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Posts com a tag "The Rolling Stones"

Rolling Stones são anunciados no Glastonbury

27 de março de 2013 0

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Festival acontece entre os dias 26 e 30 de junho, em Pilton, Inglaterra. Stones tocam dia 29

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Os Rolling Stones foram anunciados como uma das principais atrações do festival inglês Glastonbury. A edição desse ano acontece entre 26 e 30 de junho, na cidade rural de Pilton. Os Stones encerram a noite do dia 29.

Pelo Twitter, Mick Jagger alarmou os gansos. O vocalista afirmou que mal pode esperar para tocar no festival, e também disse que já preparou suas botas e a cabana. A boa nova é que o festival de Glastonbury será transmitido ao vivo pela televisão britânica BBC.

Na lista das atrações ainda figuram Arctic Monkeys, Mumford & Sons, Vampire Weekend, The Vaccines, Elvis Costello, Nick Cave and The Bad Seeds, Rufus Wainwright, Portishead, Alabama Shakes, Cat Power, Crystal Castles, Two Door Cinema Club, entre outros.

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Edição comemorativa contempla 3 DVDs dos Rolling Stones

26 de fevereiro de 2013 0

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A boa nova do dia é que os Stones estão sendo cogitados para a reabertura do Beira-Rio, em dezembro. Saiba mais no Blog No Ataque. Enquanto isso, a ST2 acaba de disponibilizar para venda uma edição especial de DVD dos Rolling Stones. Intitulada de "The Rolling Stones - Anniversary Edition", o DVD triplo lançado no embalo das comemorações dos 50 anos da banda inglesa contém o seguinte:

DVD I

LADIES & GENTLEMEN

“Ladies And Gentlemen… The Rolling Stones” trata-se da lendária gravação ao vivo do Rolling Stones, filmada em quatro noites no Texas durante a turnê “Exile On Main Street”, de 1972, foi lançada nos cinemas para poucas exibições, em 1974, e, depois, manteve-se inacessível ao público por longo tempo. Este é um dos melhores shows do Rolling Stones já gravados e traz apresentações arrebatadoras de clássicos do fim dos anos 60 e do início dos 70. Nos extras, imagens de ensaio para a turnê gravadas na Suíça jamais lançadas e entrevistas com Mick Jagger de 1972 e 2010.

Capítulos

BROWN SUGAR • BITCH • GIMME SHELTER • DEAD FLOWERS • HAPPY • TUMBLING DICE • LOVE IN VAIN SWEET VIRGINIA • YOU CAN’T ALWAYS GET WHAT YOU WANT • ALL DOWN THE LINE • MIDNIGHT RAMBLER BYE BYE JOHNNY • RIP THIS JOINT • JUMPING JACK FLASH • STREET FIGHTING MAN

BONUS FEATURES: TOUR REHEARSAL: (SHAKE YOUR HIPS / TUMBLING DICE / BLUESBERRY JAM) OLD GREY WHISTLE TEST INTERVIEW • MICK JAGGER INTERVIEW 2010

DVD 9/NTSC | 16:9 Widescreen | DURAÇÃO: 110 MIN. Dolby Surround 5.1 Dolby Digital Stereo

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DVD II

STONES IN EXILE

Na primavera de 1971, com certa relutância, os Rolling Stones deixaram o Reino Unido para fixar residência na França. Keith Richards se acomodou em uma mansão chamada Nellcôte, em Villefranchesur-Mer, e ali a banda gravou grande parte da obra-prima Exile On Main Street. Stones In Exile conta, nas palavras da própria banda e por meio de extenso material de arquivo, como foi o tempo que o grupo passou longe do Reino Unido e a criação desse extraordinário disco duplo, considerado por muitos o melhor trabalho dos Rolling Stones.

BONUS FEATURES: EXTENDED INTERVIEWS • RETURN TO STARGROVES AND OLYMPIC STUDIOS • EXILE FANS

DVD 9/NTSC | 16:9 Widescreen | DURAÇÃO: 145 MIN. Dolby Digital Stereo

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DVD III

SOME GIRLS - LIVE IN TEXAS ’78

A turnê dos Rolling Stones pelos Estados Unidos em 1978, de divulgação do álbum “Some Girls”, lançado no mesmo ano, é considerada pelos fãs uma das melhores da banda. A turnê começou imediatamente após o lançamento de “Some Girls”, e quando o grupo chegou ao Texas, em meados de julho, o disco havia alcançado o primeiro lugar das paradas norte-americanas. A turnê foi uma espécie de volta às raízes, com a banda e a música em primeiro plano e pouca ou nenhuma elaboração cenográfica. A apresentação foi gravada no Will Rogers Memorial Center, em Forth Worth, no Texas, em 18 de julho de 1978. Muitas faixas de “Some Girls” foram incluídas no repertório, pontuado por clássicos de álbuns dos Stones do início da carreira. Originalmente filmada em 16 mm, a gravação foi cuidadosamente restaurada, e o áudio remixado e remasterizado por Bob Clearmountain a partir das fitas originais.

Capítulos

LET IT ROCK • ALL DOWN THE LINE • HONKY TONK WOMEN • STAR STAR • WHEN THE WHIP COMES DOWN BEAST OF BURDEN • MISS YOU • IMAGINATION • SHATTERED • RESPECTABLE • FAR WAY EYES • LOVE IN VAIN TUMBLING DICE • HAPPY • SWEET LITTLE SIXTEEN • BROWN SUGAR • JUMPIN’ JACK FLASH

BONUS FEATURES: MICK JAGGER INTERVIEW 2011 • SATURDAY NIGHT LIVE: ‘TOMORROW’ WITH DAN AYKROYD & MICK JAGGER. BEAST OF BURDEN / RESPECTABLE / SHATTERED • ABC NEWS 20/20 INTERVIEWS WITH THE STONES

DVD 9/NTSC | 16:9 Widescreen | DURAÇÃO: 128 MIN. nbDolby Surround 5.1 Dolby Digital Stereo

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40 anos de um clássico

17 de janeiro de 2013 0

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Em janeiro de 1973, álbum “GP”, de Gram Parsons era lançado em LP

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O country-rock e a cena californiana do rock embebido pelo country nos 1970 não seriam o mesmo sem a passagem de Gram Parsons pelo planeta. Um dos criadores do country-rock nasceu Cecil Connor, viveu sua infância entre a Flórida e a Geórgia, onde aprendeu os primeiros acordes com o pai, Coon Dog Taylor, músico country que se suicidou quando Gram tinha só 13 anos.

Após um novo casamento da mãe, adotou o nome e sobrenome do padastro (um alcoólatra que morreu no mesmo dia em que ele se formou). Colocou o pé na estrada e chegou a nova York, e por lá ganhava alguns trocados tocando nos botecos da Grande Maça. Montou a International Submarine Band, banda no qual gravou apenas um disco e logo depois, em 1968, migrou para Los Angeles. Imerso no mundo do rock da costa oeste, conheceu Chris Hillman, baixista dos The Byrds, que o levou para o grupo. Ficou apenas 90 dias na banda, tempo suficiente para gravar o álbum “Sweetheart of The Rodeo”, gênese do country-rock. Após cair fora do Byrds, montou o The Flying Burrito Brothers com Hillman, onde gravou dois bons álbuns – “Gilded Palace of Sin (1969)”  e “Burrito D’Luxe” (1970). Ia seguir carreira solo, mas sofreu um acidente de moto e só em 1972 foi gravar seu LP de estreia.

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Nesse meio tempo, conheceu a cantora Emmylou Harris e Keith Richards, influenciando os Rolling Stones em canções como “Sweet Virginia”, “Dead Flowers” e “Wild Horses”, esta última, inclusive, gravada pelo Flying Burrito antes do lançamento de “Sticky Fingers”, dos Stones.

Saiba mais sobre a amizade de Keith e Gram.

“GP” foi lançado em janeiro de 1970. Gravado em Hollywood, a banda base tinha parte dos músicos que acompanhava Elvis na estrada da década de 1970. Lá estavam o guitarrista James Burton, o baterista Ronnie Tutt e o tecladista Glenn Hardin (que também era diretor musical do conjunto). Além deles, completavam o time - Emmylou Harris, dividindo muitas vezes taco a taco os vocais com Gram; o baixista britânico Rik Grech (Family, Blind Faith e Traffic); Al Perkins (Shiloh, Stephen Stills, Flying Burrito), no dobro, entre outras cobras criadas da cena da época.

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A capa trazia uma imagem clicada por de Barry Feinstein, fotógrafo responsável por capas de álbuns de Bob Dylan & The Band, George Harrison e Janis Joplin. Das onze canções do tracklist do LP, seis eram de autoria de Gram, entre os destaques “Still Feeling Blue”, "The New Soft Shoe, “A Song For You” e “She”.

Gravou outro disco - "Grievous Angel", lançado postumamente em 1974 - considerado seu melhor trabalho. Em setembro de 1973, após concluir as gravações do seu 2° disco, saiu em férias, regadas a álcool e drogas na maior parte do tempo. Foi encontrado morto em um quarto de motel, logo após uma overdose. Ele tinha só 26 anos. O toque bizarro da história é que seu empresário, Phil Kaufman e mais um amigo roubaram o cadáver de Gram do aeroporto, de onde seguiria para o enterro em Nova Orleans. A dupla seguiu para Joshua Three, onde tocaram fogo no cadáver, numa espécie de cremação ao modo índio, desejo confesso do músico. Existe um filme - "Parceiros até o fim", de David Caffrey, que esmiuça o tema.

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A verdade é que os fragmentos da música de Gram Parsons influenciaram o som de Emmylou Harris, Eagles, Poco – e mais adiante grupos como Wilco, Jayhawks, Ryan Adams e Walkabouts. Em 1994, “GP” ganhou uma edição conjunta em CD com “Grevious Angel”, o álbum que Gram estava gravando quando bateu as botas. Outra boa nova é que os dois títulos foram relançados em LP 180 gramas. Discoteca básica para os amantes do country rock.

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Rolling Stones: sai no Brasil a autobiografia de Ron Wood

02 de janeiro de 2013 1

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Em 2007, a editora britânica McMillan publicou na Inglaterra a autobiografia de Ron Wood, ou seja, o livro saiu praticamente três anos antes de “Vida”, o celebrado livro de memórias de Keith Richards. E ele acaba de ser lançado no Brasil. Apesar do delay, corra até a livraria mais próxima e garanta seu exemplar do livro de Ronie. Com meia década de atraso (antes tarde do que nunca), Ron Wood – A Autobiografia de um Rolling Stone”, 382 páginas, editora Generale, não passa longe do livro de Keith, e é item obrigatório para qualquer fã dos Rolling Stones ou apreciador de rock.

O inglês conta a história de sua família, o relacionamento com seus irmãos músicos, fala da morte trágica da primeira namorada, e relata muitos detalhes sobre os dias iniciais da cena britânica dos anos 1960, onde o blues e o rock ditavam as noites nos botecos de lá.

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Detalhes sobre o Jeff Beck Group, banda onde atuou como baixista, a vida no Faces, grupo que trabalhou ao lado do amigo Rod Stewart, a entrada nos Stones, as loucuras e quebradeiras dos quartos de hotel, os excessos com álcool e drogas, a relação estreita com traficantes e delinquentes, entre outros temas são dissecados com extrema sinceridade.

É claro - a amizade com Keith Richards e a vida como um dos Rolling Stones tomam conta da maior parte do livro. Ele confidencia detalhes do backstage das turnês, explica como são montados os setlists e disseca a parafernália e os números que fazem dos Stones a maior banda do planeta. Além disso, há muito humor no relato de suas memórias, inclusive quando Ronnie conta como conseguiu perder sua fortuna várias vezes e a forma como reverteu o jogo através do seu trabalho. A carreira como artista plástico também é abordada com detalhes, além de podermos conferir mais de 30 ilustrações do protagonista.

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Pena o livro ter sido concluído em 2007, pois a vida amorosa do Stone pegou fogo logo após a conclusão do tomo. Nos últimos cinco ou seis anos, Wood namorou com a modelo brasileira Ana Araújo por quase dois anos, porém, terminou com ela para ficar com Nicola Sargent, de 25. Antes ele tinha largado a modelo Jo Wood, com quem foi casado por 23 anos, para ficar com uma garçonete russa. No último dia 21, o guitarrista, que está com 65 anos, disse o sim para sua namorada Sally Humphreys, de 34, e juntou os trapos com a garota com quem namorou apenas seis meses.

Quer mais? O livro revela muita coisa que rolou antes disso. E o lance musical, que é o que realmente interessa tem conteúdo de sobra nas páginas de sua autobiografia.

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Rolling Stones ao vivo pela TV no próximo dia 15

29 de novembro de 2012 0

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Canal à cabo exibirá o show da banda no Prudential Center, em Nova Jersey

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Caso alguém ainda não saiba (eu fiquei sabendo nessa quinta-feira, 29), o show que os Rolling Stones fazem no Prudential Center, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, próximo dia 15 de dezembro, será transmitido ao vivo pelo canal à cabo Multishow.

A apresentação conclui as datas agendadas este ano para comemorar o aniversário de 50 anos da banda. A transmissão acontece, de acordo com o site do Multishow, “na virada de sábado para domingo”.

Eis uma palinha da abertura do primeiro show em Londres.

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Super Sábado com Stones

24 de novembro de 2012 0

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Por mais incrível que pareça, os Rolling Stones, uma das maiores bandas de todos os tempos chega a 2012 - enfileirando 50 anos de estrada. Oportunizando o novo clipe da banda - "Doom and Gloom" - lançado nesta semana pelo canal dos Stones no YouTube, nesse sábado (24) o Super Sábado Cultura da Gaúcha SM resolveu colocar os ingleses na pauta. No estúdio, recebi Eduardo L. de Macedo, autor do livro "Alto & Bom Som", e Paulo Noronha, guitarrista da banda santa-mariense Rinoceronte.

Ouça o programa no player abaixo.

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Desde a primeira apresentação, em 12 de julho de 1962, no Marquee, em Londres, até hoje, os Stones colecionam álbuns de sucesso e disco de platina, polêmicas e escândalos, e acima de tudo – o grupo inglês possui uma cadeira cativa na inconsciente coletivo da cultura pop.

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Se Mick Jagger ditou a moda e o inventou a androgenia no rock, Keith Richards incorporou a figura de bad boy e eterno fora-da-lei do gênero. Se Brian Jones inventou o conceito da banda, foi engolido pelo próprio monstro que criou ao morrer afogado em sua piscina. Ao entrar na banda, Mick Taylor elevou o blues ao status de arte em discos e apresentações. Com um estilo inimitável, Charlie Watts inventou um novo modo de tocar seu instrumento. Cansado, Bill Wyman saltou fora nos anos 1990. Ronnie Wood, o último a ingressar nas fileiras do grupo, é uma espécie de irmão bastardo de Richards. Juntos, Mick, Keith, Ronnie e Charlie, os quatro remanescentes (e sobreviventes) carregam consigo o legado e o espirito turbulento do rock and roll.

Para comemorar meio século de atividade, os Stones lançaram uma nova coletânea, com duas músicas inéditas, anunciaram um novo documentário e sobem ao palco em seis apresentações divididas entre os Estados Unidos e Inglaterra.

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Veja o novo vídeo dos Rolling Stones

20 de novembro de 2012 1

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"Doom & Gloom" foi disponibilizado no canal oficial da banda no VEVO e YouTube

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O novo vídeo de "Doom & Gloom" estreou no canal VEVO do YouTubea 1/2 noite da última terça-feira (20) horário de Londres ( 22 horas horário local). O clipe é estrelado pela banda e por Noomi Rapace, com direção de Jonas Ackerlund (realizador de vídeos de Paul McCartney, Ozzy Osbourne, Mettalica, U2, entre outros).

Noomi Raplace é uma atriza sueca que trabalhou no filme "Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras".

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Como é bom novamente ver e ouvir os Stones.


Rolling Stones liberam mais uma inédita

08 de novembro de 2012 0

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"One More Shot" é o segundo som liberado da coletânea " GRRR! Greatest Hits 1962-2012". O álbum com duas canções inéditas chega às lojas na próxima segunda-feira (12).

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Antes ele já havia liberado para audição "Doom and Gloom"

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Ron Wood, dos Rolling Stones, nega participação em leilão com peças da banda

27 de setembro de 2012 0

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Primeiramente a notícia disparada nessa semana dizia que o guitarrista dos Rolling Stones, Ronnie Wood, e sua antiga ex-esposa, Jo Wood, decidiram leiloar objetos de arte e memorabilia dos Stones, como consequência do divórcio do casal, finalizado em fevereiro de 2011. O casamento do roqueiro e da ex-modelo acabou após 24 anos, quando foi descoberto um caso de Wood com a garçonete russa Ekaterina Ivanova.

Por meio de um representante, Ronnie veio a público afirmar o seu não envolvimento na iniciativa, que seria de total responsabilidade de sua ex.

“Jo pediu a Ronnie há algum tempo se ele desejaria adicionar alguns itens a um leilão e ele afirmou que não queria participar”, declarou a assessoria do roqueiro, que ainda afirmou que o músico está “chocado e desapontado” com o gesto da ex. O músico fez questão de frisar que o evento tem sido representado como uma iniciativa conjunta do casal, o que seria falso.

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Ronnie e Jo

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De acordo com a agência de notícias Reuters, a coleção de objetos foi avaliada em R$ 610 mil a R$ 1 milhão e será levada à leilão no dia 27 de outubro. Parte do valor irá para a instituição MusicCares, uma organização que cuida da recuperação de pessoas ligadas à indústria da música. Os itens de memorabilia incluem roupas de turnê, passes e credenciais de backstage e outros apetrechos de diversas turnês dos Stones, assim como da banda anterior de Wood, Faces, e da sua carreira solo.

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Ronnie e Ekaterina

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Há também uma guitarra de couro e uma guitarra Fender Stratocaster, pintada, usada nas gravações da banda, com valor que pode chegar a R$ 26 mil. Retratos de Keith Richards, Eric Clapton e Bob Dylan, pintados por Wodd, estão avaliadas de R$ 2,6 mil a quase R$ 4 mil.

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Ronnie e Ana

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Depois de Ekaterina, Wood namorou por dois anos com a brasileira Ana Araújo. A última informação sobre a vida amorosa do Stone (via The Sun) - relatava que o músico de 64 anos estaria saindo com Nicola Sargent, de 25 anos, comerciária britânica que trabalha em uma renomada joalheria de Londres.

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Ronnie e Nicola

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Ronnie Wood será a estrela do novo documentário dos Rolling Stones

21 de setembro de 2012 2

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Quando Mick Taylor anunciou que estava deixando os Rolling Stones em dezembro de 1974, muitos fãs passaram a duvidar do futuro da maior banda de rock do mundo. Afinal, ele fora um dos responsáveis pela sonoridade de álbuns como “Get Yer Ya-Ya’s Out!”, “Sticky Fingers”, “Exile on Main Street”, “Goats Head Soup” e “It’s Only Rock ‘n’ Roll”. A resposta viria com uma “puta velha” do rock. Ron Wood, ex-integrante do Jeff Beck Group e Faces.

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Para contar a história e a importância de Ronnie para a renovação dos Stones, foi anunciado o documentário Rolling Stones – “Under Review 1975-1983: The Ronnie Wood Years Part 1”, que vai de 1975 a 1983. O doc que tem data agendada de lançamento para 20 de novembro apresenta imagens raras e várias entrevistas.

Veja o trailer.

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50 anos dos Rolling Stones: site oficial da banda ganha novo layout

31 de julho de 2012 1

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Veja o clipe de "Don't Stop"

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Primeiro foi a logo dos Rolling Stones, um dos símbolos mais marcantes da história do rock, que ganhou uma nova versão. O motivo, claro, é o aniversário de 50 anos da banda. O responsável foi o artista Shepard Fairey, também conhecido como Obey, que fez leves alterações na boca e na língua. Agora é a vez do site. A página oficial da banda inglesa foi totalmente repaginada. Entre os destaques está a foto principal do quarteto Mick, Keith, Ronnie e Charlie em frente ao Marquee, em Londres, local onde a banda pisou em um palco pela primeiro vez a exatos 50 anos. Além disso, o grupo disponibilizou para venda um série de produtos alusivos aos 50 anos de carreira (canecas, moletons, bonés, camisetas, etc.). Para conferir clique no link

Os próximos passos dos ingleses devem ser o anúncio de um novo álbum (segundo entrevistas, eles estão ensaiando em um estúdio) e a provável (e esperada) turnê de 50 anos da maior banda de rock de todos os tempos.

Hoje pela manhã os Stones divulgaram um novo clipe em seu Twitter. É um vídeo da música "Don't Stop", single promocional do álbum "Forty Licks" (2002).

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Mick Jagger, 69 anos nesta quinta-feira

26 de julho de 2012 2

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Alguém tem dúvida de que o Rock and Roll não seria o mesmo sem Mick Jagger? Hoje, dia 26 de julho, é aniversário desse maratonista do rock. Michael Philip Jagger chega aos 69 anos com fôlego de sobra. Durante cinco décadas consecutivas,  o homem que ditou moda no rock, catalisou parte do espírito no gênero em suas performances de palco e ainda compôs ao lado de Keith Richards, dezenas de clássicos, não dá sinais de parar as máquinas. A próxima etapa de sua carreira indica um novo álbum dos Rolling Stones e a provável turnê de 50 anos da maior banda de todos os tempos.


Parabéns, Mick!

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Rolling Stones disponibilizam show completo de Copacabana

21 de julho de 2012 0

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Apresentação aconteceu em 2006

Os Rolling Stones acabam de liberar no seu canal oficial do YouTube a íntegra da apresentação na praia de Copacabana, realizada do dia 18 de fevereiro de 2006. O público girou em torno de 1 milhão de pessoas.

Para curtir clique aqui.

Ouça um trecho do novo som de John Mayer

17 de fevereiro de 2012 0

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John Mayer acaba de divulgar um trecho de uma nova música. O teaser é o pontapé inicial do seu retorno as atividades após ser submetido a uma cirurgia nas cordas vocais no ano passado.

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O novo álbum de Mayer, “Born And Raised”, inicialmente previsto para outubro de 2011, será lançado este ano. A produção é do veterano Don Was (Rolling Stones, Willie Nelson). O músico já havia comunicado que estava aprendendo a tocar lap steel, que pode se ouvir em "Shadow Days". Lap steel é um instrumento havaiano muito usado na música country. Ele possui o formato de uma tábua, normalmente tem seis cordas e é feito para tocar-se na posição horizontal utilizando um palheta especial.

Ouça o som.

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Ronnie Wood disse não quis fazer parte do Led Zeppelin

10 de fevereiro de 2012 7

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Informação foi divulgada no programa de rádio do Stone

Ronnie Wood, guitarrista dos Rolling Stones, revelou que recusou a chance de fazer parte do Led Zeppelin. Em seu programa na rádio britânica Absolute Radio, o músico disse que seu antigo empresário Peter Grant o sondou para entrar na banda quando ainda era conhecida como The New Yardbirds.

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Wood rejeitou a possibilidade por achar que eles eram “um bando de caipiras”: “Peter Grant era meu empresário e também de Jeff Beck, Rod Stewart, Mickey Waller e Nicky Hopknins, naqueles tempos bons”. “Tive uma oferta para entrar, quando ainda se chamavam The New Yardbirds. Eu disse que não poderia me juntar àquele bando de caipiras. Depois a banda mudou seu nome para Led Zeppelin”.

Em todas as biografias do Led Zeppelin, a possível entrada de Wood para a trupe do Zeppelin nunca foi mencionada. A informação nunca será confirmada. Na tarde de 21 de Novembro de 1995, enquanto dirigia em direção à sua casa em Eastbourne, Peter Grant sofrera de um fatal ataque-cardíaco, com seu filho Warren ao lado. Ele tinha 60 anos. No livro, Peter Grant: The Man Who Led Zeppelin, escrito por Chris Welch, o fato não foi mencionado. Será que esse lance não é um “migé” do Ronnie?
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Falando em Stones e afins, diz pra mim aí, Ronnie: Quando que vocês irão anunciar o Tour de 50 anos da banda? No aguardo, man.

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Livro inaugura as comemorações dos 50 anos dos Rolling Stones

05 de fevereiro de 2012 0

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Em 2012, os Rolling Stones chegam a respeitável marca de 50 anos na estrada do rock and roll. E essa data redonda tem seu marco zero daqui a cinco meses, mais exatamente em 12 de julho de 1962, noite que uma banda ainda insegura e desconhecida subia ao palco do Marquee, em Londres. Na época a formação dos Stones tinha: Mick Jagger (vocais), Keith Richards e Elmo Lewis [na verdade Brian Jones tocando sob pseudônimo ](guitarras), Dick Taylor (baixo), Ian Stewart (piano), e Mike Avory (bateria). Poucas semanas depois Brian Jones, Charlie Watts e Bill Wyman ingressariam na banda.

Dá pra dizer que Rolling Stones – 50 anos de rock, publicação da editora Escrituras abre aqui no país a celebração desse meio século de atividade. A obra está embalada numa capa flexível, com 270 páginas e mais de 150 fotos (muitas imagens até então inéditas por aqui). O texto é de Howard Kramer, curador do Rock and Roll Hall of Fame and Museum. A edição é de Valéria Menferto de Fabianis, “filósofa” italiana especialista em fotografias e criação de imagens.

O próximo anúncio bem que poderia ser a notícia do Tour de 50 anos da banda.

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Charlie Watts fala sobre a possibilidade da turnê de 50 anos de carreira dos Rolling Stones

09 de janeiro de 2012 1

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Em 2012 os Rolling Stones chegam aos 50 anos de carreira. Desde o ano passado vem sendo noticiado que Mick Jagger e Keith Richards estão discutindo a possibilidade dos Rolling Stones se reunirem para uma turnê em comemoração ao aniversário de meio século de atividades. Lembrando que a banda está longe dos palcos de 2007.

Richards já havia declarado em entrevista não enxergar motivos para que o grupo não se reunisse - tanto para tocar quanto para gravar um novo álbum - e agora foi a vez do baterista Charlie Watts falar à BBC6 Music sobre o assunto.

Watts disse que 'seria lindo' fazer shows para celebrar o 50º aniversário do mítico show de 12 de julho de 1962, no Marquee, em Londres. Na época a formação tinha: Mick Jagger (vocais), Keith Richards e Elmo Lewis [na verdade Brian Jones tocando sob pseudônimo] (guitarras), Dick Taylor (baixo), Ian Stewart (piano), e Mike Avory (bateria).

Vale a pena lembrar a idade destes senhores: Mick Jagger (68) Keith Richards (68) Charlie Watts (70) e Ron Wood  (64). Turnês muito longas devem ser descartadas.

Resta aos fãs aguardar e torcer para que as pedras rolem em 2012.

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Os melhores álbuns de 2011

20 de dezembro de 2011 2

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Por Márcio Grings

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Falem o que quiserem das listas. Eu sempre gostei delas. Essa dos melhores de 2011 partiu de uma provocação por e-mail do amigo Ricardo Seelig, cara que comanda o excelente blog Collector's Room e um daqueles brothers on-line “de respeito” que fiz nos últimos anos. Parte da lista que fiz também está publicada no blog da Itapema, ao lado dos colegas da Rede. O exercício de pensar sobre o “The Best” deste ano também me fez concluir que, musicalmente, em minha opinião, não tivemos um grande ano musical. Entretanto, tem alguns lançamentos bacanas que sacudiram as caixas de som lá de casa. Tanto que depois de uma reflexão mais atenta, minha lista acabou ganhando 11 nomes.  Tem coisa boa na lista aí debaixo. Confira.

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Ryan Adams – Ashes and Fires

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Adams surgiu como um dos mais promissores cantores compositores da geração 2000. Foram 10 álbuns em 10 anos de carreira solo. Lembrando que nos anos 90, Ryan era um dos integrantes do grupo de alt-country WhiskeyTown. Pra citar apenas dois trabalhos maiúsculos desse norte-americano de 37 anos, eu destaco o multi-platinado "Gold" (2001) e o propositalmente inacabado "Demolition" (2002). Depois de lançar dois livros de contos e poesia (ele prepara um terceiro para breve) - Infinity Blues e Hello Sunshine, Ryan deu uma paradinha de leve pontuada por declarações que iria abandonar o mundo musical. Era só um beiçinho. Aí ele voltou com tudo! Depois de três lançamentos em menos de um ano, Orion, Cardinals III & IV e Class Mitology, o homem parece realmente ter readquirido a velha forma. "Ashes And Fire"  foi lançado em outubro tendo o violão como principal instrumento na linha de frente das canções. A temática continua naquela conhecida levada baladeira com nuanças caipiras, 'folkêras' e roqueiras da virada dos anos 60/70. Lembra Flying Burrito Brothes, Grateful Dead da fase country e Stones na época de 'Exile'. O CD foi produzido pelo lendário Glyn Johns, que já trabalhou com os Stones e Who, e é pai de Ethan Johns, ex-produtor do Whiskeytown e de Gold. Além disso, o álbum tem participações especiais de Tom Petty, Benmont Tench e Norah Jones.

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North Mississipi All-Stars – Keys to the Kingdom

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O North Mississipi All-Stars é uma das melhores bandas de blues rock dos EUA surgida nos últimos dez ou quinze anos. O som do trio mergulha fundo na pentatônica música negra de raiz: soul, country e gospel, isso sem esquecer-se de chumbar o produto final com doses venenosas de rock “setentão”. Em “Keys of The Kingdom”, muitas vezes esse peso foi deixado de lado, surgindo canções mais afinadas com o mítico som do sul dos Estados Unidos. Há colaborações de respeito, como a veterana cantora Mavis Staples (The Meeting) e de Ry Cooder (Ain't No Grave). Ainda temos o bluesman Alvin YoungbloodHeart e o tecladista Spooner Oldhan, escolado colaborador da soul e country music. Minhas preferidas: “Jellyroll All rollin’ Heaven” e “Hear The Hills”. Entre as canções revisitadas, destaque para “Stuck Inside A Memphis Blues Again” (Bob Dylan) e “This A Way” (Woody Guthrie).

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Wanda Jackson – The Party Ain’t Over

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Como é bacana ver um veterano usando toda a experiência a seu favor. Envelhecer com a dignidade dos músicos de jazz, eis o sonho de muitos artistas. Vovó Wanda Jackson (74 aninhos) lançou esse ano “The Party Ain’t Over”, uma deliciosa colcha de retalhos que costura antigos e novos números de rockabilly e rock n roll, com produção devotada de Jack White. O álbum foi capturado no estúdio privado do músico, em Nashville, Tenessee. Para essa empreitada Jack arebanhou alguns compadres (tem gente das bandas My Morning Jacket, Raconteurs e Dead Weather) e como produtor esperto que é, ao ouvirmos atentamente as canções, entendemos perfeitamente o significado do nome do álbum – já que com a pequena ajuda de Jack, a festa realmente parece estar longe do fim para a cantora americana. A alegria contagiante de Wanda Jackson e os seus é um manifesto de vitalidade, como também aponta concisamente para um futuro com cara de passado. Minhas preferidas: "Shakin’ All Over" e a versão da véia pra “Thunder on the Mountain” de Bob Dylan.

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Gregg Allman – Low Country Blues

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O vocalista, tecladista e compositor norte-americano Gregg Allman (64), líder do The Allman Brothers Band é o homem de frente do grupo há mais de 40 anos. Entretanto, Gregg sempre teve incursões individuais. “Low Country Blues” conta com a produção de T-Bone Burnett, e tem entre os convidados, destaque para Dr. John, mestre da conjunção blues, jazz, zydeco e boogie, que assumiu os pianos do álbum. Greg mandou ver no violão e no órgão Hammond B-3, uma das marcas registradas do som do Allman banda. Já a banda base do álbum é formada por um músico de apoio da banda de Eric Clapton - Doyle Bramhall II (guitarra), e pela dupla Dennis Crouch (baixo) e Jay Bellerose (bateria), mesma dobradinha do premiadíssimo Raising Sand (2007), gravado por Robert Plant ao lado da cantora country Alison Krauss. “Low Country Blues” é uma espécie de recomeço para o irmão do falecido e cultuado guitarrista Duane Allmann, já que Gregg sofreu uma delicada cirurgia de transplante de fígado em junho de 2010, resultado de anos e anos de excessos e décadas de vício em heroína. Minhas preferidas: “Floating Bridge”, uma releitura de Skip James, “Got Devil My Woman”, e duas de Mudy Waters – “Rolling Stone” e “I Can’t Be Satisfied”.

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Charles Bradley – No Time for Dreaming

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“No Time For Dreaming” é um excepcional álbum de soul music para apaixonados pela old school do gênero. A sonoridade do CD é totalmente vinculada à era de ouro da música negra, e temos a impressão de que se trata de um álbum esquecido nos porões do tempo. Olhando a estampa do coroa, dá pra dizer que Charles Bradley parece uma mistura de Tony Tornado com James Brown, a apesar de estar estreando em um álbum, esse soul man de 63 anos é o que podemos chamar de veterano iniciante. Da capa com visual retro a aquilo que ouvimos vazar das caixas de som, “No Time For Dreaming” é um excepcional disco de soul.  Além das canções, rola algumas vinhetas ou temas instrumentais pela banda que o acompanha no CD, a Menahan Street Band, uma rapaziada danada de boa que faz interlúdios espertos e dá refresco e beleza ao contexto do trabalho.  Só preciso de dois sons pra convencer o leitor/ouvinte do requinte da obra: tasque no player “The World (Is Going Up In Flames” ou “Heartaches and Pain”, última faixa do CD, e você saberá do que estou falando. Que Charles Bradley não pare por aí.

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Josh T. Pearson - Lost of the Country Gentlemen

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Josh T. Pearson chamou inicialmente a atenção como líder do grupo Lift to Experience, banda americana que gravou apenas um disco – o elogiado The Texas-Jerusalem Crossroads (2001). Após o final das atividades de sua banda (ou bando), ele lançou seu primeiro trabalho solo de estúdio – “Last of The Country Gentlemen”. Digo ‘primeiro trabalho solo de estúdio’ porque o barbudo havia lançado o álbum ao vivo “To Hull and Back” (2006), espécie de preâmbulo desse cantor/compositor como um homem só na música (anti) pop. Não se engane com a palavra country no título do álbum - o som poeirento e repleto de espaços em branco de Josh T. Pearson não tem nada a ver com o country convencional. A ironia é desvendada quando sacamos o cruzamento de riffs de violão no clima do som do início dos anos 90, com nuanças do rock de Seattle, somadas a um tipo de folk cinzento com letras ‘deprês’. Sendo mais específico – na minha visão, uma mistura de Nick Drake com Mark Lanegan, utilizando um código genético ainda mais peculiar. Tipo: música perfeita para os garçons recolherem os copos num fim de noite qualquer em algum boteco de nossas vidas. Forte como uma dose de Jim Bean.

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Fleet Floxes – Helplessness Blues

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“Helplessness Blues” é o 2° CD dessa banda de Seattle liderada pelo guitarrista/cantor Robin Pecknold. As influências do Fleet Floxes passam por Bob Dylan, Neil Young e Beach Boys. ‘Tá ruim de referencia, né? A faixa título dá uma boa pista daquilo que você encontra com essas novas raposas do folk, gospel e country-rock. Confesso que esse é um daqueles trabalhos que me causam sentimentos dúbios quando o ouço. Consigo ficar arrebatado por canções como “Montezuma” e “Bedoim Dress”, no entanto, a jogada retro acentuada proposta pelo grupo de vez em quando aporrinha o saco, já que as melodias oferecem poucas variações melódicas. Soa repetitivo. O trabalho parece que foi gravado no final dos anos 60, com dose dupla de tempero folk barroco e rock clássico. Em suma: um disco perfeito para bichos-grilo (como eu) que ainda não se conformaram com o fim dos anos 60. Como diria Walt Whitman: “Contradigo-me? Pois bem, contradigo-me. Sou amplo, contenho multidões”. Com todos os seus defeitos (e qualidades, é óbvio!), o destaco como uma das pérolas do ano. Desconfie daquilo que lhe causa uma estranheza inicial, afinal, não é todo dia que podemos conferir novas bandas de rock que se arriscam em revisitar os anos 60 sem cair no óbvio. E o Fleet Floxes tem café no bule e muita lenha pra queimar. Já estou no compasso de espera para o próximo disco, pois acredito que eles estejam bem perto de acertar o alvo em cheio. Que venha um novo CD dos Floxes em 2012.

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Gary Clark Jr. – The Bright Lights

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Gary Clark Jr é considerado uma das novas promessas do blues norte-americano. Em outubro de 2011, esse texano de 27 anos abriu três dos quatro shows de Eric Clapton no Brasil (São Paulo e Rio). Gary ganhou o apelido peso-pesado de “Salvador do Blues”, e além do tradicional gênero do Mississipi, reza seu vernáculo também na cartilha da música negra, mais precisamente no soul music chamuscado com doses roqueiras. O músico vem gerando comparações e co-relações a nomes com um de seus conterrâneos mais ilustres – o guitarrista Stevie Ray Vaughan, morto num desastre aéreo em 1990. Clark foi um dos destaques do festival Crossroads Guitar, em 2010, onde se apresentou ao lado de BB King , Eric Clapton, Buddy Guy e Steve Winwood, e participou do filme “Honeydripper” - Do Blues ao Rock”, que conta a origem do blues e do rock nos Estados Unidos. Quanto ao som do homem, se você gosta de blues do bom, basta um único som do EP “The Bright Lights” para convencê-lo da qualidade do cara. Dê volume no seu som e ouça a faixa título. A casa vai tremer e Gary vai ganhar o respeito do ouvinte (leitor).

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Gustavo Telles & Os Escolhidos – Do Seu Amor, Primeiro é você que precisa

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O disco saiu no finalzinho do ano passado, porém tomo a liberdade de incluí-lo na lista de 2011. Gustavo Telles, baterista da banda instrumental gaúcha Pata de Elefante, soltou a voz e reuniu amigos para gravar um disco de canções de amor. Além de compositor de todas as canções ele toca violão de 12 cordas em “Tell Me Why” (única faixa no idioma mater do rock) e assume todos os vocais. E digo mais, se você gosta de discos como “Music From Big Pink”, do The Band, “No Reason To Cry”, de Eric Clapton e “Nashville Skyline”, de Bob Dylan, esse CD vai lhe deixar mais do que satisfeito. As referências ao Band são as mais explícitas, a começar pelo clima de camaradagem nas fotos da contracapa e encarte, possivelmente inspiradas nas imagens estampadas nos dois primeiros álbuns do extinto grupo canadense com base nos EUA. Não vejo nenhum problema, pelo contrário, além disso, o mais importante, canções como “Posso Me Perder” são descaradamente embebidas no clima country blues da banda de Robbie Robertson, Rick Danko, Levon Helm, Garth Hudson e Richard Manuel. Rock do bom no idioma de Camões.

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Etta James – The Dreamer

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Aparentemente, a carreira musical de Etta James termina com The Dreamer. A cantora anunciou faz alguns meses que este seria seu álbum de despedida, um grito de adeus antes da aposentadoria. Etta, 73 anos, um dos últimos nomes ainda na ativa da velha escola do blues & soul (e jazz) passou por maus bocados em 2011. Esteve hospitalizada durante alguns meses passando por um tratamento contra a leucemia. Ela também sofre de Alzheimer, desde 2009. Entretanto, as intempéries da vida não a impediram de gravar um novo trabalho que mostra Etta cantando muito. Era uma espécie de dívida com ela mesma, tipo "antes de entrar pra reserva, preciso mostrar ao mundo que ainda posso gravar um bom álbum". E ela conseguiu. No repertório canções de Ray CharlesBobby BlandJohnny “Guitar” Watson, Otis ReddingLittle Milton, ou seja, garantia do melhor rhythm & Blues do pedaço, certas vezes, com um temperinho rock and roll. Entre as surpresas, lá está uma releitura "boogie" avassaladora de Welcome to the Jungle do Guns N’ Roses. Dê uma canção meia boca pra velha Etta e ela transforma o número num blues arrasa quarteirão. "Me dá meu gorro!". Um disco de tirar o chapéu.

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Tom Waits - Bad As Me

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Nosso herói é conhecido por seus estranhos métodos de trabalho. Tom Waits confessou que compõe alguns dos seus temas a partir de gritos solitários vociferados no seu automóvel. Waits também disse ao jornal austríaco Die Presse que conduz o seu carro por aí e grava num pequeno gravador. “Como tenho família, o único lugar tranquilo é o carro. Ou então vou para o estúdio, entro em transe e descarrego a letra de uma forma mágica. Um pouco como um vendedor de bíblias bêbado”. Antes mesmo de ser lançado, “Bad As Me”, novo álbum de Tom Waits já ganhou status de um dos melhores CDs do ano. O trabalho tem menos crueza do que de costume, e os arranjos estão muito caprichados. Isso não significa tem que encontraremos um disco rebuscado de arranjos e repleto de “piripaques” tecnológicos, bem pelo contrário, o lance ainda soa beat, direto e minimalista. Entre os convidados, o bluesman branquelo Charlie Musselwhite toca gaita em cinco faixas, Flea (do Red Hot Chili Peppers) toca baixo em "Hell Broke Luce". O destaque principal fica por conta do pirata Keith Richards, que manda ver na guitarra e canta em "The Last Leaf" e "Satisfied". Falando em satisfação... Esta última canção, é um blues raivoso e hipnótico, carregado pelo riff de Keith. Até dá os ares de Satisfaction dos Stones, ainda mais quando o ouvimos cantar: “I said I will have satisfaction”.

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Veja o novo vídeo clipe dos Rolling Stones

19 de dezembro de 2011 0

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"No Spare Parts", canção inédita de 1978 é o destaque do relançamento de Some Girls

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Promovendo o Box box especial que relança no mercado o álbum Some Girls (1978), os Rolling Stones acabam de divulgar o clipe de  “No Spare Parts”. A canção inédita é puxada por violão e slide, tem aquela pegadinha country que nos arremete a temas como Far Away Eyes, canção irmã de Some Girls, como também remonta o lado country de Exile On Main Street (1972). O velho esquema Mick no vocal principal, Keith nos backings. Uma delícia. O box foi lançado nos EUA e UK no último mês de novembro.

Veja o vídeo.

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Considerado um dos melhores trabalhos da banda após a entrada do guitarrista Ronnie Wood, que se juntou a Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Bill Wyman em 1975, "Some Girls" chegou ao topo das paradas norte-americanas na época de seu lançamento. Ainda hoje figura entre um dos álbuns mais vendidos do grupo. Além de "Beast Of Burden", o repertório inclui sucessos como “Miss You”, “Shattered” e “Far Away Eyes”, e uma versão de "Just My Imagination (Running away with me)", dos Temptations, como também faixa que dá nome ao álbum.

The Rolling Stones lança site comemorativo aos 50 anos de formação

21 de novembro de 2011 0

Facebook oficial

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Por Ana Bittencourt

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Os Rolling Stones, uma das bandas mais cultuadas e bem sucedidas do mundo, estão prestes a completar 50 anos em 2012. E para antecipar as comemorações, o quarteto inglês lançou um site de encher os olhos e corações dos fãs. Trata-se de "The Rolling Stones Archive", que foi ao ar na última sexta-feira (18).

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No site, os fãs encontram a versão digital de "The Bruxelas Affair",  compilação de dois shows da turnê europeia do álbum “Goats Head Soup”. Realizadas em 1973, no Forest National, na Bélgica, as apresentações reúnem sucessos como "You Can't Always Get What You Want”, “Brown Sugar” e “Gimme Shelter”, entre outros. Esse material já é conhecido no universo das gravações que circulam pela internet sem autorização do artista, mas, de qualquer forma, estar no novo site é bem bacana, pois proporciona que mais pessoas possam acessar.

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A promessa é que o site será atualizado com freqüência até o aniversário da banda e, aos poucos, serão incluídos novos vídeos, imagens raras e entrevistas. Uma das prometidas é com Michael Putland, fotógrafo oficial da banda durante os anos 70 e que, com certeza, tem muitas histórias pra contar.

Divulgação

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Em The Rolling Stones Archive também estarão disponíveis para compra diversos itens, como litografias autografadas, material promocional e luxuosas caixas, tudo para deixar os fãs pra lá de satisfeitos.

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