Se estivesse vivo, John Henry Bonhan faria 65 anos nesta quinta-feira (31). O baterista do Led Zeppelin bateu as botas em 24 de setembro de 1980, depois de um ensaio de preparação para um novo tour. Reza a lenda que naquela noite, o músico teria bebido o equivalente a 40 doses de vodka. Na manhã seguinte, ele, que estava hospedado na casa de Page, simplesmente não acordou. Estava morto, asfixiado pelo próprio vômito (segundo a autópsia). Virou um mito das baquetas.
Bonzo é “hors concours” em qualquer relação do melhor baterista de todos os tempos. Ano passado, o semanário musical britânico UCR elegeu “Moby Dick”, tema instrumental do álbum Led Zeppelin II (1969), famosa pela execução no filme “The Song Remais The Same” (1976), como Melhor Solo de Bateria desde sempre.
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Em uma das cenas de “Might Get Loud” (2008), Jimmy Page conta como nasceu o som de um dos mais célebres timbres de bateria dos anos 1970. Com músicas como "When The Leeve Breaks", dá pra dizer que Bonhan e o engenheiro de som Glyn Johns definiram o som de bateria daquela época do rock, claro que a ajuda da acústica natural de Headley Grange, uma mansão transformada em estúdio localizada em East Hampshire, na Inglaterra, um lugar idílico (construído em 1795).
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Falem bem, ou falem mal, mas falem de Bonzo.
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Tal como o maluco do The Who, Bonham tinha um estilo único, "incopiável".
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