Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Posts com a tag "Goiás"

Um olho no pátio, outro no campo

18 de outubro de 2014 14
Bellini x Bolzan. Foto: Adriana Franciosi

Bellini x Bolzan. Foto: Adriana Franciosi

Por Guilherme Mazui

Temos um sábado singular. Um olho no pátio da Arena, palco da escolha presidencial, outro no vasto gramado do Serra Dourada, onde buscamos a reabilitação no Brasileirão. E existe a possibilidade do novo presidente ser anunciado em meio ao jogo.

Se para o torcedor já é difícil separar os dois momentos, imagine para o jogador. Em Porto Alegre, o resultado da eleição pode afetar diretamente a manutenção do emprego, o investimento e a filosofia no futebol. Felipão tem a missão, quase impossível, de blindar o vestiário neste sábado. É fundamental vencer o Goiás dentro das nossas pretensões de G-4.

No pátio, ocorre a peleia dos Jr: Romildo Bolzan Jr x Homero Bellini Jr. É a primeira eleição presidencial na Arena, um marco na história do clube.

O debate de ontem dos candidatos teve nível tão raso quanto o último bate-boca televisionado entre Dilma Rousseff e Aécio Neves. Pouco construtivo, mirando na desconstrução do rival. Um amontoado de falas genéricas, sem indicar como materializar as ideias. Pouco animador para um torcedor ansioso pela retomada dos títulos.

Bueno, vamos domando a angústia neste sábado. Lá pelo fim da tarde teremos fortes emoções. No Serra Dourada e no pátio da Arena. Que o Grêmio saia vencedor nos dois terrenos.

Um ataque estéril

16 de julho de 2014 111
Giuliano teve estreia discreta. FOTO: Félix Zucco

Giuliano teve estreia discreta. FOTO: Félix Zucco

Por Guilherme Mazui

Um mês e meio depois, os problemas de sempre. Contra o Goiás, na Arena, encarreiramos o terceiro empate sem gols seguido, o segundo em casa. São quatro jogos sem marcar, logo, quatro jogos sem vencer. Dos últimos 12 pontos disputados, somamos três. Com um ataque estéril, vamos ver os ponteiros da tabela dispararem.

Fiquei decepcionado com o rendimento. Parece que nosso time passou o intervalo da Copa jogando canastra durante os treinos, estudando decoração, fazendo mapas astrais. Qualquer coisa menos jogar futebol. Nossa criação continua pífia, a mecânica do jogo burocrática, a linha de fundo um terreno proibido e a bola parada sinônimo de erro.

Começando pelo que deu certo, outra vez a defesa foi bem. Grohe tranquilo, Rhodolfo e Geromel tiveram sucesso juntos, Saimon encontrou dificuldade pelo pé invertido, mas resolveu os problemas. Já o estreante Giuliano teve um debut discreto, não conseguiu ser o armador que precisamos.

Giuliano começou bem e perdeu o gás no segundo tempo, quando passou a dar as costas para o marcador e proteger a bola, lembrando o finado Kleber Gladiador. Giuliano tem futebol no corpo, descolou bons passes, acredito que, com ritmo, renderá mais.

Luan também decaiu na etapa final, Alán Ruiz arriscou alguns chutes. Ramiro e Riveros fizeram o mesmo de sempre, ou seja, trocaram muitos passes curtos, sem serventia alguma, auxiliados por meias e laterais que não entram na área. Quando Dudu ousou arrancar, melhoramos. Se o Barcelona encantou o mundo com o tik-taka, o Grêmio nos deixa entendiado com o futebol tico-tico. Roda, roda, roda e nada.

Trocando passes, tentando envolver o rival, criamos duas chances, uma com Barcos e outra com Ruiz. As demais vieram na força e no lance pessoal. Lucas Coelho, que faz mais do que Barcos nos últimos quatro jogos, acertou a trave e beliscou de cabeça. Merece mais oportunidades. O Pirata segue a má fase eterna.

Sábado visitamos o Figueirense, temos o dever de melhorar, de voltar a marcar gols. Nosso último tento saiu em 21 de maio, anotado por Maxi Rodríguez, contra o Botafogo. É muito tempo de seca. Se queremos almejar algo maior, é melhor abandonar o toque de bola tico-tico e resolver agredir de fato, entrar na área, martelar, ser ousado. O Brasileirão não premia quem vive de empate.

Queremos a Copa!

01 de dezembro de 2013 58

O Grêmio pode ser campeão da América em 2014. Pode ser campeão, porque vai disputá-la. Para conquistar a Libertadores, é preciso classificar primeiro. O que fizemos com o 1 a 0 sobre o Goiás na despedida da Arena na temporada. Carimbamos nosso passaporte, o que nos permite sonhar com o tri.

A rodada 37 deu absolutamente certa. Atlético-PR e Botafogo perderam para Santos e Coritiba. Estacionaram em 61 e 58 pontos, diante dos nossos atuais 64 – Goiás ficou parado nos 59. Retomamos a vice-liderança e asseguramos o G-3, ou seja, a pré-Libertadores. No próximo domingo, na rodada final, basta um empate com a Portuguesa, fora de casa, para confirmarmos a vaga direta. Posto direto que é obrigação, passagem que assegura uma pré-temporada mais longa.

Barcos marcou o gol da classificação. FOTO: Ricardo Duarte

Barcos marcou o gol da classificação. FOTO: Ricardo Duarte

Novamente, a partida não foi um primor de qualidade. Tecnicamente foi um jogo triste, um festival de balões e de rebatidas de cabeça dos dois lados. O Grêmio venceu porque teve ímpeto até sair o gol de Barcos, o gol mais importante que o Pirata marcou desde que desembarcou em Porto Alegre. Desta vez, Barcos lutou e fez gol, o que esperamos do nosso centroavante.

Outro pilar da vitória esteve na defesa, que rebateu até suspiro. Souza fez uma boa partida, Rhodolfo comprovou ser o melhor jogador do time no returno e Bressan teve nova jornada segura. Já Pará desperdiçou muitos contragolpes. Aliás, faltou vontade de liquidar a fatura de novo. Ficamos satisfeitos com o perigoso 1 a 0. Eis uma mania que teremos de rever na Libertadores. O Grêmio precisa e deve matar o jogo sempre.

A classificação permite encaminhar um 2014 com o sonho do tri da América, assegura importante receita nos cofres combalidos do Grêmio. Podemos pensar num desmanche menor, em buscar peças pontuais. Obter a vaga direta facilitará o planejamento. É evidente que temos muitos pontos para melhorar, como formar um ataque mais veloz e decisivo. Contudo, só o fato de disputar a competição, anima demais. Estou orgulhoso do meu time.

A próxima Libertadores terá intervalo da Copa do Mundo, portanto, temos de chegar vivos no recesso. Até a volta do Mundial, muita coisa acontece, times contratam e vendem, vestiários fecham e racham. A classificação nos permite sonhar. Afinal, sempre queremos a Copa!

PS: aos que virão com o argumento de que estamos comemorando vaga, respondo: tenho orgulho de classificar para a Libertadores. Bonito deve ser chegar na rodada final do Brasileiro lutando contra o rebaixamento.

 

 

 

A vitória é inadiável contra o Goiás

30 de novembro de 2013 11

A penúltima rodada do Brasileirão chegou. E temos a oportunidade, na Arena, de resolver a classificação para Libertadores. Oportunidade inadiável. Bater o Goiás reanima a torcida, acalma o elenco, assegura um 2014 com mais de recursos nos cofres. Preparem os corações.

Teremos um domingo tenso. Podemos terminar o fim de semana classificados – desde que o Grêmio vença o Goiás e o Botafogo pelo menos empate com o Coritiba – ou fora do G-4. Pelos confrontos das últimas rodadas, é mais do que perigoso deixar para resolver a vida no último jogo. Estamos em terceiro, com os mesmos 61 pontos do vice Atlético, a dois do Goiás e a três do Botafogo. Ou seja, tudo embolado. Só que na rodada 37 a tabela nos favorece, o oposto da rodada derradeira.

Do quarteto que postula G-3, apenas o Grêmio joga em casa neste domingo.  Se ganharmos do Goiás no confronto direto, os esmeraldinos deixam de ser problema. O empate não será tão ruim se Botafogo e Atlético-PR, que jogam fora, perderem. Voltaremos ao segundo lugar, mas pressionados. Derrota é sinônimo de tragédia, seremos ultrapassados, o G-3 vira miragem.

Domingo para carimbar o passaporte. FOTO: Ricardo Duarte

Domingo para carimbar o passaporte. FOTO: Ricardo Duarte

Já na última rodada, os mandos invertem. O Grêmio vai visitar a desesperada Portuguesa – que para o nosso bem precisa vencer a Ponte Preta neste domingo -, enquanto Atlético-PR recebe o Vasco, o Botafogo pega o Criciúma e o Goiás encara o Santos. Nossos rivais jogarão em casa.  Portanto, para cima do Goiás.

O domingo será de secação aos rivais e de sofrimento. É líquido e certo que teremos um jogo tenso, contra um adversário perigoso, que sabe fazer gols. Com certeza vamos sofrer. É típico do gremismo. Tirando a vitória sobre o Náutico, na abertura do returno, sofremos em todas as outras partidas. Dificilmente será diferente diante do Goiás.

A vitória é inadiável. Independente da formação, das substituições, dos resultados paralelos, o Grêmio precisa ganhar. De preferência com a Arena cheia, rugindo. Preparem os corações. Avante, Grêmio!

>> Guia da secação – Grêmio 61 pontos, terceiro colocado
Coritiba x Botafogo (58)  - domingo, 17h: vitória do Coxa, é a rodada para o Botafogo tropeçar. O jogo é dificílimo, já que vale a sobrevivência do Coritiba. Se for derrotado, estará virtualmente rebaixado. Batendo o Botafogo, segura os cariocas nos 58 pontos. Um empate do Grêmio tira o Fogão do nosso caminho. Na rodada final, o Bota recebe o Criciúma.

Vitória (55) x Flamengo – domingo, 17h: vale a secadinha, já que o Vitória, se vencer os dois jogos, iguala os 61 pontos do Grêmio. Um empate já resolve. O Vitória encerra a campanha contra o Atlético-MG, em Minas.

Santos x Atlético-PR (61) – domingo, 19h30: a vitória do Santos permitirá a retomada da vice-liderança, posto que concede vaga direta na Libertadores. O Furacão vem da ressaca da Copa do Brasil, espero que faça um jogo terrível e perca. Na rodada final, o Atlético recebe o Vasco.

Bater o Goiás virou nossa obsessão

29 de novembro de 2013 21

O jogo do ano se aproxima. Domingo, 19h30, Grêmio x Goiás na Arena. Entraremos em campo cientes da possibilidade de confirmar ou não a vaga no G-3 com uma rodada de antecipação. Basta que no jogo das 17h, o Botafogo não vença o Coritiba no Paraná.

O resultado ideal é a derrota do Fogão, que estacionaria nos 58 pontos, distante três do Grêmio. Com um empate contra o Goiás, asseguraríamos o quarto lugar. Como a Ponte Preta encara o Lanús na final da Sul-Americana, é mais seguro o G-3. Portanto, bater os esmeraldinos é a nossa obsessão.  É preciso lotar a Arena.

Maxi não tem vaga garantida no jogo. FOTO: Lucas Uebel

Maxi não tem vaga garantida no jogo. FOTO: Lucas Uebel

O Grêmio teve a semana para descansar e se preparar. Desejo que esteja usando bem o tempo precioso. As desculpas sobre falta de oportunidades para treinos já não colam, vide que nas últimas duas semanas só tivemos jogos no domingo. Gostaria muito de ver o Grêmio marcar três, quatro gols num jogo. Seria um presente ao torcedor que há quase três meses se contenta com vitórias magrinhas.

Persiste a dúvida sobre o gringo que sobrará. Vendo o naufrágio de Barcos, voto nele, devolvendo Riveros ao time. Contudo, é mais fácil chover para cim do que Renato tirar o argentino do time. A ausência ficará entre Riveros e Maxi Rodríguez.

Independente da escalação, do trio de gringos, se teremos trio de volantes ou de atacantes, o Grêmio precisa ganhar. É a despedida da Arena na temporada, é o jogo que pode encaminhar um 2014 menos duro. É jogo para colocar 40 mil,  45 mil pessoas no estádio. Para mostrar ao Goiás que esta terra – e a vaga na Libertadores – tem dono.

O Flamengo e o Maracanã deram bom exemplo na final da Copa do Brasil. Arquibancada e campo em sintonia. Vamos tomar a Arena, contagiar o time. Vencer o Goiás é a nossa atual obsessão.

 

 

As lições do gordito Walter

04 de setembro de 2013 13

Walter Tonelada amassou o Grêmio. Devorou a defesa tricolor como se ela fosse um x-bacon. Pelo menos deixou algumas lições para nossos homens de frente. A principal: atacante bom é o que faz gol. E ponto.

Walter pode ter quase cem quilos, ter barriga, lembrar o Shrek vestindo o verde do Goiás. Mas Walter é agudo, faz gols, é um centroavante terminal. Tem oito gols no Brasileirão, destaque esmeraldino disparado. Já o nosso ataque padece. Luta muito, corre, tromba e pouco produz de fato. Pelos números, é quase um ataque de asma.

Em 34 jogos, Barcos tem míseros 10 gols, cinco deles no Brasileiro. Em 31 partidas, Kleber marcou seis, mesma soma de Vargas, que atuou 23 vezes. São números sofríveis. Que podem melhorar se tirarmos algumas lições de Walter.

O gordito é agudo. Usa o corpanzil para proteger bem a bola, apara o balão que vem da defesa, tem vitória pessoal no giro sobre o zagueiro. Giro em busca do gol, vale frisar. Walter arranca para finalizar ou fazer o passe na diagonal. Barcos e Kleber giram e, na maior parte das vezes, executam um passe de lado, que pouco ou quase nada acrescenta. É um esforço descomunal para devolver a bola aos volantes.

Outra diferença: quando tem a chance, Walter finaliza convicto, bate para matar o goleiro, sem floreios. Foi assim nas duas chances que teve contra o Grêmio. Na primeira usou o jeito, na segunda a força. Um petardo cruzado, seco. Algo que os avantes tricolores não fazem.

Barcos e Kleber penam para acertar a goleira. Ontem, Barcos colocou mais um lance na coleção de gols perdidos – que vai engordando com as chances rasgadas contra Santos, Flamengo…

A pontaria torta da dupla acentua o drama quando se tem um time que cria poucas oportunidades. Espero que nosso ataque reflita suas falhas. E incluo Vargas na conversa, porque o chileno é outro que pouco produz na temporada.

O torcedor tenta ter paciência com o ataque, tenta incentivar, acreditar, valorizar o esforço e a melhor mobilidade dos últimos jogos, mas os homens de frente precisam render mais. São muito bem pagos para marcar gols. Como é o Walter, que não ganha tanto quanto os nossos, mas entrega bem mais. Mesmo pesado, Walter é agudo, conclui com eficiência. Tem fome de gol.

 

Serra Dourada expõe nossas falhas

03 de setembro de 2013 38

Teve fim nossa série de vitórias. O Grêmio se perdeu no latifúndio do Serra Dourada. Walter, o centroavante do panceps, marcou os dois gols da derrota para o Goiás, 2 a 0. Teremos de secar Cruzeiro, Atlético-PR, Botafogo e Corinthians.

A atuação foi ruim, mas é preciso evitar terra arrasada. O tropeço não significa que está tudo errado, pelo contrário, deve destacar nossas falhas para que possamos corrigi-las. O Grêmio faz um bom campeonato, ultrapassou a barreira dos 30 pontos no primeiro turno, o que deixa qualquer time na disputa por título e vaga na Libertadores. E ainda temos o confronto em casa com a Portuguesa no encerramento do turno.

Voltando ao jogo, Renato tentou manter a mesma dinâmica ao começar com três zagueiros e três volantes, surpreendendo com a presença de Matheus Biteco na vaga que seria de Zé Roberto. O raciocínio estava correto: jogo fora de casa, time fechado, Biteco está melhor fisicamente do que Zé, recém recuperado de lesão.

Na prática, tivemos a mesma entrega de sempre, o time correu e marcou, o meio-campo teve a dificuldade rotineira de armar jogadas, o ataque brigou e teve pouca inspiração. A diferença é que desta vez a defesa falhou. Foi amassada por Walter. Dida errou a reposição e deu o primeiro gol esmeraldino. Bressan foi deixado na saudade por Walter no segundo.

O sucesso do nosso esquema passa pela defesa não vazar. Pois vazou e perdemos. E ficou difícil de buscar. Temos de aprimorar, urgente, nossa articulação. Mesmo com a entrada de Zé no segundo tempo, a criatividade continuou pequena. Muita bola rolada de lado, poucos lances agudos. Os alas acertam um cruzamento a cada ano bissexto. São pontos a melhorar para enfrentar a Lusa.

Como disse, o momento não é de terra arrasada, é de reconhecer falhas e trabalhar para saná-las. O campeonato é longo, o Grêmio vem bem, Renato e os jogadores estão com crédito. Nosso papel é cobrar as melhoras e apoiar o time.

 

Contra o Goiás e o Serra Dourada

03 de setembro de 2013 22

O Goiás e o Serra Dourada no nosso caminho. Inimigo e palco encrespados. Nossa história não é das melhores em Goiânia contra os esmeraldinos. São 18 jogos na história do Brasileirão, com cinco derrotas, 10 empates e três vitórias. Até 2008, tínhamos apenas um triunfo. Inesquecível. Foi em 5 de dezembro de 1996, semifinal do Brasileiro. Arce, Emerson e Paulo Nunes garantiram o 3 a 1 que encaminhou nossa classificação à final.

Hoje é o dia ideal para que o feito da Era Scolari inspire os comandados de Renato. Bater o Goiás significa igualar os 34 pontos do líder Cruzeiro, criar gordura no G-4, aumentar a distância dos rivais na briga por vaga na Libertadores. Bater o Goiás é enfileirar a sexta vitória seguida, reforçar a confiança que vai nos contagiando.

As condições são boas. O Goiás vai atacar, vai agredir o Grêmio no latifúndio do gramado do Serra Dourada. Precisamos manter a defesa robusta, com os três zagueiros bem postados. Gabriel vai substituir o suspenso Rhodolfo, creio que dará conta do recado. Já no meio-campo, Zé Roberto entra na vaga de Riveros, na seleção paraguaia.

Riveros integrou a trinca de volantes das últimas vitórias. É aguerrido, marcador, de vez em quando aparece lá na frente. Zé é o meia leve, que deixa o time mais ofensivo, porém reduz o poder de marcação. Em tese, teremos um Grêmio menos retrancado. Num campo grande, Zé terá a missão de conduzir a troca de passes e os contragolpes rápidos.

Explorar os lados do campo, com Pará e Alex Telles, aparece como caminho a ser seguido. Barcos e Kleber terão de se movimentar. Sólido lá atrás, seguro nas trocas de passe, com lances de lado de campo e velocidade no contra-ataque, temos plenas condições de comemorar a sexta vitória seguida no Brasileirão.