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Posts com a tag "Willie Nelson"

Willie Nelson vira Galdalf em paródia de O Hobbit

29 de abril de 2013 0

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Músico completa 80 anos nesta terça-feira (30).

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Poucos artistas chegam a uma idade avançada com um senso de humor desses. Willie Nelson bate na marca dos 80 anos nesta terça-feira (30). E dentro das comemorações “zuásticas” das oito décadas de uma das maiores lendas vivas da música norte-americana, Willie acaba de publicar um novo vídeo no seu canal no YouTube.

E acreditem: o homem faz uma paródia com o filme “The Hobbit”, de Peter Jackson. O alvo dele é o personagem de Ian McKellen, o mago Galdalf.

Inacreditável! E divertido. Parabéns, velho Willie!


Ryan Adams vai produzir e tocar bateria no novo disco do Lemonheads

19 de setembro de 2012 0

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Ryan Adams revelou no seu Twitter que irá produzir e tocar bateria no próximo disco do Lemonheads. O novo disco da banda vai reunir o cantor e membro fundador Evan Dando, Ben Deily, também fundador, que deixou a banda 1989 , e a ex-baixista da banda, Juliana Hatfield.

Neste ano, o Lemonheads lançou a coletânea "Laughing All The Way To The Cleaners - The Best Of Lemonheads". O último trabalho inédito da banda foi o álbum "The Lemonheads", de 2009.

Já Adams lançou ano passado “Ashes & Fire”, e recentemente, colocou nas prateleiras um Box contendo 15 LPs (de músicas ao vivo), chamado “Live After Deaf”. Em 2006, Adams produziu "Songbird", álbum de Willie Nelson que também contava com o The Cardinals, banda de apoio de Adams na época.

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Willie Nelson é hospitalizado com problemas respiratórios

20 de agosto de 2012 0

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Willie Nelson (79) cancelou um show beneficente em Denver (EUA) neste domingo (19) após ser hospitalizado com problemas respiratórios. Segundo o site NME, o artista deu entrada em um hospital local com problemas respiratórios devido a altitude do local da apresentação em associação a um quadro de enfisema. Willie foi levado a um centro médico local para realizar os exames necessários. Elaine Schock, assessora de imprensa  do artista, confirmou na tarde desta segunda-feira (20) que Willie passa bem e já saiu do hospital. Tanto que o show de Nelson nesta terça-feira - em Dallas, no Texas - está confirmado.

Willie Nelson está em turnê de divulgação de seu último álbum, "Heroes", lançado em maio desse ano.

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Willie Nelson e Band of Horses farão tour de trem pelos EUA

25 de julho de 2012 0

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Olha só que bacana. Willie Nelson, Band of  Horses, o ator/cantor John Reilly & Friends e Jamey Johnson  serão as grandes atrações da Railroad Revival Tour 2012 que irá passar por oito cidades dos Estados Unidos utilizando uma locomotiva. Confira o site oficial da turnê aqui

A Railroad Revival Tour irá acontecer em Outubro desse ano e passará pelas seguintes cidades:

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20/10 – Duluth, GA

21/10 – Não confirmado

22/10 – Memphis, TN

23/10 – Oklahoma City, OK

24/10 – Old Town Spring, TX

25/10 – Tempe, AZ

27/10 – San Pedro, CA

28/10 – Oakland, CA

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Big Easy Express Official Trailer from S2BN Films on Vimeo.

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Quando a turnê começar, o Band Of Horses já terá lançado seu novo disco, intitulado "Mirage Rock" e com data oficial marcada para 18 de Setembro, enquanto Willie Nelson ainda estará trabalhando seu mais recente disco de estúdio intitulado "Heroes". Leia mais sobre aqui.

No ano passado a mesma turnê passou pelo país com Mumford & Sons, Edward Sharpe and the Magnetic Zeros e Old Crow Medicine Show a bordo.

Além das performances em cada cidade, colaborações no palco e no trem são prometidas pelo material oficial do evento. Assista o canal oficial no YouTube do evento.

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Veja o novo clipe de Willie Nelson para o cover de "Just Breath", do Pearl Jam

08 de junho de 2012 0

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Você já viu aqui no blog o vídeo de Willie Nelson tocando em seu programa de rádio “Just Breathe“, clássico do Pearl Jam que o velho gravou ao lado do filho Lucas. O tema é um dos destaques de “Heroes”, seu novo álbum.

Agora Nelson lançou o vídeo oficial. O clipe versa em uma série de clichês que sempre funcionam: imagens de pai e filho sob o reflexo das luzes de pequenas urbes, chamuscados pelo neon, tocando em frente a trailers, descolando uma birita em pequenos botecos de beira de estrada, jogando cartas, entocados em quartos de hotel, enfim, naquele clima bacana que sempre funciona.

E a música ficou bonita demais nas vozes de Willie e Lucas. No caso do filho, dá pra perceber que certas vezes a genética deve influenciar nesse troço.

Filho de peixe...

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Willie Nelson revisita Coldplay e Pearl Jam em novo álbum

28 de maio de 2012 0

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"Heroes" foi lançado no último dia 15 de maio

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Como eu admiro esse velho! 79 anos nas costas e ainda dando trabalho. Willie Nelson gosta da estrada, dá mole pra encrenca, grava como um louco (já são mais de 60 álbuns na carreira), além de vez ou outra surpreender o mundo com álbuns de tirar o chapéu! Pra citar apenas dois trabalhos mais recentes, destaco “Teatro” (1999) e “Songbird” (2006).

Heroes” saiu do forno no último dia 15. Além do lance country, tem releituras de Pearl Jam (Just Breath), Coldplay (The Scientist) e participações de Snoop Dogg, Kris Kristofferson e Sheryl Crow.

E tem mais - a Lenda Americana apresenta ao seu público o filho Lukas, cantor com timbre muito semelhante ao Papai Nelson e ainda guitarrista de mão cheia.e

Eu gostei. Vale a pena ouvir as versões do Velho para as canções da trupe de Eddie Vedder e Chris Martin.

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Ouça um trecho do novo som de John Mayer

17 de fevereiro de 2012 0

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John Mayer acaba de divulgar um trecho de uma nova música. O teaser é o pontapé inicial do seu retorno as atividades após ser submetido a uma cirurgia nas cordas vocais no ano passado.

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O novo álbum de Mayer, “Born And Raised”, inicialmente previsto para outubro de 2011, será lançado este ano. A produção é do veterano Don Was (Rolling Stones, Willie Nelson). O músico já havia comunicado que estava aprendendo a tocar lap steel, que pode se ouvir em "Shadow Days". Lap steel é um instrumento havaiano muito usado na música country. Ele possui o formato de uma tábua, normalmente tem seis cordas e é feito para tocar-se na posição horizontal utilizando um palheta especial.

Ouça o som.

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Bee Spears, baixista de Willie Nelson morre em acidente doméstico

13 de dezembro de 2011 0

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O baixista do cantor country norte-americano Willie Nelson, Dan “Bee” Spears morreu aos 62 anos nos EUA. Ele foi encontrado morto na noite de quinta-feira, dia 08 de dezembro. Uma emissora de TV de Austin, no Texas, informou que Spears escorregou e caiu do lado de fora de sua casa em Nashville, EUA.
Willie Nelson, através de seu site oficial e pelo Twitter, lamentou a morte do amigo e companheiro de banda por de mais de 40 anos.
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Dan Spears foi contratado por Willie Nelson em 1968, quando tinha apenas 18 anos. Spears tocou em álbuns importantes de Nelson como "Red Headed Stranger" e "Stardust".

Como homenagem ao baixista, segue uma apresentação de Willlie Nelson (1974).  Bee  canta "Okie From Muskogee".

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Jack White fala à MTV americana sobre novo projeto musical de Bob Dylan

13 de maio de 2011 1

#Divulgação site oficial BD

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Prestes há completar 70 anos, Bob Dylan não dá indícios de que pretende se aposentar. O próximo projeto musical do cantor e compositor americano foi divulgado recentemente.Trata-se de uma coletânea com letras inéditas do artista country Hank Williams (morto em 1953) musicadas por artistas como Jack White, Willie Nelson, Lucinda Willians, Alan Jackson, entre outros.

Dylan decidiu começar o projeto após se deparar com um livro de letras de Williams. A ideia é musicar e lançar aquelas que não chegaram a ser gravadas.

Em entrevista à MTV americana, Jack White revelou mais detalhes do projeto. Tá lá no site musical Clash Music :

"Ele [Dylan] organizou um grupo de 20 ou 25 pessoas para terminar de escrever músicas do Hank Williams, que tinham apenas letras, mas não tinham melodia. [...] Olhei em todas as pilhas de letras, e uma delas simplesmente ficava chamando a minha atenção. Às vezes você acha que vai ser muito difícil se encaixar, mas aí você é chamado. Você não precisa escolher, ela te escolhe".

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Para comemorar... Toca uma pra nós, Hank!

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Shelby and Willie - 1, 2... 3

02 de abril de 2011 0

Reprodução ST2#

Shelby Lynne. O nome dela me lembra pêssego em calda. Willie. Buenas, ele é o Willie Nelson - a lenda.  Certa vez os dois ficaram conversando por horas no telefone. No final do bate papo ela compôs um som (esse aí debaixo).

Willie & Shelby fazem um belo par. Rola até um selinho antes de começarem a tocar.

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1 - One With The Sun (2004).

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Ouviram falar daquele ditado: um é pouco... Dois é bom. É isso, não é? Nelsom sempre curtiu um jazzinho. Com a companhia de Miss Lynne a coisa ficou bacana.

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2 - Stormy Weather (2004)

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E três é demais.  Ponto final. Ponto pra Shelby & Willie.

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3 - Angel Flying To Close (2007)

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Willie Nelson, acusado por posse de drogas pode ser salvo pela música

28 de março de 2011 0

Divulgação Facebook WN#

Para ser absolvido de acusação nos tribunais, cantor americano só precisará cantar um de seus clássicos

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Willie Nelson é um dos nossos preferidos desde sempre aqui no blog. Além de ser uma daquelas figuraças que tem uma conexão com a old school da contravenção (ele deve ser aparentado de um daqueles fora-da-lei com pinta de Robin Wood do Velho Oeste), Nelson parece inventar suas próprias regras e lendas. Falo do veterano, porque seu nome retornou as páginas dos  jornais no início dessa semana.   É que Becky Walker, juíza de um tribunal no Texas (EUA), surpreendeu ao anunciar que o cantor e compositor pode evitar a condenação à prisão por posse de drogas. O promotor do caso, Kit Bramblett, concordou que o astro da música country americana escape da cadeia se pagar uma pequena multa e cantar Blue Eyes Crying in the Rain, um dos seus clássicos com seu violão no tribunal.

É que Nelson foi preso durante batida policial em Hudspeth County (Texas), nas proximidades da fronteira com o México, a caminho de Los Angeles. Na época, segundo relato do boletim policial que o prendeu, ele teria dito: "meu amigo, eu sou Willie Nelson, tenho mais de 70 anos de idade, e não vou deixar de fumar minha maconha por você, you know?" Falamos do acontecido aqui no blog. Agentes encontraram maconha no ônibus da turnê. O fato é que esta não é a primeira vez que o cantor tem problemas com a justiça de seu país por causa de drogas. Aos 77 anos, Nelson ainda é um ativo defensor da descriminalização da maconha e faz contínuas campanhas pela revisão das leis americanas.

Nessa segunda (28) WN postou um novo vídeo em que ele aparece sentado em seu ônibus cantando e tocando violão.

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A expectativa é que o cantor aceite a oferta inusitada e se apresente no tribunal quando a sua próxima turnê passar pelo Texas, terra natal da eterna lenda viva da música country. Recentemente foi lançado nos EUA The King of Luck, documentário dirigido por Billy Bob Thorton que conta parte da trajetória de Willie na estrada.

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Eis a música que pode absolver o homem.

Aleluia!

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Willie Nelson ganha documentário e mostra nova canção

20 de março de 2011 3

Divulgação site oficial WN
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No próximo dia 30 de abril ele faz 78 anos. Mas o velho Willie Nelson não abandona a carroça. E digo mais: ainda vive cercado de polêmica e criatividade. Já é pública sua paixão pela cannabis, sendo que só na década passada, Nelson foi detido duas vezes por porte de quantidades consideráveis de fumo em blitz e barreiras ao longo da estrada. Ele inclusive declarou sua devoção a erva em uma entrevista a Larry King, em 2009. Como um fora-da-lei e paladino de seu universo particular, Willie ainda viaja muito, e gosta de compor dentro de seu ônibus particular, onde ele atualmente gira os Estados Unidos passando por centenas de cidades de sul a norte, lesta a oeste de seu país. Ano passado ele lançou County Music, disco que foi indicado ao Grammy de Melhor Álbum de Americana.
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Divulgação Facebook WN*
A novidade é que o músico, ator e diretor Billy Bob Thorton acaba de colocar na roda The King Of Luck - documentário que registra parte do universo que permeia a vida desse autêntico anti-herói americano. O filme foi lançado oficialmente último sexya (18) no Paramount Theater, em Oakland, Califórnia.
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Além disso, o velho Willie gosta de disponibilizar via Twitter fotos, informações e vídeos onde pontua tudo aquilo que ele está aprontando no momento. O site dele é municiado com atualizações semanais, e quase sempre faço minha ronda por lá. Em minha última visita, conheci o novo som do cantor, Heroes, um premiére que conta com a companhia do gaitista Mickey Raphael, parceiro e inseparável sideman que já toca a cerca de 40 anos com o ilustre texano.
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Willie Nelson é preso por porte de maconha

27 de novembro de 2010 4

Um dos últimos registros fotográficos da lenda americana. Foto: Twitter WN#

Aconteceu de novo, Willie Nelson foi preso na manhã desta sexta-feira, 26, por posse de seis gramas de maconha. Segundo o site TMZ, o músico norte-americano foi abordado por volta das 9 horas, em um posto da Patrulha de Fronteira, em Serra Branca, Texas.

Nelson estava em seu ônibus de turnê, viajando da Califórnia até Austin, no Texas. Ele foi fichado na penitenciária do condado de Hudspeth, e teve que pagar fiança de US $ 2.500.

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Nelson em Mountain Winery, Saratoga, Caifornia. Foto: Divulgação Twitter WN
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O músico de 77 anos é reincidente na infração, em 2008 ele foi detido pela polícia rodoviária do estado da Louisiana, EUA. Na época, segundo relato no boletim do policial que o prendeu, ele disse: “meu amigo, eu sou Willie Nelson, tenho mais de 70 anos de idade, eu não vou deixar de fumar a minha maconha por causa de você, you know?”.

Willian Hugh Nelson, ou Willie Nelson é  sem dúvida um homem com muitas histórias. Várias delas ele deve guardar pra si. Outras ele revela na boa.  sem medo de soar politicamente incorreto. Alguns meses atrás ele admitiu ter fumado maconha antes de entrar no estúdio da CNN para uma entrevista com Larry King: “Fumei, pode me prender”, disse o músico, ao ser indagado se tinha consumido um baseado naquele dia. Nelson revelou fumar sempre antes de cada apresentação e declarou ter, em relação à droga, “uma grande tolerância que a maioria das pessoas não tem”. E disse mais: “Você pode fumar além da conta, mas acho menos perigoso que cigarros”, concluiu o artista americano. Confira o fora-da-lei explicando seu modus operandi, na referida entrevista (abril 2010):

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Não é a toa que Willie é considerado um dos últimos foras-da-lei da música country. Sem entrar no mérito da questão, o velho é uma figuraça rara. O clipe abaixo, um dos últimos produzidos pelo veterano, confirma que o cantor e compositor respira ares muito particulares. Vale a pena conferir!

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Violões e barulheira da boa no novo álbum de Neil Young

30 de agosto de 2010 1

Divulgação Warner

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no Facebook do velho! 28 de setembro é a data oficial de lançamento de Le Noise, novo álbum de Neil Young, veterano artista de 64 anos. O canadense é um daqueles nomes que sempre fazem barulho (e merecidamente) quando lança seus discos, mas Le Noise vem com alguns fatores que chamam a atenção. Durante as gravações, o guitarrista Ben Keith, um de seus mais antigos e fiéis escudeiros veio a falecer no rancho de Neil, na Califórnia. Saindo da tragédia, outro lance que gera expectativa foi a produção do conterrâneo, Daniel Lanois, renomado musico e produtor que já capitaneou álbuns de Bob Dylan (Oh, Mercy - 1989 e Time Out Of  Mind – 1997), U2 (All That Can Leave behind - 2000, entre outros dos irlandeses), Peter Gabriel (So – 1986), Robbie Roberston do The Band (Robbie Robertson – 1990), Emmylou Harris (Wrecking Ball – 1995), WillIe Nelson (Teatro – 1998), entre uma dezena de outros artistas de primeira grandeza no pop mundial. A assinatura de Lanois na contra-capa do disco é garantia de qualidade no produto final. Tenho certeza que vêm aí um grande álbum.

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Outro lance curioso (e novamente trágico) deste novo disco de Neil Young, é que além da morte de Keith, Daniel Lanois também quase perdeu a vida em junho, quando sofreu um grave acidente de moto. Ele ficou algumas semanas na UTI e teve graves ferimentos múltiplos. Passados quase três meses, ele ainda está se recuperando do incidente.

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Eis o tracklist de Le Noise:

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01 Walk With Me

02 Sign Of Love

03 Someone’s Gonna Rescue You

04 Love And War

05 “Angry World”

06 Hitchhiker

07 Peaceful Valley Boulevard

08 Rumblin

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Abaixo você saca dois sons desse novo trabalho. Os vídeos são de apresentações recentes de Young, que já começa a azeitar o ouvido de seu público com as canções de Le Noise.  Se esses dois temas derem pistas pra aquilo que vem por aí, a coisa promete. Primeiro ouça a zoeira guitarrística de Walk With Me, número que abre o CD. Depois temos Love & War, uma típica canção violeira de Neil, daquelas pra colocar numa moldura. Já estamos apreensivos.

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Kristofferson e o disco que mudou a música country

06 de junho de 2010 0

Foto: Monument Records

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Kris Kristofferson é um daqueles caras que tem história pra contar. Quando jovem se alistou no exército e foi piloto de helicópteros, chegando ao posto de capitão. Nos início dos anos 60, casou, teve dois filhos e lecionou literatura em West Point. Em 1966, largou tudo pra tentar sua sorte na música. Começou esvaziando os cinzeiros e o varrendo o estúdio da Colúmbia em Nashville, capital do country music. Teve um affair com Janis Joplin, virou amigo de Johnny Cash e depois de alguns artistas gravarem suas composições, começou a despontar no circuito country. Fez carreira como ator e chegou inclusive a ser indicado ao Oscar, ganhando o Globo de Ouro em 1976. Teve problemas sérios com álcool e drogas, se separou, casou de novo (com a cantora Rita Coolidge) se separou, casou de novo, teve mais filhos, fez muitos discos, filmes e hoje só bebe água mineral sem gás.

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Próximo mês de junho ele chega aos 74 anos. Em outubro do ano passado falei aqui no blog do bom disco Closer To The Bone (uma expressão que daria pra traduzir de uma forma livre, algo como “Na capa da gaita”) – último trabalho do norte-americano. Clique aqui e leia aqui o texto sobre o disco.

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>>> Veja o vídeo oficial de Closer To The Bone

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Próxima terça (08.06) o músico entra em turnê e só volta pra casa em Novembro. Conheça o site oficial do veterano.

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Esse ano Kristofferson comemora 40 anos de carreira fonográfica. Seu 1° álbum, batizado de Kristofferson, lançado em 1970, injetou sangue novo na música country, principalmente pela temática fora dos padrões do gênero. Segundo o amigo Waylon Jennings “Ele trouxe uma inteligência que não existia. Kris fez todo mundo parar pra ouvir e sabia que haveria comparações”. Já Willie Nelson, achava que suas canções faziam “um aprofundamento no universo interior do ser humano. Era tudo que as pessoas precisavam ouvir. Isso por que naquela época muitas pessoas diziam que achavam a música country piegas. As canções de seu LP de estreia emprestaram principalmente respeitabilidade ao nosso tipo de som. Seus temas tinham algo mais que apenas três acordes”.

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Kristofferson foi produzindo por Fred Foster, comandante da Monument Records e trazia futuros hits como Me And Bobby McGhee (canção regravada no mesmo ano por Janis Joplin), Sunday Morning Coming Down (regravada por Johnny Cash), Help Me Make It Through The Night (regravada por Elvis), Loving Her Was Easier (regravada por Willie Nelson), entre outras. Toda essa aceitação pelo próprio meio artístico, lhe trouxeram o tão esperado reconhecimento. A consagração chegou a passos largos, ainda em 1970. A Country Music Association elegeu Sunday Morning Comes como a Melhor Canção daquele ano

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Kris era tratado como rock star. Sua carreira estava apenas começando, mesmo que tardiamente aos 34 anos. Em pouco tempo ele estaria em Hollywood.

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Aqui no blog, ouça e veja Help Me Make It Through The Night. Ele foi o primeiro cantor da música country a falar abertamente sobre sexo. Isso projetou um novo enfoque no gênero. "Tire as fitas do cabelo / Balance-o e deixe cair sobre os ombros / E suavemente sobre a minha pele". Waylon Jennings disse que contou 140 vezes a palavra "Body" (corpo) em suas canções.  Muitos julgavam Kris uma ameaça ao Status Quo, não aprovando a temática sexual de suas letras, ou a franqueza usada nelas. O lance é que hoje percebemos que o cantor tinha uma rara sutileza e inteligência pra falar de um dos assuntos mais recorrentes do ser humano.

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Primeiro ouça Kristoferson tocando a faixa original no álbum de 1970.

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E depois em vídeo, uma apresentação em Stuttgart, Alemanha (2008)

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Pergunte a Keith Richards

03 de junho de 2010 1

 

Foto: Site oficial Rolinng Stones

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Quando vou a uma livraria, tem uma seção que nunca ganha o meu prestígio. Sempre achei esse lance de auto-ajuda uma espécie de conto do vigário. Pois não é que um certo lançamento pode colocar por terra parte das minhas convicções a respeito desse lance? Acaba de sair no Brasil pela livraria objetiva o livro O que Keith Richards faria em seu lugar?, escrito por Jessica Pallington West obra que tem a intenção de mostrar o quanto complicamos de mais nossas vidas e que as vezes, precisamos deixar as coisas transbordarem.

Sábio, louco, genial; um guru, uma lenda: Keith Richards é tudo isso e muito mais. O guitarrista dos Stones já foi do céu ao inferno dezenas de vezes. Sentiu a glória de ser um deus do rock, mas já foi preso, agredido, incriminado, intoxicado, desintoxicado, deserdado, desenganado. Perdeu um filho, alguns amigos, muito dinheiro e o juízo, mas não o bom humor.

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Keith Richards desafia as leis da sociedade, da medicina e do bom senso e continua vivendo (e aprendendo) graças a uma filosofia de vida singular.

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O Que Keith Richards Faria Em Seu Lugar? resume todo o saber desse profeta do século XXI para que você possa aprender a superar os erros do passado, confiar nos seus instintos, dar a volta por cima e fazer o que Keith sabe fazer melhor do que todos e em grande estilo: sobreviver.

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* Saca só algumas frases do livro:

 

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“Existe o Sol, existe a Lua, existe o ar que respiramos e existem os Rolling Stones.”

“Mick é rock, eu sou roll”.

“Se Mozart tivesse tido um bom baterista…”

“Todo mundo começa imitando seus heróis.”

“Caveiras nos lembram que, no fundo, somos todos iguais.”

“Não tenho nada a esconder. Nada é segredo comigo.”

“Para mim, o principal para se viver neste planeta é saber quem você é de fato e ser verdadeiro sobre isso. Essa é a razão de eu ainda estar vivo… Vivi minha vida do meu jeito e estou aqui porque me dei ao trabalho de descobrir quem eu sou.”

“Nunca tive problemas com droga. Só com a polícia.”


“A coisa mais estranha que eu já cheirei? Meu meu pai.”

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Tenho que admitir, já encomendei o meu exemplar. Ave, Richards, mannnnnnn!


Divulgação ObjetivaO que Keith Richards faria em seu lugar?,

Jessica Pallington West

Auto-ajuda e Humor

Editora Objetiva

264 páginas

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Só nos resta nos divertirmos um pouco mais com o velho Keith. Uma participação na festa de aniversário de Willie Nelson.

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Próximo domingo: ZZ TOP Day em POA

17 de maio de 2010 1

Divulgação WEA

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ÚLTIMA CHAMADA! O grupo texano ZZ TOP passa pela capital gaúcha no próximo domingo.

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Recentemente Willie Nelson ganhou uma estátua em Austin, no Texas. Um reconhecimento em vida, à uma das personalidades mais marcantes da música americana (clique aqui e veja a estátua de Willie). Bacana, já que 99,9% das celebridades que viram monumentos, precisam antes bater as botas pra receber esse tipo de homenagem. Só que outra legenda texana, conseguiu um feito ainda maior. Em 1997, enquanto governador do Texas, George W. Bush proclamou o dia 15 de Maio de 1997 como o “ZZ Top Day“. Motivo? Os serviços prestados pelos conterrâneos ao estado sulista norte-americano, alargando as divisas do Texas ao redor do mundo. É por isso que os velhões tem aquela pose!

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A banda se formou na capital sulista, em Houston, no final de 1969, início de 1970 e mantém desde o início a mesma formação: Billy Gibbons (guitarra, que antes havia tocado na banda Moving Sidewalks), Dusty Hill e Frank Beard (baixista e baterista que antes havia tocado na banda American Blues). Segundo a biografia de Gibbons, o nome da banda surgiu a partir de uma mistura: o ZZ faz menção a um poster do bluesman texano, ZZ Hill, e que o top significa que eles são top, mesmo, de fodões! Eles queriam King, mas ZZ King ficaria muito parecido com BB King, então optaram pelo Top. Essa postura “Papai é o maior” sempre foi uma das marcas registradas do trio, assim como, todos aqueles  videoclipes ensopados de presenças femininas, carrões e motocicletas. Outro lance que é um emblema vitalício quando se fala nos texanos é o lendário visual barbado. Pra se ter uma ideia, Gibbson e Hill estão deixando suas barbas crescerem desde 1979. A fama é tanta nesse aspecto, que a Gillette, marca mundial de lâminas de barbear, já ofereceu a bagatela de US$ 1 milhão para eles aparecerem de barbas cortadas no comercial da marca. Mas acreditem... Eles sumariamente negaram a possibilidade.

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Esses coroas que já gravaram mais de 15 álbuns, e estão a 40 anos na estrada sem alteração nas fileiras do grupo, passarão pela capital gaúcha no próximo domingo. Se você ainda não comprou seu ingresso, segue o serviço completo da apresentação em POA:

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ONDE:

Pepsi On Stage (Severo Dullius, 1.995)

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QUANDO:

23 de maio, domingo 22 h

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INGRESSOS:

Primeiro lote: R$ 80,00

Segundo lote: R$ 100,00

Terceiro lote: R$ 120,00

Mezanino: R$ 140,00

Camarote (Com mesa e poltronas):

Individual: R$ 200,00

P/ 6 pessoas: R$1200,00

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PONTOS DE VENDA:

Lojas AM/PM: Cristóvão Colombo, 1867; João Wallig, 1903; João Wallig, 724 e Otto Niemeyer, 2265

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Links:

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ZZ Top                              Opinião

Site oficial ........................Site

Facebook ..........................Twitter

MySpace


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Pra incendiar o coreto, segue 3 foguetes do repertório dos barbudos, canções que provavelmente vamos conferir no show em Porto Alegre. Gibbons, Hill & Beard, sabem como poucos fazer aquela mistureba de blues, rock, pop e country turbinado. Você não vai perder, vai?  Vemo-nos por lá!

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Willie Nelson lança novo álbum e faz revelação polêmica na TV americana

25 de abril de 2010 0

Foto Divulgação Rounder / Pgd

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No próximo dia 30 de abril, ele faz 77 anos. Com certeza, muito bem vividos. Willian Hugh Nelson, ou Willie Nelson é ,sem dúvida um homem com muitas histórias. Várias delas ele deve guardar pra si. Outras ele revela na boa.  sem medo de soar politicamente incorreto. A última aconteceu semana passada, quando admitiu ter fumado maconha antes de entrar no estúdio da CNN para uma entrevista com Larry King: "Fumei, pode me prender", disse o músico, ao ser indagado se tinha consumido um baseado naquele dia. Nelson revelou fumar sempre antes de cada apresentação e declarou ter, em relação à droga, "uma grande tolerância que a maioria das pessoas não tem". “Você pode fumar além da conta, mas acho menos perigoso que cigarros", concluiu o artista americano. Confira o fora-da-lei explicando seu modus operandi:

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O incansável Nelson está em turnê novamente. Em seu Twitter, ele conta dia a dia como as coisas estão na estrada. Sim, a produção dele está sintonizada com as novas formas de divulgação. A última aventura aconteceu semana passada, numa pequena casa de espetáculos chamada Dos amigos, em Odessa, oeste do Texas. Uma tempestade fez Willie e sua banda saírem do palco com apenas 45 minutos do 1° tempo. Country Music (por mais clichê que pareça, esse foi o nome dado ao disco), nos mostra que esse velho pecador, tão bem enredado ao vernáculo do homem sertanejo americano, não apresenta apenas ‘mais um álbum’ de música caipira. No CD lançado última semana nos EUA, ele não só recorre com propriedade ao songbook do cancioneiro popular de sua terra, como também nos revela um álbum excepcional. Um dos segredos passa pelo cara que produziu a parada. Falamos dele no último dia 23. T-Bone Burnett, é um daqueles old brothers que gosta de respeitar o ritmo do chefe, ademais ajuda nos arranjos, e de quebra ainda compõe um tema inédito com o protagonista. Quanto aos figurantes, além de contar com os calejados membros de sua banda base na estrada como, por exemplo, o gaitista Mickey Raphael (companheiro de quebradas, hotéis, bares e histórias a mais de 30 anos), Nelson também tem a colaboração do virtuose do banjo, Riley Baugus, o contra-baixista Dennis Crouch e o próprio T-Bone nas guitarras e violões, músicos que já haviam trabalhado juntos no premiadíssimo Raising Sand, álbum lançado pela dupla formada por Robert Plant e Allison Krauss em 2007.

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Willie Nelson_Rounder / Pgd

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Em Country Music, WN revisita temas de domínio público tão antigos quanto suas rugas ou seus vícios - Satan Your Kingdom Must Come Down, I Am A Pilgrim, e o blues centenário Nobody’s Fault But Mine. Também estão lá - Seaman's Blues (Ernest Tubb’s), Dark As A Dungeon (Merle Travis), Freight Train Boogie (Doc Watson), entre outros.

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Link:

Site oficial

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Aqui no blog você assiste Willie fazendo o seu trabalho (Março 2010), e tocando o único som inédito do disco – Man With The Blues. Do alto de seus quase 80 anos de vida, podemos afirmar: quando está no palco, Willie Nelson ainda sabe o que faz!

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Ela é cult. Shelby Lynne Para poucos

24 de abril de 2010 0

Divulgação Everso Records

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É engraçado, mas já perceberam que alguns artistas não engatam no quesito popularidade ?! Nada a ver com qualidade daquilo que é produzido, bem pelo contrário, mas parece que eles não foram feitos para as massas. A definição “Artista Cult” parece cair como uma luva para Shelby Lynne, 41 anos. Procure na rede alguma matéria decente em português sobre a cantora e você vai entender o que eu estou falando. Em mais de duas décadas de carreira, Shelby gravou 10 álbuns, e  apenas um chegou às prateleiras daqui, o restante só pintou de relance em versões importadas. Eu a conheci somente em 2005 (em vídeo), através de um dueto com Willie Nelson.

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Shelby nasceu em uma família musical no estado do Alabama (Allison Moorer, renomado nome do country music, é sua irmã). Ainda na adolescência se mudou para Nashville e, aos 17 anos, tornou-se uma das revelações do programa de TV Nashville Now. Como resultado, no ano seguinte acaba gravando um tema em dueto com o cantor George Jones e em seguida fecha seu primeiro contrato profissional com a Epic.

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Shelby Lynne_photo_mel Karch_The New York Times

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Exatamente uma década depois, a jovem estaria ganhando o Grammy de “Best New Artist" por I Am Shelby Lynne, um disco que mostrava que a menina não tinha olhos apenas para o country. Depois do sucesso de crítica e público, Shelby resolve mandar no próprio nariz e faz o disco mais cool da sua vida até então. Identity Crisis (2003) é um divisor de águas na carreira da cantora, quando literalmente ela resolve acertar as contas consigo, assumindo estar vivendo uma uma crise de identidade, artisticamente falando. Em Identity Crisis o tom é ditado pelos violões de aço, baixo acústico, uma percussão ‘na manha’ e o piano classudo de Bill Payne (Little Feat). Depois de ser chamada de saladeira e atirar para todos os lados, Shelby parece ter encontrado seu verdadeiro caminho como cantora e compositora. Sabe o que aconteceu? Um fracasso comercial. Parte da critica adorou, o público passou batido. Nada que abalasse a moça. Ela gostou desse lance de usar poucos instrumentos, deixando de lado grandes produções (armações) e o vislumbre de se tornar uma musa do pop. Tanto que, apenas dois anos depois, Shelby produz outra leva de canções na mesma balada. Mantendo a bússula apontada para a simplicidade, dessa vez a obstinada artista grava as {demos} canções no seu próprio rancho. Como uma faz-tudo, ela compõe, produz, arranja e escolhe alguns covers a dedo. No estúdio, chama Belmond Tech, tecladista dos Heartbreakers, banda de Tom Petty, e também Michael Ward, guitarrista dos Wallflowers, dupla que dá aquela mãozinha básica. Nessa empreitada (quase) solitária nasceu o CD  Suíte Yourself. Aí a americanada sacou que ela tinha chegado pra ficar.

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Divulgação Capitol

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>>>>Não bastasse isso, três anos depois Shelby afugenta de vez o fantasma de Dusty Springfield. Muitos diziam que a americana não passava de uma imitação barata da cantora inglesa - o que a baixinha faz? Grava Just A Little Lovin’, um disco em que ela revisita o repertório da britânica. Se nas gravações originais ouvíamos aquele monte de excessos nos arranjos e orquestrações, já com Shelby, as canções de Dusty soam mais limpas e o disco ganha o mundo. Esse é também o seu trabalho mais conhecido aqui no Brasil, mesmo assim acabou sendo timidamente lançado por aqui.

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Divilgação Lost Highway

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Finalmente chegamos a Tears, Lies and Álibis , o primeiro disco pelo próprio selo, Everso Records (lançado no mercado americano na última terça 20.04.10) , o pilar de onde  Shelby afirma sua posição de visionária, de artista iconoclasta que se enreda por vários gêneros sem confundir o ouvinte.  Ao longo da audição do novo álbum dá pra pinçar que o country ainda baliza suas composições, mas também há muito de soul, rock, blues, pop e folk em sua música, formando um estilo único. Outras vez temos violões e slides na medida certa, temas que falam da estrada como lar e aí encontramos uma mulher que visivelmente sabe o que quer da vida.

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Ah, Shelby!!! Se todas fossem iguais a você! Não foi a toa, que em 2008, o jornalista Rob Hoerburger, do The New York Times, escreveu uma reportagem (não seria um artigo?) de 383 linhas no prestigiado jornal norte-americano, dando voz à loirinha quarentona. Na época ela disse: “Rob, Deixei o trabalho de lado! Eu quero apenas encher a cara e ouvir uma boa música”. Essa mulher é demais!

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Link:

Site oficial

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Abaixo, confira  Shelby em dois momentos. Primeiro você vê a nossa gata se espreguiçando no clip de Anyone Who Had A Heart, um dos sons do disco em que ela canta o repertório de Dusty Springfield.  Depois tem Like A Fool,  minha preferida de  Tears, Lies and Álibis, gravada ao vivo final do ano passado. Relaxe, agora é ela que comanda as operações. E Shelby Lynne parece não ter pressa.

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Que tal a parceria de Alanis e Willie?

22 de abril de 2010 4

Foto: Divulgação/Site Oficial

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Faltava ela. Ter começado a colaborar no Blog do Grings e ainda não ter escrito sobre a Alanis Morissette estava estranho. Quem me conhece sabe, sou fã da Alanis desde o lançamento do Jagged Litlle Pill, a obra prima da cantora e compositora canadense. No momento em que ouvi o disco, foi o nascimento de uma ligação profunda com as músicas e a partir dali a sensação com o decorrer dos anos e lançamentos era que a Alanis cantava a minha vida. Clichê é claro, mas verdadeiro. Assim como deve ser pra várias outras gurias que também dividem a admiração.


Embora eu seja fã, sei compreender bem quem diz que a Alanis nunca mais fez algo como Jagged Little Pill. Verdade. Ela nunca mais fez. O que também não quer dizer que os álbuns posteriores não sejam bons e inovadores. São sim, mas são diferentes e não podem ser comparados ao trabalho que rendeu mais de 30 milhões de cópias vendidas no mundo todo.


Alanis evoluiu. Ao longo da vida, a gente aprende a lidar com os traumas e feridas de formas diferentes que não expondo problemas familiares ou esbravejando contra o ex-namorado. E foi isso que ela fez. Para acompanhar o trabalho da cantora é preciso entender uma trajetória de amadurecimento que está em jogo. E como produtora e compositora, além de amadurecer, Alanis também cresceu e se qualificou.


Agora, é hora de falar da última da moça. No começo do ano, ela anunciou que vai regravar a canção do Willie Nelson e do Julio IglesiasTo All the Girls I've Loved Before. Contando com a parceria do grande mestre Willie no violão, a moça vai mudar um pouco a canção para To All the Boys I've Loved Before. O cover vai ser lançado como single, mas ainda não há previsão para sair.


Estou ansiosa pelo resultado. Confesso que a música original não está na lista das minhas favoritas (talvez por causa do Julio Iglesias). Mas eu espero que a Alanis faça uma boa releitura.


Confere aí a versão original:


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Postado por Stefanie Silveira