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Posts de abril 2016

O Grêmio precisa de um diretor de obviedades

29 de abril de 2016 59

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Falta ao Grêmio um diretor de obviedades. Assim mesmo, para tratar do óbvio no dia a dia do futebol. Foi por ignorar obviedades que o clube corre o risco de torturar o torcedor com um primeiro semestre aquém das expectativas.

Rui Costa e César Pacheco não poderiam assumir a função, pois pecam justamente no elementar. Basta analisar o planejamento furado do Grêmio, que tem a digital de Romildo Bolzan e do técnico Roger Machado. O treinador aprova e pede reforços, que no caso da defesa foram tristes.

O causo da caxumba irrita qualquer torcedor. Em uma escola, quando um aluno tem caxumba, as mães correm em busca de vacinas, pois a doença é contagiosa. Um estudante de Medicina sabe disso. O Grêmio, um clube de esporte coletivo, vacinou o elenco depois de o surto se espalhar pelo vestiário. Um diretor de obviedades teriam buscado vacinas antes.

A logística dos jogos com LDU, Toluca, Juventude e Rosario pecou. Experiente em Libertadores, o Grêmio cansou de fretar voos em momentos decisivos. A obviedade ficou de lado e ampliou o desgaste do time.

A maior obviedade ignorada pelo Grêmio foi na defesa. Ter apenas um zagueiro confiável é suicídio. Geromel teve caxumba, ficou de fora três jogos e ocorreu o óbvio com Fred e Bressan na zaga: quatro gols em três jogos. Beirou o amadorismo acreditar que a dupla teria sucesso, beirou o amadorismo não buscar outro defensor.

Bressan todos conhecem, seria um quebra-galho. Fred é um zagueiro cuja principal característica é cobrar faltas, um acessório, já que zagueiro precisa saber desarmar, antecipar, rebater, cabecear, sair jogando. Fred foi colocado no bolso por Roberson, sofreu para marcar o ataque do São Paulo de Rio Grande. Fred foi reforço, assim como Kadu. Um mês e um gol contra depois, descobriu-se que Kadu era insuficiente. E jamais se buscou um substituto.

A vinda de Wallace Oliveira denotou total desconhecimento do atleta contratado. Um rapaz que não marca, não ataca, não faz nada direito. A grife do Chelsea embaçou a visão de quem o contratou. A condição de Marcelo Oliveira como um dos caras do time, que entra na conta da paixonite de Roger por ele, é outro erro medonho de avaliação.

Reforçar o ataque e entregar a pior defesa da década é típico da gestão Rui Costa, um executivo remunerado que caminha para quatro anos na função, 13 campeonatos perdidos e 50 contratações. Em quatro anos, com ou sem dinheiro, jamais montou em elenco equilibrado.

Digo que Rui Costa, homem do clã de Fabio Koff que Romildo mantém como o grande CC azul, tem o melhor emprego do Brasil. Recebe salário de executivo de multinacional sem precisar entregar resultados. Assim, temos uma conclusão lógica: é elementar que o prazo de validade de Rui Costa expirou. Seria óbvio buscar um substituto.

Direção colhe o que planta

28 de abril de 2016 92

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Foi por conta e risco da direção. Bancar a pior defesa da década tem um preço. Ao não buscar um zagueiro diante do fracasso dos reforços, Romildo Bolzan Jr apostou em Fred e Bressan. Aposta infantil. Ambos falharam de forma juvenil e o Grêmio tem situação triste na Libertadores.

O primeiro semestre rasgado denota toda falta de planejamento da direção e da comissão técnica. O Rosario Central passeou na Arena. O Grêmio de Roger Machado foi um arremedo de time. Só um milagre salva no jogo da volta.

Na Arena, em 90 minutos, tivemos uma chance clara que Bolaños isolou ao melhor estilo Vargas, outro gringo caro que perdia gols decisivos. No mais, o goleiro rival poderia ter tomado mate com os gandulas. A produção ofensiva do Grêmio foi pífia. Roger dá indícios preocupantes de que teve um lampejo no Brasileirão.

Poderia ter sido um empate modorrento, mas Bressan, Fred e Ramiro falharam num lance idiota. Levamos um gol que condiz com a falta de qualidade de todos. A direção apostou em nomes sem capacidade e confiou que Geromel jamais seria desfalque. Romildo e Roger foram amadores neste ponto.

Na produção ofensiva, voltamos ao futebol tico-tico demonstrado deste outubro. Ninguém criou nada. Os mais badalados só cantaram o hino. Giuliano foi medíocre, Douglas errou a bola parada em série e Luan mais uma vez não fez nada em um jogo decisivo. O capitão Maicon teve a cara de choro de sempre, Walace ficou na sua. E não adianta chorar com cansaço, porque o Rosario teve clássico fim de semana.

Foi uma atuação decepcionante em um semestre ridículo. Caminhamos para três eliminações em três meses. O Grêmio que prometeu, nada cumpriu. Desanimou o torcedor com más atuações e entregadas na hora decisiva. Roger precisa ser cobrado com urgência. Seu trabalho estagnou, acumula erros e uma falta de poder de decisão impressionante. Um time de gincana elimina o Grêmio em mata-mata.

Faltou ao Grêmio o básico: competência. Do elenco, da comissão técnica e da direção. Tentarão reverter na Argentina, mas confesso que viajarão com a merecida desconfiança do torcedor. A virada lá seria exceção. Apequenaram o Grêmio, que virou um clube preocupado apenas com o balanço financeiro. Bolzan esqueceu que um time vive de títulos.

Bolaños é titular contra o Rosario

26 de abril de 2016 40

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Leio com satisfação que Bolaños pode iniciar o jogo contra o Rosario Central. É a decisão acertada. O equatoriano custou uma fortuna para disputar a Libertadores. Mesmo sem o ritmo ideal, é imperioso que ele inicie a partida decisiva contra os argentinos.

Em tese, o time melhora com Killer, mais ágil, hábil e goleador do que Bobô e Henrique Almeida. O Grêmio fica mais envolvente com o gringo. Tê-lo em boas condições é o grande reforço tricolor para as duas pedreiras com o Rosario, a primeira na Arena. Assim como o Imortal, o Rosario sofre com sua defesa.

Vi os dois jogos dos hermanos com o Palmeiras. Jogam com a bola no chão, no campo de ataque, com uma troca de passes rápida e envolvente. Os zagueiros ficam bem adiantados, por vezes na linha do meio-campo. Logo, sobram espaço para contragolpes. Lançamentos precisos nas costas da defesa serão fundamentais na peleja das oitavas da Libertadores. Lançamentos para explorar a velocidade de Bolanõs.

Na parceria com Killer, espero que Luan apareça mais vezes na área de definição dos lances. Contra o Juventude, ele pouco entrou na área, mais ciscou na intermediária, o que não produz muita coisa. Luan tem muita qualidade, é o cara do time do Grêmio, porém precisa decidir jogos quentes. É o que lhe colocará na história do clube.

Ainda não vimos gol ou assistência de Luan em partida decisiva de mata-mata. Nas eliminações recentes, ele se esforça, tenta, busca, mas não marca. Foi assim na Copa do Brasil, Primeira Liga e Gauchão. A condição de craque exige bola na rede na hora da fumaceira. Quem sabe Luan, na companhia de Bolaños, consiga ser decisivo no mata-mata da Libertadores.

Erros da defesa e de planejamento eliminaram o Grêmio

24 de abril de 2016 106

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

O Grêmio lutou, mas foi eliminado em casa por uma equipe inferior tecnicamente, uma rotina nos últimos anos. O Imortal amarelou de novo. Faltou um gol na vitória por 3 a 1 sobre o Juventude. A defesa ruim e os erros de planejamento custaram o vexame. O badalado Roger Machado, que é um treinador emergente, coloca no currículo o fiasco de ficar de fora da final do Gauchão.

O Juventude está de parabéns, enquanto o Grêmio terá de reencontrar forças para encarar a Libertadores. Nem o mais otimista dos tricolores confia sem temores em classificação diante do Rosario Central. O Grêmio é um clube que desaprendeu a decidir.

Pensando na Libertadores, como acreditar no sucesso de uma equipe que num confronto de 180 minutos é eliminada por uma equipe de Série C? Roger, jogadores e direção terão de reconquistar um torcedor que não aguenta mais a rotina de amareladas.

Roger errou no planejamento da semana. Deveria ter poupado contra o Toluca, um amistoso na terça. Foi misto na quinta-feira e levou ferro. Inteiro no domingo, não teve condições de reverter.

O Grêmio criou o suficiente para classificar. Esbarrou na grande atuação do goleiro rival e no erro de Henrique Almeida na bola do jogo. O atacante, que ainda não justificou o investimento, recebeu sozinho e chutou em cima do goleiro. Era a bola da classificação.

Alguns dirão que a eliminação foi uma infelicidade, que o Juventude achou um gol, porém o golpe fatal de Roberson expôs toda fragilidade de uma defesa que a direção reforçou mal e insistiu em deixá-la assim. Palmas para a inércia.

Roberson fez o que quis com Fred até chutar e contar com desvio em Bressan. Ambos estão abaixo do exigido para uma equipe que busca títulos. A direção se fiou que Geromel não seria ausência, mas veio uma caxumba e uma vacinação atrasada do elenco. Perdemos o único defensor de verdade e ficamos mal. Será um milagre não sofrer gol no meio da semana.

Independente do desfecho da Libertadores, o Brasileirão exigirá um companheiro melhor para Geromel. Também exigirá melhores laterais. São pedidos que a torcida faz há meses, mas que a direção ficou surda. Pior, reforçou demais no ataque e de menos atrás, ou seja, pecou nas escolhas e na distribuição dos parcos recursos para contratações. Virgem de títulos, Rui Costa segue de boa com seu salário de executivo de multinacional.

Na soma dos 180, nosso goleiro de seleção falhou feio em um dos gols. Por vezes, Grohe parece um Danrlei ao contrário, quiçá um bom arqueiro de pontos corridos, sem jogos decisivos. Entra ano e sai ano, estando ou não na Libertadores, o Grêmio paga vale no Gauchão. Dói no peito do torcedor saber que o último técnico campeão pelo clube foi Silas, no distante 2010. Em 2016, com o pior elenco colorado da década, o título parecia próximo. A pipocada na hora decisiva deixa o hexa na mão do rival.

É difícil para o torcedor digerir a eliminação e já ter de se reerguer para Libertadores. Falta poder de decisão ao clube, as desculpas sobram, as falhas se repetem, o discurso da direção não embala o time para os títulos, pelo contrário, semeia o conformismo.

Tento buscar ânimo para reação, mas ela terá de vir, principalmente, do elenco, direção e comissão técnica, que nos venderam a ilusão da continuidade como pavimento para títulos. Para a taça regional não foi caminho. Será que vai ser para Libertadores?

Direção, elenco e comissão técnica ainda podem dar a volta por cima. A começar contra o Rosario. Do contrário, ficará a certeza de que temos mais uma geração incapaz de dar as glórias que o Grêmio merece.

Domingo para mostrar espírito vencedor

23 de abril de 2016 30

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Chegou a hora de separar o nego veio do conformista. De separar quem vence de quem pipoca. Na Arena, o Grêmio terá de mostrar todas as virtudes badaladas no time de Roger Machado para seguir à final do Gauchão. É difícil bater o organizado Juventude por três gols de diferença. Se é difícil, não é impossível. Há elenco para virada. Como torcedor, tenho de acreditar.

O jogo exigirá uma atuação de altíssimo nível. É o dia de quem é bem pago justificar o soldo gordo. Poupados na quinta-feira, Douglas e Giuliano têm o dever de buscar o gol. Craque do time, Luan terá de fazer a diferença. Nossa dupla de volantes terá de tocar com a qualidade e velocidade, enquanto espero que os laterais fechem as avenidas abertas em 2016. Espero que nosso goleiro não falhe outra vez. Espero que a zaga remendada consiga ficar um jogo sem entregar a rapadura. Espero uma Arena lotada para empurrar o Grêmio.

O torcedor quer faixas de campeão no peito. O Gauchão parecia próximo, até a hecatombe de Caxias. Ainda dá para reverter, mas se repetir as jornadas de toques de lado e as falhas em série na defesa, o Grêmio de Roger colocará no peito a faixa de pipoqueiro. O técnico badalado terá de explicar o fisco da eliminação precoce.

Repito: é fiasco sempre que o Grêmio não alcança à final do Estadual. As desculpas são choro de perdedor, as dificuldades do calendário devem ser superadas pelo treinamento, investimento no elenco e planejamento. Se um time de Série C elimina o Imortal, algo falhou, provavelmente nos três aspectos.

Nos últimos anos, o Grêmio decepcionou o torcedor por pipocar no hora decisiva. Coleciona eliminações para equipes inferiores ou similares – Santa Fé, Atlético-PR, San Lorenzo, Fluminense. O tricolor fica com a impressão de que desaprendeu a decidir.

Na virada de 2015 para 2016, com a bela campanha no Brasileirão, pensei que seria diferente. Acreditei em Roger e no seu talento para recolocar o Grêmio no trilho certo. Estou desconfiado, mas ainda acredito. Será um bálsamo para o torcedor mostrar força para virar e seguir na luta pelo título gaúcho.

Bola aérea defensiva tira o sono tricolor

22 de abril de 2016 62

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Um problema crônico da temporada complicou a classificação do Grêmio à final do Gauchão. A bola aérea defensiva levou o Juventude à vitória por 2 a 0, que nos obriga a vencer por três gols de diferença na Arena.

Completo, o Grêmio tem time para virar domingo, apesar de encarar uma equipe bem organizada e perigosa. Terá de ser épico, terá de conter a peneira pela alto que fica a defesa, em especial pela ausência de Pedro Geromel.

Nosso melhor zagueiro fez muita falta. Fará no domingo e no meio da semana pela Libertadores, contra o Rosário Central, já que está com caxumba. Seus substitutos ficam muito aquém das exigências de um time que pensa em títulos. A direção optou por não reforçar a zaga e assumiu o risco. Fred seria um quebra galho, jamais titular absoluto. Idem para Bressan.

Misto, em virtude da maratona de jogos, o Grêmio entrou para empatar em Caxias. Fazia um jogo razoável, com controle de bola, até Marcelo Grohe e Fred falharem em um escanteio. O gol de Roberson foi o primeiro furo da noite. Em outro escanteio, a defesa viu Klaus vir de trás solito para guardar. Fred ainda quase entregou o terceiro.

Em meados de abril, Roger Machado não conseguiu firmar um sistema defensivo sólido. Bola na área vira um drama, acentuado sem Geromel. Assim, vamos sofrer para conter a boa equipe do Rosário. Será um confronto de duas equipes de bom toque, que gostam de bola no chão e que furam atrás.

Voltando à derrota para o Ju, o Grêmio não quis ganhar. O goleiro rival só aparou cruzamentos, teve trabalho apenas em uma falta cobrada por Fred, que acertou o travessão.

Nossa criação foi zero. Lincoln teve uma noite patética, correu como se fosse mais velho do que Douglas. Marrento, quase foi expulso, deu uns toques de lado e foi mal na bola parada. O torcedor esperava mais do guri em um jogo decisivo. Que sirva de lição a atuação mixuruca.

Sem criação, tocamos bola com desenvoltura até a intermediária. Depois, Pedro Rocha, Everton e Bobô só trombaram. As entradas de Luan e Bolaños não ajudaram. Foi vexatório o desempenho ofensivo.

Fico preocupado com a derrota, que pode resultar no fiasco da eliminação precoce no Gauchão. A maratona não é desculpa, a direção investiu para termos um elenco capaz de suportar o cansaço. O Imortal patina no jogo quente, algo que já ocorreu em 2015 na Copa do Brasil.

Confio na virada domingo. O Grêmio que bateu LDU e Toluca, na hora quente da Libertadores, pode eliminar o Juventude. O Grêmio que foi a Caxias satisfeito com empate, sem criação e com excesso de toques de lado, verá as finais do Gauchão do sofá de casa. E sofrerá para bater o Rosário Central.

 

Vitória para cumprir tabela

20 de abril de 2016 29

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

O Grêmio venceu para cumprir tabela e agradar o torcedor. Aguarda o adversário nas oitavas da Libertadores, que pode vir da Argentina. Virá uma pedreira. Será o momento de decolar, puxado pela volta de Bolaños.

A vitória por 1 a 0 sobre o misto do Toluca não teve sustos. Foi um grande amistoso, com duas equipes classificadas. Valeu pelo passe sensacional de Luan para o gol de cabeça de Ramiro, um lateral que apareceu na área de surpresa para concluir. Aplaudo esse tipo de jogada, que pega a defesa de calças nas mãos.

No geral, depois de abrir o placar, o Grêmio foi de freio de mão puxado, poupando energias para os dois jogos decisivos contra o Juventude pelo Gauchão. O descanso será curto. Talvez seja oportunidade para Pedro Rocha e Lincoln, que vinham bem.

Ao classificar na Libertadores, o Grêmio já virou o fiasco da eliminação precoce. Fez mais, passou pelo Grupo da Morte, tem tudo para chegar em ascensão nas oitavas. A temporada está em seu primeiro momento decisivo. O Grêmio tem elenco e qualidade para superar os obstáculos.

Grêmio pode sonhar na Libertadores

14 de abril de 2016 48

Por Guilherme Mazui /@guilhermemazui

O Grêmio orgulhou seu torcedor. Superou a altitude, o desespero da LDU e as condições do gramado. Venceu por 3 a 2 em Quito e voltou classificado com uma rodada de antecedência e fortalecido.

Com reforços e retornos, a tendência é de alta de produção, ou seja, podemos acreditar no tri da América. Um lateral, um zagueiro e o regresso de Miller Bolaños. Esta trinca nos fortalecerá.

Mesmo como segundo colocado da chave, o Grêmio entrará firme nas oitavas. Superou o Grupo da Morte, com três campeões da América e um endinheirado mexicano.

Vamos acreditar! Rumo ao tri!

 

Giuliano foi decisivo na goleada gremista

06 de abril de 2016 45

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Quando entra na área para concluir, Giuliano faz o uso devido de todo seu talento. E o Grêmio comemora. Foi assim, com gol e assistência, que o meia desequilibrou no 4 a 1 sobre o Brasil de Pelotas.

O Imortal classificou com folga para semifinal do Gauchão, em noite de partidaço de Pedro Geromel, autor do primeiro gol. O time viaja confiante para Quito, onde terá de repetir contra LDU a boa atuação que teve na Arena.

Fico feliz com a assistência e o gol de Giuliano. Sou crítico quando ele só toca bola de lado, logo, tenho de aplaudir se vejo o meia sendo incisivo como todo gremista espera. Quero Giuliano com esta postura em campo diante da LDU.

Na sapecada sobre o Xavante, no lance em que serviu Bobô, o meia avançou na área, cortou o marcador e açucarou o passe. Mostrou ímpeto e visão. Quando deixou o seu, ele estava na área para catar a sobra de um chute furado de Pedro Rocha.

Falando em Pedro Rocha, o piá em dobradinha com Luan mandou bem demais no quarto gol. Lançamento inteligente no meio da defesa, completado com domínio e tapinha no canto de Pedro. Um lance dificílimo que os guris tornaram simples.

O Grêmio passou sem sustos pela primeira decisão de 2016. Que mantenha o ritmo nas próximas.

Primeiro jogo decisivo do ano

06 de abril de 2016 11

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Acabou o período de jogo com cara de treino. A partida de hoje é bala de prata, é ganhar ou morrer, é cumprir a missão ou amargurar a eliminação precoce no Gauchão. Em seguida, virá a batalha de Quito pela Libertadores.

Nestes momentos da temporada as grandes equipes, os grandes jogadores e os grandes técnicos despontam. Contra o Brasil de Pelotas, na Arena, o favoritismo é azul por questões de investimento, qualidade do elenco e fator casa. Espera-se uma atuação segura e uma classificação sem sustos diante de um adversário cancheiro e perigoso.

Quero ver o desempenho da formação que Roger Machado considera titular, que passará por um bom teste para o jogo contra LDU, em Quito. Espero que a tendência de insistir em Giuliano seja um movimento acertado.

Repetir a obviedade da equipe no empate com o Juventude tornará a partida de hoje um risco e poderá implodir o primeiro semestre em Quito. Chegou a hora do Grêmio mostrar que tem bola para vencer jogos decisivos em série. Teremos dois em uma semana.