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Nova página do Torcedor Gremista ZH

27 de outubro de 2016 2

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Saudações tricolores! Ainda degustando a vitória maravilhosa sobre o Cruzeiro, trago uma novidade sobre nossa página do Imortal.

A partir de agora, temos uma página exclusiva dentro do site de Zero Hora, a página do Torcedor Gremista ZH. Visual novo, mais arejado, reunindo todos os posts sobre o dia a dia do Grêmio.

Desde já, agradeço a turma pela companhia dos últimos três anos aqui. Junto, deixo o convite para que todos acessem a nova página em ZH. Vamos manter no novo espaço os posts sobre o amado Imortal. Aqui vai o link

http://zh.clicrbs.com.br/rs/esportes/gremio/torcedor-gremista-zh/

Avante, Grêmio!!

Vitória incontestável

27 de outubro de 2016 19

Por Guilherme Mazui

O Grêmio está muito perto da final na Copa do Brasil. Com respeito, mas sem temer o Cruzeiro, conquistou uma vitória maiúscula no Mineirão. Todos na Arena na próxima semana!

A forma como o Imortal construiu o resultado dá confiança ao torcedor. O Grêmio com Renato recuperou a postura de vencedor. Não afinou diante do Palmeiras, virtual campeão brasileiro, e encarou de cabeça erguida o Cruzeiro fora de casa.

O 2 a 0 é uma vantagem para lá de considerável. Só não podemos considerar a vaga conquistada. Será um erro primário calçar o salto alto. Em duelo de grandes equipes, jamais se deixa a concentração de lado.

Resguardado no Mineirão, onde tem histórico torto, o Grêmio levou raros sustos. A defesa tricolor melhorou com Renato, está mais estável. É um avanço em relação ao trabalho de Roger. Geromel e Kannemann vivem bom momento.

Na criação e ataque, tivemos paciência e eficiência cirúrgica. Luan tirou da cartola um gol primoroso. Depois de troca de passes consciente, o guri, mesmo sem as melhores condições do arremate, bateu de chapa, buscando o golaço que marcou. Reafirmou sua qualidade acima da média.

No segundo tempo, Douglas matou o jogo. Ramiro pifou o camisa 10, que bateu seco e rasteiro, de direita. Com mais força, poderíamos ter marcado o terceiro.

Confesso que não esperava uma vitória por 2 a 0. Vivo uma noite de felicidade, de orgulho do meu time. Estamos com postura e futebol de quem busca de fato o título. O sonho do penta está vivo.

Grêmio confiante no Mineirão

25 de outubro de 2016 16

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Fui otimista desde o início da peleia com o Palmeiras. Mantenho a postura contra o Cruzeiro. O Grêmio tem time e condições de chegar à final da Copa do Brasil. O primeiro passo é ir ao Mineirão sem a conversa mole do empatezinho fora.

Admito a cautela, não prego o afobamento em campo. Apenas alerto: entrar pensando em se defender é namorar a derrota. A retranca por esporte ameaçou a classificação diante do Palmeiras. Só atacamos de fato  depois de levarmos o gol, quando ficamos na obrigação de buscar o tento salvador.

Acredito que o Grêmio de Renato manterá a entrega e aplicação das últimas partidas. São ingredientes da receita para avançar à final, aspectos que devem ser complementados com a eficiência do ataque, o que ainda não apareceu.

Para ver gol, é preciso finalizar. Everton, por exemplo, não tem medo de arriscar. Aliás, gostaria de ver o Cebolinha como titular na vaga de Pedro Rocha. Como Bolaños ainda não deslanchou depois da nova lesão, Douglas reafirma seu espaço no time.

O regulamento da Copa do Brasil ensina que é fundamental marcar gol fora de casa. Converter as oportunidades em Belo Horizonte vai aproximar o Grêmio da vaga na final. Espero que a noite mineira desperte nossos homens de frente.

Bueno, é noite de semifinal de Copa do Brasil. Noite de futebol e aplicação, noite de pontaria certeira, noite de Grêmio. O sonho do penta está vivo.

 

 

O G-6 entrou no horizonte

06 de outubro de 2016 29

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Aleluia! Enfim, voltamos a vencer fora de casa. O Grêmio bateu o Vitória, encerrou um jejum de três meses e ficou mais próximo do G-6. Vieram boas notícias.

Foi um resultado justo. O Grêmio mereceu ganhar porque jogou mais. Levou apenas um susto, em grande defesa de Grohe. No mais, deixou de aplicar um escore folgado em razão do eterno pé torto.

Só no primeiro tempo foram três oportunidades. Na mais clara, logo no início, Walace pifou Henrique Almeida, que bateu no local com a maior probabilidade de erro: no meio do goleiro. Ocorreu o óbvio, ou seja, a bola estourou em Fernando Miguel.

No segundo tempo, Everton também perdeu chance clara, sozinho. Seria o 2 a 0 e a tranquilidade. Como o rapaz reproduziu a especialidade do nosso ataque, tivemos de administrar o frio na barriga até o final.

Com um ataque que briga com as redes, o gol veio de Jailson na bola parada. Douglas bateu a falta e o piá, de bela atuação com Walace e Ramiro, desviou. Foi o suficiente para voltarmos a ganhar fora de casa. A boa jornada dos três volantes coloca a titularidade de Maicon em discussão.

Se a turma da frente deixou a desejar, a defesa foi bem. Geromel e Kannemann seguros, os laterais firmes na briga com um atacantes perigosos. No feijão com arroz, Iago ficou na média de Marcelo Oliveira, reforçando que o titular não pode ter cadeira cativa na equipe.

Como boa notícia não vem sozinha, além da vitória, teremos tempo para descansar e treinar. E o próximo jogo é confronto direto na Arena. Em uma semana, o Grêmio pega o Atlético-PR com a chance de ingressar no G-6.

 

Grêmio segue inofensivo fora de casa

01 de outubro de 2016 42

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

O G-4 pode virar até G-8. Não fará diferença. Inofensivo fora de casa, o Grêmio passa longe da vaga na Libertadores. A derrota por a 1 0 para o Cruzeiro foi mais um jogo cururu de uma campanha vexatória como visitante.

O efeito Renato não funcionou longe da Arena. Muito desfalcado, o Grêmio começou bem, mas o pé torto impediu o gol. Luan voltou a perder chance clara. Sem a frieza dos matadores, o piá capricha nas finalizações, porém a eficiência passa longe. Foi assim, mais uma vez, no Mineirão. Apesar da dificuldade, Luan segue como o melhor jogador do time.

Desesperado para deixar o Z-4, o Cruzeiro pressionou e ganhou espaço. Não tivemos inteligência para usar o contragolpe. Ao mesmo tempo em que amplia o poder de marcação, o esquema com três volantes  reduz a criatividade. É um preço que Renato aceita pagar. Por isso, é fundamental ser eficiente nas conclusões.

A defesa tricolor sofreu, em especial no segundo tempo. O Cruzeiro poderia ter vencido com tranquilidade. Achou o gol do jogo em uma bola na área. O Grêmio comemorava uma excelente defesa de Bruno Grassi, quando dormiu no ponto. Escanteio curto e rápido, a bola alcançou Henrique, que guardou.

A oito pontos do G-4 e a seis de um eventual G-5, o Grêmio tem 10 jogos para acordar. Como torcedor, tenho de acreditar.

Sobre a grama vermelha, alguns vizinhos vermelhos dirão que o Grêmio fez corpo mole. Discordo. O Grêmio apenas se repetiu como visitante. Pé torno na frente, furando com bola alçada na área. Nada de novo.

Grêmio mostrou que pode chegar na Copa do Brasil

29 de setembro de 2016 44

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Se repetir em São Paulo a entrega e o futebol demonstrados na Arena, o Grêmio tem plenas condições de chegar à semifinal da Copa do Brasil. A vitória por 2 a 1 sobre o Palmeiras, melhor equipe do país na atualidade, deixou o torcedor esperançoso e confiante.

A equipe de Renato merece as palmas do torcedor. Encarou o líder do Brasileirão sem medo. Foi vibrante e soube jogar, ao melhor estilo copeiro. Apesar do gol sofrido, que garante ao Palmeiras o direito de vencer por 1 a 0 na volta, temos que comemorar. O Imoral superou o Verdão, ficando mais perto de marcar o terceiro do que de sofrer o empate.

A partida de volta só ocorre em 19 de outubro. São três semanas de Brasileirão, nas quais o Palmeiras pode decidir deixar a Copa do Brasil de lado. Ao Grêmio cabe priorizar a competição. Um empate em São Paulo garante a continuidade do sonho do penta, ou seja, um resultado possível.

Renato optou por três volantes e teve sucesso. Sacou Henrique Almeida e colocou Ramiro. Aparecendo no ataque, o meio-campista se destacou. Acertou uma patada e abriu o caminho da vitória. Geromel e Kannemann foram bem, Walace acordou, Douglas e Luan criaram chances.

Até o gol de Ramiro, fazíamos um jogo de muita briga e pouca inspiração. O míssil abalou o Palmeiras, que levou o segundo em seguida. Na qualidade, Gabriel Jesus pintou livre na área, sofreu pênalti e o Verdão descontou. O rival só foi assustar de novo no final, enquanto nós deixamos de ampliar com Walace e Luan.

No terceiro jogo de Renato, creio que o Grêmio encontrou a postura ideal. Em três semanas, com as voltas de Everton e Bolaños, torço para que o melhor futebol também seja encontrado. Vamos acreditar!

Encerrado o jejum, só pensamos no Palmeiras

25 de setembro de 2016 60

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Passou longe de ser a atuação dos sonhos, mas, enfim, voltamos a vencer. Era o mais importante no momento. A partir de agora, só pensamos no Palmeiras.

Com o 1 a 0 sobre a Chapecoense, o Grêmio alcançou 40 pontos no Brasileirão, distante do Z-4 e mirando o G-4. Regressou à metade de cima da tabela, quebrou a seca de vitórias e de gols. Espero que a situação ajude a devolver a confiança, vital para a batalha de quarta-feira pela Copa do Brasil.

Mesmo dando o devido desconto em razão dos desfalques, não gostei do desempenho tricolor diante da Chape. O time teve menos posse de bola, foi controlado em parte do jogo, quase sofreu o empate e desperdiçou lances claros para liquidar a fatura. Walace, apesar da assistência, teve outra jornada distante do seu melhor futebol.

Pedro Rocha guardou o gol da tarde, Luan muito tentou e pouco conseguiu. Henrique Almeida acertou apenas um chute de longe. É pouco. Em certos momentos, parecia um corpo estranho ao time. Guilherme entrou e melhoramos. O piá só não coroou a atuação porque não encaçapou duas boas oportunidades.

Estou curioso para ver se Renato manterá Henrique Almeida ou se apostará em Guilherme na quarta-feira. Na volta do treinador, o ataque é o ponto que mais preocupa. Vamos precisar de força e eficiência diante do Palmeiras. É o caminho para abrir vantagem na Copa do Brasil.

Briguinhas políticas não explicam que jogador seja displicente em campo

23 de setembro de 2016 27

Por Léo Gerchmann

Vamos combinar uma coisa? Vestiário blindado, com um comando que esteja se refletindo nos jogadores, não permite que briguinhas infames de dirigentes influenciem no rendimento dentro de campo. Se você estiver falando em atrasos salariais e outras (faltas de) motivações, ah bom, aí é outra conversa. Mas, definitivamente, não é o que parece. Escrevo este texto para contestar o raciocínio que identifica nas brigas de dirigentes o motivo do péssimo rendimento gremista dentro de campo. Farei isso pontuando meus argumentos:
1) Roger Machado manifestou, depois de uma sequência de resultados vexatórios, que deixava o clube não porque queria, mas porque precisava fazê-lo. Sei a opinião do Roger. Ele queria ser no Grêmio o que o Ferguson foi no Manchester, décadas dirigindo o clube do coração. Não estou fazendo ilações, estou dando informação.

2) O inteligente e sensitivo Roger percebeu que o grupo não estava respondendo ao seu comando, infelizmente. Problema dele? Muito provavelmente não. Gremistas como eu, na sua grande maioria, querem vê-lo novamente um dia na casamata, quem sabe para dar uma de Ferguson. E isso sim, por ora, é uma ilação.

3) Este jornalista, assumidamente gremista e até com livros lançados sobre o Grêmio, tem ojeriza a politicalhas internas num clube de futebol e acha que, de alguma forma, elas prejudicam e muito a instituição. Logo, a intenção deste texto não é a de livrar a cara de quem, por vaidade ou ambição, faz do clube uma trincheira.

4) Roger, a quem admiro e tenho até como amigo, claramente sentiu que não estava dando conta de um vestiário que, de uma hora para outra, desandou. Mas é necessário que se diga: não são os dirigentes brigões e autofágicos que fazem um jogador ser displicente na hora de concluir, tirar o pé na dividida ou dormir em campo.

5) As divisões internas na política dos nossos clubes explicam muito do contexto geral. Mas a apatia de um time que vinha bem e que até parecia ser um grupo fechado não se explica por fatores políticos, de dirigentes. Talvez Roger tenha enxergado o que ocorria e raciocinado como o gremista que é: o momento não era mais para ele. O comando do clube aceitou sua demissão relutantemente e viu em Renato o cara que vai blindar o vestiário e, por assim dizer, injetar sangue a mais nas veias dos jogadores _ é o que todos sonhamos que ocorra.
Tomara que dê certo e que tanto um quanto o outro, Renato e Roger, ainda venham a conquistar muitas glórias pelo clube que tanto amamos. Tenho a impressão de que ambos agiram como gremistas desprendidos nesse episódio todo.

E os dirigentes? Precisam urgentemente parar com as briguinhas infames, porque isso mina uma instituição. Mais: se havia críticas ao trabalho do Roger, os elogios eram muito mais numerosos. Roger não deve se preocupar, porque unanimidades, como dizia Nelson Rodrigues… Mas, neste caso específico, por mais que as briguinhas de vaidade sejam reais e infames, certamente não é isso que faz um jogador tirar o pé da dividida.

Saaaaaaaai, uruca!

21 de setembro de 2016 46

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

Estou sem voz. Ela se foi nos pênaltis. O Grêmio faz isso com seus apaixonados torcedores. Depois de perder por 1 a 0 em casa para o Furacão, a suada classificação na Copa do Brasil veio com três defesas de Marcelo Grohe em um festival de pé torto. Na volta de Renato, o 4 a 3 precisa ter o poder de virar a chave na Arena. É reencontrar o bom futebol e despertar líderes do elenco que estão dormindo.

É preciso admitir que foi um sofrimento desnecessário, baseado em pura incompetência. O Grêmio fez muita força para ser eliminado. Começou com Henrique Almeida que, sozinho de frente para Weverton, não conseguiu acertar a goleira. Ainda saiu irritado com o torcedor quando, na verdade, deveria pedir desculpas por uma conclusão tão constrangedora. Defendo que seja multado pela direção.

Herói ao final da noite, Grohe cometeu falha juvenil. O chute veio no meio do gol, sem perigo, mas o arqueiro deu rebote. O erro virou o gol do tempo normal. Grohe repetiu a sina de falhas graves em jogos decisivos ao longo da temporada. Foi assim no Gauchão, Libertadores e, agora, na Copa do Brasil. Desta vez, ele teve as penalidades para reescrever a história.

Sem ultrapassagens, lento e nervoso, o Grêmio tinha posse sem mostrar eficiência. Guilherme lutou muito, porém não tem qualidade para atuar no lado contrário ao do pé de conclusão. Mata todos os lances ao trazer para o meio, aumentando a obviedade tricolor. Luan ainda rasgou chance clara na etapa final, comprovando que, ao lado de Walace, segue em alfa depois da Rio 2016.

Nas penalidades, mais sofrimento e falhas. Erramos três cobranças seguidas, todas por balaca. Poderíamos ter liquidado a fatura nos cinco chutes, mas Walace, Douglas e Luan bateram como se fosse um treino. Não pegaram distância, tentaram demonstrar categoria e chutaram sem força, o que aumenta chance de fracasso. Weverton saltou e buscou os três.

A displicência dos três batedores foi salva por Grohe e pelo pé torto do Atlético. Nosso goleiro buscou dois chutes e viu um terceiro ir pelo alto. Quando Kannemann isolou, Grohe catou no canto o petardo que nos eliminaria. Ainda contou com a sorte na bola na trave de Paulo André.

Torço para que tanto sofrimento desperte a indignação do elenco, pois até o momento o único indignado é o torcedor. O Grêmio precisa jogar mais, não pode se enganar ao confiar que a classificação apagará os problemas. Renato terá muito trabalho pela frente. Saaaaaai, uruca!

Renato chega para impedir a derrocada azul

18 de setembro de 2016 71

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

O Grêmio faz uma campanha de Chapecoense no Brasileirão. E vamos ouvir conformistas do atual time falando em qualidade do elenco. É doído para o ouvido de qualquer gremista. Renato terá muito trabalho pela frente para impedir a derrocada azul.

O presidente Romildo Bolzan merece cada cobrança e vaia do torcedor. É o comandante de uma nau que naufraga no momento decisivo do segundo semestre, que já afundou no primeiro. Estar abaixo de Chape e Ponte Preta é inadmissível.

Homem da economia interna, Romildo corre o risco de encerrar o mandato vibrando apenas por superávit, lembrando que um bom contador faz milagre.

Depois da derrota para o Flu na Arena, com outra atuação modorrenta, o Grêmio mira a parte debaixo da tabela do Brasileirão. E corre o risco de ser eliminado na Copa do Brasil. Quarta-feira não é favorito contra o Furacão, mesmo jogando em casa e com a vantagem do 1 a 0.

Renato chegará com a missão de acordar um time acadelado, que derrete e soma sete jogos sem vitória no Brasileirão. O Grêmio não foi capaz de criar uma mísera chance de gol diante do Flu. Luan e Walace seguem na Rio 2016, os cascudos nada fazem de útil. A zaga falhou de novo. Edílson tem uma atuação comum em cima da outra, Marcelo Oliveira segue a avenida de sempre.

Sem títulos e querendo se reeleger, Romildo buscou três cabos eleitorais. Renato, Espinosa e Adalberto Preis foram campeões em 1983. O Brasil vivia uma ditadura, a Guerra Fria existia, contrato era batido na máquina de escrever. Torço para que a magia se repita, apesar de estar cético.

Apesar de ter colocado o Grêmio duas vezes no G-4 (mais do que Roger fez), Renato não treina ninguém há dois anos. Espinosa não faz um trabalho relevante há décadas, Preis é do grupo político de Koff-Romildo, que soma tropeços em quatro anos. O tal conselho político é uma piada.

Os gremistas estão irados. E com razão. Devem cobrar time e direção. Como só bater não adianta, também teremos de apoiar Renato. Afinal, agradando ou não, é o nosso novo treinador.