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Posts com a tag "Tom Petty"

Tom Petty oferece US$ 7.500 mil por guitarras furtadas

15 de abril de 2012 0

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O músico norte-americano Tom Petty está oferecendo uma recompensa de 7.500 dólares pela devolução de cinco guitarras furtadas na semana passada de um estúdio em Culver City, a oeste de LA. Ele e os Heartbreakers, banda que o acompanha há mais de trinta anos, informaram no site oficial do grupo que as guitarras incluem uma Rickenbacker blonde 360 de 12 cordas, de 1967, pertencente a Petty, e sua Gibson SGTV Junior, de 1965, bem como instrumentos do baixista Ron Blair, e dos guitarristas Scott Thurston e Mike Campbell.

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Petty & os Heartbreakers disseram que pagarão uma recompensa de 75 mil dólares "sem fazer perguntas a quem quer que dê informações que conduza à recuperação das guitarras". A polícia disse que está investigando o crime.

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Argentino León Gieco lança o 27º álbum da carreira

03 de janeiro de 2012 0

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Por Ana Bittencourt

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O músico argentino León Gieco é um cara que sabe das coisas. Aos 60 anos, com uma extensa e sólida carreira e uma discografia invejável, o cantor e compositor diz se sentir um garoto. Seis anos depois do último álbum de estúdio, Gieco lançou recentemente seu 27º disco, chamado El desembarco.

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Ao mesmo tempo, percorreu a Europa e os Estados Unidos divulgando Mundo Alas, seu documentário - também composto por um livro e um show -, dirigido por Gieco e estrelado por pessoas com algum tipo de deficiência. Mundo Alas também fez uma turnê por várias cidades argentinas. Atualmente é o documentário argentino mais premiado da história do país, com 45 prêmios conquistados. No ano passado, León Gieco também cantou com Bono (U2) e encontrou-se com Roger Waters (Pink Floyd), nada mal.

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Conhecido por misturar o gênero folclórico com o rock argentino, fazendo das conotações sociais e políticas o teor de suas letras, sempre posicionando-se a favor dos direitos humanos e afirmando sua solidariedade pelos excluídos, León Gieco é referência em seu país. Em entrevista recente ao portal Día a Día, Gieco explicou sua maneira de compor. Segundo ele, quando se junta com os amigos músicos, a primeira coisa que fazem é colocar pra tocar um disco dos Beatles, ou um do Bob Dylan, ou quem sabe Travelling Wilburys ou Tom Petty. Depois, as melodias simplesmente vão saindo. Também, com uma inspiração dessas... É, definitivamente, Leon Gieco sabe das coisas.

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Abaixo, assista ao belíssimo vídeo de Hoy Bailaré. Dirigido por Eric y Mariano Dawidson, a música faz parte do disco El Desembarco.

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Os melhores álbuns de 2011

20 de dezembro de 2011 2

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Por Márcio Grings

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Falem o que quiserem das listas. Eu sempre gostei delas. Essa dos melhores de 2011 partiu de uma provocação por e-mail do amigo Ricardo Seelig, cara que comanda o excelente blog Collector's Room e um daqueles brothers on-line “de respeito” que fiz nos últimos anos. Parte da lista que fiz também está publicada no blog da Itapema, ao lado dos colegas da Rede. O exercício de pensar sobre o “The Best” deste ano também me fez concluir que, musicalmente, em minha opinião, não tivemos um grande ano musical. Entretanto, tem alguns lançamentos bacanas que sacudiram as caixas de som lá de casa. Tanto que depois de uma reflexão mais atenta, minha lista acabou ganhando 11 nomes.  Tem coisa boa na lista aí debaixo. Confira.

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Ryan Adams – Ashes and Fires

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Adams surgiu como um dos mais promissores cantores compositores da geração 2000. Foram 10 álbuns em 10 anos de carreira solo. Lembrando que nos anos 90, Ryan era um dos integrantes do grupo de alt-country WhiskeyTown. Pra citar apenas dois trabalhos maiúsculos desse norte-americano de 37 anos, eu destaco o multi-platinado "Gold" (2001) e o propositalmente inacabado "Demolition" (2002). Depois de lançar dois livros de contos e poesia (ele prepara um terceiro para breve) - Infinity Blues e Hello Sunshine, Ryan deu uma paradinha de leve pontuada por declarações que iria abandonar o mundo musical. Era só um beiçinho. Aí ele voltou com tudo! Depois de três lançamentos em menos de um ano, Orion, Cardinals III & IV e Class Mitology, o homem parece realmente ter readquirido a velha forma. "Ashes And Fire"  foi lançado em outubro tendo o violão como principal instrumento na linha de frente das canções. A temática continua naquela conhecida levada baladeira com nuanças caipiras, 'folkêras' e roqueiras da virada dos anos 60/70. Lembra Flying Burrito Brothes, Grateful Dead da fase country e Stones na época de 'Exile'. O CD foi produzido pelo lendário Glyn Johns, que já trabalhou com os Stones e Who, e é pai de Ethan Johns, ex-produtor do Whiskeytown e de Gold. Além disso, o álbum tem participações especiais de Tom Petty, Benmont Tench e Norah Jones.

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North Mississipi All-Stars – Keys to the Kingdom

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O North Mississipi All-Stars é uma das melhores bandas de blues rock dos EUA surgida nos últimos dez ou quinze anos. O som do trio mergulha fundo na pentatônica música negra de raiz: soul, country e gospel, isso sem esquecer-se de chumbar o produto final com doses venenosas de rock “setentão”. Em “Keys of The Kingdom”, muitas vezes esse peso foi deixado de lado, surgindo canções mais afinadas com o mítico som do sul dos Estados Unidos. Há colaborações de respeito, como a veterana cantora Mavis Staples (The Meeting) e de Ry Cooder (Ain't No Grave). Ainda temos o bluesman Alvin YoungbloodHeart e o tecladista Spooner Oldhan, escolado colaborador da soul e country music. Minhas preferidas: “Jellyroll All rollin’ Heaven” e “Hear The Hills”. Entre as canções revisitadas, destaque para “Stuck Inside A Memphis Blues Again” (Bob Dylan) e “This A Way” (Woody Guthrie).

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Wanda Jackson – The Party Ain’t Over

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Como é bacana ver um veterano usando toda a experiência a seu favor. Envelhecer com a dignidade dos músicos de jazz, eis o sonho de muitos artistas. Vovó Wanda Jackson (74 aninhos) lançou esse ano “The Party Ain’t Over”, uma deliciosa colcha de retalhos que costura antigos e novos números de rockabilly e rock n roll, com produção devotada de Jack White. O álbum foi capturado no estúdio privado do músico, em Nashville, Tenessee. Para essa empreitada Jack arebanhou alguns compadres (tem gente das bandas My Morning Jacket, Raconteurs e Dead Weather) e como produtor esperto que é, ao ouvirmos atentamente as canções, entendemos perfeitamente o significado do nome do álbum – já que com a pequena ajuda de Jack, a festa realmente parece estar longe do fim para a cantora americana. A alegria contagiante de Wanda Jackson e os seus é um manifesto de vitalidade, como também aponta concisamente para um futuro com cara de passado. Minhas preferidas: "Shakin’ All Over" e a versão da véia pra “Thunder on the Mountain” de Bob Dylan.

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Gregg Allman – Low Country Blues

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O vocalista, tecladista e compositor norte-americano Gregg Allman (64), líder do The Allman Brothers Band é o homem de frente do grupo há mais de 40 anos. Entretanto, Gregg sempre teve incursões individuais. “Low Country Blues” conta com a produção de T-Bone Burnett, e tem entre os convidados, destaque para Dr. John, mestre da conjunção blues, jazz, zydeco e boogie, que assumiu os pianos do álbum. Greg mandou ver no violão e no órgão Hammond B-3, uma das marcas registradas do som do Allman banda. Já a banda base do álbum é formada por um músico de apoio da banda de Eric Clapton - Doyle Bramhall II (guitarra), e pela dupla Dennis Crouch (baixo) e Jay Bellerose (bateria), mesma dobradinha do premiadíssimo Raising Sand (2007), gravado por Robert Plant ao lado da cantora country Alison Krauss. “Low Country Blues” é uma espécie de recomeço para o irmão do falecido e cultuado guitarrista Duane Allmann, já que Gregg sofreu uma delicada cirurgia de transplante de fígado em junho de 2010, resultado de anos e anos de excessos e décadas de vício em heroína. Minhas preferidas: “Floating Bridge”, uma releitura de Skip James, “Got Devil My Woman”, e duas de Mudy Waters – “Rolling Stone” e “I Can’t Be Satisfied”.

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Charles Bradley – No Time for Dreaming

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“No Time For Dreaming” é um excepcional álbum de soul music para apaixonados pela old school do gênero. A sonoridade do CD é totalmente vinculada à era de ouro da música negra, e temos a impressão de que se trata de um álbum esquecido nos porões do tempo. Olhando a estampa do coroa, dá pra dizer que Charles Bradley parece uma mistura de Tony Tornado com James Brown, a apesar de estar estreando em um álbum, esse soul man de 63 anos é o que podemos chamar de veterano iniciante. Da capa com visual retro a aquilo que ouvimos vazar das caixas de som, “No Time For Dreaming” é um excepcional disco de soul.  Além das canções, rola algumas vinhetas ou temas instrumentais pela banda que o acompanha no CD, a Menahan Street Band, uma rapaziada danada de boa que faz interlúdios espertos e dá refresco e beleza ao contexto do trabalho.  Só preciso de dois sons pra convencer o leitor/ouvinte do requinte da obra: tasque no player “The World (Is Going Up In Flames” ou “Heartaches and Pain”, última faixa do CD, e você saberá do que estou falando. Que Charles Bradley não pare por aí.

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Josh T. Pearson - Lost of the Country Gentlemen

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Josh T. Pearson chamou inicialmente a atenção como líder do grupo Lift to Experience, banda americana que gravou apenas um disco – o elogiado The Texas-Jerusalem Crossroads (2001). Após o final das atividades de sua banda (ou bando), ele lançou seu primeiro trabalho solo de estúdio – “Last of The Country Gentlemen”. Digo ‘primeiro trabalho solo de estúdio’ porque o barbudo havia lançado o álbum ao vivo “To Hull and Back” (2006), espécie de preâmbulo desse cantor/compositor como um homem só na música (anti) pop. Não se engane com a palavra country no título do álbum - o som poeirento e repleto de espaços em branco de Josh T. Pearson não tem nada a ver com o country convencional. A ironia é desvendada quando sacamos o cruzamento de riffs de violão no clima do som do início dos anos 90, com nuanças do rock de Seattle, somadas a um tipo de folk cinzento com letras ‘deprês’. Sendo mais específico – na minha visão, uma mistura de Nick Drake com Mark Lanegan, utilizando um código genético ainda mais peculiar. Tipo: música perfeita para os garçons recolherem os copos num fim de noite qualquer em algum boteco de nossas vidas. Forte como uma dose de Jim Bean.

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Fleet Floxes – Helplessness Blues

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“Helplessness Blues” é o 2° CD dessa banda de Seattle liderada pelo guitarrista/cantor Robin Pecknold. As influências do Fleet Floxes passam por Bob Dylan, Neil Young e Beach Boys. ‘Tá ruim de referencia, né? A faixa título dá uma boa pista daquilo que você encontra com essas novas raposas do folk, gospel e country-rock. Confesso que esse é um daqueles trabalhos que me causam sentimentos dúbios quando o ouço. Consigo ficar arrebatado por canções como “Montezuma” e “Bedoim Dress”, no entanto, a jogada retro acentuada proposta pelo grupo de vez em quando aporrinha o saco, já que as melodias oferecem poucas variações melódicas. Soa repetitivo. O trabalho parece que foi gravado no final dos anos 60, com dose dupla de tempero folk barroco e rock clássico. Em suma: um disco perfeito para bichos-grilo (como eu) que ainda não se conformaram com o fim dos anos 60. Como diria Walt Whitman: “Contradigo-me? Pois bem, contradigo-me. Sou amplo, contenho multidões”. Com todos os seus defeitos (e qualidades, é óbvio!), o destaco como uma das pérolas do ano. Desconfie daquilo que lhe causa uma estranheza inicial, afinal, não é todo dia que podemos conferir novas bandas de rock que se arriscam em revisitar os anos 60 sem cair no óbvio. E o Fleet Floxes tem café no bule e muita lenha pra queimar. Já estou no compasso de espera para o próximo disco, pois acredito que eles estejam bem perto de acertar o alvo em cheio. Que venha um novo CD dos Floxes em 2012.

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Gary Clark Jr. – The Bright Lights

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Gary Clark Jr é considerado uma das novas promessas do blues norte-americano. Em outubro de 2011, esse texano de 27 anos abriu três dos quatro shows de Eric Clapton no Brasil (São Paulo e Rio). Gary ganhou o apelido peso-pesado de “Salvador do Blues”, e além do tradicional gênero do Mississipi, reza seu vernáculo também na cartilha da música negra, mais precisamente no soul music chamuscado com doses roqueiras. O músico vem gerando comparações e co-relações a nomes com um de seus conterrâneos mais ilustres – o guitarrista Stevie Ray Vaughan, morto num desastre aéreo em 1990. Clark foi um dos destaques do festival Crossroads Guitar, em 2010, onde se apresentou ao lado de BB King , Eric Clapton, Buddy Guy e Steve Winwood, e participou do filme “Honeydripper” - Do Blues ao Rock”, que conta a origem do blues e do rock nos Estados Unidos. Quanto ao som do homem, se você gosta de blues do bom, basta um único som do EP “The Bright Lights” para convencê-lo da qualidade do cara. Dê volume no seu som e ouça a faixa título. A casa vai tremer e Gary vai ganhar o respeito do ouvinte (leitor).

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Gustavo Telles & Os Escolhidos – Do Seu Amor, Primeiro é você que precisa

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O disco saiu no finalzinho do ano passado, porém tomo a liberdade de incluí-lo na lista de 2011. Gustavo Telles, baterista da banda instrumental gaúcha Pata de Elefante, soltou a voz e reuniu amigos para gravar um disco de canções de amor. Além de compositor de todas as canções ele toca violão de 12 cordas em “Tell Me Why” (única faixa no idioma mater do rock) e assume todos os vocais. E digo mais, se você gosta de discos como “Music From Big Pink”, do The Band, “No Reason To Cry”, de Eric Clapton e “Nashville Skyline”, de Bob Dylan, esse CD vai lhe deixar mais do que satisfeito. As referências ao Band são as mais explícitas, a começar pelo clima de camaradagem nas fotos da contracapa e encarte, possivelmente inspiradas nas imagens estampadas nos dois primeiros álbuns do extinto grupo canadense com base nos EUA. Não vejo nenhum problema, pelo contrário, além disso, o mais importante, canções como “Posso Me Perder” são descaradamente embebidas no clima country blues da banda de Robbie Robertson, Rick Danko, Levon Helm, Garth Hudson e Richard Manuel. Rock do bom no idioma de Camões.

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Etta James – The Dreamer

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Aparentemente, a carreira musical de Etta James termina com The Dreamer. A cantora anunciou faz alguns meses que este seria seu álbum de despedida, um grito de adeus antes da aposentadoria. Etta, 73 anos, um dos últimos nomes ainda na ativa da velha escola do blues & soul (e jazz) passou por maus bocados em 2011. Esteve hospitalizada durante alguns meses passando por um tratamento contra a leucemia. Ela também sofre de Alzheimer, desde 2009. Entretanto, as intempéries da vida não a impediram de gravar um novo trabalho que mostra Etta cantando muito. Era uma espécie de dívida com ela mesma, tipo "antes de entrar pra reserva, preciso mostrar ao mundo que ainda posso gravar um bom álbum". E ela conseguiu. No repertório canções de Ray CharlesBobby BlandJohnny “Guitar” Watson, Otis ReddingLittle Milton, ou seja, garantia do melhor rhythm & Blues do pedaço, certas vezes, com um temperinho rock and roll. Entre as surpresas, lá está uma releitura "boogie" avassaladora de Welcome to the Jungle do Guns N’ Roses. Dê uma canção meia boca pra velha Etta e ela transforma o número num blues arrasa quarteirão. "Me dá meu gorro!". Um disco de tirar o chapéu.

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Tom Waits - Bad As Me

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Nosso herói é conhecido por seus estranhos métodos de trabalho. Tom Waits confessou que compõe alguns dos seus temas a partir de gritos solitários vociferados no seu automóvel. Waits também disse ao jornal austríaco Die Presse que conduz o seu carro por aí e grava num pequeno gravador. “Como tenho família, o único lugar tranquilo é o carro. Ou então vou para o estúdio, entro em transe e descarrego a letra de uma forma mágica. Um pouco como um vendedor de bíblias bêbado”. Antes mesmo de ser lançado, “Bad As Me”, novo álbum de Tom Waits já ganhou status de um dos melhores CDs do ano. O trabalho tem menos crueza do que de costume, e os arranjos estão muito caprichados. Isso não significa tem que encontraremos um disco rebuscado de arranjos e repleto de “piripaques” tecnológicos, bem pelo contrário, o lance ainda soa beat, direto e minimalista. Entre os convidados, o bluesman branquelo Charlie Musselwhite toca gaita em cinco faixas, Flea (do Red Hot Chili Peppers) toca baixo em "Hell Broke Luce". O destaque principal fica por conta do pirata Keith Richards, que manda ver na guitarra e canta em "The Last Leaf" e "Satisfied". Falando em satisfação... Esta última canção, é um blues raivoso e hipnótico, carregado pelo riff de Keith. Até dá os ares de Satisfaction dos Stones, ainda mais quando o ouvimos cantar: “I said I will have satisfaction”.

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Veja o novo clipe de Tom Waits

09 de novembro de 2011 0

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"Satisfied" foi dirigido pelo filho de Bob Dylan e tem Keith Richards na guitarra

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O novo disco de Tom Waits já ganhou status de um dos melhores álbuns do ano. Satisfied é a canção escolhida para figurar como primeiro vídeo de Bad as Me, que foi lançado no último dia 21 de outubro. O clipe foi dirigido por Jesse Dylan, filho mais velho do homem. Jesse já dirigiu clipes de Tom Petty, Elvis Costello e Lenny Kravitz.

Em "Satisfied"  Waits tem um convidado muito especial na guitarra: Keith Richards, dos Rolling Stones. A canção é um blues raivoso e hipnótico, carregado pelo riff de Keith. Até dá os ares de Satisfaction dos Stones, ainda mais quando o ouvimos cantar: “I said I will have satisfaction”.

‘Tá massa o clipe. Todo em P&B

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Nenhuma novidade: novo filme de Cameron Crowe tem música de Tom Petty na trilha-sonora

04 de novembro de 2011 0

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"Nós compramos um Zoológico" chega aos cinemas do país em dezembro

Todo mundo sabe que o diretor norte-americano Cameron Crowe gosta da música de Tom Petty. Sempre que pode, o cineasta dá um jeito de colocar uma música do artista em seus filmes. Foi assim em Jerry McGuire (1993). Lembram da cena em que o personagem de Tom Cruise canta “Free Fallin’”?

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Em “Tudo Acontece em ElizabethTown” ele encaixou dois sons na trilha-sonora - “Learning To Fly” (música final do trailer abaixo) e “It’ll All Work Out”.

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Em seu novo filme, “We Bought A Zoo” (com previsão de estreia nos cinemas brasileiros em 23 de dezembro, com o título de Nós Compramos Um Zoológico), Crowe meteu outro tema de Petty. Trata-se de “Don’t Come Around Here No More”, sucesso de 1985, que foi hit nas paradas americanas e inglesas da época, além de ganhar as telas da MTV num vídeo clipe pra lá de massificado.

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No novo filme o diretor conta a história real do jornalista Benjamin Mee, um maluco que tentou reconstruir um zoológico. Matt Damon vive o protagonista. Scarlett Johansson, Thomas Haden Church, Patrick Fugit e Elle Fanning estão no elenco. Veja o trailer, ouça um trecho da canção de Tom Petty, ou reveja o clipe original da canção.

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Tom Petty, 60 anos

20 de outubro de 2011 1

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Aos 11 anos, a vida de um jovem garoto de Gainesville, na Flórida dos anos 60, poderia seguir o curso normal de tantos outros piás. Porém, mais precisamente em 1962, Thomas Earl Petty visitou ao lado de seu pai, o set de filmagem de Em Cada Sonho Um Amor (Follow That Dream), e sob os holofotes ficou contagiado com uma música que ele pode presenciar o playback ao vivo com olhos curiosos de um garoto. Era Old Top of Old Smokey, uma das quatro músicas que o ator (cantor) Elvis Presley dublava no então nono filme de sua carreira em Hollywood. O menino ficou impressionado. Tanto que logo trocaria sua bicicleta por um LP coletânea de artistas de 1955 (Elvis, Chuck Berry e Jerry Lee Lewis estavam nessa bolacha).

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Em pouco tempo, o pequeno bad boy se tornaria baixista dos Epics, uma banda que reverenciava o quarteto de Liverpool. E o menino foi crescendo, entre pequenas digressões, trocas de banda, as primeiras canções autorais, intermináveis lições de vida na estrada (ele entrou nessa pra valer aos 18 anos) e inevitável experiência que já não era “pouca coisa” no início dos anos 70. Aos pouco, Tom Petty foi burilando sua sonoridade, nunca abandonando suas referências, e sempre atento a tudo aquilo que orbitava ao seu redor. Na sua música, dava pra sacar a influência dos Byrds, Beatles, Beach Boys, só que no seu diapasão, o cortado ficava mais sujo (seco), mesclando levadas punks e pesadas. Ao seu lado, ele tinha uma turma de confiança que batizou de Heartbreakers, grupo que o acompanha até hoje, salvo pequenas alterações do quadro de músicos. Em 1976 gravariam o primeiro LP, que levaria apenas o nome da banda – Tom Petty And The Heartbreakers – trabalho que gerou algum burburinho na Inglaterra.

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Entre idas e vindas, em 1979, eles emplacaram as paradas de sucesso nos dois lados do Atlântico com Damn The Torpedos. No início dos anos 80, Petty soube como poucos usar de um novo e importante artifício para divulgar sua música: o vídeo clipe. Canções como You Got Lucky e Don’t Come Around Here No More, foram exaustivamente veiculadas na MTV, na época um veículo emergente que abriu o cofre para Tom e os Seus. Em 1986, Tom Petty & os Heartbreakers foram convocados por ninguém menos do que Bob Dylan para trabalharem como banda de apoio do bardo americano no Tour daquele ano. Gravaram álbuns, percorreram vários continentes, ganharam milhares de dólares e principalmente emprestaram legitimidade a um dos momentos menos produtivos da carreira de Dylan. Dessa época, destaco o CD pirata Duelling Banjos, gravado em Seattle, e o DVD Hard To Handle, filmado ao vivo em um concerto na Austrália.

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Em resumo, depois disso Petty virou uma estrela do rock, participou dos Travelling Wilburys ao lado de Dylan, George Harrison, Roy Orbison e Jeff lynne, gravou álbuns que foram sucesso de crítica e público (é o caso de Full Moon Fever (1989) e Wild Flowers, de (1994), e definitivamente se tornou um patrimônio do som norte-americano. Entre os últimos trabalhos, curto demais Mojo, lançado ano passado.

Nessa quinta-feira (20), nosso herói chega aos 60 anos. Longa vida ao homem.

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Mudanças da lei de direitos autorais de músicas e obras balançam o mercado internacional

10 de setembro de 2011 3

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Possíveis alterações na Europa, gravadoras americanas a perigo

Tudo indica que a antiga lei de direitos autorais de músicas pode ganhar extensão de mais 20 anos. Atualmente o copyright de uma música dura 50 anos contados de sua certidão de nascimento – a gravação. Agora, selos e músicos querem estender o prazo para 70 anos — ou até 95 em alguns casos. A proposta de mudança conhecida como “The Beatles Extension”, que tem em Paul McCartney um de seus principais defensores, favorecerá os artistas que lançaram músicas nos anos 60 — e que começam a perder os direitos sobre a obra na década corrente.

A mudança vale para quem gravou a canção. Os compositores têm o direito de receber pela obra por toda sua vida, e os direitos continuam válidos após 70 anos da morte do autor. O conselho de ministros da União Europeia em Bruxelas deverá divulgar a decisão final na próxima segunda-feira (12).

Já do outro lado do Atlântico, um item da lei de direitos autorais dos Estados Unidos deverá causar uma mudança radical na indústria fonográfica do país, daqui a dois anos. Estava previsto na legislação norte-americana, desde janeiro de 1976, que artistas poderiam recuperar os direitos de suas obras após 35 anos. Como isso passou a vigorar em 1978, a partir de 2013, álbuns que completarem 35 anos de lançamento, como Darkness on the Edge of Town, de Bruce Springsteen (que ganhou reedição de luxo no ano passado), poderão ser relançados por outras gravadoras ou sumir das prateleiras, se o artista preferir.

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O autor precisa entrar com o pedido na Justiça com dois anos de antecedência. Segundo reportagem publicada no jornal New York Times no último mês de agosto, músicos como Bob Dylan e Tom Petty já abriram processos para reaverem seus trabalhos. Muitos acreditam que essa mudança pode significar o tiro de misericórdia nas grandes gravadoras, já que hoje em dia, o dinheiro obtido em relançamentos de álbuns históricos e movimentação de catálogo são fundamentais para contrabalançar as perdas com a pirataria.

Já aqui no Brasil, a legislação é outra. As gravadoras têm direitos sobre o fonograma, que são delas e não do autor, e perduram pelo prazo de 70 anos. No entanto, as filiais brasileiras das “majors” também têm muito a perder, já que seguem os acordos internacionais. Sendo assim, quando a matriz americana perder os direitos sobre determinadas obras, os escritórios nacionais também não poderão relançá-las por aqui.

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Travelling Wilburys em Livro

29 de julho de 2010 1

Foto: Divulgação Genesis Publication

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O Travelling Wilburys, supergrupo formado no finzinho dos anos 80 início dos 90, por George Harrison, Bob Dylan, Jeff Lynne, Roy Orbison e Tom Petty, vai ganhar uma biografia. Eles lançaram dois discos: Travelling Wilburys Vol.1 (1988) e Travelling Wilburys Vol. 3 (1990). Outro lance bacana que rolou na época, é que toda a campanha promocional pré-lançamento do disco de estréia do ‘novo’ grupo, se utilizou do uso de pseudônimos para os artistas: Eles eram uma espécie de banda de irmãos, Os Wilbury – Nelson (que na verdade era George), Otis (Lynne), Charlie (Petty), Lucky (Dylan) e Lefty (Orbison), que só participou do primeiro disco, pois logo após o final das gravações, morreu de um ataque do coração.

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Voltando ao livro, quem vai lançá-lo é a editora britânica Genesis Publication. Sob o título de The Traveling Wilburys, o tomo inclui fotos inéditas, ilustrações, e letras manuscritas, enquanto os próprios Wilburys contam a história com suas palavras. A Edição de Colecionador custará £195.00 (ou  U$318) e a Deluxe (edição limitada à 350 cópias) custará £375.00 (ou U$611 USD). Todas as cópias são assinadas por Jeff Lynne e contém um facsímile de letras manuscritas. O livro ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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Pra quem não lembra dos irmãos Wilbury, ou se você estiver a fim de relembrar a música deles, segue três momentos dos veteranos. Basta clicar em cada um dos links abaixo. SATISFAÇÃO GARANTIDA!

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The End Of The Line

Handle With Care

Inside Out

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Vídeo: em seu novo álbum, Tom Petty reafirma sua crença no blues

16 de maio de 2010 2

Gang completa: Scott Thruston, Ron Blair, Belmond Tech, TP, Mike Campbell e Steve Ferrone. Foto: divulgação

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No vernáculo do sul dos Estados Unidos, mojo é uma espécie de feitiço usado em casos amorosos ou contra alguém. Para outros, o lance está no poder mágico de um amuleto, em estados como a Louisiana - é comum algumas pessoas carregarem seus próprios mojos e perpetuarem suas mandingas. Diz o folclore popular, acredita-se que o termo em inglês “magic” sofreu alterações ao longo dos anos, tranformando-se em 'mojo'. Lembram de Got My Mojo Workin' de Muddy Waters? Começo falando de blues e lendas, porque depois de oito anos sem gravar com os Heartbreakers, Tom Petty novamente chamou seus partners pra bater uma bolinha. Sai no próximo dia 15 de junho – Mojo – 15° álbum da carreira do roqueiro. Nascido na Flórida, o veterano com eterna cara de moleque completa 60 anos em outubro. Sobre Mojo, muitos já se referem ao CD, como “o disco blueseiro de TP & TH”. Tom disse a Rolling Stone americana que andou ouvindo discos de Jeff Beck, Peter Green, Muddy Waters e J.J. Cale, e dá pistas da linha de composição em que andou se aventurando.

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Outro detalhe importante revelado pelo protagonista, está na presença de Mike Campbell, guitarrista e fiel escudeiro de Tom Petty a mais de 30 anos. Tom disse que ele precisava se soltar, solar mais e assumir o emblema de guitar hero. Resultado: No vídeo abaixo você poderá conferir - Campbell parece muito à vontade em I Should Have Known It. E acreditem: ele levou isso a sério! Mike até abandonou aquele penteado de espantalho e mudou o cabelo. E o mais importante, o som da banda ganhou um peso extra, ao estilo de Cabin Down Bellow, faixa do disco Wild Flowers (1994). Sempre achei que o som de Petty e banda poderia ser mais venenoso e essa peçonha está exposta em I Should Have Known It . O 1° sinal do namoro mais incidente com o blues foi deflagrado no DVD Soundstage -Tom Petty & The Heartbreakers (2003), gravado em Chicago, saudosa metrópole dos gangsters e eldorado do blues. No set, temas como Born in Chicago, I Done Somebody Wrong e Little Red Rooster, mostram que esses standards do gênero caíram como uma luva no repertório do sexteto.

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Links:

Site oficial

Twitter

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Mas voltando ao CD novo, confira o 1° clipe oficial de Mojo -  I Should Have Known It – há blues na jogada, mas a pegada rock a lá Led zeppelin presente nos riffs e solos de Mike Campbell... No mínimo surpreende!

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Canções para relembrar: I`ll Remember You

29 de março de 2010 0

Divulgação Sony

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1986 - Bob Dylan numa braba! Carreira em baixa. O bardo junta-se a Tom Petty e sua banda, os Heartbreakers, aparentemente uma daquelas reuniões caça-níqueis, talvez até mesmo juntar os cacos de sua vida despedaçada, mas principalmente, Dylan precisava pagar as contas. Na verdade, além do lance da grana, ele não tinha motivação para estar em turnê com Petty e os seus. Tanto que a amizade com Tom parece que foi arranhada depois de declarações em sua biografia (Crônicas Volume Um - 2004) em que o baixinho fala que detestou os shows daquela temporada com os Heartbreakers.


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Criador e criatura na capa da Roling Stone. Foto: Divulgação RS


Se Dylan gostaria de apagar da sua memória esse período? Bom... Essa é uma das centenas de paranóias do cara. Problema dele, nós nos lembraremos para sempre. Percebam no vídeo abaixo que rola uma baita química entre os músicos e I`ll Remember You é um desses bons momentos. A Música em estúdio saiu originalmente um ano antes dessa apresentação na Austrália. O tema é uma dos melhores momentos do pop Empire Burlesque (auge da síndrome oitentista da famigerada década).


Grande letra, uma canção maíuscula, Mike Campbell na guitarra (como eu gosto do som que esse cara tira do instrumento dele!), Dylan de brinco na orelha, backin` vocals negros, Petty & os seus como os perfeitos escudeiros, enfim meus caros, eis a versão...