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Um deserto de qualidade técnica

20 de abril de 2014 106
Grêmio testou a paciência alheia. FOTO: Charles Guerra/Agencia RBS

Grêmio testou a paciência alheia. FOTO: Charles Guerra/Agencia RBS

Por Guilherme Mazui

A estreia tricolor no Brasileirão foi uma porcaria. Perdemos para o misto do Atlético-PR, 1 a 0, um time em crise no vestiário e abaixo da linha da mediocridade. Pior, perdemos em campo neutro. Logo, rasgamos três pontos, que vamos lamentar lá na frente. Pelo visto, o Grêmio vai cair no conto de que o campeonato começa depois da Copa.

Tudo bem que entramos com defesa reserva, que Zé Roberto vinha de parada, porém, o Grêmio é mais time do que o misto do Furacão. E quem vai chegar nas cabeças tem o dever de ganhar estes jogos. O Cruzeiro, por exemplo, usou reservas e bateu o Bahia fora.

A derrota é daquelas que tira até monge budista do sério. Falha tosca em uma cobrança de falta, um festival de gols errados e de lances mal acabados. O que reforça o deserto técnico do nosso banco, algo que a direção parece ignorar e que pode comprometer a Libertadores.

Posso estar exagerando, mas, confesso, estou pessimista depois das últimas duas semanas. A seguir, algumas constatações:

>> Não temos goleiro reserva
Busatto falhou no gol, quase entregou em outro cruzamento. Pelo alto, tem sérios problemas com o tempo de bola. Se Marcelo Grohe não puder jogar contra o San Lorenzo, é melhor acharmos uma reza bem forte.

>> Werley joga porque é menos ruim
Enderson Moreira testou a zaga reserva, busca um substituto para Werley. Bressan é firme, espana para o lado que o nariz apontar. Geromel apanha da bala, não faz um corte seguro. Werley é titular porque é menos ruim. Precisamos urgente de um zagueiro para ser titular.

>> As laterais se foram
Pará é muita dedicação e nada de inspiração. E a direção insiste no rapaz. Breno, que tem potencial, foi tímido, abaixo do titular Wendell, que já não produz grandes coisas. Terminamos o jogo com Léo Gago na esquerda. Um alerta.

>> O trio de volantes faleceu
Insisto que nosso trio de volantes não bate de longe, não acerta cruzamentos, não faz gols. A prova veio no gol ridículo perdido por Riveros. E Ramiro manteve sua fábrica de passes curtos e inúteis. O esquema dá a falsa sensação de solidez defensiva, além de enfraquecer o ataque.

>> Um bando de meias meia-boca
Zé Roberto voltou e nada fez. Perdeu um gol de cabeça, fez um arremate torto em vez de pifar Barcos e bateu uma falta na arquibancada. Se jogar a bola furada que jogou, Rodriguinho é mais um para inflar o elenco. Não temos “o” meia. Zé, Rodriguinho, Maxi Rodríguez, Alán Ruiz e Jean Deretti. Ninguém empolga.

>> Bola parada é sinônimo de erro
Se fosse o técnico rival do Grêmio, mandaria meu time passar os 90 minutos dando escanteios e fazendo faltas nas laterais da área. Com certeza não levaria gol. O Grêmio, independente do cobrador, erra toda bola parada. Pará tem cobrado faltas frontais, para vermos o cúmulo da falta de opção. Enderson não treina com o devido capricho o fundamento.

>> Pontaria torta
Um problema eterno . Contra o Furacão, Riveros perdeu gol feito, Ramiro nem bateu nem cruzou em um lance na área, cansamos de cabecear nas mãos do goleiro. Dudu, que não acerta um chute, é um dos principais armadores e finalizadores do time. E o banco é pior.

>> Enderson substitui mal
Uma rotina no Grêmio. As substituições erradas de Enderson Moreira. Nosso técnico não consegue mudar a história de um mísero jogo. Contra o Furacão, inspirou-se em Celso Roth, encheu o time de volantes. A pressão vai corroendo nosso treinador.

Um misto interessante

18 de abril de 2014 36
Zé deve voltar ao time

Zé pronto para voltar ao time

Por Guilherme Mazui

O Grêmio deve ir com misto contra o Atlético-PR, na estreia do Brasileirão. Não gosto de poupar jogadores, afinal, são pagos para jogar. Neste caso, pagos para jogar um campeonato em que ganha quem somar mais pontos. Só que lendo a escalação, gostei de parte das mudanças.

Enderson Moreira desenhou o time com Marcelo Grohe; Pará, Bressan, Pedro Geromel e Breno; Edinho, Ramiro, Riveros (Rodriguinho), Zé Roberto e Dudu; Barcos.

É mais do que válido testar uma alternativa para Werley. E vale dar rodagem ao garoto Breno, já que Wendell joga cada vez menos e vive com a cabeça na Alemanha. Melhor seria colocar o garoto Tinga na vaga do Pará, ou arriscar o Ramiro por lá.

Enderson ensaia, mas não abre mão dos três volantes. Quando arrisca, faz errado, pois saca Edinho. Passou da hora de Ramiro sair.

Está na moda ter volantes com qualidade de meias, contudo, isso só funciona com grandes jogadores, o que não é o nosso caso. Assim, seria melhor ter dois volantes que limpam trilho para liberar os meias.

Ruiz fracassou, Deretti e Maxi não empolgam. Zé Roberto, apesar das críticas, parece ser a melhor alternativa. Temos Rodriguinho, veloz e bom na bola parada, quem sabe renda mais do que os concorrentes.

Bueno, reforço a afirmação de que o Grêmio não pode dormir na arrancada do Brasileirão. Se a escalação for o mistão, que a postura seja vencedora, sem desculpas esfarrapadas para tropeços.

Como bom torcedor, espero que alguma boa surpresa saia desta escalação.

 

 

Quem não faz gols, não vence

07 de novembro de 2013 78

Time que não faz gols, não vence. No máximo, empata. Por não fazer gols, o Grêmio está fora da Copa do Brasil. Nosso jejum de títulos permanece. O 0 a 0 na Arena classificou o Atlético-PR para a final da Copa do Brasil. Restou buscar uma vaga na Libertadores via Brasileirão.

Completamos cinco jogos sem gols. São quase 500 minutos em branco. E tivemos chances, em especial no final do jogo. Mas temos um ataque que falha. Barcos perdeu três chances claras, Kleber subiu sozinho de cabeça e colocou nas mãos do goleiro. É inaceitável errar tanto em jogos decisivos, é inaceitável que nomes caros do elenco tenham desempenho tão ruim.

A frustração toma conta. A torcida compareceu, colocamos 42 mil pessoas na Arena, incentivamos o tempo todo. Temos de aplaudir o esforço do time, a entrega, a dedicação. Apesar da eliminação, suaram com honra a camisa tricolor.

Renato arriscou Zé Roberto no lugar do inoperante Vargas, insistiu nos três volantes. Repetimos a dificuldade de criação, chegamos em chutes de longe. No segundo tempo, melhorou. Tivemos um gol anulado estranho, mas não justifica. Faltou competência.

Elano teve uma falta frontal, bateu na cintura da barreira. Os escanteios foram errados à exaustão. Kleber furou de cabeça. Barcos bateu fraco na melhor oportunidade e depois cabeceou torto quando aparou o cruzamento sem marcação. Errando tanto, fica difícil ganhar até do Araribóia.

O Grêmio foi punido por não reconhecer seus erros. O ferrolho que deu certo em agosto, desacelerou nos meses seguintes. A torcida e os críticos alertaram, cobraram o desempenho pífio do ataque. Mas nosso treinador preferia se comparar ao rival (morto na temporada) e insistia em elogiar a dedicação, a marcação dos avantes. Ora, Barcos-Kleber-Vargas são atacantes, vivem de gols, não são volantes.

O Grêmio é o raro caso de clube que valoriza os atacantes que marcam zagueiros, não os que fazem gols. Nosso ataque passa mais tempo fora do que dentro da área, nossos laterais e meias ficam trocando passes sem objetivo algum nas quinas da grande área. É fácil marcar o Grêmio.

Em vez de trabalhar para corrigir os erros, o Grêmio ficou argumentando e tentando se defender das críticas. Renato não melhorou a bola parada, não incentivou a ida dos laterais à linha de fundo, não aprimorou as ultrapassagens, muitos menos as conclusões. Manteve o esquema retrancado, que valoriza ao extremo a posse de bola e abre mão da objetividade. A dificuldade na criação é consequência.

É urgente repensar a postura, é urgente cobrar do ataque eficiência. Barcos, Kleber e Vargas somam, juntos, menos de 30 gols em 2013. Quem recebe muito, tem de ser cobrado. É o custo-benefício da bola – que no nosso caso não fecha. 

O Grêmio não reconheceu que lhe falta equilíbrio. A devoção à defesa é insuficiente, vai ameaçar até o posto no G-3 do Brasileirão. Agora, é tentar juntar os cacos e defender a posição no G-3, pois o G-4 é possível que nos deixe na mão. Teremos de acreditar. É nossa sina como gremistas.

 

Preparem os corações

06 de novembro de 2013 30

Chegou o dia mais importante do ano para os gremistas. Nada mais importa. Azar do calote do Eike Batista, que Edward Snowden seja feliz na Rússia, que os americanos venham espionar a nossa euforia pela classificação. Chegou o dia de lotar a Arena, de fazer rugir nosso novo caldeirão, de empurrar o Grêmio até a final da Copa do Brasil.

A noite de hoje é decisiva para o 2013 azul. Virar a semifinal para cima do Atlético-PR mantém as esperanças de título, premia elenco e torcida pela entrega dos últimos meses.  Será difícil, precisamos vencer por dois gols de diferença, o Furacão é bem treinado, tem velocidade e bola parada. Preparem os corações. Chegou mais uma vez aquele momento em que o Grêmio deixa o torcedor bem perto de um infarto.

Ataque vai ter de funcionar. Foto: Fernando Gomes

Façam todos os gols represados do ano, Kleber e Barcos!. Foto: Fernando Gomes

Estamos angustiados com a necessidade de fazer gols, sendo que há quatro jogos o ataque passa longe das redes adversárias. Alguns defendem o ingresso de um meia, outros o retorno dos três zagueiros, outros a manutenção do trio de volantes e de atacantes. Renato acerta ao falar que “independente do esquema”, hoje é preciso fazer gols, é preciso vencer, é preciso classificar. Independente do esquema, temos de acreditar. É nossa missão.

O Atlético é perigoso, tem um ataque goleador, será difícil mantê-los longe do Dida. Faz parte da decisão. Os alertas que o torcedor poderia fazer foram feitos nos últimos dias. Estamos ansiosos, sem dormir direito, fazendo promessas para santos de todos os credos e cores.

Torço para que todos os santos olhem para o nosso Grêmio. Que Barcos e Kleber sejam cirúrgicos nas conclusões, que Vargas Turboman faça seu melhor jogo pelo clube. Que Dida feche a porta lá atrás, que os escanteios e faltas sejam precisos, que o goleiro atleticano canse de buscar a bola dentro da sua meta.

Eu acredito, tu acreditas, nós acreditamos na virada. É a mobilização pelo penta da Copa do Brasil. Avante, Grêmio! Queremos a Copa!

Mobilização total

05 de novembro de 2013 26

Gurizada, passamos os últimos dias reclamando do nosso Grêmio. Externamos nossas discordâncias com o Renato, com o desempenho do ataque, com os cruzamentos tortos. Desabafamos, tentamos alertar de alguma maneira. Faz parte da paixão que nos liga ao Grêmio. Passados os desabafos, a mobilização precisa ser total. Estamos com o nosso Grêmio.

É evidente que estamos nervosos, ansiosos pelo desfecho da semifinal da Copa do Brasil contra o Atlético-PR. O sonho do penta acalenta, é possível. Teremos de fazer mais no gramado da Arena, mas é possível buscar à final. Como não entramos em campo, tentamos por meio das palavras auxiliar, apontar o que melhorar. Renato pode mexer no time, porém, agora, nos resta torcer e rezar. Cada torcedor acenda uma vela para o seu santo e vamos juntos.

Barcos, amanhã é dia de fazer todos os gols guardados do ano. FOTO: Carlos Macedo

Barcos, hora de fazer todos os gols guardados do ano. FOTO: Carlos Macedo

Poderemos terminar a quarta-feira em estado de júbilo, comemorando mais uma decisão. Chegou o momento mais importante da temporada, o jogo chave. A hora do Grêmio se superar, do ataque fazer todos os gols guardados durante 2013, dos escanteios saírem calibrados, de relembrar a estirpe vencedora da nossa imortalidade. Só reclamar não dará confiança à equipe.

Espero ver a Arena rugindo, tomada por mais de 50 mil pessoas. Um exército azul mandando boas energias, aditivando a confiança do time. Quem ficar de fora, sofrendo na TV ou no rádio, complementa a corrente positiva. O Furacão precisa temer o inferno azul, ser acuado por time e torcida.

Volta a insistir: já apontamos erros do time, externamos desconfortos, colocamos a angústia para fora. Agora, é acreditar. Incentivar. Empurrar. Embalar o Grêmio para a final. Avante!

 

 

Faca nos dentes, Grêmio!

30 de outubro de 2013 10

A busca pela vaga na final da Copa do Brasil começa hoje. Decisão que não chegamos desde 2001. Batemos duas vezes na trave contra Santos e Palmeiras. Chegou a hora de irmos além. Faca nos dentes, Grêmio!

Teremos 180 minutos contra o Atlético-PR, os primeiros 90 no Paraná. Jogo tenso, complicado. A pane geral da goleada para o Coritiba tem de ficar no passado. Hoje é outra competição, outro espírito, outra pegada.

Riveros e Pará em campo: FOTO: Diego Vara

Riveros e Pará atuam hoje: FOTO: Diego Vara

Renato faz mistério, esconde o jogo. Só saberemos à noite se vamos com três zagueiros e três volantes, assim como os nomes dos escolhidos do meio e ataque. Independente da formação, independente da ausência de Kleber-Vargas-Barcos temos de sobreviver ao jogo de ida. O Atlético-PR vai ao ataque – o que é bom e ruim ao mesmo tempo.

O Furacão é o oposto do Corinthians. Não se defende com a solidez paulista, pelo contrário, deixa espaços lá atrás, apesar de contar com o ótimo Manoel na zaga. Mas os espaços aparecem porque os paranaenses atacam. Com qualidade.

Diferentemente do Corinthians, o Atlético ataca com velocidade, tem ultrapassagem, é agudo. Será mais difícil marcar o Furacão do que foi marcar o Corinthians. E ainda há Paulo Baier e sua bola parada. O Atlético exigirá mais da nossa defesa.

O maior poder de fogo paranaense preocupa. Portanto, temos de buscar gols. O espírito exclusivamente defensivo pode não ser suficiente. Marcar gols fora é o passaporte da classificação. Desafio para um ataque desfalcado e jovem.

Vale lembrar que é na adversidade que o Grêmio se fortalece. Teremos desfalques, seremos pressionados, será difícil. Estamos desafiados a sobreviver. Força, Grêmio! Avante para a final.

 

 

 

Vitória merecida, vitória que anima o torcedor

02 de outubro de 2013 12

Vencemos a primeira batalha. Melhor, vencemos com qualidade, jogando bem. Se a vitória sobre o São Paulo teve contornos sobrenaturais, a desta quarta foi justa, merecida. Disparamos do Atlético-PR. O 1 a 0 na Arena, gol de Riveros, anima o torcedor, consolida a posição no G-4, dá vantagem na busca da vaga direta na Libertadores e ainda deixa o Cruzeiro na mira matemática.

O triunfo, com direitos a três expulsões, nos levou aos 45 pontos, na segunda colocação. O Furacão ficou com 41, em quarto. O empate do Botafogo com o Fluminense ajudou, deixou os cariocas, rivais do sábado, em terceiro com 43 pontos, e segurou o Flu mais embaixo. Já o Cruzeiro ganhou de novo, 4 a 0 na Lusa, chegou aos 56.

O esquema de Renato funcionou melhor, conseguimos ter volume, propor o jogo. O Atlético teve chances, Rhodolfo salvou um gol certo, mas o Grêmio pressionou mais. Desta vez, os volantes conseguiram agregar qualidade na frente. Riveros marcou o gol ao se projetar, invadir a área como elemento surpresa. Finalizou com um toque leve por cobertura, como se fosse um centroavante.

A nota triste foi o cartão vermelho de Vargas. O chileno já ficaria fora de alguns jogos para servir sua seleção, mas enfrentaria o Botafogo. Agora, é ausência. Sua velocidade e projeção na área seriam armas preciosas no Rio de Janeiro. Teremos de nos virar sem ele.

Imagino que Renato vá apostar em Paulinho ou Wendell, como suas alterações indicam. Zé Roberto e Elano estão esquecidos no banco. Se o esquema e as opções são estas, é importante repetir o padrão de atuação da Arena. Pode melhorar, porém deixou o torcedor mais animado.

 

 

Para cima do Furacão

02 de outubro de 2013 21

Temos uma decisão hoje. A Arena recebe Grêmio x Atlético-PR, briga direta por vaga na Libertadores. Temos 42 pontos, eles 41. Somos o vice-líder, eles estão na quarta colocação. Precisamos aproveitar o confronto em casa para disparar. E ainda secar o Cruzeiro, que encara a Lusa.

Será um jogo complicado. O Atlético-PR ataca, independente do fator local. É um time bem postado, organizado, que tem na figura de Paulo Baier o distribuidor das jogadas, que buscam jovens e velozes atacantes. Não é por acaso que o Furacão soma 43 gols no Brasileirão, contra 30 do Grêmio. Em compensação, sofre mais. Soma 33, contra 21 do Grêmio.

Renato deve repetir a escalação vitoriosa contra o São Paulo. Um 4-3-3 sem meia ofensivo, somente com três volantes e três atacantes. Estou curioso, pois vai ser a primeira tentativa da formação jogando na Arena. Nas outras apresentações, éramos visitantes, poderíamos esperar o rival, não era problema passar a partida toda distante da goleira adversária.

Agora, somos os mandantes, temos de atacar, temos de ganhar. Será que ficaremos na retranca em casa? Como o esquema está invicto, entendo a opção de Renato, mas gostaria de vê-lo mexer no time mais rápido, caso a estratégia não funcione. Nosso técnico tem demorado para substituir.

Hoje temos uma oportunidade ímpar de disparar. Oportunidade de embalar, de contagiar time e torcida. No sábado teremos outra pedreira, o Botafogo no Rio. Precisamos começar a semana de confrontos diretos vencendo. É fundamental para nossa gordura no G-4.