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Posts com a tag "Bob Dylan em Porto Alegre"

Bob Dylan, 71 anos nesta quinta-feira

24 de maio de 2012 8

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Streaming: Ouça a última apresentação do artista americano na capital

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Nesta quinta-feira (24), na Athena Livraria (Alberto Pasqualine, 34 – Santa Maria-RS), o aniversário de 71 anos de Bob Dylan será comemorado de uma maneira especial. Estarei por lá para falar da vida e obra do artista americano que, recentemente, completou 50 anos do lançamento de seu 1° LP. A celebração contará com versões acústicas de canções, leituras de letras, dicas de livros, exibição de trechos de filmes e audição de LPs e CDs, além de um bate-papo. O Bob Dylan’s Day começa às 19h30min e tem entrada franca.

Para pontuar o aniversário do Bardo, nada melhor que o texto de um especialista. Diga lá, amigo Dylanesco:

“Surpreende-se aquele que pensa que o bom e genuíno artista de rock (e suas variáveis) deve morrer aos 27 anos. Tudo bem, temos Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison, Kurt Cobain e, o primeiro de todos, Robert Johnson; contudo, também temos bons exemplos de músicos que estão na ativa até hoje: Keith Richards, Mick Jagger, Paul McCartney, Leonard Cohen, Neil Young, Tom Waits e, obviamente, Bob Dylan.

Contudo, engana-se quem acha que todos esses músicos dos anos 1960 revivem a década mais importante da música pop. Basta dizer que todos os vivos acima citados lançam novos discos com músicas tão boas quanto os revisitados hits (guardadas as devidas proporções, eu sei). Mas há pelo menos um que vai além de tudo isso.

Como já foi falado, escrito e vaiado, Bob Dylan se destaca de todos os mencionados (vivos ou não) pela maneira como se reinventa. É comum dizer, e até foi feito um filme sobre isso, que Dylan possui várias vidas. E, depois de largar uma dessas personas, Bob Dylan segue em frente, sem nunca olhar para trás.

Distanciando-se da ruminação da própria arte, Bob Dylan parece ser um Woody Allen da música, só que ainda mais sofisticado. Mesmo soando contraditório, ele é um sonegador do próprio passado ao mesmo tempo em que dialoga com tudo o que já fez. Revisita suas músicas, mas, ao invés de requentar todo o sabor criado, refaz todo o prato e cria novos aromas para as mais de 500 receitas.

Pode soar intelectualóide e pomposamente verborrágico, mas é possível entender parte dessas mutações dylanescas através de Walter Benjamin. Em “A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução”, o pensador alemão critica a reprodutibilidade da Arte e da sua conversão a um fenômeno de massa. Para ele, as reproduções perdem o frescor, o chamado hic et nunc (aqui e agora, em latim). Readaptando as ideias de Benjamin, podemos dizer que Bob mantém o hic et nunc de sua obra ao revisitá-la com diferentes abordagens a cada dia.

Mesmo aos 71 anos, que Bob Dylan completa hoje, ele mantém o instinto de mudança (change), palavra recorrente nas canções dylanescas. E nós, o que podemos esperar?


I feel a change coming on

And the fourth part of the day is already gone

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Que venham mais e mais partes”.

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Bob faz aniversário, mas é o leitor que ganha o presente. Pra comemorar a data, segue a apresentação completa de Dylan, mês passado em Porto Alegre (streaming).  Para ouvir só dar um clique no link.


Bob Dylan - Porto Alegre, 24 de abril de 2012.

25 de abril de 2012 38

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Fotos: Marcos Mattiello

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Assistir Bob Dylan ao vivo é sempre uma experiência única e desafiadora. Você pode até supostamente estar bem preparado pra segurar o rojão ao vê-lo de perto, investigar os setlists anteriores, lançar os dados e fazer suas apostas num desenho do espetáculo tipo, Bob não vai sorrir, ele não vai interagir com o público, etc. Então, chegamos ao show dessa terça-feira (24), no Pepsi On Stage, em Porto Alegre, aí Bob mostra pra uma “puta velha” como eu, um cara que escuta seus álbuns há 27 anos, um homem que se julga conhecedor do assunto, e diz na forma de uma voz vinda do fundo da consciência: “Hey man, essa é apenas a segunda vez que você vê a Never Ending Tour ao vivo, então, ainda não viu nada!”. Leia sobre o show de 1998 clicando aqui. Percebi a sinuca de bico que tinha me metido quando fiquei consternado ao não reconhecer uma das canções tocadas na Capital gaúcha. E eu não fui o único. Coincidentemente, vi o show ao lado de dois caras escolados, Dylanólogos. Eduardo Bueno (o homem tem o invejável currículo de ter presenciado 74 shows do Bardo) e de Fernando Viotti (que assistiu as seis apresentações no Brasil, além de ser colaborador do site Bob Links), e mesmo assim, quando Dylan tocou “John Brown”, todos nós ficamos nos perguntando “Que raios de som é esse?”. É meu velho. O tranco foi violento. Ele tocou clássicos como “Like A Rolling Stone” e “All Along The Watchtower” e temas obscuros do grande público como “Blind Willie McTell”, uma das grandes canções abandonadas da discografia oficial do norte-americano. Foi um show pra ficar na história da capital gaúcha, e novamente Dylan aparentava uma disposição ferrenha pelo palco, assim com também distribuiu vários sorrisos para o público.

O show começou na hora marcada. 21 h e Dylan aparece no palco igual um General Yankee com seu uniforme (terninho) ao estilo da Guerra da Secessão americana, e a banda também surge vestida a caráter em ternos escuros. Ele logo dão início a mais uma noite de trabalho. “Leopard-Skin Pill-Box Hat” foi o som escolhido para abrir todas as apresentações no país, e trata-se de uma boa escolha. Minha versão favorita saiu no “Bootleg Series Vol.4” e foi capturada na famosa apresentação de Manchester, em maio de 1966. Já essa versão atual soa menos virulenta, mais leve, quase como um reconhecimento de terreno ou um belo aquecimento dos músicos no palco.

Em “It’s All Over Now Baby Blue” dá pra perceber de cara algo que já tinha lido em algum lugar sobre os shows no Brasil, a banda do Chefe toca pra ele e não pro público. Principalmente o guitarrista Charlie Sexton. A cada meia dúzia de acordes parece que Sexton busca o olhar de Dylan, como se estivesse a espera de um sinal de aprovação. Como um filho buscando a um afago do Pai. Dylan sorri, tipo “Okay, Charlie!”. Bob faz o solo da canção na guitarra, e como diria Mike Bloonfield “igual um menino tateando o interruptor num qualquer escuro”, e quando ele acha a chave (ou o acorde certo) novamente esboça um sorriso.

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“Things Have Chaged”, música que deu o Oscar a Bob, sempre foi uma das minhas preferidas. E esse som tem um sabor especial. Em 2002, tive uma espécie de Epifania enquando ouvia ‘Things’ em minha casa. A letra diz; “As pessoas são loucas e os tempos são estranhos. Antes eu não me importava, mas as coisas mudaram”. Tomei a decisão de me separar da minha primeira mulher enquanto ouvia o refrão. Essa versão de Porto Alegre soou diferente, mais travada (no bom sentido), não menos provocante. Bob a canta no seu novo estilo “crooner”, no meio do palco, tipo um cantor barato de baile, gesticulando, disparando cada frase como uma flecha. Para delírio do público (cerca de 7.500 pessoas que lotaram o Pepsi On Stage) Dylan faz seu primeiro solo de gaita.

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“Tangle Up in Blue” como foi apresentada no álbum “Real Live” (1985) ainda é minha versão favorita da canção de abertura de “Blood On the Tracks”, entretanto, não dá pra deixar de perceber que esse arranjo trouxe nova luz ao som. O baixista Tony Garnier parece um pistoleiro mexicano no seu terno preto. Segura o baixo como um atirador de elite segurando o rifle contra o peito. Gosto da postura compenetrada de Garnier, muitas vezes olho no olho com o baterista George Recille. O músico britânico Richard Thompson disse que essa é uma das 10 melhores canções do século XX. A versão século XXI não faz feio. Fiz sinal de positivo para meu amigo Marcos Felipetto, distante poucos metros de onde eu estava. Esse novo fã de Dylan já está catequizado.

“Beyound Here Lies Nothing” de “Together Trough Life” (2009) é um atestado de que Bob ainda sabe construir um clássico. No início senti falta do acordeom de David Hidalgo (músico do Los Lobos que gravou o tema original), e ao vivo, achei a canção mais magrinha, menos impactante. No entanto, enquanto o som progredia a banda foi ganhando coesão e engordando o som,  enquanto Dylan meio que observa, e logo esboça mais alguns sorrisos. Aí o lance vingou. Contrariando o script, o velho estava novamente de bom humor na Capital gaúcha. Seriam os ares arejados ao largo do Guaíba ou um novo amor em sua vida, já que foi visto caminhando com uma mulher no Parque Moinho de Ventos? Quem relatou o encontro foi a escritora Paula Taitelbaum que topou de cara com o Poeta no Parcão. Paula estava acompanhada de sua filha Clara, de 11 anos, que entregou um bilhete a Bob. Leia a história completa aqui. Falando em outra criança, na entrada encontrei meu amigo Oly Jr. Ele me disse que batizou seu filho de Dylan Gasperin Jardim. Fã é fã.*

É quando ouço a mais bela versão de “Simple Twist of Fate” da minha vida. Essa canção que fala de uma amarga despedida, o não digerido fim de uma relação, surge em Porto Alegre como uma balada doce, angustiante e lindamente conduzida pela banda. Sinto um aperto no peito. O guitarrista Stu Kimball parece entrar em transe, de olhos fechados algumas vezes, sempre compenetrado. Eu aperto minha namorada contra o peito para que nunca mais sofra um amargo golpe do destino.

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E eis que surge “John Brown”, música que apareceu pela primeira vez num registro oficial no álbum “Unplugged MTV” (1995), tal som que deixou, eu, Bueno e Viotti consternados. É… Meus caros amigos! Dylan nos deu um nó nessa versão sincopada da canção antiguerra, e grande surpresa no setlist gaúcho da NET. Confesso que fiquei tão preocupado em descobrir que música a banda estava tocando que acabei não curtindo o som em sua plenitude.

“Summer Days”, o atual toque do meu celular, é um rockabilly danado de bom! A forma como foi tocada na capital, mais macia, um pouco mais lenta, não tirou o brilho desse número arrasa quarteirão de “Love & Theft” (2002), um dos meus discos favoritos de Bob. Dá pra perceber que a banda fica ligada em seu líder, e que, Dylan controla o andamento dela, assim como Recille é o pivô das viradas que eclodem no riff na guitarra de Sexton. Não é apenas o público que se sente desafiado ao assistir um show de Dylan, sua própria banda também é convidada a bater uma bolinha.

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Disparado, outro dos pontos altos da noite passam por “Desolation Row”, tema que fecha as portas de “Highway 61 Revisited” (1965).  Banda soa coesa, firme, ajustada, e “come frouxa” a troca de olhares entre os músicos. Dylan sorri de novo e resolve improvisar no teclado. Donnie Heron não tira os olhos das mãos de Bob, e caça as notas do líder com seu lap (ou pedal steel). Ele parece estar se divertindo. Bueno fica embasbacado. Viotti diz: “O que é isso, cara! Dá pra chorar?”. Uma nova e única versão nasceu frente aos nossos olhos. Porra! E ainda tem gente que quer ouvir as canções iguaiszinhas aos discos?!

Na posição número 10 do setlist, Dylan Tinha “High Water” e uma segunda opção. E acreditem: sim! Ele tocou a bola 2  - “Blind Willie McTell”. Era uma das mais esperadas da noite. Pelo menos por mim. Estava com inveja do público de Brasília que ganhou na semana passada sua versão do som. Quem não viu o vídeo da apresentação de Dylan e sua banda no início do ano no 17th Annual Critics’ Choice Movie Awards, que homenageou Martin Scorsese, por favor, o faça! Clique aqui. Aí você vai poder ter uma noção do que falo. Essa música descartada de “Infidels” (1983) e ressurgida em de forma acústica de 1991 (no álbum Bootleg Series Vol. 3) é uma das grandes pérolas perdidas de Bob.  A música que parece sintetizar a história da escravidão, da ganância e da corrupção em cinco estrofes devastadoras, surge no set da Capital gaúcha. E eu estava bem na frente do palco, ouvindo nota por nota, pegando cada fração de segundo daquilo que ouvia, e guardando pra sempre em minha memória. E como disse meu amigo Vínicius Dias (repórter esportivo do DSM), Dylan tinha sangue nos olhos quando soprou três vezes a sua gaita nos solos. Mil vezes espetacular! E tenha certeza, caro leitor, o espírito de Blind Willie McTell, bluesman norte-americano que morreu em agosto de 1959, em Milledgeville, na Geórgia, e que inspirou a canção de Dylan, vive. Ele agora está aprisionado para sempre nas ruas e vielas de Porto Alegre.

Depois da noite ganha, tudo que vier seria lucro. No entanto, agora com a máquina a pleno vapor, Dylan e os seus pisam no acelerador com “Highway 61 Revisted”. Particularmente, nunca foi uma das minhas prediletas. No entanto… Depois da noite de ontem, esqueçam minha não-predileção pela música. Uma estupenda versão do número que dá nome ao LP de 1965 foi executada no palco do Pepsi On Stage. Novamente Donnie cata as notas de Dylan com seu instrumento. Eis uma banda e seu líder em pleno parque de diversões.

A posição 15 do show trazia três opções de músicas. Ele descartou “Tryin’ To Get To Heaven” e “Spirit on the Water”e tascou “Love Sick”, obra matadora que abre o meu álbum número 1 de Dylan (escrevi em caneta azul o algarismo um no meu CD). Um homem sentindo implacável desgaste do tempo, a idade avançada “cafungando” como uma besta a suas costas, o fazendo confessar que está farto do amor. Minha frase favorita foi ouvida como um entalhe definitivo: “Sometimes the silence can be like the thunder” (Certas vezes o silêncio pode ser como um trovão). E o Trovão sou em “Love Sick”. Quem mandou Augie Myers (tecladista que tocou no álbum original) incentivar Dylan a voltar às teclas. Agora ele acha que é um tecladista. Culpa da tendinite, ou não, o certo é que seu teclado encaixou perfeitamente na massa sonora empurrada pela banda. Uma versão devastadora. Chega de adjetivos…


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Depois do Trovão ter soado, eis o verdadeiro “Thunder On the Mountain”. Alguém do meu lado, um garoto de 18 anos, Pablo, de Montenegro, que conheci na fila antes do show, me disse; “Ele parece cansado”. Eu disse “Não. Impressão tua!”. Apesar da minha afirmação, depois da pergunta do garoto acabei incorporando sua linha de pensamento (putz, ta profundo esse troço!). Dylan economiza nas notas e toca certas partes da canção com uma mão na cintura e outra pipocando nas teclas. Mesmo assim a banda manda valendo, e dá pra perceber que novamente o Chefe está no comando de uma nova versão. Talvez o ponto mais baixo da apresentação. Mas pode ser apenas uma impressão.

Buenas, se alguém achava que o protagonista estava cansado, depois de “Ballad of Thin Man” qualquer dúvida foi exorcizada. Uma versão digna de entrar em qualquer álbum ao vivo do Homem. Monumental audição de um dos clássicos absolutos do rock.

E eis que chegamos a “Like A Rolling Stone”. Público em ponto de bala. Como aconteceu em BH, Dylan não canta o refrão. Pra quê? Afinal, essa é uma canção que não mais pertence ao seu criador. É de domínio público. Uma gema faiscante que nunca perderá seu brilho. Dylan sorri novamente quando vê o público cantando o refrão que criou há quase 50 anos.*

“All Along the Watchtower”, música que Jimi Hendrix roubou do seu criador e nunca mais devolveu, tanto que muitos pensam que o som foi composto por Hendrix, gera eclosão do público nos primeiros segundos que Charlie Sexton manda ver no riff. Versão curtinha e eficiente.

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Eis o suposto fim. Dylan se despede com a sua banda perfilada como um bando de proscritos do velho oeste a suas costas. Alguém disse que as sombras projetadas no fundo do palco faz o espetáculo parecer um filme de faroeste. Nunca um palco com tão poucos adereços funcionou tanto. O publico não aceita sua partida. Pede o retorno em alto e bom tom; “Dylan, Dylan, Dylan…”.

E o bis vem com a versão valseada de “Blowing in the Wind”, com Donnie no violino. Linda, tênue, longe da forma original como foi gravada no disco de 1963, mesmo assim, ainda continua passando seu recado e soando como um clássico.

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Assim, caro leitor, encerrou-se a terceira vinda de Dylan ao Estado, e que  nos trouxe um artista novamente reinventado por si. Mesmo que esteja longe daquela figura iconizada por muitos, meio Vincent Price western, vestido ao estilo de Nico Fagundes (como diria uma leitora do blog), cantando como um representante dos velhos tempos, tocando menos guitarra, redescobrindo a harmônica e com pose de bluesman, um tecladista “falsífis” que desafia sua banda e ainda consegue nos deixar incrédulos com sua capacidade de permanecer como Lenda Viva, por mais ridícula e previsível que essa definição possa parecer.

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Foto: Marcos Felipetto

10 avisos sobre o show de Bob Dylan nesta terça-feira em Porto Alegre

24 de abril de 2012 23

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Ele já está entre nós. “Good Morning, Mister Dylan!”. Hoje é dia de assistir o Poeta Maior do Rock na Capital gaúcha. O show começa às 21h (os portões do Pepsi On Stage abrem às 19h).

O serviço completo você encontra no link.

Seguem 10 avisos básicos sobre o show de Dylan e sua banda. Caso você não esteja totalmente informado sobre o que o músico anda fazendo nos últimos anos, ou mais recentemente, no que se refere as cinco apresentações anteriores no país, o Blog dá a letra.

Última chance? Ele está com 70 anos. Completa 71 daqui a exatos 30 dias. Para quem ainda não teve chance de ver Mister Zimmy de perto é hora de aproveitar. Afinal, quem sabe quando ele volta?

Ainda assim, são clássicos. O show não é recheado de hits, mas alguns estão lá como “Like a Rolling Stone”, “All Along The Watchtower” ou “Ballad of a Thin Man”. Confira as possibilidades de repertório no link.

Grande banda. O que a gente não pode reclamar é a execução das músicas. O quinteto que acompanha Dylan é impecável. Baita clima. Confira quem são os caras no link.

Dylan está mais feliz no palco. Dá pra perceber que novamente o bardo se reinventou. Além da guitarra, ele toca piano, harmônica (com microfone de gaita, a lá gaitista de blues) e canta como um crooner.

Poucos hits. O que importa isso se você é fã do homem? A apresentação tem 16 músicas ou 17 músicas – pouco para uma carreira de 50 anos. Se você espera hits como “Hurricane”, “Just Like a Woman” ou “Lady Lady Lady” desista. Em compensação, se você curte os últimos álbuns do músico (o que é meu caso) várias canções dos discos recentes estão no set. Bons exemplos disso são as sempre espetaculares “Beyound Here Lies Nothing” e “Thunder On The Mountain”. No meu caso, se ouvir “Nor Dark Yet” e “Blind Willie McTell”, estarei 1.000 vezes satisfeito!

Hello, Brazil! Sabe aquele show em que o artista dá boa-noite, sorri, faz coraçõezinhos com as mãos e coloca a camisa do Seleção Brasileira? No, no, no!!” Esqueça a média. Dylan só abre a boca para cantar. E só.

Nada de fotos. Se você queria compartilhar as imagens do show no seu Instagram, seja discreto. Em todas as apresentações é proibido fotografar ou filmar.

A Never Ending Tour é uma caixinha de surpresas. Na concepção de Dylan, cada show é um momento único, compartilhado apenas com a audiência de cada espetáculo. Como um set blueseiro, nada é igual noite após outra. Alguma surpresa pode aparecer no setlist da capital gaúcha.

Não é um show tecnológico. Nada de telões ou incrementos pirotécnicos. O show de Dylan e sua banda é um retrocesso nesse aspecto. Dylan voltou às origens do Circo do rock. É o som que manda.

Se você não comprou seu ingresso? Bom… Agora só lhe resta chorar. Ou procurar os cambistas. Os ingressos na Capital gaúcha (os mais baratos do país nesse Tour 2012 de Dylan) estão esgotados há tempos. Como paliativo você pode recorrer aos CDs, LPs e downloads. ‘Tá bom! Pode me mandar para aquele lugar! Eu mereço.

O melhor vídeo ilustrativo daquilo que veremos nesta terça-feira em Porto Alegre é esse aí debaixo. A apresentaçao aconteceu durante a 17th Annual Critics’ Choice Movie Awards,que homenageou Martin Scorsese, no início deste ano. Quem faz as honras é de Olívia Harrison, viúva do Beatle George. A canção escolhida é “Blind Willie McTell, tema descartado de “Infidels” (1983), e que acabou aparecendo oficialmente em “Bootleg Series Vol 3″ (1991).

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Quais músicas Bob Dylan irá tocar em Porto Alegre? Façam suas apostas!

23 de abril de 2012 2

#Foto: Sérgio Pinho Alves

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Blog aponta as prováveis canções do setlist desta terça-feira (24).

Confira o serviço completo da apresentação na capital gaúcha

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Apesar de já estar batendo nos 71 anos (próximo dia 24 de maio), Bob Dylan ainda trabalha muito. Sem demonstrações de que pretende se aposentar, a média de shows anuais do músico chama a atenção. O palco é seu lar. Ele quase sempre se aproxima (ou passa) das 100 apresentações por ano. Por exemplo: um número impressionante pôde ser conferido em 2000. Naquele ano Dylan tocou 106 vezes e apresentou 121 canções diferentes nos sets. Segue outro dado ainda mais conciso: até o final de 2011, Bob tocou mais de 450 composições diferentes na sua jornada sem fim com a Never Ending Tour. De acordo com o registro do Dylanólogo Olof Bjorner, as 10 canções mais tocadas por ele entre 1988 e 2000 foram:

01 “All Along The Watchtower”

02 “Highway 61 Revisted”

03 “Tangle Up In Blue”

04 “Like A Rolling Stone”

05 “Maggie’s Farm”

06 “Silvio”

07 “Mr. Tambourine Man”

08 “Rainy Day Woman # 12 & 35

09 “It Ain’t Me Baby”

10 “Don’t Think Twice It’s All Right”

Seis delas ele vem tocando no país. Na última apresentação em SP (22), Dylan tocou as seguintes canções (o único som que não havia sido apresentada até agora, está destacada em vermelho:

1.Leopard-Skin Pill-Box Hat
2.It Ain’t Me, Babe
3.Things Have Changed
4.Tangled Up In Blue
5.Beyond Here Lies Nothi
n’
6.Not Dark Yet
7.Summer Days
8.Simple Twist Of Fate
9.High Water (For Charley Patton)
10.Tryin’ To Get To Heaven
11.Highway 61 Revisited
12.Forgetful Heart
13.Thunder On The Mountain
14.Ballad Of A Thin Man
15.Like A Rolling Stone
16.All Along The Watchtower

(bis)
17.Blowin’ In The Wind

Segundo Bob, uma das suas intenções da “NET”, a famosa Turnê Sem Fim que teve seu primeiro show em sete de junho de 1988, no Pavilion, em Concord, California – é proporcionar aos espectadores uma apresentação diferente a cada noite. Ele sempre alterna canções de uma noite pra outra. As vezes seis, sete números, certas vezes mais. Ninguém dos grandes faz isso. Paul McCartney, U2, Bruce Springsteen, fulano, sicrano ou beltrano. Todos parecem preguiçosos perto dele.

E o que esperar para o show dessa terça-feira (24) no Pepsi On Stage?Nos cinco shows no Brasil até agora, Dylan já tocou 30 sons. (11) dos anos 1960, (9) dos anos 2000, (3) dos anos 1980, (4) dos anos 1990 e (3) dos anos 1970. Os álbuns que ganharam mais músicas nos setlists foram “Highway 61 Revisited (1965) e “Time Out of Mind (1998) – 04 sons -, três trabalhos mais recentes “Love & Theft (2001) e “Modern Times (2006), colaboraram com três faixas.

As canções da apresentação da noite do dia 24 devem oscilar entre as elencadas abaixo. Claro, é muito provável que o protagonista nos apronte alguma (boa) surpresa, afinal, essa é uma das características de seus shows: o elemento surpresa no set. Foi assim no show que vi em 1998. Minha torcida é que ele toque “Blind Willie McTell” e “Not Dark Yet”.

As músicas que nunca ficaram de fora do set foram essas nove. Eis a base atual das apresentções.

Leopard-Skin Pill-Box Hat (Blonde On Blonde – 1966)

Things Have Changed (Trilha Sonora do filme “Garotos Incríveis” – 2000)

Tangle Up In Blue (Blood On The Tracks – 1975)

Beyound Here Lies Nothin‘ (Together Through Life – 2009)

Highway 61 Revisited (Highway 61 Revisited – 1965)

Thunder On The Mountain (Modern Times – 2006)

Like A Rolling Stone (Highway 61 Revisited – 1965)

Ballad of Thin Man (Highway 61 Revisited – 1965)

All Along The Watchtower (John Wesley Harding – 1968)

Bob deve tocá-las também na capital gaúcha.

Em quatro noites:

Simple Twist of Fate (Blood On The Tracks – 1975)

Em três noites rolaram:

Summer Days (Love & Theft – 2001) torço por essa

Honest With Me (Love & Theft – 2001) Talvez um dos momentos menos interessantes do setlist atual.

Em duas noites ele tocou:

Forgetful Heart (Together Through Life – 2009)

Tryin’ To Get To Heaven (Time Out Of Mind – 1997)

High Water (For Charley Patton) (Love & Theft – 2001)

Blowin’ In The Wind (Freewhelin’ – 1963)

Don’t Think Twice It’s All Right (Freewhelin’ – 1963)

The Levee’s Gonna Break (Modern Times – 2006)

A Hard Rains A-Gonna Fall (Freewhelin’ – 1963)

Spirit on The Water (Modern Times – 2006)

Desolation Row (Highway 61 Revisited – 1965)

Rainy Day Women #12 & 35 (Blonde On Blonde – 1966) Uma das preferidas de Bob para encerramento das apresentações.

It Ain’t Me Baby (Another Side of Bob Dylan – 1964)

Em apenas uma noite o público pôde ouvir:

To Make Me Feel My Love (Time Out Of Mind – 1997)

Every Grail of Sand (Shot of Love – 1981)

Love Sick (Time Out Of Mind – 1997)

It’s All Over Now, Baby Blue (Bringin’ It All Back Home – 1964)

Man On The Black Coat (Oh Mercy – 1989)

Blind Willie McTell (descartada de “Infidels” 1983) Seria um dos grandes momentos. Bob a tocou em Brasília.

Not Dark Yet (Time Out Of Mind – 1997) Uma das minhas preferidas desde sempre.

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Façam suas apostas.


Dylan faz Segundo show no país

18 de abril de 2012 1

#Fotos: blog Dylanesco

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Bob Dylan fez seu segundo show no Brasil nessa terça-feira (17), em Brasília. Na capital federal esteve hospedado em um hotel de luxo, próximo ao Palácio da Alvorada e de frente para o Lago Paranoá. Durante a tarde o cantor americano passou algumas horas no bar ao lado da piscina do hotel. Bateu papo descontraído com dois amigos e deu um mergulho na piscina. Foi fotografado de pantufas e com uma toalha encobrindo seu rosto do sol (e dos fotógrafos).

Na mesma noite, começou sua apresentação às 21h35. No setlist, algumas alterações em relação ao show do Rio (seis sons), último domingo (15).  No show de Brasília, realizado no Ginásio Nilson Nelson, tocou uma música a mais que no Rio e deixou de fora   “It Ain’t Me, Babe“, “The Levee’s Gonna Break”, “Tryin’ To Get To Heaven“, e “Desolation Row”. Em compensação, a audiência de Brasília foi premiada com “Blind Willie McTell”, uma das grandes canções abandonadas de Dylan (descartada de “Infidels” – 1983).

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Veja o setlist completo: (em vermelho as canções diferentes do set do Rio).

01. Leopard-Skin Pill-Box Hat (Blonde On Blonde - 1966)
02. Don’t Think Twice, It’s All Right (Freewhelin’ – 1963)
03. Things Have Changed (Trilha sonora do filme “Wonder Boys” - 2000)
04. Tangled Up In Blue (Blood In The Tracks – 1975)
05. Beyond Here Lies Nothin’ (Together Through Life – 2009)
06. Simple Twist of Fate (Blood In The Tracks – 1975)
07. Summer Days (Love & Theft –  2001)
08. Spirit On The Water (Modern Times – 2006)
09. Honest With Me (Love & Theft – 2001)
10. A Hard Rain’s A-Gonna Fall (Freewhelin’ – 1963)
11. Highway 61 Revisited  (Highway 61 Revisited – 1965)
12. Blind Willie McTell (Bootleg Series Vol. 3 – 1991)
13. Thunder On The Mountain (Modern Times – 2006)
14. Ballad Of A Thin Man (Highway Revisited - 1965)
15. Like A Rolling Stone (Highway Revisited - 1965)
16. All Along The Watchtower (John Wesley Harding – 1968)
17. Rainy Day Women #12 & 35 (Blonde On Blonde – 1966)

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Antes de passar por Porto Alegre, no dia 24, Dylan ainda toca em BH (quinta-feira) e São Paulo (sábado e domingo).

Bob Dylan veta fotógrafos e jornalistas em seus shows no Brasil

14 de abril de 2012 7

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Cantor norte-americano começa novo tour no país neste domingo (15)

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Bob Dylan já começa a mostrar o “modus operandi” de sua “Never Ending Tour 2012”. A produção do artista norte-americano vetou o ingresso de jornalistas e fotógrafos nos shows que fará no Brasil a partir deste domingo (15). A informação é do site folha da Folha.

Segundo a Time For Fun, produtora responsável pela turnê, a solicitação partiu da equipe internacional de Dylan que sumariamente vetou a presença dos profissionais de imprensa e convidados.

Em São Paulo, na última quarta-feira (11), como é de praxe em show gringos, a produtora havia enviado as regras de credenciamento para os jornalistas paulistanos, solicitando os dados necessários para credenciamento. A informação da T4F é que todos os pedidos foram cancelados.

Dylan toca no Rio de Janeiro (15/4), Brasília (17/4), Belo Horizonte (19/4), São Paulo (21 e 22/4) e Porto Alegre (24/4). Ainda há ingressos à venda pelo site www.ticketsforfun.com.br Na capital gaúcha os ingressos estão esgotados. O cantor chegou ao país na noite da última sexta-feira (13).


Foto: G1



Dylan no Brasil: por que ir ao show?

11 de abril de 2012 0

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Um dos melhores canais de informação on-line de informação sobre Bob Dylan (em português), que eu recomendo sem medo de errar – é o blog Dylanesco (quem é esse cara?). O acompanho e trocamos figurinhas via Twitter e Facebook faz um bom tempo. Acredito ter conhecimento de causa, já que o Blog do Grings, digo isso com orgulho, é uma das plataformas mais “tageadas” do pedaço com o nome de Bob Dylan. Eu, Dylanesco, Dylanólogos e outros tantos, já estamos em contagem regressiva para a nova passagem do Homem pelo país. Mais informações clique aqui.

Eis o texto do Dylanesco.


“Depois de 4 anos, Bob Dylan volta ao país para tocar em seis shows em cinco capitais brasileiras. Com a novidade, e proporcionalmente à euforia dos fãs, crescem as críticas dos que não entendem o porquê de ir a um show de um cara que, para muitos, já está morto faz tempo (tanto na arte quanto na vida).

Primeiramente, é necessário saber que, ao contrário de muitos artistas dos anos 60, Bob Dylan ainda continua contemporâneo. Em suas apresentações, não há espaços para nostalgias. Suas perfomances não miram o passado de sua carreira, mas sim o presente de suas letras e de sua música. Há, sim, pitadas de referências a estilos antigos, comocountrybluegrass, mas isso não quer dizer que ele esteja revisitando sua obra. Pelo contrário.


Assistir Bob Dylan ao vivo é presenciar a formação da música naquele instante. No palco, a obra dylanesca não existe: ela acontece. Em alguns casos, percebe-se que o cantor está tateando um caminho, buscando as frestas que trazem novas texturas. Nem sempre dá certo, é verdade (o que, para muitos fãs, não é algo estritamente negativo). Mas quando a mágica acontece, o instante é indivisível einfinito.

Essa tendência ao improviso é uma característica que acompanha Bob ao longo de toda sua carreira, e seria idiota frustrar-se com os arranjos atuais. Não espere os mesmos ritmos, as mesmas melodias e nem mesmo as mesmas letras. Vá para absorver e não para associar. Um show de Dylan deve ser contemplado aos poucos, como aquele filme de roteiro complexo, mas que te dá um prazer reflexivo que dura muito mais do que os minutos da película.

O cantor verborrágico é de poucas palavras ao público. Ultimamente, seu diálogo se resume a apresentar a banda. Nem ao fim do espetáculo ele discursa. Há apenas um “nanogesto” de agradecimento. Bob Dylan não segue o mesmo protocolo de músicos internacionais, que se obrigam a falar as palavras-chaves do turismo brasileiro. Ele não oferece um espetáculo circense ou uma apresentação de stand-up. Ele é um músico/poeta e seu propósito com as palavras aflora apenas em sons”.



As palavras saem de uma ex-voz. Bob Dylan incluiu a rouquidão na sua já anasalada voz. Sua maneira de cantar, influência dos poetas, também não auxilia na fluência da melodia. Contudo, mais importante do que ser “música para os ouvidos”, a interpretação dylanesca expõe a intenção do artista. Músicas são expressões humanas, mas que nem sempre se mostram iguais. Ao contarmos uma mesma história, podemos adotar um tom empolgado, triste, confessional ou mesmo irônico. E é assim que a voz de Dylan funciona. Cada dia uma interpretação. Cada dia uma intenção.

Que show Bob Dylan trará ao Brasil?

10 de abril de 2012 2

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Faltam poucos dias para assistir Bob Dylan na capital gaúcha

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Pela quarta vez, um dos nomes mais importantes da música pop mundial passará pelo Brasil em turnê. Pela terceira vez, Dylan aportará pelo estado (o bardo e sua banda já tocaram no RS em 1991 e 1998). A pergunta que fica no ar é: Que show Bob Dylan trará ao país? Qual será seu provável set list? Que banda o acompanhará?

>>> Confira o serviço da apresentação em Porto Alegre (24.04.2012)

Algumas perguntas só poderão ser respondidas depois da noite do dia 15 de abril, data em que o músico norte-americano tocará no Citybank Hall, no Rio de Janeiro. Essa será a primeira apresentação de Dylan e sua banda em 2012. Se tormarmos por base o repertorio da última apresentação do ano passado, em 21 de novembro, no Hammersmith, em Londres, há uma mescla de antigos sucessos e novos sons.

Veja.

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Das 15 canções do último set tocado por Dylan e banda,  sete sons são dos anos 60, seis são dos anos 2000, uma é dos anos 70 e uma canção foi feita da década de 80.  Os álbuns contemplados nesse show de Londres foram:    “Bringing It All Back Home” (1964), “Highway 65 Revisited” (1965), “Blonde On Blonde” (1966), “John Wesley Harding” (1968), Planet Waves” (1974),  “Oh, Mercy” (1989), “Love & Theft” (2001), Modern Times (2006) e “Together  Through Life (2009), mais “Things Have Chance”, canção ganhadora do Oscar de Melhor Canção (200o), composta para Garotos Incríveis (2000), filme de Curtis Hanson. Se voltarmos aos sets anteriores, há pequenas variações entre uma apresentação e outra. Acredito que esse será (mais ou menos) o desenho do show. Quem sabe ele mude tudo, afinal, certas vezes,  - Dylan é um cara imprevisível.

Quanto a banda que o acompanha, tudo indica que teremos o mesmo time do ano passado. Além de chefe Dylan nos vocais, harmônica, órgão e guitarra, o time deve ter - Charlie Sexton e Stu Kimball – Guitarrras, George Recelli – bateria e Tony Garnier – Baixo.

Outro lance curioso, é que fiquei sabendo que na nova novela das 21h da Rede Globo, Avenida Brasil, a música escolhida como tema da mocinha interpretada por Débora Falabella é “Don’t Think Twice, Its All Right”, um dos números do álbum “Freewhelin’” (1962). Eu não gostei.

Enfim…

Eis o mundo estranho em que habitamos. O Poeta em horário nobre.

Que venha Bob Dylan!



Esperando Bob Dylan: Empire Burlesque

28 de março de 2012 2
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Blog propõe revisão em um dos títulos mais contestados da carreira do bardo
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Faltando pouco mais de quatro semanas para o show de Bob Dylan na capital gaúcha, o blog propõe uma audição mais atenta em um daqueles discos do bardo que todo mundo gosta de meter o pau. Conheci a música de Dylan mais ou menos na época do lançamento desse LP, lá pelo final de 1985. Lembro do clipe de “Tight Conection To My Heart” passando na TV. “Empire Burlesque” não convenceu a crítica e nem o grande público. Eu sempre achei que esse álbum merecia uma revisão.
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Confira o serviço do show de Bob Dylan na capital gaúcha.
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De cara, da jaqueta que ele está usando na capa aos sintetizadores e a bateria eletrônica, esse LP lançado em 8 de junho de 1985 parece o mais datado de todos os trabalhos lançados por Dylan nos anos 1980. O visual “vítima da moda” é culpa dele, mas o som datado se deve ao produtor de dance music Arthur Baker, que fez a mixagem do álbum e acrescentou truques que estavam na moda na época. Hoje soa como uma obra do passado – e é um raro exemplo de Dylan seguindo tendências em vez de criá-las. “Empire Burlesque” foi ridicularizado por esse motivo.
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Apesar de tudo isso, o álbum ainda soa melhor que praticamente todos os discos de meados dos anos 80 feitos com tecnologias da época. O motivo, claro, é a qualidade das canções – talvez não seu melhor, mas ainda assim superior àquelas de qualquer concorrente. A sagacidade do passado de Dylan está presente na faixa de abertura. A já citada “Tight Conection To My Hearts”, que empresta a frase “Vou aceitar essa farsa até que descubra como sair dela”, de um diálogo entre o Capitão Kirk e o Dr. Spock em um dos primeiros episódios de Star Treck. Outros versos da canção foram espirituosamente tirados dos filmes de Humprey Bogart “Relíquia Macabra” (também conhecido como “Falcão Maltês”), “Sirocco” e “Paixões em Fúria”.
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Muito do restante do álbum consiste em canções de amor. A gentil “I’ll Remember You” poderia passar bem sem o eco que Baker colocou no vocal, mas ainda assim é bela. Na minha opinião, eis uma das melhores canções românticas do bardo. Em “Emotionaly Yours”, Dylan retrabalha diversos clichês românticos simples, e o resultado é tocante. “When The Night Falling From The Sky” é cheia de antecipação e iminência, e seria uma ótima canção de Dylan em qualquer época. “Something Is burning Baby” é outra música de substância, acentuada por sua cadência militar e pela comovente voz de Madelyn Qubec ecoando versos de Dylan. “Trust Yourself” é um blues rock emocionante com toque de fervor gospel de “Gotta Serve Somebody”, mas com uma mensagem muito diferente.
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“Never Gonna Be The Same Again” é uma das melodias mais surpreendentes de Dylan, com um ritmo inesperadamente espirituoso em fade out que soa como um clássico compasso médio dos Stones. O tema é carregado à “Seeing The Real You At Last”, um glorioso eock estilo Jagger/Richards carregado de instrumentos de sopro em que mebros dos Heartbreaker, de Tom Petty, colaboram. Em contraste, “Dark Eyes”, que finaliza o disco, é acústica e tocada solo; sua graciosidade e mistério são acentuadas pela beleza de sua delicada melodia irlandesa.
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Das dez faixas, apenas a banal “Clean-Cut-Kid” erra o alvo. Se há um disco de Dylan que merece ser reavaliado é, certamente, “Empire Burlesque”.
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Com informações de Nigel Williamson: Guia do Bob Dylan

Serviço Bob Dylan - Porlo Alegre, 24 de abril de 2012

10 de março de 2012 0

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Bob Dylan faz nesta terça, sua terceira apresentação em Porto Alegre, dessa vez no Pepsi On Stage. Ele já esteve aqui em 1991, no Gigantinho e em 1998, no Opinião.*

Fonte: ZH

Confira serviço completo do show:


Localização

Terça-feira, às 21h. 
Duração
: 90min
Classificação: 14 anos. Permitida a entrada de jovens entre 12 e 13 anos acompanhados de pais ou responsáveis.
Pepsi On Stage (Severo Dullius, 1.995)
Fone: (51) 3371-1948.
Estacionamento: terceirizado, ao lado do Pepsi, por R$ 15 e com cerca de mil vagas disponíveis.
Abertura dos portões: 19h.
Ingressos: esgotados.

RETIRADA DE INGRESSOS COMPRADOS PELA INTERNET:

As entradas adquiridas pelo site Tickets For Fun devem ser retiradas na bilheteria do Pepsi On Stage, a partir das 18h. É preciso apresentar o documento de identidade, o cartão de crédito utilizado na compra e o número de transação informado no e-mail de confirmação.

O QUE NÃO PODE LEVAR

Correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, copos de vidro, frutas, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais e revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares, vidros em geral, copos descartáveis, alimentos em geral, câmeras fotográficas amadoras e profissionais

SERVIÇO MÉDICO

Posto médico com enfermeira, técnicos de enfermagem, médico e equipamento na parte de dentro do local.

Ambulância UTI com técnico na parte de fora.

TRÂNSITO

> Serão 30 agentes da EPTC mobilizados no entorno do show para orientar o trânsito.
> Haverá reforço de táxis nos arredores ao final do espetáculo.
> A Trensurb informa que a Estação Aeroporto funcionará em seu horário normal, com trem até por volta das 23h25min.

Linhas de ônibus que fazem o caminho até as imediações do Pepsi On Stage:

> T11
> T5
> 702 Anchieta
> 705 Indústrias
> B02 Leopoldina/ Aeroporto
> B09 Aeroporto / Iguatemi
> B56 Passo das Pedras / Aeroporto

Será ativada a linha de ônibus E32 – Parque Condor para reforçar o atendimento no término do show. A linha de lotação E60.11 – Sarandi/Eventos/Severo Dullius também será disponibilizada.

Mais informações podem ser conseguidas pelo telefone 156 ou pelos sites www.poatransporte.com.br e www.eptc.com.br

Programe-se para chegar com pelo menos uma hora de antecedência, evitando problemas com o trânsito


Confira o provável set da apresentação na capital gaúcha aqui.

Saiba detalhes da banda que acompanha Dylan aqui.

Esgotado!

01 de março de 2012 2

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O site da ZH e a Rádio Gaúcha deram a nota na manhã desta quinta-feira (01). Segundo informações foram 7.000 tíquetes vendidos em pouco mais de três dias. Os ingressos para o show de Bob Dylan em Porto Alegre se esgotaram. Após um primeiro dia inteiro de fila em frente à loja Multisom, no centro da Capital, os últimos bilhetes foram vendidos na manhã desta quinta-feira, de acordo com a assessoria do evento. As vendas também rolaram pelo site da Tickets For Fun.

Bob Dylan se apresenta em Porto Alegre no dia 24 de abril, às 21h, no Pepsi On Stage. Confira abaixo o serviço completo do show.

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Quando: 24 de abril, às 21h. Abertura dos portões: 19h
Onde: Pepsi On Stage (Severo Dullius, 1.995), fone: (51) 3371-1948
Onde estacionar: estacionamento ao lado do Pepsi On Stage, a R$ 15
Classificação: 14 anos. Entrada permitida para jovens entre 12 e 13 anos desde que acompanhados de pais ou responsáveis. Proibido para menores de 12 anos.


Confira o serviço completo para o show de Bob Dylan em Porto Alegre

23 de fevereiro de 2012 20

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Ingressos começam a ser vendidos na próxima segunda-feira. Confira também o serviço dos shows no Rio, SP, BH e Brasília



BOB DYLAN

24 de abril

21h

Abertura dos portões: 19h

Pepsi On Stage


Início das vendas: 27 de fevereiro


VALORES DE INGRESSO

Pista – R$ 140,00 (1º lote) ESGOTADO

Mezanino – R$ 180,00 ESGOTADO

Obs1.: 50% de desconto para idoso, mediante apresentação de documentação, no ato da compra e no acesso ao evento.

Obs.2: 25% de desconto para os primeiros 200 clientes do Clube do Assinante Zero Hora. Compra limitada a 02 ingressos por assinante, realizada apenas nos Pontos de Venda, com apresentação da carteirinha.


PONTOS DE VENDA

- Multisom (Rua dos Andradas, 1001 – Centro – Porto Alegre): horário de atendimento de segunda a sexta-feira, das 11 às 19h, e sábado, das 9h às 17h. Sem taxa de conveniência.

- Central Tickets For Fun: venda pelo telefone 4003-5588 com entrega em domicílio, de segunda a sábado, das 9h às 21h. Com taxas de conveniência e de entrega.

- Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br , com entrega em domicílio. Com taxas de conveniência e de entrega.


FORMAS DE PAGAMENTO

- Meio de pagamento preferencial: Credicard.

- Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e cartões de débito Visa Electron e Rede Shop. Não serão aceitos Banricompras e Hipercard.

- Clientes do cartão de crédito MasterCard podem optar pela tecnologia MasterCard ShowPass, no qual o cartão vira ingresso. Mais informações no site: www.mastercardshowpass.com.br.

- Vendas limitadas a 06 ingressos por pessoa.

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CENSURA

Não será permitida a entrada de menores de 12 anos.

12 e 13 anos, permitida a entrada desde que acompanhados de pais ou responsáveis.

14 anos, desacompanhados.

REALIZAÇÃO

Hits Entretenimento e Time For Fun


INFORMAÇÕES

http://www.hte.com.br/

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Essa será a terceira passagem do bardo americano pela capital gaúcha (1991/Gigantinho e1998/Opinião – leia sobre essa última apresentação clicando aqui).




1998. Dylan em Porto Alegre. Foto: Adriana Franciosi/ZH





Confira também o serviço dos shows do Rio, Brasília, São Paulo e Belo Horizonte.

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RIO DE JANEIRO

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Serviço Bob Dylan

Local: Citibank Hall – RJ – Av. Ayrton Senna, 3000 – Shopping Via Parque – Barra da Tijuca

Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588

Única apresentação: Domingo, 15 de abril de 2012

Horário Show: 20h

Classificação etária: 15 anos

Capacidade: 3.093 pessoas

Meio de Pagamento Preferencial: Credicard

Acesso para deficientes

PREÇOS DE INGRESSOS

NORMAL

½ ENTRADA

CADEIRA VIP

R$800,00

R$400,00

CADEIRA PALCO

R$700,00

R$350,00

CADEIRA ESPECIAL

R$600,00

R$300,00

CADEIRA CENTRAL

R$550,00

R$275,00

CADEIRA LATERAL

R$500,00

R$250,00

CAMAROTE

R$800,00

R$400,00

POLTRONA

R$550,00

R$275,00

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet ou telefone).

- Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva e poderão adquirir ingressos entre os dias 27 de fevereiro a 04 de março de 2012.

- O público em geral poderá adquirir ingresso a partir de 05 de março de 2012.

- Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners que efetuarem compra via internet até 72 horas antes do evento, serão isentos de taxa de entrega.

- Clientes MasterCard crédito tem benefício exclusivo: MasterCard ShowPass, tecnologia de acesso que carrega o ingresso no próprio cartão para ser utilizado na entrada do show (ou evento). Mais informações acesse www.mastercard.com.br/showpass

- Vendas limitadas a 08 ingressos por pessoa

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Citibank Hall: diariamente, das 12h às 20h – Av. Ayrton Senna, 3000 – Shopping Via Parque – Barra da Tijuca.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Pontos de venda no link:

http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx

Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) - 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

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BRASÍLIA

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Serviço Bob Dylan

Local: Ginásio Nilson Nelson – Setor SRPN – Ginásio de Esportes Nilson Nelson – Asa Norte

Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588

Única apresentação: Terça-feira, 17 de abril de 2012

Horário Show: 21h30

Classificação etária: 16 anos.

Meio de Pagamento Preferencial: Credicard

Acesso para deficientes

Setor

½ Entrada

Pista Premium

R$250,00

Pista

R$140,00

Arquibancada

R$120,00

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário.

- O público em geral poderá adquirir ingresso a partir de 27 de fevereiro de 2012.

- Clientes MasterCard crédito tem benefício exclusivo: MasterCard ShowPass, tecnologia de acesso que carrega o ingresso no próprio cartão para ser utilizado na entrada do show (ou evento). Mais informações acesse www.mastercard.com.br/showpass

- Vendas limitadas a 08 ingressos por pessoa

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Brasília Shopping: SCN Qd. 05 Bloco A Piso G1 – Brasília – DF – Central de Ingressos.  Horários: segunda à sábado das 10h às 22h / domingo das 14h às 20h

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Pontos de venda no link:

http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx

Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) - 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

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BELO HORIZONTE

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Serviço Bob Dylan

Local: Chevrolet Hall – Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Savassi – Belo Horizonte – MG

Central de Vendas Tickets For Fun: 4003 5588

Única apresentação: Quinta-feira, 19 de abril de 2012

Horário Show: 21h

Classificação etária: 16 anos.

Capacidade: 5.500 pessoas

Meio de Pagamento Preferencial: Credicard

Acesso para deficientes

Setor  (Pista)

Valor

½ Entrada

Pista 1º lote

R$180,00

R$ 90,00

Pista 2º lote

R$200,00

R$100,00

Pista 3º lote

R$220,00

R$110,00

Pista 4º lote

R$240,00

R$120,00

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet ou telefone).

- O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 27 de fevereiro de 2012.

- Clientes MasterCard crédito tem benefício exclusivo: MasterCard ShowPass, tecnologia de acesso que carrega o ingresso no próprio cartão para ser utilizado na entrada do show (ou evento). Mais informações acesse www.mastercard.com.br/showpass

- Vendas limitadas a 08 ingressos por pessoa

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Chevrolet Hall – das 12h às 20h – Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Savassi – Segunda a sábado, das 12h às 20h / Domingos e feriados das 14h às 20h.

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Pontos de venda no link:

http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx

Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) - 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

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SÃO PAULO

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Serviço Bob Dylan

Local: Credicard Hall – Av. das Nações Unidas, 17.981 – Santo Amaro – SP

Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588

Apresentações: Sábado e Domingo, 21 e 22 de abril de 2012

Horário Show: Sábado, às 22h e Domingo às 20h

Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos. 12 anos e 13 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais). 14 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados).

Capacidade: 4.171 pessoas

Meio de Pagamento Preferencial: Credicard

Acesso para deficientes

PREÇOS DE INGRESSOs

NORMAL

½ ENTRADA

CAMAROTE I

R$900,00

R$450,00

CAMAROTE II

R$800,00

R$400,00

CADEIRA VIP

R$900,00

R$450,00

CADEIRA I

R$750,00

R$375,00

CADEIRA II

R$650,00

R$325,00

POLTRONA I

R$550,00

R$275,00

POLTRONA II

R$450,00

R$225,00

PLATÉIA SUPERIOR I

R$250,00

R$125,00

PLATÉIA SUPERIOR II

R$200,00

R$100,00

PLATÉIA SUPERIOR III

R$180,00

R$ 90,00

VISÃO PARCIAL (PLATÉIA SUPERIOR)

R$150,00

R$ 75,00

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet ou telefone).

- Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva e poderão adquirir ingressos entre os dias 27 de fevereiro a 04 de março de 2012.

- O público em geral poderá adquirir ingresso a partir de 05 de março de 2012.

- Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners que efetuarem compra via internet até 72 horas antes do evento, serão isentos de taxa de entrega.

- Clientes MasterCard crédito tem benefício exclusivo: MasterCard ShowPass, tecnologia de acesso que carrega o ingresso no próprio cartão para ser utilizado na entrada do show (ou evento). Mais informações acesse www.mastercard.com.br/showpass

- Vendas limitadas a 08 ingressos por pessoa

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Credicard Hall – diariamente, das 12h às 20h – Av. das Nações Unidas, 17.981 – Santo Amaro – São Paulo (SP)

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Pontos de venda no link:

http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx

Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) — 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h – segunda a sábado.

Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega)

Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

Confira todas as datas do Tour sul-americano de Bob Dylan

20 de fevereiro de 2012 5

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Além de cinco cidades brasileiras, músico americano também tocará na Argentina e Chile

Já está no site oficial de Bob Dylan, todas as datas da turnê sul-americana de Bob Dylan. Tudo indica que Dylan iniciará suas apresentações ao vivo em 2012, pelo show no Rio, dia 15 de abril.

Confira:

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No Rio de Janeiro e em São Paulo haverá pré-venda exclusiva para os clientes Credicard, Citibank e Diners entre 27 de fevereiro e 4 de março. As vendas começam oficialmente no dia 5. Para os shows em Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre não haverá pré-venda, e os ingressos já estarão à venda em 27 de fevereiro. Venda de tíquetes no link

Essa será a terceira passagem do bardo americano pela capital gaúcha (1991/Gigantinho e 1998/Opinião – leia sobre essa última apresentação clicando aqui).

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Bob Dylan de volta ao Brasil

16 de fevereiro de 2012 0

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O blog já tinha avisado na segunda-feira (13). Soltem os foguetes! A plataforma on-line onde Bob Dylan é o campeão de “tags” está em festa. O maior poeta do rock está retornando ao Brasil em abril, para uma turnê de seis shows, passando por cinco cidades e cinco estados. Os preços dos ingressos ainda não foram divulgados, mas você pode conferir as datas e locais na lista abaixo:

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Rio de Janeiro

Data: 15 de abril

Local: Citibank Hall


Brasília

Data: 17 de abril

Local: Ginásio Nilson Nelson


Belo Horizonte

Data: 19 de abril

Local: Chevrolet Hall


São Paulo

Data: 21 e 22 de abril

Local: Credicard Hall


Porto Alegre

Data: 24 de abril

Local: Pepsi On Stage


No Rio de Janeiro e em São Paulo haverá pré-venda exclusiva para os clientes Credicard, Citibank e Diners entre 27 de fevereiro e 4 de março. As vendas começam oficialmente no dia 5. Para os shows em Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre não haverá pré-venda, e os ingressos já estarão à venda em 27 de fevereiro.

Essa será a terceira passagem do bardo americano pela capital gaúcha (1991/Gigantinho e 1998/Opinião – leia sobre essa última apresentação clicando aqui). A partir de hoje teremos no mínimo um post semanal sobre a vinda do Homem ao país.

Na última apresentação do Tour 2011 (21/11), Dylan tocou Forever Young acompanhado de Mak Knopfler, no Hammersmith, em Londres. Knopfler e Bob trabalharam juntos em dois álbuns – Slow Train Coming (1979) e Infidels (1983).

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Bob Dylan teria acertado nova vinda ao Brasil

13 de fevereiro de 2012 4


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Separem uns pilas na carteira. Parece que Bob Dylan acaba de acertar uma nova vinda ao país. O cantor e compositor americano chegaria ao Brasil na primeira quinzena de maio para concertos em cidades e locais a definir (Porto Alegre estaria no roteiro). A viagem também incluiria passagens por Argentina e Chile, e provavelmente mais países. A última visita de Dylan ao Brasil foi em 2008. Na época, ele estava na estrada com o tour do álbum Modern Times.
No site oficial do artista ainda não há nenhuma data agendada para 2012. Mais sobre o burburinho, em breve no blog. Assim como eu disse antes de anunciarem oficialmente as apresentações de Joe Cocker, vale a pena proferir o velho bordão popular: onde há fumaça, há fogo!
O último show de Bob Dylan foi em Londres, em novembro de 2011. Na ocasião, o set list foi este:
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Leopard-Skin Pill-Box Hat
It’s All Over Now, Baby Blue
Things Have Changed
Spirit On The Water
Honest With Me
Forgetful Heart
The Levee’s Gonna Break
Man In The Long Black Coat
Highway 61 Revisited
Desolation Row
Thunder On The Mountain
Ballad Of A Thin Man
All Along The Watchtower
Like A Rolling Stone
Forever Young

Aqui você confere Dylan cantando a última da lista (ano passado em Xangai. na China).
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