Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "The Beatles"

Novo álbum de Bob Dylan terá homenagem a John Lennon

17 de julho de 2012 1

#



Bob Dylan revelou em seu site oficial mais informações sobre seu próximo álbum “Tempest”, incluindo capa e tracklist. É o seu 35 º álbum de estúdio.

O trabalho contém 10 músicas, incluindo um tributo a John Lennon intitulado “Roll on John”, que cita versos de várias músicas dos Beatles, como por exemplo “ Come together right now” de “Come Together” e “ I heard the news today, oh boy” de ”A Day in the Life”. A faixa título é um épico de 14 minutos sobre o naufrágio do Titanic, que na verdade se refere a uma cena do filme de 1997, dirigido por James Cameron.

#

#

“Tempest” marca 50 anos do lançamento de seu disco de estreia, “Bob Dylan” (1962).  Além das composições autorais, Dylan, de 71 anos, também assina a produção deste novo álbum, como Jack Frost, um pseudônimo que já foi usado em discos como “Modern Times” e “Together Through Life”.

O lançamento chega às lojas em 11 de setembro, EXATOS 11 anos após o lançamento de “Love and Theft”.

Confira o tracklist completo:

01  Duquesne Whistle
02  Soon After Midnight
03  Narrow Way
04  Long and Wasted Years
05  Pay In Blood
06  Scarlet Town
07  Early Roman Kings
08  Tin Angel
09  Tempest
10  Roll On John


O álbum já está em pré-venda no iTunes

Há 50 anos, os Beatles assinavam o primeiro contrato profissional com a EMI

06 de junho de 2012 1


#

Há exatos 50 anos, no dia 06 de junho de 1962, os Beatles, ainda em fase de testes na gravadora EMI, gravam quatro canções demo nos estúdios da Abbey Road, em Londres.  John, Paul, George e Pete (Best), fazem os primeiros takes de: “Besame Mucho”, “LoveMe Do”, “P.S. I LoveYou”  e “Ask Me Why”. A sessão foi produzida por Ron Richards. George Martin não estava presente, e só apareceu depois que Norman Smith, o engenheiro de som, escutou a primeira composição de Lennon & McCartney e pediu ao operador de som que o chamasse.

Martin percebeu o potencial do grupo, mas não gostou de Pete Best e sugeriu que usassem outro baterista para as gravações. George Martin exigiu que a gravadora assinasse o contrato. Os Beatles estavam finalmente na poderosa EMI.

George Martin : “Se houver algo com que não estejam satisfeitos é só falar”.

George Harrison: “Bem, para começo de conversa, não gostei da sua gravata”.

Ele nunca tirou a gravata. No entanto, o trio atendeu a sugestão de Martin e deu adeus a Pete Best por telefone.

O resto é história…

*


Capa de Sgt Peppers é remontada pelo seu criador

02 de abril de 2012 1

#

Apple Corps. não autorizou utilização da imagem dos Beatles

Para festejar seu aniversário de 80 anos, o artista plástico Peter Blake remontou a capa de sua criação mais célebre: “Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band”.No novo Sgt Peppper’s saem, por exemplo, as imagens do filósofo Karl Marx, da atriz Marilyn Monroe, do humorista WC Fields e do pai da psicanálise, Sigmund Freud. Eles são substituídos por imagens de Amy Winehouse, os artistas visuais Tracey Emin e Damien Hirst e o guitarristas Eric Clapton.

Para tristeza de muitos os Beatles também estão ausentes na nova versão. A Apple Corps não autorizou a utilização da imagem dos Beatles para não estarem vinculados ao que consideram ser uma propaganda.

Confira quem são as personalidades na nova imagem.

#

Em novo álbum, Roberta Flack canta só Beatles

17 de fevereiro de 2012 0

#

A cantora norte-americana Roberta Flack está de volta com um novo CD, o primeiro em oito anos. “Let It be Roberta” é um álbum totalmente dedicado a canções dos Beatles.

O trabalho contou com a produção de Sherrod Barnes (Beyoncé e Angie Stone).

Confira a ‘tracklist’ completo:

01. Hey Jude
02. I’m Looking Through You
03. If I Fell
04. We Can Work It Out
05. I Should’ve Known Better
06. The Long and Winding Road
07. Here, There and Everywhere
08. Come Together
09. And I Love Him
10. Let It Be
11. Yesterday
12. Oh Darlin
g

*

Eis a versão de Roberta para “We Can Work It Out“, canção escolhida como primeiro single do novo CD.

*

Começa a Invasão Britânica

01 de fevereiro de 2012 0

#

Imagine se hoje fosse primeiro de fevereiro de 1964. Agora imagine se você tivesse por volta dos 20 anos e morasse nos Estados Unidos. Se o caro leitor estivesse conectado ao terreno dessa suposição, então você seria um dos seres contaminados pelo som do velho mundo, que ironicamente idolatrava a música americana.

É que exatamente nesse dia, há exatos 48 anos, “I Want to Hold Your Hand” atinge o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos EUA. A música fica no posto por sete semanas e inaugura oficialmente a chamada “Invasão Britânica” na América.

Era só o início. Os Beatles e toda a inglesada viria a reboque. O barulho ganharia proporções ensurdecedoras nos próximos meses. John, Paul, George e Ringo começariam a Conquista da América.

*

Joe Cocker em Porto Alegre?

30 de janeiro de 2012 1

#

Nada oficial. Por enquanto é apenas boataria. Entretanto, alguns blogueiros do país já levantaram a lebre. Parece que Joe Cocker passará pela Brasil em março. Segundo essas mesmas informações o cantor tocaria em Minas, Rio e São Paulo. No site oficial as únicas datas sul-americanas confirmadas são: 13 março, Lima, no Peru (Jockey Club); 15 de março, em Santiago, no Chile (Movistar Arena) e Buenos Aires, Argentina (Luna Park Stadiums).

Nessa segunda-feira (30) o zum-zum-zum esquentou e aponta para uma pré-confirmação das apresentações no país. E o melhor: parece que Porto Alegre fora incluída no roteiro. O último disco de Cocker, Hard Knocks, foi lançado em 2010.

*

*

Lembrando aos leitores, eis um nome no rock que sempre merecerá alguma atenção. O veterano roqueiro inglês prestes a completar 68 anos, entre altos e baixos já realizou quase 30 álbuns em mais de 40 anos de carreira. Entre seus momentos mais memoráveis é impossível não citar a participação no lendário Festival de Woodstock, em agosto de 1969.

A versão de Cocker para “A Little Help From My Friends”, dos Beatles, em seu show de abertura na última tarde do evento é algo impossível de ser “deletado” do inconsciente coletivo da cultura pop do século XX.

Vamos torcer os dedos.

*

Miles Davis vira selo postal nos EUA e França

27 de janeiro de 2012 0

#

Nomes da música mundial como Elvis Presley e os Beatles já tinha caído no álbum de filatelistas. Agora é Miles Davis, um dos maiores nomes da história do jazz norte-americano, quem irá receber uma bela homenagem no gênero. Em parceria com os Correios da França, os Correios dos EUA estão lançando uma série de selos dedicados à música em uma coleção que além de trazer Davis, também terá a cantora Edith Piaf.

Davis morreu em 1991, devido a uma combinação de derrame, pneumonia e insuficiência respiratória, e em 2006 foi incluído no Hall da Fama do Rock And Roll. Sim, apesar de ser um jazzista, Miles colaborou com a aceitação do rock na miscigenação ao jazz, basta ouvir o álbum Bitches Brew (1970) para sacar essa mistura. Na época, Miles desenvolveu seu som influenciado pelo contato com nomes como Jimi Hendrix e Carlo Santana. Nascia o fusion.

*

Brincadeira de mau gosto

09 de janeiro de 2012 1

#

Site recria capas de discos só com integrantes vivos

*

Por Ana Bittencourt

*

Você já imaginou como ficariam algumas capas de discos clássicos, contando apenas com os integrantes que ainda estão vivos? Essa é a proposta apresentada pelo site Buzzfeed. As releituras das capas excluíram os mortos e deixaram na imagem somente os que ainda estão por aí, vivinhos da silva. Pegue o lencinho e veja o resultado.

*

The Beach Boys

*

AC DC

*

Nirvana

*

New York Dolls

*

The Clash

*

The Doors

*

Ramones

*

The Who

Steven Tyler faz a festa no Hawaii

04 de janeiro de 2012 2

*

Por Ana Bittencourt

*

Steven Tyler, charmoso sessentão vocalista do Aerosmith passou o Reveillon no Hawaii. Garoto esperto, quase 64 anos de praia, Tyler aproveitou o cenário paradisíaco para impressionar a namorada, Erin Brady, pedindo-a em casamento. Juntos desde 2006, o casal oficializa a união sem, no entanto, divulgar a data da cerimônia. A informação se confirmou depois que um suntuoso anel de brilhante foi visto no dedo de Erin.

*

*

Este será o terceiro enlace do cantor. O primeiro casamento aconteceu quando Tyler tinha 27 anos. A noiva tinha apenas 15. Também foi casado com Cyrinda Foxe, mãe de Mia Tyler. A mais recente senhora Tyler foi Teresa Barrick, com quem o vocalista teve Chelsea e Taj Tyler. Soma-se a isso um envolvimento com Bebe Buell, mãe de Liv Tyler.

*

E a festa foi grande no Hawaii. Lá, Steven Tyler encontrou os amigos Alice Cooper e Weird Al Yankovic, músico, humorista e produtor de TV. Juntos, eles tocaram Come Together, dos Beatles. O resultado você confere no vídeo abaixo.

*

Feliz Natal!

24 de dezembro de 2011 1

#

No final das contas, amor é o que leva as coisas em frente. O amor que damos, recebemos ou compartilhamos. Quem não precisa de um pouco de amor?

Feliz natal aos leitores do blog.

*

Advogados de Phil Spector recorrem contra condenação na Suprema Corte nos EUA

16 de dezembro de 2011 0

#

Os advogados de Phil Spector, lendário produtor musical que fez fama nos anos 60 estão tentando libertá-lo de sua pena. Nessa semana eles pediram à Suprema Corte dos Estados Unidos para reconsiderar sua condenação por assassinato, argumentando que seus direitos garantidos pela constituição foram violados pelo juiz. Spector, que atualmente cumpre pena que pode durar entre 19 anos e prisão perpétua, é acusado de ter assassinado, em 2003, a atriz Lana Clarkson em sua mansão em Los Angeles.

Também neste ano, a Suprema Corte da Califórnia já rebateu duas tentativas dos advogados de Spector de recorrer. Eles também pedem que o produtor musical que já trabalhou com a mais variada gama de artistas do século XX (de Beatles à Ramones) tenha como última esperança a obtenção de um terceiro julgamento para o cliente. O primeiro, em 2007, foi anulado após jurados terem chegado a um impasse.

*

Pra relembra o homem, eis uma de suas criações maiores.

*

Bang, bang, bang, bang!

08 de dezembro de 2011 6


#
A morte de John Lennon aconteceu há 31 anos, completados hoje, 8 de dezembro


John Lennon, beatle nascido em Liverpool, tinha 40 anos quando foi assassinado, em 1980, com quatro tiros calibre 38 por um maluco chamado Mark Chapman, na frente do edifício Dakota, em Nova York, que havia sido locação do filme O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski.
O músico que foi um dos fundadores da maior banda de rock da história da humanidade, consagrado por formar uma das mais incensadas parcerias musicais do rock, compôs sucesso atrás de sucesso com seu companheiro de banda, Paul McCartney. Lennon também era famoso por sempre estar à frente de causas que visavam a paz, e chegou inclusive, a devolver a medalha de membro do império britânico à Rainha Elizabeth, como forma de protesto ao apoio britânico na guerra do Vietnã. Naquele fatídico 08 de dezembro, quando voltava para seu apartamento em Nova York, John Lennon foi abordado por um fã perturbado que disparou cinco tiros (acertou quatro), provocando assim a morte do astro. O corpo de John foi cremado e suas cinzas depositadas em um memorial chamado Strawberry Fields Forever, construído no Central Park, com a palavra – IMAGINE, nome de uma de suas músicas mais emblemáticas. Foi- se o homem, permanece a lenda.

*

Relembre outros posts sobre John Lennon publicados aqui no blog.


Revista britânica Mojo dedica edição de novembro a George Harrison

27 de outubro de 2011 1

#

Leia trecho da entrevista de Paul McCarteney à revista

*

Peguei essa no blog do Eduardo Badfinger. Para a edição que relembra os dez anos do falecimento de George Harrison, a tradicional revista inglesa Mojo, colocou o jornalista Michael Simmons de frente com o ex-colega de banda de Harrison, Paul McCartney. Tema: a vida musical em comum de Paul e George. Além disso a edição de novembro da revista disponibilizará  um CD com vários artistas revisitando a obra do chamado “Quiet Beatle”.

Segue abaixo é a tradução de uma compilação divulgada pela revista.

*

*

MOJO: Louise Harrison (irmã de George) me disse que os pais dela os ensinaram a confiar nas pessoas, e que quando George era jovem, ele confiava demais nos outros. Ela deu a entender que isso o tornou vulnerável. Isso procede?


PAUL MCCARTNEY: Eu diria que ele estava mais para leal. Vulnerável? Acho que não. A irmã mais velha dele o veria de modo diferente de seus colegas de rua da época. Então depende do que ela esteja falando. Se fosse em relação a golpistas, ele com certeza não confiaria e os reconhecia de cara. Mas ele era um amigo muito leal; qualquer pessoa da qual ele gostasse tinha sua lealdade. Mas havia muita coisa na qual ele não confiava. Ele era muito ligeiro. Ele tinha olho clínico para a falsidade.

*

*

MOJO: Anos atrás, dizia-se que John Lennon referia-se a George como ‘o garoto’ quando os Beatles começaram e que John o tratava como tal. Quanto tempo isso durou?


PAUL: Durou provavelmente alguns anos. Só por causa da idade dele, em um grupo de homens que cresceram juntos, particularmente durante a adolescência – a idade conta. No caso de John, que era três anos mais velho que George – isso significava muito. John ficava meio envergonhado por ter meio que um ‘moleque’ à sua volta, apenas porque isso acontece em um grupo de caras. Durou pouco. Ficou particularmente perceptível quando George foi deportado de Hamburgo (em novembro de 1960) por ser menor de idade. Além disso, quando ele entrou para o grupo, ele era um menino com rosto de criança. Eu me lembro de apresentá-lo a John e pensar, “uau, há uma diferença de idade”. Não vinha muito de minha parte porque eu estava no meio. Mas à medida que crescemos, parou de fazer diferença. E esse tipo de diferença some sozinho.

*

*

MOJO: Tenho curiosidade sobre o processo de George no estúdio. Você se lembra de algum momento mais marcante quando George tenha colaborado com algo ou tenha feito uma música deslanchar?


PAUL: Ah sim, com certeza. Muitos. Eu pensaria imediatamente em uma música minha ‘And I Love Her’, que eu levei pro estúdio praticamente terminada. Mas George colocou o “do-do-do-do” (canta o riff característico) que é uma grande parte da música. Você sabe, o riff de abertura. Isso, para mim, fez uma diferença gritante na música e seja lá quando eu a toque agora, eu me lembro do momento em que George fez isso. A canção não seria a mesma sem ele. Eu acho que muitos dos solos dele tinham muita personalidade e davam cara aos discos. Ele não soava como nenhum outro guitarrista. Bem no começo, nós éramos muito jovens e não pensávamos de maneira profissional. Nós só éramos garotos sendo levados através dessa terra maravilhosa do ramo musical. Nós não entendíamos como rolava – algo que me deixa feliz porque eu acho que isso significaria que estávamos fingindo algo. Então acabamos fazendo coisas que as pessoas depois imitariam ao invés de nós fingindo algo porque nos disseram para fazê-lo. No começo, tudo era muito vibrante. Eu me lembro de ir a testes na (gravadora) Decca e cada um de nós ter se saído muito bem, você sabe. Estávamos em um pub depois tomando algo e meio que desacelerando e saindo daquela euforia, mas ainda estávamos bem animados com aquilo. E eu me lembro de estar sentado no bar com George e isso acabou sendo algo engraçado para nós anos depois. Eu dizia, (em um tom de voz impressionado) “Quando você cantou ‘Take Good Care of My Baby‘ (Goffin & King), foi incrível cara!” Eu não tenho certeza se nós dizíamos ‘cara’ ou até mesmo ‘incrível’ naquela época, mas… foi um momento especial e tornou-se algo entre eu e ele.

*

*

MOJO: George tocou um violão clássico com cordas de nylon em “And I Love Her”. Eu me lembro de George ter curtido muito o trabalho de Andrés Segovia por um tempo. Você se lembra disso?

PAUL: Eu acho que “por um tempo” é a fase de progresso. Nós nos apaixonamos pela guitarra e não fazíamos diferença de tipo. Podia ser um violão espanhol, um violão clássico. Poderia ser um Gretsch, uma Fender, uma Gibson. Nós meio que amávamos todas. Era como um sonho, era como andar pela fábrica do Papai Noel. Havia uma forte ideia de maravilha para nós. Eu me lembro muito bem de estar no bar da mãe de Pete Best – o Casbah em West Derby em Liverpool – e George veio e abriu essa caixa longa e retangular. Nós não teríamos imaginado que havia uma guitarra ali porque na época você não via essas caixas longas e retangulares que agora são perfeitamente normais. Nós tínhamos visto estojos em forma de violão. E ele abriu essa caixa comprida e ali estava uma… não tenho certeza se era uma Fender. Eu acho que era uma réplica, uma cópia barata. Mas cara, era bem bonita! Tinha uma aparência tão gloriosa. Momentos como aquele eram muito especiais. Nós estávamos apaixonados pela guitarra, seja lá de que tipo fosse.

*

*

George e eu fazíamos esse lance, que é o lance J.S. Bach. Eu acho que se chama Fuga ou algo do tipo (ele canta ‘Bourrée’ de Bach em Mi Menor). Nós não a sabíamos inteira, mas aprendemos o comecinho. Nós inventamos o final. O que gostávamos nele era que era mais difícil do que as coisas que estávamos tocando, era parte de nosso desenvolvimento, porque eram duas linhas trabalhando uma contra a outra. Você tem a melodia (cantarola) e daí você tem meio que um baixo trabalhando contra. Eu digo às plateias que foi aquilo que me deu a introdução de “Blackbird”. Não são as mesmas notas, mas eu peguei o estilo da melodia de baixo e a melodia aguda no mesmo trecho de guitarra e fiz a canção “Blackbird” a partir daquilo. Eu claramente lembro de George e eu sentarmos fazendo nossa própria versão da obra de Bach. Era meio que uma coisa de farra: era algo para mostrar que nós não éramos apenas unidimensionais. Era um lance para nos exibirmos. O que quero dizer é que sim, nós sempre nos ligamos em violonistas clássicos. Eu era um grande fã de Juliam Bream – que era um músico erudito bretão – e eu acho que George também era.

Nós usávamos qualquer coisa na qual pudéssemos pôr as mãos atrás de ideias. Outra música muito influente era uma de Chet Atkins que tentamos aprender chamada ‘Trambone’. Essa é meio country. E é a mesma coisa – tem dois lances rolando. Você tem uma linha de baixo/grave e uma de agudos; Nenhum de nós realmente dominou isso exceto por um cara chamado Colin Mantley do Remo Four (banda contemporânea de Merseybeat). Para nós aquilo era o ponto alto do show, quando Colin tocava esse instrumental. Mas o que eu digo é que todas as coisas adoráveis eram muito excitantes e nós as assimilamos em nossa música. Então nós com certeza não éramos esnobes.

*

Tom Petty, 60 anos

20 de outubro de 2011 1

#

Aos 11 anos, a vida de um jovem garoto de Gainesville, na Flórida dos anos 60, poderia seguir o curso normal de tantos outros piás. Porém, mais precisamente em 1962, Thomas Earl Petty visitou ao lado de seu pai, o set de filmagem de Em Cada Sonho Um Amor (Follow That Dream), e sob os holofotes ficou contagiado com uma música que ele pode presenciar o playback ao vivo com olhos curiosos de um garoto. Era Old Top of Old Smokey, uma das quatro músicas que o ator (cantor) Elvis Presley dublava no então nono filme de sua carreira em Hollywood. O menino ficou impressionado. Tanto que logo trocaria sua bicicleta por um LP coletânea de artistas de 1955 (Elvis, Chuck Berry e Jerry Lee Lewis estavam nessa bolacha).

*

*

Em pouco tempo, o pequeno bad boy se tornaria baixista dos Epics, uma banda que reverenciava o quarteto de Liverpool. E o menino foi crescendo, entre pequenas digressões, trocas de banda, as primeiras canções autorais, intermináveis lições de vida na estrada (ele entrou nessa pra valer aos 18 anos) e inevitável experiência que já não era “pouca coisa” no início dos anos 70. Aos pouco, Tom Petty foi burilando sua sonoridade, nunca abandonando suas referências, e sempre atento a tudo aquilo que orbitava ao seu redor. Na sua música, dava pra sacar a influência dos Byrds, Beatles, Beach Boys, só que no seu diapasão, o cortado ficava mais sujo (seco), mesclando levadas punks e pesadas. Ao seu lado, ele tinha uma turma de confiança que batizou de Heartbreakers, grupo que o acompanha até hoje, salvo pequenas alterações do quadro de músicos. Em 1976 gravariam o primeiro LP, que levaria apenas o nome da banda – Tom Petty And The Heartbreakers – trabalho que gerou algum burburinho na Inglaterra.

*

*

Entre idas e vindas, em 1979, eles emplacaram as paradas de sucesso nos dois lados do Atlântico com Damn The Torpedos. No início dos anos 80, Petty soube como poucos usar de um novo e importante artifício para divulgar sua música: o vídeo clipe. Canções como You Got Lucky e Don’t Come Around Here No More, foram exaustivamente veiculadas na MTV, na época um veículo emergente que abriu o cofre para Tom e os Seus. Em 1986, Tom Petty & os Heartbreakers foram convocados por ninguém menos do que Bob Dylan para trabalharem como banda de apoio do bardo americano no Tour daquele ano. Gravaram álbuns, percorreram vários continentes, ganharam milhares de dólares e principalmente emprestaram legitimidade a um dos momentos menos produtivos da carreira de Dylan. Dessa época, destaco o CD pirata Duelling Banjos, gravado em Seattle, e o DVD Hard To Handle, filmado ao vivo em um concerto na Austrália.

*

*

Em resumo, depois disso Petty virou uma estrela do rock, participou dos Travelling Wilburys ao lado de Dylan, George Harrison, Roy Orbison e Jeff lynne, gravou álbuns que foram sucesso de crítica e público (é o caso de Full Moon Fever (1989) e Wild Flowers, de (1994), e definitivamente se tornou um patrimônio do som norte-americano. Entre os últimos trabalhos, curto demais Mojo, lançado ano passado.

Nessa quinta-feira (20), nosso herói chega aos 60 anos. Longa vida ao homem.

*

John Lennon, 71 anos

09 de outubro de 2011 23

#

Na imagem acima (via The Scoop) uma simulação de como ficaria o rosto de John Lennon, caso ele ainda estivesse entre nós, com 71 anos anos nas costas. O desenho digital usa como exemplo uma foto do ex-beatle de 1972, e avança no tempo, apostando que John seguiria no mesmo modelito do início dos anos 70.

*

Por Stefanie Silveira

*

Ao ser designada para fazer o texto sobre o aniversário de 71 anos do nascimento de John Lennon fiquei entusiasmada, ainda que, com algumas dúvidas sobre de que forma iria conduzir minhas palavras. Quando parti para o trabalho fui munida das minhas fontes, minha biografia dos Beatles by Bob Spitz, a biografia do Lennon, escrita por Philip Norman, o livro sobre a história por trás das canções, de Steve Turner, minha coleção de revistas etc. Mas ao remexer em tudo isso, me dei conta de que cairia no mesmo ponto comum de todos os textos que serão escritos sobre o mentor dos Beatles neste dia especial. Ou seja, tentando contar a história de John, desvendar a importância de Yoko no fim da banda ou compreender a sua amizade com Paul.*



John Lennon completaria 71 anos neste 9 de outubro de 2011. (Foto: Site Oficial Beatles)



A verdade é que nada disso é ponto determinante para minha admiração por John. E é sobre o ponto de admiração verdadeiro que eu devo tratar neste texto. Sabe o que é?! John Lennon jamais deixou de acreditar que tinha uma missão em sua vida. E em tempos difíceis, nos quais o pensamento conformista e colonialista desestimula uma nação de jovens a lutar pelos seus ideais, é preciso lembrar de uma personalidade que antes de ser um “showman” era um “peaceman”.


É isto que faz de John meu beatle favorito. O mentor dos Beatles foi sempre fiel com suas convicções, valores e crenças. Ficou rico, é verdade, mas usou isso em favor de causas nobres e não em favor da manutenção da realidade desigual e imperialista propagada pelos Estados Unidos em tempos de guerra contra o Vietnã e ainda vigente até hoje.

Começou como o adolescente inconsequente de Liverpool que queria ser músico. Traumatizado com a infância difícil, John queria gritar ao mundo sua insatisfação. Ao mesmo tempo em que fora dos palcos era um jovem carente e inseguro. Ele queria se divertir, fazer músicas simples e fáceis, ser famoso e ter uma banda conhecida. Nos tempos dos Beatles, o produtor George Martin costumava comparar John a “suco de limão” e Paul a “azeite de oliva virgem”.  Foi esse suco azedo que causou inúmeras reações diferentes entres seus fãs, até mesmo aquela que acabou com a sua vida. A rebeldia de John nos tempos da banda era também facilmente vista nas suas frases polêmicas disparadas em entrevistas e no seu comportamento que influenciou o movimento de contracultura da época.

*

John Lennon foi assassinado no dia 08 de dezembro de 1980. (Foto: Reprodução/Site Oficial Beatles)

*

Aos poucos, Lennon foi amadurecendo e direcionando sua inquietude para causas diferentes que acabaram o tornando um ativista político. Depois do fim da banda e com sua união formal com Yoko Ono, o lado engajado do besouro tornou-se ainda mais evidente. Ele queria tornar sua obra de arte significante para o mundo de alguma maneira. Em 1971, com o álbum Imagine, ele consagrou o que pode ser considerado o hino de boa parte das manifestações pela paz mundial.

Sua carência também arranjou uma forma de ser mais bem expressada através da dedicação à família. Desde o nascimento de seu filho Sean, junto ao momento da reconciliação com Yoko, o besouro decidiu se dedicar apenas à vida doméstica durante cinco anos, cuidando do filho e das coisas da casa, abandonando completamente a vida pública. Quando voltou ao estúdio gravou com Yoko o álbum Double Fantasy e foi com seu retorno à mídia que ele acabou baleado no dia 8 de dezembro de 1980.

*

John e Yoko ficaram separados por 18 meses (Foto: Reprodução/Site Oficial Beatles)

*

O jornalista Anthony DeCurtis, que já trabalhou em publicações como a Rolling Stone e o The New York Times, escreveu um texto onde afirma que se Lennon tivesse sido apenas um dos quatro membros dos Beatles, sua imortalidade artística ainda assim já estaria assegurada. Mas para ele, o trabalho de Lennon não demonstrava apenas uma profunda sensibilidade literária e musical, mas uma visão de vida que reunia simultaneamente reflexão, utopia e uma realidade comovente. Um gênio em suma, afirma ele. E um gênio, em suma, concordo eu. Gênios são geralmente temperamentais, de personalidade forte, comportamento difícil. Mas são gênios. E no caso de Lennon, não apenas um gênio da música, mas também da luta pela transformação social.

*

“Desde sua morte, a influência e importância simbólica de Lennon só têm crescido. Sua música, é claro, viverá para sempre. Mas ele sobreviveu principalmente como uma voz inquieta da mudança e do pensamento independente. Ele é um inimigo do status quo, um feixe de contradições que insistia em um mundo no qual todos os elementos diversos de sua personalidade poderiam encontrar expressão livre e selvagem. Inúmeras vezes desde sua morte, Lennon fez muita falta. E assim como muitas vezes ele tem estado presente – evocado por todos nós que nos encontramos uns aos outros na música que ele fez e com a visão que ele articulou e tentou tornar real.”

*

Talvez se não tivesse levado à risca essa ideia de missão, Lennon teria ido embora dos Estados Unidos, onde era perseguido pelo FBI, desistido da obtenção do Green Card, e voltado para o Reino Unido. Talvez assim, ainda o tivéssemos conosco. Mas foi também em função da sua morte trágica que a figura de Lennon enquanto mártir foi reforçada. Desta forma, resta-nos abraçar as mensagens deixadas por este sujeito cheio de missão, ingenuidade e pragmatismo: amor e paz. Ouça o sábio John, dê uma chance à paz e compreenda que tudo que a gente precisa, no fim das contas, é de amor.

*

Divulgação EMI

 

Nossa homenagem ao eterno working class hero do pop.

*

Seguem 10 momentos com o Fab 4 + 10 momentos em carreira solo.

*

Com os Beatles:

Rock and Roll Music (1964)

In My Life (1965)

Nowhere man (1965)

Help (1965)

Revolution (1967)

I Am The Walrus (1967)

All You Need is Love (1967)

Don’t Let Me Down (1969)

One After 909 (1969)

Dig A Pony (1969)

*

Em carreira solo:*

Give Peace of Change (1969)

Instant Karma (1970)

Jealous Guy (1971)

Imagine (1971)

Woman is the Nigger of the World (1972)

Mind Games (1973)

Stand By Me (1975)

Woman (1980)

Just Like Starting Over (1980)

Watching The Wheels (1980)

Mudanças da lei de direitos autorais de músicas e obras balançam o mercado internacional

10 de setembro de 2011 3

#

Possíveis alterações na Europa, gravadoras americanas a perigo

Tudo indica que a antiga lei de direitos autorais de músicas pode ganhar extensão de mais 20 anos. Atualmente o copyright de uma música dura 50 anos contados de sua certidão de nascimento – a gravação. Agora, selos e músicos querem estender o prazo para 70 anos — ou até 95 em alguns casos. A proposta de mudança conhecida como “The Beatles Extension”, que tem em Paul McCartney um de seus principais defensores, favorecerá os artistas que lançaram músicas nos anos 60 — e que começam a perder os direitos sobre a obra na década corrente.

A mudança vale para quem gravou a canção. Os compositores têm o direito de receber pela obra por toda sua vida, e os direitos continuam válidos após 70 anos da morte do autor. O conselho de ministros da União Europeia em Bruxelas deverá divulgar a decisão final na próxima segunda-feira (12).

Já do outro lado do Atlântico, um item da lei de direitos autorais dos Estados Unidos deverá causar uma mudança radical na indústria fonográfica do país, daqui a dois anos. Estava previsto na legislação norte-americana, desde janeiro de 1976, que artistas poderiam recuperar os direitos de suas obras após 35 anos. Como isso passou a vigorar em 1978, a partir de 2013, álbuns que completarem 35 anos de lançamento, como Darkness on the Edge of Town, de Bruce Springsteen (que ganhou reedição de luxo no ano passado), poderão ser relançados por outras gravadoras ou sumir das prateleiras, se o artista preferir.

*

*

O autor precisa entrar com o pedido na Justiça com dois anos de antecedência. Segundo reportagem publicada no jornal New York Times no último mês de agosto, músicos como Bob Dylan e Tom Petty já abriram processos para reaverem seus trabalhos. Muitos acreditam que essa mudança pode significar o tiro de misericórdia nas grandes gravadoras, já que hoje em dia, o dinheiro obtido em relançamentos de álbuns históricos e movimentação de catálogo são fundamentais para contrabalançar as perdas com a pirataria.

Já aqui no Brasil, a legislação é outra. As gravadoras têm direitos sobre o fonograma, que são delas e não do autor, e perduram pelo prazo de 70 anos. No entanto, as filiais brasileiras das “majors” também têm muito a perder, já que seguem os acordos internacionais. Sendo assim, quando a matriz americana perder os direitos sobre determinadas obras, os escritórios nacionais também não poderão relançá-las por aqui.

*

Nova publicação explora rivalidade entre Beatles e Stones

29 de agosto de 2011 8

#

Escrito a quatro mãos pelos críticos musicais americanos Jim DeRogatis e Greg KotThe Beatles vs. The Rolling Stones (194 pgs, capa dura, Editora Globo) é uma verdadeira enciclopédia musical. O livro parte da sacada inicial de explorar a rivalidade entre as bandas, e lança a pergunta: Qual a melhor banda de rock’n’roll de todos os tempos? Beatles ou Stones? Há quase meio século os fãs dos dois grupos debatem para tentar provar quem está à frente. Dê uma sacada no livro clicando aqui.

*

*

Para dar subsídios à discussão – como também, colocando lenha seca na fogueira, o texto é escrito em forma de diálogo entre os dois autores. Em oito capítulos, eles travam batalhas de argumentos sobre cada um dos músicos, suas composições mais famosas, a discografia e carreira de cada grupo. A obra é recheada de fotos históricas (algumas raras), cartazes de shows, memorabília, capas de discos e buttons das bandas. Na capa, há uma holografia de um disco de vinil: conforme se manuseia o livro, aparece uma imagem dos Beatles ou dos Stones.

*

*

Há ainda uma detalhada linha do tempo que mostra a trajetória das bandas e os principais acontecimentos do mundo entre os anos de 1962 e 1971. Quanto ao veredicto final, os autores deixam a decisão para o leitor.

Diversão garantida!

13 álbuns para ouvir em alto e bom som no Dia Internacional do Rock

13 de julho de 2011 5

#

Essa lista é minha. Totalmente afetiva. Tratando-se de rock and roll, eis 13 discos que sempre terão um lugar de luxo na estante lá de casa. Todos mudaram minha vida. Anos 60 (4),  anos 70 (8), anos 80 (zero!!!) e anos 90 (01).

* *

The Beatles – Revolver (1966)

The Beach Boys – Pet Sounds (1966)

Bob Dylan – Blonde On Blonde (1966)

The Band  - Music From The Big Pink (1968)

Led Zeppelin – IV (1971)

The Rolling Stones – Exile On Main St (1972)

Deep Purple – Machine Head (1972)

Elvis Presley – Live At Madison Square Garden (1972)

Secos & Molhados (1973)

AC/DC – Jailbreak (1974)

Neil Young – On The Beach (1974)

Eric Clapton – 461 Ocean Boulevard (1974)

Bob Dylan – Time Out Of Mind (1997)


Beatles versão 2012

11 de julho de 2011 0

Tablóide inglês diz que banda pode voltar com versão reformada
*
Paul McCartney deu a entender que ele e Ringo Starr podem montar uma versão reformada dos Beatles para uma apresentação na abertura das Olimpíadas, em 2012, que acontecerão em Londres. A informação vazou via Gordon Smart, colunista do do tabloide britânico “The Sun”, que foi ainda mais longe – dizendo que os beatles mortos, George Harrison e John Lennon, poderiam ser representados por seus rebentos. Seria com Julian ou Sean Lennon? Dessa forma Dhani Harrison já estaria dentro do projeto.
*
Será? Para um show único seria bacana. Alguém tem dúvida?
*

Viva a Faixa! Nova campanha do Grupo RBS é um apelo pela vida!

07 de julho de 2011 4

#

viva-faixa-campanha-grupo-RBS

The Beatles “Abbey Road” (1969) – Será que essa foto poderia ter sido feita caso não houvesse o respeito à faixa de segurança?

*

Beatles-Abbey-Road-album-EMI*

Os veículos do Grupo RBS em Santa Maria – Diário de Santa MariaRBS TV, AtlântidaItapema FM – deram início nesta quinta-feira (7) à campanha Viva a Faixa _ Com respeito, a vida é mais bonita. O lançamento ocorreu no Centro de Tecnologia da UFSM (Avenida Roraima, 1.000, bairro Camobi).  A iniciativa tem o objetivo de conscientizar não apenas motoristas, mas pedestres e também autoridades para o respeito à faixa de segurança. Especialistas em trânsito garantem que esta é a hora certa para a campanha. Em Santa Maria, muitos ignoram a faixa. Porém, percebe-se que cada vez mais motoristas param diante das listras brancas, a exemplo do que ocorre em muitos países da Europa e também em cidades gaúchas.

Santa Maria possui uma frota de mais de 110 mil veículos e uma população de cerca de 270 mil pessoas/pedestres. Se o respeito não imperar, mais tragédias serão contabilizadas. Na cidade, os seis primeiros meses de 2011 somaram quase o número de vítimas de atropelamento de todo o ano passado.

Veja o vídeo da campanha

*

*

Divulgação da campanha

Viva a Faixa será apoiada em quatro pilares de atuação _ editorial, institucional, publicitário e mobilização do público interno. A partir do lançamento, o assunto vira pauta mais frequente no Diário de Santa Maria e na RBS TV Santa Maria, e tema recorrente nas rádios Atlântida e Itapema.

Todo o material da iniciativa está sendo produzido por profissionais de Santa Maria. A campanha publicitária foi criada e produzida pela agência Gesttione. Os modelos são artistas da Cia Sorriso com Arte, do Colégio Coração de Maria. A consultoria técnica foi dada pelo tenente-coronel Wladimir Comassetto, comandante do 1º Regimento de Polícia Montada (1ºRPMon) da Brigada Militar, e pelo professor Carlos José Antônio Kümmel Félix, do Departamento de Transportes do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O Sistema Integrado Municipal, da Associação dos Transportadores Urbanos de Santa Maria, patrocinou 10 mil adesivos.

A campanha já está nas redes sociais: curta a página no Facebook e siga o perfil no Twitter