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Posts na categoria "Curiosidades"

Há 43 anos morria Jimi Hendrix

18 de setembro de 2013 2

Divulgação Artwork

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Se você esbarrar com o nome de James Marshall Hendrix (1942-1970) no topo de qualquer ranking de “o melhor guitarrista de todos os tempos”, tenha certeza, caro leitor, que trata-se, sim, com toda justiça, do homem que revolucionou o instrumento. O título é mais do que merecido a ele, o canhoto Jimi Hendrix. A postura de palco, o figurino, as caras e bocas, a conotação sexual, o ativismo político com o punho cerrado ou dedo em “V”, o jogo cênico de incendiar o instrumento, o herói da guitarra em sua essência e o melhor de tudo: o som! Hendrix, que morreu há 43 anos, em 18 de setembro de 1970, parecia controlar os incontroláveis corcoveios eletrificados de uma guitarra Fender Stratocaster, como um mago vindo de outro planeta ou dimensão.

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Sua cabeça funcionava como uma fábrica de riffs endiabrados. Entre seus superpoderes, ainda havia um diálogo sem precedentes com a microfonia. Vejo Hendrix, certas vezes, como um daqueles semideuses que tiveram a permissão de conviver entre nós por certo tempo, um controlador das tempestades.

Falando em esferas superiores, lembram das origens de Elvis Presley? O rock precisava de um branco que cantasse como um negro para ser legitimado. Pois Hendrix veio pegar de volta o trono no panteão do gênero. Se um branco (plebeu anglo-saxão) foi coroado como rei do rock, um negro (metade índio) seria para sempre o eterno rei da guitarra, símbolo máximo “desse tal de roquenrôu”.

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Quando o norte-americano nascido em Seattle tomou a América de assalto no Festival de Monterey, em 1967, ele já era um nome de respeito na Grã-Bretanha. Antes, ironicamente, Hendrix já havia excursionado nos EUA com os Isley Brothers e com Little Richard. Mas passou batido e despercebido, trabalhando como um mero músico contratado.

Os ventos começaram a soprar a seu favor quando o músico e produtor Chass Chandler (ex-baixista do The Animals) o agenciou na Inglaterra. O espertalhão sabia que a música negra tinha um histórico de êxitos por lá. Visualizando o potencial de Hendrix, Chandler sugeriu a ele o visual cigano-hippie, decalcado direto da Carbaby Street, Meca da Swinging London na segunda metade dos anos 60. Mesmo sem ser um habitué da cena londrina, Hendrix conseguiu, por meio de Chandler, uma palinha com o Cream, de Eric Clapton, em outubro de 1966. Hendrix sacou do coldre Killing Floor, de Howling Wolf, e tocou parte dela com os dentes. Golaço! Logo, ele influenciaria o próprio Clapton, que adotaria visual parecido e um estilo de tocar mais relaxado. Depois, o Cream faria Sunshine of Your Love em homenagem a Hendrix.

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Divulgação Experience Hendrix

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Quando ele passou a ser a atração principal dos shows, contava com uma plateia formada por gente como os Beatles, os Stones, Pete Townsend (The Who), Jeff Beck (ex-Yardbirds e então no The Jeff Beck Group) e dezenas de outros guitarristas que babavam na fila do gargarejo e que também, consequentemente, passaram a repensar sua relação com o instrumento.

Em seguida, Hendrix gravaria álbuns e cairia na estrada com o baterista Mitch Mitchell e o baixista Noel Redding. Apenas um ano depois, voaria alto com sua guitarra em chamas e por versões não menos abrasivas de Bob Dylan e The Troggs no Monterey Pop (1967). A postura do artista sobre as questões raciais e a Guerra do Vietnã foi dada quando “bombardeou” a plateia do Festival de Woodstock (1969) com a versão de protesto do hino norte-americano. A sua releitura de Star-Spangled Banner continua sendo um dos eventos mais comentados da história da contracultura do final dos anos 1960.

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Pouco tempo depois, Hendrix deixaria de lado a psicodelia, quando emblematicamente dispensou sua banda branquela inglesa. Ele resolveu peitar o racismo de verdade ao admitir os negões Billy Cox e Buddy Miles, incorporando ainda mais groove, funk e sangue escuro na sua música. Ironicamente era criticado por ser um artista negro tocando para uma audiência branca. E o mais estranho é que parecia não se adaptar aos códigos culturais, causando desconfiança entre os “irmãos” com seu novo grupo não miscigenado. As mudanças de formação e a inconstância foram fatores marcantes no controverso e trágico epílogo dos últimos dias do músico.

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Divulgação Experience Hendrix
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No dia 18 de setembro de 1970, Hendrix chegou morto ao hospital em Londres. O legista atestou a causa como “inalação de vômito provocada por intoxicação de barbitúricos”. Por não haver em seu sangue quantidade de drogas suficientes para matá-lo, levantou-se a hipótese de suicídio, tese rejeitada pelas pessoas que conviviam com Hendrix.

Já para quem acredita em teoria da conspiração, James “Tappy” Wright, ex-roadie de Hendrix, declarou em Rock Roadie, seu livro lançado em junho de 2009, que, na verdade, o músico americano foi assassinado por Michael Jeffery, seu último empresário, como parte de um esquema de seguro. Wright argumenta que, para o empresário, o guitarrista valeria mais morto do que vivo. A tragédia teria tido início nas primeiras horas do dia 18 de setembro de 1970. Foi quando uma gangue contratada por Jeffery invadiu o quarto do hotel onde Hendrix estava e o forçou a tomar vinho e pílulas para dormir. Quem endossa a afirmação é John Bannister, médico que tentou reavivar Hendrix na noite em que ele morreu. O que o surpreendeu mais no paciente é que ele estava encharcado de álcool. “A quantidade de vinho que estava sobre ele era extraordinária. Não somente ele estava com vinho nos cabelos e camiseta, mas seus pulmões e estômago estavam absolutamente cheios de vinho. Eu nunca vi tanto vinho em apenas uma pessoa”, declarou Bannister. Wright diz ter descoberto a história durante um jantar com Jeffery. O empresário estaria bêbado no apartamento do ex-roadie, quando confessou ter assassinado o guitarrista. Apenas um mês depois, Jeffery morreria em um acidente aéreo, em 5 de março de 1973.

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Passados 43 anos da morte de Hendrix, o melhor modo de conhecê-lo ainda é ouvir sua discografia, produzida de forma meteórica em apenas meia década de carreira, e conferir em vídeo suas beatíficas aparições nos festivais de Monterey Pop (1967), Woodstock (1969) e até mesmo o desempenho “meio down” em Isle Of Wight (1970).

Uma pena ter partido tão cedo, aos 27 anos. Entre seus projetos futuros, estava um disco instrumental com o maestro/arranjador Gil Evans e uma parceria com o trompetista Miles Davis! Já pensaram? Quando lembro de Hendrix, sempre penso no cara como um operário do som. Era comum sua estada de 12 horas por dia dentro de um estúdio em busca do “som perfeito” (segundo relatos de Eddie Kramer, engenheiro de som). Em entrevistas, Hendrix disse que ouvia verdadeiras sinfonias em seus sonhos. Tanto que, em uma de suas últimas declarações, disse: “Eu gostaria de unir algo de Bach, Handel e Muddy Waters, do estilo flamenco (risos). Se eu conseguisse este som, eu estaria feliz.

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Curiosidades técnicas:

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Amplificadores: em seus primeiros dias, Jimi Hendrix usava um Fender Twin Reverb (equipamento que nunca abandonou nas gravações de estúdio). Mas na tranqueira do palco, a principal caixa de distorção de Jimi era uma Marshall (a preferida era a Plexi 1959 de 100 Watts). Em alguns casos, chegou a usar seis Marshall ligados em linha simultaneamente, mais um sétimo como monitor. Reza a lenda que o pessoal da técnica costumava ter dificuldades em manter seu equipamento funcionando em turnês, porque ele ligava tudo no máximo, sobrecarregando-os muito além dos limites, fato que frequentemente liquidava com a vida útil desses equipamentos

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Pedais de efeito: Wah-wah (Vox), Wah-wahCry Baby (Jim Dunlop), Fuzz Face (Dallas Arbiter) e Univible (Univox). Jimi tinha o pé pesado e geralmente seus pedais também tinham vida útil limitada.*

Uma exclusividade: o engenheiro de som Roger Mayer desenvolveu para Hendrix a Octavia, uma máquina que dublava frequências com capacidade de mudá-las.*

Guitarras: as “mulheres elétricas” de Hendrix eram aGibson Flying V preta (ele teve três modelos ao longo de sua carreira), uma Fender Jaguar e, especialmente, uma multidão de modelos Fender Stratocaster.

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Dicografia Selecionada:

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Os três primeiros discos de Jimi Hendrix foram relançados em 2010, além de First Rays of the New Rising Sun (compilação lançada originalmente em 1997).

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Are You Experienced (1967)

Axis: Bold As Love (1967)

Electric Ladyland (1968)

Band of Gypsies (1970)

Jimi Hendrix Blues (1994)

Valleys of Neptune (2010)*


+ sobre Hendrix:

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Biografia em HQ.

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Visão em tecnicolor

05 de agosto de 2013 0


















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Artista dinamarquês dá cores a imagens históricas

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Inevitavelmente, a visão que temos do passado quase sempre é retratada em preto e branco. Mas e se pudéssemos perceber outras nuances dos quartos de hotel e camarins por onde passaram Elvis e Johnny Cash, ou apreciar o azul cerúleo dos olhos do poeta Walt Whitman e da atriz Grace Kelly?

Pensando nesse e em outros aspectos, o artista dinamarquês Zuzahin decidiu colorir cuidadosamente uma série de imagens históricas. O resultado pode ser conferido em seu tumblr, chamado Colorized History. A plataforma é frequentemente atualizada com fotos e legendas explicativas.

Clique aqui e faça uma deliciosa viagem no tempo.

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Fontes: Catraca Livre SuperNova

Toca-discos usa fatia de tronco de árvore pra ler música

26 de julho de 2013 0

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Músicas emocionantes ao piano, até com um pouco de dramatismo, em um projeto sensível e inovador – o alemão Bartholomäus Traubeck lançou um toca-discos modificado, que é capaz de ler digitalmente fragmentos de árvores. Utilizando um software especializado, cada fatia de árvore produz sua própria música.

O projeto se chama de Years, porque é lendo os anéis das árvores, que indicam a taxa de crescimento anual de cada uma, que é possível construir sua biografia, que é assim apresentada através da música. Assim, em vez de um vinil, você tem um disco de madeira e ao invés de uma agulha, tem um sistema de câmera que captura imagens processadas pelo software.

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O mais incrível desse projeto é mesmo a música, que tem tanto de bela e emocionante, como de dramática e enigmática.

Fonte: Hypeness

Vale muito o clique:

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YEARS from Bartholomäus Traubeck on Vimeo.

Venda de vinis cresce 30 % no primeiro semestre de 2013

22 de julho de 2013 1

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2013 vem sendo um ótimo ano para os discos de vinil. De acordo com os números da Nielsen SoundScan, as vendas nesse ano (números até junho) cresceram mais de 30% em relação a 2012 e atingiram a melhor marca nos últimos 15 anos.

Nunca se comprou tantos bolachões como agora.

Para se ter uma ideia, nesse primeiro semestre, cerca de 3 milhões de LPs foram vendidos somente no Reino Unido. Esse número equivale a 2% de toda a música que é consumida por lá. Essa fatia até pode parecer pequena, mas o importante é perceber que a procura por vinis está indo na contramão de uma tendência negativa. A venda de CDs, no mesmo período, encolheu 14%.

A IFPI (International Federation of the Phonographic Industry) acredita que o mercado de LPs deve movimentar mais de 200 milhões de dólares até o final do ano. Só o Record Store Day 2013, realizado no último dia 20 de abril, viu a sua demanda aumentar 60%.

A música vive “novos tempos” mesmo. Bem que poderiam divulgar uma estatística dos números de venda de LPs no Brasil. Tenho certeza, por aqui, os vinis também estão dando baile em vendas.

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Fonte: Noize

Coisas que fazem os adoradores de vinil felizes

19 de julho de 2013 1

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Quem me deu a barbada do post foi o amigo @Codevilla. Olha que bacana esse vídeo (via @BuzzFeed). Portal especializado que adora enumerar fatos e produtos que fazem barulho na internet. O site elencou alguns motivos que fazem a alegria dos colecionadores de vinis.

Entre esses estranhos prazeres, lá estão simobolizados de alguma forma: a satisfação de assistir o movimento do braço pousando no LP, o garimpo atrás de raridades nos sebos, como discos de oito polegadas de 45 rotações, bolachões importados do Japão e discos de blues. O vídeo também chama a atenção para a magia da arte das capas e até mesmo colecionadores malucos que buscam colocar nas suas prateleiras capas ridículas potencializadas pelo formato de 12 polegadas, só pelo prazer de celebrar a mediocridade do POP. vinis coloridos, tardes de sábado em lojas especializadas no gênero ou em feiras ao ar livre, fotos de colecionares brincando com Sleeveface, e até mesmo a chance de encontrar alguma pessoa bacana, que compartilhe da sua mesma doença pela música em seu melhor formato.

Por que será que me identifiquei?

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Guitarra usada por Bob Dylan será leiloada

02 de julho de 2013 0

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Modelo marca primeira apresentação do artista com um instrumento elétrico

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A guitarra usada por Bob Dylan na lendária apresentação no Newport Folk Festival, em 1965, será vendida em um leilão. A Fender (sunburst) Stratocaster, modelo 1964, que marca a primeira vez de Dylan num palco, portando um instrumento elétrico, será leiloada no final deste ano. A atual dona dela, Dawn Peterson, tinha esse segredo guardado na família há 50 anos. O mistério só foi desvendado no início desse ano, durante o “History Dectetives”, programa da TV norte-americana.

Enquanto rolavam as gravações, ela foi informada que a peça havia sido avaliada em um valor mínimo de 550 mil dólares.

Segundo Dawn Peterson, seu pai pilotou o avião particular que levou Dylan para casa após sua histórica participação no festival de Newport e encontrou três guitarras que haviam sido esquecidas na aeronave. Embora o piloto tenha tentado entrar em contato com a equipe do músico várias vezes, ninguém nunca respondeu, e por isso ele ficou com os instrumentos.

Após a aparição de Peterson na TV, houve uma disputa legal entre ela e Dylan, a respeito de quem seria o real proprietário da guitarra. Dylan e Dawn entraram em acordo e, mesmo que os termos definidos não tenham sido divulgados, o instrumento será vendido. “Um dos termos do acordo que posso revelar, obviamente, é que o Senhor Dylan irá participar da venda”, disse Christopher DeFalco, advogado de Dawn. E ainda concluiu: “A pessoa que comprá-la receberá um recibo assinador pelos Peterson e pelo senhor Dylan, ou um dos representantes dele”.

A proprietária afirmou em entrevista que espera que o instrumento obtenha um local apropriado para exposição.  ”Eu teria que pagar para mantê-la em segurança. Desejo que o novo dono possa não só aprecia-la, como também a coloque num museu para que o maior número de pessoas tenha contato com a guitarra”, disse Peterson à revista norte-americana Rolling Stone.

Além da Fender, o lote em leilão irá também incluir letras manuscritas de Dylan encontradas no interior do box da guitarra. Entre os manuscritos, “Just Like A Woman” e outros temas da época de “Blonde On Blonde”.

A papelada histórica pode render um adicional de 50.000 dólares.

Veja o programa.

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Pôster original do Kiss é vendido por mais de três mil dólares

02 de julho de 2013 5

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Um cartaz de um show do Kiss Bayfront Center, em San Petersburgh, na Florida, realizado no dia 20 de outubro de 1975, foi vendido no eBay por impressionantes U$ 3125,00, isso depois de quase 30 lances no conhecido site de vendas.

Na época desse cartaz, o Kiss estava no tour de “Alive”. No set list do show, “Deuce” abria os trabalhos, sendo que o bis tinha “Cold Gin” e “Rock and Roll All Nite”. Segundo o cartaz, os bilhetes custavam U$ 5,50 (antecipados) e U$ 6,50 (na hora do show).

O ganhador também levou pra casa um tíquete original e fotos tiradas na noite do espetáculo. Embora o cartaz nunca tenha sido dobrado ou enrolado, o papel contém vários furos. Nesse ano, o Bayfront Center tinha capacidade de receber 7.500 pessoas.  O ginásio foi construído em 1965 e demolido em 2004.

Atualmente, ainda com Gene Simmons e Paul Stanley, dois dos integrantes originais em sua formação, o Kiss está em turnê. O quarteto toca nesta quarta-feira (03) no Hartwall Arena, em Helsinki, na Finlândia. Abaixo você vê um trecho da apresentação de ontem (01/07), em Estocolmo, capital sueca.

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Uma garrafa de cerveja que pode ser tocada como um vinil

26 de junho de 2013 0


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A marca de cerveja Beck’s decidiu unir a bebida à música e à tecnologia para criar um produto inusitado: uma garrafa de cerveja que tem música gravada na sua superfície. A técnica utilizada foi aquela que conhecíamos do vinil, reconstruindo assim o fonógrafo inventado por Thomas Edison, aquele que foi o primeiro aparelho a gravar e reproduzir sons.
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A ideia faz ainda mais sentido se pensarmos que na altura em que Edison inventava o fonógrafo, o alemão Heinrich Beck, do outro lado do Atlântico, estava fundando aquilo que viria a ser a Beck’s (década de 70 do século XIX). Agora, a agência Shine Limited, da Nova Zelândia, percebeu as semelhanças entre a garrafa de cerveja e o fonógrafo cilíndrico de Edison e decidiu uni-los num só.
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Segundo os críticos e designers presentes na apresentação do produto, em maio, a Beck’s Edison Bottle produz um som bastante interessante – a música utilizada foi “Here She Comes”, novo single da banda local Ghost Wave.
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É claro que, ainda que a técnica seja a mesma, a reconstrução do fonógrafo foi feita com materiais bem mais modernos que os de Edison.
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Veja o vídeo de apresentação:

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The Beck’s Edison Bottle from Shine Limited on Vimeo.

Fonte: Hypeness

As 500 melhores músicas de todos os tempos no seu tablet ou telefone

25 de junho de 2013 0

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Uma das listas mais celebradas da revista Rolling Stone vai estar disponível agora também em tablets. A Edição Especial de Colecionador Rolling Stone – As 500 Maiores Músicas de Todos os Tempos (Internacionais) pode ser acessada a partir de agora tanto no iPad como em aparelhos com sistema operacional Android.

A revista elenca canções que marcaram história na música moderna e conta o que aconteceu por trás de clássicos diversos como “Johnny B. Goode”, “Like a Rolling Stone” e “Beautiful Day”. A edição digital ainda traz fotos inéditas e trechos das músicas citadas.

Grandes astros da música também participaram da edição. Jay-Z é quem assina a introdução e nomes como John Fogerty (Creedence Clearwater Revival), Ozzy Osbourne, Brian Wilson (The Beach Boys), James Hetfield (Metallica), Kelly Clarkson e Questlove (The Roots) escrevem sobre suas canções favoritas.

A lista das 500 maiores músicas foi reunida pelos editores da Rolling Stone com base em pesquisas feitas junto a um extenso júri que reúne gente importante como Yoko Ono, Slash, Rick Rubin, Butch Vig e outros especialistas no assunto.

Faça o download do aplicativo na App Store ou no Google Play.

Fonte: RS

Há 35 anos Bob Dylan lançava Street legal

15 de junho de 2013 1

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Lançado em 15 de junho de 1978, álbum ainda é o mais vendido do bardo na Grã-Bretanha

“Street Legal”, 18° álbum de Bob Dylan, foi concebido durante um período de luta pessoal e artística. Apenas um ano antes do lançamento do LP, Dylan estava nos tribunais assinando o divórcio de seu casamento de 11 anos. E o pior, ele ainda travou uma batalha com Sara pela custódia de seus filhos, isso enquanto finalizava o malfadado “Renaldo e Clara”, filme de quatro horas que documentou o tour de 1975.

No meio de tudo isso, ele peregrinou para sua fazenda em Minnesota, com seus filhos e novos parceiros para escrever canções para um novo álbum. Os temas variaram bastante. A temática bíblica começava a entrar em jogo, pressagiando a chamada “fase cristã”, – e claro – nas letras, sua ex-esposa também forneceu lenha para o fogo das letras.

Mas antes de entrar nos estúdios, ele estava rearranjando seu repertório para uma nova turnê mundial – a primeira em 12 anos. Por anos, os fãs e dylanistas especularam que essa digressão foi planejada estritamente por razões financeiras, em detrimento do viés artístico. Para muitos esse foi o “tour da pensão alimentícia”. E Dylan realmente precisava pagar as contas. Tanto que no Japão, amarrado por um contrato e com medo de perder dinheiro, sujeitou-se a alterações no seu setlist para as apresentações na Terra do Sol Nascente. Uma das raras concessões em sua extensa carreira.

Então, começou a montar uma nova banda que ainda incluiria membros da Rolling Thunder Revue. Mas enquanto a gangue da Rolling Thunder trazia certo charme folclórico, Dylan imaginou que nessa nova rodagem, poderia se aproximar de um som mais contemporâneo, com backing vocals, teclados proeminentes e até metais, saxofones, coisa e tal. Ele ainda confessou para alguns membros de sua banda que para esses shows, teria se inspirado na abordagem “Vegas” de Elvis Presley. Tanto isso se aproxima da realidade que Dylan chegou ao ponto de contratar músicos que tinham trabalhado com o Rei no início da década, caso do baixista Jerry Scheff.

Na California, começou a ensaiar novas versões de suas canções mais conhecidas (radicalmente alterado para se adequar a oito membros e três cantoras), e logo depois levou o show para a estrada. Era fevereiro de 1978. Partiu para o outro lado do mundo onde cumpriria uma agenda de 23 datas. Japão, Nova Zelândia e Austrália estavam no roteiro. “At Budokan” foi gravado durante essa turnê, mas só seria lançado um ano depois, em 1979.

Depois de voltar da Ásia e Oceania, e um pouco antes de iniciar a etapa da turnê pelos EUA, Dylan queria gravar algumas das canções que havia escrito no ano anterior. Usando a maioria de seus músicos da turnê, ele começou a preparar o álbum que batizou de “Street legal”, em seu estúdio particular em Santa Monica, na California, durante quatro dias em abril.

Quando o LP foi lançado dois meses depois, em 15 de junho, foi massacrado pela crítica norte-americana. Comercialmente, o álbum não chegou a ser um fiasco, mas perto de obras como “Blood on the Tracks” (1975) e “Desire” (1976), títulos que bateram no topo das paradas da época, “Street Legal” decepcionou parando na 11° posição. Mas na Europa, especialmente no Reino Unido, o LP foi aclamado como melhor do Dylan em uma década. Dá pra entender? E o resultado é que “Street Legal” tornou-se o LP mais vendido desde sempre de Bob na Grã-Bretanha, graças ao single’ “Baby, Stop Cryin’”. A foto da capa foi tirada por Howard Alk em frente à entrada do Rundown Studios, em Santa Mônica. O termo “street legal” descreve o hot rod modificado para rodar em vias públicas, mas também pode se referir a condição de recém-divorciado de Dylan, embora ela ainda usasse a aliança.

Ao longo dos anos, muitos fãs ainda permanecem divididos quanto ao calibre desse disco. Canções como “Changing of Guards”, “New Pony”, “Where Are You Tonight” e “Señor (Tales of Yankee Power)” se tornaram favoritas de muitos apreciadores de seu trabalho (eu me incluo nessa). O divórcio de Dylan pesa muito na atmosfera do álbum, que é repleto de imagens de traição e perda. O produtor da obra controversa, Don DeVito, remixou o disco em 1999, acreditando que novas tecnologias pudessem melhorar o som do LP. Mas, assim como tudo associado com o álbum, as reações foram diversas. Os Dylanólogos apontam que a versão em SACD do disco seja talvez a versão definitiva desse trabalho (lançado em 2003).

Bem, Dylan iria tocar algumas canções de “Street Legal” e versões retrabalhadas de seus clássicos com sua ‘banda Vegas’ na Europa e América do Norte ao longo do ano de 1978. Durante o tour, ele se tornou um cristão renascido, o que teria um enorme efeito sobre a sua vida e obra. Mas essa é outra história.

Robe que pertencia ao baixista do Led Zeppelin é vendido por mais de mil dólares

13 de junho de 2013 0

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Um fã pagou mais de mil dólares por um robe que o baixista John Paul Jones teria usado na malfadada tour de 1980 do Led Zeppelin nos EUA. A morte do baterista John Bonham, em 25 de setembro daquele ano, não apenas acabou com as turnês, como também terminou com a banda.

O manto bordado com “John Paul” na lapela da frente e “Led Zeppelin The 1980′s Part One” na parte de trás, foi vendido por U$ 1.026 (via eBay). Sua condição foi relatada como “Muito bom estado. Nenhuma marca ou rasgos”.

Esse tour do Led Zeppelin teria sido a volta do Zep aos EUA, que não tocava nas terras do Tio Sam desde 1977.

Eles então lançaram uma breve turnê pela Europa no início de 1980, promovendo o álbum “In Through The Out Door”. Bonham morreu apenas um dia após o primeiro ensaio para a turnê americana.

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Dez canções para a trilha sonora do dia dos namorados

12 de junho de 2013 1

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Grave sua fitinha k-7, uma cópia em CD, ou tire as canções no violão. Os mais ousados podem cantar trechos de letras para o seu amor. No entanto, pra quem apenas quer dar o play e curtir a noite de hoje, eis dez temas que vão ajudar os leitores nessa data dedicada aos apaixonados.

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”I Just Can’t Help Believin” – Elvis Presley

Uma das melhores canções românticas do Rei do Rock nos anos 1970. Ouça a versão gravada para o documentário “That’s The Way It Is” (1970). Música escrita pela dupla de compositores Barry Mann e Cynthia Weil. A letra fala da esperança de permanência da pessoa amada.

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“Fire” – Bruce Springsteen

Conheci essa canção no box set do Big Boss “Live 1975-1985”. Apesar das brigas, toda vez que o casal da trama se beija, a coisa pega fogo. Nada mais perfeito para uma noite do Dia dos namorados.

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“Worderful Tonight” – Eric Clapton

Essa é para quem já perdeu a paciência esperando uma mulher se arrumar para a balada. O resultado final gerou uma canção primorosa. Clapton compôs para Patty Boyd, sua esposa na época. Lançada no álbum “Slowhand” (1977), esse tema ainda é constante em seus setlist – e em qualquer vitrola que se preze quando o assunto é música romântica de qualidade (com um temperinho blues).

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“The Long and Winding Road” – The Beatles

Eis uma das mais belas canções de amor de todos os tempos. As imagens de vento e chuva descritas nessa letra de Paul McCartney – sugerem sentimentos de abandono, enquanto a estrada longa e tortuosa que leva à “porta dela” é o sinal da esperança. Lançada originalmente em “Let It Be” (1970).

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“I Want You” – Bob Dylan

Bem vindo ao surrealismo Dylanesco numa melodia revestida com lantejoulas e um refrão que gruda como chiclete na sua mente:Te quero tanto, Querida!”. Puro brilho e contentamento. Lançada em “Blonde on Blonde (1966).

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“Songbird” – Willie Nelson

Música composta por Christine McVie, do Fleetwood Mac, na época em que seu casamento estava indo pras cucuias. Christine traía o marido, John McVie, baixista da banda, com o iluminador de palco das turnês. Mas a versão de Willie Nelson, distante do take original de voz e piano, ganha o combustível de uma banda e turbina o romance no qual são feitas as canções de amor: “Para você, não haverá mais choro / Para você, o sol estará sempre brilhando / E eu sinto que quando estou com você / Tudo fica numa boa”. Lançada no álbum songbird (2006).

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Let’s Get it on = Marvin Gaye

Lançada em 1973, “Let’s Get it on” dispensa qualquer legenda. No entanto, o blog coloca lenha na fogueira: não existe música mais quente quando o assunto é preliminaries. Marvin Gaye entende do cortado.

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Let’s Stay Together = Al Green

Promessas! Um bom romance sempre tem juras de amor. “Let’s stay together” tem um bocado delas. ReverenDo Al Green o lançou em 1973 e até hoje é uma canção certeira no quesito “trilha Sonora para embalar um romance”.

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Bridge Over, Trouble Water = Simon and Garfunkel

Paul Simon deve ter recebido uma iluminação divina quando escreveu essa canção lançada em 1970. Poesia e imagens únicas. Regravadas por tantos artistas, a balada com pitadas de blues e gospel, encontrou na voz de Art Garfunkel a melhor plataforma para voar para o topo das paradas. Um clássico absoluto.

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The Very Thought of You = Billie Holiday

Sempre achei que um jazzinho combina com vinho tinto, romance e uma noite perfeita. E se tudo isso for embalado pela voz de Lady Day, aí não tem jeito. Um ótima noite aos apaixonados.

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Bob Dylan irá receber a Legião de Honra

03 de junho de 2013 0

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Bob Dylan está na fila para receber a mais alta distinção da França, a Legião de Honra, após sua nomeação ter sido inicialmente desconsiderada, segundo informações, devido ao seu uso de maconha e de sua oposição à Guerra do Vietnã. A luz verde dada pelo conselho da Legião de Honra significa que a ministra da Cultura da França em breve poderá condecorar Dylan – um símbolo da contracultura dos anos 1960 – com a estrela de cinco pontas da ordem superior “Chevalier”.

Ele se juntaria assim ao patamar de cantores como o britânico Paul McCartney e o francês Charles Aznavour, que receberam a honraria. O conselho de 17 membros determina se as indicações apresentadas pelos ministros do governo estão em conformidade com os princípios da instituição. Seu grande chanceler, Jean-Louis Georgelin, confirmou que havia aprovado a indicação de Dylan.

Em uma carta para o jornal “Le Monde” publicada neste domingo (2), Georgelin chamou o cantor e compositor um “artista excepcional”, conhecido nos Estados Unidos e internacionalmente como um “tremendo cantor e grande poeta”. O semanário satírico “Le Canard Enchaine” informou em maio que Georgelin havia rejeitado a nomeação de Dylan, com base em sua oposição à guerra do Vietnã, onde a França era uma ex-potência colonial, e seu suposto uso de maconha.

Em maio do ano passado, o presidente Barack Obama concedeu a Dylan a Medalha da Liberdade, o mais renomado prêmio do governo norte-americano destinado a classe artística.


Veja o trecho da cerimônia em que Obama condecora Dylan.

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Fonte: G1

Apple bane HQs do iOS por conter sexo, homossexualidade e demonologia

27 de maio de 2013 0

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A Apple segue cen­su­rando qua­dri­nhos em sua loja online de apli­ca­ti­vos. Segundo nota do site VentureBeat, cerca de 56 HQs foram reti­ra­das da AppStore com a acu­sa­ção de vio­la­rem os ter­mos de uso da plataforma.

As HQs esta­vam na ComiXology, o maior apli­ca­tivo para lei­tura de qua­dri­nhos em dis­po­si­ti­vos móveis. Segundo a empresa, a Apple soli­ci­tou a reti­rada dos títu­los por causa do con­teúdo envol­vendo sexo, homos­se­xu­a­li­dade e até mesmo Satã (!). Essas his­tó­rias teriam um foco em um público adulto, o que não é aceito.

Entre as HQs bani­das estão clás­si­cos como Black Kiss, A História de O, de Guido Crepax e suces­sos como The Boys, de Garth Ennis. Outros nomes: Angry Youth ComicsNo Straight LinesPrison Pit. A Apple já tinha banido a HQ Saga por causa da par­ti­ci­pa­ção de um per­so­na­gem gay. Veja a lista de todas as HQs bani­das.

Há mui­tas crí­ti­cas sobre essa cen­sura pra­ti­cada pela Apple — e nem esta­mos falando de um suposto puri­ta­nismo. Falta con­sis­tên­cia e trans­pa­rên­cia em rela­ção às regras sobre con­teú­dos per­mi­ti­dos na AppStore. Em pri­meiro lugar, mui­tos qua­dri­nhos bani­dos da ComiXology estão dis­po­ní­veis na iBo­oks­tore, livra­ria vir­tual da pró­pria empresa. Além disso, há mui­tos outros títu­los que envol­vem “temas adul­tos” e nem por isso foram proibidos.

Essa deci­são de Apple coloca em xeque a liber­dade de expres­são para diver­sas artes (e não só os quadrinhos).

Fonte: O Grito

Rock in Rio lança cachaça oficial

27 de maio de 2013 0

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Um dos maiores festivais de música do planeta, o Rock in Rio, acaba de ganhar uma cachaça oficial. A bebida é fabricada pela Seleta, cachaçaria artesanal sediada em Salinas, Minas Gerais.

A aguardente do rock é envelhecida em tonéis de umburana, planta conhecida por suas características curativas e digestivas, e foi inspirada no ecletismo do evento, prometendo um “festival de sensações para o olfato, audição e paladar”. O preço sugerido da Cachaça Seleta Rock in Rio 2013 é de R$ 26,00.

O Rock in Rio já licenciou sua marca para diversos produtos. Em 2013 a expectativa é de que 600 produtos levem a marca: “Em um momento de retração do mercado de entretenimento no Brasil, especialmente para shows e festivais, a resposta do público à convocatória do Rock in Rio é a comprovação do poder de atração da marca. Somos o maior festival de música do mundo por inúmeros fatores, inclusive no quesito produtos licenciados. O interesse das marcas pelo evento é um fenômeno”, afirmou Rodolfo Medina.

O festival já teve mais de 12 edições, algumas em solo internacional, como em Portugal e na Espanha. Estima-se que o mega evento já reuniu mais de seis milhões de pessoas em seus 30 anos de existência. O Rock In Rio 2013 (no Rio) acontece nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 setembro de 2013. Entre as atrações da nova edição estão Justin Timberlake, Beyoncé, Metallica, Ben Harper, Muse, Alicia Keys, David Guetta, 30 Seconds to Mars, Slayer, John Mayer, Bon Jovi, Bruce Springsteen & The E. Street Band, Alice in Chains e Iron Maiden.

Com Informações do TM

Letras inéditas de Bob Dylan serão leiloadas

03 de maio de 2013 0

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A casa de leilões Christie’s estima que os valores possam bater entre R$ 77 mil a R$ 110 mil

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Fonte: Dylanesco

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Izzy Young, fundador do lendário Folklore Center, local no Greenwich Village focado na venda e troca de canções e instrumentos tradicionais, resolveu leiloar duas letras inéditas que Bob Dylan fez para ele nos anos 60. Young pediu a vários músicos que frequentavam sua loja para escreverem uma música sobre a bomba nuclear. “Bob Dylan chegou literalmente no dia seguinte e entregou isto para mim”, disse Izzy a Rolling Stone americana sobre as duas canções. (Nesta mesma época, Bob Dylan escreveu uma de suas melhores obras, “A Hard Rain’s A-Gonna Fall”).

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Intituladas “Go Away You Bomb” e “I Want that Bomb”, as letras foram escritas em uma máquina de escrever e possuem anotações a mão feitas pelo próprio Dylan. Em “Go Away You Bomb”, Bob une raiva e sarcasmo em frases como “An’ I hate you cause you could drop on my by accident an’ kill me” e “An’ I hate you twice as much as Jim Crow hates me”.

Ouça Izzy Young recitando a letra de Bob.

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A iniciativa de leiloar os documentos históricos partiu da filha de Izzy, que via seu pai sem dinheiro em Stocolmo – cidade onde mora desde o início dos anos 70 e onde mantem ainda seu Folklore Center. A casa de leilões Christie’s estima que os valores das letras estejam entre R$77 mil a R$110 mil. “Será a primeira vez na vida que eu terei dinheiro de verdade”, disse Izzy.

Além da importância em seu empreendimento, Young foi responsável por organizar o primeiro grande show de Dylan em New York, agendado no Carnegie Recital Hall, em novembro de 1961. Infelizmente, apenas 53 pessoas estiveram no concerto e Izzy ficou no prejuízo (mesmo assim insistiu em dar 20 dólares à Dylan, que recusou e só aceitou 10 dólares).

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Sobre as visitas de Bob no Folklore Center, ele conta que apesar no início Dylan parecer ser só mais um, com o tempo ele viu o diferencial no garoto. “Eu percebi, depois de um tempo, que havia algo de diferente nele. Ele levaria cada maldito disco que eu tinha e iria ouvi-los. Ele era o único que lia aqueles livros comunistas acadêmicos. Tudo que eu tinha na loja, ele leria.”

No início de abril, Izzy Young voltou a New York e visitou toda a região do Greenwich Village. Veja fotos aqui e uma entrevista com ele em plena Washington Square aqui.

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Cerveja do Iron Maiden será comercializada no Brasil

29 de abril de 2013 0

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A informação surgiu via site Iron Maiden 666.

Fãs da banda inglesa preparem a geladeira. A On Trade, importadora da Robinsons no Brasil, confirmou que a cerveja oficial do Iron Maiden (Iron Maiden Trooper Beer) será comercializada no Brasil. A previsão é que a bebida ainda demore alguns meses para chegar ao mercado brasileiro, com lançamento previsto para agosto (versões em garrafa e na pressão).

A cerveja do Iron Maiden será lançada no Reino Unido no dia 9 de maio e vem batendo recordes de vendas antes mesmo do lançamento, com encomendas de mais de 100 países.

Confira nosso garoto propaganda no vídeo abaixo.

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Ainda Record Store Day: Jack White apresenta máquina que grava LPs instantâneos

18 de abril de 2013 0

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Não é por acaso que Jack White foi eleito o embaixador do Record Store Day 2013. O artista teve uma ideia genial que vai surpreender todos que irão visitar a loja da Third Man Records, em Nashville, no próximo dia 20 de abril: uma máquina que grava LP’s na hora estará à disposição para curiosos e saudosistas do formato.

Leia texto publicado por Jack White sobre o Record Store Day

Eu quero que todo mundo venha à loja da Third Man para ouvir a sua própria voz num disco de vinil. E, quem sabe, até mandar o LP de presente para alguém especial, com uma capa e o selo da gravadora”, contou White. A cabine Voice-o-Graph, fabricada em 1947, teve o seu visual e interior reformados e é capaz de registrar até dois minutos de áudio num disco de 6 polegadas. E ele fica pronto já na hora, mais ou menos como uma foto tirada por uma máquina Polaroid.

De acordo com o pessoal da Third Man Records, essa é uma das poucas Voice-o-Graph que ainda existem no mundo e, possivelmente, a única disponível para o uso público. “E quem quiser levar a parte instrumental gravada num iPhone, para cantar em cima, vai poder combinar esses dois mundos tangíveis, o romântico e o digital, numa únima gravção”, completou Jack White.

A Third Mand Records pretende colocar no seu website tudo o que for gravado na Voice-Graph para download em MP3. Mas só depois do Record Store Day.

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Fonte: Noize

Record Store Day terá Jack White como embaixador, e músico publica texto sobre importância do evento

18 de abril de 2013 1

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Como sempre, o Record Store Day de 2013 acontece no terceiro sábado de abril. E, como em todas as edições, essa também tem um embaixador, e ele é Jack White.

Confira a lista completa de lançamentos do RSD no Collector’s Room

O músico norte-americano publicou um texto sobre o RSD, onde fala da importância de termos mais experiências reais e menos virtuais. Concordamos com ele. E você?

O texto de Jack:

Anos atrás, alguém me disse que 1.200 crianças do ensino médio receberam uma pesquisa com a seguinte pergunta: Você já foi a uma loja de discos independente? O número de crianças que responderam sim foi … zero.

Zero? Como isso poderia ser possível? Eu preciso ser realista: “Você pode culpá-los?”. Como que lojas de discos (ou qualquer loja) podem competir com a Netflix, TiVo, vídeo games que levam meses para completar, o cabo, mensagens de texto, internet, etc? 

Sair de sua cadeira em casa para experimentar algo no mundo real começou a se tornar uma ocorrência rara e, para um monte de gente, desnecessária. Por que ir a uma livraria e comprar um livro de verdade? Você pode simplesmente fazer o download. Por que conversar com outros seres humanos, discutir sobre diferentes autores, estilos de escrita e influências? Basta clicar o mouse. Bem, mas se você tiver alma, o que você irá aprender um dia é: não há romance em um clique do mouse. Não há beleza em ficar sentado por horas e horas jogando vídeo game. A tela de um iPhone é conveniente, mas não é nada comparada com uma exibição de um filme de 70 milímetros em um teatro lindo. A Internet é bidimensional … útil e divertida, mas não deve substituir o olho no olho, a interação com um ser humano. Mas a gente sabe de tudo isso, certo? Bem, não é? Talvez nós saibamos de tudo isso, mas e daí?

Vamos acordar.

O mundo não parou de se mover. Lá fora, as pessoas ainda estão conversando frente a frente, trocando ideias e transformando-se. Espaços de arte estão mostrando filmes, as pessoas estão bebendo café e lendo contos em voz alta, mulheres e homens estão se desafiando e lojas de discos estão vendendo álbuns cheios de alma que você ainda não sentiu. Então, por que escolher esconder-se em nossas cavernas e se contentar com réplicas? Nós podemos ser melhores. Devemos, pelo menos. Precisamos voltar a nos educar sobre a interação humana e descobrir a diferença entre o download de uma canção em um computador e o ato de conversar com outras pessoas, segurar em suas mãos e compartilhar a sua opinião sobre a música com os outros. 

O tamanho, a forma, o cheiro, a textura e o som de um disco de vinil: como você explica isso para um adolescente que não sabe o que é esta experiência musical mais bonita do que um clique do mouse? Você tira a bunda da cadeira, você os agarra pelo braço e os leva lá. Você coloca o disco em suas mãos. Você os faz colocar a agulha no prato. Eles vão descobrir.

Vamos acordá-los.

Como Embaixador do Record Store Day 2013, estou orgulhoso em ajudar – da maneira que puder – a revigorar quem vai ouvir música defendendo a ideia de que há beleza e romance no ato de visitar uma loja de discos e ficar ligado para algo novo que pode mudar a maneira de olhar o mundo, de olhar outras pessoas, de olhar a arte, e, finalmente, de olhar a si mesmo.
Vamos acordar.

Patti Smith encontra Papa Francisco e diz que dedicará música ao Pontífice

11 de abril de 2013 1

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A cantora e poetisa norte-americana Patti Smith assistiu nesta quarta-feira (10) a audiência pública do papa Francisco e disse se sentir “muito feliz” por ter conseguido saudar o pontífice, que, como ela “tanto queria”, escolheu um nome para homenagear São Francisco de Assis.

“Quando Bento XVI anunciou sua renúncia rezei para que pudéssemos ter um papa de nome Francisco. Pensava que um papa Francisco poderia representar a ideia de um mundo mais preocupado em servir os pobres e com a natureza, assim como São Francisco”, declarou Patti ao jornal vaticano “L’Osservatore Romano”.

A cantora acrescentou que, quando a “fumaça branca” confirmou a escolha do novo papa no último dia 13 de março, “ficou rezando durante uma hora para que o novo pontífice escolhesse o nome de Francisco”. “E assim ocorreu. Nesse momento, eu confesso que chorei. Estava tão feliz e, por isso, prometi que viria ao Vaticano para lhe ver”, acrescentou a cantora, que, embora seja católica, é filha de uma testemunha de Jeová.

Leia o que foi publicado sobre a artista no blog

A cantora americana, que participa do evento My festival, realizado entre os dias 9 e 25 de abril, no Parque da Música de Roma, anunciou que dedicará uma canção ao Papa Francisco e outra ao Papa Albino Luciani (João Paulo I). Patti toca no My Festival nos dias 13/04 (sábado) e 14/04 (domingo).

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Fonte: G1