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Posts com a tag "Cruzeiro"

Grêmio pôs o próprio pescoço na forca

21 de novembro de 2014 60
Everton Ribeiro teve uma chance e guardou. Foto: Ricardo Duarte

Everton Ribeiro teve uma chance e guardou. Foto: Ricardo Duarte

Por Guilherme Mazui

O Grêmio esteve muito perto da Libertadores. Ficou distante por incompetência. Perdeu de virada porque não soube matar o jogo. O Cruzeiro virou porque é eficiente. Por isso, é o bicampeão brasileiro.

O Grêmio vencia por 1 a 0 em casa, belo gol de Riveros, sobrava em campo, era terceiro colocado no campeonato com 63 pontos. Fez um primeiro tempo no nível do Gre-Nal. Só que o Grêmio não tem pontaria. Barcos acertou a trave em um lance difícil, deu azar. Já Ramiro e Luan perderam duas chances cara a cara, algo proibido em jogos complicados.

Deixamos de criar gordura, de construir a vitória no primeiro tempo. O Cruzeiro teve dois lesionados, trotava. Pois a piedade deu sobrevida ao líder. E os mineiros esfregaram em nossas caras toda superioridade que a tabela indica. Apertaram e marcaram os gols ao natural, feito um time campeão.

A diferença de aproveitamento no ataque é gritante, fato corroborado na virada. Ramiro cruzou pelo lado, a bola desviou na zaga e veio para Dudu, livre, emendar. O veloz atacante tentou dominar, perdeu tempo e não fez 2 a 0. Lances depois, o rebote sobrou no pé de Ricardo Goulart: 1 a 1.

O Grêmio saiu na pressão. Bola rasteira na área, a zaga afastou no pé de Barcos, 29 gols na temporada. A poucos passos do arco, o Pirata soltou a paulada. Barcos bateu no único local em que o goleiro pegaria. E Fábio pegou.

Barcos custa uma fortuna mensal para, nos jogos quentes, definir. O argentino ganha bem porque, em tese, deveria converter. Pois se o nosso artilheiro falhou, o craque cruzeirense matou. Logo depois do erro incrível do Pirata, Everton Ribeiro recebeu livre no contragolpe rápido, e bateu rasteiro, seco, sem chances para Marcelo: 2 a 1.

Por que Everton Ribeiro é diferenciado? Porque transforma a mínima chance em gol. Barcos é um bom centroavante, mas patina quando não deve. Foi assim na Libertadores, diante do San Lorenzo. Foi assim no jogo que nos afastou de uma nova Libertadores.

De terceiro, o Grêmio ficou em sexto no Brasileirão, fora do G-5. Tem os mesmos 60 pontos do Inter, que possui uma vitória a mais. E a tabela sorri aos rivais. O próprio Grêmio enfiou seu pescoço na forca.

Com uma vitória sobre o Cruzeiro, visitaríamos o Corinthians no domingo dependendo de um empate para administrar a gordura. Agora, dois pontos atrás dos paulistas, teremos de fazer uma partida épica. Se for derrotado no confronto direto, o Grêmio já não buscará mais o Timão. Se o Inter bater o Atlético-MG no Beira-Rio, será muito difícil.

Se o Grêmio pôs o próprio pescoço na forca, ele ainda tem condições de tirá-lo. Será que consegue? Estava otimista com a vaga na Libertadores, confesso que o pessimismo invadiu meu peito.

O Grêmio depende de três vitórias em três jogos, sendo dois fora de casa, para classificar. Por não saber matar um jogo, o giro pela América disparou no horizonte.

***

PS: para variar, bom público na Arena e derrota. O Grêmio precisa urgentemente reaprender a encarar as grandes decisões em casa. Nos últimos anos, coleciona tropeços diante do torcedor.

Vencer ou vencer

20 de novembro de 2014 12
Dudu, acelera pra cima deles! Foto: Lucas Uebel/Grêmio

Dudu, acelera pra cima deles! Foto: Lucas Uebel/Grêmio

Por Guilherme Mazui

A secação não adiantou. Nossos rivais venceram na rodada. O que aumentou a necessidade de bater o Cruzeiro. É o único resultado que mantém o Grêmio no G-4.

Temos uma pedreira. E não adianta dizer que o Cruzeiro pode poupar jogadores. É um misto mais forte do que dois terços das equipes titulares do Brasileirão. Um misto com Fabio, Everton Ribeiro e Ricardo Goulart.

O caminho do Grêmio é repetir a estratégia do Gre-Nal, utilizada com primor diante do Criciúma. Pegada total, marcação total, sem espaço para o rival. E piedade zero na frente. Pintou a chance, patada firme, sem chance para o azar.

Como o próximo adversário é o Corinthians fora de casa, seria prudente chegar em São Paulo à frente na tabela. A turma de cima do campeonato embala vitória em cima de vitória. Somos obrigados a fazer o mesmo.

Todos na Arena. Precisamos bater o líder. Eu acredito. Queremos a Copa.

PS: o Corinthians foi a Belém e venceu o Goiás. Repetiu o Fluminense. Adivinhem quem foi ao Serra Dourada e bateu palmas para um empate? O Grêmio. Pontos que podem fazer falta. Contra time que passeia no campeonato, deve-se jogar e ganhar. Independente do local do jogo.

O ataque Curupira

22 de agosto de 2014 92
Dudu jogou bem, mas perdeu um gol feito. Foto: Daniel Oliveira/Fotoarena

Dudu jogou bem, mas perdeu um gol feito. Foto: Daniel Oliveira/Fotoarena

Por Guilherme Mazui

Grêmio joga bem, mas perde. O resumo que tira o humor de qualquer tricolor. O resumo da derrota para o líder Cruzeiro, 1 a 0. O Grêmio jogou bem, mas perdeu por ter o pé torto. Desperdiçou seis oportunidades, três claríssimas, e levou um golzinho no fim, em falha de marcação. Triste sina.

Vendo o Grêmio perder gols lembro do Curupira, um anãozinho do folclore brasileiro que tem os pés virados para trás. Pois parece que o Grêmio sempre finaliza de “garrão”. Chuta mascado, chuta em cima do goleiro, chuta nas nuvens. Muda o jogador, muda o pé que bate na bola e o resultado raramente é o gol. Assim fica difícil ganhar.

Perder para o Cruzeiro era um resultado provável, já que os atuais campeões brasileiros lideram o campeonato e sequer deixam escapar pontos em casa. O que frustra o torcedor é ver uma boa atuação esbarrar na falta de pontaria.

Felipão acertou a estratégia, apesar de insistir em peças que costumam falhar ou pouco produzir, como Pará, Werley e Ramiro. Nosso técnico erra por fazer estas más escolhas. No mais, Felipão montou um time fechado, marcando forte, que tirou espaços do Cruzeiro e jogou no contragolpe. Foi assim que Grohe pouco trabalhou, foi assim que criamos as melhores oportunidades.

Dudu, um símbolo do ataque Curupira, teve uma bela atuação que de nada adiantou. Pecou no acabamento dos lances – de novo. No primeiro tempo, fez  fila na defesa e bateu forte para bela defesa de Fábio. O goleiro foi muito bem, mas o chute deveria ser rasteiro. Depois, Dudu apanhou um rebote e Fábio buscou outra vez.

Na volta do intervalo, Zé Roberto foi ao fundo e cruzou rasteiro. Ninguém conseguiu completar. Ronan, um novo Adão, estava perdido. No escanteio seguinte, a bola sobrou sem goleiro para Edinho, que desferiu um dedão digno de beque de colônia, quase fora do estádio. Quatro boas chances rasgadas na casa do líder.

O Grêmio ainda beliscou com Ramiro, em um chute de fora da área, e quase marcou com Luan. O guri fez uma jogadaça individual, entrou na área a dribles e finalizou. Fábio cresceu e pegou, cara a cara. Excelente defesa, como Marcelo Grohe não havia feito até então. Fábio ajudou a garantir a vitória.

Depois de tanto desperdício, a punição. No final do jogo, Luan arrancou em um contragolpe e errou o lado da finta. Tentou passar por dentro de Dedé, um zagueiro com o dobro do tamanho do guri. Dedé saiu com a bola, atravessou o campo e cruzou na área. Werley estava mal posicionado, Pará errou o tempo do lance, como fez no Gre-Nal, e Dagoberto marcou de cabeça. Fim de conversa, Cruzeiro 1 a 0.

Deixamos escapar três pontos que poucas equipes conquistarão. A festejar, apenas a boa atuação, a pegada, o time ligado e bem organizado, as chances criadas. Porém, preocupa essa pontaria torta, essa sina de Curupira.

Se apostamos na Copa do Brasil, um torneio de saldo qualificado, teremos de aproveitar qualquer mísera chance de gol. Se mantiver o desempenho ofensivo atual, vai ser difícil o Grêmio comemorar alguma coisa.

Curupira na versão da Turma da Mônica

Curupira na versão da Turma da Mônica

PS: Gurizada, Caue e eu assinamos o comentário do Gre-Nal no Fone desta semana. Vocês podem ouvir pelo site da ZH, ou pelo celular ou tablet no aplicativo Gremista ZH, com versão para IOS e Android. Confiram aí.

A "falta de sorte" tem nome: incompetência

10 de novembro de 2013 111

Renato insiste: o Grêmio está no caminho certo, segue no G-4. Não sei qual o critério de certo ou errado do Renato. Eu vejo o Grêmio no caminho do fracasso, eliminado na Copa do Brasil, fazendo força para deixar a vaga na Libertadores escapar. Mas o técnico vê outro mundo. A direção também, pois pensa em renovar com o treinador.

A arrogância de Renato permanece. Só vai ruir quando estivermos liquidados. Após levar 3 a 0 do Cruzeiro, o técnico diz que faltou “sorte”. Criou as chances e não marcou. O Grêmio completou seis jogos sem fazer gols. Superou nove horas, mais de 600 minutos em branco. No meu CTG, a “falta de sorte” é chamada de incompetência.

Renato se perdeu. FOTO: Mauro Vieira

Renato se perdeu, afunda na própria arrogância. FOTO: Mauro Vieira

Já a defesa, que vinha bem, virou uma peneira. Por isso, questiono: por que escalar três zagueiros e três volantes, desistindo da articulação, para levar tantos gols? Porque temos um técnico teimoso. Que não admite os problemas, continua a fugir das críticas buscando comparações com o Inter e relembrando uma posição no G-4 prestes a ser perdida.

Renato não entende que precisa trabalhar, corrigir a articulação, esquecer essa devoção à retranca. O primeiro tempo contra o Cruzeiro foi deplorável. Um time que entrou para se retrancar e falhou (Werley mais uma vez) ao espanar um cruzamento. Tivemos um vácuo de criatividade. O ataque sempre fora da área, a articulação e os contragolpes sendo puxados pelo Pará. O desfecho é sempre previsível: o erro.

Melhoramos no segundo tempo, parecíamos melhor. Barcos acertou a trave, Fabio fez três defesas maravilhosas. Porém, prosseguimos com três zagueiros e três volantes. Já o Cruzeiro, em duas estocadas marcou duas vezes.  Em termos de efetividade, um oceano separa o Grêmio do Cruzeiro.

A decepção invade o peito dos gremistas. Até sobrevivemos no G-3, salvos pela incompetência alheia. Só que, olhando a pontuação, a vaga direta na Libertadores só ficará conosco se o Atlético-PR for campeão da Copa do Brasil. Do contrário, fim da esperança.

O Furacão bateu o São Paulo e chegou nos 58 pontos, quatro à frente do Grêmio (54). Botafogo perdeu para o Inter, enquanto o Goiás empatou com Flamengo. Ambos somam 53. Já o Vitória bateu a Ponte Preta e chegou aos 51.

Em um contexto de tanto pessimismo, a tabela acena com sorriso. São dois jogos em casa na sequência, contra Vasco e Flamengo. A tabela sorri, mas o desempenho do time chora.

Renato dá sinais de que manterá as convicções erradas, abusando da retranca e esperando que a providência divina envie um gol. É possível acreditar que, com três volantes e tanta retranca, venceremos os dois jogos em casa? Tenho minhas dúvidas.

O título mandou um abraço

19 de setembro de 2013 9

O Cruzeiro abraçou a taça de campeão brasileiro. Se o Grêmio venceu cinco jogos seguidos, os mineiros ganharam oito. Chegaram aos 49 pontos, deixando Botafogo com 42 e Grêmio com 38. Passamos a lutar para sobreviver no G-4.

Buscar 11 pontos de um concorrente que vence e joga bem é tarefa improvável para um time que, quando vence, vai mais na força do que no jeito. Logo, o título brasileiro manda um abraço.

Quem ainda segue de braços abertos é o G-4. Quem vem atrás, vive de perde e ganha. O Corinthians, rival com potencial de buscar vaga, estacionou nos 30 pontos, mesma marca de Vitória, Coritiba e Goiás. Temos oito de vantagem.

Já os inimigos mais próximos preocupam. Atlético-PR e Inter podem encostar e passar nas próximas rodadas, pois terão jogos em casa, enquanto teremos duas partidas fora. Duas rodadas em que sobreviver no G-4 será lucro.

Para manter a posição e não torrar a gordura, uma vitória fora é fundamental. Assim como rever algumas posições – Alex Telles, Bressan, Zé Roberto, Barcos…

Apesar da torcida estar cansada de obter vaga em competição, é uma maneira de deixar menos ruim um ano que vem sendo triste financeira e futebolisticamente. Gastamos muito para receber pouco. Temos menos de 90 dias para melhorar essa equação.

A obrigação de vencer a Lusa

06 de setembro de 2013 14

Temos a obrigação de vencer a Portuguesa. São três pontos em casa que não podem escapar. Os resultados da 18ª rodada só reforçaram a importância de ganhar amanhã na Arena.

A rodada foi uma tristeza para o Grêmio. Nosso tombo em Goiânia veio seguido de vitórias de Cruzeiro, Altético-PR e Botafogo. Caímos do segundo para o quarto lugar. Posições que podem ser recuperadas no fim de semana. Desde que façamos a nossa parte.

O Cruzeiro, líder com 37 pontos, recebe o Flamengo. Jogo para ganhar, ir aos 40. Se o Grêmio, com 31, tropeçar, dificilmente conseguirá buscar os mineiros. Já o Furacão (33) visita o Vasco, tem chance de escorregar. O Bota (33) vai a Criciúma, enquanto o Corinthians, quinto colocado com 29, recebe o lanterna Náutico. Ou seja, um tropeço na Arena deve nos tirar no G-4 no encerramento do primeiro turno. Seria ruim para o ânimo do time e da torcida.

Desenhei a situação do fim de semana para destacar a importância do confronto. Contra Ponte, quase deixamos escapar. Perder pontos em casa é proibido contra a Lusa, que vem de duas vitórias. Portanto, teremos de jogar mais. Bem mais.

A defesa precisa esquecer as falhas do Serra Dourada. Zé Roberto, se começar o jogo, precisa chamar a responsabilidade de municiar alas e ataque, o que não é das suas especialidades. Alex Telles e Pará devem, encarecidamente, caprichar nos cruzamentos. Barcos e Kleber necessitam, urgente, de eficiência. Manter a entrega das últimas partidas, mas sendo letal quando a chance aparecer. E a torcida tem o dever de fazer a Arena rugir.

Se encerrarmos o primeiro turno com 34 pontos, dentro do G-4, teremos plenas condições de manter a busca pela Libertadores e o título. Não será proibido sonhar, acreditar. Em média, com 64 pontos se carimba uma vaga na Libertadores. Faltarão 10 vitórias, 30 pontos, no returno. Por isso, repito: vencer a Lusa é fundamental.

 

Tomar poucos gols é o caminho

02 de setembro de 2013 4

Um campeão brasileiro nasce pela defesa. É o que os números das 10 edições com pontos corridos ensinam. Dos campeões com a fórmula, cinco tiveram a melhora defesa do campeonato e três tiveram a segunda menos vazada. O São Paulo de Muricy Ramalho, por exemplo, empilhou o tricampeonato com um paredão. Flu, duas vezes, e Corinthians, idem. Logo, tomar poucos gols é fundamental para fincar o pé no G-4 e postular o título. Como o Grêmio vem fazendo.

Dida sofreu xx gols. Foto: Bruno Alencastro

Dida tem sofrido poucos gols. Foto: Bruno Alencastro

O esquema com três zagueiros e três volantes, a entrega que virou hábito no time e o bom momento vivido pelo seguro e tranquilo Dida deram ao Grêmio solidez na defesa. Tomamos poucos gols – são três partidas sem vazamentos, contando a Copa do Brasil. No Brasileirão, temos a terceira melhor defesa, com 15 gols sofridos. A melhor é a do Corinthians, vencida apenas sete vezes.

Com uma defesa forte, a chance de perder diminui exponencialmente. Renato entendeu isso, armou nossa parede, que ainda carece de ajustes, mas tem se destacado. Manter o desempenho no restante do campeonato é fundamental para nossas pretensões. Se ainda conseguirmos aprimorar o ataque, perfeito. Faremos o que o Cruzeiro tem feito.

Atual líder do Brasileirão, o Cruzeiro também se defende bem. Sofreu 17 gols, porém marcou 38 vezes, tem 21 gols de saldo. Consegue aliar uma defesa competente com um ataque poderoso. É um exemplo.

Nosso sucesso passa por manter a defesa forte, por continuar sofrendo poucos gols, mas, lógico, marcar mais. O jogo contra o Goiás é propício para tal. Time bem postado atrás, sem dar espaços, aproveitando o campo grande e o erro do adversário.

>> Campeões e gols sofridos
Fluminense (2012) 33
Corinthians (2011) 36
Fluminense (2010) 36
Flamengo (2009) 44
São Paulo (2008) 36
São Paulo (2007) 19
São Paulo (2006) 32
Corinthians (2005) 59*
Santos (2004) 58*
Cruzeiro (2003) 47*

* Em 2005 o campeonato tinha 22 times, enquanto em 2004 e 2003 tinha 24.

 

 

Falta um degrau

01 de setembro de 2013 26

Somos o vice-líder do Brasileirão. Temos 31 pontos, contra 34 do líder Cruzeiro. A Raposa está na nossa alça de mira, um degrau acima. Temos condições de chegar. Encontramos um esquema eficiente, que não enche os olhos, mas vence. Com ajustes, podemos ultrapassar os mineiros.

Gol salvador do Kleber. Foto: Fernando Gomes

Gol salvador do Kleber. Foto: Fernando Gomes

Os resultados da 17ª rodada só reforçaram a importância da vitória magrinha, sem brilho, sobre a Ponte Preta. Também valorizaram a importância do gol solitário do Kleber. Renato tem razão, “um a zero é goleada”. O Grêmio (31) venceu em casa e ganhou a posição do Botafogo (30), que empatou com o São Paulo. O triunfo ainda impediu que Atlético-PR (30) e Corinthians passassem (29).

O tempo para o descanso é curto, terça-feira visitamos o Goiás, no Serra Dourada. O histórico não é dos melhores em Goiânia, mas nosso esquema tem tudo para encaixar diante de um rival que vai agredir.

A rodada é perigosa. O Cruzeiro visita o Bahia, difícil de prever o resultado. O Corinthians visita o Inter, confronto sugestivo para mais um empate. Já o Atlético-PR recebe o Santos, tem boas chances de ganhar e nos pressionar. Assim, pontuar é fundamental, vencer será estupendo. Poderemos ficar mais perto do degrau que falta.