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Posts com a tag "George Harrison"

Saiba quem são os músicos que acompanham Bob Dylan no Tour 2012

23 de abril de 2012 11

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Tem muita gente boa na banda que acompanha Bob Dylan nesse 25º ano da Never Ending Tour. E pra participar dessa trupe tem que ter "Café no Bule". Todas as críticas relevantes que foram publicadas chamam a atenção para a banda do Homem.

Eis os cinco músicos que estarão ao lado de Dylan no palco do Pepsi On Stage, próxima terça-feira, em Porto Alegre.

> Confira o serviço completo da apresentação na capital gaúcha

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Tony Garnier - Baixo

Saint Paul, Minnesota, 18 de agosto de 1956. É o mais antigo sideman de Bob Dylan. Além disso, é também o Diretor de Palco das turnês. Fez diversos registros com Dylan, e também já gravou com Tom Waits, Loudon Wainwright III, Paul Simon, Marc Ribot, EricAndersen e Michelle Branch. São 23 anos acompanhando o Chefe. É o músico que mais tempo compartilhou as quatro linhas de um palco com a Lenda Americana. Para Dylan, se existe um homem de confiança na estrada, esse homem é Tony Garnier.

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Charlie Sexton - Guitarra

Fã confesso de Bob Dylan, esse guitarrista nascido em Austin, no Texas (1968), foi um músico precoce que com apenas 16 anos gravava seu álbum de estreia, “Pictures for Pleasure” (1985), mesmo trabalho que o levou ao TOP 20 da Billboard. Além de Dylan, já gravou ou tocou na estrada com Keith Richards, Ron Wood, Lucinda Willians e Edie Brickell. Está na sexta turnê com o Chefe.

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Stu Kimball - Guitarra

Está na Never Ending Tour desde 2004. Gravou com Dylan no contestado “Empire Burlesque” (1984). Já trabalhou com Carly Simon, Peter Wolf, Bruce Sprinsteen, Clarence Clemons, Dianna Ross e Stevie Nicks.

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George Receli - Bateria

Nativo de New Orleans, Receli toca com Dylan desde 2001. Tem um currículo invejável como músico de apoio. Já trabalhou com Levon Helm, Keith Richards, Willie Nelson, Dr. John, James Cotton, Mavis Staples, Etta James, Hubert Sumlin, Lou Reed, James Brown, entre outros.

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Donny Heron - Violino, mandolin, trompete e pedal steel

Integrante da banda de alt-country BR-549, com quem já lançou seis álbuns em duas décadas de estrada. Toca com com Dylan desde 2005.

Confira a banda completa em ação no 17th Annual Critics’ Choice Movie Awards, que homenageou Martin Scorsese, no início deste ano. A apresentação é de Olívia Harrison, viúva do Beatle George. A canção escolhida é "Blind Willie McTell, tema descartado de "Infidels" (1983), e que acabou aparecendo oficialmente em "Bootleg Series Vol 3" (1991).

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Aplicativo reúne as guitarras de George Harrison no celular

19 de janeiro de 2012 0

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Por Ana Bittencourt

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E mesmo morto, George Harrison está entre nós. E isso, graças a tecnologia. E também aos herdeiros do ex-Beatle. O filho do guitarrista, Dhani, firmou uma parceria com a Bandwdth Publishing, empresa que faz aplicativos para dispositivos móveis. O resultado é uma exposição virtual da coleção do cantor e compositor, que fará uso de muitas de suas gravações pessoais.

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O aplicativo para iPad deve ser lançado no mês que vem, com o nome The Guitar Collection: George Harrison. Segundo nota oficial divulgada pela empresa, o aplicativo terá imagens das guitarras de Harrison, mostrando "arranhões, marcas e fios desgastados". Outra atração são as imagens das guitarras em 360º, criadas pelo fotógrafo e cineasta Steven Sebring. Os internautas também poderão ler a história detalhada de cada instrumento e também as modificações feitas por Harrison, além de ouvir as canções gravadas nelas.

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Vídeos dos instrumentos tocados por músicos como Ben Harper, Josh Homme, Mike Campbell e Dhani Harrison, filho do ex-Beatle, também estarão disponíveis no aplicativo. The Guitar Collection: George Harrison será lançado no dia 23 de fevereiro e custará US$ 9,99. Abaixo, veja o vídeo de divulgação do aplicativo.

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Há 10 anos, morria George Harrison

26 de novembro de 2011 1

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Há 10 anos, o ex-Beatle George Harrison deixava o nosso 'material world'. Sua obra e seu estilo de tocar guitarra porém, continuam cada vez mais influentes. Aqui no blog, você confere um pouco do que foi a trajetória de um músico criativo, talentoso e espiritual.

por Eduardo Lenz de Macedo.


Tido sempre como um rapaz tímido e introvertido, George era, ao contrário, para quem o conhecia bem, uma pessoa alegre e brincalhona. O caçula dos Beatles, ganhou essa aura de ‘quieto’ graças a sua participação no filme ‘A Hard Day’s Night’ ( Os Reis do Ié Ié Ié ), em que cada um dos rapazes ficaria estigmatizado com uma personalidade distinta. Harrison, foi considerado um garoto jovem demais pelo líder John Lennon assim que foi apresentado à banda trazido por Paul McCartney, mas logo demonstrou que como guitarrista não ficava devendo nada a ninguém. Em um primeiro momento ele foi eclipsado pela constante disputa de poder entre Lennon e McCartney, além do que a dupla compunha junto, o que obrigou George a também tentar compor, sob pena de se ver relegado a um plano secundário dentro do conjunto. A partir de 65, George se firma como compositor e ganha espaço para pelo menos duas canções por álbum. São dessa época as primeiras grandes composições de Harrison, como ‘I Need You’ e ‘Taxman’. Surge em Londres nessa época o músico indiano Ravi Shankar que viria a se tornar grande amigo de Harrison. Nesse mesmo período, cansado de seu trabalho com os Beatles, ele procura algo que dê mais sentido a sua vida. George foi o primeiro dos rapazes a desejar o fim das exaustivas turnês da Beatlemania. Em janeiro de 66, George troca alianças com Pattie Boyd, ex-modelo, que ele conheceu nas filmagens de ‘A Hard Day’s Night’.

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Veja o trailer do documentário sobre George. Mais informações aqui.

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Depois de algum tempo visitando a Índia, onde aprendeu a tocar sitar com Shankar, George volta para as gravações dos Beatles com novas e revolucionárias ideias. A partir de 1966 pode-se sempre ouvir sons indianos nos álbuns da banda, mais notadamente nas canções de George.Quando a revolução musical dos Beatles chegou ao auge com ‘Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band’, em 67, lá estava Harrison presente com uma canção em que nenhum de seus parceiros de banda participavam. Em ‘Within You Without You’, ouve-se apenas a voz inconfundível de George junto á um grupo composto por músicos indianos.George Harrison ainda não estava satisfeito. Ele queria se descobrir como ser-humano. Queria saber o significado da vida. E, mais uma vez, ele lidera os companheiros na sua procura por um sentido espiritual para tudo o que estavam vivendo.Após a morte do empresário Brian Epstein, que os havia descoberto, Harrison conseguiu convencer todos os Beatles a partir com suas famílias para Rishikesh, na Índia, onde fariam um curso de Meditação Transcendental com o  Maharishi Mahesh Yogi, que naquele tempo de procura por mentores espirituais, era o guru mais requisitado.A experiência, apesar da desconfiança geral com o guru, foi proveitosa. George conseguiu aprender as bases da meditação, e esta prática o acompanharia pelo resto de sua vida.Na volta aos estúdios de gravação, os bons tempos estavam começando a ficar distantes dos Beatles.

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O fotógrafo da capa do álbum de estreia de Harrison morreu esse ano. Saiba mais aqui.

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Durante as gravações do ‘Álbum Branco’ em 1968, a discórdia começou a minar os esforços da banda.Harrison vai se afastando progressivamente de seus companheiros, e pela primeira vez traz um convidado famoso para uma sessão da banda. Seu amigo Eric Clapton é o primeiro músico de renome a participar de uma música da banda e ter seu nome creditado. A canção chamada ‘While My Guitar Gently Weeps’, foi o melhor trabalho de George até então, e Clapton não deixou por menos, ao emendar um solo mágico de guitarra.Apesar de todo o carisma da banda, no inicio de 69 em um projeto de volta as raízes liderado por McCartney, George se desentende de vez com seus colegas.Já há algum tempo Harrison vinha suportando a liderança ditatorial de Paul nas gravações e nos projetos dos Beatles. Quando McCartney resolve criticar abertamente a maneira de George tocar a guitarra justamente num momento de filmagem, este explode e abandona as gravações.George afasta-se por vários dias e resolve voltar apenas para terminar os trabalhos já iniciados. Depois de um show no telhado da Apple ficou-se com a impressão que nunca mais os Beatles tocariam juntos.Para desmentir os céticos, e provar que eles ainda eram a maior banda do planeta, eles resolvem se despedir em grande estilo. O disco ‘Abbey Road’ gravado em 1969, é sem dúvida nenhuma uma chave de ouro para o final dos Beatles. E é justamente nele que George surge com duas de suas melhores composições até então.‘Something’, uma balada romântica que sobreviveria ao teste do tempo e ‘Here Comes the Sun’, com solos fantásticos de violão, sem falar nos vocais de George, fez todo mundo repensar a participação de George na banda. Ali, no final de uma era ele mostrava que tinha vindo pra ficar! Ao mesmo tempo que trabalhava nos projetos dos Beatles, e lia muito sobre a cultura oriental, George começava a dar os primeiros passos da carreira-solo. Após compor a trilha sonora do filme ‘Wonderwall’, ele participa de uma turnê com a banda de Delaney & Bonnie pelos EUA. Ainda em 69 compõe música experimental com sintetizadores e lança o disco ‘Eletronic Sound’.

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A revista britânica Mojo lançou uma edição especial sobre o guitarrista. Saiba mais aqui.

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Em 1970 com a separação dos Beatles consumada, George finalmente tem tempo e espaço para compor e terminar suas canções que haviam sido deixadas de lado. Em sua residência campestre de Friar Park onde havia se instalado com sua mulher Pattie, ele começa a trabalhar naquele que ao final do ano seria considerado um dos melhores álbuns de um ex-Beatle.Requisitando a ajuda de músicos de primeira linha como Clapton, Bob Dylan, Dave Mason, Ringo Starr, Jim Gordon e Billy Preston, além da produção de Phil Spector, o que se viu foi um trabalho grandioso.Harrison comentou depois do lançamento de ‘All Things Must Pass’, que estava com músicas demais na sua cabeça e que tinha que colocá-las para fora. O jeito foi fazer um álbum triplo. O primeiro da história! Apesar do forte apelo espiritual do disco, George conseguiu aquilo que talvez poucos esperassem dele: o sucesso de público e de crítica.O grande momento dos trabalhos foi o hino ‘My Sweet Lord’, que seria eternamente ligada ao seu criador. Canções como ‘Isn’t It a Pity’, ‘Behind that Locked Door’ e o rockão ‘What Is Life’ se impõe por si só, e são testemunhas inegáveis do progresso de Harrison como compositor.

Depois deste início arrasador de carreira-solo, Harrison se envolveu com projetos dos artistas da Apple, começando a produzir trabalhos para a banda Badfinger e Jackie Lomax. Durante o ano de 1971, ainda envolvido em processos pendentes da separação dos Beatles, e trabalhando no álbum ‘Straight Up’ do Badfinger, George recebe a visita de seu amigo Ravi Shankar com péssimas notícias. Bangladesh, país vizinho a Índia havia sofrido enorme devastação em 1970 por causa de um ciclone e chuvas torrenciais, além de uma guerra civil que estava em pleno curso, obrigando milhares de desabrigados a procurar auxílio nos países vizinhos. Harrison parte para Nova Iorque e, recorrendo a ajuda de vários músicos famosos, protagoniza em 01º de agosto, o primeiro concerto beneficente da história. A resposta do público foi fantástica, com a participação de mais de 40 mil pessoas, e toda a renda sendo revertida para a carente população de Bangladesh.George fez uma canção especialmente para o evento, também chamada ‘Bangladesh’, e posteriormente um álbum e um DVD do concerto seriam lançados, com toda sua renda até hoje sendo enviada para uma fundação que George criou juntamente com a UNICEF.Aos poucos, George foi se envolvendo em projetos mais caseiros, deixando a música um pouco de lado. Em sua casa em Friar Park, ele leva uma vida tranqüila ao lado de sua esposa Pattie, que infelizmente não pode ter filhos. Este talvez tenha sido o motivo de algumas discussões do casal. Nesta época Eric Clapton, passou a ser um hóspede contínuo da casa, e logo deixaria claro sua paixão por Pattie.Seguindo em frente, George lança em 1973 o álbum ‘Living in the Material World’, considerado por muitos críticos, um dos melhores trabalhos de rock do ano. ‘Give Me Love’, single extraído do álbum fez enorme sucesso.

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Saiba sobre novo livro que será publicado sobre George. Clique aqui.

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Em 1974, o casal Harrison se separa, e Pattie vai viver com Clapton. Nesse mesmo ano George faz sua única turnê solo nos EUA. As apresentações aguardadas com grande expectativa pelos fãs, foram um fracasso. Harrison queria basicamente apresentar as canções de sua carreira solo. Quando a galera começou a exigir ás músicas dos tempos dos Beatles, George perdeu a paciência. Ele começou a apresentá-las com os arranjos totalmente modificados, entrando em conflito com o público ansioso por ouvi-lo. Além disso, um problema crônico nas cordas vocais, impedia George de dar o melhor de si como cantor.O resultado foi que Harrison nunca mais iria se comprometer com novas turnês.
Esta fase dos problemas vocais coincide com o disco ‘Dark Horse’, o mesmo nome da nova companhia de gravações de George. Apesar de alguns bons momentos, notadamente com ‘Simply Shady’ e ‘So Sad’, o álbum não deslancha, em grande parte por culpa da voz rouca de Harrison.Nem tudo é tristeza para George, porém. Durante as gravações ele conhece a secretária da Apple, a mexicana Olivia Arias, com quem começa um relacionamento.

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Você já ouviu o Fistful of Mercy, banda de Dhani Harrison, único filho do ex-beatle. Saiba mais aqui.

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Nos últimos anos da década de 70, George lançaria outros trabalhos desiguais. ‘Extra Texture’, apesar do hit ‘You’, foi uma fraca despedida da Apple.Com ‘Thirty-Three and 1/3’, Harrison pareceu reanimado, e obteve sucesso com a canção e o clip de ‘This Song’. O clip era uma paródia comentando uma suposta prisão de George pelo plágio da canção ‘My Sweet Lord’ de que fora acusado.    Em agosto de 78, George fica muito feliz com o nascimento de seu filho com Olivia, chamado Dhani.Para encerrar a década, ele lança em 79 o álbum ‘George Harrison’, outro trabalho mediano que continha a sua homenagem à Fórmula 1 – George era um grande fã de corridas – com a música ‘Faster’. Ele chegou a visitar o Brasil em fevereiro daquele ano para acompanhar o GP de Interlagos. Sendo portanto, o primeiro Beatle a pisar em terras tupiniquins. 
Durante os últimos anos, George vinha escrevendo uma auto-biografia. Ela acabaria sendo publicada em 1980, com o título de ‘I Me Mine’, uma de suas músicas dos tempos dos Beatles.Este livro, inicialmente publicado em edição limitadíssima e a peso de ouro, foi pivô de um desentendimento de George com John Lennon, que não gostou de ver seu nome citado pouquíssimas vezes. De fato, todos os ex-Beatles, quase não apareciam, e o livro nem poderia ser considerado uma auto-biografia séria, pois consistia em sua maior parte, das letras originais da canções de Harrison. Não houve tempo para explicações. Lennon seria assassinado no final do ano, e George ficaria terrívelmente abalado com a situação. Nos anos 80 após ter lançado dois álbuns sem grande expressão, ‘Somewhere in England’ e ‘Gone Troppo’, Harrison deu mais um tempo na música.

Saiba mais sobre o livro (CD/DVD) lançado ano passado sobre o Travelling Wilburys, grupo que Harrison montou ao lado de Bob Dylan, Roy Orbison, Tom Petty e Jeff Lynne. Clique aqui.

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Já fazia algum tempo que ele vinha curtindo sua vida familiar, viajando com Olivia e o pequeno Dhani, e agora ele queria desfrutar pra valer de toda essa privacidade que lhe era negada no tempo dos Beatles. Além da meditação, sua outra paixão passou a ser a jardinagem. George começou a fazer cursos avançados sobre o assunto, e referia-se a si mesmo, como ‘apenas um jardineiro’ e músico aposentado. O único passatempo que lembrava ainda os velhos tempos era o dedilhar de ukelêles ( uma espécie de cavaquinho ), que George colecionava as centenas.Quando em 1987 os rumores de um novo disco de Harrison surgiram, todos ficaram surpresos. Finalmente ele deixava o retiro e voltava à ativa. E o fez em grande estilo. O álbum ‘Cloud Nine’ lançado no final daquele ano, foi nada menos que um dos melhores álbuns de um ex-Beatle em muitos anos. Canções como ‘When We Was Fab’ – surpreendentemente recordando os tempos da melhor banda do mundo -, ‘This Is Love’, ‘Just for Today’, além da canção-título, estão entre as melhores obras de Harrison. Arrematando o álbum, a cover de ‘Got My Mind Set on You’, bateu recordes de venda e chegou ao nº 1 nos EUA.

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Satisfeito com o sucesso do álbum e a volta por cima, mas ainda em dúvida sobre a continuação de sua carreira na música, George encontrou-se com os amigos Bob Dylan e Tom Petty. Desse encontro surgiu a idéia de uma reunião para tocarem num estúdio caseiro. Com o acréscimo de Roy Orbinson e Jeff Lynne, estava formado o super-grupo Travelling Wilburys. Esta banda, lançaria dois trabalhos nos anos seguintes, com enorme sucesso.Era tudo que George queria, ser apenas mais um músico num grupo. Ele nunca gostara de ser o centro das atenções.Infelizmente, a morte de Roy Orbinson, e o desejo de Dylan de continuar a carreira-solo fez com que a banda se separasse.Em 1991 o amigo Eric Clapton insistiu para que George o acompanhasse numa turnê pelo Japão. Ainda receoso das apresentações ao vivo, Harrison foi persuadido pela fama do povo japonês, que era um dos mais fanáticos por Beatles em todo o mundo, e considerado pelos músicos, a audiência mais bem educada do planeta.Finalmente, o ex-Beatle se apresentou para os enlouquecidos fãs japoneses em shows que fizeram história. Apresentando praticamente todas suas canções antigas dos Beatles, juntamente com as mais recentes, George foi ovacionado pelas multidões japonesas.‘O álbum duplo ‘Live in Japan’, lançado no ano seguinte, dá uma pequena amostra de como foram emocionantes as apresentações de Harrison com a banda de Clapton.


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Nos anos 70 e 80 George havia se envolvido com cinema. Ele fundara a ‘Handmade Films’, empresa que participara de várias produções do grupo Monty Python além de ‘Shangai Surprise’ com Madonna e ‘Mona Lisa’ com a participação de Bob Hoskins - entre outros filmes de sucesso.  Quando a produtora entrou em crise, as preocupações financeiras de Harrison vieram à tona.Nesse momento, seu ex-parceiro Paul McCartney surgiu com a ideia de um revival dos Beatles para os jovens dos anos 90.Porque os próprios Beatles não poderiam contar sua história?Ringo Starr e George toparam o projeto intitulado ‘Beatles Anthology’, que incluiu 3 CDs duplos, uma caixa com 5 DVDs e um enorme livro em que os quatro – John através de suas entrevistas – contavam sua versão da saga beatlemaníaca.Após este novo fenômeno de vendas, as finanças de George se estabilizaram e ele pode retornar aos seus afazeres de jardineiro, deixando novamente a música de lado.  Quando tudo parecia tranqüilo para a família Harrison, em 1998 George é diagnosticado com um câncer de garganta.Infelizmente a doença não respondeu ao tratamento.Em 2000, George ainda participaria do relançamento remasterizado de ‘All Things Must Pass’, seu primeiro álbum solo.Animado com o resultado, ele volta a gravar, desta vez recrutando a ajuda de seu filho Dhani, então com 21 anos.Não houve tempo para as conclusões dos trabalhos. Em 29 de novembro de 2001, George nos deixou. Próxima terça faz 10 anos.


Suas últimas gravações, finalizadas por seu filho Dhani e Jeff Lynne são lançadas em 2002 em seu álbum póstumo ‘Brainwashed’, no qual as canções ‘Stuck Inside a Cloud’ e ‘Rising Sun’ resumem, com seus elegantes solos de slide e o vocal inconfundível, a obra inesquecível de George Harrison!

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Revista britânica Mojo dedica edição de novembro a George Harrison

27 de outubro de 2011 1

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Leia trecho da entrevista de Paul McCarteney à revista

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Peguei essa no blog do Eduardo Badfinger. Para a edição que relembra os dez anos do falecimento de George Harrison, a tradicional revista inglesa Mojo, colocou o jornalista Michael Simmons de frente com o ex-colega de banda de Harrison, Paul McCartney. Tema: a vida musical em comum de Paul e George. Além disso a edição de novembro da revista disponibilizará  um CD com vários artistas revisitando a obra do chamado "Quiet Beatle".

Segue abaixo é a tradução de uma compilação divulgada pela revista.

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MOJO: Louise Harrison (irmã de George) me disse que os pais dela os ensinaram a confiar nas pessoas, e que quando George era jovem, ele confiava demais nos outros. Ela deu a entender que isso o tornou vulnerável. Isso procede?


PAUL MCCARTNEY: Eu diria que ele estava mais para leal. Vulnerável? Acho que não. A irmã mais velha dele o veria de modo diferente de seus colegas de rua da época. Então depende do que ela esteja falando. Se fosse em relação a golpistas, ele com certeza não confiaria e os reconhecia de cara. Mas ele era um amigo muito leal; qualquer pessoa da qual ele gostasse tinha sua lealdade. Mas havia muita coisa na qual ele não confiava. Ele era muito ligeiro. Ele tinha olho clínico para a falsidade.

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MOJO: Anos atrás, dizia-se que John Lennon referia-se a George como ‘o garoto’ quando os Beatles começaram e que John o tratava como tal. Quanto tempo isso durou?


PAUL: Durou provavelmente alguns anos. Só por causa da idade dele, em um grupo de homens que cresceram juntos, particularmente durante a adolescência – a idade conta. No caso de John, que era três anos mais velho que George – isso significava muito. John ficava meio envergonhado por ter meio que um ‘moleque’ à sua volta, apenas porque isso acontece em um grupo de caras. Durou pouco. Ficou particularmente perceptível quando George foi deportado de Hamburgo (em novembro de 1960) por ser menor de idade. Além disso, quando ele entrou para o grupo, ele era um menino com rosto de criança. Eu me lembro de apresentá-lo a John e pensar, "uau, há uma diferença de idade". Não vinha muito de minha parte porque eu estava no meio. Mas à medida que crescemos, parou de fazer diferença. E esse tipo de diferença some sozinho.

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MOJO: Tenho curiosidade sobre o processo de George no estúdio. Você se lembra de algum momento mais marcante quando George tenha colaborado com algo ou tenha feito uma música deslanchar?


PAUL: Ah sim, com certeza. Muitos. Eu pensaria imediatamente em uma música minha ‘And I Love Her’, que eu levei pro estúdio praticamente terminada. Mas George colocou o "do-do-do-do" (canta o riff característico) que é uma grande parte da música. Você sabe, o riff de abertura. Isso, para mim, fez uma diferença gritante na música e seja lá quando eu a toque agora, eu me lembro do momento em que George fez isso. A canção não seria a mesma sem ele. Eu acho que muitos dos solos dele tinham muita personalidade e davam cara aos discos. Ele não soava como nenhum outro guitarrista. Bem no começo, nós éramos muito jovens e não pensávamos de maneira profissional. Nós só éramos garotos sendo levados através dessa terra maravilhosa do ramo musical. Nós não entendíamos como rolava – algo que me deixa feliz porque eu acho que isso significaria que estávamos fingindo algo. Então acabamos fazendo coisas que as pessoas depois imitariam ao invés de nós fingindo algo porque nos disseram para fazê-lo. No começo, tudo era muito vibrante. Eu me lembro de ir a testes na (gravadora) Decca e cada um de nós ter se saído muito bem, você sabe. Estávamos em um pub depois tomando algo e meio que desacelerando e saindo daquela euforia, mas ainda estávamos bem animados com aquilo. E eu me lembro de estar sentado no bar com George e isso acabou sendo algo engraçado para nós anos depois. Eu dizia, (em um tom de voz impressionado) "Quando você cantou ‘Take Good Care of My Baby‘ (Goffin & King), foi incrível cara!" Eu não tenho certeza se nós dizíamos ‘cara’ ou até mesmo ‘incrível’ naquela época, mas… foi um momento especial e tornou-se algo entre eu e ele.

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MOJO: George tocou um violão clássico com cordas de nylon em "And I Love Her". Eu me lembro de George ter curtido muito o trabalho de Andrés Segovia por um tempo. Você se lembra disso?

PAUL: Eu acho que "por um tempo" é a fase de progresso. Nós nos apaixonamos pela guitarra e não fazíamos diferença de tipo. Podia ser um violão espanhol, um violão clássico. Poderia ser um Gretsch, uma Fender, uma Gibson. Nós meio que amávamos todas. Era como um sonho, era como andar pela fábrica do Papai Noel. Havia uma forte ideia de maravilha para nós. Eu me lembro muito bem de estar no bar da mãe de Pete Best – o Casbah em West Derby em Liverpool – e George veio e abriu essa caixa longa e retangular. Nós não teríamos imaginado que havia uma guitarra ali porque na época você não via essas caixas longas e retangulares que agora são perfeitamente normais. Nós tínhamos visto estojos em forma de violão. E ele abriu essa caixa comprida e ali estava uma… não tenho certeza se era uma Fender. Eu acho que era uma réplica, uma cópia barata. Mas cara, era bem bonita! Tinha uma aparência tão gloriosa. Momentos como aquele eram muito especiais. Nós estávamos apaixonados pela guitarra, seja lá de que tipo fosse.

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George e eu fazíamos esse lance, que é o lance J.S. Bach. Eu acho que se chama Fuga ou algo do tipo (ele canta ‘Bourrée’ de Bach em Mi Menor). Nós não a sabíamos inteira, mas aprendemos o comecinho. Nós inventamos o final. O que gostávamos nele era que era mais difícil do que as coisas que estávamos tocando, era parte de nosso desenvolvimento, porque eram duas linhas trabalhando uma contra a outra. Você tem a melodia (cantarola) e daí você tem meio que um baixo trabalhando contra. Eu digo às plateias que foi aquilo que me deu a introdução de "Blackbird". Não são as mesmas notas, mas eu peguei o estilo da melodia de baixo e a melodia aguda no mesmo trecho de guitarra e fiz a canção "Blackbird" a partir daquilo. Eu claramente lembro de George e eu sentarmos fazendo nossa própria versão da obra de Bach. Era meio que uma coisa de farra: era algo para mostrar que nós não éramos apenas unidimensionais. Era um lance para nos exibirmos. O que quero dizer é que sim, nós sempre nos ligamos em violonistas clássicos. Eu era um grande fã de Juliam Bream – que era um músico erudito bretão – e eu acho que George também era.

Nós usávamos qualquer coisa na qual pudéssemos pôr as mãos atrás de ideias. Outra música muito influente era uma de Chet Atkins que tentamos aprender chamada ‘Trambone’. Essa é meio country. E é a mesma coisa – tem dois lances rolando. Você tem uma linha de baixo/grave e uma de agudos; Nenhum de nós realmente dominou isso exceto por um cara chamado Colin Mantley do Remo Four (banda contemporânea de Merseybeat). Para nós aquilo era o ponto alto do show, quando Colin tocava esse instrumental. Mas o que eu digo é que todas as coisas adoráveis eram muito excitantes e nós as assimilamos em nossa música. Então nós com certeza não éramos esnobes.

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Morre aos 80 anos um dos fotógrafos mais importantes do mundo do rock

20 de outubro de 2011 0


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Barry Feinstein faleceu nessa quinta-feira (20) em NY
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Um dos mais importantes profissionais que trabalhou nos bastidores do rock, e nome que registrou dezenas de fotos históricas do gênero, morreu na manhã dessa quinta-feira (20), em Nova York. Barry Feinstein, tinha 80 anos. A Associated Press informa que ele havia sido internado com uma infecção.
Feinstein ganhou fama internacional como um dos fotógrafos oficiais de Bob Dylan (na década de 60 e 70), sendo inclusive o responsável pela capa do álbum "The Times They Are A-Changin' (1964).
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O fotógrafo publicou um livro chamado "BobDylan World Tours 1966-1974" com mais de 150 de seus melhores retratos do bardo.
Além de estrelas como Dylan e outros nomes do mundo do rock, Feinstein também fotografou centenas de celebridades e políticos,  como Jimmy Carter, Steve McQueen e Miles Davis.
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Entre tantos trabalhos produzidos por ele, também dá pra destacar a capa de "All Things Must Pass” disco de George Harrison lançado em 1970, e “Pearl”, de Janis Joplin, lançado em 1971.
Ele deixa a esposa Judith, e dois filhos de ralacionamentos anteriores.
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Saiu o primeiro trailer do documentário de Scorsese sobre George Harrison

23 de agosto de 2011 3

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Saiu o primeiro trailer do documentário de George Harrison. Living In The Material World tem direção de Martin Scorsese, e traz depoimentos de Eric Clapton, Tom Petty, Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono, Phil Spector, da viúva Olivia, dos amigos e parceiros do Monty Python, ente outros.  Scorsese, assumido admirador do guitarrista, recorreu aos arquivos pessoais do músico inglês, morto em novembro de 2001. Fotos, fitas, filmes caseiros, cartas e gravações incluem o rol de material pesquisado.

O doc foi produzido por Nigel Sinclair, com quem Scorsese trabalhou no filme No Direction Home, filme sobre a carreira de Bob Dylan.

Living In The Material World terá estreia em setembro, no Festival de Cinema de Nova York, e nos dias 05 e 06 de outubro, em um canal pago de TV nos Estados Unidos. Já no dia 10 do mesmo mês, sai nos EUA e Reino Unido as versões em DVD e Blue-ray. Aqui no Brasil, o filme deve ser lançado nos dois formatos ainda no início de 2012.

Eis o primeiro trailer.

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Livro, CD e filme relembram 10 anos sem George Harrison

25 de abril de 2011 2

WP site oficial GH

Por Ana Bittencourt com 'a little help' de Marcio Grings

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Depois que Paul McCartney remexeu nas memórias e anunciou o lançamento de um livro com fotografias da mulher, Linda, agora é a vez da viúva de George Harrison abrir o baú. Olívia, segunda mulher do ex-Beatle, reuniu fotos inéditas, cartas pessoais e diários escritos por Harrison e prepara a publicação do livro Living In The Material World.

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Divulgação site oficial GH

O material faz parte do arquivo pessoal do músico, morto em novembro de 2001, vítima de câncer. A obra vai compor uma biografia ilustrada da vida do guitarrista do Fab Four e será editado por Mark Holborn, com introdução de Paul Theroux.  Para escrever o prefácio, nada menos que o diretor Martin Scorcese, o cineasta que está produzindo um longa-metragem sobre a trajetória musical do mais jovem dos quatro garotos de Liverpool. O documentário terá o mesmo nome do livro está em produção há quase dois anos. A possibilidade é que o filme chegue às telas entre julho e setembro deste ano, mesma época em que o livro será lançado. E de acordo com a editora, a publicação vai trazer uma penca de fotos inéditas em 400 páginas, com edição limitada e numerada. Coisa para colecionador, sem dúvida.

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Participarão do livro nomes como Eric Clapton, Eric Idle e Terry Gilliam ( do Monty Python), Bob Dylan, além, é claro, de Ringo Starr e Paul McCartney. Não faltarão também depoimentos da família de George. É com certeza, uma bela homenagem aos dez anos do desaparecimento físico do mais místico dos Beatles, que nunca teve uma biografia digna lançada por aqui (lá fora temos  I Me Mine, escrita pelo próprio beatle e inexplicavelmente nunca publicada em língua portuguesa).

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Divulgação Chronicle Books*

Além do livro (será que este será publicado no Brasil?), na esteira será distribuído um DVD do doc produzido por Scorcese e consequentemente um álbum com a trilha sonora.

George merece. E os fãs agradecem.

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9 anos sem Beatle George

29 de novembro de 2010 0

Divulgação EMI#

George Harrison morreu há 9 anos,  no dia 29 de novembro de 2001 em Los Angeles. Ele tinha 58 anos. Seu corpo foi cremado e reza a lenda que suas cinzas jogadas no Rio Ganges, na Índia. Sua morte foi devido ao câncer que havia atingido ao cérebro. Em um comunicado especial na época,  sua família disse: "Abandonou este mundo como viveu: consciente de Deus, sem medo da morte e em paz, rodeado de familiares e amigos".
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Semana passado, All Thing Must Pass, primeiro álbum solo do músico inglês,  foi relançado em LP.
Segue no blog nove momentos maiúsculos do chamado Quiet beatle. Hare Krishna, George!
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Algumas coisas não passam. 40 anos depois, All Things Must Pass é relançado em LP

22 de novembro de 2010 1

Divulgação site oficial GH

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Segue um novo toque do brother Dado Macedo.

Depois da caixa John Lennon Signature, poucos dias após o relançamento de Band On The Run de Paul McCartney e na esteira da discografia do Fab Four  finalmente cair no iTunes , e para alegria geral da nação - tá pintando mais revival beatle nas lojas. Sai nessa sexta-feira (26), o relançamento do lendário álbum triplo de George Harrison All Things Must Pass (1970). O LP é considerado por muitos a melhor estreia solo do quarteto pós-dissolução do grupo. Oportunizando os 40 anos de seu lançamento original, o álbum vai ganhar uma nova edição de luxo limitada e remasterizada em bolachão de 180 gramas. Além disso,  os pacotes virão com os tradicionais brindes (bottons, camisetas, etc...). Também dá pra baixar o disco em versão digital no site oficial de Harrison.

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Pra pontuar a boa nova, segue menino George no Concerto para Bangladesh (1971)

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Fistful of Mercy: Harrison, Harper + Arthur

07 de outubro de 2010 0

Foto: Divulgação Hot Records

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Biscoito fino na área. É a Fistful of Mercy (em tradução livre, algo como - punhado de piedade), nova junção que une Ben Harper, Dhani Harrison (filho do ex-Beatle George Harrison) e Joseph Arthur, artista plástico, designer e músico (ex-membro da banda de Peter Gabriel). O disco foi lançado oficialmente na última terça feira (5), e além dos músicos que formam a banda, nas gravações de estúdio o trio contou com a ilustre presença do lendário baterista Jim Keltner (Bob Dylan, George Harrison, Travelling Wilburys e ex-batera contratado de ‘350’ outros grandes nomes do rock). As gravações levaram apenas três semanas e segundo Dhani - "tentou capturar todo o espírito de camaradagem da nova trupe". O trabalho resultou numa bela mistura de folk, pop, harmomias vocais a lá Crosby, Stills & Nash e  um certo clima retrô que agrada em cheio a saudosistas como eu.

Veja o 1° vídeo liberado do Fitsful of Faith mês passado no Vimeo

* Harison, Arthur e Harper. Foto: divulgação Hot Records
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Abaixo você pode conferir o clima folk-blueseiro do Fitsful of Fate em Father's Son. A Apresentação rolou nessa quarta (6) no programa Late Night .

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Travelling Wilburys em Livro

29 de julho de 2010 1

Foto: Divulgação Genesis Publication

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O Travelling Wilburys, supergrupo formado no finzinho dos anos 80 início dos 90, por George Harrison, Bob Dylan, Jeff Lynne, Roy Orbison e Tom Petty, vai ganhar uma biografia. Eles lançaram dois discos: Travelling Wilburys Vol.1 (1988) e Travelling Wilburys Vol. 3 (1990). Outro lance bacana que rolou na época, é que toda a campanha promocional pré-lançamento do disco de estréia do ‘novo’ grupo, se utilizou do uso de pseudônimos para os artistas: Eles eram uma espécie de banda de irmãos, Os Wilbury – Nelson (que na verdade era George), Otis (Lynne), Charlie (Petty), Lucky (Dylan) e Lefty (Orbison), que só participou do primeiro disco, pois logo após o final das gravações, morreu de um ataque do coração.

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Voltando ao livro, quem vai lançá-lo é a editora britânica Genesis Publication. Sob o título de The Traveling Wilburys, o tomo inclui fotos inéditas, ilustrações, e letras manuscritas, enquanto os próprios Wilburys contam a história com suas palavras. A Edição de Colecionador custará £195.00 (ou  U$318) e a Deluxe (edição limitada à 350 cópias) custará £375.00 (ou U$611 USD). Todas as cópias são assinadas por Jeff Lynne e contém um facsímile de letras manuscritas. O livro ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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Pra quem não lembra dos irmãos Wilbury, ou se você estiver a fim de relembrar a música deles, segue três momentos dos veteranos. Basta clicar em cada um dos links abaixo. SATISFAÇÃO GARANTIDA!

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The End Of The Line

Handle With Care

Inside Out

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