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Douglas mereceu cada aplauso recebido na Arena

24 de julho de 2016 38

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui Douglas liderou o Grêmio na vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo. Buscou o jogo, entrou na área, distribuiu bons passes e, decisivo, marcou o gol da tarde na Arena. Deixou o gramado com merecidos aplausos. Liderado pelo meia, o Grêmio soube aproveitar uma rodada que o ajudou, com derrapadas em casa de Palmeiras e Corinthians. Ao vencer com justiça, o Imortal igualou o Corinthians e ficou a dois pontos do líder Palmeiras (32 a 30). Na próxima rodada, visitamos o América-MG, em partida na qual a vitória será uma imposição para quem aspira ao título. Com marcação alta, volume, troca de passes e finalizações de média e curta distância, o Grêmio amassou o São Paulo, que não teve uma mísera chance de gol. A defesa azul foi segura e Marcelo Grohe pouco trabalhou, diferentemente de seu rival. Denis foi o melhor são-paulino em campo. O goleiro evitou um placar mais elástico. Uma vitória azul por 3 a 0 não teria sido exagerada. Ao marcar outra vez o gol do jogo, a exemplo do que ocorreu no Gre-Nal, Douglas segue entre os destaques do Grêmio. Muito criticado no início do ano, inclusive por mim, o meia digeriu os comentários e responde no campo. Apareceu feito centroavante para estufar o rebate do chute de Maicon. Doga não é craque, tem limitação, porém produz mais do que as outras opções tricolores na função e merece o reconhecimento de sua boa fase. Ele teve uma jornada de personalidade, assim como Bolaños e Negueba. O equatoriano passou em branco, mas deu muito trabalho à defesa são-paulina. Sem medo, concluiu de longe e de perto, ficando no quase mais de uma vez. Já Negueba teve boa atuação na função de Giuliano, vendido para o futebol russo. Veloz e com drible agudo, conseguiu vitória pessoal sobre a marcação, ajudou a empurrar o São Paulo para trás. Pela primeira amostragem, Roger Machado escolheu bem o rapaz. Espero que ele confirme a impressão nas próximas rodadas, fundamentais para quem almeja a liderança do Brasileirão.

Grêmio fez um bom negócio ao vender Giuliano

22 de julho de 2016 42

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Mesmo que a equipe possa sentir a falta de Giuliano ao longo do Brasileirão, o Grêmio fez um bom negócio ao vendê-lo para o Zenit-RUS. Aguerrido em campo e elogiado por sua função tática, o meia reprovou na relação custo-benefício. Era caro demais pelo o que entregava em campo.

Segundo Zero Hora, o Grêmio poupa R$ 600 mil mensais com a saída do atleta. Um jogador com tal salário precisa ser o dono do time, precisa liderar a equipe com lances decisivos em jogos decisivos. É importante registrar que jamais faltou empenho a Giuliano em sua passagem pelo Grêmio. Faltaram taças. Ele sai sem vencer um mísero Gauchão.

Os números do meia foram bons: em 110 jogos, marcou 19 gols e deu 20 assistências. Acredito que o lance de Giuliano que ficará na memória dos tricolores ocorreu no inesquecível Gre-Nal dos 5 a 0. Com um petardo, Giuliano abriu o caminho para uma vitória memorável.

O meia regressa ao Leste Europeu, onde ganhou a elogiada consciência tática e perdeu o que tinha de melhor: o drible para frente. Adquiriu músculos demais, ficou pesado e já não tem o arranque suficiente para ultrapassar o adversário e concluir com força e precisão.

Além de aliviar a folha salarial, a venda coloca R$ 5 milhões no caixa do clube e recupera o investimento de Celso Rigo, mecenas que bancou a vinda de Giuliano da Ucrânia. Talvez Rigo auxilie na busca de um substituto. Por ora, as opções não são de entusiasmar, por isso a tendência de sentirmos a falta de Giuliano.

Ramiro, Pedro Rocha e Negueba jogam menos do que o antigo titular. No trio, prefiro Pedro Rocha, mais agudo e que busca o gol, mas temo que a preferência de Roger será pelo esforçado Ramiro. Por isso, a urgência em encontrar no mercado um substituto de maior qualidade.

Chegou a hora de Bolaños deslanchar

20 de julho de 2016 41

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Chegou a hora de Bolaños justificar o investimento milionário do Grêmio. Com Luan nas Olimpíadas, cabe ao equatoriano assumir as rédeas do time e confirmar o status de jogador diferenciado.

Depois do episódio do “problema pessoal”, que retirou o gringo da partida diante do Sport, a paciência dos gremistas está perto do fim com Bolaños, que teve sua trajetória no clube prejudicada pela cotovelada proposital de William. Foi a fratura, teve a convocação para a Copa América, uma nova lesão e o tal problema pessoal. A temporada de azares e desculpas precisa ter fim.

Ainda não engoli a ausência do gringo contra o Sport. O atleta ou a direção devem uma explicação convincente ao torcedor, que paga mensalidade e, com sua paixão, justifica as cotas de TV e os patrocínios do clube. O salário de Bolaños advém do fanatismo e das mensalidades dos gremistas, logo, temos o direito de saber o que aconteceu de fato.

Problema pessoal é algo vago demais. Pode ser uma dor de barriga, uma ressaca ou um familiar com doença grave. Não explicar o real motivo da ausência do equatoriano permite especulações e boatos, ajuda a desgastar a imagem do atleta perante o torcedor. O atleticano Cazares custou menos e já mostrou bem mais do que Bolaños no Brasil.

Confio que o equatoriano tem futebol para se destacar no Grêmio. É inteligente, veloz e sabe concluir. Superadas as lesões, deve querer jogar de fato. O momento é agora, no qual a ausência de Luan retira poder de fogo do ataque tricolor.

Até o retorno de Luan, o Grêmio precisa seguir próximo dos líderes do Brasileirão, no bolo do G-4. Para isso, Bolaños será fundamental. Se ele mostrar empenho, terá o apoio da arquibancada. Espero que a partir do domingo, contra o São Paulo, comece uma nova fase do gringo. Que venha uma nova estreia de Killer Bolaños.

Grêmio deveria aprender com o Palmeiras

17 de julho de 2016 97

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Em Recife, o Grêmio fez o que todo time que será campeão brasileiro não faz. Visitou uma equipe que tenta fugir da zona de rebaixamento, inferior tecnicamente, e tomou ferro. Foi além. Levou quatro gols do Sport. Conseguiu a proeza de perder por 4 a 2.

A equipe de Roger Machado é a antítese do Palmeiras, que batizou a estreia de Falcão. O Palmeiras tinha uma partida mais difícil fora de casa e venceu. Pressionou, marcou seu gol e soube se defender. Fernando Prass só aparou cruzamentos. Deveríamos aprender com o Verdão.

O mesmo Palmeiras que bateu o Inter tocou 3 a 1 no Sport. São resultados de quem busca de fato o título. Já o Grêmio não soube se impor no momento em que poderia arrancar, uma rotina azul nos anos de pontos corridos.

Na peleja time a time, era jogo para ganhar do Sport, vide a bola na trave de Luan no primeiro minuto, vide o empate conquistado em poucos minutos depois de estar perdendo por 2 a 0. Faltou eficiência no ataque e na defesa. Foi um resultado para frustrar o torcedor. Na hora do arranque, de passar o Corinthians e seguir colado no Palmeiras, o Grêmio afinou. Como o Brasileirão é longo, há tempo para corrigir a mania de só desejar brigar por G-4.

Bolaños foi ausência, mas seu desempenho recente – dentro e fora de campo – não inspira confiança. Difícil engolir a conversinha de “problema pessoal”.

Furo da temporada, a defesa foi sofrível. Sofreu dois gols em cobranças de escanteio. Buscou o empate, parecia que iria virar, mas conseguiu a façanha de levar em escanteio um gol de carrinho de um jogador na pequena área.

Desisti de esperar do time de Roger eficiência na bola aérea. Se for campeão de algo, será apesar da peneira pelo alto. Roger chegou há mais de um ano e sua equipe falha pelo alto contra clubes de qualquer divisão.

Geromel voltou e foi bem no ataque, marcando dois gols. Lá atrás, esbarrou na falta de ritmo e na deficiência pelo alto. Geromito não é infalível e costuma pular no escanteio e nada encontrar. Diego Souza anotou um gol subindo nas costas do zagueiro e antecipando Fred.

Dentro do G-4, o Grêmio terá de se recuperar no domingo, diante do São Paulo. Pedreira na Arena. Haverá tempo para treinar e corrigir todos os erros cometidos em Recife.

Sofrido e merecido

10 de julho de 2016 66

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

O Grêmio jogou mais e mereceu bater o Figueirense na Arena. Depois do 2 a 1, segue a perseguição aos líderes do Brasileirão.

O Imortal mais uma vez acreditou até o final. Nos acréscimos, Bobô garantiu a justa vitória tricolor. É o terceiro jogo em casa com triunfo nos minutos finais. É uma característica que o torcedor deve saudar. O Grêmio não desiste. O torcedor não desiste. E todos saíram eufóricos da Arena.

O que o torcedor deve cobrar é a dificuldade em matar jogos fáceis. O Grêmio dominou o Figueira, rondou, rondou e não liquidou a partida. Poderia ter matado no segundo tempo, mas finalizou sempre em locais defensáveis. Levou um gol num lance isolado e quase amargurou um empate em casa.

O torcedor também deve protestar contra a arbitragem. Sonegaram outro pênalti em lance de mão na bola. O árbitro criou um prejuízo que o time conseguiu superar.

Vale destacar mais uma boa atuação de Jaílson e Everton. Os piás justificaram com futebol a escolha de Roger. Já Bolaños entrou desligado, cobrou péssimos escanteios e nada rendeu. O oposto de Pedro Rocha e Bobô. Os dois entraram e tramaram o lance da vitória.

Confirmados os três pontos, é hora de buscar mais três longe do Estado. O Grêmio tem condições de virar o turno com mais de 33, brigando por título e firme no G-4. Avante, Tricolor!

O dilema da venda de Luan

06 de julho de 2016 48

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

A possibilidade de uma proposta nababesca por Luan faz o gremista recordar da famosa oferta de US$ 80 milhões do Leeds por Ronaldinho. O Grêmio não vendeu o craque aos britânicos e todos sabem o desfecho da história. Ficamos sem jogador e sem dinheiro.
Caso seja confirmado que o Leicester bancará por Luan 60 milhões de euros, mais de R$ 200 milhões, será impossível segurar o rapaz. Com tanto dinheiro na mesa, o próprio Luan, que leva parte da bolada, tenderá a forçar sua venda. Nossos dirigentes viverão um dilema similar ao vivido no alvorecer do milênio.
O valor de 60 milhões de euros ficará na conta das grandes transferências de clubes europeus na atual janela. Por mais que Luan seja promissor, as cifras tendem a se impor. Repetir a conversa do caso Ronaldinho, uma página até hoje mal explicada da história tricolor, será um risco. O Grêmio pretendia valorizar mais o rapaz, negou propostas e babou na renovação. Deu a brecha para a família Assis Moreira partir rumo a Paris. O clube só levou uns trocados depois, bem abaixo do que valia Ronaldinho.
Como gremista, gostaria de ver Luan ficar mais tempo no clube. Ele faz um grande Brasileirão, é o melhor tricolor do torneio. Tem chances de disputar o título, beliscar a Copa do Brasil e, mantendo o ritmo, marcar seus gols em outra Libertadores. Contudo, sendo realista com as condições financeiras do Imortal, entenderei uma negociação por valores altos.
Se Luan for disputar a Premier League, direção e comissão técnica terão de procurar, no elenco ou no mercado, uma forma de repor a perda. Capitalizado para tal empreitada o Grêmio estará. Agora, vale lembrar que, enquanto as ofertas continuarem no campo das especulações, o melhor que Luan tem a fazer é seguir jogando muita bola com a camisa tricolor.

Fundiu o motor do trator colorado

03 de julho de 2016 70

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Creio que fundiu o motor do trator do Argel. Alertado pelo treinador rival, confesso que acordei cedo no domingo, tomei café e fiquei aguardando o trator colorado passar no Gre-Nal. Esperei, esperei e só vi passar em alta velocidade o papa-léguas Everton. Só vi Douglas passar para estufar as redes. Só vi o Grêmio ganhar no Beira-Rio.

Sofrido, o 1 a 0 é um bálsamo para o torcedor, provocado por Argel e pela torcida colorada. Roger Machado acertou ao repetir a escalação, com Everton em campo e Bolaños no banco. O piá fez um baita clássico, com vitória pessoal, arrancadas e personalidade. Num repeteco do que ocorreu contra o Santos, recebeu, disparou e bateu firme. Na sobra, Douglas veio bem posicionado e marcou o gol do jogo.

Com vantagem no primeiro tempo, o Grêmio recuou demais, especulando um contragolpe que não veio. Foi um exagero ir tanto para trás, mas a defesa suportou bem a pressão. O Inter cansou de alçar bola na área, explorando uma deficiência tricolor. Criticada pelas falhas ao longo da temporada, a defesa merece os elogios neste domingo.

Fred protagonizou sua melhor partida pelo Imortal, Thyere mostrou de novo que joga mais do que Bressan. Jaílson chegou para ficar. Os laterais foram aplicados, o meio-campo ajudou a conter os avanços vermelhos, forçando o Inter a chuveirar ou bater de longe.

Foi uma vitória para seguir próximo dos líderes do Brasileirão. Foi uma vitória para turbinar a confiança. Foi uma vitória para perguntar bem alto: cadê o trator colorado? Deve ter enguiçado no vestiário.

 

Argel ajuda a motivar o Grêmio

02 de julho de 2016 10

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

O Grêmio deve saber tirar proveito do episódio do trator. Que, aliás, serve de alerta. Se for molenga ou entrar em campo pensando em empatar, o Imortal será atropelado. Se entrar com a faca nos dentes, sem conformismos, tem futebol para deixar o Beira-Rio vitorioso.

Argel fala em “passar o trator” no Grêmio no clássico das 11 horas. Foi um comentário óbvio, ao estilo aguerrido – e muitas vezes bronco –  do técnico colorado. Antes mesmo de o áudio vazar, ninguém esperava um Inter molenga no Gre-Nal. Uma das marcas da equipe de Argel é a solidariedade que tenta compensar limitações técnicas. Portanto, cabe ao Grêmio de Roger Machado igualar neste quesito.

A diferença técnica entre as duas equipes não é a mesma do clássico do Gauchão, quando o Grêmio tinha elenco mais qualificado. No momento, as equipes são equivalentes, vide as campanhas similares no Brasileirão. Ou seja, será preciso futebol e aplicação para vencer. É tocar a bola para controlar o jogo, ao estilo de Roger, mas sem abdicar do ímpeto de buscar o gol.

A provocação de Argel deve ser usada no vestiário azul para turbinar a concentração. Não peço um time acelerado, afobado pela bravata alheia. Quero um time empenhado em vencer, com método, técnica e vontade. É possível ter a faca nos dentes sem perder o controle emocional.

Espero um Imortal muito ligado no clássico, brigando por cada palmo de grama e jogando bola. Conformismo por pontinho fora será flertar com a derrota, aliás, como ocorreu no Gre-Nal do returno do Brasileirão de 2015. O espírito em campo deve ser o do trator azul, que patrolou no inesquecível Gre-Nal dos 5 a 0.

A tendência é de um jogo muito pegado. O Grêmio precisa de atenção na bola aérea, ponto forte colorado e fraco tricolor. Por outro lado, o Imortal pode ter o retorno de Bolaños. Depois de lesões e convocações, chegou o momento do equatoriano deslanchar.  Seria lindo demais marcar seu retorno com atuação de gala e vitória no Gre-Nal.

Grêmio soube acreditar até o fim

29 de junho de 2016 65

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

O Grêmio acreditou até o fim. Digeriu o que seria um empate frustrante e garantiu uma vitória emocionante sobre um adversário direto. Vai para o Gre-Nal com moral e no G-4.

O torcedor deve comemorar a vitória por 3 a 2 sobre o Santos, um dos melhores times do Brasileirão, puxado por Lucas Lima e Gabigol. O Grêmio teve uma bela atuação na Arena, com destaque para Everton, decisivo nos dois primeiros gols ao abrir espaço com o drible e arriscar chutes fortes. Autores de gols, Douglas e Giuliano também renderam.

Apesar do placar apertado, o Grêmio poderia ter liquidado a partida antes. Everton e Luan tiveram chances claras. O desperdício quase custou caro, quando Zeca empatou em um balaço. Aí, valeu a insistência e a ultrapassagem de Marcelo Hermes. O lateral se projetou de surpresa, recebeu de Giuliano e deixou o gol decisivo. O Imortal repetiu a aplicação da vitória sobre a Ponte Preta.

A postura demonstrada no final é a exigida pelo torcedor, comportamento oposto ao da tarde de apatia da derrota para o Furacão. É a postura que o Imortal precisa ter no clássico de domingo.

Falando em Gre-Nal, Jaílson mostrou que merece ser titular, reforçou que tem potencial. Nada de Ramiro. Tirar Jaílson do time será uma teimosia sem explicação.

 

Grêmio mereceu a derrota no Paraná

26 de junho de 2016 80

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Foi uma atuação decepcionante. O Grêmio mereceu a derrota por 2 a 0 para o Atlético-PR. Marcelo Grohe evitou o fiasco em uma tarde de futebol tico-tico.

Pep Roger Machado escolheu os bruxos e morreu abraçado neles. Ramiro e Bobô foram opções, diante dos desfalques, apenas para o nosso treinador. Jaílson joga mais do que Ramiro, mas parece haver uma cláusula no estatuto tricolor que torna Ramiro a opção eterna de todo treinador.

Ramiro, como era esperado, pouco rendeu e ainda foi expulso no fim. Bobô, como era esperado, pouco rendeu e viu André Lima meter um golaço. O Guerreiro Imortal joga mais do que Bobô, uma das paixonites de Roger.

Para encaixar Bobô no time, em virtude da ausência de Douglas, Roger recuou Luan. Repetiu os erros de Gauchão e Libertadores. Roger não aprende com os próprios erros. Luan vai bem de falso 9, perto da zona de definição dos lances. Longe, vira um ciscador.

O torcedor perde a paciência com Roger, paparicado por falar manso e citar os tais conceitos modernos de futebol. Não vejo modernidade em Bobô e Ramiro, não vejo modernidade em entrar na roda para um time inferior tecnicamente.

As lesões também entram na conta, atrapalham o Grêmio, que entra a semana do Gre-Nal fora do G-4. Eis uma semana para vencer adversidades. Para facilitar, será fundamental Roger rever algumas escolhas.