Flea, baixista do Red Hot Chilli Peppers acaba de lançar seu primeiro EP solo. “Helen Burns” conta com participação da cantora Patti Smith e pode ser baixado de graça ou por um preço que você define. Toda a grana arrecada será revertida para um conservatório de música (The Silverlake Conservatory of Music) . Flea ainda prometeu um segundo EP em vinil de 180 gramas. Segundo informações o bolachão virá com um pedaço de corda de baixo tocada pelo músico.
RHCP volta a excursionar após cirurgia no pé do vocalista Anthony Kiedis
O Red Hot Chili Peppers voltou a se apresentar, após a cirurgia no pé do vocalista Anthony Kiedis. O cantor passou por uma cirurgia para remover um osso sesamóide esmagado e corrigir um tendão flexor. Agora a banda passará pela etapa norte-americana de sua mais recente turnê, que teve todas as datas reagendadas. Para comemorar o retorno, o grupo disponibilizou o download gratuito de um EP gravado ao vivo este ano, durante os shows realizados na Europa.
Conforme anunciado, os californianos do Red Hot Chili Peppers acabaram de divulgar um novo videoclipe. A música se chama Look Around, do disco mais recente da banda, I'm with you. Colorido e dinâmico, o clipe foi gravado com a banda tocando em salas separadas, em uma única tomada. Além disso, os quatro integrantes foram filmados simultaneamente por quatro câmeras.
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E cada quarto representa a personalidade dos músicos, sendo que todos os adereços e obras de arte dos ambientes vieram das coleções pessoais de Flea, Kiedis, Chad Smith e Josh Klinghoffer. No site oficial da banda ainda consta a informação de que haverá uma versão especial do vídeo, permitindo ao internauta controlar qual sala você quer assistir!
Os californianos do Red Hot Chili Peppers estão finalizando o videoclipe da música Look Around. Hoje, os caras divulgaram um teaser dos bastidores (que você vê logo abaixo). O trabalho final estará na rede em dia 25 de janeiro, no site oficial da banda e tbm no AOL.
E as listas típicas de final/início de ano não param. Agora, o Nielsen Soundscan listou a relação de álbuns de rock que mais venderam em 2011 nos Estados Unidos. No topo do ranking está Mumford & Sons, com o disco Sigh No More, seguidos pelo Coldplaye Foo Fighters.
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O Soundscan é um sistema de informação criado por Mike Fine e Mike Shalett, ambos da empresa Nielsen Company. O sistema é responsável por fazer todos os levantamentos de comercialização de música e vídeo nos Estados Unidos e Canadá. Para compor as estatísticas, os dados são recolhidos e disponibilizados semanalmente aos assinantes (executivos de todos os tipos de empresas discográficas, empresas publicitárias e de música, promotores independentes de cinema e TV, além de artistas). A Soundscan é fonte para a Billboard elaborar suas respectivas paradas musicais e de vendas.
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Bacana pensar que em tempos onde se consome muita música digital, ainda é possível fazer a lista dos álbuns mais vendidos. Basta ver o fenômeno Adele, que em 2011 contabilizou quase 19 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, com seus dois discos. E as bandas de rock também tiveram destaque, apesar dos números serem bem mais modestos.
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Confira abaixo as dez primeiras colocações com seus respectivos números
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Mumford & Sons – Sigh No More – 1.401.186
Coldplay – Mylo Xyloto – 961.942
Foo Fighters – Wasting Light – 654.235
Foster The People – Torches – 624.578
Nickelback – Here and Now – 550.905
Red Hot Chili Peppers – I’m With You – 479.471
Kid Rock – Born Free – 395.900
Black Keys – El Camino – 383.518
Florence + The Machine – Ceremonials – 366.843
The Twilight Saga: Breaking Dawn – Part 1 – Original Motion Picture Soundtrack – 352.077
Falem o que quiserem das listas. Eu sempre gostei delas. Essa dos melhores de 2011 partiu de uma provocação por e-mail do amigo Ricardo Seelig, cara que comanda o excelente blog Collector's Room e um daqueles brothers on-line “de respeito” que fiz nos últimos anos. Parte da lista que fiz também está publicada no blog da Itapema, ao lado dos colegas da Rede. O exercício de pensar sobre o “The Best” deste ano também me fez concluir que, musicalmente, em minha opinião, não tivemos um grande ano musical. Entretanto, tem alguns lançamentos bacanas que sacudiram as caixas de som lá de casa. Tanto que depois de uma reflexão mais atenta, minha lista acabou ganhando 11 nomes. Tem coisa boa na lista aí debaixo. Confira.
Adams surgiu como um dos mais promissores cantores compositores da geração 2000. Foram 10 álbuns em 10 anos de carreira solo. Lembrando que nos anos 90, Ryan era um dos integrantes do grupo de alt-country WhiskeyTown. Pra citar apenas dois trabalhos maiúsculos desse norte-americano de 37 anos, eu destaco o multi-platinado "Gold" (2001) e o propositalmente inacabado "Demolition" (2002). Depois de lançar dois livros de contos e poesia (ele prepara um terceiro para breve) - Infinity Blues e Hello Sunshine, Ryan deu uma paradinha de leve pontuada por declarações que iria abandonar o mundo musical. Era só um beiçinho. Aí ele voltou com tudo! Depois de três lançamentos em menos de um ano, Orion, Cardinals III & IV e Class Mitology, o homem parece realmente ter readquirido a velha forma. "Ashes And Fire" foi lançado em outubro tendo o violão como principal instrumento na linha de frente das canções. A temática continua naquela conhecida levada baladeira com nuanças caipiras, 'folkêras' e roqueiras da virada dos anos 60/70. Lembra Flying Burrito Brothes, Grateful Dead da fase country e Stones na época de 'Exile'. O CD foi produzido pelo lendário Glyn Johns, que já trabalhou com os Stones e Who, e é pai de Ethan Johns, ex-produtor do Whiskeytown e de Gold. Além disso, o álbum tem participações especiais de Tom Petty, Benmont Tench e Norah Jones.
O North Mississipi All-Stars é uma das melhores bandas de blues rock dos EUA surgida nos últimos dez ou quinze anos. O som do trio mergulha fundo na pentatônica música negra de raiz: soul, country e gospel, isso sem esquecer-se de chumbar o produto final com doses venenosas de rock “setentão”. Em “Keys of The Kingdom”, muitas vezes esse peso foi deixado de lado, surgindo canções mais afinadas com o mítico som do sul dos Estados Unidos. Há colaborações de respeito, como a veterana cantora Mavis Staples (The Meeting) e de Ry Cooder (Ain't No Grave). Ainda temos o bluesman Alvin YoungbloodHeart e o tecladista Spooner Oldhan, escolado colaborador da soul e country music. Minhas preferidas: “Jellyroll All rollin’ Heaven” e “Hear The Hills”. Entre as canções revisitadas, destaque para “Stuck Inside A Memphis Blues Again” (Bob Dylan) e “This A Way” (Woody Guthrie).
Como é bacana ver um veterano usando toda a experiência a seu favor. Envelhecer com a dignidade dos músicos de jazz, eis o sonho de muitos artistas. Vovó Wanda Jackson (74 aninhos) lançou esse ano “The Party Ain’t Over”, uma deliciosa colcha de retalhos que costura antigos e novos números de rockabilly e rock n roll, com produção devotada de Jack White. O álbum foi capturado no estúdio privado do músico, em Nashville, Tenessee. Para essa empreitada Jack arebanhou alguns compadres (tem gente das bandas My Morning Jacket, Raconteurs e Dead Weather) e como produtor esperto que é, ao ouvirmos atentamente as canções, entendemos perfeitamente o significado do nome do álbum – já que com a pequena ajuda de Jack, a festa realmente parece estar longe do fim para a cantora americana. A alegria contagiante de Wanda Jackson e os seus é um manifesto de vitalidade, como também aponta concisamente para um futuro com cara de passado. Minhas preferidas: "Shakin’ All Over" e a versão da véia pra “Thunder on the Mountain” de Bob Dylan.
O vocalista, tecladista e compositor norte-americano Gregg Allman (64), líder do The Allman Brothers Band é o homem de frente do grupo há mais de 40 anos. Entretanto, Gregg sempre teve incursões individuais. “Low Country Blues” conta com a produção de T-Bone Burnett, e tem entre os convidados, destaque para Dr. John, mestre da conjunção blues, jazz, zydeco e boogie, que assumiu os pianos do álbum. Greg mandou ver no violão e no órgão Hammond B-3, uma das marcas registradas do som do Allman banda. Já a banda base do álbum é formada por um músico de apoio da banda de Eric Clapton - Doyle Bramhall II (guitarra), e pela dupla Dennis Crouch (baixo) e Jay Bellerose (bateria), mesma dobradinha do premiadíssimo Raising Sand (2007), gravado por Robert Plant ao lado da cantora country Alison Krauss. “Low Country Blues” é uma espécie de recomeço para o irmão do falecido e cultuado guitarrista Duane Allmann, já que Gregg sofreu uma delicada cirurgia de transplante de fígado em junho de 2010, resultado de anos e anos de excessos e décadas de vício em heroína. Minhas preferidas: “Floating Bridge”, uma releitura de Skip James, “Got Devil My Woman”, e duas de Mudy Waters – “Rolling Stone” e “I Can’t Be Satisfied”.
“No Time For Dreaming” é um excepcional álbum de soul music para apaixonados pela old school do gênero. A sonoridade do CD é totalmente vinculada à era de ouro da música negra, e temos a impressão de que se trata de um álbum esquecido nos porões do tempo. Olhando a estampa do coroa, dá pra dizer que Charles Bradley parece uma mistura de Tony Tornado com James Brown, a apesar de estar estreando em um álbum, esse soul man de 63 anos é o que podemos chamar de veterano iniciante. Da capa com visual retro a aquilo que ouvimos vazar das caixas de som, “No Time For Dreaming” é um excepcional disco de soul. Além das canções, rola algumas vinhetas ou temas instrumentais pela banda que o acompanha no CD, a Menahan Street Band, uma rapaziada danada de boa que faz interlúdios espertos e dá refresco e beleza ao contexto do trabalho. Só preciso de dois sons pra convencer o leitor/ouvinte do requinte da obra: tasque no player “The World (Is Going Up In Flames” ou “Heartaches and Pain”, última faixa do CD, e você saberá do que estou falando. Que Charles Bradley não pare por aí.
Josh T. Pearson chamou inicialmente a atenção como líder do grupo Lift to Experience, banda americana que gravou apenas um disco – o elogiado The Texas-Jerusalem Crossroads (2001). Após o final das atividades de sua banda (ou bando), ele lançou seu primeiro trabalho solo de estúdio – “Last of The Country Gentlemen”. Digo ‘primeiro trabalho solo de estúdio’ porque o barbudo havia lançado o álbum ao vivo “To Hull and Back” (2006), espécie de preâmbulo desse cantor/compositor como um homem só na música (anti) pop. Não se engane com a palavra country no título do álbum - o som poeirento e repleto de espaços em branco de Josh T. Pearson não tem nada a ver com o country convencional. A ironia é desvendada quando sacamos o cruzamento de riffs de violão no clima do som do início dos anos 90, com nuanças do rock de Seattle, somadas a um tipo de folk cinzento com letras ‘deprês’. Sendo mais específico – na minha visão, uma mistura de Nick Drake com Mark Lanegan, utilizando um código genético ainda mais peculiar. Tipo: música perfeita para os garçons recolherem os copos num fim de noite qualquer em algum boteco de nossas vidas. Forte como uma dose de Jim Bean.
“Helplessness Blues” é o 2° CD dessa banda de Seattle liderada pelo guitarrista/cantor Robin Pecknold. As influências do Fleet Floxes passam por Bob Dylan, Neil Young e Beach Boys. ‘Tá ruim de referencia, né? A faixa título dá uma boa pista daquilo que você encontra com essas novas raposas do folk, gospel e country-rock. Confesso que esse é um daqueles trabalhos que me causam sentimentos dúbios quando o ouço. Consigo ficar arrebatado por canções como “Montezuma” e “Bedoim Dress”, no entanto, a jogada retro acentuada proposta pelo grupo de vez em quando aporrinha o saco, já que as melodias oferecem poucas variações melódicas. Soa repetitivo. O trabalho parece que foi gravado no final dos anos 60, com dose dupla de tempero folk barroco e rock clássico. Em suma: um disco perfeito para bichos-grilo (como eu) que ainda não se conformaram com o fim dos anos 60. Como diria Walt Whitman: “Contradigo-me? Pois bem, contradigo-me. Sou amplo, contenho multidões”. Com todos os seus defeitos (e qualidades, é óbvio!), o destaco como uma das pérolas do ano. Desconfie daquilo que lhe causa uma estranheza inicial, afinal, não é todo dia que podemos conferir novas bandas de rock que se arriscam em revisitar os anos 60 sem cair no óbvio. E o Fleet Floxes tem café no bule e muita lenha pra queimar. Já estou no compasso de espera para o próximo disco, pois acredito que eles estejam bem perto de acertar o alvo em cheio. Que venha um novo CD dos Floxes em 2012.
Gary Clark Jr é considerado uma das novas promessas do blues norte-americano. Em outubro de 2011, esse texano de 27 anos abriu três dos quatro shows de Eric Clapton no Brasil (São Paulo e Rio). Gary ganhou o apelido peso-pesado de “Salvador do Blues”, e além do tradicional gênero do Mississipi, reza seu vernáculo também na cartilha da música negra, mais precisamente no soul music chamuscado com doses roqueiras. O músico vem gerando comparações e co-relações a nomes com um de seus conterrâneos mais ilustres – o guitarrista Stevie Ray Vaughan, morto num desastre aéreo em 1990. Clark foi um dos destaques do festival Crossroads Guitar, em 2010, onde se apresentou ao lado de BB King , Eric Clapton, Buddy Guy e Steve Winwood, e participou do filme “Honeydripper” - Do Blues ao Rock”, que conta a origem do blues e do rock nos Estados Unidos. Quanto ao som do homem, se você gosta de blues do bom, basta um único som do EP “The Bright Lights” para convencê-lo da qualidade do cara. Dê volume no seu som e ouça a faixa título. A casa vai tremer e Gary vai ganhar o respeito do ouvinte (leitor).
O disco saiu no finalzinho do ano passado, porém tomo a liberdade de incluí-lo na lista de 2011. Gustavo Telles, baterista da banda instrumental gaúcha Pata de Elefante, soltou a voz e reuniu amigos para gravar um disco de canções de amor. Além de compositor de todas as canções ele toca violão de 12 cordas em “Tell Me Why” (única faixa no idioma mater do rock) e assume todos os vocais. E digo mais, se você gosta de discos como “Music From Big Pink”, do The Band, “No Reason To Cry”, de Eric Clapton e “Nashville Skyline”, de Bob Dylan, esse CD vai lhe deixar mais do que satisfeito. As referências ao Band são as mais explícitas, a começar pelo clima de camaradagem nas fotos da contracapa e encarte, possivelmente inspiradas nas imagens estampadas nos dois primeiros álbuns do extinto grupo canadense com base nos EUA. Não vejo nenhum problema, pelo contrário, além disso, o mais importante, canções como “Posso Me Perder” são descaradamente embebidas no clima country blues da banda de Robbie Robertson, Rick Danko, Levon Helm, Garth Hudson e Richard Manuel. Rock do bom no idioma de Camões.
Aparentemente, a carreira musical deEtta Jamestermina com The Dreamer. A cantora anunciou faz alguns meses que este seria seu álbum de despedida, um grito de adeus antes da aposentadoria. Etta, 73 anos, um dos últimos nomes ainda na ativa da velha escola do blues & soul (e jazz) passou por maus bocados em 2011. Esteve hospitalizada durante alguns meses passando por um tratamento contra a leucemia. Ela também sofre de Alzheimer, desde 2009. Entretanto, as intempéries da vida não a impediram de gravar um novo trabalho que mostra Etta cantando muito. Era uma espécie de dívida com ela mesma, tipo "antes de entrar pra reserva, preciso mostrar ao mundo que ainda posso gravar um bom álbum". E ela conseguiu. No repertório canções de Ray Charles, Bobby Bland, Johnny “Guitar” Watson, Otis Redding e Little Milton, ou seja, garantia do melhor rhythm & Blues do pedaço, certas vezes, com um temperinho rock and roll. Entre as surpresas, lá está uma releitura "boogie" avassaladora de Welcome to the Jungle do Guns N’ Roses. Dê uma canção meia boca pra velha Etta e ela transforma o número num blues arrasa quarteirão. "Me dá meu gorro!". Um disco de tirar o chapéu.
Nosso herói é conhecido por seus estranhos métodos de trabalho. Tom Waits confessou que compõe alguns dos seus temas a partir de gritos solitários vociferados no seu automóvel. Waits também disse ao jornal austríaco Die Presse que conduz o seu carro por aí e grava num pequeno gravador. “Como tenho família, o único lugar tranquilo é o carro. Ou então vou para o estúdio, entro em transe e descarrego a letra de uma forma mágica. Um pouco como um vendedor de bíblias bêbado”. Antes mesmo de ser lançado, “Bad As Me”, novo álbum de Tom Waits já ganhou status de um dos melhores CDs do ano. O trabalho tem menos crueza do que de costume, e os arranjos estão muito caprichados. Isso não significa tem que encontraremos um disco rebuscado de arranjos e repleto de “piripaques” tecnológicos, bem pelo contrário, o lance ainda soa beat, direto e minimalista. Entre os convidados, o bluesman branquelo Charlie Musselwhite toca gaita em cinco faixas, Flea (do Red Hot Chili Peppers) toca baixo em "Hell Broke Luce". O destaque principal fica por conta do pirata Keith Richards, que manda ver na guitarra e canta em "The Last Leaf" e "Satisfied". Falando em satisfação... Esta última canção, é um blues raivoso e hipnótico, carregado pelo riff de Keith. Até dá os ares de Satisfaction dos Stones, ainda mais quando o ouvimos cantar: “I said I will have satisfaction”.
Em abril de 2012, oHall da Fama do Rock N Roll receberá novos membros ilustres. O anúncio feito nesta quarta-feira (7) revelou que onze nomes terão o seu espaço na prestigiada lista a partir do ano que vem, entre eles os grupos americanos Guns N’ Roses, Red Hot Chili Peppers, Beastie Boys, o folkman escocês Donovan, a cantora nova-iorquina Laura Nyro, o bluesman Freddie King e os britânicos The Small Faces e Faces.
Está será a terceira vez que a cerimônia acontecerá em Cleveland e, como em 2009, será aberta ao público. Também receberão a homenagem no mês de abril o produtor dos Monkees, Don Kirshner, o ítalo-americano Cosimo Matassa, nome vinculado a produção da cena de Nova Orleans, e os engenheiros de som e também produtores Tom Dowd (Eric Clapton, Allman Brothers) e Glyn Johns (Beatles, Stones, Who e Led Zeppelin).
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Aqui no blog, relembramos o som dos Faces, banda que tinha nas suas fileiras nomes como Ron Wood e Rod Stewart.
E os caras doRed Hot Chili Peppersnão param de surpreender. Dessa vez, os californianos lançaram um videoclipe bem legal, inspirado pela obra do americano Raymond Pettibon. O artista vive e trabalha em Venice Beach, na Califórnia, reduto dos também surfistas Peppers.
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Pettibon é conhecido por seus desenhos com estética perturbadora, irônica ou ambígua, por vezes violentos. No início dos anos 80, ele tornou-se uma figura conhecida na cena da arte contemporânea. O artista trabalha essencialmente com nanquim sobre papel e muitos de seus desenhos são em preto e branco, com esporádicos toques de cor.
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Quanto ao som das pimentas ardidas... bueno, bora ouvir. A canção chama Monarchy of Roses.
Clara Balzary, filha do Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers, está produzindo um documentário bem legal, registrando todos os momentos da atual turnê dos californianos. A guria vem presenteando os fãs da banda, via Facebook, com imagens do projeto View From The Road. Durante a passagem do RHCP pela América Latina, Clara estava junto e fez fotos e vídeos, inclusive dos momentos em que o quarteto se preparava para o show no Rock In Rio.
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As fotos são de bastidores mesmo, mostra os músicos com os filhos, se preparando pra entrar no palco, dentro do avião, Anthony Kiedis se barbeando, a histeria da plateia, entre outras coisas, essas que fã adora.
Tem trinca de novos sons na programação da Itapema Santa Maria. Agora você ouve The Adventures of Rain Dance Magic, do Red Hot Chili Peppers, primeiro single do mais recente disco - I'm with you. O videoclipe você confere aqui no blog.
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Também entraram na programação a nova do cantor e guitarrista britânico James Morrison - Beautiful Life e também a mais recente canção do pernambucano Lenine. A música se chama Amor é pra quem ama. A faixa faz parte do novo disco de inéditas, chamado Chão, que chega às lojas dia 19 de outubro (a capa é essa imagem que abre o post. Nela, o neto Tom, tira uma soneca no peito do cantor, descansa em seu peito). Amor é pra quem ama ainda não tem videoclipe, mas aqui você confere um recado do músico e também dá um bico na letra.
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Qualquer amor já é
Um pouquinho de saúde
Um montão de claridade
Contribuição
Pra cura dos problemas da cidade
Qualquer amor que vem
Desse vagabundo e bobo
Coração atrapalhado
Procurando o endereço
De outro coração fechado
Amor é pra quem ama
Amor matéria-prima
A chama
O sumo
A soma
O tema
Amor é pra quem vive
Amor que não prescreve
Eterno
Terno
Pleno
Insano
Luz do sol da noite escura
“Qualquer amor já é
Um pouquinho de saúde
Um descanso na loucura”
Divulgado o novo clipe do Red Hot Chilli Peppers. A música The Adventures of Rain Dance Maggie faz parte do disco I'm With You, a ser lançado em 30 de agosto. Dirigido por Marc Klasfeld, o videoclipe foi gravado em Venice Beach, na Califórnia. O bacana é a inspiração pro clipe: a última apresentação oficial dos Beatles, aquela mesma, quando os garotos de Liverpool apareceram de surpresa no telhado da Apple Studios.
O diretor resume o novo trabalho: “Anthony e eu estávamos assistindo o clipe “Get Back” dos Beatles, onde eles tocam em um telhado, e decidimos: “Não vai ser legal fazermos algo assim? Gravamos na Califórnia, em uma hora mágica e fazemos algo icônico para uma banda icônica”.
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“Ficamos um pouco preocupados, porque não tinha nenhuma rede de proteção naquele telhado. Descobrimos o local de última hora, porque tinha uma vista incrível. Mas nas bordas, se você cair..você morre. Então ficamos um pouco preocupados, mas eles são profissionais. Eles já fizeram isso um milhão de vezes e eles sabem os limites de tudo que fazem.
A idéia era ser algo simples e icônico. E nos mantemos fiel à isso, e os resultados vocês podem ver no vídeo”.
Com lançamento confirmado para 30 de agosto, I'm with You, o novo e aguardado álbum do Red Hot Chili Peppers, já tem seu track list. São 14 faixas, anunciadas no site oficial do quarteto com a seguinte frase: "Brothers and sisters! Here are the song titles of our new record ‘I’m With You’ Yeeeeah muthafuckas!". Lembrando que esse é o primeiro trabalho da banda sem o guitarrista John Frusciante. Vejamos o que nos espera.
O músico inglês Glenn Hughes (58) sempre foi considerado um dos grandes virtuoses do rock. Seja pela sua performance como vocalista ou baixista, o homem tem sua presença garantida como um dos grandes nomes do rock nos anos 70. A voz de Hughes chamou a atenção de artistas como Stevie Wonder, que já disse em entrevistas que o considera um dos seus cantores favoritos. GH estourou com o power-trio britânico Trapeze e logo depois foi convidado para substituir Roger Glover no Deep Purple. Com o Purple, logo de cara gravou dois LPs em 1974 - Burn e Stormbringer, e também participou do canto do cisne do grupo inglês nos anos 70, no incompreendido álbumCome Taste The Band (1976). Uma das histórias que sempre ouvi sobre o cara, era o fato do ciúme que o baixista despertava no líder do Purple, o guitarrista Ritchie Blackmore.
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Reza a lenda que "Blackie" demarcava a posição de Hughes no palco, sendo que o baixista era sumariamente avisado: “Se você sair do seu cercado, e pisar próximo ao meu terreno, eu sento a guitarra na sua cabeça!”. Apesar disso, as ameaças de Ritchie Blackmore nem sempre surtiam efeito. Mas sem dúvida, além do talento natural como músico, Hughes era um cara boa pinta no palco e isso devia mexer com as vaidades alheias. Histórias como essa, e tantas outras estarão em Deep Purple And Beyond: Scenes From The Life Of A Rock Star, biografia do músico inglês que será lançada no próximo dia 12 de maio na Inglaterra. Com introdução de Lars Ulrich, baterista do Metallica, Hughes levou três anos para escrever o livro e contou com a ajuda do jornalista Joel McIver.
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"Agora, estou no topo do mundo como um artista solo, e após tantos anos sóbrio, eu mal posso acreditar que sobrevivi. Eu gastei mais de US$ 1 milhão em cocaína. Quando você ler esse livro, também não vai acreditar!", disse Hughes ao semanário inglês NME.
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Fora do Purple, Glenn fez associações com músicos como Chad Smith e John Frusciante (Red Hot Chilli Peppers) e Tony Iommi(Black Sabbath), além de uma irregular carreira solo. Ano passado lançou o elogiado projeto Black Country Communion. Ao seu lado, o guitarrista americanoJoe Bonamassa, o tecladista Derek Sherinian(Dream Theater), e Jason Bonhan, filho do baterista do Led Zeppelin, John Bonhan. O Black Country está finalizando o novo álbum, novamente sob a produção de Kevin Shirley (Aerosmith, Iron Maiden, Black Crowes, Page and Plant, Journey, entre outros). O novo disco sai em 12 de junho, mas para os afobadinhos de plantão - só clicar nesse link e baixar The Outsider, primeiro som liberado do CD.
Sobre o livro, ainda não foi anunciado se a biografia será lançada no Brasil. Aguardemos.
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O colaborador do site da Itapema, cronista do DSM e locutor/apresentador da Rádio Gáucha SM, Márcio Grings, nasceu no dia que Jimi Hendrix fazia seu último show. Nessa mesma semana, Janis Joplin dava seu último suspiro na capa da revista Rolling Stone. Nessa temporada, Elvis era o rei dos palcos em Vegas e o Led Zeppelin tomava de assalto a América. Nesse ano, Syd Barret já tinha pirado faz tempo e os Mutantes ainda eram a melhor banda brazuca, enquanto isso, Dylan ainda estava criando galinhas em Woodstock e o Grateful Dead acabara de vender a alma para a música country.
No despertar da nova década, Lennon decretara o fim do sonho, e poucos meses antes, Jack Keroauc tinha bebido sua última garrafa de vinho