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Posts com a tag "Martin Scorsese"

Andy Warhol é o número 1.000

07 de fevereiro de 2012 0

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Série L&PM Pocket chega ao milésimo título

A série L&PM Pocket já é sucesso de vendas há vários anos. Como diria meu pai, essas publicações “são encontradas em qualquer bolicho”. E o mais bacana dessa difusão da literatura, é que podemos encontrar a série de livros de bolso da editora gaúcha inclusive nas filas dos super-mercados! E tudo isso a um custo razoável e com muitas opções de autores nacionais e internacionais. Em suma: a série Pocket da L&PM tem preço e qualidade editorial. Falo dessa famosa coleção porque acaba de ser lançado o número 1000 da série. Trata-de da Caixa Especial Diários de Andy Warhol com os 2 volumes (mas você pode comprá-los separadamente, se preferir).

Escritos no auge de sua fama e sucesso, os Diários de Andy Warhol registraram dias, noites, grandes eventos e deliciosas trivialidades de uma das figuras mais enigmáticas e geniais da cultura do século XX. Polêmico e revelador, o livro foi publicado originalmente no Brasil em 1989, pela L&PM, com quase 800 páginas. Agora, mais de 20 anos depois, o livro volta às bancas e livrarias em 2 volumes e formato de 25 anos depois da morte de Andy Warhol, os diários se tornaram história. O tempo aumentou radicalmente a importância do artista e de muitos personagens que habitam suas páginas. O relato do criador do Pop torna-se fonte de referência para entender as décadas do fim do século XX, a cultura da celebridade, a contra-cultura novaiorquina da época, a estética do Pop, o cinema underground e conhecer os registros praticamente diários desta grande aventura da última jornada verdadeiramente de vanguarda da arte moderna. Até as frivolidades que permeiam em abundância este livro adquirem agora um significado histórico. É Nova York pré-11 de setembro. A grande Meca da modernidade, cujos sonhos transgressores e vanguardistas derreteram junto com as torres gêmeas.

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Jim Morrison, Calvin Klein, Patti Smith, Martin Scorsese, Tom Wolfe, Roy Lichtenstein, Mick Jagger, Lou Reed, Yoko Ono são alguns dos “alvos” de seus comentários sinceros e impiedosos. O grande cult da chamada “arte de rua”, Jean Michel Basquiat, morto em 1988, aos 28 anos, é mencionado inúmeras vezes, pois foi uma descoberta do criador do Pop. Ele diz em 4 de outubro de 1982:

O Basquiat é o garoto que usava o nome de ‘Samo’ quando sentava na calçada do Greenwich Village e pintava camisetas, e de vez em quando eu dava 10 dólares para ele e mandava ao Serendipity para tentar vendê-las. Era apenas um daqueles garotos que me enlouqueciam. É negro, mas algumas pessoas dizem que é porto-riquenho, aí sei lá (…).

Enfim, são centenas de pessoas (todas devidamente listadas num índice remissivo ao final do livro) do show business, das artes, da realeza europeia, do rock and roll, do punk rock, da literatura, moda, imprensa, teatro, cultura underground, jet set em geral, milionários, drogados famosos, políticos, enfim, gente que superou a sua previsão de que “um dia todos vão ter pelo menos 15 minutos de fama”.

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Saiu o primeiro trailer do documentário de Scorsese sobre George Harrison

23 de agosto de 2011 3

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Saiu o primeiro trailer do documentário de George Harrison. Living In The Material World tem direção de Martin Scorsese, e traz depoimentos de Eric Clapton, Tom Petty, Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono, Phil Spector, da viúva Olivia, dos amigos e parceiros do Monty Python, ente outros.  Scorsese, assumido admirador do guitarrista, recorreu aos arquivos pessoais do músico inglês, morto em novembro de 2001. Fotos, fitas, filmes caseiros, cartas e gravações incluem o rol de material pesquisado.

O doc foi produzido por Nigel Sinclair, com quem Scorsese trabalhou no filme No Direction Home, filme sobre a carreira de Bob Dylan.

Living In The Material World terá estreia em setembro, no Festival de Cinema de Nova York, e nos dias 05 e 06 de outubro, em um canal pago de TV nos Estados Unidos. Já no dia 10 do mesmo mês, sai nos EUA e Reino Unido as versões em DVD e Blue-ray. Aqui no Brasil, o filme deve ser lançado nos dois formatos ainda no início de 2012.

Eis o primeiro trailer.

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Livro, CD e filme relembram 10 anos sem George Harrison

25 de abril de 2011 2

WP site oficial GH

Por Ana Bittencourt com 'a little help' de Marcio Grings

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Depois que Paul McCartney remexeu nas memórias e anunciou o lançamento de um livro com fotografias da mulher, Linda, agora é a vez da viúva de George Harrison abrir o baú. Olívia, segunda mulher do ex-Beatle, reuniu fotos inéditas, cartas pessoais e diários escritos por Harrison e prepara a publicação do livro Living In The Material World.

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Divulgação site oficial GH

O material faz parte do arquivo pessoal do músico, morto em novembro de 2001, vítima de câncer. A obra vai compor uma biografia ilustrada da vida do guitarrista do Fab Four e será editado por Mark Holborn, com introdução de Paul Theroux.  Para escrever o prefácio, nada menos que o diretor Martin Scorcese, o cineasta que está produzindo um longa-metragem sobre a trajetória musical do mais jovem dos quatro garotos de Liverpool. O documentário terá o mesmo nome do livro está em produção há quase dois anos. A possibilidade é que o filme chegue às telas entre julho e setembro deste ano, mesma época em que o livro será lançado. E de acordo com a editora, a publicação vai trazer uma penca de fotos inéditas em 400 páginas, com edição limitada e numerada. Coisa para colecionador, sem dúvida.

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Participarão do livro nomes como Eric Clapton, Eric Idle e Terry Gilliam ( do Monty Python), Bob Dylan, além, é claro, de Ringo Starr e Paul McCartney. Não faltarão também depoimentos da família de George. É com certeza, uma bela homenagem aos dez anos do desaparecimento físico do mais místico dos Beatles, que nunca teve uma biografia digna lançada por aqui (lá fora temos  I Me Mine, escrita pelo próprio beatle e inexplicavelmente nunca publicada em língua portuguesa).

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Divulgação Chronicle Books*

Além do livro (será que este será publicado no Brasil?), na esteira será distribuído um DVD do doc produzido por Scorcese e consequentemente um álbum com a trilha sonora.

George merece. E os fãs agradecem.

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Download gratuito: Tributo a Blind Willie Johnson

24 de abril de 2011 0

BWJ desenhado por R. Crumb. Divulgação Algonquin Books#

Eis uma iniciativa bacana. Em um site chamado Cigar Box Nation foi compilado e produzido uma homenagem ao bluesman Blind Willie Johnson. Você não se lembra de BW?  Win Wenders ajuda você. O cineasta alemão pagou um tributo emocionante na série The Blues, documentário produzido por Martin Scorcese em 2003.

Wenders fez poesia com a história do cara.

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If I Had My Way, A Cigar Box Guitar Tribute to Blind Willie Johnson foi capitaneado por Shane Speal, músico e produtor apaixonado pelo gênero. O desenho da capa é do talentoso desenhista Thomas Boatwright (veja o site do cara).

Em tempo, cigar box guitar era o nome que o pai de Johnson deu a um violão que ele construiu pro filho, feito com madeira de caixa de charuto. Veja Speal tocando uma CBG que ele próprio montou.

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Já a história de sua cegueira é de lascar. Quando o garoto tinha apenas sete anos, seu velho deu uma sumanta de pau na madrasta de Willie, isso após ele descobrir que a mulher estava o traindo com outro homem. Como vingança, a madrasta pegou uma garrafa com soda cáustica e atirou, não no seu pai, mas sim ao rosto do jovem Willie. É o blues, man!

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Divulgação site oficial TB

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Grande parte de suas gravações foram registradas entre 1927 e 1930, quando Blind Willie gravou 30 temas para a Columbia Records. Em quatorze das suas gravações o bluesman está acompanhado por Willie B. Harris ou por uma cantora nunca identificada.

Entre os artistas que declaram sua admiração ou regravaram frações do legado de BW, estão nomes como Bob Dylan, Eric Clapton, Mark Ribot e Ry Cooder.

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Blind Willie morreu no pleno anonimato em 1945. Ele tinha apenas 47 anos. Todas as canções do músico já caíram no domínio público e as 28 faixas do tributo podem ser baixadas gratuitamente clicando aqui.

Biografia de Bob Dylan é lançada nas comemorações de 70 anos do bardo americano

19 de abril de 2011 2

Divulgação Larousse#

No próximo dia 24 de maio Bob Dylan vai completar 70 anos (aguarde matéria especial no blog).

E para comemorar o aniversário do bardo e os 50 anos do contrato do cantor com a Columbia Records, a tradicional editora Omnibus Press acaba de relançar uma versão atualizada da biografia No Direction Home: The Life and Music of Bob Dylan.

Escrita por Robert Shelton, renomado crítico de rock, amigo do baixinho e dylanólogo de longa data, a primeira edição foi lançada originalmente em 1986 e estava esgotada há pelo menos uma década. Shelton morreu em 1995.

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Foto: Divulgação Columbia Records*

Quem conhece a história de Bob Dylan, sabe que a figura do jornalista foi importantíssima para o impulso inicial na carreira do cantor. Foi Shelton quem escreveu um texto devotado no New York Times sobre uma apresentação do artista quando ainda não havia estourado. Esse episódio é creditado como a peça que faltava para que Dylan fosse “descoberto”, em 1961, apenas um ano após ele ter chegado a metrópole. Voltando ao livro, a primeira edição não havia saído por aqui, mas dessa vez a editora Larousse tirou o atrasado e a versão em português pinta no país em maio. Eu já encomendei a minha.

Capa da edição americana. Foto: divulgação Omnibus Press*

Esta nova edição teve a ajuda de Elizabeth Thomson e Patrick Humphrien, dupla que resgatou textos do manuscrito original que acabaram não sendo publicados na edição anterior, além de 50 novas fotos de Dylan. Vale lembrar que No Direction Home também é o nome de um documentário de 2005 que Martin Scorcese fez sobre a carreira do cantor e compositor.

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Orelha esquentando com Bob Dylan

04 de março de 2011 0

Dylan e o guitarrista Robbie Robertson. Foto: divulgaçãop Columbia#

Ontem recebi um e-mail do Codevilla com o título: “Orelha esquentando”. E esquentou mesmo, pois além de me citar em seu blog, Mr. Code deu a letra de uma das atrações musicais deste final de semana de carnaval na Itapema. Anote aí no seu caderdinho: sábado, 19 h, o programa Concertos Itapema irá apresentar um show de Bob Dylan realizado em 1966 na Inglaterra.  E não foi apenas mais um show na trajetória do Walt Whitman do século XX, trata-se de uma lendária apresentação de Dylan e o The Hawks (que depois virou The Band) no Free Trade Hall, em Manchester. Gravado no dia 17 de maio, a apresentação durante décadas foi comercializada pelos pirateiros de plantão como sendo em Londres. Dylan brinca com o engano dando nome ao seu bootleg número 4 de The Royal Albert Hall Concert. O histórico climax do final do show, em que alguém da plateia chama Dylan de Judas, está eternizado no obrigatório documentário de Martin Scorsese, No Direction Home, e no CD duplo que contém as duas entradas de Dylan no palco, a primeira acústica (aplaudida) e a segunda elétrica (vaiada).

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Divulgação Columbia*

O CD foi lançado oficialmente pela Sony em 1998, é uma peça fundamental para entendermos a eletrificação do folk e uma das guinadas mais importantes da carreira de Dylan, época em que ele definitivamente se entregou a energia do rock and roll. Ele tinha acabado de lançar o anfetamínico Blonde On Blonde (1966), disco gravado em Nashville, tradicional Meca da música country. Só que Dylan misturou alguns músicos que trabalhavam na cena de Nova York como pessoal residente dos estúdios da Colúmbia em Nasville – o resultado desse cruzamento transformou o LP em um clássico.

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Sobre uma das pernas da turnê de Blonde On Blonde, que acabou resultando nesse álbum duplo, quando o lançamento finalmente viu a luz do dia oficialmente, o famoso apresentador da BBC Andy Kershaw disse: "Não consigo acreditar que finalmente lançaram isso. Não paro de olhar o meu disco". A edição especial do CD que você ouvirá na Itapema nesse sábado traz o som remasterizado digitalmente e mostra um artista na ponta dos cascos, pouco tempo antes do acidente de moto que o tirou de cena por alguns anos.

Mas aí já é outra história...

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Robbie Robertson sai do limbo

05 de janeiro de 2011 0

Divulgação site oficial RR

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Certamente esse CD vai parar na estante lá de casa. Robbie Robertson, ex-guitarrista do lendário The Band, se prepara para lançar seu primeiro álbum solo em mais de 12 anos sem pontuar um trabalho de inéditas (não incluindo suas trilhas sonoras para filmes, feitas sob encomenda). O disco intitulado How to Become Clairvoyant, ainda tem data incerta - final de março (segundo o site canadense The Globe and Mail), início de abril (segundo a revista americana Rolling Stone). Uma das canções do novo trabalho, Get Off, irá relatar a saída de Robertson do Band, tema nunca antes abordado pelo músico (nem mesmo em entrevistas).
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Robertson com o Band nos anos 70. Foto: divulgação site oficial RR
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Em tempo, o derradeiro show do guitarrista foi registrado pelo cineasta Martin Scorsese em The Last Waltz (1976), documentário carimbado pela crítica como um dos clássicos maiúsculos do rock na década de 70. Quanto ao novo álbum, a lista de convidados trás alguns pesos pesados de várias cepas musicais. Lá estarão os guitarristas Robert Randolph,Tom Morello (Rage Against The Machine), Steve Winwood (Traffic), que toca teclado em duas canções, e Eric Clapton, que co-escreveu três das canções do álbum e toca em seis faixas. Outra participação de nível passa pela faixa instrumental Madame X, que conta com participação de Trent Reznor (Nine Inch Nails). Um preview do álbum, a canção When the Night Was Young, pode ser ouvida no site da gravadora Records 429. (clique aqui e ouça o tema).
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Pra encerrar, é sempre bacana voltar no tempo: Don't Do It, um clássico de Marvin Gaye na versão definitiva do The Band. Soul music com tempero rock and country.
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A celebração bairrista do velho Garth

19 de dezembro de 2010 0

Divulgação 101 DISTRIBUTION #

O The Band foi o grupo canadense que acompanhou Bob Dylan no final dos anos 60, e primeira metade dos 70, e que lançou uma série de álbuns célebres até The Last Waltz, seu show de despedida em 1976. No início dos anos 80 até rolou uma volta ½ boca (sem Robbie Robertson, guitarrista e principal compositor do grupo), mas tudo o que foi feito até a morte do tecladista Richard Manuel (ele se enforcou em um quarto de hotel na cidade de Winter Park, Flórida, durante uma turnê do Band em 1986) e o baixista Rick Danko (morto em 1999, vítima de um ataque cardíaco) não pode ser comparado a época de ouro do The Band (60/70).

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Quanto aos remanescentes, Robbie Robertson (67) virou um artista bissexto e requisitado compositor de trilhas sonoras para filmes. Ilha do Medo (2009), último filme de Martin Scorsese tem soundtrack dele. O baterista Levon Helm (70) venceu recentemente uma batalha contra o câncer e lançou dois ótimos trabalhos – Dirty Farmer (2007) e Electric Dirty (2009). Já o mais velho dos integrantes, Garth Hudson (73), um dos principais arquitetos do som único do grupo - mestre do órgão Lowrey, além de pianista, saxofonista e acordeonista, nunca protagonizou um álbum solo. Parece que sempre se contentou em ser um coadjuvante de luxo em centenas de participações ao longo dos anos (ele tocou com muita gente, veja a lista completa no site de Garth).

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Nathan Denette/The Canadian Press*

Não estamos falando de um álbum solo, mas pelo menos Hudson saiu da casca e protagonizou uma bela homenagem ao seu ex-grupo ao convidar 18 artistas para reinventar a diversificada produção musical do Band. No álbum, Garth Hudson Presents – A Canadian Celebration of The Band podemos ouvir conhecidos artistas canadenses (viva o bairrismo!) como Neil Young e Cowboy Junkies, e outros ilustres desconhecidos das plagas do norte da América pagando tributo às raízes musicais de uma das mais fantásticas bandas de todos os tempos.

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Confira o tracklist do CD:

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01 Forbidden Fruit – Danny Brooks & The Rockin’ Revelators

02 Out Of The Blue – Mary Margret O’Hara

03 Acadian Driftwood – Peter Katz & The Curious

04 This Wheel’s On Fire – Neil Young and The Sadies

05 Ain’t Got No Home – Suzie McNeil

06 Clothes Line Saga - Cowboy Junkies

07 You Ain’t Goin’ Nowhere - Kevin Hearn & Thin Buckle

08 Sleeping - Bruce Cockburn & Blue Rodeo

09 Yazoo Street Scandal - The Road Hammers

10 The Moon Struck One – Raine Maida

11 The Shape I’m In - The Sadies

12 Tears Of Rage – Chantal Kreviazuk

13 I Loved You Too Much – Hawskley Workman

14 Knockin’ Lost John - Great Big Sea

15 King Harvest - Blue Rodeo

16 Move To Japan – The Trews

17 Genetic Method (Anew) – Garth Hudson

18 Chest Fever – Ian Thornley & Bruce Cockburn

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Aviso ao leitor: descontando a nostalgia (inevitável no meu caso) o disco é muito bom! Abaixo você vê o velho Garth em entrevista recente (sem legendas) falando sobre o álbum.


Não se fazem mais artistas como Beck

30 de julho de 2010 2

Foto: divulgação Universal

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É por isso que eu respeito o trabalho dessa cara. Saquem só que 'baita' desconstrução Beck acaba fazendo com o clássico de Skip James, I'm So Glad (lembram da versão do Cream?) - um daqueles bluesman esquecidos que precisam ser relembrados. Totalmente sem medo de soar atonal e propositalmente desafinado. Essa versão está no filme - The Soul of Man (2003), documentário dirigido pelo cineasta alemão Win Wenders ( de Paris, Texas), que teve produção do sempre competente Martin Scorsese.

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Toda a nudez de John Lennon

12 de julho de 2010 0

Divulgação  BBC 4

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Se você é fã dos Beatles, prepare-se: além de Nowhere Boy, filme que já destacamos aqui no blog, tudo indica que em breve poderemos conferir o tão esperado documentário de Martin Scorcese sobre George Harrison. Parece que até Liam Gallagher também quer rodar o seu filmezinho sobre o Fab Four. Mas falando de fatos concretos, a última novidade saiu pela BBC 4, emissora de TV britânica, que levou ao ar no final do mês passado uma produção própria, Lennon Naked, filme que passou o rodo na vida pessoal e artística de John Lennon, focalizando sua trajetória entre 1967 e 1971.

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O jornal britânico The Guardian chamou o filme de peça freudiana e rasgou elogios na forma em que a infância de Lennon é abordada. Já o site TV/SKY achou o longa lento. Quem faz o papel do protagonista  é o ator Christopher Eccleston (camarada do diretor inglês Danny Boyle e conhecido pela série Heroes), que segundo parte da crítica, conseguio acentuar o lado engraçado, idealista e até cruel do artista. A japinha Naomi Mori faz o papel de Yoko Ono.

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Não há previsão do filme sair por aqui. Uma pena...

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Como consolo, abaixo dá pra conferir três pequenas sequências de Lennon Naked.

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Elvis On Tour será relançado nos cinemas

01 de julho de 2010 1

Divulgação MGM

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Eu sou um cara que sempre curtiu o trabalho de Elvis Presley nos anos 70. Um dos fatores que colaboraram no molde espiritual dessa minha preferência, foi deflagrado por um filme. E é justamente esse documentário musical que voltará às telas a partir do próximo dia 29 de Julho, nos Estados Unidos. Elvis On Tour vai retornar ao cinema em versão remasterizada, celebrando os 75 anos da data de nascimento do Rei do rock and roll.

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Elvis On Tour mostra a passagem do ídolo por 15 cidades norte-americanas,  em abril de 1972. Além de registrar apresentações, o filme escrito e dirigido por Robert Abel e Pierre Adidge, também traz entrevistas, imagens de bastidores, e acima de tudo, nos revela um artista ainda em plena forma, ajustado a seu repertório e banda nos anos 70, isso antes de Elvis perder o andar da carruagem e definhar de forma monumental, embalado pelas drogas e pelo tédio.

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Além de conter imagens nunca antes mostradas, a nova versão inclui uma retrospectiva feita pela ex-mulher de Elvis, Priscilla Presley, e o melhor: uma sequência supervisionada por Martin Scorsese, cineasta que domina o cortado (No Direction Home - de Bob Dylan - e a série The Blues).

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Elvis On Tour será exibido em mais de 460 salas de cinema dos Estados Unidos, e ainda não temos informações se o filme também será relançado no Brasil. Outros 17 longas fase Hollywood também estão no pacote de re-lançamentos, e assim como 'On Tour', consequentemente ganharão edições em Blu-ray e DVD. Esse 17 eu dispenso - material descartável -  já o tema principal desse post, recomendo.

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Produto 5 *****

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Aqui no blog você vê o novo trailer do filme. Um balaço!!!

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