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Posts com a tag "Robert Plant"

Você ainda não viu? Stairway to Heaven tocada pelo Heart emociona Page, Plant e Jones

01 de janeiro de 2013 2

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Eu falei aqui no blog sobre a condecoração que o Led Zeppelin recebeu no início de dezembro passado. O Kennedy Award é a maior premiação cultural dos EUA, e Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones receberam suas medalhas diretamente das mãos de ninguém menos que o presidente americano Barack Obama na Casa Branca em Washington D.C.

Só que na época eu não tinha me ligado que além da cerimônia da entrega de medalhas, também rolava outra celebração que é a cereja do bolo do Kennedy Award. E aí o amigo Guilherme Zanini me apresentou o vídeo da banda canadense Heart tocando “Stairway to Heaven”, com participação de Jason Bonhan, filho do baterista original. Chama a atenção a semelhança de Jason com o pai, talvez acentuada pelo uso do chapéu coco, um dos adereços preferidos de Bonhan, quando estava no palco com o Led.

E o coral que pontua os momentos finais da canção também paga tributo ao baterista, com os membros usando o mesmo chapéu que sempre foi associado à figura de John Bonhan, que arremetia ao personagem Alex, do filme “Laranja Mecânica” de Stanley Kubrick.

Reparem que Plant, Page e Jones se derretem de emoção ao assistirem a apresentação da plateia.

Vale o clique.

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Depois de Robert Plant no Gigantinho, Led Zeppelin no cinema

31 de outubro de 2012 0

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Semana zeppeleniana prossegue na capital com primeira sessão de "Celebration Day", filme/concerto do grupo inglês

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Depois assistir Robert Plant no Gigantinho, a semana Zeppeliana na capital prosseguiu ontem (30) com a exibição da primeira sessão de “Celebration Day”, novo filme/concerto do Led Zeppelin.  E não houve decepção.  O filme que documenta o show de reunião da banda em 2007, no O2 Arena de Londres, mostra um quarteto que ainda tem a capacitade, não apenas de emocionar, mas contudo nos convencer de que sim, o Led Zeppelin ainda poderia estar em atividade.

No palco temos: Robert Plant (vocais); Jimmy Page (guitarras); John Paul Jones (baixo e teclados) e Jason Bonham (bateria), único membro não pertencente da formação original, no entanto, filho do lendário baterista John Bonham, ou seja, um autêntico membro do clã do grupo.

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21h. A sessão na sala 9 do Cinemark (Barra Shopping Sul), começou com o volume baixo. A banda parece um pouco contida em “Good Times, Bad Times”. Depois do protesto de uma pessoa da audiência, o volume foi elevado a uma potência satisfatória em “Ramble On”. “Black Dog” nos deixa com a clara impressão de que a Zep começa a levantar voo. Plant dá um breve boa noite e o quarteto tasca “In My Time of Dying”. Ao final, as palmas no cinema nos fazem lembrar: “Estamos num show de rock and roll!”. Em “For You Life” Jason Bonham toca a bateria no talo, igual ao pai, enquanto Jimmy coreografa ao estilo do músico que conhecemos nos vídeos. Antes de tocar “Trampled Underfoot”, Plant cita o blueman Robert Johnson. Jones assume os teclados pela primeira vez no espetáculo. Visualizo a imagem da capa do “Led Zeppelin I” no bumbo de Jason. “Nobody’s Fault But Mine” é um dos pontos altos da noite. Dá pra perceber que ao contrário dos anos 1970, Jones toca numa posição mais a frente, próximo a Page e Plant. O vocalista manda ver num solo de harmônica que reprisa a gravação original do álbum “Presence”.

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“No Quarter” sempre foi uma das minhas preferidas, o momento solo de Jones no filme “The Song Remais the Same”. Sacando a troca de olhares entre o quarteto, dá pra perceber que houve satisfação no palco. Afinal, são velhos companheiros se reencontrando. “Since I’ve Been Loving You” é um exemplo da dinâmica do blues e de como o Led pode soar manso e agressivo ao mesmo tempo. ”Dazed and Confused” sempre foi um dos momentos apoteóticos das apresentações do grupo. Na versão 2007, Page novamente saca do coldre o arco de violino. “Stairway to Heaven”, talvez o maior hino do LZ, ganha uma execução a altura, com Page empunhando sua emblemática guitarra de dois braços. Já “Misty Mountain Hop”e “The Song Remains the Same” também rolam naquele clima de reprise dos velhos tempos, no entanto, é em “Kashmir” que percebemos a força do Zeppelin em um de suas canções mais poderosas. O grupo sai do palco. É claro que rola o bis. Em “Whole Lotta Love” nos dá novamente a sensação de uma banda na ponta dos cascos, encardida pelo desgaste do tempo, mas ainda impressionante. Em parte do solo, Page resgata o Theremin. Plant emula os vocais que estamos acostumados a ouvir nos LPs. O final não poderia ser diferente, “Rock and Roll”, um das flâmulas icônicas do gênero, finalmente dá fim à celebração.

“Celebration Day” tem nova sessão na capital, no mesmo cinema no próximo sábado, 23h. Já "Celebration Day" chega às lojas em todos os formatos (CD/LP/DVD/blu-Ray) no dia 19 de novembro.

A celebração seguirá na sala da sua casa.


Tracklist:


01 Good Times, Bad Times (Led Zeppelin I)

02 Ramble On (Led Zeppelin II)

03 Black Dog (Led Zeppelin IV)

04 In My Time of Dying (Physical Graffiti)

05 For You Life (Presence)

06 Trampled Underfoot (Physical Graffiti)

07 Nobody’s Fault But Mine (Presence)

08 No Quarter (Houses of the Holy)

09 Since I’ve Been loving You (Led Zeppelin III)

10 Dazed and Confused (Led Zeppelin I)

11 Stairway to Heaven (Led Zeppelin IV)

12 The Song Remains the Same (Houses of the Holy)

13 Misty Mountain Hop (Led Zeppelin IV)

14 Kashmir (Physical Graffiti)


Bis


15Whole Lotta Love (Led Zeppelin II)

16 Rock and Roll (Led Zeppelin IV)

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Celebration Day

30 de outubro de 2012 24

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Com Gigantinho lotado, Robert Plant encerra tour no Brasil (Fotos: Fábio Codevilla - Itapema FM)

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Muitos dos que foram até o Gigantinho na noite dessa segunda-feira não sabiam. No entanto, grande parte de todos nós que lá estivemos estava em busca do elo perdido entre o rock de ontem e a sombra dos tempos áureos que ainda sobrevive em nossas memórias. Foi então que descobrimos que o rock and roll se encontra saudável e rejuvenescido nos braços e na garganta de Robert Plant. Também concluímos que poucos artistas com mais de 40 anos de estrada ainda conseguem olhar para o gênero com os olhos de um visionário.

Veja reportagem de André Azeredo (RBS TV)

Veja a galeria de fotos de Fábio Codevilla

Às 20h31min, uma hora antes de Plant e sua banda subirem ao palco, a noite teve seu início com Renato Borghetti e banda. Aparentemente você diria: “Nada a ver!”. Em pouco mais de meia hora o acordeonista gaúcho fez um show que ganhou a simpatia e o carinho do público desde o momento em que apertou a primeira tecla de sua gaita. Borghetti tocou clássicos como “Mercedita”, revisitou Luiz Gonzaga e acabou a noite com Lupicínio Rodrigues. Destaque para o flautista Pedrinho Figueiredo que em muitos momentos chegou a nos lembrar do líder do Jethro Tull, Ian Anderson.

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Às 21h35min Plant dá início à noite. O vocalista inglês está a frente do The Sensational Space Shiffters, time de músicos formado por Justin Adams - guitarra, bendir e vocais; Billy Fuller - Guitarra e vocais; John Baggott – teclados; Liam "Skin" Tyson – guitarra e vocais e Dave Smith - bateria e percussão, com destaque para o músico gambiano Juldeh Camara (tocando ritti - violino africano de uma corda - e kologo – banjo africano). E que banda!

Uma das melhores e mais concisas definições do atual som do ex-vocalista do Led Zeppelin está no Blog Volume, via Danilo Fantinel:

“O espetáculo transitou entre o heavy rock lisérgico do Led Zeppelin, folk, blues e elementos sonoros globais requintados com raízes fincadas na África e no Oriente Médio. As nuances exóticas propostas pelos músicos, sempre muito claras (e realçadas pela nitidez acústica do som que vaza do palco), ajudaram a dar leveza e groove ao som. Os instrumentos e a performance de Juldeh foram marcantes, remetendo não apenas ao afro-oriente, mas também ao repente nordestino”.

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E digo mais: músicos como Peter Gabriel, David Byrne, Sting e tantos outros pisaram nesse território de diversidade e globalidade musical. Algumas vezes acertaram o alvo, outras tantas não. Plant parece ter encontrado a medida certa dessa musicalidade. Tanto que, em dado momento, um clássico do Led pode ser desconstruído e desfigurado – é o caso da versão de “Black Dog”. Já “Ramble On”, “Friends”, “Four Sticks” e “Going To California” deixam os fãs em êxtase com o espelhamento nas originais. E mesmo quando não revisita os clássicos de sua banda, há momentos em que o Led surge reencarnado no palco. É a sensação que tive quando ouvi “Funny in my mind (I believe I’m fixing to die)”, tema do bluesman Bukka White que não deve nada às releituras que Page e Plant faziam dos blues encardidos da era de ouro do gênero. Há instantes em que essa reencarnação se materializa na postura do cantor frente a banda, fazendo malabarismos com o pedestal de microfone, pela expressão de seu rosto enrugado ou pela sua ostensiva juba de leão. Impossível não se lembrar do Zep. Plant ainda tem muita lenha pra queimar, é claro que a voz do homem não possui a mesma potência, no entanto a escolha do repertório joga a seu favor.

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"Mighty Rearranger", álbum lançado pelo artista em 2005, é o trabalho solo que mais fornece lenha para seu repertório atual (são cinco temas). Esse é um daqueles discos que merecem uma revisão dos ouvintes mais atentos. Não tenha dúvida, a chave da atual "sonoridade Plant" está nesse trabalho. O mais bacaca foi ver um dos Gigantes do rock mundial encerrando o tour nacional com sorriso no rosto, interagindo com a banda e com um público caloroso - em um Gigantinho lotado (cerca de 10 mil pessoas). Teve até "parabéns a você" em português para um amigo de Plant. Foi uma noite especial, uma noite em que voltei a 1985, ano em que descobri o Led Zeppelin no filme “The Song Remains The Same” (ou “Rock é rock, mesmo”, como foi ridiculamente batizado por aqui).

Se você é um daqueles que torcem o nariz com a fase atual do vocalista e ainda sonha com a volta do Led Zeppelin, tenho um remédio: hoje acontece a primeira sessão de "Celebration Day", filme/concerto do LZ, que ocorreu em 2007, no O2 Arena. Corre até o Cinemark do Barra Shoppping Sul, parece que ainda há ingressos à venda. Serão apenas duas sessões em solo gaúcho. Mais informações no link

De toda forma, uma coisa é certa: Porto Alegre nunca teve uma semana mais Zeppeliana.

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Setlist


01 Tim Pan Valley (Mighty Rearranger) - 2005

02 Another Tribe (Mighty Rearranger) - 2005

03 Friends (Led Zeppelin III) - 1970

04 Spoonful – releitura de Willie Dixon

05 Somebody Knocking (Mighty Rearranger) - 2005

06 Black Dog – (Led Zeppelin IV) - 1970

07 All The King Horses (Mighty Rearranger) - 2005

08 Bron-y-aur Stomp (Led Zeppelin III) - 1970

09 The Enchanter (Mighty Rearranger) - 2005

10 Four Sticks (Led Zeppelin IV) - 1971

11 Ramble On (Led Zeppelin II) - 1969

12 Fixing To Die –releitura de Bukka White (Dreamland) - 2005

13 Whole Lotta Love + medley com Who Do You Love, Steal Away e Bury My Body – (Led Zeppelin II) - 1969


Bis

14 Going To California (Led Zeppelin IV) - 1971

15 Rock and Roll (Led Zepplein IV) - 1971

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Serviço completo do Show de Robert Plant em Porto Alegre

28 de outubro de 2012 9

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SERVIÇO

ROBERT PLANT

LOCAL: Ginásio Gigantinho (R. Padre Cacique, 891)

DIA: 29 de outubro (segunda-feira)
ABERTURA DOS PORTÕES: 18h30

SHOW DE ABERTURA: Renato Borghetti 20h30

HORARIO DO SHOW: 21h30

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 anos. Menores de 14 anos apenas acompanhados dos pais ou responsável legal.


REALIZAÇÃO: XYZ Live

PROMOÇÃO: Rádio Itapema FM e RBS TV


SETORES / PREÇOS DOS INGRESSOS:

2º Lote

Arquibancada - R$ 150,00

Pista – R$ 190,00

Pista Premium - R$ 250,00 ESGOTADO

Cadeiras – R$ 250,00


*Descontos

Idosos: desconto de 50%, mediante a apresentação de documentos.

Estudantes: desconto de 20% sobre o valor do ingresso .

Ingressos comercializados com desconto mediante a apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário tanto no momento da compra quanto na entrada do evento.


BILHETERIA OFICIAL:

My Ticket – Moinhos - Rua Padre Chagas, 327 - Loja 6
Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 9h às 18h, e no sábado, das 10h às 15h. Pagamento em dinheiro.

My Ticket - Centro - Rua dos Andradas, 1.425 - loja 69

Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 9h às 18h, e no sábado, das 09h às 14h.

Sujeito à taxa de conveniência.

Venda Online: www.livepass.com.br

Formas de pagamento: cartões de crédito: Visa, Master ou Boleto.

Sujeito à taxa de conveniência.

Telefone para informações de Ingresso – 4003-1527

Infraestrutura

A segurança no trânsito próximo ao Gigantinho e o fluxo de veículos nas vias de acesso são preocupações da organização do Show. Diversas ações foram planejadas em conjunto com a Brigada Militar,EPTC e BOE.

O evento contará com segurança privada diretamente associada à segurança do show.

Atendimento Médico

Atenta à saúde do público, o atendimento médico e ambulatorial será para todos os envolvidos com o evento. Uma equipe especializada estará presente no evento, prestando o atendimento médico-ambulatorial gratuito, com uma equipe permanente, entre médicos, enfermeiros e técnicos. Estará disponível UTI móvel, totalmente equipada para situações de emergência e deslocamento, para atendimento de situações de maior complexidade.

Os serviços serão oferecidos a partir das 17h30min.

Alimentação:

O Gigantinho Arena conta com serviço de bar, além de ambulantes em todo o evento.


Estacionamento

Devido às obras no Complexo Beira-Rio, o estacionamento disponível para o público será apenas o Estacionamento Gigante (antiga EPTC).

Valores:

R$ 10,00 - sócio

R$ 20,00 - público em geral

R$ 30,00 - vans

Informações adicionais

Para sua segurança é proibido:

- Animais de estimação

-Proibida a entrada de máquina fotográfica profissional, bem como qualquer equipamento de gravação/filmagens. (Exceto a imprensa)

- Armas brancas e de fogo

- Objetos cortantes, pontiagudos ou que possam colocar o público em risco

- Correntes e capacetes de motociclista, guarda-chuva, guarda-sol, cadeiras de praia e banquinhos

- Bastões tipo tonfa e cacetetes, aparelhos de choque, tubo de gás, spray espuma, fogos de artifício

- Qualquer tipo de comida (salgadinhos, bolachas e lanches em geral)

- Qualquer tipo de bebida e mochilas porta líquidos deverão estar vazias

- Qualquer tipo de entorpecente

- Qualquer remédio fora de sua embalagem original

- Obrigatória a apresentação de documento de identidade.

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Veja o show completo de Plant no Espaço das Américas (SP), última segunda-feira (22).

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Aberta a partir desta quarta-feira venda do 2° lote de ingressos para o show de Robert Plant em Porto Alegre

23 de outubro de 2012 1

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Ex-vocalista do Led Zeppelin toca dia 29, no Gigantinho

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A partir desta quarta-feira, dia 24, estará à venda o segundo lote de ingressos do show do astro Robert Plant em Porto Alegre, dia 29 de outubro. Os valores variam entre R$150,00 e R$250,00.


SERVIÇO

LOCAL: Ginásio Gigantinho (R. Padre Cacique , 891)

DIA: 29 de outubro (segunda-feira)
HORÁRIO DO SHOW DE ABERTURA: 20h30

HORARIO DO SHOW: 21h30

ABERTURA DOS PORTÕES: 18h30


CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 anos. Menores de 14 anos apenas acompanhados dos pais ou responsável legal.

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Veja o 1° show de São Paulo (22.10.12) na íntegra.

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REALIZAÇÃO: XYZ Live

PROMOÇÃO: Rádio Itapema FM e RBS TV

SETORES / PREÇOS DOS INGRESSOS:

2º Lote

Arquibancada - R$ 150,00

Pista – R$ 190,00

Pista Premium - R$ 250,00 ESGOTADO

Cadeiras – R$ 250,00


Confira a lista de exigências do artista par os shows no Brasil


*Descontos

Idosos: desconto de 50%, mediante a apresentação de documentos.

Estudantes: desconto de 20% sobre o valor do ingresso .

Ingressos comercializados com desconto mediante a apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário tanto no momento da compra quanto na entrada do evento.


BILHETERIA OFICIAL:

My Ticket – Moinhos – Rua Padre Chagas, 327 – Loja 6 - Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 9h às 18h, e no sábado, das 10h às 15h.

*Formas de pagamento: Dinheiro, cartões de crédito Visa, Mastercard, Diners, Amex, e cartões de débito Visaelectron e Maestro.


PONTO DE VENDA:

My Ticket – Centro – Rua dos Andradas, 1.425 – loja 69

Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 9h às 18h, e no sábado, das 09h às 14h. *Pagamento em dinheiro. Sujeito à taxa de conveniência.

Venda Online: www.livepass.com.br
*Formas de pagamento: Cartão de crédito, Amex, Visa, Master e Diners.  Sujeito à taxa de conveniência.

Telefone para informações de Ingresso – 4003-1527

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Vale lembrar que “Celebration Day”, novo filme/show do Led Zeppelin ganhará duas sessões em Porto Alegre. Mais detalhes no link

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Confira a lista de exigências de Robert Plant para os shows no Brasil

12 de outubro de 2012 7

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Robert Plant enviou uma lista com alguns pedidos para a equipe de produção dos shows no Brasil. Em seus camarins, o roqueiro quer um bom aparelho de chá com muitas opções de ervas, uma jarra de mel de boa qualidade, garrafas de água Fiji, leite, limões e gengibre frescos, amêndoas cozidas e nozes diversas. De bebida alcoólica, ele pediu apenas uma garrafa do vinho Sauvignon Blanc.

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Robert Plant também quer alimentos específicos para cada uma das refeições do dia. Para o café da manhã, ele pediu ovos, batata rostie, bacon, salsichas, café, chá, leite, frutas e granola. No almoço, suas requisições foram sanduíches quentes - como hambúrgueres e cachorros quentes -, peito de frango grelhado, sopa, salada de atum, espinafre, abacate, nozes e amendoins.

No jantar, Plant quer entradas vegetarianas, saladas frescas - sempre com espinafre e ovos cozidos à parte com muito molho (italiano ou de queijo), queijo de cabra, vegetais cozidos. Para todas as refeições, ele pediu vários tipos de sobremesa, Coca Cola e Dr Pepper. Em sua lista, Robert Plant destacou que não quer nenhum tipo de comida com carne de porco e mariscos.#

Vale lembrar que “Celebration Day”, novo filme/show do Led Zeppelin ganhará duas sessões em Porto Alegre. Mais detalhes no link

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Confira as outras 20 cidades brasileiras aqui

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Há 57 anos, morria James Dean

29 de setembro de 2012 0

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Ouça programa especial sobre  o ator e conheça canções inspiradas pelo ídolo

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A rebeldia e o nome de James Byron Dean se confundem. Mais precisamente neste domingo chegamos a 57 anos da morte de um dos maiores nomes do cinema mundial. Em 30 de setembro de 1955, o ator norte-americano nascido no estado da Indiana, em 1931, morria aos 24 anos, numa colisão de carros em uma rodovia da Califórnia. Dean estava dirigindo seu novo Porsche 550 Spyder, que o levava para uma corrida de carros em Salinas, na Califórnia.

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Jimmy Dean se transformou em um mito, graças a três filmes gravados no prazo de apenas um ano, um deles, na época, ainda inédito: dos três filmes que atuou, assistiu vivo à estreia somente do primeiro. Jimmy não era apenas a perfeita tradução do jovem incompreendido, - tido como rebelde, no fundo, queria – e precisava – de atenção e afeto.

Cal Trask, seu personagem em "Vidas Amargas", era exatamente isso: o garoto problema que disputa o carinho do pai com um irmão “bonzinho e exemplar”. E sempre perde, por mais que se esforce.

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Mas foi com seu segundo grande papel, o de Jim Stark em "Juventude Transviada", que ele se tornou de vez a representação da juventude dos anos 50. E para tudo isso, claro, contribuía também sua vida fora das telas. Embora fosse tímido e reservado, nunca foi segredo que ele gostava de beber e fumar, – assim como Jim Stark – era apaixonado por carros e corridas.

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Meses depois, já em 1956, foi lançado seu último longa, "Assim Caminhava a Humanidade", que ainda não estava finalizado quando ele morreu. No mesmo ano, James Dean se tornou o primeiro ator a receber uma indicação póstuma ao Oscar, concorrendo como melhor ator por "Vidas Amargas". Em 1957 receberia outra indicação, por "Assim Caminhava a Humanidade".

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O último Super Sábado Cultura da Gaúcha SM, recebeu no estúdio da rádio o Professor de História e estudioso de cinema, Alexandre Maccari Ferreira, que deu algumas de suas impressões sobre o mito.

Ouça o programa completo aqui.

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E pra encerrar, fiquem com três canções que tem o ídolo como tema. Primeiro a banda americana Eagles, e a música "James Dean"; depois Joan Jett, com "Ridding With James Dean", e ainda, Terry Reid, com "Dean".

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*Uma curiosidade: Terry Reid foi o homem que recusou o convite para ser vocalista do Led Zeppelin, e mais - também foi ele que indicou para seu lugar, um certo "Robert Plant", desconhecido vocalista de um grupo chamado Band of Joy.

Será que Reid se arrependeu? Afinal, quem é Terry Reid?

Resposta: o cara que recusou o convite pra ser vocalista do Led Zeppelin. É assim que ele ficou conhecido, desde que o Led estourou nos anos 1970.

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Led Zeppelin anuncia lançamento de show de 2007 nos cinemas e em CD/DVD

13 de setembro de 2012 2

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"Celebration Day" será lançado na grande tela em outubro, e em vários formatos no próximo mês de novembro

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Depois de um suspense de cinco dias, contabilizado por uma contagem regressiva no Facebook do grupo, o Led Zeppelin anunciou o lançamento do CD/DVD do show realizado em 2007, no 02 Arena de Londres, tendo os três integrantes originais vivos e Jason Bonham ocupando o posto de seu falecido pai, John Bonham. Batizado de "Celebration Day" (nome de uma das canções do álbum Led Zeppelin III, lançado em 1970), o concerto será lançado nos cinemas em 13 de outubro em cerca de 1.500 salas de cinema de 40 países e territórios pelo mundo, inclusive no Brasil, informa a banda em sua página na internet. A venda de ingressos ainda não começou. Em 19 de novembro o show ganhará as prateleiras em múltiplos formatos (CD/DVD, etc).

Mais detalhes no site oficial do LZ.

Na apresentação em tributo ao fundador do selo Atlantic, Ahmet Ertegun , a banda mostrou-se em forma, interpretando grandes sucessos do Led Zeppelin como "Whole Lotta Love", "Black Dog", "Dazed and Confused", "Kashmir", "The Song Remains The Same" e "Stairway to Heaven". Foram cerca de nove milhões de pessoas disputando seus 18 mil ingressos sorteados online.

Confira o teaser que acaba de ser divulgado na rede.

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Apesar de boatos sobre uma reunião oficial do Led Zeppelin surgirem de tempos em tempos, Robert Plant afastou a hipótese em uma entrevista à revista Rolling Stone em 2011. "já fui o mais longe possível com essa história. Para ser honesto, é uma chatice. Eu sei que várias pessoas se importam com uma reunião nossa, mas veja pelo meu lado: em breve, precisarei de ajuda para atravessar a rua". Plant vem ao Brasil para seis shows em outubro, incluindo Porto Alegre. Confira o serviço completo do show de RP na capital gaúcha (29.10.12)

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Segue mais um trechinho da apresentação de 2007 (via reportagem da BBC, de Londres)

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Led Zeppelin deve lançar em CD/DVD show histórico de 2007

10 de setembro de 2012 4

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O mundo do rock treme! Uma imagem contendo o número CINCO usando a fonte do logotipo do Led Zeppelin foi postada no último sábado (08) no Facebook oficial da banda inglesa. O chamarisco leva a crer que se trata do anúncio iminente do lançamento oficial do show realizado em 2007 no 02 Arena de Londres, tendo os três integrantes originais vivos e Jason Bonham ocupando o posto de seu falecido pai, John Bonham, conforme vem sendo veiculado nos últimos dias. Na apresentação, a banda mostrou-se em forma, interpretando grandes sucessos do Led Zeppelin como "Whole Lotta Love", "Black Dog", "Dazed and Confused" e "Stairway to Heaven".

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Apesar de boatos sobre uma reunião oficial do Led Zeppelin surgirem de tempos em tempos, Robert Plant afastou a hipótese em uma entrevista à revista Rolling Stone em 2011. "já fui o mais longe possível com essa história. Para ser honesto, é uma chatice. Eu sei que várias pessoas se importam com uma reunião nossa, mas veja pelo meu lado: em breve, precisarei de ajuda para atravessar a rua". Plant vem ao Brasil para seis shows em outubro.

Confira o serviço completo do show de RP na capital gaúcha (29.10.12)

Sobre o show de 2007, vale lembrar que a apresentação foi em tributo a Ahmet Ertegun (comandante da Atlantic Records), e teve cerca de 9 milhões de pessoas disputando seus 18 mil ingressos sorteados online. Desde a época do concerto inúmeros rumores sobre o lançamento do material em DVD foram especulados, especialmente sobre a dificuldade de se obter uma autorização de todos os envolvidos, para que as gravações cheguem às lojas.

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Segundo uma fonte não divulgada da gravadora Warner Music, detentora atual dos direitos sobre os lançamentos do Led Zeppelin, a gravação vai sair em um pacote que deve conter DVDs e CDs duplos.

Ainda sobre a mensagem no Facebook, “FIVE” Parece ser uma referência a cinco anos da realização do show, mas há quem diga que seriam cinco os dias que faltam para o anúncio. As pistas começaram quando Peter Mensch, agente do guitarrista Jimmy Page, soltou uma mensagem no twitter dizendo "está quase pronto, eu vi e ouvi. Quase cinco anos até o dia de hoje".

No último domingo (09), novamente no FB oficial do grupo, foi postado uma nova imagem, dessa vez com a palavra "FOUR", e nesta segunda, um vídeo de 16 segundos e uma imagem com o número "III", em algarismo romano pintou por lá.

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Tudo indica uma contagem regressiva sobre o lançamento. Então... Aguardemos a próxima quinta-feira (13), data  do provável anúncio oficial.

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Eis uma breve prévia daquela noite (via BBC).

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Robert Plant em Porto Alegre: esgotaram os ingressos para Pista Premium

31 de agosto de 2012 0

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Show acontece em outubro, no Gigantinho

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Valem lembrar que os ingressos para o show de Robert Plant (29,10.12), no Gigantinho, em Porto Alegre, começaram a ser vendidos nesta quarta-feira (29).

A assessoria de imprensa do espetáculo acaba de avisar que já estão esgotados os ingressos para Pista Premium. Lembrando que não haverá segundo lote de ingressos para nenhum setor do show.

Confira o croqui de disposição do público e o serviço completo. Para saber mais sobre o apresentação do ex-Led Zeppelin, clique aqui


SERVIÇO

LOCAL: Ginásio Gigantinho (R. Padre Cacique, 891)

DIA: 29 de outubro (segunda-feira)
HORÁRIO DO SHOW DE ABERTURA: 20h30

HORARIO DO SHOW: 21h30

ABERTURA DOS PORTÕES: 18h30

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 anos. Menores de 14 anos apenas acompanhados dos pais ou responsável legal.


REALIZAÇÃO: XYZ Live

PROMOÇÃO: Rádio Itapema FM e RBSTV

SETORES / PREÇOS DOS INGRESSOS:

Arquibancada - R$ 130,00

Pista – R$ 190,00

Pista Premium - R$ 250,00 ESGOTADO

Cadeiras – R$ 230,00


*Descontos

Idosos: desconto de 50%, mediante a apresentação de documentos.

Estudantes: desconto de 20% sobre o valor do ingresso .

Ingressos comercializados com desconto mediante a apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário tanto no momento da compra quanto na entrada do evento.


BILHETERIA OFICIAL:

My Ticket – Moinhos - Rua Padre Chagas, 327 - Loja 6
Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 9h às 18h, e no sábado, das 10h às 15h. Pagamento em dinheiro.

My Ticket - Centro - Rua dos Andradas, 1.425 - loja 69

Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 9h às 18h, e no sábado, das 09h às 14h. Pagamento em dinheiro. Sujeito à taxa de conveniência.


Venda Online: www.livepass.com.br

Formas de pagamento: cartões de crédito: Visa, Master ou Boleto.

Sujeito à taxa de conveniência.

Telefone para informações de Ingresso – 4003-1527


Confirmados shows de Robert Plant no Brasil

22 de agosto de 2012 4

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Ex-vocalista do Led Zeppelin toca em Porto Alegre no dia 29 de outubro

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No dia 24 de julho o blog já tinha levantado a lebre sobre a possível vinda de Robert Plant ao país. Leia aqui. Agora é oficial.

Apesar de ainda não estar publicado no site oficial do artista, a produtora XYZ Live anunciou nesta quarta-feira (22) seis shows no Brasil de Robert Plant, ex-vocalista do Led Zeppelin,  em outubro. Ele se apresenta no Rio, no HSBC Arena (18), em Belo Horizonte, no Expo Minas (20), em São Paulo, no Espaço das Américas (22), em Brasília, no Ginásio Nilson Nelson (25), em Curitiba, no Teatro Guaíra (27) e em Porto Alegre, no Gigantinho (29).

A venda de ingressos começa em agosto, na quinta (23) para o show de São Paulo, dia 28 para o show do Rio e dia 29 para Porto Alegre. No dia 30 começam as vendas para Belo Horizonte, Brasília e Curitiba. Os ingressos serão vendidos pelo site www.livepass.com.br. Confira o preço dos ingressos em SP.

Plant vem acompanhado pela banda Sensational Space Shifters, time formado por Patty Griffin, Justin Adams, Juldeh Camara, John Baggott, Liam "Skin" Tyson, Dave Smith e Billy Fuller.  As atuais apresentações do ex-Led Zeppelin são compostas por clássicos do blues, R&B e folk, além do vocalista revisitar temas de sua carreira solo e algumas pérolas do Led Zeppelin com novos arranjos.


Confira o setlist de show realizado no dia 12 de julho em Londres.

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- Fixing To Die (Bukka White)
- Tin Pan Valley
- 44 (Howlin’  Wolf)
- Friends (Led Zeppelin)
- Spoonful (Howlin’  Wolf )
- Bron-Y-Aur Stomp (Led Zeppelin)
- Ohio (Crosby, Stills, Nash & Young)
- No Bad News (Patty Griffin)
- Standing In The Shadow Of The Hill
- Don't Let Me Die In Florida
- Black Dog (Led Zeppelin)
- Somebody Knocking
- I'm Your Witchdoctor (John Mayall)
- Waide Nayde (Justin Adams)
- Who Do You Love (Bo Diddley/ Whole Lotta Love (Led Zeppelin) / Steal Away / Bury My Body (Al Kooper)

- Another Tribe
- Gallows Pole (Led Zeppelin)

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Confira Plant tocando "Bron-Y-Aur Stomp", do álbum Led Zeppelin III, em recente apresentação nos EUA (12.08.12).

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Robert Plant, 64 anos

20 de agosto de 2012 2

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América do Sul: artista anunciou novas datas de sua turnê

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Prestes a desembarcar em novo tour pela América do Sul, o vocalista e compositor inglês Robert Plant completa 64 anos nesta segunda-feira. Em seu site oficial estão confirmadas datas em Buenos Aires (01 e 02.12) e Córdoba/ARG (04.11); Santiago/CHI (07.11) e Lima /PER (09.11). Especulações indicam shows no Brasil (SP, Rio e Porto Alegre), no entanto, ainda nada foi oficializado quanto a passagem do ex-vocalista do Led Zeppelin pelo país.

Confira as informações divulgadas na página do artista.

Plant acaba de iniciar novo tour com seu novo time de acompanhantes – a Sensational Space Shifters, banda formada por Patty Griffin, Justin Adams, Juldeh Camara, John Baggott, Liam "Skin" Tyson, Dave Smith e Billy Fuller. As atuais apresentações de Plant são compostas por clássicos do blues, R&B e folk, além do vocalista revisitar temas de sua carreira solo e algumas pérolas do Led Zeppelin com novos arranjos.

Parabéns, Mister Plant.

Aqui no blog relembramos o “Deus do Trovão” do rock em dois momentos distintos.

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Robert Plant deve tocar no Brasil no mês de outubro

24 de julho de 2012 6

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Porto Alegre estaria incluída no roteiro

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ATUALIZAÇÕES 07/08: Colunista de O Globo confirma vinda de Robert Plant. Saiba mais aqui.

Plant confirma apresentações no Peru e no Chile. Saiba mais aqui.

Um site especializado em música largou a notícia na segunda-feira (23). Parece que Robert Plant voltará ao Brasil em 2012 (via Time For Fun). O ex-Led Zeppelin acaba de iniciar novo tour com seu novo time de acompanhantes – a Sensational Space Shifters, banda formada por Patty Griffin, Justin Adams, Juldeh Camara, John Baggott, Liam "Skin" Tyson, Dave Smith e Billy Fuller. As datas e locais ainda não foram divulgados. Informações do mesmo site apontam para o mês de outubro.

As atuais apresentações de Plant são compostas por clássicos do blues, R&B e folk, além do vocalista revisitar temas de sua carreira solo e algumas pérolas do Led Zeppelin com novos arranjos.


Confira o setlist do show realizado no dia 12 de julho em Londres.

- Fixing To Die (Bukka White)
- Tin Pan Valley
- 44 (Howlin’  Wolf)
- Friends (Led Zeppelin)
- Spoonful (Howlin’  Wolf )
- Bron-Y-Aur Stomp (Led Zeppelin)
- Ohio (Crosby, Stills, Nash & Young)
- No Bad News (Patty Griffin)
- Standing In The Shadow Of The Hill
- Don't Let Me Die In Florida
- Black Dog (Led Zeppelin)
- Somebody Knocking
- I'm Your Witchdoctor (John Mayall)
- Waide Nayde (Justin Adams)
- Who Do You Love (Bo Diddley/ Whole Lotta Love (Led Zeppelin) / Steal Away / Bury My Body (Al Kooper)

- Another Tribe
- Gallows Pole (Led Zeppelin)

Agora é torcer para a capital gaúcha estar incluída no roteiro (há rumores que apontam como praticamente acertada sua passagem pelo estado). Eis um dos momentos do show do último dia 12. ATUALIZAÇÃO: Colunista de O Globo confirma vinda de Robert Plant. Saiba mais aqui.

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Confissões de uma groupie

31 de janeiro de 2012 1

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Pamela Des Barres inspirou a personagem Penny Lane, de Quase Famosos

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Acabei de ler “Confissões de uma Groupie”, livro escrito pela groupie mais famosa de todos os tempos, Pamela Ann Miller, também conhecida como Miss Pamela, ou Pamela Des Barres, como passou a se chamar depois de seu casamento com o músico e ator inglês Michael Des Barres, em 1977 (eles se divorciaram em 1991). Originalmente publicado nos Estados Unidos em 1987 sob o título de "I'm With The Band", o livro chegou em 2005 às livrarias brasileiras.

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Respeitem essa pequena, caros leitores! Titia P. tem muitas histórias para contar. Aos olhos de uma fã devotada, a groupie desvela boa parte da cena roqueira da Los Angeles do final dos anos 60, até metade dos anos 70. Criada na Califórnia, bastava uma carona para chegar aos seus ídolos. Foi quando desistiu dos simples garotos com quem estudava e decidiu partir em busca das estrelas da música pop. E como todo bom livro de rock, a história de Pamela começa com Elvis e a descrição do Rei rock nos preâmbulos de seu exílio militar: “Tenho calafrios sempre que assisto àqueles filmes em preto e branco de Elvis sendo tosado pelo Tio Sam”. E apesar do clima inicial ao estilo “diário de adolescente” deslumbrada pelo ídolo Paul McCartney, ao avançarmos pelas páginas do livro o clima vai esquentando e nosso interesse infla com as narrativas “sem frescuras” ou rodeios dessa diva do backstage. E precisamos respeitar a trajetória de Miss Pamela.

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Poucas puderam dar banda de carro com Jim Morrison, assistir um show do Led Zeppelin sentada no cubo da guitarra de Jimmy Page, dar um bico nos discos do Flying Burrito Brothers antes deles caírem nas lojas, ouvir conselhos do mago do experimentalismo Captain Beefheart, antecipar a cruzada de pernas de Sharon Stone em frente ao palco durante um show do country man Waylon Jenninngs (obviamente que ele acabou trocando alguns acordes e esqueceu letras). Ela também trabalhou de babá para os filhos de Frank Zappa, músico que inclusive a ajudou a formar sua própria banda, GTO’s, o primeiro (e mais famoso) grupo de groupies do mundo, que teve a produção do próprio Mister Z, além do auxílio de Lowell George (que depois formaria o Little Feat), músico que teve o papel ingrato de ser o “teacher” das meninas.

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Além da paixão pela música (ou pelos músicos), Pamela também se aventurou por Hollywood, fazendo alguns filmecos de baixo orçamento, seriados de TV sem expressão, e óbvio, teve seus romances com alguns atores, entre eles, Don Johnson (da série Miami Vice). A incursão pela dramaturgia também lhe rendeu boas amizades, como o cineasta e ator Woody Allen, que a convidou para assistir O Exorcista no cinema (ela jura que foi uma experiência divertidíssima!) A groupie também inspirou duas personagens do cinema, a Penny Lane (Kate Hudson) de “Quase Famosos” (2000), filme de Cameron Crowe e Suzette (Goldie Hawn) em “Doidas Demais”, comédia dirigida por Bob Dolman. É pouco? Tem mais. Só pra deixar o caro leitor ainda mais curioso, em uma pequena retrospectiva passaram pela cama de Pamela, nomes como Mick Jagger (a quem cedeu depois de muitas cantadas), Chris Hillman [um de seus grandes amores ao lado de Jimmy Page] (The Byrds, Flying Burrito), Noel Redding (Jimi Hendrix Experienced), Ray Davies (The Kinks), Keith Moon (The Who), entre tantos outros.

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Além da amizade duradoura com Frank Zappa e sua mulher Gail, Pamela se dava tri-bem com caras como Gram Parsons (The Byrds, Flying Burrito) para quem confeccionou algumas camisas countries personalizadas (lembram da letra de "Tiny Dancer" de Elton John?, sim ela era uma costureira!) e o vocalista do Led, Robert Plant, com quem ainda mantém contato esporádico.

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Com tudo isso, Confissões de uma Groupie (editora Barracuda, muito bem traduzido por Aline Azuma), é um daqueles livros indispensáveis, divertidos e que passam voando numa leitura de fim de semana.

Se você se interessa pelos bastidores do mundo do rock, tudo se torna mais humano e divertido com o livro de Miss P. Abaixo, Confira o som que  Pamela fez para Chris Hillman.

GTO's em ação!

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Jason Bonham não descarta possível show do Led Zeppelin no futuro

29 de dezembro de 2011 1

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Jason Bonhan, filho do finado baterista do Led Zeppelin, John Bonhan, declarou que você ‘nunca pode dizer nunca’ quanto ao Led Zeppelin tocar mais shows ao vivo, mas que nada está planejado no momento. O homem das baquetas tocou no lugar do pai quando a banda se reuniu para um único show em 2007 na O2 Arena de Londres e expressou sua esperança que a banda saísse em turnê, mas disse que atualmente não há planos para mais shows e que a banda não está programada para tocar na cerimônia de abertura dos jogos Olímpicos de 2012 tal como boatos davam conta que estivesse. Ele disse ao tablóide britânico The Sun: “Eu não falo com Robert [Plant] já faz uns seis meses mas ele está se divertindo. Por mim, você nunca pode dizer nunca. Se você me perguntar hoje se vai rolar imediatamente, bem, não, não se fala no assunto.” Bonham continuou: “Mas se você tivesse me dito em 2007 que eu tocaria com o Led Zeppelin em Dezembro daquele ano, eu teria dito que você era louco, então você nunca sabe.” O baterista está atualmente excursionando e gravando como parte do Black country Communion.

Fontes: NME/Kiss FM/Locaos

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Os melhores álbuns de 2011

20 de dezembro de 2011 2

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Por Márcio Grings

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Falem o que quiserem das listas. Eu sempre gostei delas. Essa dos melhores de 2011 partiu de uma provocação por e-mail do amigo Ricardo Seelig, cara que comanda o excelente blog Collector's Room e um daqueles brothers on-line “de respeito” que fiz nos últimos anos. Parte da lista que fiz também está publicada no blog da Itapema, ao lado dos colegas da Rede. O exercício de pensar sobre o “The Best” deste ano também me fez concluir que, musicalmente, em minha opinião, não tivemos um grande ano musical. Entretanto, tem alguns lançamentos bacanas que sacudiram as caixas de som lá de casa. Tanto que depois de uma reflexão mais atenta, minha lista acabou ganhando 11 nomes.  Tem coisa boa na lista aí debaixo. Confira.

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Ryan Adams – Ashes and Fires

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Adams surgiu como um dos mais promissores cantores compositores da geração 2000. Foram 10 álbuns em 10 anos de carreira solo. Lembrando que nos anos 90, Ryan era um dos integrantes do grupo de alt-country WhiskeyTown. Pra citar apenas dois trabalhos maiúsculos desse norte-americano de 37 anos, eu destaco o multi-platinado "Gold" (2001) e o propositalmente inacabado "Demolition" (2002). Depois de lançar dois livros de contos e poesia (ele prepara um terceiro para breve) - Infinity Blues e Hello Sunshine, Ryan deu uma paradinha de leve pontuada por declarações que iria abandonar o mundo musical. Era só um beiçinho. Aí ele voltou com tudo! Depois de três lançamentos em menos de um ano, Orion, Cardinals III & IV e Class Mitology, o homem parece realmente ter readquirido a velha forma. "Ashes And Fire"  foi lançado em outubro tendo o violão como principal instrumento na linha de frente das canções. A temática continua naquela conhecida levada baladeira com nuanças caipiras, 'folkêras' e roqueiras da virada dos anos 60/70. Lembra Flying Burrito Brothes, Grateful Dead da fase country e Stones na época de 'Exile'. O CD foi produzido pelo lendário Glyn Johns, que já trabalhou com os Stones e Who, e é pai de Ethan Johns, ex-produtor do Whiskeytown e de Gold. Além disso, o álbum tem participações especiais de Tom Petty, Benmont Tench e Norah Jones.

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North Mississipi All-Stars – Keys to the Kingdom

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O North Mississipi All-Stars é uma das melhores bandas de blues rock dos EUA surgida nos últimos dez ou quinze anos. O som do trio mergulha fundo na pentatônica música negra de raiz: soul, country e gospel, isso sem esquecer-se de chumbar o produto final com doses venenosas de rock “setentão”. Em “Keys of The Kingdom”, muitas vezes esse peso foi deixado de lado, surgindo canções mais afinadas com o mítico som do sul dos Estados Unidos. Há colaborações de respeito, como a veterana cantora Mavis Staples (The Meeting) e de Ry Cooder (Ain't No Grave). Ainda temos o bluesman Alvin YoungbloodHeart e o tecladista Spooner Oldhan, escolado colaborador da soul e country music. Minhas preferidas: “Jellyroll All rollin’ Heaven” e “Hear The Hills”. Entre as canções revisitadas, destaque para “Stuck Inside A Memphis Blues Again” (Bob Dylan) e “This A Way” (Woody Guthrie).

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Wanda Jackson – The Party Ain’t Over

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Como é bacana ver um veterano usando toda a experiência a seu favor. Envelhecer com a dignidade dos músicos de jazz, eis o sonho de muitos artistas. Vovó Wanda Jackson (74 aninhos) lançou esse ano “The Party Ain’t Over”, uma deliciosa colcha de retalhos que costura antigos e novos números de rockabilly e rock n roll, com produção devotada de Jack White. O álbum foi capturado no estúdio privado do músico, em Nashville, Tenessee. Para essa empreitada Jack arebanhou alguns compadres (tem gente das bandas My Morning Jacket, Raconteurs e Dead Weather) e como produtor esperto que é, ao ouvirmos atentamente as canções, entendemos perfeitamente o significado do nome do álbum – já que com a pequena ajuda de Jack, a festa realmente parece estar longe do fim para a cantora americana. A alegria contagiante de Wanda Jackson e os seus é um manifesto de vitalidade, como também aponta concisamente para um futuro com cara de passado. Minhas preferidas: "Shakin’ All Over" e a versão da véia pra “Thunder on the Mountain” de Bob Dylan.

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Gregg Allman – Low Country Blues

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O vocalista, tecladista e compositor norte-americano Gregg Allman (64), líder do The Allman Brothers Band é o homem de frente do grupo há mais de 40 anos. Entretanto, Gregg sempre teve incursões individuais. “Low Country Blues” conta com a produção de T-Bone Burnett, e tem entre os convidados, destaque para Dr. John, mestre da conjunção blues, jazz, zydeco e boogie, que assumiu os pianos do álbum. Greg mandou ver no violão e no órgão Hammond B-3, uma das marcas registradas do som do Allman banda. Já a banda base do álbum é formada por um músico de apoio da banda de Eric Clapton - Doyle Bramhall II (guitarra), e pela dupla Dennis Crouch (baixo) e Jay Bellerose (bateria), mesma dobradinha do premiadíssimo Raising Sand (2007), gravado por Robert Plant ao lado da cantora country Alison Krauss. “Low Country Blues” é uma espécie de recomeço para o irmão do falecido e cultuado guitarrista Duane Allmann, já que Gregg sofreu uma delicada cirurgia de transplante de fígado em junho de 2010, resultado de anos e anos de excessos e décadas de vício em heroína. Minhas preferidas: “Floating Bridge”, uma releitura de Skip James, “Got Devil My Woman”, e duas de Mudy Waters – “Rolling Stone” e “I Can’t Be Satisfied”.

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Charles Bradley – No Time for Dreaming

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“No Time For Dreaming” é um excepcional álbum de soul music para apaixonados pela old school do gênero. A sonoridade do CD é totalmente vinculada à era de ouro da música negra, e temos a impressão de que se trata de um álbum esquecido nos porões do tempo. Olhando a estampa do coroa, dá pra dizer que Charles Bradley parece uma mistura de Tony Tornado com James Brown, a apesar de estar estreando em um álbum, esse soul man de 63 anos é o que podemos chamar de veterano iniciante. Da capa com visual retro a aquilo que ouvimos vazar das caixas de som, “No Time For Dreaming” é um excepcional disco de soul.  Além das canções, rola algumas vinhetas ou temas instrumentais pela banda que o acompanha no CD, a Menahan Street Band, uma rapaziada danada de boa que faz interlúdios espertos e dá refresco e beleza ao contexto do trabalho.  Só preciso de dois sons pra convencer o leitor/ouvinte do requinte da obra: tasque no player “The World (Is Going Up In Flames” ou “Heartaches and Pain”, última faixa do CD, e você saberá do que estou falando. Que Charles Bradley não pare por aí.

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Josh T. Pearson - Lost of the Country Gentlemen

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Josh T. Pearson chamou inicialmente a atenção como líder do grupo Lift to Experience, banda americana que gravou apenas um disco – o elogiado The Texas-Jerusalem Crossroads (2001). Após o final das atividades de sua banda (ou bando), ele lançou seu primeiro trabalho solo de estúdio – “Last of The Country Gentlemen”. Digo ‘primeiro trabalho solo de estúdio’ porque o barbudo havia lançado o álbum ao vivo “To Hull and Back” (2006), espécie de preâmbulo desse cantor/compositor como um homem só na música (anti) pop. Não se engane com a palavra country no título do álbum - o som poeirento e repleto de espaços em branco de Josh T. Pearson não tem nada a ver com o country convencional. A ironia é desvendada quando sacamos o cruzamento de riffs de violão no clima do som do início dos anos 90, com nuanças do rock de Seattle, somadas a um tipo de folk cinzento com letras ‘deprês’. Sendo mais específico – na minha visão, uma mistura de Nick Drake com Mark Lanegan, utilizando um código genético ainda mais peculiar. Tipo: música perfeita para os garçons recolherem os copos num fim de noite qualquer em algum boteco de nossas vidas. Forte como uma dose de Jim Bean.

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Fleet Floxes – Helplessness Blues

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“Helplessness Blues” é o 2° CD dessa banda de Seattle liderada pelo guitarrista/cantor Robin Pecknold. As influências do Fleet Floxes passam por Bob Dylan, Neil Young e Beach Boys. ‘Tá ruim de referencia, né? A faixa título dá uma boa pista daquilo que você encontra com essas novas raposas do folk, gospel e country-rock. Confesso que esse é um daqueles trabalhos que me causam sentimentos dúbios quando o ouço. Consigo ficar arrebatado por canções como “Montezuma” e “Bedoim Dress”, no entanto, a jogada retro acentuada proposta pelo grupo de vez em quando aporrinha o saco, já que as melodias oferecem poucas variações melódicas. Soa repetitivo. O trabalho parece que foi gravado no final dos anos 60, com dose dupla de tempero folk barroco e rock clássico. Em suma: um disco perfeito para bichos-grilo (como eu) que ainda não se conformaram com o fim dos anos 60. Como diria Walt Whitman: “Contradigo-me? Pois bem, contradigo-me. Sou amplo, contenho multidões”. Com todos os seus defeitos (e qualidades, é óbvio!), o destaco como uma das pérolas do ano. Desconfie daquilo que lhe causa uma estranheza inicial, afinal, não é todo dia que podemos conferir novas bandas de rock que se arriscam em revisitar os anos 60 sem cair no óbvio. E o Fleet Floxes tem café no bule e muita lenha pra queimar. Já estou no compasso de espera para o próximo disco, pois acredito que eles estejam bem perto de acertar o alvo em cheio. Que venha um novo CD dos Floxes em 2012.

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Gary Clark Jr. – The Bright Lights

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Gary Clark Jr é considerado uma das novas promessas do blues norte-americano. Em outubro de 2011, esse texano de 27 anos abriu três dos quatro shows de Eric Clapton no Brasil (São Paulo e Rio). Gary ganhou o apelido peso-pesado de “Salvador do Blues”, e além do tradicional gênero do Mississipi, reza seu vernáculo também na cartilha da música negra, mais precisamente no soul music chamuscado com doses roqueiras. O músico vem gerando comparações e co-relações a nomes com um de seus conterrâneos mais ilustres – o guitarrista Stevie Ray Vaughan, morto num desastre aéreo em 1990. Clark foi um dos destaques do festival Crossroads Guitar, em 2010, onde se apresentou ao lado de BB King , Eric Clapton, Buddy Guy e Steve Winwood, e participou do filme “Honeydripper” - Do Blues ao Rock”, que conta a origem do blues e do rock nos Estados Unidos. Quanto ao som do homem, se você gosta de blues do bom, basta um único som do EP “The Bright Lights” para convencê-lo da qualidade do cara. Dê volume no seu som e ouça a faixa título. A casa vai tremer e Gary vai ganhar o respeito do ouvinte (leitor).

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Gustavo Telles & Os Escolhidos – Do Seu Amor, Primeiro é você que precisa

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O disco saiu no finalzinho do ano passado, porém tomo a liberdade de incluí-lo na lista de 2011. Gustavo Telles, baterista da banda instrumental gaúcha Pata de Elefante, soltou a voz e reuniu amigos para gravar um disco de canções de amor. Além de compositor de todas as canções ele toca violão de 12 cordas em “Tell Me Why” (única faixa no idioma mater do rock) e assume todos os vocais. E digo mais, se você gosta de discos como “Music From Big Pink”, do The Band, “No Reason To Cry”, de Eric Clapton e “Nashville Skyline”, de Bob Dylan, esse CD vai lhe deixar mais do que satisfeito. As referências ao Band são as mais explícitas, a começar pelo clima de camaradagem nas fotos da contracapa e encarte, possivelmente inspiradas nas imagens estampadas nos dois primeiros álbuns do extinto grupo canadense com base nos EUA. Não vejo nenhum problema, pelo contrário, além disso, o mais importante, canções como “Posso Me Perder” são descaradamente embebidas no clima country blues da banda de Robbie Robertson, Rick Danko, Levon Helm, Garth Hudson e Richard Manuel. Rock do bom no idioma de Camões.

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Etta James – The Dreamer

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Aparentemente, a carreira musical de Etta James termina com The Dreamer. A cantora anunciou faz alguns meses que este seria seu álbum de despedida, um grito de adeus antes da aposentadoria. Etta, 73 anos, um dos últimos nomes ainda na ativa da velha escola do blues & soul (e jazz) passou por maus bocados em 2011. Esteve hospitalizada durante alguns meses passando por um tratamento contra a leucemia. Ela também sofre de Alzheimer, desde 2009. Entretanto, as intempéries da vida não a impediram de gravar um novo trabalho que mostra Etta cantando muito. Era uma espécie de dívida com ela mesma, tipo "antes de entrar pra reserva, preciso mostrar ao mundo que ainda posso gravar um bom álbum". E ela conseguiu. No repertório canções de Ray CharlesBobby BlandJohnny “Guitar” Watson, Otis ReddingLittle Milton, ou seja, garantia do melhor rhythm & Blues do pedaço, certas vezes, com um temperinho rock and roll. Entre as surpresas, lá está uma releitura "boogie" avassaladora de Welcome to the Jungle do Guns N’ Roses. Dê uma canção meia boca pra velha Etta e ela transforma o número num blues arrasa quarteirão. "Me dá meu gorro!". Um disco de tirar o chapéu.

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Tom Waits - Bad As Me

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Nosso herói é conhecido por seus estranhos métodos de trabalho. Tom Waits confessou que compõe alguns dos seus temas a partir de gritos solitários vociferados no seu automóvel. Waits também disse ao jornal austríaco Die Presse que conduz o seu carro por aí e grava num pequeno gravador. “Como tenho família, o único lugar tranquilo é o carro. Ou então vou para o estúdio, entro em transe e descarrego a letra de uma forma mágica. Um pouco como um vendedor de bíblias bêbado”. Antes mesmo de ser lançado, “Bad As Me”, novo álbum de Tom Waits já ganhou status de um dos melhores CDs do ano. O trabalho tem menos crueza do que de costume, e os arranjos estão muito caprichados. Isso não significa tem que encontraremos um disco rebuscado de arranjos e repleto de “piripaques” tecnológicos, bem pelo contrário, o lance ainda soa beat, direto e minimalista. Entre os convidados, o bluesman branquelo Charlie Musselwhite toca gaita em cinco faixas, Flea (do Red Hot Chili Peppers) toca baixo em "Hell Broke Luce". O destaque principal fica por conta do pirata Keith Richards, que manda ver na guitarra e canta em "The Last Leaf" e "Satisfied". Falando em satisfação... Esta última canção, é um blues raivoso e hipnótico, carregado pelo riff de Keith. Até dá os ares de Satisfaction dos Stones, ainda mais quando o ouvimos cantar: “I said I will have satisfaction”.

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Led Zeppelin IV - álbum faz 40 anos e volta a pontuar na Billboard

19 de novembro de 2011 3

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Conheça as histórias por trás das canções

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No último dia 8 de novembro chegamos aos 40 anos do lançamento de um dos álbuns mais celebrados da história do rock mundial. E tem muita gente se ligando na data. Essa semana ele voltou a figurar no TOP 200 da revista Billboard (isso não acontecia há mais de 20 anos).  Led Zeppelin IV não é apenas considerado o melhor LP do Led Zeppelin, como também se tornou um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos (os últimos números contabilizados beiram quase 40 milhões de cópias comercializadas em todo mundo).

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O trabalho foi capturado em Headley Grange (overdubs e mixagens foram feitos no Basin Street Studios, Island Studios,  e finalizações no Olympic Studios, em Londres e no Sunset Sound Studios, Los Angeles, além de um retoque final do bom e velho Abbey Road Studios na capaital inglesa), uma casa transformada em estúdio localizada em East Hampshire, na Inglaterra, um lugar idílico (construído em 1795), onde várias bandas de rock gravaram álbuns importantes do gênero, entre elas o Humble Pie, Bad Company e o Genesis.  Jimmy Page, Robert Plant , John Paul Jones e John Bonhan se mudaram para lá em janeiro de 1971, mês em que o inverno inglês estava se manifestando da forma  mais intensa e rigorosa. O aquecedor central da casa da década vinte se mostrou ineficiente para combater os dias e noites geladas por lá. No final das contas o alto astral da residência e o bom momento da banda solidificaram as gravações e toda a feitura do trabalho, assim como o processo foi cercado de acasos felizes. A engenharia de som ficou a cargo de Andy Johns (que um anos depois trabalharia em outro clássico, Exile On Main Street, dos Stones).

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Em "It Might Get Loud" Page relembrou algumas histórias na lendária casa-estúdio.

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A posterior foto da capa mostra um velho eremita dobrado pelo feixe de galhos que carrega nas costas.  Quando abrimos a capa do LP, podemos ver algumas casas antigas, e além dela, um edifício, símbolo da modernidadena Grã-Bretanha dos anos 70. O quadro foi comprado em uma loja de quinquilharias em Reading, Berkshire, por um roadie do Led. Na capa ela está pendurada em uma parede que está descascando, dentro de uma casa parcialmente demolida. Na capa não temos o nome da banda, algo ousado para a época (o Pink Floyd fez isso uma no antes com Atom Heart Mother, o LP da vaca), e além disso, cada um dos integrantes do LZ escolheu um símbolo cabalístico para sí. Tá lá no encarte e em milhares de camisetas nos quatro cantos do mundo.

Vamos as canções:

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Black Dog - Abrindo o Lado A temos uma criação baseada em um riff de John Paul Jones desenvolvido depois de ouvir “Tom Cat”, canção de Muddy Waters que saiu no álbum “Electric Mud (1969). “Black Dog” tem em sua origem em uma brincadeira que buscava homenagear um cão labrador que perambulava pelo quintal de Headley Grange. O tema repleto de mensagens subliminares ganhou letra de Robert Plant que demonizava entre outras coisas, força sexual de uma  “mulher de pernas grandes (big-legged woman)”  e a luxúria masculina.

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Rock and Roll – Tudo começou quando durante um ensaio Bonhan brincou em cima da abertura de “Keep A-Knocking” de Little Richard. E como que surgido do nada, Jimmy Page emendou o riff que conhecemos hoje. Em uma noite a canção estava pronta. A letra foi escrita por Plant.

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The Battle of Everymore – Outra letra de Plant. Essa foi inspirada do livro “O Senhor dos Anéis” (uma das paixões do vocalista), também em uma história militar da idade média e na mitologia celta. Para cantar em dueto no tema, Plant teve a ideia de convidar Sandy Denny, uma das vozes do grupo inglês Fairport Convention. Funcionou. Enquanto o vocalista desenrola os eventos da história, Denny surge como uma resposta do povo que participava das batalhas, uma voz que incitava as pessoas a se desfazer de suas armas. Um folk épico que virou marca registrada da banda.

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Stairway To Heaven – Plant conta parte da história de como surgiu a música: “Jimmy e eu sentamos em frente da lareira, o ambiente era incrível”, ele lembrou anos depois. “Eu estava segurando um lápis e um papel, e por algum motivo estava muito de mau humor. Então, de repente, minha mão estava escrevendo as palavras “There’s a lady who’s sure all that glitters is gold / and she’s buying a stairway to heaven”. Eu fiquei lá sentado e olhei para as palavras e quase caí. A letra, ele explicou, “falava de uma mulher que conseguia tudo o que queria sem dar nada em troca”. Page compôs a base do som em alguns minutos com um cigarro preso entra as cordas junto da cravelha. Em contas recentes (2009), “Stairway To Heaven” havia sido tocada mais de 5 milhões de vezes nas rádios americanas.

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Misty Mountain Hop – a influência de Tokien (autor de "O Senhor dos Anéis) sobre Plant também está presente no momento mais pop do álbum. No tema que abre o Lado B do vinil, são estabelecidos laços alegóricos entre a nação hippie, da qual o cantor se considerava membro devoto, e os heróis mitológicos do Hobbit. Na verdade a letra tira inspiração de uma batida policial atrás de drogas e o conseqüente desejo de fugir de algum lugar “over the hills where the spirits fly”.

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Four Sticks – Foi baseada em uma ideia de Page de criar uma música em cima de um raga indiano. John Bonhan criou o solo de bateria batucando em latas de cerveja vazias, isso logo depois de assistir um concerto do baterista Ginger Baker com a Ginger Baker’s Airforce.

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Going To California – Essa sempre será a minha preferida do álbum. Um hino de louvor a estrada e devotada homenagem de Page e Plant a cantora canadense Joni Mitchell. Um dos LPs  que rolavam insistentemente no toca-discos de Headley Grange era “Ladies of The Canyon”, lançado por Joni em 1970. Plant disse depois “quando você se apaixona por Joni Mitchell você realmente precisa escrever sobre ela”.

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When The Levee Breaks – uma velha canção de Memphis Minnie McCoy e Kansas Joe McCoy que a banda reinventou com uma mantra hinótico rock-blues, que ultrapassa de longe a original, gerando uma obra completamente nova. A grande diferença ficou a cargo da bateria. Gravada com dois microfones Beyer M160 no saguão da casa, batixado de “Galeria dos Trovadores”, esse take acabou definindo o som de bateria dos anos 70. O hall possuía a altura de cercade três andares e por isso, assemelhava-se ao som de uma catedral. A harmônica de Plant também empresta cores blueseiras ao tema. Jimmy depois descreveu como uma de suas mixagens favoritas, especialmente o momento perto do climax, quando "tudo começa a se mexer, menos a voz, que permanece estacionada".

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Fontes: Quando os Gigantes Caminhavam sobre a Terra e A Arte no Rock.

Robert Plant grava participação em álbum da nova sensação da ópera britânica

06 de novembro de 2011 0

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Alfie Boe regravou "Song To The Siren" de Tim Buckley

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Ele canta apenas uma linha, e ele nem sequer aparece na tela. Entretanto, o ex-vocalista do Led Zeppelin, Robert Plant, deu o ar da graça em um vídeo recentemente lançado de Alfie Boe, a nova estrela da ópera britânica. Boe fez uma nova versão para Song To The Siren, canção do folk singer norte-americano Tim Buckley (pai de Jeff Buckley).  O tenor de 39 anos construiu seu nome em grandes musicais, e é considerado como a nova voz da opera  ‘Les Miserable' na Europa.

Aos 50 segundos, Boe se cala e olha para a esquerda, quando então emerge a voz de Plant. O ex-Led canta apenas em uma frase, em que diz: Or shall I lie with death my bride?

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A versão de para Song To The Siren pode ser encontrada no próximo álbum de Boe, Alfie, que será lançado no próximo dia 8 de novembro nos EUA e UK. Plant já havia gravado a canção em Dreamland, álbum solo de 2002. Um representante da Decca Records, selo de Boe, disse que os cantores estão pensando em futuras colaborações e possivelmente façam alguns concertos juntos em breve.

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Eis a versão original com o dono da música. Tim Buckley ao vivo no programa de TV dos Monkees em 1968.

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Os filhos de Jim Dickinson com as chaves do reino do som

28 de janeiro de 2011 0

Divulgação Songs Of The South#

Além de cantor, pianista e produtor musical renomado, Jim Dickinson foi um daqueles homens de confiança de muitas cobras criadas da música americana e britânica. Só pra citar três empregadores do músico, ele  foi sideman do guitarrista Ry Cooder e colaborou com os Stones na virada dos 60 pros 70, além de ter participado de Time Out of Mind (1997), um dos melhores álbuns da carreira de Bob Dylan. Suas raízes musicais sempre estiveram arraigadas na música sulista americana e suas variantes. Dickinson morreu ano passado, mas sua família seguiu no ramo musical. Dois de seus filhos, Luther (guitarrista e vocalista) e Cody (baterista e tecladista), formam o núcleo do North Mississipi All-Stars, uma das melhores bandas de blues rock dos EUA nos últimos dez ou quinze anos. Com a ajuda do baixista Chris Chew, o som do NMAS mergulha na música negra de raiz pentatônica, soul, country e gospel, isso sem esquecer de chumbar o produto final com doses venenosas de peso setentão.

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Divulgação Songs Of The South

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Acredito que esse lance do patriarca dos Dickinson ter batido as botas mexeu com os irmãos, pois em Keys to the Kingdom (lançamento agendado para o próximo dia 01/02), eles se voltaram para as influências paternas. Falo disso, porque se fizermos uma comparação desse CD com Hernando, álbum lançado pelo trio há exatos três anos, percebemos que a rapaziada meteu o pé no freio e entrou de cabeça nesse lance de raízes caipiras. Inclusive, muitas vezes o peso foi deixado de lado, e dessa forma, surgiram canções mais afinadas com o mítico som do sul dos Estados Unidos.

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Deste modo a temática das músicas fala de revolta (This A Way e Jumpercable Blues) e resignação (How I Wish My Train Would Come , Hear the Hills). Ao longo do caminho há colaborações de peso, como a da veterana cantora Mavis Staples (The Meeting) e de Ry Cooder, ex-partner do papai dos irmãos. (Ain't No Grave). O bluesman Alvin Youngblood Heart é outro nome gráudo que dá as caras, e completando o cast temos o tecladista Spooner Oldhan, escolado colaborador da soul e country music. Entre as canções revisitadas, destaque para Stuck Inside A Memphis Blues Again (Bob Dylan) e This A Way (Woody Guthrie). No frigir dos ovos a crueza sonora característica do North Mississipi All-Stars ainda permanece intacta, mesmo que agora a direção tenha mudado, eles estão no caminho certo, afinal, as chaves do reino (The Keys to the Kingdom) ainda estão sob  a tulela do trio.  Depois é só dar a ignição e partir para a estrada como banda de abertura da Band Of Joy de Robert Plant.  De algum lugar papai Jim deve observar orgulhoso.

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Fígado novo, vida e alma nova para Gregg!

10 de janeiro de 2011 1


Divulgação Rounder#
O vocalista, tecladista e compositor norte-americano Gregg Allman (63), líder do The Allman Brothers Band, e homem de frente do grupo há mais de 40 anos, está lançando novo álbum solo. Isso praticamente uma década e ½ sem colocar na roda trabalhos individuais (seu último foi Searching For Simplicity, de 1997). Low Country Blues tem lançamento programado para o próximo dia 25 de janeiro, e conta com a produção de T-Bone Burnett. Entre os convidados, destaque para Dr. John, mestre da conjunção blues, jazz, zydeco e boogie, que talentosamente assumiu os pianos do álbum. Greg mandou ver no violão e no órgão Hammond B-3, uma das marcas registradas do som do Allman.
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Já a banda base do álbum é formada por um músico de apoio da banda de Eric Clapton - Doyle Bramhall II (guitarra), e pela dupla Dennis Crouch (baixo) e Jay Bellerose (bateria), mesma dobradinha do premiadíssimo Raising Sand (2007), gravado por Robert Plant ao lado da cantora country Alison Krauss.
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Low Country Blues é uma espécie de recomeço para o  irmão do falecido e cultuado guitarrista Duane Allmann, já que Gregg sofreu uma delicada cirurgia de transplante de fígado em junho de 2010, resultado de anos e anos de excessos e décadas de vício em heroína. Abaixo ele fala dessa nova etapa de sua vida (sem legendas).
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