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Luan e Giuliano confirmam a boa fase

02 de abril de 2015 43

Por Guilherme Mazui / @guilhermemazui

A classificação na Copa do Brasil está encaminhada. Vitória por 2 a 1 sobre o Campinense na Paraíba. Temos de comemorar a boa fase de Giuliano e Luan. Quando o rival empatou em pênalti inexistente, o meia pifou o atacante, que tocou por cima do goleiro. Ao lado de Rhodolfo, são os melhores jogadores do Grêmio na temporada.

Já o lamento é por não termos eliminado o jogo de volta. O Grêmio receberá o Campinense na Arena porque o árbitro se embananou ao não marcar pênalti em Braian Rodríguez e ao anotar uma penalidade que não houve para o Campinense. Porém, considero o menor dos problemas. Lamento mesmo a displicência no ataque.

Lembram que falei que a Copa do Brasil é um torneio de matadores? Um torneio em que não se deve ter misericórdia? Pois a Imortal teve. Perdeu chances cara a cara, desperdiçou uma penca de contragolpes e não conseguiu impor dois gols de vantagem sobre um adversário da quarta divisão.

Geromel perdeu chance em escanteio, sem goleiro, nos primeiros minutos. Braian Rodríguez entrou sozinho e bateu em cima do arqueiro, mesmo erro de Matías Rodríguez. Três chances claras, três gols fáceis desperdiçados. O Grêmio não pode facilitar assim.

Então, falo de Braian. Tento manter o otimismo com o uruguaio, mas começo a questionar minha convicção. Um gol sem goleiro em seis jogos. É pouco. Tudo bem que ele recebe poucas assistências, porém nas últimas partidas teve três lances solito com a bola dominada. Contra Cruzeiro, São Paulo e Campinense errou. Não pode. Gol fácil é para ser marcado.

Se Braian teve atuação apagada, Yuri Mamute entrou no seu lugar e desequilibrou em um lance. Girou no marcador, arrancou, pedalou e rolou para Douglas guardar. Jogada de força e velocidade que Braian não tem condições de fazer. Mamute entrou muito bem, perdendo fôlego depois. Desponta como possível titular.

No empate do Campinense, Matías Rodríguez lembrou seus piores momentos. Foi driblado com enorme facilidade. Precisaria de uma moto para correr atrás do adversário. A marcação do argentino tem muito a melhorar.

Já Luan e Giuliano resolveram. O meia acerta passes, arrisca lances decisivos, seja em assistências ou arremates. Melhora sua performance a cada rodada, começa a ser o reforço que sempre desejamos. Luan, por sua vez, reencontra o futebol do início de 2014, o futebol que exibia até fraturar a mão. Marcou o terceiro gol em dois jogos.

Com Luan e Giuliano em boa fase, o Grêmio se torna competitivo. Tem muito a melhorar, mas aponta um caminho promissor.

 

 

 

 

 

 

É do jogo, é o começo de uma competição que só esquenta mais adiante, nas oitavas de final. O lance é chegar lá com futebol competitivo.

O Grêmio

 

 

Segurem Luan

05 de junho de 2014 73
Luan desperta interesse europeu. FOTO: Fernando Gomes

Luan desperta interesse europeu. FOTO: Fernando Gomes

Por Guilherme Mazui

Leio que o Grêmio pensa em vender Luan, valorizado depois das belas atuações com a seleção sub-21 no Torneio de Toulon, na França. Será um tiro no pé para um clube que pretende envolver o torcedor na compra da gestão da Arena.

Para um clube que anda com dificuldade de bancar a folha de pagamento, a venda de uma promessa colocaria o caixa em dia. As sondagens indicam que Luan pode sair por 12 milhões de euros, cerca de 37 milhões. O Grêmio, dono de 70% do passe, quer 15 milhões de euros, algo em torno de R$ 46,5 milhões.

Pensando só no bolso, seria ótimo vender o guri. Contudo, partirá o raro sopro de qualidade do meio e ataque do Grêmio. Partirá o único jogador capaz de um drible inesperado, de uma assistência açucarada, de uma arrancada para o gol. Ficaremos soterrados na mesmice das últimas rodadas do Brasileirão.

A venda também terá reflexo no ânimo dos gremistas. Ficará mais difícil convencer o torcedor a colocar dinheiro na campanha que pretende, em junho de 2015, ter o controle total da Arena.

O Grêmio estuda criar cotas de contribuições, com valores variados e contrapartidas proporcionais, a fim de auxiliar na busca do dinheiro. Acredito que um time competitivo é fundamental para incentivar a participação.

Nesta linha de raciocínio, acredito que vale a pena segurar Luan por mais um tempo. Ele é jovem, tem bola para protagonizar importantes feitos com a camisa tricolor. E vocês, amigos? Preferem passar o guri nos pilas ou mantê-lo no clube?

Luan é titular, Luan é solução

09 de maio de 2014 54
Sobrou para Luan. FOTO: Lucas Uebel/Grêmio

Sobrou para Luan. FOTO: Lucas Uebel/Grêmio

Por Guilherme Mazui

Enderson Moreira sinaliza o time que enfrenta a Chapecoense com Luan, a grande revelação da temporada, no banco. Sobrou para o lado mais fraco. Gostaria de ver o técnico colocar Barcos entre os reservas, o centroavante-capitão dos gols em Gauchão. Falta coragem.

Tudo bem, Luan voltou muito abaixo do esperado. Pipocou contra o San Lorenzo, teve medo, parecia uma criança abandonada pelos pais na selva. Contudo, é o melhor que produzimos na base em anos. Tem margem para crescer.

Luan tem drible, joga para frente, surpreende a defesa. Quero acreditar que o banco é momentâneo, meio de recuperar a forma sem expor o guri. Se o motivo for outro, é encontrar um Cristo no lado mais fraco do elenco.

Se o critério de más atuações recentes vale a temporada no banco, o primeiro a sentar deveria ser Barcos. Por que insistir em um centroavante que some em partidas decisivas, que já crava cinco jogos sem marcar? Diante do San Lorenzo, em dois jogos, Barcos perdeu três chances claras e um pênalti.

Muita gente vai dizer que o argentino recebe poucas bolas e tal e coisa. Concordo, porém, Barcos mais erra do que acerta. Ele repete 2013, com gols no Gauchão e um gol a cada mês quando o nível de exigência sobe. Barcos é muito bem remunerado para balançar as redes sempre. Do contrário, vai Lucas Coelho ou um similar na frente. É mais barato.

Ontem, fez sucesso o post sobre o Pará, que não seria o problema do Grêmio. Vou na mesma linha, Luan está longe de ser problema, não pode pagar pela eliminação na Libertadores. Há jogadores mais velhos e badalados, apontados como líderes, que deveriam matar a bronca no peito e resolver. Algo que eles não estão fazendo.

Luan é titular, Luan é solução.

***

Grêmio em grande fase. FOTO: Ricardo Duarte

Barcos é muito bem pago. FOTO: Ricardo Duarte

Foi noticiado interesse do Boca Juniors por Barcos, que disse estar feliz no Grêmio. O argentino fica pelo bolso. Barcos ganha bem demais, muito acima de Riquelme. Ele teria de reduzir o salário a um terço para defender o Boca.

Barcos, um centroavante mediano, fez o contrato da vida com o Grêmio, supera os R$ 500 mil mensais (fala-se em R$ 700 mil, mas o clube, como qualquer outro, não revela salários). Portanto, Barcos só sairá se o Grêmio bancar parte do soldo ou se vier uma proposta milionária das Arábias ou da China.

Cinco pontos para trabalhar na semana

07 de abril de 2014 35
Semana quente no Grêmio. FOTO: Enderson Moreira

Semana quente no Grêmio. FOTO: Lucas Uebel/Grêmio

Por Guilherme Mazui

Aproveitada a folga do sábado e domingo, o Grêmio tem dois desafios, um na quinta-feira e outro no domingo: defender o primeiro lugar do grupo na Libertadores e reverter a vantagem colorada na final do Gauchão. Semana quente, na qual temos de refletir em alguns pontos. Sugiro cinco.

1) Quem entra na vaga de Luan?
O guri fará falta, sendo que corre o risco de desfalcar o time nas oitavas da Libertadores. Alán Ruiz larga na frente, mas terá de ser mais intenso em campo. Maxi Rodríguez e Jean Deretti servem como opção, temos o garoto Everton, quem sabe Zé Roberto reaparece. Quero ver Everton jogar, mantém a velocidade atual. O jogo contra o Nacional-URU, na Arena, é um excelente teste.

2) Vale manter três volantes?
Acima citei quatro meias que podem entrar no time. Com tanta opção, não seria o momento de rever os três volantes? Reconheço a entrega de Ramiro e Riveros, mas o esquema só funciona bem no ataque quando um dos volantes se projeta, como aconteceu no primeiro gol na Colômbia. Contudo, nossa dupla visita a área adversária menos do que gostaríamos, falta perna para marcar e atacar na mesma intensidade. Tenho a tendência a sacar Ramiro, que tem marcado, passado e atacado bem mais ou menos.

3) Atenção na bola aérea
Tomamos um gol de cabeça do Brasil de Pelotas, levamos dois do Inter e não sofremos um do Atlético Nacional porque as divindades tricolores nos salvaram. Em uma falta de lado, o centroavante colombiano subiu completamente sozinho. Se alguém precisa estar bem marcado em uma falta, este alguém é o centroavante rival. O Grêmio tem cometido erros preocupantes de posicionamento e tempo de bola quando o lance é pelo alto. Werley precisa de mais atenção.

4) Capricho na bola parada
Um problema de 2013 que ainda não foi resolvido. Erramos todas as cobranças de escanteios e de falta imagináveis. O escanteio sai curto, a falta lateral para nas mãos do goleiro, os tiros frontais não assustam. Dos 41 gols do Grêmio, três saíram em escanteios e três em faltas. Bola parada deficiente é falta de treino. Aqui, não serve a desculpa de calendário apertado, pois é possível lapidar a bola parada todos os dias, nem que seja por poucos minutos ao final do treino.

5) Hora de Wendell retomar a performance
Desde que teve uma atuação de gala contra o Atlético Nacional na Arena, sendo vendido em seguida para o Bayer Leverkusen, Wendell baixou de produção. Os técnicos rivais passaram a jogar nas suas costas, forçando o Grêmio a atacar com Pará. O grande jogador é marcado e produz igual. Wendell tem plenas condições de ser um lateral de nível internacional, portanto, terá de aprender a driblar a marcação. Quero ver nosso lateral indo ao fundo, entrando na área em velocidade. Wendell é arma para vencer o Nacional e o clássico.

Quem vai substituir Luan?

04 de abril de 2014 24
Everton pode ter chance. FOTO: Cristiano Oliveski/Grêmio

Everton pode ter chance. FOTO: Cristiano Oliveski/Grêmio

Por Guilherme Mazui

Luan fraturou a mão. Deve ficar de fora contra o Nacional e o Inter. Um desfalque que chega em mau momento. O garoto se tornou figura indispensável no time. Será um desafio substituí-lo sem prejuízo ao nível do jogo tricolor. Quem vai dar o drible que abre a defesa rival? Quem vai inventar um passe na diagonal? Quem terá a responsabilidade de assumir a função da nossa revelação?

A alternativa que primeiro surge na mente gremista é Alán Ruiz. Dudu passa a fazer dupla de ataque com Barcos e o argentino assume a articulação. Assim, continuam os três volantes. Na teoria, o bom passe e chute do gringo agregariam valor. Só que Ruiz tem entrado dormindo nos últimos jogos. Temo que a equipe perca a intensidade no ataque.

No mesmo desenho tático, Jean Deretti e Maxi Rodríguez concorrem a vaga no meio-campo, já que Zé Roberto ainda não é alternativa. O Maxi do final de 2013 cairia muito bem. Teríamos passe, infiltração e chute de média distante. Mas o uruguaio decaiu de produção. Poderia mirar a situação para se reerguer.

Agora, como nos próximos dois compromissos teremos de atacar, uma alternativa seria testar Everton, 18 anos. É jovem e tem talento. Marcou dois gols na temporada, arrisca o drible, é veloz, não se intimida com a zagueirada rival. Fica mais próximo da característica de Luan, mantém a escalação com dois homens rápidos pelos lados.

Analisando nossas últimas atuações, tenho a tendência a bancar Everton contra o Nacional. E gostaria de ver um meia na vaga de um volante. O trio de volantes só funciona quando Ramiro e Riveros se projetam ao ataque. Assim nasceu o gol do paraguaio no Uruguai, assim nasceu o gol de Dudu na Colômbia. Contudo, os dois se projetam menos do que gostaríamos. Falta perna para marcar e atacar no mesmo ritmo.

São muitas dúvidas para mexer em um time que faz boa temporada. O bom é que Enderson Moreira tem uma semana para descansar, pensar e treinar. Boa sorte, ao treinador.

***

Faltando uma rodada para terminar a primeira fase da Libertadores, já é possível mirar possíveis rivais no mata-mata. Hoje, o Grêmio tem a terceira melhor campanha com 11 pontos, pegaria o Zamora da Venezuela. Seria bom. O primeiro lugar geral é difícil, já que o Vélez (12) recebe o lanterna Universitario. O Santos Laguna (13) visita o Arsenal. Pela lógica, ficaríamos com a segunda campanha. Entraremos em campo na próxima quinta-feira cientes de quais serão os possíveis adversários das oitavas.

Gre-Nal para lotar a Arena

29 de março de 2014 29
Pra cima deles, Luan! FOTO: Ricardo Duarte

Pra cima deles, Luan! FOTO: Ricardo Duarte

Por Guilherme Mazui

O Gre-Nal 400 é o primeiro passo para reconquistar a hegemonia regional. Quero 50 mil vozes na Arena, um mar tricolor a empurrar um Grêmio destemido, sem misericórdia do rival. Podemos encaminhar o título em casa. E mandar os vermelhos de cabeça inchada para reinaugurar a reforma da beira do Guaíba.

A fase engana-bobo da temporada terminou na quarta-feira. O domingo inaugura a temporada de verdadeiros testes para um Grêmio que se propõe a iniciar uma era vitoriosa, agora, na Arena. Períodos de glória se constroem com taças, mesmo as estaduais. Temos a oportunidade de conquistar a primeira.

O clássico pinta sem favoritos, apesar da insistência alheia em colocar o Grêmio na frente do Inter. Confio plenamente no elenco, na nova mentalidade instaurada por Enderson Moreira. E aposto em Luan.

O garoto-prodígio foi lançado como titular justamente no clássico da primeira fase, o 1 a 1 do dia 9 de fevereiro. Quase dois meses depois, o guri é inquestionável. Desde Carlos Eduardo não saía um jogador tão promissor da base. Veloz, marca gols e dá passes. Em vez de cair, como seu antecessor, avança em direção à meta adversária.

Pois chegou a hora de Luan dar o passo adiante no caminho de ídolo gremista: gol, grande atuação, vitória em Gre-Nal. Um passo que pode colar em outra etapa da criação de um ídolo, a conquista de um título. Um troféu que vai reforçar a confiança para buscar outra taça que tanto cobiçamos, a Taça Libertadores.

Avante, Grêmio! Queremos todas as copas!

O que vi nas férias

17 de fevereiro de 2014 27

Buenas, gurizada, de volta ao batente. Três semanas bem aproveitadas, de descanso e vitórias tricolores. Três semanas em que vi o trabalho promissor de Enderson Moreira começar a entrar nos trilhos. Deixo algumas considerações do que vi nos últimos dias.

Luan tornou time mais agudo. FOTO: Mauro Vieira

Luan tornou time mais agudo. FOTO: Mauro Vieira

1) Luan
A lesão de Kleber abriu espaço para a velocidade e agilidade de Luan. Ainda franzino, perna longa e técnico, o garoto é o oposto do Gladiador. Garantiu a bola de escape que não tínhamos, aquela arrancada em direção ao gol que tanta falta fez em 2013. O pênalti sofrido contra o Esportivo serve de exemplo. Luan só precisa aprimorar a finalização.

2) A mão de Enderson
Depois de atuações apagadas contra Juventude e VEC, Enderson retomou os três volantes e superou duas provas de fogo: Gre-Nal e estreia na Libertadores fora de casa. Um esquema bem similar ao de Renato em 2013, com marcação forte e uma defesa postada, porém, com o acréscimo da velocidade de Luan e Wendell. Pontos para o treinador.

3) Edinho e o jogo quente
Edinho teve boa atuação no Gre-Nal e na vitória sobre o Nacional. Mostrou algo constante em sua carreira: cresceu em jogos quentes. Fiz cara feia quando trouxeram o volante, mas ele conquista o torcedor com sua entrega. Sua presença se tornou importante, em especial após a saída de Souza. Só critico as tentativas de lançamentos longos, que costumam sair tortos.

Edinho subiu de produção. FOTO: Mauro Vieira

Edinho subiu de produção. FOTO: Mauro Vieira

4) Zé Roberto devendo
Nossa articulação continua deficitária. Zé Roberto teve atuações apagadas, escondido do jogo. Zé nunca teve o histórico de decidir confrontos decisivos, mas já rendeu bem mais no Grêmio. Costumava arrematar com maior regularidade, aparecer mais na área. Zé teve sorte de Maxi começar rendendo pouco.

5) Outras considerações
Rhodolfo foi bem no Gre-Nal e engoliu o centroavante Alonso, do Nacional. Continua como nosso melhor zagueiro, muito seguro lá atrás.

Barcos tem três gols na temporada, um no Gre-Nal. Esse é o caminho. Gol chama gol. Pode ser de canela, sem goleiro, de pênalti. Se melhorarmos a articulação, vai render mais.

Wendell joga mais do que Alex Telles. Arranca, ajuda a abrir a defesa adversária. O time ficou mais agudo com o novo lateral-esquerdo. Já na direita segue difícil acreditar que teremos o Pará como titular pela terceira temporada seguida.

Wendell joga mais do que Telles. FOTO: Mauro Vieira

Wendell joga mais do que Telles. FOTO: Mauro Vieira

Marcelo Grohe faz um bom começo de temporada. Não falhou nos gols que tomou, pelo contrário, fez seu trabalho com boas defesas nos dois jogos encardidos (Gre-Nal e Nacional).

Maxi Rodríguez começou sonolento. Mesmo na boa atuação contra o Esportivo, teve lampejos, não foi constante. Para virar titular, terá de ser regular, ter uma participação mais intensa. Vale o mesmo para Deretti e Ruiz. O argentinou mostrou ter uma perna esquerda perigosa.

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Gurizada, deixo o agradecimento ao amigo Caue Fonseca que tocou o blog na minha ausência. Caue pé quente, por sinal.