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Coluna de 30 de julho

30 de julho de 2012 2

Sol Diário

Sinto-me orgulhoso de fazer parte desta bela equipe, chefiada pela jornalista Fabiana Roza, a partir de hoje, aqui no O Sol Diário. Nossa região está crescendo, mas ainda há muito por fazer. Duplicação da BR-470, ampliação do aeroporto de Navegantes, finalização da Via Portuária. Mas também existem as pequenas obras, do dia a dia, como o calçamento de ruas, os buracos em várias vias públicas, o vandalismo, a violência, o desrespeito ao cidadão, ao idoso, o preconceito, a falta de oportunidade ao jovem trabalhador e por aí vai. Este novo canal de comunicação pretende servir a comunidade de abrangência do O Sol Diário. Nossa região é uma das mais belas e ricas do Estado, e também uma das mais violentas. E existem desafios ainda maiores, como a solução definitiva para as enchentes que assolam cidades como Itajaí, o trânsito em cidades como Balneário Camboriú, a violência desenfreada em municípios como Camboriú, Navegantes, Itajaí e Balneário Camboriú. Participe desta coluna com flagrantes registrados em fotografias, com a sua observação.

Enxurrada 1

Itajaí sofreu mais uma vez com a enxurrada de quinta para sexta-feira da semana passada. ruas do Centro, principalmente nas proximidades do Porto, ficaram alagadas em pouco mais de uma hora de chuva torrencial. A situação foi pior em ruas como a Telêmaco de Oliveira e a Emílio Dalçoquio, que ficaram intransitáveis em razão do transbordamento do ribeirão da Murta. Nessas localidades mais baixas do município, a comunidade está cansada de ter que levantar os móveis em cada situação de enxurrada ou enchente. Aliás, em caso de enxurrada até vale a pena levantar os móveis. Em caso de enchente, muitas vezes isso não adianta nada. É pura perda de tempo, pois o volume de água, nesses casos, é muito grande. Alcança qualquer coisa.

Enxurrada 2

Mas uma coisa é fato. Depois das enchentes de 2008 e 2011, muitos itajaienses criaram pânico de ir para cama quando a chuva está forte lá fora. Medo de acordar com os pés dentro da água. É o susto, principalmente causado pela enchente de 2008, depois de vinte e cinco anos  sem um evento desta natureza.

Guarda municipal armada 1

Maior reivindicação dos comerciantes itajaienses na atualidade é a implantação da guarda municipal armada. É o que afirma o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), José Dada. Para ele, os constantes roubos ao comércio local fugiram completamente do controle. O comerciante, principalmente o pequeno, é o mais atingido. Assaltos que já custaram a vida de muita gente. Crimes motivados por quantias irrisórias, geralmente menos de 100 reais, colocam Itajaí entre as cinco cidades com maior número de roubo, no Estado.

Guarda municipal armada 2

José Dada não se conforma de Itajaí ter iniciado as discussões sobre a guarda armada muito antes de Balneário Camboriú, cidade onde a guarda já funciona. E você, qual a sua opinião sobre a guarda municipal armada?

Jingle

Adoro música e me considero bastante eclético. Mas convenhamos, toda eleição é a mesma coisa. Falta criatividade quando os marqueteiros apelam para o jingle paródia, para desespero dos nossos ouvidos. Essas “músicas” estão por aí, nos carros de som. E o pior de tudo: a campanha está apenas começando. Eles vão intensificar a ofensiva, com certeza. Não tem nada mais irritante do que jingle paródia, sabe aquele tipo de jingle eleitoral que se vende em dúzia, por aí? A música é a mesma, as promessas são as mesmas, em todo o Brasil. Só trocam o nome do candidato.

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comentários

Comentários (2)

  • Rafael Stein Santos diz: 30 de julho de 2012

    Caro Carlos Praxedes, quanto à guarda municipal, apesar de não conhecer o motivo da câmara municipal de Itajaí não avançar na discussão, há um ponto positivo nesta inércia.

    Existem inúmeras ações no poder judiciário brasileiro questionando a competência municipal para instituir guardas armadas com a finalidade de policiamento ostensivo (nos moldes de várias cidades, inclusive Balneário Camboriú).

    É sabido que a Constituição Federal permite a criação de guardas municipais, porém com objetivo único de proteção dos bens, serviços e instalações dos municípios.

    Se, por ventura, forem julgadas inconstitucionais estas leis (e acredito que serão), o que os municípios farão com a estrutura montada (servidores, equipamentos, etc)?

    Parece-me prudente esperar por uma definição.

  • Albanir Santos diz: 30 de julho de 2012

    Com relação a chamada Guarda Armada, tenho a dizer que está completamente equivocado quem pensa que a Segurança Pública é competência do Município. Basta ler inteiramente o artigo 144 da Constituição Federal, que saberá a quem compete esta função.

    Entretanto, caso o Município queira criar sua Guarda Municipal, poderá e contribuirá com a segurança, mas sua atribuição deverá se restringir à vigilância dos bens, serviços e instalações do município (conforme prevê o parágrafo 8° do citado artigo).

    Qualquer outra atribuição é inconstitucional.

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