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Posts com a tag "Mick Jagger"

Mick Jagger, 70 anos do mais autêntico espírito do rock

26 de julho de 2013 1

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Alguém tem dúvida de que o rock and roll não seria o mesmo sem Mick Jagger? Michael Philip Jagger chega aos 70 anos com fôlego de sobra. Durante cinco décadas consecutivas,  o homem que ditou moda no rock, catalisou parte do espírito no gênero em suas performances e ainda compôs dezenas de clássicos ao lado de Keith Richards, não dá sinais de parar as máquinas.

No início dos anos 1980, durante uma entrevista coletiva, Mick disse que não queria chegar aos 40 cantando “Satisfaction”. Mais de trinta anos depois, o artista britânico ainda está na estrada com sua trupe. E por irônico que seja, o líder dos Rolling Stones incluiu “Satisfaction” em 28 das 30 apresentações feitas pelo grupo inglês – de outubro do ano passado a julho desse ano.

Não poderia ser outra a canção a pontuar esse post comemorativo. É claro que ver Jagger aos 70 cantanto uma das músicas símbolo da banda, do rock e de toda uma geração, ainda é certeza de satisfação garantida. Mesmo que ele tenha a idade de seu avô, nobre leitor! Mas, não esqueça: – esse coroa ainda se porta como um moleque no palco.

Da-lhe, Mick!

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Livro conta a história dos Stones no banco dos réus

10 de agosto de 2012 1

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Em “Encurralados – Os Stones No Banco Dos Réus” (Editora Madras), Simon Wells fala sobre o julgamento de Mick Jagger e Keith Richards, acusados de consumo e porte de drogas.

A festa regada a drogas que Keith Richards ofereceu em sua casa em West Sussex, no início de 1967, com certeza, não passaria despercebida. Mick Jagger e Marianne Faithfull eram os convidados de honra, mas a polícia também resolveu comparecer, criando, assim, um lendário embate. A batida policial gerou um frenesi na mídia, sempre sedenta por detalhes sórdidos, e deu ensejo a um confronto entre os jovens hedonistas representantes da contracultura e o establishment britânico, que tinha como intuito mostrar a força daqueles no poder. No entanto, o resultado foi bem diferente do esperado.

Com entrevistas recentes realizadas com alguns dos presentes à festa, advogados, agentes de polícia e testemunhas oculares do caso, Wells mostra que o suposto confronto moral foi, na realidade, um escândalo que envolveu traficantes que forneciam seus serviços a celebridades, gângsteres londrinos, policiais a serviço do sistema e políticos de caráter duvidoso.

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Valendo-se de documentos da polícia e do julgamento dos Stones nunca antes publicados, Simon Wells revela o que, de fato, aconteceu na noite da emboscada policial, bem como se sucedeu a conspiração forjada para destruir a carreira de Jagger e Richards, além dos artifícios do establishment para tentar abarcar os Beatles e outros astros do rock em sua rede. O autor é um jornalista conceituado e autor de vários best-sellers, que tem escrito sobre filmes e música para diversos jornais e revistas, incluindo o The Guardian e The Times.

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Mick Jagger, 69 anos nesta quinta-feira

26 de julho de 2012 2

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Alguém tem dúvida de que o Rock and Roll não seria o mesmo sem Mick Jagger? Hoje, dia 26 de julho, é aniversário desse maratonista do rock. Michael Philip Jagger chega aos 69 anos com fôlego de sobra. Durante cinco décadas consecutivas,  o homem que ditou moda no rock, catalisou parte do espírito no gênero em suas performances de palco e ainda compôs ao lado de Keith Richards, dezenas de clássicos, não dá sinais de parar as máquinas. A próxima etapa de sua carreira indica um novo álbum dos Rolling Stones e a provável turnê de 50 anos da maior banda de todos os tempos.


Parabéns, Mick!

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Andy Warhol é o número 1.000

07 de fevereiro de 2012 0

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Série L&PM Pocket chega ao milésimo título

A série L&PM Pocket já é sucesso de vendas há vários anos. Como diria meu pai, essas publicações “são encontradas em qualquer bolicho”. E o mais bacana dessa difusão da literatura, é que podemos encontrar a série de livros de bolso da editora gaúcha inclusive nas filas dos super-mercados! E tudo isso a um custo razoável e com muitas opções de autores nacionais e internacionais. Em suma: a série Pocket da L&PM tem preço e qualidade editorial. Falo dessa famosa coleção porque acaba de ser lançado o número 1000 da série. Trata-de da Caixa Especial Diários de Andy Warhol com os 2 volumes (mas você pode comprá-los separadamente, se preferir).

Escritos no auge de sua fama e sucesso, os Diários de Andy Warhol registraram dias, noites, grandes eventos e deliciosas trivialidades de uma das figuras mais enigmáticas e geniais da cultura do século XX. Polêmico e revelador, o livro foi publicado originalmente no Brasil em 1989, pela L&PM, com quase 800 páginas. Agora, mais de 20 anos depois, o livro volta às bancas e livrarias em 2 volumes e formato de 25 anos depois da morte de Andy Warhol, os diários se tornaram história. O tempo aumentou radicalmente a importância do artista e de muitos personagens que habitam suas páginas. O relato do criador do Pop torna-se fonte de referência para entender as décadas do fim do século XX, a cultura da celebridade, a contra-cultura novaiorquina da época, a estética do Pop, o cinema underground e conhecer os registros praticamente diários desta grande aventura da última jornada verdadeiramente de vanguarda da arte moderna. Até as frivolidades que permeiam em abundância este livro adquirem agora um significado histórico. É Nova York pré-11 de setembro. A grande Meca da modernidade, cujos sonhos transgressores e vanguardistas derreteram junto com as torres gêmeas.

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Jim Morrison, Calvin Klein, Patti Smith, Martin Scorsese, Tom Wolfe, Roy Lichtenstein, Mick Jagger, Lou Reed, Yoko Ono são alguns dos “alvos” de seus comentários sinceros e impiedosos. O grande cult da chamada “arte de rua”, Jean Michel Basquiat, morto em 1988, aos 28 anos, é mencionado inúmeras vezes, pois foi uma descoberta do criador do Pop. Ele diz em 4 de outubro de 1982:

O Basquiat é o garoto que usava o nome de ‘Samo’ quando sentava na calçada do Greenwich Village e pintava camisetas, e de vez em quando eu dava 10 dólares para ele e mandava ao Serendipity para tentar vendê-las. Era apenas um daqueles garotos que me enlouqueciam. É negro, mas algumas pessoas dizem que é porto-riquenho, aí sei lá (…).

Enfim, são centenas de pessoas (todas devidamente listadas num índice remissivo ao final do livro) do show business, das artes, da realeza europeia, do rock and roll, do punk rock, da literatura, moda, imprensa, teatro, cultura underground, jet set em geral, milionários, drogados famosos, políticos, enfim, gente que superou a sua previsão de que “um dia todos vão ter pelo menos 15 minutos de fama”.

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Confissões de uma groupie

31 de janeiro de 2012 1

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Pamela Des Barres inspirou a personagem Penny Lane, de Quase Famosos

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Acabei de ler “Confissões de uma Groupie”, livro escrito pela groupie mais famosa de todos os tempos, Pamela Ann Miller, também conhecida como Miss Pamela, ou Pamela Des Barres, como passou a se chamar depois de seu casamento com o músico e ator inglês Michael Des Barres, em 1977 (eles se divorciaram em 1991). Originalmente publicado nos Estados Unidos em 1987 sob o título de “I’m With The Band”, o livro chegou em 2005 às livrarias brasileiras.

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Respeitem essa pequena, caros leitores! Titia P. tem muitas histórias para contar. Aos olhos de uma fã devotada, a groupie desvela boa parte da cena roqueira da Los Angeles do final dos anos 60, até metade dos anos 70. Criada na Califórnia, bastava uma carona para chegar aos seus ídolos. Foi quando desistiu dos simples garotos com quem estudava e decidiu partir em busca das estrelas da música pop. E como todo bom livro de rock, a história de Pamela começa com Elvis e a descrição do Rei rock nos preâmbulos de seu exílio militar: “Tenho calafrios sempre que assisto àqueles filmes em preto e branco de Elvis sendo tosado pelo Tio Sam”. E apesar do clima inicial ao estilo “diário de adolescente” deslumbrada pelo ídolo Paul McCartney, ao avançarmos pelas páginas do livro o clima vai esquentando e nosso interesse infla com as narrativas “sem frescuras” ou rodeios dessa diva do backstage. E precisamos respeitar a trajetória de Miss Pamela.

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Poucas puderam dar banda de carro com Jim Morrison, assistir um show do Led Zeppelin sentada no cubo da guitarra de Jimmy Page, dar um bico nos discos do Flying Burrito Brothers antes deles caírem nas lojas, ouvir conselhos do mago do experimentalismo Captain Beefheart, antecipar a cruzada de pernas de Sharon Stone em frente ao palco durante um show do country man Waylon Jenninngs (obviamente que ele acabou trocando alguns acordes e esqueceu letras). Ela também trabalhou de babá para os filhos de Frank Zappa, músico que inclusive a ajudou a formar sua própria banda, GTO’s, o primeiro (e mais famoso) grupo de groupies do mundo, que teve a produção do próprio Mister Z, além do auxílio de Lowell George (que depois formaria o Little Feat), músico que teve o papel ingrato de ser o “teacher” das meninas.

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Além da paixão pela música (ou pelos músicos), Pamela também se aventurou por Hollywood, fazendo alguns filmecos de baixo orçamento, seriados de TV sem expressão, e óbvio, teve seus romances com alguns atores, entre eles, Don Johnson (da série Miami Vice). A incursão pela dramaturgia também lhe rendeu boas amizades, como o cineasta e ator Woody Allen, que a convidou para assistir O Exorcista no cinema (ela jura que foi uma experiência divertidíssima!) A groupie também inspirou duas personagens do cinema, a Penny Lane (Kate Hudson) de “Quase Famosos” (2000), filme de Cameron Crowe e Suzette (Goldie Hawn) em “Doidas Demais”, comédia dirigida por Bob Dolman. É pouco? Tem mais. Só pra deixar o caro leitor ainda mais curioso, em uma pequena retrospectiva passaram pela cama de Pamela, nomes como Mick Jagger (a quem cedeu depois de muitas cantadas), Chris Hillman [um de seus grandes amores ao lado de Jimmy Page] (The Byrds, Flying Burrito), Noel Redding (Jimi Hendrix Experienced), Ray Davies (The Kinks), Keith Moon (The Who), entre tantos outros.

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Além da amizade duradoura com Frank Zappa e sua mulher Gail, Pamela se dava tri-bem com caras como Gram Parsons (The Byrds, Flying Burrito) para quem confeccionou algumas camisas countries personalizadas (lembram da letra de “Tiny Dancer” de Elton John?, sim ela era uma costureira!) e o vocalista do Led, Robert Plant, com quem ainda mantém contato esporádico.

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Com tudo isso, Confissões de uma Groupie (editora Barracuda, muito bem traduzido por Aline Azuma), é um daqueles livros indispensáveis, divertidos e que passam voando numa leitura de fim de semana.

Se você se interessa pelos bastidores do mundo do rock, tudo se torna mais humano e divertido com o livro de Miss P. Abaixo, Confira o som que  Pamela fez para Chris Hillman.

GTO’s em ação!

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Charlie Watts fala sobre a possibilidade da turnê de 50 anos de carreira dos Rolling Stones

09 de janeiro de 2012 1

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Em 2012 os Rolling Stones chegam aos 50 anos de carreira. Desde o ano passado vem sendo noticiado que Mick Jagger e Keith Richards estão discutindo a possibilidade dos Rolling Stones se reunirem para uma turnê em comemoração ao aniversário de meio século de atividades. Lembrando que a banda está longe dos palcos de 2007.

Richards já havia declarado em entrevista não enxergar motivos para que o grupo não se reunisse – tanto para tocar quanto para gravar um novo álbum – e agora foi a vez do baterista Charlie Watts falar à BBC6 Music sobre o assunto.

Watts disse que ‘seria lindo’ fazer shows para celebrar o 50º aniversário do mítico show de 12 de julho de 1962, no Marquee, em Londres. Na época a formação tinha: Mick Jagger (vocais), Keith Richards e Elmo Lewis [na verdade Brian Jones tocando sob pseudônimo] (guitarras), Dick Taylor (baixo), Ian Stewart (piano), e Mike Avory (bateria).

Vale a pena lembrar a idade destes senhores: Mick Jagger (68) Keith Richards (68) Charlie Watts (70) e Ron Wood  (64). Turnês muito longas devem ser descartadas.

Resta aos fãs aguardar e torcer para que as pedras rolem em 2012.

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Rolling Stones quer pagar pelas despesas do funeral de guitarrista de blues

09 de dezembro de 2011 0

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Hubert Sumlin era um dos ídolos de Mick e Keith

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O funeral do guitarrista de blues Hubert Sumlin será pago pelos Rolling Stones. Segundo Toni Ann Mamary, manager de Sumlin, Mick Jagger e Keith Richards insistiram em pagar os serviços funerários que serão realizados neste fim de semana. “Eu só queria compartilhar com vocês, e com os fãs de Hubert, que os Stones [Mick e Keith] tem insistido em pegar as despesas completas do funeral de Hubert”, disse o empresário do veterano morto no último domingo (04). Saiba mais sobre Sumlin e sua morte clicando aqui.

Jagger e Richards sempre declararam sua admiração por Sumlin, músico que foi o principal sideman de Howlin’ Wolf durante muitos anos. Nos últimos meses, Richards já estava ajudando a cobrir parte das despesas médicas do guitarrista. “Os Stones – eles são boas pessoas”, disse Sumlin o New York Times no início deste ano.

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Abaixo Keith fala sobre Hubert (sem legendas)

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A história de um símbolo do rock

29 de outubro de 2011 1

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“Língua-logo” dos Rolling Stones chega aos  40 anos de sua criação

Os Rolling Stones são responsáveis por uma das marcas mais conhecidas do rock mundial. A grande boca vermelha com a língua para fora é o logotipo oficial da maior (e a mais antiga) banda de rock’n'roll  do planeta. Ela surgiu pela primeira vez na capa interna do álbum Sticky Fingers (1971), em um desenho de proporções razoáveis. Em versão menor, mas igualmente impactante, serviu como novo selo da Rolling Stone Records, pelo qual foi lançado o LP.

Apesar de ter criado a icônica capa com o jeans e o zíper, Andy Warhol, o legendário artista pop norte-americano, não foi o criador do logo, trabalho do artista plástico londrino John Pasche. É ao mesmo tempo a língua mostrada para desafiar a autoridade, um símbolo de pintura sensual e uma ótima apresentação da boca tão característica de Mick Jagger. Conseguiu se transformar em marca registrada dos ingleses, e além disso, chama a atenção em todos os níveis imagináveis e, ainda assim, foi redefinida centenas de vezes por artistas gráficos que trabalharam para os Stones depois, conservando a integridade artística que Pasche lhe conferiu, com a singularidade de seu objeto.

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“Em 1969, o escritório dos Stones telefonou para o Royal College of Art, em Londres, e perguntou se teria um aluno de design gráfico que pudesse criar o cartaz da turnê européia de 1970″, Pasche lembrou em uma entrevista. “Eles recomendaram meu nome, e no dia 19 de abril de 1970 Jo Bergman, que dirigia o escritório da banda na época, me escreveu para confirmar que eles pretendiam me contratar para para criar o cartaz do próximo tour. Eu estava no meu último ano de curso e fiquei orgulhoso quando Mick apareceu na faculdade para ver minha apresentação final de curso, pois esse trabalho, que estava entre os expostos, acabaira sendo usado no cartaz da digressão. Algum tempo depois, encontrei Mick novamente e ele me pediu para criar um logotipo ou símbolo para o selo do novo álbum. Recebi 50 libras pelo projeto e demorei uma semana para realizar o trabalho”.  Um ano depois, Pasche receberia mais 200 libras como reconhecimento da banda pelo seu trabalho.

Ainda segundo o artista, a ideia do conceito do projeto da língua era representar três elementos: a atitude contestatória da banda, a boca de Mick e as conotações sexuais agora óbvias dos Stones. E Pasche se deu bem em sua criação. Eis um símbolo que passou no teste do tempo e continua na ativa como poderoso símbolo da banda.

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Fonte: A Arte do Rock, Companhia Editora Nacional

Rebolando como Mick Jagger

06 de setembro de 2011 0

Foto: Facebook oficial

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Por Ana Bittencourt

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Tem música nova na programação da Itapema Santa Maria. É Move likes Jagger, do Maroon 5. Dançante e com clip divertido, o electrofunk tem participação da Christina Aguilera e já está tocando na 105.7 FM. O videoclip é uma singela homenagem ao mais rebolativo ícone do rock n’ roll, Sir Mick Jagger, vocalista dos Stones. São cenas gravadas com o próprio Jagger, intercaladas com sósias ou wannabe’s, homens e mulheres, brincando com a imagem meio andrógina do sexy Mick.

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A música foi lançada originalmente no iTunes e ficou em primeiro lugar durante cinco dias. Em uma semana, o hit teve mais de 213 mil downloads pagos, estreou no Hot 100 da Billboard na 8ª posição e se tornou o segundo single da banda a chegar ao topo da principal parada norte-americana.

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O Maroon 5 toca no Brasil em 1º de outubro, no Rock in Rio, mesma noite em que sobem ao palco Coldplay, Maná e Skank. Eles vêm substituir o rapper Jay-Z, que deu o bolo na organização do evento, alegando problemas pessoais.

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Parabéns, Mick Jagger! 68 anos de vida e meio século de rock and roll

26 de julho de 2011 1

Alguém tem dúvida de que o Rock and Roll não seria o mesmo sem Mick Jagger? Hoje, dia 26 de julho, é aniversário desse maratonista do rock. Michael Philip Jagger, chega aos 68 anos com fôlego de sobra. Durante cinco décadas consecutivas,  o homem que ditou moda no rock, catalizou parte do espírito no gênero em suas performances de palco e ainda compôs ao lado de Keith Richards, dezenas de clássicos, não dá sinais de parar as máquinas. Tanto que o líder dos Rolling Stones ainda encontra tempo para pensar em novos desafios, como o Super Heavy, projeto que também inclui Joss Stone, Damien Marley, A. R. RahmanDave Stewart – e que estreia em CD no dia 20 de setembro.

Entretanto, é com os Stones, banda que o velho e bom Mick Jagger completa 50 anos de carreira em 2012, que o blog rende sua homenagem!

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Um vídeo por década.

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60

70

80

90

2000


SuperHeavy: banda de Mick Jagger e Joss Stone divulga novo vídeo e capa do futuro CD

21 de julho de 2011 1

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Acaba de ser divulgado um novo vídeo do projeto de Mick Jagger, Joss Stone, Damien Marley, A. R. Rahman e Dave Stewart – o Super Heavy. Saiu no site oficial do quarteto um apanhado de imagens dos bastidores das gravações do CD de estreia do grupo, que tem data agendada de lançamento para 20 de setembro. A imagem abaixo vai estampar a capa do futuro álbum.

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Pelas prévias, além de forte influência soul e pop, dá pra sacar que o repertório também passa pelo reggae, baladas embaladas por violões e temas com pitadas de música indiana.

Veja o vídeo liberado nessa quarta (20).

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Charlie Watts, o mais discreto dos Stones chega aos 70 anos

02 de junho de 2011 5

Divulgação site ofcial CW#


Como tem gente que fala bobagem nessa vida de música. Quer ouvir uma delas? Ok! “Ringo Starr é um baterista medíocre”. Você já ouviu isso de algum Zé Mané uma dezena de vezes, não é? Tenho certeza. Outra baboseira que dia desses um cara me disse com extrema convicção é que Charlie Watts não passava de um baterista mediano. Quase atirei um copo de cerveja na cara do sujeito. Sério!

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O baterista dos Rolling Stones chega aos 70 anos nessa quinta-feira (02). O mais discreto e elegante dos Stones foi o último a integrar a formação clássica do grupo. Em contraponto, Charlie já ta nessa trip de banda de rock há quase 50 anos! Ele, Mick e Keith – os três mosqueteiros que restaram dos dias iniciais da banda. Logo ele, um cara que nem é tão ligado assim no som do grupo. “Rock and roll não tá com nada”, a voz interior de Charlie deve proclamar em seu íntimo uma frase desse naipe. Charlie, um amante do jazz, um ilustrador e designer de mão cheia, um homem que curte os ternos bem cortados e a imponência e vivacidade dos cavalos árabes.

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Charlie Watts, o anti-rocker, o mais idiossincrático dos Stones, o homem que venceu um câncer e largou o crivo porque sua abstinência maior era fiicar longe da estrada. Charlie Watts, um baita baterista. Dono de uma técnica toda sua, peculiar. Um barato sacar seu milimétrico atraso na batida, detalhe que deixa Keith Richards fissurado. “Essa é a cama que me deito”, disse Richards em sua biografia sobre a segurança de tocar com um cara como ele. Charlie, um daqueles heróis das entrelinhas de uma canção – um eterno e confiável coadjuvante que segura a onda na cozinha, enquanto os amigos exibidos derrubam o rango na sala. Bem na frente das visitas!

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Senta a ripa, Charlie!

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Ronnie Wood, um garoto danado de 64 anos

01 de junho de 2011 5

Divulgação site oficial RW#

O guitarrista dos Rolling Stones Ron Wood celebra nessa quarta-feira (01) 64 anos. O instrumentista fez sua estréia oficial como membro do grupo em 1976, no álbum Black and Blue. Antes disso o músico já havia passado pelas fileiras do The Jeff Beck Group e do Faces. Mesmo descontando todos os excessos do seu estilo rock and roll de ser, o inglês ainda mostra vitalidade de sobra, tanto que, em suas apresentações, sempre presenciamos um Ronnie ativo no palco, muitas vezes correndo de um lado ao outro das quatro linhas como um moleque danado.

Falando em peraltices, no último mês de abril, o guitarrista que namora a brasileira Ana Araújo, foi parar no tablóide sensacionalista britânico News Of The World. É que segundo a publicação, eles teriam se agredido fisicamente depois que a moça fez um escândalo ao encontrar uma foto da ex-namorada do músico, a garçonete russa Ekaterina Ivanova, na casa dele, em Claygate. A brasileira, que é estudante de arquitetura e professora de pólo na cidade de Surrey, foi parar no hospital depois do desentendimento.

Mas voltando ao que realmente interessa, o semanário musical inglês Ultimate Classic Rock usa a data de aniversário do stone como desculpa para para elencar grandes momentos de Wood nos Stones.

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Segue o top 10 do homem segundo o UR

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Love Is Strong (1994)

Uma das melhores canções dos tempos mais recentes do grupo. Uma grande guitarra de Ronnie.

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Rock In A Hard Place (1989)

São três guitarras que assaltam o alto falante. A melhor delas – guitar n° 3 by Ronnie Wood – você ouve pulsando forte em uma das caixas. No vídeo uma versão ao vivo de 1989.

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When The Whips Come Down (1980)

Wood contriibui com a pedal steel guitar, um instrumento ligado a música country que há tempos é uma de suas especialidades. No vídeo Ronnie vai de guitarra mesmo.

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Dance Pt 1 (1980)

A primeira faixa que ele assina como compositor ao lado de Jagger e Richards foi creditada graças as seus riffs certeiros. Uma das canções obscuras do  repertório da banda que poderia voltar à tona.

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Emotional Rescue (1980)

Foi ele que gravou o baixo. Usando o desenho da linha construída por Bill Wyman, Wood apimentou o tema com swing e veneno na dose para o enlace venéreo entre o rock e a dance music do início dos anos 80.

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Beast of Burden (1978)

Eis a união perfeita de dois guitarristas que soam como um nessa música. Como já disse Richards: “Não somos grande coisa, mas juntos somos melhor que cem!”.

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Undercover (1983)

Keith entra com a potência do riff principal. Ronnie contribui com a jogada bluesy.

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Miss You (1978)

Um riff que nasceu nas andanças de Ronnie e Mick pelas discotecas dos Estados Unidos e Europa.

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It’s Only Rock and Roll But I Like It (1974)

Seu cartão de visitas no grupo. Ronnie Wood ainda não era um stone quando essa música foi gravada em seu estúdio particular. Mas é dele o violão de 12 cordas que ouvimos ao longo da canção

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Star me Up

Um clássico absoluto da maior banda de rock do mundo. Uma daquelas pérolas cuja amálgama está enraizada na alma de Ronnie e Keith.

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Grammy 2011: Mick Jagger fará homenagem a Solomon Burke

03 de fevereiro de 2011 0

Divulgação site oficial SB#

Mick Jagger vai fazer sua estreia na premiação do Grammy 2011. O líder dos Rolling Stones vai participar da cerimônia anual do “In Memoriam”, que este ano fará uma homenagem a Solomon Burke, o chamado Rei do Rock ‘N Soul ou Big Soul, falecido em outubro passado. Jagger será acompanhado por Raphael Saadiq e banda.

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Vale lembrar que os Stones apreciavam a música de Burke, e o citavam como uma de suas grandes influências no início dos anos 60. Tanto que, o álbum Rolling Stones n°2 (1965) abria com uma versão de Everybody Needs Somebody To Love, música de Solomon Burke que 15 anos depois ganharia uma nova releitura no filme Os Irmãos Cara-de-Pau (1980), de John Landis.

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O maior mérito artístico do cantor e compositor americano, que também era reverendo – foi ter sido o cara que promoveu a união promíscua entre a música negra religiosa e a sexualidade do soul, introduzindo o catecismo gospel no gênero.

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A cerimômia de premiação acontece no próximo dia 13 de fevereiro, em Los Angeles, Estados Unidos.

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Divulgação site oficial Grammy

Coletânea: o bom pirata em carreira solo

03 de novembro de 2010 1

Divulgação  Mindless Records

O Stone Keith Richards lançou nessa quarta (03.11) uma compilação de seu material a solo. O CD reune o material de 3 álbuns lançados por Richards no final dos anos 80 e início dos 90,  um registro ao vivo - Live at the Hollywood Palladium (1988) + dois bons álbuns de estúdio – Talk Is Cheap (1988) e Main Offender (1992).

A coletânea foi batizada de Vintage Vinos, uma referência a sua banda – The X-Pensive Winos – que foi formada em 1987, durante um hiato dos Rolling Stones. A novidade é a inclusão da faixa acústica Hurricane, uma canção do guitarrista que fala da catástrofe do Furacão Katrina, em Nova Orleans.

Eis o track list do álbum:

1. “Take It So Hard” 
2. “Big Enough” 
3. “You Don’t Move Me” 
4. “Struggle” 
5. “Make No Mistake” 
6. “Too Rude” (Live) 
7. “Time Is On My Side” (Live) 
8.” Happy” (Live) 
9. “Connection” (Live) 
10. “Wicked As It Seems” 
11. “Eileen” 
12. “Hate It When You Leave” 
13. “Locked Away” 
14. “Hurricane”


Abaixo você confere a música que abre a coletânea. Ao contrário de Mick Jagger, que em seus trabalhos solo, vestiu a camiseta do pop, dá pra perceber que o velho Keith é mesmo a alma dos Stones. Rock dos bons.  Sou fã do pai de Jack Sparrow, não interessa em que mares o bom pirata esteja navegando, o homem nunca nega sua escola.

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