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Posts com a tag "Roger Waters"

Ouça: Roger Waters compõe música em homenagem a brasileiro morto em Londres

13 de fevereiro de 2013 1

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Canção está incluída no tour 2013 de The Wall

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Desde o seu lançamento, em 1979, "Pink Floyd The Wall" tem viajado por todo o mundo, tendo inclusive virado filme em 1981. Já há um bom tempo sem a companhia do Pink Floyd, e preparando-se para embarcar no  tour 2013 do mega espetáculo, Roger Waters adicionou uma nova canção ao setlist que também passou pelo Brasil ano passado, incluindo Porto Alegre.

Leia a resenha do show de RW em POA.

Talvez alguns não não tenham percebido, no vídeo abaixo, capturado em uma apresentação nos Estados Unidos, também no ano passado, ele já tocava o novo som. Trata-se de “The Ballad of Jean Charles de Menezes", tema inspirado na morte do jovem brasileiro baleado pela polícia londrina, após ser erroneamente identificado como um dos autores de uma tentativa de atentado. A canção está encaixada depois de "Another Brick in the Wall part II".

Confira as datas já agendadas para o tour de The Wall desse ano.

Bonita homenagem.

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Abaixo, Waters fala mais sobre sua obra e o próximo tour (sem legendas).

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Parabéns, senhor Roger Waters!

06 de setembro de 2012 3

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Ex-líder do Pink Floyd faz 69 anos

A biografia desse inglês nascido em 06 de setembro de 1943 é extensa. À frente do Pink Floyd, Roger Waters foi protagonista de vários clássicos do nosso tempo. Como artista solo oscilou bons e maus momentos. Meu álbum solo preferido de Waters ainda é The Pros and Cons of Hitch Hiking (1984) que tinha Eric Clapton com um dos guitarristas do LP. Entretanto, não dá pra negar a importância desse peso pesado do rock. Só pra citar um único exemplo, um dos discos mais bem-sucedidos da carreira do Pink Floyd, The Wall (1979) vendeu 23 milhões de cópias. Três anos depois foi adaptado para a grande tela. Pink Floyd The Wall (82), dirigido pelo cineasta Alan Parker levou multidões aos cinemas de todo o mundo.

E pra concluir, a turnê remontada de “The Wall” (que passou em março pelo Brasil, incluindo Porto Alegre) foi a mais lucrativa de 2012.

Leia sobre o show de RW na capital gaúcha

Roger tem motivos pra comemorar.

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Divulgado vídeo com bastidores do último encontro dos membros originais do Pink Floyd

18 de maio de 2012 0

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Reunião ocorreu em maio do ano passado

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Em 2005, os membros originais do Pink Floyd deixaram de lado suas diferenças e Roger Waters, David Gilmour, Rick Wright e Nick Mason se reuniram para um breve show no Live 8.

Veja a apresentação completa.


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Com a morte tecladista Richard Wright, em 2008, definitivamente a porta foi fechada para a formação original novamente ser vista na íntegra. Entretanto, esse reencontro levou a novas colaborações entre os membros sobreviventes - como o concerto de Roger Waters - The Wall Live, em maio de 2011, onde Waters foi brevemente acompanhado por Gilmour e Mason. Agora, graças ao YouTube, você pode ver alguns dos momentos que antecederam o show no O2 Arena, na capital inglesa.

O vídeo filmado em preto e branco tem seis minutos e mostra os preparativos para a apresentação, incluindo momentos de bom humor (Vendo David Gilmour no alto do muro, Waters brinca com o guitarrista).

Se você é fã do Pink Floyd, vale dar um clique no vídeo abaixo. Será que não há chance de um novo reencontro?

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A história do Pink Floyd em livro

03 de abril de 2012 1

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Publicação é considerada uma das melhores obras sobre o grupo inglês

Aproveitando a passagem do Furacão Waters e seu “The Wall Live” pelo país, a editora Generale lança por aqui um precioso livro para quem gosta de Pink Floyd. Escrito pelo jornalista inglês especializado em música Mark Blake (Q Magazine e Mojo) "Nos Bastidores do Pink Floyd" narra a trajetória vitoriosa dos integrantes de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos.

Para produzir o texto, o autor entrevistou membros do grupo, além de conversar com amigos, produtores, críticos musicais, namoradas e um exército de testemunhas que acompanharam de perto o desenvolvimento deste fenômeno musical britânico. O volume aborda desde a infância dos integrantes, mostrando o impacto que a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) teria tido sobre eles e sobre as obras-primas que produziram, até os anos mais recentes (mais precisamente até 2007, quando rolou o "Madcap's Last Laugh", tributo a Syd Barret).

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Além das histórias e curiosidades factuais, o autor fornece detalhes sobre a personalidade, os sonhos, os medos e as frustrações de Roger Waters, David Gilmour, Nick Mason, Richard Wright (1943-2008) e Syd Barrett (1946-2006). O livro foi lançado originalmente em 2008 (EUA e UK) e tornou-se um grande sucesso de crítica. Foi alçado pelos especialistas ao posto de potencial biografia definitiva do grupo.

Aproveitando a deixa, o blog relembra a última vez que os quatro membros originais estiveram juntos no mesmo palco. (Live 8 - 8 de julho de 2005).

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10 motivos para não perder o show de Roger Waters

23 de março de 2012 2

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Porto Alegre recebe apresentação do ex-líder do Pink Floyd no próximo domingo

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Eu diria que o sujeito dispensa apresentações. Em todo caso, vamos lá! A biografia desse inglês nascido em 06 de setembro de 1943 é extensa. A frente do Pink Floyd, Roger Waters foi protagonista de vários clássicos do nosso tempo. Como artista solo oscilou bons e maus momentos. Meu álbum preferido de Waters ainda é "The Pros and Cons of Hitch Hiking" (1984) que tinha Eric Clapton como um dos guitarristas. Entretanto, não dá pra negar a importância desse peso pesado do rock. Só pra citar um único exemplo, um dos discos mais bem-sucedidos da carreira do Pink Floyd, "The Wall" (1979) vendeu 23 milhões de cópias. Três anos depois foi adaptado para a grande tela. "Pink Floyd The Wall" (1982), dirigido pelo cineasta Alan Parker levou multidões aos cinemas de todo o mundo.

E é justamente “The Wall”, o álbum que Waters retornou a abordar em sua atual turnê.

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A turnê "The Wall Live" iniciou ano passado na América do Norte e em 2011 seguiu para a Europa, sempre com ingressos esgotados. Antes disso, o disco só havia sido tocado na íntegra logo depois do lançamento e em julho de 1990, para comemorar a queda do muro de Berlim. Os números e a infra-estrutura do tour impressionam: 112 toneladas de equipamentos e suportes técnicos, que precisam de 21 caminhões para ser transportadas. O espetáculo conta com telões, som quadrafônico, efeitos especiais, fogos de artifício, o lendário porco voador, bonecos infláveis, o famoso avião batido e as imagens originais de Gerald Scarfe, ilustrador que fez a capa do álbum original e contribuiu com suas imagens no longa de Parker.

Em 2012, antes de desembarcar na América Latina, ele passou pela Austrália e Nova Zelândia. E nesse fim de semana, Waters finalmente aterriza em Porto Alegre, cidade onde inicia a perna brasileira do Tour.

>>> Os impressionantes números do circo que movimenta o espetáculo

>>> Veja a apresentação completa em Londres (17/05/2011)

>>> Confira o serviço completo do show na capital gaúcha

>>> Saiba que são os músicos do tour The Wall Live
>>> setlist oficial

Se você ainda não se decidiu, ou pior, se a ficha ainda não caiu e por algum motivo você não sacou o grande show que irá perder, o blog coloca aquela pilha nos indecisos e elenca 10 motivos que demonstram a importância desse espetáculo.

01 – Oportunidade para assistir na íntegra um dos grandes clássicos do rock de todos os tempos

Waters toca pela primeira vez, ao vivo, no Brasil, a íntegra do álbum de mesmo título, grande clássico do grupo, lançado em 1979, e que ganhou as telas do cinema com o diretor Alan Parker. Para o show, Roger Waters desenvolveu imagens dinâmicas para ilustrar a história e as canções, à frente de um muro com mais de 137 metros de largura, que forma um telão. Quem conhece Pink Floyd sabe, com certeza “The Wall” não é o melhor álbum do Pink Floyd, mas provavelmente, “The Wall” seja o disco que você mais ouviu da banda!

02 – Um espetáculo tecnológico

Telões de última geração, pirofagia, 172 alto-falantes, 23 projetores, 82 moving lights, ou seja, algo como o “Maior Espetáculo da Terra” passará pela capital gaúcha.

03 – Um show com requintes teatrais e cênicos

Assim como no Filme de Alan Parker, de 1982, durante o espetáculo, há vários momentos com encenações e dramatizações que acentuam o clima urgente das letras do álbum. Sem sombra de dúvida, “The Wall” ainda reflete alguns importantes dilemas da vida moderna.

04 – Uma noite para fãs do Pink Floyd

Quando poderíamos imaginar que passado mais de 30 anos do lançamento original do LP, um dia teríamos a oportunidade de assistir a uma das peças mais importantes da história do rock. Mesmo que apenas um dos integrantes do Pink Floyd esteja no palco, é esse homem que concebeu a obra, praticamente na íntegra daquilo que compete criação e conceito.

05 – Uma super banda acompanha Waters

Só marujo velho e viajado compõem o time de músicos que trabalham com Waters nesse tour. Entre eles, destaque para os guitarristas G.E. Smith, Snowy White e Dave Kilmister, o tecladista (velho colaborador de Waters) Jon Carin e o filho do homem, Harry Waters, que toca orgão Hammond, teclados e acordeom. Mais detalhes no link.

06 – O Tour brasileiro inicia na capital gaúcha

Sempre é um aditivo a mais. Tudo começa por Porto Alegre. Ou seja, todo o público roqueiro do país estará antenado no palco do Beira-Rio neste domingo. Todos os jornais estarão falando da apresentação na segunda-feira. Alguém dúvida?

07 – Essa pode ser a última vez

Acreditem, em 6 de setembro desse ano Waters completará 69 anos. E o homem continua em forma. Entretanto, numa altura dessas do campeonato, nunca se sabe se haverá um novo tour nessas dimensões e até quando o músico poderá continuar excursionando. Ver Roger Waters ao vivo é como ver o "oeste" antes que o horizonte desapareça.

08 - Roger Waters é um dos grandes nomes do rock

Alguém contesta isso? A história do ex-líder do Pink Floyd poderia ser resumida em apenas dois álbuns (ele fez muito mais do que isso), mas apenas “The Dark Side of The Moon” e “The Wall” venderam milhões e milhões de cópias e colocaram o nome do baixista no panteão dos Grandes do gênero. Ponto final.

09 – Show para assistir em arenas

Eu sou daqueles caras que curtem assistir um show em pequenos espaços, botecos, casas de espetáculo de porte médio, no entanto, é inegável dizer que seria impossível sacar o conteúdo complexo de “The Wall” em um terreno delimitado. “The Wall Live” foi feito para ser conferido em grandes espaços, em amplitude aberta, ao ar livre.

10 – Depois não adianta lamentar

É aquela velha história, depois você vê as reportagens na TV, ouve as impressões de seus amigos que assistiram o lance de perto, lê as reportagens nos jornais e revistas, e se pergunta; “Como eu pude ficar de fora desse mega evento?”. Pois é, não tenho a mínima ideia. Eu estarei lá.

Saiba alguns números e curiosidades da turnê de Roger Waters

22 de março de 2012 6

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Alguns números do tour The Wall Live, de Roger Waters são realmente impressionantes.

Confira:

• Largura da parede: 137 metros de largura; 11 metros de altura; 5,5 metros de profundidade
• Número de tijolos: 424
• Tempo para construir o muro (ou seja, período que corresponde ao primeiro tijolo até o último): 45 minutos
• Número de construtores: 12 pessoas da produção do artista e 8 pessoas das produções locais 
• Motores elétricos: 47 
• Eixos de controle para construção de The Wall: 20 
• Comprimento de todos os cabos elétricos, incluindo iluminação, som e potência: Cerca de 32 quilômetros
• Alto-falantes:172 (incluindo surrounds e monitores)
• Moving lights: 82 
• Projetores: 23 
• Diâmetro da tela circular: cerca 9 metros de diâmetro
• Comprimento / largura da projeção da parede: 73 metros de largura x 7,5 metros de altura
• Mesas de controle e seus respectivos operadores: 12 
• Carrinhos de cenário: 140 
• Altura dos infláveis: Professor – 9 metros; Esposa – 9 metros; Mãe – 10 metros
• Peso de todo o cenário: 55 toneladas 
• Peso de equipamentos de chão: 57 toneladas
• Peso total: 112 toneladas
• Caminhões: 21 
• Quantidade de energia necessária para show: 3000 ampères
• Equipe de carpintaria: 16
• Equipe de iluminação: 5 
• Equipe de vídeo: 5
• Equipe de som: 6 
• Equipe de backline: 4 
• Equipe de automação: 6 
• Equipe de pirofagia: 3
• Equipe de aparelhadores: 4
• Equipe total da turnê: 66 (excluindo 18 da banda e equipe pessoal)
• Ônibus: 6 
• Equipe local: 80.

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A apresentação de Roger Waters na capital gaúcha tem início as 20h do próximo domingo (25). Confira o serviço completo no link.

Conheça a banda de Roger Waters no tour The Wall Live

21 de março de 2012 14

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Filho do ex-líder do Pink Floyd é um dos integrantes da trupe

Todo mundo sabe da dimensão do espetáculo que veremos no próximo domingo, em Porto Alegre. Roger Waters, grande mentor intelectual do The Wall Live, o perfeccionista ex-líder do Pink Floyd virá acompanhado de um timaço de músicos. Além do protagonista, que canta, toca baixo, violão e trompete, confira o currículo dos músicos e cantores que auxiliam o músico inglês nas quatro linhas do palco.

Dos onze profissionais, sete são americanos e quatro são ingleses.

The Wall Live band:

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Robbie Wyckoff, americano – vocais. Já trabalhou com Dianna Ross, Bill Medley, BJ Thomas, Gloria Gaynor, Barbra Streisend e Jackson Browne. É ele que faz a voz de David Gilmour em "Confortably Numb".

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Graham Broad, inglês - bateria, percussão e ukelele.   Gravou e tocou em turnês com Tina Turner, Beach Boys, Jeff Beck, Van Morrison, Bryan Adams e George Michael.

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Dave Kilminster, inglês - guitarra, banjo. Sideman do ex-Uriah Heep Jon Wetton e colaborador de Keith Emerson (Emerson, Lake & Palmer).

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G.E. Smith, americano - guitarra, baixo, bandolin.  Além de ter uma sólida carreira solo, Smith foi diretor musical do programa de TV norte-americano Satuday Night Live e excursionou com Bob Dylan nas turnês de 1988, 1989 e 1990.

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Snowy White, inglês - guitarra. Antigo colaborador De Roger Waters, que já passou pela banda de Peter Green e pelo Thin Lizzy.

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Jon Carin, americano - teclados, violão, guitarra e lap steel.  Já gravou com o próprio Pink Floyd, em álbuns como “A Momentary Lapse of Reason” e “The Divison Bell”, além de ter tocado com o The Who e David Gilmour (carreira solo).

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Harry Waters, ingles - orgão Hammond, teclados, acordeom.  Sim, ele é filho do homem. Harry toca com o papai desde 2002. Já colaborou em turnês de Marianne Faithful e da Ozric Tentacles, além de ter montado a Harry Waters Band, um grupo jazzista que gravou um bom álbum em 2008.

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E o time de backing vocals conta com Jon Joyce, americano (Neil Diamond, Yvonne Elliman), e três membros da banda californiana Venice, os irmãos Kipp, Mark e Pat Lennon.

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David Gilmour, 66 anos nesta terça-feira

06 de março de 2012 0

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Guitarrista disponibiliza faixa para download gratuito em seu site

David Gilmour, o eterno guitarrista do Pink Floyd completa 66 anos nesta terça-feira (06). Para comemorar a data, em seu site oficial foi disponibilizada para download gratuito a faixa “Pocketful of  Stones”, canção lançada há exatos seis anos no álbum “On An Island”.

Faça o download aqui.

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A última aparição de Gilmour foi em uma participação no show The Wall Live, de Roger Waters, quando reprisou o solo de "Confortably Numb", um dos celebres temas do álbum lançado pelo Floyd em 1979.

Apresentação no dia 02 de maio de 2011 (o2 Arena, em Londres).

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Roger Waters - The Wall Live. Veja o show completo

05 de março de 2012 4

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Blog antecipa na íntegra o espetáculo do dia 25 de março, em Porto Alegre

Essa apresentação foi registrada no O2 Arena, em Londres, em 17 de maio no ano passado. O registro é caseiro, entretanto, foi capturado em HD, e irá suprir a necessidade dos mais ansiosos. Eu confesso que não resisti.

Se você ainda não comprou seu tíquete para o show do dia 25 de março, em Porto Alegre - eis o link.  Até o final da semana passada, os ingressos para a pista premium eram os únicos que ainda estavam à venda. Os outros setores já estão esgotados.

Confira o set:

Slideshow

Intro

In The Flesh? 
The Thin Ice 
Another Brick In The Wall (Part 1) 
The Happiest Days Of Our Lives 
Another Brick In The Wall (Part 2) 
Mother 
Goodbye Blue Sky 
Empty Spaces 
What Shall We Do Now 
Young Lust 
One Of My Turns 
Don't Leave Me Now 
Another Brick In The Wall (Part 3) 
The Last Few Bricks 
Goodbye Cruel World 
Hey You 
Is There Anybody Out There? 
Nobody Home 
Vera 
Bring The Boys Back Home 
Comfortably Numb 
The Show Must Go On 
In The Flesh 
Run Like Hell 
Waiting For The Worms 
Stop 
The Trial 
Outside the Wall

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The Wall Live band:

Roger Waters - baixo, vocais, violão e trompete 
Robbie Wyckoff - vocais 
Graham Broad - bateria, percussão, ukelele 
Dave Kilminster - guitarra, banjo 
G.E. Smith - guitarra, baixo, bandolin 
Snowy White - guitarra 
Jon Carin - teclados, guitarra, lap steel 
Harry Waters - orgão Hammond, teclados, acordeom 
Jon Joyce, Kipp Lennon, Mark Lennon, Pat Lennon - backing vocals

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Veja. 1h55min de uma obra prima do rock.

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Pink Floyd do Amazonas

17 de fevereiro de 2012 1

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Esse vídeo é um mimo pra quem gosta de versões. Começamos o clima de aquecimento para o show de Roger Waters, próximo dia 25, no Beira Rio.

Peguei essa no blog Sequela Coletiva.

Espetacular. O cara é uma espécie de Ed Wood do rock. E o percussionista... Putz!!!! No quesito empolgação, esse rapaz deixa Ray Cooper no chinelo. Depois de tocar o medley "The Happiest Days of Our Lifes/Another Brick In The Wall (part II", a dupla ainda faz a sua versão de "Brasileirinho" de Waldir de Azevedo.

Clica aí.

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Pink Floyd: Há 35 anos, grupo inglês lançava Animals

23 de janeiro de 2012 6

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Por Ricardo Seelig

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"Nesta segunda-feira, 23 de janeiro, Animals, disco lançado pelo Pink Floyd em 1977, completa 35 anos. Décimo álbum do grupo, sucedeu Wish You Were Here (1975) e antecedeu The Wall (1979). Para muitos, Animals é, na verdade, o último trabalho do grupo como uma banda, já que The Wall foi quase todo composto por Roger Waters. Com apenas cinco músicas, todas elas criticando a crise econômica e social que a Inglaterra vivia no período, o disco foi inspirado pelo clássico A Revolução dos Bichos, do escritor inglês George Orwell.

O disco chegou às lojas dia 23/01/1977, ano que marcou a explosão do movimento punk no Reino Unido. Johhny Rotten, vocalista do Sex Pistols e um dos maiores representantes da cena, desfilava com uma camiseta escrita “I hate Pink Floyd” pelos quatro cantos da Inglaterra, mostrando todo o seu desprezo pelos exageros do quarteto formado por Waters, David Gilmour, Richard Wright e Nick Mason. A banda, por sua vez, não dava muita bola para essa postura de Rotten e alguns outros músicos e fãs, tanto que Mason produziria, ainda em 1977, o segundo álbum do The Damned, Music for Pleasure.

Produzido pela própria banda, Animals apresenta uma sonoridade instigante baseada em três grandes composições: “Dogs” (com mais de 17 minutos), “Pigs (Three Different Ones)” (pouco mais de 11) e “Sheep” (dez e pouco). Segundo Wright, foi em Animals que Roger Waters começou a levar o seu ego a sério demais e a acreditar que ela era o único compositor da banda.

Ao contrário do que geralmente ocorre com discos de rock progressivo lançados durante os anos setenta, Animals não soa datado hoje em dia. Os timbres escolhidos pela banda envelheceram bem, e as composições, apesar de longas, soam enxutas hoje em dia".

Falando em enxuta, com vocês a canção acústica que abre e fecha o LP.

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Argentino León Gieco lança o 27º álbum da carreira

03 de janeiro de 2012 0

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Por Ana Bittencourt

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O músico argentino León Gieco é um cara que sabe das coisas. Aos 60 anos, com uma extensa e sólida carreira e uma discografia invejável, o cantor e compositor diz se sentir um garoto. Seis anos depois do último álbum de estúdio, Gieco lançou recentemente seu 27º disco, chamado El desembarco.

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Ao mesmo tempo, percorreu a Europa e os Estados Unidos divulgando Mundo Alas, seu documentário - também composto por um livro e um show -, dirigido por Gieco e estrelado por pessoas com algum tipo de deficiência. Mundo Alas também fez uma turnê por várias cidades argentinas. Atualmente é o documentário argentino mais premiado da história do país, com 45 prêmios conquistados. No ano passado, León Gieco também cantou com Bono (U2) e encontrou-se com Roger Waters (Pink Floyd), nada mal.

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Conhecido por misturar o gênero folclórico com o rock argentino, fazendo das conotações sociais e políticas o teor de suas letras, sempre posicionando-se a favor dos direitos humanos e afirmando sua solidariedade pelos excluídos, León Gieco é referência em seu país. Em entrevista recente ao portal Día a Día, Gieco explicou sua maneira de compor. Segundo ele, quando se junta com os amigos músicos, a primeira coisa que fazem é colocar pra tocar um disco dos Beatles, ou um do Bob Dylan, ou quem sabe Travelling Wilburys ou Tom Petty. Depois, as melodias simplesmente vão saindo. Também, com uma inspiração dessas... É, definitivamente, Leon Gieco sabe das coisas.

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Abaixo, assista ao belíssimo vídeo de Hoy Bailaré. Dirigido por Eric y Mariano Dawidson, a música faz parte do disco El Desembarco.

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Syd Barret em documentário

27 de dezembro de 2011 2

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Para o grande público, o Pink Floyd está erroneamente associado principalmente a duas figuras-chave para a banda: o baixista Roger Waters e o guitarrista David Gilmour.
Pra que sofre de memória fraca vale lembrar que Syd Barrett não foi apenas o mero fundador e mentor intelectual do quarteto. Além de ser o primeiro guitarrista, vocalista e principal compositor do grupo britânico em seus anos iniciais (e também quem o batizou), sem o cara, talvez a banda nunca tivesse existido. Mesmo depois de sua saída do grupo, em 1968, devido a complicações relacionadas ao uso abusivo de LSD e outras drogas (que despertaram sua adormecida esquizofrenia), "Syd the beat"  (como era  conhecido entre os amigos em sua cidade natal) continuou como uma espécie de sombra pairando sobre os seus ex-companheiros. E inspirando-os.
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Músicas como “Eclipse”, “Shine on you crazy diamond” e “Wish you were here” foram criadas em sua homenagem. Lembra daquela cena do cigarro se consumindo entre os dedos do personagem Pink (Bob Geldof) em Pink Floyd The Wall – o filme? A tomada foi inspirada num encontro de Waters com o velho amigo. O impacto da curta, porém intensa, carreira musical de Barrett afetou tanto os outros integrantes do Floyd quanto o rock da época (e de posteriores gerações também - Beck que o diga) e, mais especificamente, a emergente cena psicodélica. Assim como Jim Morrison do outro lado do Atlântico, foi Syd quem trouxe a até então ausente dramaticidade ao rock inglês do final da década de 60. A base do som do Floyd foi forjada em petelecos  intermináveis de linhas de baixo e saraivadas de pratos, caixa e tom, cozinha que dava lastro para o tapete voador que zunia na mente do guitarrista. E som que tirava de seu instrumento não tinha nada a ver com o virtuosismo em voga na época. Sua atitude era punk, seca, direta, minimalista, beat e hipnótica. E tinha ainda o lance visual e de atitude mesmo. Coisas do tipo: Syd deslizando o isqueiro Zippo sobre as cordas de sua Fender, cigarro pendurado no canto da boca, cabelos escondendo os olhos, e  suor escorrendo pelo seu rosto o fazendo parecer um boneco de cera da Madame Tussaud. Rock and roll style. E o cara tinha pinta de galã e papava geral as inglesinhas da época.
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Já caiu no mundo faz tempo. No entanto, só descobri há pouco tempo. Faça como eu, antes tarde do que nunca para você conferir o ótimo documentário da BBC intitulado – The Pink Floyd and the Syd Barret Story (70min, direção de John Edginton). O filme é um registro conciso da personalidade volátil e geniosa (genial) do criador de uma das maiores bandas da história do rock mundial. No filme, podemos acompanhar a jornada meteórica do jovem guitarrista nascido em Cambridge, cidade localizada a cerca de 80 quilômetros ao norte de Londres, rumo ao estrelato na cena britânica do seu tempo.
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Declarações de Roger Waters, David Gilmour, Richard Wright, Nick Mason, Jerry Shirley (baterista do Humble Pie e de seus dois álbuns solo), amigos, uma de suas namoradas, colegas de quarto e de classe, dão credibilidade e dramaticidade a curta trajetória artística de Syd. O tempo tratou de transformar o homem em um ídolo misterioso, pois no começo dos anos 1970, ele ainda lançou dois álbuns solo, montou a banda de um só show (The Stars) e finalmente sucumbiu a loucura. Entre idas e vindas entre Londres e Cambridge, eventualmente orbitou em torno de sua ex-banda como um fantasma. Uma das histórias lendárias contada no documentário, relata a visita de Syd aos estúdios da Abbey Road, em 1975, justamente enquanto o quarteto ensaiava “Shine on you crazy diamond” uma das canções dedicadas a ele. O tecladista Richard Wright ficou perguntando quem era um sujeito gordo e careca sentado imóvel de costas para a banda (?). Era Syd Barret. Waters narra o quão costernado ficou ao ver o velho amigo de sombrancelhas raspadas e saltitando enquanto palitava os dentes em estado de júbilo ao rever a ex-banda. Triste. Logo após esse reencontro, Syd retornou de vez para a casa da mãe, em Cambridge. Definitivamente afastou-se dos antigos amigos e da música e passou a viver isolado, mantendo pouco contato com o mundo exterior, dedicando-se apenas à pintura, sua primeira paixão. Nunca mais deu entrevistas. Morreu em 2006, supostamente de complicações ligadas ao diabetes.
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Entretanto, o filme revela o gênio criativo de um artista que além de ser a força motriz do Pink Floyd em seus primeiros dias, também foi o responsável por forjar o space rock e o folk psicodélico. Infelizmente o filme não foi lançado por aqui, mas se você procurar na rede irá encontrar boas versões do documentário para download. Vale a pena.
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Como o blog gosta de facilitar as coisas para os nossos leitores, é só clicar nos vídeos abaixo e você pode assistir o filme na íntegra (com legendas em português).


Livro sobre os primórdios do Pink Floyd destaca Syd Barret como gênio criador da banda

28 de novembro de 2011 0


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Para o grande público, o Pink Floyd está associado principalmente à duas figuras-chave para a banda: o baixista Roger Waters e o guitarrista David Gilmour. Mas, sem um outro músico, o Floyd nem sequer teria existido. Syd Barrett foi não só o fundador, mas o primeiro guitarrista, vocalista e principal compositor do quarteto britânico em seus anos iniciais (e também quem o batizou). Mesmo depois de sua saída do grupo, em 1968, devido a complicações relacionadas ao uso abusivo de LSD e outras drogas (que despertaram sua adormecida esquizofrenia), Syd continuou como uma espécie de sombra pairando sobre a banda. Músicas foram inspiradas em suas concepções artísticas e outras criadas em sua homenagem. O impacto da curta, porém intensa, carreira musical de Barrett afetou tanto os outros integrantes do Floyd quanto o rock inglês da época (e de posteriores gerações também) e, mais especificamente, a emergente cena psicodélica. O tempo tratou de transformar Syd Barrett em um ídolo misterioso, pois no começo dos anos 1970 ele retornou para a casa da família, em Cambridge, afastou-se dos antigos amigos e da música e passou a viver isolado, mantendo pouco contato com o mundo exterior, dedicando-se apenas à pintura, sua primeira paixão. Nunca mais deu entrevistas. Morreu em 2006, supostamente de complicações ligadas ao diabetes.
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Por todo esse contexto, o interesse por Syd Barrett é imenso. E para quem gosta do músico, a boa notícia é a chegada de Pink Floyd: Primórdios às livrarias brasileiras. Apesar de Barret não estar na capa da publicação, como o título deixa claro, o livro aborda o começo da banda (de 1965 a 1973, precisamente), mas dos 12 capítulos, 10 têm Syd ainda como líder da banda. Seus dois discos solo, ambos de 1970, também ganham atenção na obra escrita pelo inglês Barry Miles. Syd, pelos motivos enumerados, é o foco da publicação, mas Waters, Gilmour, o baterista Nick Mason e o tecladista Richard Wright (1943-2008) também estão lá, com inúmeras informações biográficas e sobre suas atuações no Floyd.
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Quanto ao autor, Barry Miles tem 68 anos e viveu intensamente os anos 1960. Conheceu e trabalhou com alguns dos principais protagonistas do rock da década. Ele é autor de biografias sobre John Lennon, Paul McCartney, William S. Burroughs, Jack Kerouac, Frank Zappa, Charles Bukowski e Allen Ginsberg. Escreveu também Hippie (inédito no Brasil) sobre a geração do amor.

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Parabéns, senhor Roger Waters!

06 de setembro de 2011 0

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Ex-líder do Pink Floyd faz 68 anos

A biografia desse inglês nascido em 06 de setembro de 1943 é extensa. A frente do Pink Floyd, Roger Waters foi protagonista de vários clássicos do nosso tempo. Como artista solo oscilou bons e maus momentos. Meu álbum solo preferido de Waters ainda é The Pros and Cons of Hitch Hiking (1984) que tinha Eric Clapton com um dos guitarristas do álbum. Entretanto, não dá pra negar a importância desse peso pesado do rock. Só pra citar um único exemplo, um dos discos mais bem-sucedidos da carreira do Pink Floyd, The Wall (1979) vendeu 23 milhões de cópias. Três anos depois foi adaptado para a grande tela. Pink Floyd The Wall (82), dirigido pelo cineasta Alan Parker levou multidões aos cinemas de todo o mundo.

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Falando em sucesso, devido a super procura de ingressos na Argentina, as quatro datas dos shows de Roger Waters no Brasil, em março de 2012, serão alteradas. O sétimo show de Buenos Aires acontece no dia 17 de março, mesma data em que ocorreria a apresentação em Porto Alegre. A venda de ingressos para os shows no Brasil começam em setembro e, se o sucesso da Argentina se repetir, há a possibilidade de abertura de novas datas.

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A turnê do álbum The Wall iniciou ano passado na América do Norte e em 2011 seguiu para a Europa, sempre com ingressos esgotados. Antes disso, o disco só havia sido tocado na íntegra logo depois do lançamento e em julho de 1990, para comemorar a queda do muro de Berlim. Os números e a infra-estrutura do tour impressionam: 112 toneladas de equipamentos e suportes técnicos, que precisam de 21 caminhões para ser transportadas. O espetáculo conta com telões, som quadrafônico, efeitos especiais, fogos de artifício, o lendário porco voador, bonecos infláveis, o famoso avião batido e as imagens originais de Gerald Scarfe, ilustrador que fez a capa do álbum original e contribuiu com suas imagens no longa de Parker.

A última vez que Waters havia vindo ao continente sul-americano foi em 2007, tocando outro álbum clássico do Floyd, The Dark Side of the Moon (1973). Aos 68 anos, Mister Waters ainda parece ter muita lenha pra queimar.


Roger Waters pode voltar ao Brasil em 2012

17 de junho de 2011 0

Divulgação site oficial RW#

Depois de já ter passado duas vezes pelo Brasil, parece que Roger Waters, ex-cantor e baixista do Pink Floyd, dá pintas de voltar ao país em março de 2012.

Segundo o jornal chileno La Tercera, Waters trará sua famosa turnê The Wall para a América do Sul, incluindo passagem por Santiago, no estádio Nacional, na primeira quinzena de março. Depois, será a vez do Brasil e Argentina.

O disco conceitual The Wall – um dos principais trabalhos do grupo britânico - foi lançado em 1979 e, três anos depois, fez sucesso como filme do diretor Alan Parker.

Outra boa notíca é que EMI anunciou a reedição mais completa de toda a obra da banda.

Esse pacote estará disponível em todos os formatos digitais (CD, DVD, Blu-Ray e Super Audio CD) e para iPhone no final de setembro. A EMI explicou em nota que todo o processo de reedição está sendo capitaneado e supervisionado pelos próprios membros do Floyd..

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Aqui no blog, veja Waters tocando um dos clássicos de The Wall, último mês de março, em Lisboa.

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Vídeo: veja o último encontro de Waters e Gilmour

24 de agosto de 2010 0

Foto: blog David Gilmour (divulgação)

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É claro que não dá pra ter muitas esperanças com uma volta do Pink Floyd. Sabe-se que Roger Waters quer, David Gilmour não. O vídeo lá debaixo só saiu agora, pois o encontro aconteceu há pouco mais de um mês (julho, 10). Foi nessa noite que Gilmour e Waters, dois dos três integrantes ainda na ativa do grupo inglês estiveram juntos novamente no mesmo palco. Lembrando que o tecladista Richard Right faleceu em 2008. Já o baterista Nick Manson, lançou recentemente uma biografia (Inside out - A personal history of Pink Floyd), e longe das baquetas, atualmente se dedica a sua outra paixão, o automobilismo.

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Mas foi a dupla Waters/Gilmour  que sempre respondeu como a verdadeira força motriz do quarteto, e foram justamente eles que novamente uniram forças para tocar canções do Pink Floyd ao vivo. O último encontro da dupla tinha rolado no concerto do Live 8, em Londres (2005). Já reunião de julho passado, foi mantida em segredo e aconteceu em Oxfordshire (Inglaterra) com o objetivo de angariar fundos para uma entidade filantrópica em benefício de jovens refugiados palestinos. Poucos felizardos puderam conferir ao vivo esse reeencontro.

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Além dos músicos, também estava no palco o baixista Guy Pratt, que substituiu Waters nas últimas turnês do Floyd.

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Durou pouco mais de 20 minutos. A dupla tocou 4 temas: uma releitura - To Know Him Is to Love Him (Phil Spector), Wish You Were HereComfortably Numb. Após aclamação da plateia, Gilmour & Waters voltaram e encerraram sua participação com Another Brick in the Wall.

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Se você ainda não viu, segue o vídeo desse encontro divulgado no site de Roger Waters. (demora um pouco pra carregar, mas se você é fã do PF, vale a pena conferir!).

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Versão de clássico do Pink Floyd alfineta o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad

29 de julho de 2010 1

Foto: @theindynews

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Uma nova versão da clássica música de protesto Another Brick in The Wall, da banda inglesa Pink Floyd, está se tornando um hino da resistência ao regime autoritário do Irã. Gravada pela banda Blurred Vision, dos irmãos iranianos Sohl e Sepp, a canção mudou de refrão - para Hey ayatollah, leave those kids alone ("ei, aiatolá, deixe essas crianças em paz"). E já ultrapassou a marca das 113.000 visitas no YouTube.

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Antes de gravar o clipe e postá-lo no YouTube, a rapazeada enviou uma cópia da música para Roger Waters, autor da original do Pink Floyd. “Não queríamos fazer isso sem a aprovação dele, que nos respondeu muito rápido. Ele disse: 'De agora em diante, essa versão da música é de vocês’.” A gravação do vídeo teve a direção do cineasta iraniano Babak Payami (diretor de A Silent Between Two Thoughts/2003) e de Terry Brown, um dos 'papas' do rock do Canadá, que ganhou fama como produtor dos álbuns clássicos do power trio Rush.

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Roger Waters e David Gilmour juntos novamente no palco

13 de julho de 2010 2

Divulgação

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No último sábado (Julho,10), David Gilmour e Roger Waters, dois dos três integrantes ainda na ativa do Pink Floyd e dupla que responde como força motriz do grupo inglês, estiveram juntos novamente no mesmo palco para tocar canções do PF. O evento foi mantido em segredo e aconteceu em Oxfordshire (Inglaterra) para angariar fundos para uma entidade filantrópica em benéfico de jovens refugiados palestinos. Além dos músicos, também estava no palco o baixista Guy Pratt, que substituiu Waters nas últimas turnês do grupo.

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A dupla tocou 3 temas: To Know Him Is to Love Him, Comfortably Numb e Wish You Were Here. Após aclamação da plateia, Gilmour & Waters  voltaram e  encerraram sua participação com  Another Brick in the Wall.

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Segundo Kevin O’Donnell, repórter da Rolling Stone americana que cobriu o evento, nos bastidores rolou certo clima de camaradagem no encontro dos velhos parceiros. Será que isso poderá ser o início de uma nova reunião do Pink Floyd?

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O último encontro da dupla havia sido no concerto do Live 8, em Londres (2005). E é justamente uma dessas canções que você revê aqui no blog.

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