Marilyn Manson participou do Sunset Strip Music Festival, em Los Angeles. A apresentação que aconteceu no último sábado (18) prestou uma homenagem ao The Doors. Entre os Doors remanescentes lá estavam o tecladista Ray Manzarek e o guitarrista Robby Krieger na guitarra. Manson cantou cantou ”People Are Strange", "Love Me Two Times" e "Five to One".
O baterista John Densmore não participa deste projeto mequetrefe que revive a música dos Doors. Jim Morrison se remexe na cova.
Já está à venda nas lojas brasileiras ”Jim Morrison e The Doors” (Editora Madras), livro do fotógrafo norte-americano Henry Diltz, que acompanhou e registrou alguns momentos e artistas, no final dos anos 1960, entre eles – o Festival de Woodstock (1969).
O volume traz fotos de diversos momentos da banda e de seu vocalista, como a apresentação no Hollywood Bowl, a viagem para Venice Beach (1969), no Hard Rock Café, em Long Beach Arena (1970) e as famosas fotos para a capa de "Morrison Hotel", tiradas em dezembro de 1969.
O autor conta brevemente a história de cada foto e revela aspectos e traços da personalidade de Jim Morrison. Diltz conta sobre como aconteceu foto de “Morrison Hotel”: Ray Manzarek e sua esposa haviam visto a vitrine do hotel em Los Angeles e o fotógrafo já começou a ter ideias para o ensaio. No entanto, tirar as fotos não foi tarefa fácil.
“Jim Morrison e The Doors - Textos e fotos de Henry Diltz” é um precioso registro fotográfico para fãs, curiosos e interessados em história da música. E para quem curte fotografia. Além do trabalho com o Doors, Henry Diltz foi responsável por várias fotos clássicas do rock, entre elas a imagem da capa do álbum de estréia de Crosby, Stills & Nash.
A série L&PM Pocket já é sucesso de vendas há vários anos. Como diria meu pai, essas publicações “são encontradas em qualquer bolicho”. E o mais bacana dessa difusão da literatura, é que podemos encontrar a série de livros de bolso da editora gaúcha inclusive nas filas dos super-mercados! E tudo isso a um custo razoável e com muitas opções de autores nacionais e internacionais. Em suma: a série Pocket da L&PM tem preço e qualidade editorial. Falo dessa famosa coleção porque acaba de ser lançado o número 1000 da série. Trata-de da Caixa Especial Diários de Andy Warhol com os 2 volumes (mas você pode comprá-los separadamente, se preferir).
Escritos no auge de sua fama e sucesso, os Diários de Andy Warholregistraram dias, noites, grandes eventos e deliciosas trivialidades de uma das figuras mais enigmáticas e geniais da cultura do século XX. Polêmico e revelador, o livro foi publicado originalmente no Brasil em 1989, pela L&PM, com quase 800 páginas. Agora, mais de 20 anos depois, o livro volta às bancas e livrarias em 2 volumes e formato de 25 anos depois da morte de Andy Warhol, os diários se tornaram história. O tempo aumentou radicalmente a importância do artista e de muitos personagens que habitam suas páginas. O relato do criador do Pop torna-se fonte de referência para entender as décadas do fim do século XX, a cultura da celebridade, a contra-cultura novaiorquina da época, a estética do Pop, o cinema underground e conhecer os registros praticamente diários desta grande aventura da última jornada verdadeiramente de vanguarda da arte moderna. Até as frivolidades que permeiam em abundância este livro adquirem agora um significado histórico. É Nova York pré-11 de setembro. A grande Meca da modernidade, cujos sonhos transgressores e vanguardistas derreteram junto com as torres gêmeas.
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Jim Morrison, Calvin Klein, Patti Smith, Martin Scorsese, Tom Wolfe, Roy Lichtenstein, Mick Jagger, Lou Reed, Yoko Ono são alguns dos “alvos” de seus comentários sinceros e impiedosos. O grande cult da chamada “arte de rua”, Jean Michel Basquiat, morto em 1988, aos 28 anos, é mencionado inúmeras vezes, pois foi uma descoberta do criador do Pop. Ele diz em 4 de outubro de 1982:
O Basquiat é o garoto que usava o nome de ‘Samo’ quando sentava na calçada do Greenwich Village e pintava camisetas, e de vez em quando eu dava 10 dólares para ele e mandava ao Serendipity para tentar vendê-las. Era apenas um daqueles garotos que me enlouqueciam. É negro, mas algumas pessoas dizem que é porto-riquenho, aí sei lá (…).
Enfim, são centenas de pessoas (todas devidamente listadas num índice remissivo ao final do livro) do show business, das artes, da realeza europeia, do rock and roll, do punk rock, da literatura, moda, imprensa, teatro, cultura underground, jet set em geral, milionários, drogados famosos, políticos, enfim, gente que superou a sua previsão de que “um dia todos vão ter pelo menos 15 minutos de fama”.
Pamela Des Barres inspirou a personagem Penny Lane, de Quase Famosos
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Acabei de ler “Confissões de uma Groupie”, livro escrito pela groupie mais famosa de todos os tempos, Pamela Ann Miller, também conhecida como Miss Pamela, ou Pamela Des Barres, como passou a se chamar depois de seu casamento com o músico e ator inglês Michael Des Barres, em 1977 (eles se divorciaram em 1991). Originalmente publicado nos Estados Unidos em 1987 sob o título de "I'm With The Band", o livro chegou em 2005 às livrarias brasileiras.
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Respeitem essa pequena, caros leitores! Titia P. tem muitas histórias para contar. Aos olhos de uma fã devotada, a groupie desvela boa parte da cena roqueira da Los Angeles do final dos anos 60, até metade dos anos 70. Criada na Califórnia, bastava uma carona para chegar aos seus ídolos. Foi quando desistiu dos simples garotos com quem estudava e decidiu partir em busca das estrelas da música pop. E como todo bom livro de rock, a história de Pamela começa com Elvis e a descrição do Rei rock nos preâmbulos de seu exílio militar: “Tenho calafrios sempre que assisto àqueles filmes em preto e branco de Elvis sendo tosado pelo Tio Sam”. E apesar do clima inicial ao estilo “diário de adolescente” deslumbrada pelo ídolo Paul McCartney, ao avançarmos pelas páginas do livro o clima vai esquentando e nosso interesse infla com as narrativas “sem frescuras” ou rodeios dessa diva do backstage. E precisamos respeitar a trajetória de Miss Pamela.
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Poucas puderam dar banda de carro com Jim Morrison, assistir um show do Led Zeppelin sentada no cubo da guitarra de Jimmy Page, dar um bico nos discos do Flying Burrito Brothers antes deles caírem nas lojas, ouvir conselhos do mago do experimentalismo Captain Beefheart, antecipar a cruzada de pernas de Sharon Stone em frente ao palco durante um show do country man Waylon Jenninngs (obviamente que ele acabou trocando alguns acordes e esqueceu letras). Ela também trabalhou de babá para os filhos de Frank Zappa, músico que inclusive a ajudou a formar sua própria banda, GTO’s, o primeiro (e mais famoso) grupo de groupies do mundo, que teve a produção do próprio Mister Z, além do auxílio de Lowell George (que depois formaria o Little Feat), músico que teve o papel ingrato de ser o “teacher” das meninas.
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Além da paixão pela música (ou pelos músicos), Pamela também se aventurou por Hollywood, fazendo alguns filmecos de baixo orçamento, seriados de TV sem expressão, e óbvio, teve seus romances com alguns atores, entre eles, Don Johnson (da série Miami Vice). A incursão pela dramaturgia também lhe rendeu boas amizades, como o cineasta e ator Woody Allen, que a convidou para assistir O Exorcista no cinema (ela jura que foi uma experiência divertidíssima!) A groupie também inspirou duas personagens do cinema, a Penny Lane (Kate Hudson) de “Quase Famosos” (2000), filme de Cameron Crowe e Suzette (Goldie Hawn) em “Doidas Demais”, comédia dirigida por Bob Dolman. É pouco? Tem mais. Só pra deixar o caro leitor ainda mais curioso, em uma pequena retrospectiva passaram pela cama de Pamela, nomes como Mick Jagger (a quem cedeu depois de muitas cantadas), Chris Hillman [um de seus grandes amores ao lado de Jimmy Page] (The Byrds, Flying Burrito), Noel Redding (Jimi Hendrix Experienced), Ray Davies (The Kinks), Keith Moon (The Who), entre tantos outros.
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Além da amizade duradoura com Frank Zappa e sua mulher Gail, Pamela se dava tri-bem com caras como Gram Parsons (The Byrds, Flying Burrito) para quem confeccionou algumas camisas countries personalizadas (lembram da letra de "Tiny Dancer" de Elton John?, sim ela era uma costureira!) e o vocalista do Led, Robert Plant, com quem ainda mantém contato esporádico.
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Com tudo isso, Confissões de uma Groupie (editora Barracuda, muito bem traduzido por Aline Azuma), é um daqueles livros indispensáveis, divertidos e que passam voando numa leitura de fim de semana.
Se você se interessa pelos bastidores do mundo do rock, tudo se torna mais humano e divertido com o livro de Miss P. Abaixo, Confira o som que Pamela fez para Chris Hillman.
Membros remanescentes do The Doors divulgam novo clipe com DJ
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Foi divulgado nesta semana um vídeo de parceria entre integrantes do The Doors e o DJ e produtor Skrillex, a bola da vez quando o assunto é Dubstep . O clipe de "Breakin' A Sweat", foi criado para um novo documentário produzido pela Vevo. Atenção: não é um novo som dos Doors (pelo menos isso!). São os membros remanescentes da banda americana, Ray Manzarek, Robbie Krieger e John Densmore, que aparecem no vídeo, tocando um típico som feito para as pistas. Já imaginaram o Doors fazendo algo do gênero? Como diria Rita Lee: "Eles não passam de velhinhos juntando grana pra pagar o geriatra!".
A boa nova é que foi anunciado recentemente que a banda lançará uma versão do clássico álbum L.A. Woman, quarenta anos depois de sua estreia original. No disco, será ouvida a primeira canção inédita do Doors em quatro décadas, She Smells So Nice(ouça aqui), descoberta em meio a gravações antigas do grupo por um produtor. L.A. Woman deve chegar as lojas na semana que vem.
Se você é fã de Doors, vai achar esse novo som com o tal DJ uma piada de extremo mau gosto (Jim Morrison se remexe na cova). E depois dessa, Ray, Robbie e John podem aposentar as chuteiras! Comprove o "troço" dando um clique no vídeo abaixo, depois tome um remédio pra dor de cabeça.
Como diria aquele bordão do humor televisístico dos anos 70 e 80: "Vai pra casa, Padilha!".
Durante uma pesquisa com o material para o relançamento do disco L.A. Woman, o produtor Bruce Botnick encontrou uma música inédita do The Doors, chamada She Smells So Nice. Gravada durante as sessões do disco, a faixa vai ganhar uma reedição comemorativa, a ser divulgada na internet. Ouça um trecho.
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A música chegará ao público na próxima segunda-feira (09), através da página oficial do Doors, no Facebook. Já o disco L.A. Woman será lançado no dia 23 de janeiro e contará também com novas versões de L.A. Woman, Love Her Madly e Riders On The Storm. É esperar pra ouvir!
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Produzido por Bruce Botnick, L.A. Woman foi o último disco lançado pelo com a formação original do The Doors, em 1971. Dois meses depois, Jim Morrison partia dessa pra melhor.
O site da revista Adoro Viagem publicou uma matéria no mínimo curiosa. A publicação mostra túmulos emblemáticos de nomes que entraram para a história, como Al Capone (mafioso), Federico Felini (cineasta), Eva Perón (atriz e líder política) e Karl Marx (comunista). E como a gente respira música o tempo inteiro, resgatamos do post os nomes famosos entre a lista de "última morada". Listamos aqui Elvis Presley, Jim Morrison e John Lennon.
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ELVIS PRESLEY 1935 – 1977 / MÚSICO E ATOR
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O Rei do Rock dispensa comentários sobre sua carreira e sua obra. Durante pouco mais de 20 anos de carreira, Elvis emocionou, divertiu e se tornou ídolo de milhões de jovens espalhados pelo mundo e marcou seu nome definitivamente como um dos maiores astros que a humanidade já viu. Sua carreira foi marcada por inúmeros sucessos, mas também por inúmeros excessos. The King of Rock, era uma pessoa extremamente bipolar, ora simpático e sorridente, ora carrancudo e até mesmo infeliz. Elvis era também hipocondríaco, tinha verdadeira paranóia pela leitura de bulas e afins. Sua morte inclusive está diretamente ligada ao uso abusivo de remédios. Ele morreu no dia 16 de agosto de 1977 aos 42 anos, em Graceland, sua mansão no estado do Tennessee nos EUA. A causa de sua morte é um grande mistério até os dias de hoje. Há quem diga que Elvis inclusive não morreu, mas a causa mais provável de seu óbito é uma arritmia cardíaca provocada pela ingestão de vários tipos de drogas, a overdose. Elvis foi enterrado em Graceland, mansão onde vivia, junto com seus familiares, em volta de uma fonte no jardim da mansão. (Fonte: Adoro Viagem)
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JOHN LENNON 1940 – 1980 / MÚSICO
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Todos conhecem o músico que foi um dos fundadores da maior banda de rock da história da humanidade, The Beatles, e falar dele com menos grandiosidade não dá. Consagrado por formar uma das maiores parcerias musicais que a música já teve, compondo sucesso atrás de sucesso com seu companheiro de banda, Paul McCartney. Lennon também era famoso por sempre estar à frente de causas que visavam a paz, chegou inclusive, a devolver a medalha de membro do império britânico à Rainha Elizabeth, como forma de protesto ao apoio britânico na guerra do Vietnã. Por ironia do destino, Lennon teve uma das mortes mais trágicas, melancólicas e violentas do mundo pop. No dia 08 de dezembro de 1980, quando voltava para seu apartamento em Nova Iorque, John Lennon foi abordado por um fã perturbado que disparou cinco tiros e acertou quatro, provocando assim a morte do ex-Beatle. O corpo de John foi cremado e entregue a Yoko Ono, mas um memorial chamado Strawberry Fields Forever, foi feito no Central Park, em frente ao edifício Dakota onde ele vivia, com a seguinte mensagem: IMAGINE. (Fonte: Adoro Viagem)
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JIM MORRISON 1943 – 1971 / MÚSICO
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James Douglas Morrison, poeta por natureza, líder da banda norte-americana The Doors. Marcou época, vivendo muito em pouco tempo. Morrison ficou apenas 27 anos entre nós, tempo suficiente, pra conquistar fama internacional permanente, com suas incríveis obras musicais e poéticas. Ele morreu no dia 3 de julho de 1971, na banheira de sua casa após consumir quantidades absurdas de heroína. Jim Morrison foi enterrado em Paris, no Cemitério Père Lachaise um dos cemitérios mais famosos do mundo. Apesar de seu túmulo não ser extravagante e ter uma estrutura simples, ele é um dos que mais recebe visitas e homenagens. (Fonte: Adoro Viagem)
Ele é um daqueles últimos trovadores da velha escola do folk rock. E como sobrevivente ativo de uma época, David ainda está por aí fazendo seu trabalho. No último domingo (14) David Van Cortlandt Crosby, americano nascido em Los Angeles, Califórnia,completou 70 anos. Começou sua carreira como um dos Jet Sets, aspirou ao aroma do estrelato com os Beefeaters, no final dos anos 60 chegou ao topo com os Byrds, e alcançou o Olimpo no coletivo Crosby, Stills & Nash (às vezes elevado a quarta potência com Young). Nessa trupe lendária Crosby ajudou a definir uma era. Ao mesmo tempo em que colocou as mangas de fora como um compositor fora dos padrões convencionais, autor de uma obra bissexta, memorável e atemporal, ele também buscou subterfúgio nas drogas e por várias vezes quase colocou tudo a perder.
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Entretanto, sobreviveu. Aprendeu suas lições, olhar no futuro e um pé no passado. Recentemente gravou um álbum duplo ao lado do velho parceiro e amigo Graham Nash, além de continuar na estrada, tanto como artista solo, ou na condição de um terço do CSN.
É claro que os 10 itens a seguir não passam de uma brincadeira, no entanto, propomos que você confira 10 coisas que muitas pessoas (possivelmente) não saibam sobre David Crosby, e claro, além de você poder sacar alguns momentos musicais dessa autêntica lenda americana, ou conhecer parte das referências que balizaram sua vida e obra.
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10 – Ele foi um dos Byrds!
Embora mais conhecido por seu trabalho no Crosby, Stills and Nash (etc.), David Crosby foi um dos membros fundadores do The Byrds, junto a Roger McGuinn.
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09 – Seu pai era cineasta
O pai de Crosby, Floyd Crosby, foi um cineasta premiado e assinou o nome em mais de 100 filmes, incluindo o clássico western Matar ou Morrer (1952), onde trabalhou como diretor de fotografia.
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08 – Crosby é um compositor de mão cheia
No início ele começou timidamente a arranhar alguns temas e ideias de sua autoria. Crosby deu seus primeiros passos como compositor ainda no Byrds. Ele compõe usando o violão como ponto de partida, e diz que dificilmente descarta uma ideia, ou abandona um tema. “Duas palavras em uma linha podem significar algo importante”. A canção aí debaixo mostra do que esse bigodudo é capaz.
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07 – Ele não é nenhum Paul McCartney no baixo
Numa das primeiras formações do Byrds (ainda como Beefeaters), Crosby tentou tocar baixo e cantar ao mesmo tempo. Em sua autobiografia de 1988, ele comparou a dupla tarefa a algo semelhante a "ser capaz de atender dois telefones ao mesmo tempo com ambas as mãos. Todo o crédito a Paul McCartney, não posso fazê-lo”. Logo depois o músico partiu para o violão e a guitarra enquanto vocalizava ou fazia o vocal principal.
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06 – Ele já fez backing vocal para o guitarrista do Pink Floyd
Em 2006, David e Graham Nash fizeram vocalizações para a faixa-título do álbum "On An Island". A dupla inclusive foi convidada a reprisar seu talento no DVD gravado ao vivo no Royal Albert Hall.
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05 – Crosby é fã de Bob Dylan
No início ele achava a voz de Bob Dylan um pouco estranha. No entanto, com o tempo, David se ligou nas composições do baixinho de Minnesota e hoje se declara fortemente inspirado pela obra do bardo. Já disse em entrevistas que considera Dylan como "um dos maiores poetas do nosso tempo”. Ele e toda a torcida do Colorado...
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04 – Os Everly Brothers mudaram sua vida
Por influência da mãe, Crosby cresceu ouvindo música clássica. Ele também encontrou identidade na música folk e jazz, creditando esses três gêneros musicais como suas principais influências. Então... Ele descobriu a dupla Everly Brothers, que o introduziu definitivamente à música pop, e cujas harmonias o influenciariam a desbravar novas paragens.
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03 - Doador orgulhoso, e não estamos falando de sangue
No final dos anos 90, ele deu uma ajudinha básica para a cantora e ativista homossexual Melissa Etheridge e sua parceira Julie Cypher, num processo de inseminação artificial. Somente quando a criança nasceu é que Melissa revelou a identidade do doador. E assim, novamente ele virou “papai”, ainda que por tabela.
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02 - Jim Morrison o ensinou o que não dizer a Janis Joplin
Na segunda metade dos anos 60, David Crosby acompanhou Jim Morrison e Janis Joplin em uma festa (putz, imagina esse trio no mesmo metro quadrado!). Depois de muita birita e aditivos mil, Crosby testemunhou um diálogo entre a dupla de astros. Jim aconselhou Janis a abandonar o blues, pois, segundo sua opinião, a cantora não era (nem nunca seria) uma diva do gênero (quem falando, outro branquelo metido a cantor de blues, hehehe). Janis não gostou muito da observação do vocalista do Doors e quebrou uma garrafa de Jim Bean na cabeça de Morrison. David viu isso bem de pertinho e relatou o fato em sua autobiografia (Long Time Gone, lançada em 1989). Reza a lenda que Morrison ainda propôs a cantora uma "sessãozinha" de sexo oral, sugestão abortada no ato por Janis que levantou do sofá e caiu fora da festa.
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01 – Ele foi responsável por um dos emblemas musicais de sua época
Crosby co-escreveu "Wooden Ships" em seu barco com Stephen Stills e Paul Kantner, vocalista do Jeffferson Airplane, que não pode ser creditado como co-autor, por razões legais entre gravadoras concorrentes. O tema politicamente carregado de significados foi lançado no álbum de estreia de CSN. Escrito no auge da Guerra do Vietnã, a canção é considerada uma dos mais importantes manifestos artísticos do final da década de 60.
Um bar chamadoLézard King está sendo ameaçado de sofrer uma ação judicial pelo The Doors. “Eu recebi uma carta dos advogados que representam o espólio do The Doors, e eles estão me dando 60 dias para retirar todas as referências ligadas à banda, excluir as alusões com o nome do meu estabelecimento, dos coquetéis e do site”, falou o gerente do pub parisiense, Christophe Maillet. “Os Doors não querem ser associados com um bar especializado em bebidas alcoólicas”, disse ainda o gerente. Quem conhece a história do grupo sabe que o nome do bar é uma referência ao apelido do vocalista Jim Morrison, que gostava de se intitular “Rei Lagarto”. Morrison morreu em Paris em 1971, e foi enterrado em Paris. Além disso, o bar possui diversos painéis com fotos da banda e bebidas com nomes como Light My Fire. Maillet admite que abriu o bar sem a bênção dos representantes dos Doors. Ele já considera mudar o nome de seu pub, caso não chegue a um acordo com os advogados do grupo.
Confira um videozinho que circula na rede que dá a letra quanto a temática do bar.
Pode até soar como um mero ato simbólico, mas o vocalista dos The Doors, Jim Morrison, foi perdoado nessa quinta-feira (09) por um suposto crime pelo qual foi julgado e condenado à prisão há 40 anos, anunciou o governo da Flórida, nos Estados Unidos. A notícia levou o nome do artista americano aos 10 + no ranking dos TTs (World Trending Topics) do Twitter. O líder do lendário grupo californiano foi condenado por exposição indecente e profanação, o que lhe valeu uma pena de seis meses e uma multa de 500 dólares, quando o Doors tocou em Miami, no auditório Dinner Key (1° de março de 1969). Naquela noite, Jim Morrison, aparentemente embriagado, teria alegadamente mostrado os órgãos genitais a plateia, embora os detalhes sobre o fato em questão nunca fossem totalmente esclarecidos. Jim não chegou a cumprir a pena. Enquanto aguardava o resultado do recurso da sentença, o cantor morreu em Paris, no dia 3 de julho de 1971, aos 27 anos.
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Aproveitando a deixa, aos desavisados vale lembrar que esse ano foi lançado um novo documentário dos Doors - When You're Strange (saiba mais aqui). E no último mês de novembro saiu o álbum ao vivo (CD duplo) Live in Vancouver, apresentação gravada em 6 de junho de 1970 na cidade canadense. Além de trazer à tona uma das últimas performances da banda, o registro histórico também traz a participação do guitarrista de blues Albert King, que tocou quatro músicas com Jim Morrison e companhia. Até hoje estas gravações só haviam saído via pirataria. Além disso, recomendo a nova biografia escrita pelo editor chefe da revista Rolling Stone americana - Ben Fong-Torres - The Doors por The Doors (editora Agir).
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Voltando ao tema inicial do post, Ray Manzarek e Robby Krieger, tecladista e guitarrista da banda, respectivamente, asseguraram em várias entrevistas que Morrison não mostrou sua genitália para o público na fatídica apresentação em Miami, mas confirmaram que Jim estava bêbado e proferiu palavras provocadoras a multidão. Ironicamente o perdão póstumo concedido nessa quinta por Charlie Crist, atual governador da Flórida, chega um dia depois da data de nascimento do cantor (que nasceu no estado sulista). Se estivesse vivo, Jim Morrison faria 67 anos em 2010.
Nunca vou esquecer o dia em que conheci a música dos Doors. 12 de março de 1986. Aí alguém pode me perguntar: passado tanto tempo, como você lembra do dia exato? Barbada! Esse é o dia em que um de meus grandes amigos faz aniversário, e nessa data, 24 anos atrás, estava na festa de aniversário do cara. Durante a celebração, um outro velho camarada apareceu por lá com certo LP debaixo do braço, e tão logo o nosso DJ chegou ao apê do aniversariante, o garoto assumiu o BS 25 Garrard e colocou o prato a girar. Foi aí que a festança pegou fogo!
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Esse disco era Morrison Hotel, 5° marca na coronha do revólver dos Doors. O nome do disco foi inspirado num hotel localizado no centro de Los Angeles, onde os quartos custavam a pequena bagatela de U$ 2,50 por noite. Durante as sessões, Jim sempre adentrava o estúdio com uma garrafa de uísque em punho, e como estava invariavelmente turbinado, o cantor gravava apenas uma música por noite (eram muitos takes até o produtor Bruce Botnick concluir que tinha tirado o melhor de Jimbo). A voz catarrenta que ouvimos no disco, tem cheiro de bebida. Apesar disso, Morrison Hotel reestabeleceu os Doors como um dos grupos favoritos dos críticos, ganhando resenhas favoráveis nas principais revistas e jornais dois Estados Unidos e Inglaterra. Outro lance que confere mais peso ao disco, foi a contratação de um baixista (Ray Neopolitan, músico da banda de John Sebastian). O impacto de ouvir no volume máximo faixas como Roadhouse Blues, ainda hoje, faz um bocado de gente bater o pezinho com satisfação.
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Esse trabalho surgiu na época como uma volta ao som verdadeiro da banda, só que com uma pitada mais rock and blues e menos psicodélica. Passado os anos, hoje percebo que Morrison Hotel envelheceu como um bom vinho. Apesar de Já ter ouvido muitos veteranos se referirem ao álbum como um subproduto do quarteto californiano. Pura besteira. O disco começa num baita astral, metendo o pé na porta com a já citada Roadhouse Blues, um blues assanhado com uma letra que falava da casa de campo recém comprada pelo vocalista, em Topanga. A canção tinha a participação do bluesman Lonnie Mack, no baixo, e do gaitista G. Plugese (quem é esse cara).
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Além disso, Roadhouse Blues foi o som que colocou o grupo na 4° posição das paradas americanas, lugar onde o Doors não aparecia há um bom tempo. Depois do botinaço, nada como devorar ½ dúzia de bergamotas embalado pela psicodelia de Waiting For The Sun (Sim, eu já fiz isso, com o som no talo vazando pelos corredores!). Ouça também You Make Me Real e Peace Frog (baseada num poema antigo de Morrison), e não esqueça de aumentar o volume quando você chegar à última do Lado A do bolachão. Blue Sunday é uma espécie de canção de amor hippie que nos apresenta Jim como um Frank Sinatra da geração flower power.
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No lado B, tem ainda temas como Ship of Fools, Queen of the Highway (dedicada a Pamela Courson, namorada de Jim), Land Ho, o blues The Spy, Maggie McGill e a minha prederida - Indian Summer.
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Morrison Hotel é um disco que mostra um caminho que poderia ter sustentado a banda dali pra frente, claro que, isso se o intempestivo líder dos Doors não fosse Jim Morrion. Ele gostava de colocar as coisas a perder, e por isso ele era Jim Morrisom. Um poeta disfarçado de cantor de rock. Ah!! em 2007 foi lançada uma edição especial remixada do disco repleta de takes alternativos e duas faixas inéditas.
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Buenas, pra curtir na boa só poderia ser ela: Roadhouse Blues ao vivo + um mach up de imagens do Doors.
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O colaborador do site da Itapema, cronista do DSM e locutor/apresentador da Rádio Gáucha SM, Márcio Grings, nasceu no dia que Jimi Hendrix fazia seu último show. Nessa mesma semana, Janis Joplin dava seu último suspiro na capa da revista Rolling Stone. Nessa temporada, Elvis era o rei dos palcos em Vegas e o Led Zeppelin tomava de assalto a América. Nesse ano, Syd Barret já tinha pirado faz tempo e os Mutantes ainda eram a melhor banda brazuca, enquanto isso, Dylan ainda estava criando galinhas em Woodstock e o Grateful Dead acabara de vender a alma para a música country.
No despertar da nova década, Lennon decretara o fim do sonho, e poucos meses antes, Jack Keroauc tinha bebido sua última garrafa de vinho