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Posts de março 2016

Eficiência na frente mata o jogo em 25 minutos

31 de março de 2016 42

Por Guilherme Mazui

A eficiência no ataque liquidou em 25 minutos o jogo. Com quatro gols em quatro chegadas, o Grêmio matou o Passo Fundo e confirmou a liderança do Gauchão na primeira fase. Que o Imortal continue letal.

A vitória por 5 a 1 teve outra boa jornada de Pedro Rocha, Bobô, Lincoln e Walace, autores dos gols. O volante surpreendeu ao aparecer na área para concluir e ao acertar com categoria e precisão um chute de longe. Bobô vai confirmando sua titularidade com gols de centroavante, no oportunismo.

Interessante observar Pedro Rocha, que dá dinâmica ao setor ofensivo, ultrapassa, dribla, chuta e dá assistência. Repito o que tenho dito: se aprender a finalizar, o guri será um jogadoraço. Contra o Passo Fundo, poderia ter deixado mais dois sem dificuldades.

Lincoln teve alguns apagões, mas voltou a demonstrar qualidade no gol. Em vez de soltar o pé no rebote do arqueiro, ele chegou cavando na bola, esbanjando categoria.

Apesar da sapecada no Passo Fundo, nem tudo foi palmas. A defesa furou demais. Somente Jean Silva perdeu três chances claríssimas. Um zagueirão errou outro feito na etapa final. Deixamos de levar, no mínimo, três gols de um time fraco. O sistema defensivo segue preocupante.

Com Luan, Giuliano e Douglas na fila dos retornos, Roger Machado tem o bom problema de contar com homens de frente em boa fase no campo e no banco. É aproveitar o bom momento, seguir avançando no Gauchão e deixar o time azeitado para a batalha de Quito pela Libertadores.

Vitória sem sustos na Arena

27 de março de 2016 24

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

O Grêmio manteve a liderança do Gauchão sem sofrimento. Teve intensidade, dominou o Lajeadense na Arena e venceu por 3 a 0. Um placar de cinco ou seis não seria exagero. O Imortal cumpriu bem o seu papel de time grande em Estadual.

Deve-se comemorar quando atacantes considerados reservas entram e mostram serviço. Bobô marcou o seu, Pedro Rocha foi um dos melhores em campo e o piá Batista mostrou oportunismo e estrela ao deixar o seu no final.  Para quem pensa alto, é fundamental ter no gramado e no banco atacantes em boa fase.

Se a pontaria estivesse melhor, teríamos comemorado uma goleada na Páscoa. Bobô perdeu uma chance claríssima, Lincoln foi fominha em um contragolpe e Pedro Rocha só não marcou mais um porque a defesa desviou. Repetimos o desperdício da rodada anterior, contra o Ypiranga. Quando o nível do adversário subir, não poderemos perder tantas oportunidades.

 

A fragilidade do Lajeadense, que briga para não cair no Gauchão, serve de atenuante para otimismos em excesso, mas gostei do ímpeto tricolor. Os celestes tentaram e não conseguiram atacar. Bruno Grassi poderia ter jogado uma partida de truco com os gandulas.

A marcação foi alta, Walace e Maicon tomaram conta do meio-campo, desarmaram e distribuíram o jogo. Marcelo Oliveira contribuiu mais no ataque, Ramiro manteve seu nível na direita. Da turma que entrou, Pedro Rocha foi o melhor. Se aprender a finalizar, o guri subirá para o nível de Luan.

Douglas e Lincoln acertaram os passes, procuraram fazer o jogo fluir. É prematuro aprovar a parceria dos meias depois de um jogo. Achei o piá discreto e o veterano mais ligado, arriscando passes difíceis, dividindo. Eis o lado salutar da disputa por posição. A peleia se repete no ataque. Uma peleia que só tende a fazer o Grêmio crescer.

No aguardo do teste

25 de março de 2016 16

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

A possibilidade de testar Douglas e Lincoln juntos indica duas coisas, uma positiva e outra nem tanto:

1) Roger Machado abre espaço para garoto Lincoln, que tem rendimento superior ao de Douglas e Giuliano, priorizando o talento e o rendimento do atleta.

2) Douglas tem total confiança do treinador e segue com espaço entre os titulares, mesmo com desempenho opaco em 2016.

Confesso que não me agrada a dupla Douglas e Lincoln. Temo ver em campo uma equipe um tanto quanto devagar, sem a velocidade suficiente para vencer a marcação adversária. A capacidade de marcação também tende a cair.

O sucesso da dupla passa por um toque de bola célere e vertical, reforçado pelo auxílio dos laterais na construção do ataque, que terá de se movimentar bastante. Será um teste, lembrando que o Gauchão permite arriscar.

Estou no aguardo para ver o resultado. Ainda prefiro Lincoln como titular e Douglas no banco, podendo auxiliar em 20 ou 30 minutos intensos.

 

É melhor recuperar Giuliano de vez

23 de março de 2016 26

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Giuliano foi um dos reforços mais caros da história recente do Grêmio. Um investimento que ainda não deu o retorno esperado, atrapalhado por lesões e por pencas de atuações de coadjuvante. Defendo o seguinte: se o meia não está 100%, melhor deixá-lo de fora para que ele se recupere de vez.

Manter Giuliano em campo descontado só desgasta o atleta perante o torcedor, ávido por jornadas decisivas dele, e atrapalha o time. Há meses a especialidade do rapaz é tocar de lado, auxiliar a girar a bola na mecânica tico-tico. Um jogador mais barato faria o mesmo.

Faz a diferença para o Grêmio o Giuliano que entra na área para concluir, que consegue driblar para frente, com explosão para clarear o lance e bater firme. Para tal, o meia precisa estar em forma, livre da fascite plantar.

Com dores, o meia manca ou corre no sacrifício. Seus movimentos são atrapalhados, sua performance murcha. Enquanto a temporada reserva mais partidas de Gauchão no calendário, há tempo para recuperar Giuliano e entregar a Roger um jogador em forma. Recuperado, terá de assumir o protagonismo que condiz com seu salário. Deixará de ser uma questão médica para ser uma questão de postura.

Acredito que Giuliano pode recuperar o bom futebol e ajudar o Grêmio.

 

Lincoln reforça que é acima da média

20 de março de 2016 44

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

O Grêmio assumiu a liderança do Gauchão em mais uma prova de que Lincoln está acima da média. Gol à lá Ibrahimovic, chute na trave, bola parada perigosa e passes para frente só reforçam o que o torcedor pede: Lincoln titular.

A vitória por 2 a 1 sobre o Ypiranga, fora de casa, só não foi tranquila porque a efetividade mandou abraços. Pedro Rocha, de boa atuação, perdeu quatro chances claras, duas facílimas. Everton arrancou sozinho, de frente para o goleiro, e concluiu pedindo desculpas. Bobô acertou a trave e desperdiçou outra oportunidade da entrada da área. Enfim, poderíamos ter tocado uns cinco sem exagero.

O arqueiro do Ypiranga viveu grande noite, mas gol fácil é para guardar. O desperdício costuma custar caro. É algo que deve ser melhorado sempre. Nesta rodada, o adversário era fraco e deu muitos espaços. Contra rivais mais fortes, é proibido perder tantas chances.

Geromel e Maicon tiveram ausências sentidas. Falhamos na bola aérea (de novo!) e o meio teria trocado melhores passes na parceria do capitão com Walace. Luan sempre faz falta. No mais, a vitória mostrou que alguns titulares, de fato, podem ser repensados.

Os Marcelos são equivalentes. Creio que Hermes marca melhor, apesar do calor que tomou do atacante canarinho. Na direita, Ramiro dá conta do recado, rende mais do que Wesley e Wallace Oliveira.

Giuliano em forma é titular. Giuliano manco e só tocando bola de lado perde espaço. Pedro Rocha foi bem, mostrou estar em excelente forma física e acertou dribles desconcertantes. Se fosse mais efetivo, seria da turma de Luan e Lincoln.

Falando no piá, Douglas não fez falta. Lincoln vai colocando o camisa 10 no bolso. Quando o guri participa dos lances, a chance de gol é maior. Seu futebol flui, sobra qualidade e tranquilidade. O gol foi assim. Cruzamento na área, escorregão do zagueiro e um giro para bater de calcanhar.

Fica cada vez mais difícil de Roger Machado barrar o guri. Seus escanteios e faltas levam mais perigo, seus passes costumam ser para frente, seus chutes têm endereço correto. Em alguns momentos, Lincoln se ausenta, como no início do segundo tempo, quando a equipe sentiu. Douglas participa mais nos toquinhos curtos, que ajudam na mecânica, mas colocam poucas bolas na rede. Lincoln vai mais para o lance decisivo. Sou mais Lincoln.

Lincoln deu sobrevida ao Grêmio na Libertadores

16 de março de 2016 70

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

O Grêmio voltou vivo da Argentina por conta de Marcelo Grohe, Geromel e Lincoln. O 1 a 1 com San Lorenzo foi melhor do que a atuação. O Imortal segue vivo na Libertadores.

O gol de Lincoln pareceu ter caído do céu, já no final do jogo. Uma bola na área, com respingo que parou no pé do guri, que bateu e viu entrar devagar. O tento impediu um cenário de eliminação precoce.

Não gostei da atuação. Logo no início do jogo, o “cascudo” Marcelo Oliveira cometeu um pênalti idiota, em um lance em que o rival driblava longe do gol. Há meses dispenso “líderes” como Marcelo Oliveira, que marcam e atacam com ineficiência. A penalidade virou gol. Roger Machado parece querer ficar abraçado nos medianos esforçados, nos líderes que jogam pouco.

Na primeira etapa, o Grêmio deixou de ser goleado. Grohe salvou duas vezes, uma em falha ridícula de Maicon. Geromel rebateu de novo na linha, o que virou sua especialidade em 2016. Everton teve as raras chances, repetindo o desperdício de outras rodadas.

A atuação dos cascudos da frente foi deprimente. Douglas e Giuliano só cantaram o hino, voltaram a decepcionar. Repetiram a performance tico-tico. Luan também ficou abaixo da crítica.

Na etapa final, o ímpeto foi tacanho. Por momentos, parecia que o Grêmio vencia a partida. O goleiro do San Lorenzo poderia ter jogado canastra com os gandulas. O gol de empate foi um achado, que nasceu dos pés do jovem que produz mais do que os experientes. Por favor, apostem mais em Lincoln do que em Douglas e Giuliano, dois coadjuvantes caros e inoperantes.

A impressão que fica é de que tivemos mais sorte do que juízo. A impressão que fica é de que Roger Machado precisará rever titularidades. O gol de Lincoln mostrou que ainda há tempo para se recuperar.

Grêmio com postura de vencedor na Argentina

15 de março de 2016 26

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Quero um Grêmio com postura de vencedor na Argentina. Conversa de que pontinho fora é bom negócio é conformismo, é chamar derrota. Lógico que empatar é melhor do que perder, mas o Grêmio tem elenco e futebol para superar o San Lorenzo fora de casa e facilitar sua situação na Libertadores.

Será um jogo duro, contra uma equipe experiente e que nos complicou na Arena. Mesmo assim, pisar no gramado com a cabeça no empate é inadmissível. Em geral, esse papo coloca em campo um time mole, com tabelinhas curtas, que joga especulando. Nem sempre dá certo.

Fiquei preocupado com a entrevista do presidente Romildo Bolzan Jr, considerando satisfatório somar um ponto de Buenos Aires. Na última vez em que o mandatário saiu com tal postura, perdemos um Gre-Nal ganhável que quase colocou nosso rival na Libertadores.

O Imortal deve respeitar o San Lorenzo, jamais temê-lo. Na Argentina não há desculpa de altitude ou afins. É como fazer um clássico brasileiro na casa do rival, o que o Grêmio encara todos os anos. Na Argentina, é possível se impor.

A matemática mostra que a vitória fora de casa faz a diferença na Libertadores. Atlético-MG, Corinthians, Nacional, Strongest ganharam fora e escalaram a tabela. O Toluca encaminhou sua vaga ao bater a LDU em Quito, isolando o papo de altitude.

Não prego um Imortal afoito, afobado no ataque. Quero um Grêmio que deseja a vitória na Argentina, não um clube que se conforma com empates. Quero um Grêmio concentrado, ligado, tirando espaços, tomando a bola e pressionando o San Lorenzo. Esse Grêmio apareceu em 2015 e teve uma jornada de gala em 2016. A performance pode se repetir. A situação exige um atuação acima da média.

É a hora de o nosso Grêmio mostrar quem tem gana de vencer longe da Arena.

O empate foi lucro

10 de março de 2016 80

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

O empate foi lucro. Apesar das duas bolas na trave que o Grêmio acertou, o San Lorenzo foi mais consistente na Arena. O Imortal terá de jogar bem mais nas duas partidas fora de casa para não flertar com a eliminação precoce na Libertadores.

A ausência de Bolaños não pode servir de desculpas. Geromel foi o melhor tricolor em campo, ou seja, algo esteve errado. O Grêmio não teve a atuação que o torcedor esperava. Pior, Roger escolheu mal o banco e foi colegial nas alterações. Encerramos o jogo com quatro atacantes e nada de meias, o legítimo ajuntamento. Foi uma reza para não levar o gol.

Por vezes, penso que Roger tem uma foto de Douglas na carteira. O camisa 10 trotou, deveria ter sido o primeiro a sair, mas foi o último. Pela insistência em um armador que nada fez, Roger bagunçou o time e deixou de perder. O passeio sobre a LDU parece que foi uma exceção.

No primeiro tempo, o Grêmio achou o gol. Era dominado quando Fred marcou de falta. E aí reapareceu o desperdício. Everton clareou e acerto a trave. O guri faz bons jogos, mas não decide. Uma pena. Será um coadjuvante eterno, um desperdício de talento. Everton precisa ser decisivo. E Roger precisa colocar o guri mais na direita, onde tem o pé para o chute certo e para ir ao fundo.

Perdemos o gol e levamos depois. Falhamos na bola aérea. O centroavante do San Lorenzo cabeceou no local mais óbvio possível, no meio da área. Já a bola na trave de Geromel foi na “tenteada”, num balaço do meio da rua.

A atuação ficou abaixo pelo desempenho tímido de quem precisa decidir. Douglas trotou, Luan só cantou o hino e Giuliano tocou de lado, sua especialidade nos últimos meses. É preocupante o desempenho de Giuliano em jogos quentes, logo ele, um reforço milionário.

Na etapa final, Roger bagunçou o time. Colocou Bobô e nenhuma bola pingou na área. Foi de Fernandinho, que correu, driblou, trombou e nada de útil produziu. Colocou Henrique Almeida, ficou com Maicon e Edinho armando. No final era o Grêmio na vontade e o San Lorenzo organizado. Nosso técnico errou feio. Lincoln deveria ter ficado no banco e ter sido o primeiro a entrar, na vaga do inoperante Douglas.

O empate frustrou – menos pelo resultado e mais pelo desempenho. O Grêmio não embalou e reclama da maratona. Na próxima semana, terá de reencontrar o futebol para vencer na Argentina. É proibido perder para San Lorenzo e LDU fora de casa. Desperta, Grêmio! Temos elenco para disputar a Copa.

O caso Bolaños vai fortalecer o Grêmio

09 de março de 2016 35

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Quando é agredido, o Grêmio ressurge mais forte. É o que ensina nossa história centenária. É o que deve se repetir na Arena contra o San Lorenzo.

Uma cotovelada imprudente e inaceitável afastou Miller Bolaños do time. Doeu no torcedor a fratura do equatoriano. Alguns já acham que estamos perdidos sem Miller. Enganam-se. Por Miller, virá um Grêmio ainda mais forte, com ainda mais sede na Libertadores.

Jogar a toalha é fazer justamente o que querem nossos rivais. Temos uma noite para o Grêmio mostrar o brio e o bom futebol de suas melhores jornadas. É a performance da goleada sobre a LDU, uma atuação com marcação alta, velocidade, variação entre flanco e meio.

Mesmo sem Bolaños, o Grêmio tem elenco para gastar a bola na Arena. Dependerá de performances decisivas de Luan, Giuliano, Douglas, Maicon, Geromel, Grohe. O Imortal também tem torcida, que fará a Arena rugir.

Será um jogo duro contra um San Lorenzo experiente. Bater os argentinos é a melhor maneira de oferecer um afago ao lesionado Bolaños, é a melhor maneira de mostrar que a ferida só fortaleceu o Grêmio. Hoje é noite de Liberta! Pra cima deles!

 

 

Grêmio dominou, mas saiu no prejuízo no Gre-Nal

06 de março de 2016 54

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

O Grêmio demonstrou estar melhor do que o Inter. Só que ser melhor sem colocar bola na rede não serve para nada. Poderíamos ter vencido o Gre-Nal sem sofrer. Ao final de um clássico que valia por dois torneios, o empate sem gols foi melhor para o rival. E ainda perdemos Bolaños por um mês.

O colorado William pediu desculpas pela pancada no equatoriano, mas é fácil falar depois de entrar com o cotovelo nas alturas em uma dividida. Anderson Daronco estava em alfa, com o olhar em qualquer lugar, menos na Arena. Acredito que William não entrou para machucar Bolaños, porém foi imprudente demais. E quem é imprudente assume o risco, por sinal, um risco calculado, o risco de lesionar um colega de trabalho. É dose perder o principal reforço do ano por dois jogos da Libertadores em um lance besta, que o árbitro ignora.

Já o resultado em uma Arena lotada classificou o Inter na Primeira Liga e nos deixou com remotas chances de passar. No Gauchão, ficamos um ponto à frente dos vermelhos, que jogam em casa na próxima rodada. No geral, foi um clássico chato de olhar, com poucas chances claras.

O Grêmio tocou a bola com mais desenvoltura, encarou um rival retrancado e esperando o contragolpe. Teve três boas chances. Escapou de levar um, salvo por Geromel, que vai se especializando em salvar bolas que vão entrar. Vitinho bateu, venceu Grohe e Geromito rebateu.

Senti dificuldade na criação diante da retranca. Nossos homens de frente não tiveram chances claras. Bolaños e Henrique Almeida morreram de inanição. O jeito foi bater de longe.

A chance mais escancarada saiu de um chute torto e fraco de Giuliano, que serviu Luan sozinho. O guri chutou por cima, digno de Inacreditável Futebol Clube.

Outra chance boa caiu no pé de Giuliano. Luan o pifou e o meia preferiu um corte desnecessário. Giuliano foge do protagonismo, era para chegar enchendo o pé.

A defesa tem avanços, o nível de atuação também. Geromito jogou demais de novo. O Grêmio mostra evolução, o que anima o torcedor.

Encerrado o clássico, temos de pensar na Libertadores. Apesar da ausência de Bolaños, o Grêmio tem bola para vencer o San Lorenzo na quarta-feira. Serão dois jogos duros contra os argentinos na sequência, nos quais a superioridade terá de ser materializada em bola na rede.