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Posts com a tag "Led Zeppelin"

Há 15 anos, morria Frank Sinatra

14 de maio de 2013 3

Foto: Warner Music

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Resgato um álbum esquecido de uma das maiores vozes da música de todos os tempos para relembrar os 15 anos do seu falecimento.

"Watertown", é apontado por especialistas, como um de seus trabalhos que precisam urgentemente de revisão. Hoje de manhã, saquei-o da estante e coloquei-o para tocar. Fazendo uma pequena contextualizarão dos fatos, era agosto de 1969, enquanto na cidadezinha de Bethel, acontecia a apoteose hippie no Festival de Woodstock, a poucos quilômetros do palco do concerto que reunia vários dos mais importantes artistas da época, Frank Sinatra estava trancafiado dentro de um estúdio da Reprise, em Nova York. Old Blue Mafia Eyes gravava o material desse álbum, que até hoje, permanece desconhecido do grande público.

Mais de 40 anos depois, dá pra notar que artistas como Nick Cave beberam na fonte de "Watertown". Eu também noto semelhanças dos arranjos desse álbum, com o melhor do trabalho do cantor, guitarrista e compositor britânico Richard Hawley.

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"Watertown" é o último de uma série de grandes álbuns lançados por Frank Sinatra. A linha de composição do disco está centralizada em apenas duas figuras: Bob Gaudio e Jake Holmes, dupla que também produziu a sessão, que continha material inédito feito especialmente para esse trabalho. Gaudio é o compositor de Can't Take My Eyes Off You (Frankie Valli) e The Sun Ain't Gonna Shine Anymore (The Walker Brothers), e Holmes escreveu Dazed and Confused (Led Zeppelin), mesmo que Jimmy Page tenha sonegado os devidos créditos ao compositor original. A história toda do plágio de Page está no livro - Quando Os Gigantes Caminhavam Pela Terra, biografia do Led, escrita por Mick Wall. Mas aí já é uma outra história... Voltando a Sinatra, uma das peculiaridades do Watertown é a equidistância do LP em questão, com seus trabalhos anteriores.

A começar pela capa com estética folk, produzida pelo artista plástico Ove Olson.

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Foto: divulgação Warner

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As orquestrações de Carlos Callelo e Joe Scott pegam mais leve, sem aquele clima das Big Bands xaropes, algo menos Hollywood jazz, e mais no clima da música pop ao estilo de Burt Bacharah. E tem ainda a guitarra de Vincent Bell, certas vezes aparecendo na linha de frente, como se Sinatra fosse um simpatizante das guitar bands (e sabe-se, que ele detestava!). Outra característica incomum deste álbum, talvez seja a história que nos é contada. Tudo gira em torno de um homem que foi abandonado por sua esposa. Não bastasse o fardo de o pobre diabo ter de tocar a vida com o coração partido, ele ainda tem dois filhos pequenos para criar. Canção após canção, o protagonista narra sua impotência. Ele nos fala sobre Watertown, uma pequena cidade onde nada acontece, exceto... A chuva! O cara nos conta com devoção como era Elisabeth, sua esposa e lamenta ininterruptamente  a ausência da fujona. Ele chega ao ponto de vez ou outra esperar Elizabeth na estação de trem da cidade, mesmo sabendo que ela nunca retornará. Tudo isso pela simples sensação de imaginar seu rosto no semblante de uma outra mulher. Bota sofrimento nisso!!! Muita gente considera que essa história reflete a vida pessoal de Sinatra, que na época ainda se recuperava do trauma de ter sido abandonado pela atriz  Ava Gardner.

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O álbum foi um fracasso de vendas. Hoje o disco é celebrado por especialistas como um dos momentos mais intimistas da carreira de Frank Sinatra. "Watertown" é um tablado onde as feridas foram expostas sem reticências na arena do pop, algo que nunca iria acontecer novamente. O disco deixou sua herança entre sinatrólogos e músicos. Em anos recentes, dá pra relembrar outro disco que descende de uma estirpe semelhante à "Watertown" – é o triste-bonito ""North", de Elvis Costello (2003). É aquele lance maluco que acontece com muitas produções artísticas. A ficha às vezes demora pra cair. Para alguns, 10, 20, 30 ou até 40 anos. Se você ainda não conhece "Watertown", não sabe o que está perdendo.

Olha só o Sinatra esperando a Ava na estação de tem! Ela nunca mais voltaria para seus braços.

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Vídeo: o livro de entrevistas de Jimmy Page e a estreia solo de Odemir Tex Jr.

07 de maio de 2013 1

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Duas dicas para quem passar pela Feira do Livro de Santa Maria.

Registro: Ronald Mendes

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40 anos de Houses of the Holy

29 de março de 2013 1

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5º álbum de Led Zeppelin foi lançado em 28 de março de 1973

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O Led Zeppelin já era um dos Gigantes do rock dos anos 1970, quando “House of The Holy” chegou às prateleiras em março de 1973. Após o ápice criativo de Led Zeppelin IV, trabalho que trazia “Stairway to Heaven”, um dos cânones da música no nosso tempo, Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham carregavam nas costas a imensa responsabilidade de não deixar a peteca cair.

Como realmente não deixaram. Longe disso.

O Lado A já começa com o pé na porta. “The Song Remains the Same” tornou-se um dos cavalos de batalha da banda no palco. “The Rain Song” é uma das mais belas (estranhas) baladas de todos os tempos. “Over The Hills and So Far Away” remonta a tradição folk britânica com a pegada do rock. “The Crunge”, que na época achava uma droga, hoje me coloca pra dançar com seu embalo soul branquelo de araque.

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Falando em dancinhas, o Lado B inicia com “Dancing Days”, canção propulsionada por um dos riffs de guitarra mais pegajosos de todos os tempos. “D’yer Mak’er” é uma tentativa do Zep de incursionar pelo reggae. Eu tenho certeza: trata-se de uma das maiores pisadas de bola da carreira dos ingleses. A temperatura volta a subir na soturna epopeia de “No Quarter”, canção comandada pelos teclados de John Paul Jones, uma autêntica incursão do quarteto pelo emergente rock progressivo da época. E finalizando o álbum, temos mais um riff matador de Page impulsionando o clima alto astral fim de festa em “The Ocean”.

Clássico absoluto do rock embalado em uma das capas mais sensacionais da sua época. Putz, parece que foi ontem que comprei minha cópia na finada Incosul...

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Você ainda não viu? Stairway to Heaven tocada pelo Heart emociona Page, Plant e Jones

01 de janeiro de 2013 2

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Eu falei aqui no blog sobre a condecoração que o Led Zeppelin recebeu no início de dezembro passado. O Kennedy Award é a maior premiação cultural dos EUA, e Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones receberam suas medalhas diretamente das mãos de ninguém menos que o presidente americano Barack Obama na Casa Branca em Washington D.C.

Só que na época eu não tinha me ligado que além da cerimônia da entrega de medalhas, também rolava outra celebração que é a cereja do bolo do Kennedy Award. E aí o amigo Guilherme Zanini me apresentou o vídeo da banda canadense Heart tocando “Stairway to Heaven”, com participação de Jason Bonhan, filho do baterista original. Chama a atenção a semelhança de Jason com o pai, talvez acentuada pelo uso do chapéu coco, um dos adereços preferidos de Bonhan, quando estava no palco com o Led.

E o coral que pontua os momentos finais da canção também paga tributo ao baterista, com os membros usando o mesmo chapéu que sempre foi associado à figura de John Bonhan, que arremetia ao personagem Alex, do filme “Laranja Mecânica” de Stanley Kubrick.

Reparem que Plant, Page e Jones se derretem de emoção ao assistirem a apresentação da plateia.

Vale o clique.

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Led Zeppelin e Buddy Guy recebem maior premiação cultural norte-americana

03 de dezembro de 2012 0

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Cerimônia aconteceu neste domingo (02) na Casa Branca

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Quem diria, hein? O Led Zeppelin recebeu ontem o Kennedy Award, a maior premiação cultural dos EUA, das mãos de ninguém menos que o presidente americano Barack Obama na Casa Branca em Washington D.C.

O presidente Obama fez o seguinte discurso: “Quando Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham apareceram na cena no final dos anos 60, o mundo jamais imaginou o que aconteceria. Havia o vocalista com um cabelo de leão e uma voz ensurdecedora, um guitarrista prodígio que deixou as pessoas de queixo caído, um baixista versátil que se sentia em casa também nos teclados e um baterista que tocava como se sua sobrevivência dependesse disso".

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E completou: "Diz-se que toda uma geração sobreviveu às agruras da adolescência graças a um par de fones de ouvido e um álbum do Led... Mesmo hoje, 32 anos após a morte de John Bonham – e acho que todos apreciam isso – o legado do Led Zeppelin permanece.”

Obama ainda aproveitou para pedir aos músicos que se comportassem na Casa Branca dado o histórico de “quartos de hotel destruídos e bagunça generalizada” e ainda concluiu seu discurso dizendo: “Nós homenageamos o Led Zeppelin por nos fazer sentirmos jovens e mostrar-nos que algumas pessoas não tão jovens, ainda podem continuar sendo do Rock.”

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O eclético tributo, alternando-se entre a descontração e a veneração solene, teve também entre os homenageados o ator Dustin Hoffman, o apresentador de TV David Letterman, a bailarina Natalia Makarova e Buddy Guy. Sobre o Guy,  o ator Morgan Freeman prestou homenagem ao bluesman, enquanto Eric Clapton disse que o músico de Chicago é "o maior dos guitarristas vivos".

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Depois de Robert Plant no Gigantinho, Led Zeppelin no cinema

31 de outubro de 2012 0

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Semana zeppeleniana prossegue na capital com primeira sessão de "Celebration Day", filme/concerto do grupo inglês

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Depois assistir Robert Plant no Gigantinho, a semana Zeppeliana na capital prosseguiu ontem (30) com a exibição da primeira sessão de “Celebration Day”, novo filme/concerto do Led Zeppelin.  E não houve decepção.  O filme que documenta o show de reunião da banda em 2007, no O2 Arena de Londres, mostra um quarteto que ainda tem a capacitade, não apenas de emocionar, mas contudo nos convencer de que sim, o Led Zeppelin ainda poderia estar em atividade.

No palco temos: Robert Plant (vocais); Jimmy Page (guitarras); John Paul Jones (baixo e teclados) e Jason Bonham (bateria), único membro não pertencente da formação original, no entanto, filho do lendário baterista John Bonham, ou seja, um autêntico membro do clã do grupo.

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21h. A sessão na sala 9 do Cinemark (Barra Shopping Sul), começou com o volume baixo. A banda parece um pouco contida em “Good Times, Bad Times”. Depois do protesto de uma pessoa da audiência, o volume foi elevado a uma potência satisfatória em “Ramble On”. “Black Dog” nos deixa com a clara impressão de que a Zep começa a levantar voo. Plant dá um breve boa noite e o quarteto tasca “In My Time of Dying”. Ao final, as palmas no cinema nos fazem lembrar: “Estamos num show de rock and roll!”. Em “For You Life” Jason Bonham toca a bateria no talo, igual ao pai, enquanto Jimmy coreografa ao estilo do músico que conhecemos nos vídeos. Antes de tocar “Trampled Underfoot”, Plant cita o blueman Robert Johnson. Jones assume os teclados pela primeira vez no espetáculo. Visualizo a imagem da capa do “Led Zeppelin I” no bumbo de Jason. “Nobody’s Fault But Mine” é um dos pontos altos da noite. Dá pra perceber que ao contrário dos anos 1970, Jones toca numa posição mais a frente, próximo a Page e Plant. O vocalista manda ver num solo de harmônica que reprisa a gravação original do álbum “Presence”.

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“No Quarter” sempre foi uma das minhas preferidas, o momento solo de Jones no filme “The Song Remais the Same”. Sacando a troca de olhares entre o quarteto, dá pra perceber que houve satisfação no palco. Afinal, são velhos companheiros se reencontrando. “Since I’ve Been Loving You” é um exemplo da dinâmica do blues e de como o Led pode soar manso e agressivo ao mesmo tempo. ”Dazed and Confused” sempre foi um dos momentos apoteóticos das apresentações do grupo. Na versão 2007, Page novamente saca do coldre o arco de violino. “Stairway to Heaven”, talvez o maior hino do LZ, ganha uma execução a altura, com Page empunhando sua emblemática guitarra de dois braços. Já “Misty Mountain Hop”e “The Song Remains the Same” também rolam naquele clima de reprise dos velhos tempos, no entanto, é em “Kashmir” que percebemos a força do Zeppelin em um de suas canções mais poderosas. O grupo sai do palco. É claro que rola o bis. Em “Whole Lotta Love” nos dá novamente a sensação de uma banda na ponta dos cascos, encardida pelo desgaste do tempo, mas ainda impressionante. Em parte do solo, Page resgata o Theremin. Plant emula os vocais que estamos acostumados a ouvir nos LPs. O final não poderia ser diferente, “Rock and Roll”, um das flâmulas icônicas do gênero, finalmente dá fim à celebração.

“Celebration Day” tem nova sessão na capital, no mesmo cinema no próximo sábado, 23h. Já "Celebration Day" chega às lojas em todos os formatos (CD/LP/DVD/blu-Ray) no dia 19 de novembro.

A celebração seguirá na sala da sua casa.


Tracklist:


01 Good Times, Bad Times (Led Zeppelin I)

02 Ramble On (Led Zeppelin II)

03 Black Dog (Led Zeppelin IV)

04 In My Time of Dying (Physical Graffiti)

05 For You Life (Presence)

06 Trampled Underfoot (Physical Graffiti)

07 Nobody’s Fault But Mine (Presence)

08 No Quarter (Houses of the Holy)

09 Since I’ve Been loving You (Led Zeppelin III)

10 Dazed and Confused (Led Zeppelin I)

11 Stairway to Heaven (Led Zeppelin IV)

12 The Song Remains the Same (Houses of the Holy)

13 Misty Mountain Hop (Led Zeppelin IV)

14 Kashmir (Physical Graffiti)


Bis


15Whole Lotta Love (Led Zeppelin II)

16 Rock and Roll (Led Zeppelin IV)

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Celebration Day

30 de outubro de 2012 24

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Com Gigantinho lotado, Robert Plant encerra tour no Brasil (Fotos: Fábio Codevilla - Itapema FM)

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Muitos dos que foram até o Gigantinho na noite dessa segunda-feira não sabiam. No entanto, grande parte de todos nós que lá estivemos estava em busca do elo perdido entre o rock de ontem e a sombra dos tempos áureos que ainda sobrevive em nossas memórias. Foi então que descobrimos que o rock and roll se encontra saudável e rejuvenescido nos braços e na garganta de Robert Plant. Também concluímos que poucos artistas com mais de 40 anos de estrada ainda conseguem olhar para o gênero com os olhos de um visionário.

Veja reportagem de André Azeredo (RBS TV)

Veja a galeria de fotos de Fábio Codevilla

Às 20h31min, uma hora antes de Plant e sua banda subirem ao palco, a noite teve seu início com Renato Borghetti e banda. Aparentemente você diria: “Nada a ver!”. Em pouco mais de meia hora o acordeonista gaúcho fez um show que ganhou a simpatia e o carinho do público desde o momento em que apertou a primeira tecla de sua gaita. Borghetti tocou clássicos como “Mercedita”, revisitou Luiz Gonzaga e acabou a noite com Lupicínio Rodrigues. Destaque para o flautista Pedrinho Figueiredo que em muitos momentos chegou a nos lembrar do líder do Jethro Tull, Ian Anderson.

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Às 21h35min Plant dá início à noite. O vocalista inglês está a frente do The Sensational Space Shiffters, time de músicos formado por Justin Adams - guitarra, bendir e vocais; Billy Fuller - Guitarra e vocais; John Baggott – teclados; Liam "Skin" Tyson – guitarra e vocais e Dave Smith - bateria e percussão, com destaque para o músico gambiano Juldeh Camara (tocando ritti - violino africano de uma corda - e kologo – banjo africano). E que banda!

Uma das melhores e mais concisas definições do atual som do ex-vocalista do Led Zeppelin está no Blog Volume, via Danilo Fantinel:

“O espetáculo transitou entre o heavy rock lisérgico do Led Zeppelin, folk, blues e elementos sonoros globais requintados com raízes fincadas na África e no Oriente Médio. As nuances exóticas propostas pelos músicos, sempre muito claras (e realçadas pela nitidez acústica do som que vaza do palco), ajudaram a dar leveza e groove ao som. Os instrumentos e a performance de Juldeh foram marcantes, remetendo não apenas ao afro-oriente, mas também ao repente nordestino”.

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E digo mais: músicos como Peter Gabriel, David Byrne, Sting e tantos outros pisaram nesse território de diversidade e globalidade musical. Algumas vezes acertaram o alvo, outras tantas não. Plant parece ter encontrado a medida certa dessa musicalidade. Tanto que, em dado momento, um clássico do Led pode ser desconstruído e desfigurado – é o caso da versão de “Black Dog”. Já “Ramble On”, “Friends”, “Four Sticks” e “Going To California” deixam os fãs em êxtase com o espelhamento nas originais. E mesmo quando não revisita os clássicos de sua banda, há momentos em que o Led surge reencarnado no palco. É a sensação que tive quando ouvi “Funny in my mind (I believe I’m fixing to die)”, tema do bluesman Bukka White que não deve nada às releituras que Page e Plant faziam dos blues encardidos da era de ouro do gênero. Há instantes em que essa reencarnação se materializa na postura do cantor frente a banda, fazendo malabarismos com o pedestal de microfone, pela expressão de seu rosto enrugado ou pela sua ostensiva juba de leão. Impossível não se lembrar do Zep. Plant ainda tem muita lenha pra queimar, é claro que a voz do homem não possui a mesma potência, no entanto a escolha do repertório joga a seu favor.

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"Mighty Rearranger", álbum lançado pelo artista em 2005, é o trabalho solo que mais fornece lenha para seu repertório atual (são cinco temas). Esse é um daqueles discos que merecem uma revisão dos ouvintes mais atentos. Não tenha dúvida, a chave da atual "sonoridade Plant" está nesse trabalho. O mais bacaca foi ver um dos Gigantes do rock mundial encerrando o tour nacional com sorriso no rosto, interagindo com a banda e com um público caloroso - em um Gigantinho lotado (cerca de 10 mil pessoas). Teve até "parabéns a você" em português para um amigo de Plant. Foi uma noite especial, uma noite em que voltei a 1985, ano em que descobri o Led Zeppelin no filme “The Song Remains The Same” (ou “Rock é rock, mesmo”, como foi ridiculamente batizado por aqui).

Se você é um daqueles que torcem o nariz com a fase atual do vocalista e ainda sonha com a volta do Led Zeppelin, tenho um remédio: hoje acontece a primeira sessão de "Celebration Day", filme/concerto do LZ, que ocorreu em 2007, no O2 Arena. Corre até o Cinemark do Barra Shoppping Sul, parece que ainda há ingressos à venda. Serão apenas duas sessões em solo gaúcho. Mais informações no link

De toda forma, uma coisa é certa: Porto Alegre nunca teve uma semana mais Zeppeliana.

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Setlist


01 Tim Pan Valley (Mighty Rearranger) - 2005

02 Another Tribe (Mighty Rearranger) - 2005

03 Friends (Led Zeppelin III) - 1970

04 Spoonful – releitura de Willie Dixon

05 Somebody Knocking (Mighty Rearranger) - 2005

06 Black Dog – (Led Zeppelin IV) - 1970

07 All The King Horses (Mighty Rearranger) - 2005

08 Bron-y-aur Stomp (Led Zeppelin III) - 1970

09 The Enchanter (Mighty Rearranger) - 2005

10 Four Sticks (Led Zeppelin IV) - 1971

11 Ramble On (Led Zeppelin II) - 1969

12 Fixing To Die –releitura de Bukka White (Dreamland) - 2005

13 Whole Lotta Love + medley com Who Do You Love, Steal Away e Bury My Body – (Led Zeppelin II) - 1969


Bis

14 Going To California (Led Zeppelin IV) - 1971

15 Rock and Roll (Led Zepplein IV) - 1971

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Filme do Led Zeppelin ganha duas sessões em Porto Alegre

08 de outubro de 2012 4

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21 cidades brasileiras exibirão Celebration Day

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A rede Cinemark confirmou que exibirá no Brasil o aguardadíssimo "Celebration Day", filme que mostra o show realizado pelo Led Zeppelin em 2007 na O2 Arena em Londres. A apresentação será exibida em 27 salas diferentes em todo o país.

Anote na agenda: o show será exibido nos dias 30/10 (terça-feira) às 21 horas, e no dia 03/11 (sábado) às 23:55h. O preço dos ingressos para cada sessão será de R$ 40, com meia-entrada a R$ 20.

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Confira abaixo as cidades e as salas brasileiras que exibirão "Celebration Day:

Aracaju (SE)
Shopping Jardins

Belo Horizonte (MG)
Shopping Pátio Savassi

Brasília (DF)
Pier 21

Campinas (SP)
Shopping Iguatemi Campinas

Campo Grande (MS)
Shopping Campo Grande

Cotia (SP)
Shopping Granja Viana

Curitiba (PR)
Shopping Muller

Florianópolis (SC)
Floripa Shopping

Goiânia (GO)
Flamboyant Shopping

Guarulhos (SP)
Internacional Shopping de Guarulhos

Manaus (SM)
Studio 5 Festival Mall

Natal (RN)
Midway Mall

Palmas (TO)
Shopping Capim Dourado

Porto Alegre (RS)
Barra Shopping Sul

Ribeirão Preto (SP)
Novo Shopping

Rio de Janeiro (RJ)
Shopping Downtown
Botafogo Praia Shopping

Salvador (BA)
Shopping Salvador

Santos (SP)
Praiamar Shopping

São José dos Campos (SP)
Shopping Colinas

São Paulo (SP)
Shopping Metrô Santa Cruz
Shopping Market Place
Shopping Iguatemi
Shopping Eldorado
Shopping Pátio Higienópolis

Uberlândia (MG)
Shopping Uberlândia

Vitória (ES)
Shopping Vitória

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Assista segundo teaser de Celebration Day, novo filme/show do Led Zeppelin

05 de outubro de 2012 0

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Acaba de ser divulgado um novo teaser de "Celebration Day, lançamento do Led Zeppelin que remonta o lendário show de 2007, no O2 Arena. A canção escolhida foi "Kashmir", um dos temas do álbum "Physical Graffiti", de 1975. O vídeo com pouca mais de 20 segundos, mostra apenas takes da plateia. A edição padrão de "Celebration Day" será lançada em DVD ou um Blu-ray e CDs duplos. A edição de luxo inclui vídeo bônus de ensaios e imagens de noticiários da BBC. Há também uma edição em CD duplo e Blu-ray, com alta resolução e som HD (sem vídeo).

Veja o primeiro trailer divulgado

Fãs do vinil também podem comprar o LP triplo com 16 músicas, assim como, o conjunto completo também pode ser baixado em lojas digitais.

+ "Celebration Day": assista o Led Tocando "Rock and Roll", no show do O2 Arena

Além disso, a Omniverse Vision organizou um avant-première do concerto dirigido por Dick Carruthers para o próximo dia 17 de outubro, em 1.500 salas de cinema, passando por 40 cidades do mundo (o Brasil está no roteiro). Bilhetes e detalhes sobre esses filmes estão disponíveis em LedZeppelin.com

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Memorabília do Led Zeppelin é reeditada em livro

02 de outubro de 2012 0

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O Led Zeppelin voltou mesmo às manchetes em 2012. Além de várias publicações da banda ganharem versão em português, do anúncio de “Celebration Day”, novo show/filme em CD/DVD/Blu-ray e do lançamento do livro de entrevistas com Jimmy Page, surge um novo item para figurar na sua coleção.

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A La Fonte, um dos braços da editora Larrouse, acaba de colocar nas prateleiras “Tesouros do Led Zeppelin”, box-set em capa dura (com detalhe em veludo) que inclui livro ilustrado em cores e impressos raros da época.

O livro traz fac-símiles raros de ingressos e programas de shows, além de pôsteres, folhetos e outros documentos, que proporcionam uma viagem no tempo. Fiquei impressionado com o material.

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Há 57 anos, morria James Dean

29 de setembro de 2012 0

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Ouça programa especial sobre  o ator e conheça canções inspiradas pelo ídolo

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A rebeldia e o nome de James Byron Dean se confundem. Mais precisamente neste domingo chegamos a 57 anos da morte de um dos maiores nomes do cinema mundial. Em 30 de setembro de 1955, o ator norte-americano nascido no estado da Indiana, em 1931, morria aos 24 anos, numa colisão de carros em uma rodovia da Califórnia. Dean estava dirigindo seu novo Porsche 550 Spyder, que o levava para uma corrida de carros em Salinas, na Califórnia.

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Jimmy Dean se transformou em um mito, graças a três filmes gravados no prazo de apenas um ano, um deles, na época, ainda inédito: dos três filmes que atuou, assistiu vivo à estreia somente do primeiro. Jimmy não era apenas a perfeita tradução do jovem incompreendido, - tido como rebelde, no fundo, queria – e precisava – de atenção e afeto.

Cal Trask, seu personagem em "Vidas Amargas", era exatamente isso: o garoto problema que disputa o carinho do pai com um irmão “bonzinho e exemplar”. E sempre perde, por mais que se esforce.

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Mas foi com seu segundo grande papel, o de Jim Stark em "Juventude Transviada", que ele se tornou de vez a representação da juventude dos anos 50. E para tudo isso, claro, contribuía também sua vida fora das telas. Embora fosse tímido e reservado, nunca foi segredo que ele gostava de beber e fumar, – assim como Jim Stark – era apaixonado por carros e corridas.

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Meses depois, já em 1956, foi lançado seu último longa, "Assim Caminhava a Humanidade", que ainda não estava finalizado quando ele morreu. No mesmo ano, James Dean se tornou o primeiro ator a receber uma indicação póstuma ao Oscar, concorrendo como melhor ator por "Vidas Amargas". Em 1957 receberia outra indicação, por "Assim Caminhava a Humanidade".

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O último Super Sábado Cultura da Gaúcha SM, recebeu no estúdio da rádio o Professor de História e estudioso de cinema, Alexandre Maccari Ferreira, que deu algumas de suas impressões sobre o mito.

Ouça o programa completo aqui.

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E pra encerrar, fiquem com três canções que tem o ídolo como tema. Primeiro a banda americana Eagles, e a música "James Dean"; depois Joan Jett, com "Ridding With James Dean", e ainda, Terry Reid, com "Dean".

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*Uma curiosidade: Terry Reid foi o homem que recusou o convite para ser vocalista do Led Zeppelin, e mais - também foi ele que indicou para seu lugar, um certo "Robert Plant", desconhecido vocalista de um grupo chamado Band of Joy.

Será que Reid se arrependeu? Afinal, quem é Terry Reid?

Resposta: o cara que recusou o convite pra ser vocalista do Led Zeppelin. É assim que ele ficou conhecido, desde que o Led estourou nos anos 1970.

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Revelados detalhes de Celebration Day, novo lançamento do Led Zeppelin

21 de setembro de 2012 4

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Show de 2007 será lançado em seis formatos

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Através de uma coletiva em Londres, com a presença de Jimmy Page, Robert Plant e John Paul Jones, foram revelados mais detalhes sobre “Celebration Day”, novo lançamento do Led Zeppelin que remonta o lendário show de 2007, no O2 Arena. A edição padrão é um DVD ou um Blu-ray e CDs duplos. A edição de luxo inclui vídeo bônus de ensaios e imagens de noticiários da BBC. Há também uma edição em CD duplo e Blu-ray, com alta resolução e som HD (sem vídeo).

Fãs do vinil também podem comprar o LP triplo com 16 músicas, assim como, o conjunto completo também pode ser baixado em lojas digitais.

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O pacote entrou hoje (21/09) em pré-venda, e será lançado em todos os formatos em 19 de novembro. Além disso, a Omniverse Vision organizou um avant-première do concerto dirigido por Dick Carruthers para o próximo dia 17 de outubro, em 1.500 salas de cinema, passando por 40 cidades do mundo (o Brasil está no roteiro). Bilhetes e detalhes sobre esses filmes estão disponíveis em LedZeppelin.com

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A apresentação de 2007 teve a presença dos três integrantes originais vivos e Jason Bonham ocupando o posto de seu falecido pai, John Bonham. Naquela noite a banda mostrou-se em forma, interpretando grandes sucessos do Led Zeppelin como "Whole Lotta Love", "Black Dog", "Dazed and Confused", "Kashmir", "The Song Remains The Same" e "Stairway to Heaven". Foram cerca de nove milhões de pessoas disputando seus 18 mil ingressos sorteados online. Page, Plant e Jones evitaram falar sobre a questão de um novo rencontro da banda.

Confira a coletiva completa.

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Livro de entrevistas com Jimmy Page será lançado em outubro no país

20 de setembro de 2012 0

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Jornalista editou mais de 50 horas de conversa com o ex-guitarrista do Led Zeppelin

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Você é fã do Led Zeppelin? Então anote essa: a Globo livros anunciou o lançamento de um produto que irá ajudar a nutrir a curiosidade dos fãs sedentos por material inédito da banda. Em outubro, chega às livrarias “Luz e Sombra – Conversas com Jimmy Page”, de Brad Tolinski. Já que nenhum dos membros do Zeppelin escreveu algum livro ou colaborou com biógrafos, a publicação ganha ainda mais importância. Nas raras ocasiões em que Page falou com jornalistas, ele foi cauteloso com todos, menos com o autor do livro em questão. Ao longo dos últimos 20 anos, Brad Tolinski, editor-chefe da revista Guitar World, entrevistou Page mais do que qualquer outro nome no mundo. E além disso, Tolinski ganhou o respeito e a confiança do artista. Peneirando mais de 50 horas de conversas, Page fala do início de sua carreira como músico de estúdio nos anos 1960, época em que colaborou com Tom Jones, Shirley Bassey, Burt Bacharach, The Who, Joe Cocker, The Kinks, e Eric Clapton, até eclodir nos seus anos selvagens com líder, guitarrista e produtor dos LPs do quarteto inglês.

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“Luz e Sombra” também analisa e esmiúça composições emblemáticas do Led, como “Stairway to Heaven”, “Kashmir” e “Whole Lotta Love”, além de mergulhar na paixão de Page pelo ocultismo.

A outra novidade envolvendo o grupo foi o anúncio do lançamento do show realizado em 2007, no 02 Arena de Londres, tendo os três integrantes originais vivos e Jason Bonham ocupando o posto de seu falecido pai, John Bonham. Batizado de "Celebration Day", o concerto será lançado nos cinemas em 13 de outubro em cerca de 1.500 salas de cinema de 40 países e territórios pelo mundo, inclusive no Brasil. Em 19 de novembro o show ganhará as prateleiras em múltiplos formatos (CD/DVD, etc). Já Robert Plant, virá ao Brasil em outubro. Mais detalhes aqui

Saiba mais sobre Celebration Day no link

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Dia do Baterista: semanário britânico elege as 10 Melhores Performances de Bateria da história

20 de setembro de 2012 10

Além do feriado farroupilha, esse dia 20 de setembro é também o Dia do Baterista. Todo mundo sabe que os ingleses adoram listas. E o semarário britânico UCR elencou as 10 Melhores Performances de Bateria da história do rock. São seis bateristas britânicos, três americanos e um canadense. Pela ordem deu: anos 60 (5), anos 70 (2), anos 80 (2), anos 90 (0), anos 2000 (1).

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10 – Toad – Cream, baterista: Ginger Baker (1966)

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09 – Fire – Jimi Hendrix Experienced, baterista: Mitch Mitchell (1967)

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08 – Aja – Steely Dan, baterista: Steve Gadd (1977)

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07 – Ticks and Liches – Tool, baterista: Danny Carey (2001)

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06 – My Generation – The Who, baterista: Keith Moon (1965)

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05 – 21st Esquizoid Century Man – King Krinson, baterista: Michael Giles (1969)

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04 – Karn Evil 9 – Emerson, Lake & Palmer, baterista: Carl Palmer (1973)

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03 – YYZ – Rush - baterista: Neil Peart (1982)

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02 – Hot For Teacher - Van Halen, baterista: Alex Van Halen (1984)

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01 – Moby Dick - Led Zeppelin, baterista: John Bonham (1969)

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Led Zeppelin anuncia lançamento de show de 2007 nos cinemas e em CD/DVD

13 de setembro de 2012 2

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"Celebration Day" será lançado na grande tela em outubro, e em vários formatos no próximo mês de novembro

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Depois de um suspense de cinco dias, contabilizado por uma contagem regressiva no Facebook do grupo, o Led Zeppelin anunciou o lançamento do CD/DVD do show realizado em 2007, no 02 Arena de Londres, tendo os três integrantes originais vivos e Jason Bonham ocupando o posto de seu falecido pai, John Bonham. Batizado de "Celebration Day" (nome de uma das canções do álbum Led Zeppelin III, lançado em 1970), o concerto será lançado nos cinemas em 13 de outubro em cerca de 1.500 salas de cinema de 40 países e territórios pelo mundo, inclusive no Brasil, informa a banda em sua página na internet. A venda de ingressos ainda não começou. Em 19 de novembro o show ganhará as prateleiras em múltiplos formatos (CD/DVD, etc).

Mais detalhes no site oficial do LZ.

Na apresentação em tributo ao fundador do selo Atlantic, Ahmet Ertegun , a banda mostrou-se em forma, interpretando grandes sucessos do Led Zeppelin como "Whole Lotta Love", "Black Dog", "Dazed and Confused", "Kashmir", "The Song Remains The Same" e "Stairway to Heaven". Foram cerca de nove milhões de pessoas disputando seus 18 mil ingressos sorteados online.

Confira o teaser que acaba de ser divulgado na rede.

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Apesar de boatos sobre uma reunião oficial do Led Zeppelin surgirem de tempos em tempos, Robert Plant afastou a hipótese em uma entrevista à revista Rolling Stone em 2011. "já fui o mais longe possível com essa história. Para ser honesto, é uma chatice. Eu sei que várias pessoas se importam com uma reunião nossa, mas veja pelo meu lado: em breve, precisarei de ajuda para atravessar a rua". Plant vem ao Brasil para seis shows em outubro, incluindo Porto Alegre. Confira o serviço completo do show de RP na capital gaúcha (29.10.12)

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Segue mais um trechinho da apresentação de 2007 (via reportagem da BBC, de Londres)

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Led Zeppelin deve lançar em CD/DVD show histórico de 2007

10 de setembro de 2012 4

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O mundo do rock treme! Uma imagem contendo o número CINCO usando a fonte do logotipo do Led Zeppelin foi postada no último sábado (08) no Facebook oficial da banda inglesa. O chamarisco leva a crer que se trata do anúncio iminente do lançamento oficial do show realizado em 2007 no 02 Arena de Londres, tendo os três integrantes originais vivos e Jason Bonham ocupando o posto de seu falecido pai, John Bonham, conforme vem sendo veiculado nos últimos dias. Na apresentação, a banda mostrou-se em forma, interpretando grandes sucessos do Led Zeppelin como "Whole Lotta Love", "Black Dog", "Dazed and Confused" e "Stairway to Heaven".

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Apesar de boatos sobre uma reunião oficial do Led Zeppelin surgirem de tempos em tempos, Robert Plant afastou a hipótese em uma entrevista à revista Rolling Stone em 2011. "já fui o mais longe possível com essa história. Para ser honesto, é uma chatice. Eu sei que várias pessoas se importam com uma reunião nossa, mas veja pelo meu lado: em breve, precisarei de ajuda para atravessar a rua". Plant vem ao Brasil para seis shows em outubro.

Confira o serviço completo do show de RP na capital gaúcha (29.10.12)

Sobre o show de 2007, vale lembrar que a apresentação foi em tributo a Ahmet Ertegun (comandante da Atlantic Records), e teve cerca de 9 milhões de pessoas disputando seus 18 mil ingressos sorteados online. Desde a época do concerto inúmeros rumores sobre o lançamento do material em DVD foram especulados, especialmente sobre a dificuldade de se obter uma autorização de todos os envolvidos, para que as gravações cheguem às lojas.

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Segundo uma fonte não divulgada da gravadora Warner Music, detentora atual dos direitos sobre os lançamentos do Led Zeppelin, a gravação vai sair em um pacote que deve conter DVDs e CDs duplos.

Ainda sobre a mensagem no Facebook, “FIVE” Parece ser uma referência a cinco anos da realização do show, mas há quem diga que seriam cinco os dias que faltam para o anúncio. As pistas começaram quando Peter Mensch, agente do guitarrista Jimmy Page, soltou uma mensagem no twitter dizendo "está quase pronto, eu vi e ouvi. Quase cinco anos até o dia de hoje".

No último domingo (09), novamente no FB oficial do grupo, foi postado uma nova imagem, dessa vez com a palavra "FOUR", e nesta segunda, um vídeo de 16 segundos e uma imagem com o número "III", em algarismo romano pintou por lá.

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Tudo indica uma contagem regressiva sobre o lançamento. Então... Aguardemos a próxima quinta-feira (13), data  do provável anúncio oficial.

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Eis uma breve prévia daquela noite (via BBC).

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Se estivesse vivo, John Bonhan faria 65 anos nesta quinta-feira (31)

30 de maio de 2012 1

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Se estivesse vivo, John Henry Bonhan faria 65 anos nesta quinta-feira (31). O baterista do Led Zeppelin bateu as botas em 24 de setembro de 1980, depois de um ensaio de preparação para um novo tour. Reza a lenda que naquela noite, o músico teria bebido o equivalente a 40 doses de vodka. Na manhã seguinte, ele, que estava hospedado na casa de Page, simplesmente não acordou. Estava morto, asfixiado pelo próprio vômito (segundo a autópsia). Virou um mito das baquetas.

Bonzo é “hors concours” em qualquer relação do melhor baterista de todos os tempos. Ano passado, o semanário musical britânico UCR elegeu “Moby Dick”, tema instrumental do álbum Led Zeppelin II (1969), famosa pela execução no filme “The Song Remais The Same” (1976), como Melhor Solo de Bateria desde sempre.

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Em uma das cenas de “Might Get Loud” (2008), Jimmy Page conta como nasceu o som de um dos mais célebres timbres de bateria dos anos 1970. Com músicas como "When The Leeve Breaks", dá pra dizer que Bonhan e o engenheiro de som Glyn Johns definiram o som de bateria daquela época do rock, claro que a ajuda da acústica natural de Headley Grange, uma mansão transformada em estúdio localizada em East Hampshire, na Inglaterra, um lugar idílico (construído em 1795).

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Falem bem, ou falem mal, mas falem de Bonzo.

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Jimmy Page lança trilha perdida de curta metragem

16 de março de 2012 0

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Jimmy Page finalmente irá lançar “Lucifer Rising”, trilha sonora composta para o curta-metragem homônimo, de 1972 . Segundo o site oficial do guitarrista do Led Zeppelin, o trabalho será lançado no dia 20 de março. “Lucifer Rising and Other Sound Tracks” será disponibilizado somente em LP de 180 gramas. Para saber mais detalhes (valores e opções) clique aqui.

Na época, Page supostamente compôs 31 minutos de música para filme do diretor Kenneth Anger, mas a dupla teve um desentendimento e o material não só foi descartado do filme, como também acabou engavetado pelo próprio Page (embora versões piratas da trilha já pipoquem na rede há vários anos). Perfeccionista, o guitarrista nunca abandonou o projeto, e há vários anos vem revisitando e remixando as canções.

No disco, além das músicas “retrabalhadas”, Page ainda incluiu outras gravações que fez para projetos de diferentes naipes. O resultado disso poderá ser ouvido na próxima semana.


Confira o tracklist:

Lado A

1 - Lucifer Rising – Main Track

Lado B

1- Incubus
2- Damask
3- Unharmonics
4- Damask – Ambient
5- Lucifer Rising – Percussive Return

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Confira uma das versões piratas que circulam na rede.

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Aos mais curiosos, segue o curta-metragem na íntegra. A trilha sonora ficou a cargo de Bobby Beausoleil, um dos malucos da trupe de Charles Manson.

Xô, Satanás!

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Entrevista exclusiva com Mark Farner

02 de março de 2012 4

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Fundador do Grand Funk Railroad faz shows em Porto Alegre, SP e BH

Entrevista publicada na Revista do Opinião (edição #12)

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O Grand Funk foi uma das primeiras bandas americanas que fizeram minha cabeça quando comecei a ouvir rock and roll, lá pela primeira metade dos anos 80. Lembro que um pouco antes de descobri-la, eu e minha turminha já vivíamos um desenfreado “delay” musical dos anos 70. Ou seja: nosso barato eram bandas como Led, Purple, Beatles e Stones, entre outras, grande parte delas inglesas, diga-se de passagem. O som dos anos 80 era a música que tocava no rádio. Portanto, não nos interessava. Foi então que, em uma bela tarde calorenta qualquer, um novo “brother de som” me apresentou o LP do Grand Funk Railroad. O álbum em questão era o segundo (ainda como trio), o famoso disco da capa monocromática em vermelho e branco.

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Foi uma “chapoletada” e tanto que acabou confirmando minha convicção naquele tipo de som. Dalí em diante, o grupo de Mark Farner (vocal e guitarra), Mel Schacher (baixo) e Don Brewer (bateria e vocal) - logo depois Craig Frost (teclados), passou a ser presença efetiva no toca-discos lá de casa. Dia 11 de março, será a oportunidade de conferir mister Farner em carne e osso, no Opinião. O hoje titio roqueiro mostrará que continua com bala na agulha para reviver bons momentos do passado glorioso com o Grand Funk, e ainda disparar bons petardos de sua carreia solo.

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A história confirma o GFR como um dos grupos mais populares dos EUA (no período entre 1971-1974), quando oportunamente eles preencheram uma lacuna entre o exílio dos Stones e o fim dos Beatles, batendo de frente com o Led Zeppelin, ignorando a crítica e vendendo milhões de discos. Primeiramente, travestido de hippies contestadores do mainstream e paladinos da política anti-belicista ianque, e depois como figuras carimbadas do pop, usando as cores da bandeira americana como uniforme nas turnês e fotos promocionais. Apesar de todas as contradições e oscilações, sem dúvida o Grand Funk merece seu lugar no TOP 10 do rock pesado dos anos 70. Em entrevista exclusiva (por e-mail), Farner declara seu amor incondicional ao rock americano, relembra os dias de glória, também confirma a rivalidade com o Led Zeppelin, fala de sua conversão ao cristianismo, e do alto de seus 63 anos, entoa frases de paz e amor como se ainda estivesse vivendo nos Estados Unidos do final dos anos 60.

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Leia a entrevista

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Blog - Como foi fazer parte de uma banda que definiu o espírito do som pesado do início dos anos de 1970?

Mark Farner - Eu acabara de fazer 20 anos quando nós começamos, em 1969. Na verdade, eu não tinha a mínima ideia de onde poderíamos chegar. Agora que estou um pouquinho mais velho posso dizer que me sinto muito feliz em saber que tantas pessoas amam a minha música. Rock n’ roll ao estilo americano!

Blog - Quais os motivos que foram fundamentais para o Grand Funk ter se tornado uma das grandes bandas do seu tempo?

Mark Farner - Eu acho que Deus queria que eu escrevesse canções sobre a minha vida. São impressões daquilo que vi e senti quando deixei minha cidade natal em Michigan e voei de avião pela primeira vez. Tudo era surpreendente para um cara ingênuo como eu. Tinha que contar para o resto do mundo o que estava vendo e, conseqüentemente, deixar minha mensagem de paz e amor através daquelas canções.

Blog - E como é viver com o legado de uma discografia desse calibre? Digo isso em virtude de que é inevitável ouvir comparações entre o seu trabalho como um dos membros do Grand Funk e a carreira solo de Mark Farner.

Mark Farner - É a história da minha vida que está escrita ao longo dessa discografia! Eu não mudaria nada. Sou um homem orgulhoso das canções que fiz. Afinal, compus todos os temas dos primeiros seis álbuns e me sinto muito valorizado em saber que consegui atingir tantos corações ao redor do mundo. Sempre orei ao criador para que ele me inspirasse e pudesse tocar positivamente as pessoas que curtem rock and roll.

Blog - E aquela lendária história de que certa vez, enquanto o Grand Funk abria um show do tour americana do Led Zeppelin, Peter Grant, empresário do Led, mandou desligar os equipamentos do palco porque a banda de abertura estava roubando e espetáculo?

Mark Farner - Sim, é a pura verdade! Nós estávamos muito orgulhosos porque éramos uma banda americana abrindo para uma banda britânica muito conhecida. O GFR finalmente retornava a Michigan (depois de dois anos sem tocar lá) e a galera do nosso estado natal fazia questão de mostrar que estava sentindo nossa falta. Peter Grant não gostou disso e mandou puxar o fio da tomada. Depois que nos sacanearam, o Led esperou uma 1h30min para subir ao palco e cantarem ‘Rock ‘n’ Roll’ em inglês americano! Afinal, imitar alguém é a maior forma de elogio, não acha? Até hoje, todas as bandas de fora dos Estados Unidos têm que cantar em inglês americano, ou então não seria rock n’ roll. Bandas americanas têm uma vantagem porque não precisamos fingir o sotaque.

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Blog - Falando em Led Zeppelin, o Grand Funk foi uma das poucas bandas que conseguiu rivalizar com os ingleses (em popularidade) durante a primeira metade dos anos 70. Como era essa disputa? Ou ela, de fato, nunca existiu?

Mark Farner - Eles gostariam, é claro, de pensar que são melhores no que fazem do que nós. Mas a verdade é que todos eles cantam em inglês americano e não o inglês da rainha.

Blog - 1973 e 1974 foram dois anos especiais para o GFR. Em 1973, a banda chegou ao topo das paradas como ‘We're An American Band’ (cantada pelo baterista Don Brewer) e, em 1974, ‘The Locomotion’ - canção de Carole King e Gerry Goffin - era presença garantida nas rádios do planeta. Essas foram as únicas duas canções de vocês a atingirem o n°1 das paradas. Inclusive aqui no Brasil, muitos fãs da banda abriram os olhos (e ouvidos) com esse último som. O que você recorda quando rememora essas duas canções?

Mark Farner - Quando nós fizemos ‘We’re An American Band’, estávamos compondo aquilo que Lynn Goldsmith (nosso RP) nos sugeriu na época. Foi Don quem escreveu a letra. ‘Locomotion’ foi gravada por Little Eva, ainda no início dos anos sessenta. Coincidentemente, eu cantava esse som de brincadeira quando Lynn entrou no estúdio de gravação. Todd Rundgren, que nos produzia naquele álbum, também me ouviu cantando e perguntou “que música é essa?”. Então, começamos a pensar em regravar a composição de Carole King. Nós nos divertíamos muito trabalhando com Todd!

Blog - E esse lance da banda de ter sido aclamada pelo público e ter a crítica torcendo o nariz, ou até mesmo ignorando o som de vocês, chegou a atrapalhar?

Mark Farner - Não, isso nunca nos perturbou. Ao lermos os comentários ficávamos imaginando que raios de banda eles queriam ouvir.

Blog - Logo após o fim do Grand Funk você iniciou carreira solo, teve problemas com álcool e em meados dos anos 80 se converteu ao cristianismo. Como foi o período após o fim da banda?

Mark Farner - Eu estava procurando pelo significado da vida. Comecei ir à igreja para encontrar Deus, mas eu estava errado. Acho que eu tinha que passar por essa experiência para logo depois descobrir que o reino dos céus está dentro de todos nós. Eu gravei alguns discos seguindo conselhos de alguns religiosos. No entanto, descobri que só os meus fãs e o Espírito Santo conhecem de verdade meu coração.

Blog - E qual a visão de Mark Farner sobre a música do nosso tempo? Ainda há espaço para o rock and roll?

Mark Farner - Enquanto as pessoas gostarem de dançar, viverem bons momentos, e continuarem a prestigiar as bandas que curtem, nós teremos rock n’ roll. O gênero nunca morrerá!

Blog - Que bandas atuais fazem a tua cabeça?

Mark Farner - Eu não ouço radio porque eu sou um compositor que está sempre voltado para o íntimo, para a próxima etapa de minha vida. Atualmente, não tenho tempo para escutar rádio porque minha esposa e eu estamos ocupados com a recuperação de nosso filho. (Em julho de 2009, Jesse ficou tetraplégico em um acidente quando estava acampando com alguns amigos).

Blog - Artisticamente falando, quem ou o quê ainda te inspira?

Mark Farner - Minha esposa Lesia e eu escutamos velhas canções de R&B em seu Ipod e costumamos dançar. Sempre há mensagens bacanas nas letras, e nós amamos dançar.

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Blog - Como será seu set aqui no Brasil?

Mark Farner - Vou tocar na maioria músicas do GFR, com algumas novas canções.

Blog - Você já ficou sabendo que o GFR tem muitos fãs por aqui?

Mark Farner - Sim, alguns fãs brasileiros foram a um de nossos shows em Connecticut e nos disseram que a banda tinha muitos fãs no país. E estou muito animado em tocar para vocês.

Blog - Quais são seus planos para o futuro? Ou você acha que o futuro é reviver o passado?

Mark Farner - Vou continuar tocando música e escrevendo canções com as quais eu me conecto. Eu tenho feito muitas aparições com meus antigos parceiros e também ao lado de outras bandas que fizeram sucesso nos anos 70. O futuro será bom para todas as pessoas que fazem um esforço positivo para acabar com a guerra e têm uma consciência coletiva em prol da paz na terra. Os bons vencerão no final!

Blog - O que os fãs de Mark Farner e Grand Funk irão encontrar nas suas apresentações aqui no país?

Mark Farner - Muito amor e uma banda de rock n’ roll séria. Keep Rockin’!!!

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Confira o serviço do show de MF em Porto Alegre

Veja o provável setlist das apresentações no pais

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Ronnie Wood disse não quis fazer parte do Led Zeppelin

10 de fevereiro de 2012 7

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Informação foi divulgada no programa de rádio do Stone

Ronnie Wood, guitarrista dos Rolling Stones, revelou que recusou a chance de fazer parte do Led Zeppelin. Em seu programa na rádio britânica Absolute Radio, o músico disse que seu antigo empresário Peter Grant o sondou para entrar na banda quando ainda era conhecida como The New Yardbirds.

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Wood rejeitou a possibilidade por achar que eles eram “um bando de caipiras”: “Peter Grant era meu empresário e também de Jeff Beck, Rod Stewart, Mickey Waller e Nicky Hopknins, naqueles tempos bons”. “Tive uma oferta para entrar, quando ainda se chamavam The New Yardbirds. Eu disse que não poderia me juntar àquele bando de caipiras. Depois a banda mudou seu nome para Led Zeppelin”.

Em todas as biografias do Led Zeppelin, a possível entrada de Wood para a trupe do Zeppelin nunca foi mencionada. A informação nunca será confirmada. Na tarde de 21 de Novembro de 1995, enquanto dirigia em direção à sua casa em Eastbourne, Peter Grant sofrera de um fatal ataque-cardíaco, com seu filho Warren ao lado. Ele tinha 60 anos. No livro, Peter Grant: The Man Who Led Zeppelin, escrito por Chris Welch, o fato não foi mencionado. Será que esse lance não é um “migé” do Ronnie?
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Falando em Stones e afins, diz pra mim aí, Ronnie: Quando que vocês irão anunciar o Tour de 50 anos da banda? No aguardo, man.

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