2013 61

Em tempos de Bom Senso FC, jogadores cruzam os braços ou sentam no gramado antes dos jogos em forma de protesto. Barcos e Kleber estão entre os contestadores. Discursam a favor do movimento, defendem um calendário mais racional. E esquecem de jogar futebol. Diante da ineficiência, sou categórico: bom senso é tirá-los do time.

O desempenho de ambos no returno justifica o pedido. Já correram 17 rodadas, eles não se lesionaram, no máximo ficaram suspensos. Barcos fez dois gols (Náutico e Corinthians), o último em 16 de outubro. Kleber consegue ser pior. Não marcou um mísero gol. Está desde setembro sem balançar as redes, prestes a conseguir a façanha de passar um turno inteiro do campeonato em branco.

Kleber e Barcos fizeram dois gols no returno. Foto: Mauro Vieira

Kleber e Barcos fizeram dois gols no returno. Foto: Mauro Vieira

Assim, pergunto: qual a diferença entre Barcos-Kleber ou Yuri Mamute-Lucas Coelho? Os salários. As duas duplas não fazem gols, a diferença é que a dos meninos quase não teve chances e deve custar a quarta parte dos salários dos jogadores “prontos” de Renato.

Não defendo a escalação dos guris, só chamo atenção para a total inoperância dos titulares. Defendi a saída de Riveros do time na semana passada, mas revejo a posição. Cansei dos Barcos, ele deve sair contra o Goiás. Vamos precisar de marcação forte, quesito no qual Riveros ajudará. Temos mais chances de ganhar com três volantes, somados a Zé Roberto, Maxi Rodríguez e Vargas.

O Grêmio arrisca a vaga na Libertadores calcado na inoperância de Barcos e Kleber. Somando seus gols, eles chegam a 19 na temporada, abaixo dos 22 de Marcelo Moreno em 2012.

É correto criticar os esquema defensivo demais, a falta de meias criativos, os laterais que acertam um cruzamento a cada ano bissexto, o treinador que desperdiça as oportunidades para treinar. Mas Barcos e Kleber tiram a paciência de qualquer torcedor, perdem gols em escala industrial. Se tivessem uma pontaria mais afinada, teríamos batido Ponte Preta e Bahia, estaríamos na Libertadores. Também teríamos chegado à final da Copa do Brasil.

A dupla acredita no realismo fantástico de Renato, crente na tese de que atacante bom é o que marca zagueiro e volante. Quem sabe vamos escalar Werley, Adriano ou Matheus Biteco na frente.

Se o Grêmio confirmar a vaga na Libertadores, terá classificado apesar de Barcos e Kleber. Se a moda é o bom senso no futebol, peço encarecidamente ao nosso técnico que exercite o seu. Bom senso é tirar do time dois atacantes que nada produzem.

A velha mania de sofrer sem necessidade

24 de novembro de 2013 76

O Grêmio gosta de sofrer sem necessidade. É um costume histórico, repetido neste domingo em Campinas. Poderíamos estar com a presença no G-3 muito bem encaminhada, com o segundo lugar no Brasileirão perto. Só que não tivemos competência para vencer o time misto da rebaixada Ponte Preta.

O 1 a 1 mantém em aberto a briga pelas vagas na próxima Libertadores. O resultado pode ter complicado, sem a menor necessidade, a classificação direta. Caímos para terceiro lugar com os mesmos 61 pontos do vice-líder Atlético-PR, que aplicou 6 a 1 no Náutico. Goiás e Botafogo estão no encalço, ameaçando nossa posição.

Se o Grêmio tivesse batido o mistão da Ponte, um empate contra o Goiás, no próximo domingo em Porto Alegre, poderia garantir a vaga. Agora, temos de bater os esmeraldinos para resolver a fatura, num jogo complicadíssimo.

Barcos foi deprimente. FOTO: Denny Cesare/FuturaPress/Estadão

Barcos foi deprimente. FOTO: Denny Cesare/FuturaPress/Estadão

A situação é fruto da nossa incompetência, em especial do ataque. A Ponte Preta titular é ruim. A Ponte Preta poupando jogadores é pior ainda. E conseguimos só o empate. Renato acertou ao deixar Riveros de fora. Optou por atacar, por buscar a vitória. Só que, para vencer, é preciso fazer gols. O que Barcos e Kleber não fazem.

O Gladiador perdeu um gol feito e, na trama seguinte, a Ponte marcou. Seu atacante entrou em diagonal e bateu cruzado. Barcos teve uma chance parecida logo depois e chutou torto. Temos dois Midas ao contrário. Quando encostam na bola, algo dá errado.

A dupla de ataque que prefere marcar os volantes adversários atrasa o Grêmio. Vargas, que foi bem, empatou o jogo. Até então, o Grêmio ficou mais de um mês sem ver um gol dos seus atacantes. E quem encerrou o jejum foi o chileno, autor do gol anterior, em 20 de outubro. Ou seja, deu tempo para Vargas ser suspenso, servir sua seleção e voltar.

A criação tricolor poderia ser melhor, Maxi Rodríguez entrou apagado, Zé num lampejo fez a assistência do gol. Desta vez, o Grêmio até criou, colocou bola na trave, viu o goleiro rival fazer boas defesas. Faltou qualidade no acabamento, assim como faltou contra Criciúma, Bahia e Atlético-PR (Copa do Brasil). Temos um ataque de pé torto.

Fui criticado aqui no blog por ser pessimista. Confesso que tentei ser otimista contra a Ponte, porém é um desgosto ver as conclusões tortas de Kleber e Barcos. O que desejar? A saída de ambos do time. Ou que passem a semana treinando conclusões e que sejam abençoados no domingo seguinte.

Diante do Goiás, não poderemos perder tantas chances de gol. É questão de sobrevivência.

Rodada estratégica no fim de semana

22 de novembro de 2013 16

A rodada 36 do Brasileirão é estratégica. Podemos deixá-la, no domingo após o jogo com a Ponte Preta, virtualmente classificados para Libertadores ou ameaçados de perder a vaga. Como é a antepenúltima rodada do campeonato, não se trata de vida ou morte, porém, um vitória em Campinas é quase um xeque-mate nos rivais.

Zero Hora apresenta nesta sexta-feira os possíveis cenários tricolores com os jogos do fim de semana. Vice-líder com 60 pontos, o Grêmio visita a Ponte Preta, que precisa ganhar os três jogos restantes para fugir do rebaixamento. Temos mais time, tivemos uma semana para descansar e treinar. É preciso vencer.

Grêmio busca vaga direta na Libertadores. FOTO: Guilherme Santos

Grêmio busca vaga direta na Libertadores. FOTO: Guilherme Santos

Se ganharmos, chegaremos aos 63 pontos, ficando muito perto do G-3 definitivo. Contudo, resultados negativos dos rivais podem colaborar. Elaborei um guia da secação, com base na matéria da edição desta sexta de ZH. Pelas projeções, fica evidente que passar pela Ponte deixará o Grêmio bem perto da classificação.

Para evitar sustos, sete pontos nos três jogos restantes resolvem. Com seis ou quatro é possível classificar, mas vai depender de ajuda alheia. Portanto, ao ataque para bater a Ponte. E preparem a secação aos rivais.

>> Guia da secação – Grêmio 60 pontos
Criciúma vence o Vitória (sábado, SC, 19h30): o resultado mantém os baianos fora do G-4, estacionados nos 54 pontos, distantes, pelo menos, seis do Grêmio. Se empatarmos com a Ponte, o Vitória já não nos alcança mais.

Atlético-MG vence o Goiás (sábado, MG, 21h): resultado fundamental, pois mantém os esmeraldinos com 59 pontos, atrás do Grêmio. Se ganharmos da Ponte, podemos carimbar pelo menos o G-3 empatando com o Goiás na Arena.

Atlético-PR tropeça no Náutico (domingo, PR, 17h): é mais fácil um burro voar, mas vale a torcida por um empate ou derrota diante do lanterna, já que o Furacão soma 58 pontos. Depois, os paranaenses pegam Santos e Vasco, jogos mais complicados.

São Paulo vence o Botafogo (domingo, SP, 19h30): segura os cariocas com 57 pontos, fora do G-4. Se batermos a Ponte Preta, ficaremos a um empate de evitar qualquer ultrapassagem do Botafogo.

Quem sabe haja vaga para Paulão

21 de novembro de 2013 52

Zero Hora desta quinta-feira noticia os possíveis retornos de três nomes de confiança de Renato em sua primeira passagem pela casamata tricolor – Paulão, Gabriel e Rochemback. Sinceramente, com sorte, há espaço para o Paulão.

Da antiga turma de Renato, gostaria mesmo de rever no Grêmio o Jonas, um atacante que faz gols, mas ele está bem na Espanha. Por enquanto, fica na área dos sonhos.

Já Gabriel repetiu no Inter o mesmo desinteresse que tirou do sério os gremistas. Não marca, não apoia, só recebe bons salários.

Rochemback passou dos 30 anos, vinha jogando na China. Não tenho a menor ideia se está em forma ou rechonchudo – tinha dificuldade de manter o peso.

Roca também ganha salário largo. Só valeria a pena o retorno se viesse por vencimentos pequenos. O Grêmio não precisa gastar mais dinheiro com volantes. Precisa poupar e investir melhor em meias agudos e velozes.

Paulão está no Cruzeiro, é reserva, mas é um zagueiro forte e seguro, que não brinca em serviço, que tinha o carinho da torcida. Destruir sempre é mais fácil do que construir. Ainda existe a chance de Bressan ser negociado, teríamos de repor a peça. Não sei qual o salário do Paulão. Se for muito caro, também não vale a pena trazê-lo.

E vocês, companheiros tricolores? Gostariam do retorno dos antigos nomes de confiança do Renato? Opinem, por favor.

Bons treinos para o Grêmio

20 de novembro de 2013 23

Depois de quase quatro meses, enfim, o Grêmio ganhou uma semana para descansar e treinar. O calendário apertado do futebol brasileiro e a classificação até a semifinal da Copa do Brasil fez o time encarreirar 16 semanas sem folga, com jogos quarta e domingo. Espero que Renato aproveite bem a preciosa folguinha para treinar.

O último descanso mais longo ocorreu entre 20 e 28 de julho, no intervalo entre o tropeço para o Criciúma (2 a 1) e a vitória sobre o Fluminense (2 a 0). Desde então, foram 33 partidas seguidas, contando Brasileirão e Copa do Brasil. É muito jogo.

Grêmio de Renato embalou 16 semanas sem folga. FOTO: Ricardo Duarte

Grêmio de Renato embalou 16 semanas sem folga. FOTO: Ricardo Duarte

Apesar do desgaste físico em virtude do acúmulo de jogos, sobrevivemos bem, sem lesões graves. Vale parabenizar nossa preparação física. O cansaço é natural, a queda de rendimento de alguns nomes também. Por isso, o grupo ganhou dois dias de folga depois de bater o Flamengo. Tomara que nesta semana seja possível recarregar as baterias.

Também espero que Renato use os próximos dias para aprimorar a equipe. O tempo para treinamentos foi curto, serve de atenuante, mas não justifica algumas dificuldades da equipe. Espero ver o Grêmio aprimorar a bola parada, a troca de passes, as ultrapassagens. Três pontos fundamentais que andam faltando ao time.

Passando a outro assunto, nesta quarta-feira começa a decisão da Copa do Brasil. Atlético-PR e Flamengo fazem o primeiro duelo no Paraná. Pelo bem da nossa vaga na próxima Libertadores, precisamos torcer com todas as forças pelo Furacão. Atlético campeão assegura o G-4, quiçá cria G-5 no Brasileirão. É a nossa torcida.

Riveros fica de fora

19 de novembro de 2013 35

Vargas retorna da seleção chilena. Contra a Ponte Preta, o Grêmio volta a enfrentar o excesso de estrangeiros. Terá de abrir mão de um. Barcos, Vargas, Maxi Rodríguez ou Riveros. Quem sobra? Tenho dúvidas, mas na minha modesta opinião, Riveros. O que vocês acham?

Nada contra o Riveros, o paraguaio é um bom volante, é marcador, experiente, valente. Contudo, o trio de volantes perdeu a validade. Ramiro-Souza-Riveros só trocam passes curtos, giram a bola à exaustão, tornam o jogo lento. Ninguém entra na área, ninguém arrisca passes longos e preciso, Ramiro de vez em quando arremata de fora da área.

Riveros pode sobrar entre os gringos. FOTO: Diego Vara

Riveros pode sobrar entre os gringos. FOTO: Diego Vara

Neste contexto, defendo Vargas, Maxi e Barcos. O Grêmio precisa de duas vitórias nos três jogos que faltam no Brasileirão para confirmar a vaga na Libertadores, no mínimo dentro do G-3. Logo, ao ataque.

Quem será titular é outra boa pergunta. Barcos não sai do time, tem a confiança irrestrita de Renato. Vargas é selecionável, tem velocidade e técnica, apesar de pouco usá-las com a camisa tricolor. Maxi Rodríguez é agudo, criativo, busca o gol, porém, na visão do nosso técnico, não está pronto.

Defendo a titularidade de Maxi, portanto, que Vargas seja relacionado e fique no banco. Ou que entre no lugar de Kleber, o que Renato não deve fazer. Fica a dúvida sobre o trio de volantes, se entra outro jogador de marcação no meio. Prefiro manter dois volantes (Souza e Ramiro) e dois meias (Maxi e Zé).

Gostaria de ouvir as opiniões dos amigos aqui do blog.