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Acidentes nas estradas catarinenses

20 de agosto de 2012 0

Quem já sofreu um acidente de automóvel sabe o quanto é fácil submeter-se a ele. Muitas vezes por imprudência, outras vezes por má sorte. Infelizmente, a coisa mais fácil de acontecer é um acidente. O risco do acidente, a iminência. No próximo dia 26, faz um ano que nasci de novo. Saí ileso de um capotamento no KM 02, da BR-101, em Garuva, no Norte do Estado. Tive muita sorte. Agradeço a Deus todos os dias.  Até hoje não entendo muito bem o que houve. Estava indo para Curitiba, pois minha falecida esposa fazia tratamento lá. Precisava ir cuidar dela. Era uma sexta-feira à noite. Chovia fraco. Na minha frente, um caminhão daqueles bem antigos. Suponho que havia óleo na pista. Só lembro de pensar em meu filho quando o carro começou a girar. Perdi o controle.

A pior sensação que se tem na vida é a da perda de controle. Mas aí, também me vem uma outra coisa em mente. Será que temos algum controle? Talvez não. O fato é que sujeitar-se a um acidente é a coisa mais fácil do mundo. No meu acidente, ano passado, não estava em alta velocidade, não fiz nenhuma manobra arriscada, não tive comportamento imprudente. Não cochilei. Apenas perdi o controle. Voei sobre a vala central e quase caí num riacho.

Quando leio notícias como as dos jornais de hoje, dando conta da morte de quatro pessoas em acidentes nas estradas do Vale, fico arrepiado. Todos nós podemos nos envolver em um acidente. O risco existe. Vamos diminuí-lo com comportamento adequado no trânsito. Portanto, vale o que todos já sabem. Se beber, não dirija. Se estiver muito cansado, também não. Com sono, nem pensar. Não vale a pena correr demais no trânsito. Lembre-se, primeiramente, de quem você deixou em casa e do quanto você é importante na vida desta pessoa.

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